Fórum dos Leitores

CONGRESSO NACIONAL

O Estado de S.Paulo

20 Março 2015 | 02h06

Não dá para competir

Duas notícias no Estadão me fizeram lembrar um quadro humorístico do Jô Soares em que ele, vestido de palhaço e interpelado pelo dono do circo, dizia: "Não dá para competir". E eu, após ler que Parlamentares triplicam Fundo Partidário e CPI deixa políticos fora de convocações, pergunto: dá para competir?

MAURO LACERDA DE ÁVILA

lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo

Partidos e políticos

Os políticos em Brasília acabam de aprovar lei que aumenta o valor destinado aos partidos. Eu não faço parte de nenhum partido, por que meu dinheiro, de impostos que pago, deve ser usado para pagar despesas de partidos? Quem deve pagá-las são os políticos que se utilizam dos partidos.

MARCILIO FAUSTINO

m_faustino@uol.com.br

São Paulo

Ei, como é que é?!

Então o governo faz solenes discursos sobre a necessidade de "ajuste fiscal" e seus aliados decidem triplicar a verba destinada aos partidos políticos, para pouco menos de R$ 1 bilhão? Quer dizer que, enquanto eu e meus companheiros pagadores de impostos amargamos a necessidade de apertar o cinto, vamos ter de custear mais ainda que no passado as atividades dos partidos? Não seria mais coerente simplesmente extinguir esse fundo? Os partidos que se virem - como eu e todos os pagadores de impostos vamos ter de nos virar. O argumento de que o número de partidos vai aumentar e por isso será necessário dispor de mais grana para financiá-los é bobagem. Financiar o quê? Contação de lorotas? Divulgação de mentiras? Apresentação de planos mirabolantes? Em países mais avançados que o nosso o número de partidos é muito menor. E talvez por isso funcionem melhor.

DAVID F. HASTINGS

david.hastings.brazil@gmail.com

São Paulo

Fundo Partidário e CPMF

Realmente os Poderes deram as costas para o povo. Praticamente declararam guerra ao povo. Enquanto o PT ensaia a volta da malfadada CPMF, imposto safado, escondido e inflacionário, o Congresso, por intermédio do relator Romero Jucá (PMDB), tenta triplicar a verba do Fundo Partidário para cerca de R$ 868 milhões(?!) em 2015. Num momento como este, com os cofres do desgoverno totalmente exauridos, desemprego à vista, custo de vida em alta, setor público sucateado, como ousam dilapidar o que nem resta mais? Estão loucos? Provocação? Não entenderam o recado que veio das ruas? Basta! Não será com leis ou propostas indecentes que continuarão a rapinar o contribuinte. Este já deu o que não tinha. Não será agora que vão, "democraticamente", socializar o grande saque. Virem-se com os tais ajustes! Que o desfalque recaia tão somente nas contas paradisíacas de seus privilegiados bolsos. Paguem pelos danos imensuráveis que causaram ao País. Definitivamente, não nos cabe mais o papel de pagadores de promessas jamais cumpridas. Estamos fora. Ou nós ou S. Exas. Entenderam?

GLORIA DE MORAES FERNANDES

glorinhafernandes@uol.com.br

São Paulo

A sugestão da volta da CPMF, o imposto mais burro que se conhece, só poderia partir da burrice da cúpula do PT.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

Conexão

Aumento em mais de três vezes do Fundo Partidário é exatamente o que o povo tem pedido. Os srs. deputados e senadores merecem. Belo trabalho, estão de fato conectados com a realidade...

LUIZ AUGUSTO MÓDOLO DE PAULA

luaump@yahoo.com.br

São Paulo

Caráter

R$ 867,5 milhões... Depois de tantas manifestações contra o descalabro político no nosso país, isso é, no mínimo, usurpador, desrespeitoso e mede o real caráter dos nossos legisladores.

HELIO CUDEK

cudek.helio@gmail.com

São Paulo

O melhor emprego do mundo

Quase R$ 1 bilhão do Orçamento da União para o Fundo Partidário. E a legislação eleitoral (leia-se TSE) ainda garante total autonomia aos partidos, que fazem uso dos recursos considerando as decisões internas. Ou seja, haja medida anticorrupção!

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Pacote anticorrupção

Quem vai analisar e aprovar o pacote anticorrupção: os 300 picaretas do Lula ou os 400 achacadores do Cid Gomes?

CARLOS ALBERTO ROXO

roxo_7@terra.com.br

São Paulo

AGITO CHAPA-BRANCA

A tropa em ação

Os movimentos sociais, em suas manifestações em dia de semana, atrapalhando as rodovias e quem trabalha com a desculpa de se manifestar contra o PAC, por moradia, reforma agrária, etc... Isso mais parece um treino de exercício da tropa para futuros ataques. Ops, manifestações!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Pra frente, Brasil

Ao ver as manifestações de sexta-feira passada e desta quarta-feira, constato imediatamente uma grande diferença das de domingo: estas foram realizadas em dia de descanso, permitindo que seus participantes cumprissem suas responsabilidades laborais e não impedindo que outros assim o fizessem; já as outras foram em dia útil, mostrando o descompromisso e a irresponsabilidade dos seus participantes, seja pela sua ausência do trabalho, seja por criar obstáculos a quem a ele queria chegar. É assim que o Brasil vai crescer?

MARIA TERESA S. AZEVEDO PALU

teresa.palu@uol.com.br

São Paulo

Sugiro que o MTST passe a MST, pois se o T se refere a "trabalhadores", não tem sentido: suas manifestações sempre são feitas em horário comercial.

MARLENE PEREIRA

enispbr@icloud.com

São Paulo

Pauta de reivindicações

Vejo que o PT e dois de seus braços auxiliares, CUT e Apeoesp, vão promover manifestação contra a crise hídrica em São Paulo. Sugiro que ampliem o objeto do passeio e protestem também contra dois outros fenômenos que muito incomodam a população paulistana: o sol quente do verão e o vento frio do inverno.

EUCLIDES ROSSIGNOLI

euros@ig.com.br

Avaré

REFORMA MINISTERIAL
 
O ex-presidente Lula tem dito que a presidente Dilma Rousseff deveria avaliar a possibilidade de fazer uma reforma ministerial. Para ele, o atual ministério, que tem apenas dois meses e alguns dias, envelheceu precocemente. Lula defende também a substituição de Aloizio Mercadante, “porque o ministro já deu o que tinha de dar” e, “se fosse bom mesmo, teria ocupado um cargo em meu governo”. Conforme publicado pelo “Estadão” de 18/3, após trocas de ofensas com o Congresso Nacional, o ministro da Educação, Cid Gomes, pediu demissão na quarta-feira. E a demissão foi aceita pela presidente Dilma Rousseff. Seria o início da reforma ministerial sugerida por Lula?
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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PICARETAS E ACHACADORES

O senhor Lula da Silva afirmou, certa vez, que o Parlamento tinha 300 picaretas. O senhor Cid Gomes asseverou que essa instituição tem 400 achacadores. Afinal, são 300 ou 400? E por que somente o senhor Cid Gomes é escorraçado e demitido? Uma coisa é certa: ambos têm aguçada capacidade de avaliação.

Aléssio Ribeiro Souto souto49@yahoo.com  
Brasília

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GRANDE CID GOMES

Cid Gomes foi ao circo e reafirmou aos palhaços presentes que ali tem muitos achacadores. Quem fala a verdade não merece castigo, só elogios. 

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com  
São Paulo

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SAINDO PELA TANGENTE

Político esperto, vivido, astuto, Cid Gomes, agora ex-ministro, foi à Câmara dos Deputados atendendo à convocação da Casa para desculpar-se por ter denegrido a imagem de 400 ou 300 deputados, chamando-os de achacadores. Com receio do momento frágil por que passa a presidente Dilma Rousseff, atacada por todos os flancos por sua pífia administração e em atrito constante com o maior partido da base aliada, o incógnito PMDB, Cid Gomes, aconselhado pelo irmão Ciro a não obedecer à presidente, para que se desculpasse diante de suas excelências, refletiu: “Isso não vai dar em boa coisa e vai sobrar para mim também”.  Dito e feito: não só reafirmou tudo o que tinha dito, como, de dedo em riste, apontou para o presidente da Câmara e o incluiu entre os que ele chamou de achacadores. Deixou a Câmara, que virou um pandemônio, distribuiu carapuças para muitos e foi se encontrar com a presidente, e dela ouviu: “Agora não dá mais, né, Cid?”. Demissionário ou demitido, não importa, conseguiu seus objetivos. Fez média com a oposição e com a opinião pública, que há tempos considera seus “representantes” não só achacadores, mas outras coisas impublicáveis.

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí 

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LARGUEM O OSSO

O já ex-ministro da Educação Cid Gomes disse que “partidos de situação têm o dever de ser situação, ou então larguem o osso”. Ministro, em nosso país temos políticos que não largam o osso nem com reza brava...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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CID, O BARRAQUEIRO

Enquanto os ministérios são ocupados não por meritocracia, mas por interesses partidários, as cenas circenses que correram o mundo, esta semana, voltarão a se repetir. Dilma, no seu quinto ano de círculo infernal, terá de nomear o seu quinto ministro da Educação, o que parta uma “Pátria Educadora” não é nada aconselhável. Cid Gomes tropeçou no adjetivo, mas, depois de aprovada a triplicação da verba do Fundo Partidário pela Câmara, é só trocar o “achacadores” por outro adjetivo menos contundente, porém realista. A “Pátria Educadora”, apenas mais um slogan, possivelmente do marqueteiro João Santana, teve o seu réquiem quando o ministro da Educação, repetindo Lula, disse com o dedo em riste, apontando para o presidente da Câmara, que ali se concentravam 300 a 400 achacadores. Cid Gomes, segundo ele, demitiu-se, e agora não será fácil encontrar um novo ministro para a “Pátria Educadora”.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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DEMITIDO

Que pena! Cid Gomes tinha o perfil ideal para ser ministro da Educação deste governo.

Odilon Otavio dos Santos
Marília

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DESASTRE E VEXAME
 
A sessão de circo mambembe exibida ao mundo na Câmara dos Deputados, anteontem, em Brasília, reflete, horizontal e verticalmente, a noção PT de poder. É preciso ser Dilma Rousseff em todo despreparo para a gestão máxima do Estado para fazer um Cid Gomes ministro. E da Educação. É preciso ser Lula da Silva em todo cínico arrivismo para fazer de Rosemary Noronha cortesã do Aerolula. Quais qualificações levaram o suserano de Sobral à chefia da pasta prioritária para a modernização e higidez consuetudinária da sociedade brasileira? A volta ao mundo no colo da sogra a bordo de jatinho pago pelo contribuinte cearense. Há mais Triângulo das Bermudas (Flórida-Bermudas, Porto Rico) no altiplano central brasileiro que no Oceano Atlântico. A conexão geométrica Dilma-Cid-Eduardo Cunha só pode resultar em desastre e vexame.

José Maria Leal Paes josemarialealpaes@gmail.com 
Belém

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RELEMBRANDO

Não deu para entender o pega-pra-capar que aconteceu na Câmara dos Deputados no dia 18/3 entre o ministro Cid Gomes e os membros daquela Casa. Acordando os deputados: em 1994, em entrevista à revista espanhola “Câmbio 16”, Luiz Inácio Lula da Silva declarou que eram 300 os picaretas que comandavam a Câmara. Lula foi eleito e reeleito presidente da República e contou com o apoio da maioria, que o criticou durante os seus 12 anos de mandato. A verdade é que muita gente que ainda hoje faz parte do Congresso engoliu Lula e tudo mais que ele disse naquela oportunidade. Confesso que não vejo diferença entre picaretas e achacadores. Uma frase de Miguel de Cervantes que merecia estar gravada nas paredes do Congresso Nacional para servir de alerta aos parlamentares: “A História é êmula do tempo, repositório dos fatos, testemunha do passado, exemplo do presente, advertência do futuro”. Acordem, deputados.
 
Leônidas Marques  leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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DEBOCHE

O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) disse que o ex-ministro Cid Gomes – que foi à Câmara e disse que naquela Casa tinha uns 400, 300 achacadores (só isso, ministro?), e todos ficaram ofendidos (coitadinhos!) – foi lá para debochar dos representantes do povo brasileiro. Quase caí da cadeira. Deputado, se como representantes os senhores fazem isso, imagine se não o fossem? Quem tem representante assim não precisa de inimigo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com  
Rio de Janeiro

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ABANDONANDO O BARCO

Se alguém quiser entender a atitude do ministro Cid, o entendimento fica cristalino nas palavras do deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ): “Esse cidadão está agindo premeditadamente. Premeditado porque quer pular fora do barco que está prestes a afundar”. Não deve ser o único a estar querendo uma chance de justificar o “cair fora”.
 
Ulysses Fernandes Nunes Jr Ulyssesfn@terra.com.br 
São Paulo

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APOIO EM TUDO

Quem não vota com o governo deve largar o osso, diz Cid Gomes. Mesmo que seja para corrupção, não é, cara pálida? Já não chegava dona Dilma confessar que ela também é amiga da “senhora idosa”, e vem o sr. Cid apoiando.
 
Vitório F. Massoni suporte@eam.com.br
São Paulo

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A SAÍDA DE CID GOMES

E mais uma vez um ministro da Educação é expurgado do cargo sem mostrar a que veio. Urge que doravante a presidenta Dilma Rousseff tenha mais critério e rigor na hora de escolher e nomear o futuro ministro dessa importante pasta, rumo a assumir suas rédeas constitucionais. O Ministério da Educação (MEC) nos últimos anos se transformou de fato num mero departamento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Como pode o Estado (MEC) outorgar um diploma com o brasão da República, atestando a qualificação do cidadão, apto para o exercício cujo título universitário o habilita e um sindicato negar o registro nos seus quadros, obrigando-o a submeter-se a um exame caça-níqueis, medíocre, fraudulento, infestados de pegadinhas, parque das enganações para reprovação em massa e, claro, manter reserva de mercado? 

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcleos@brturbo.com.br 
Brasília

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‘BAIXA’ NA PÁTRIA EDUCADORA

Sai o ministro da Educação – sem educação, diga-se de passagem –, caracterizando a primeira baixa no governo Dilma 2. Escolhido na cota pessoal de dona Dilma, até que durou muito, mesmo interando-se 24 horas no Sírio-Libanês para não comparecer ao Congresso. Inegável que por alguns dias, a partir de hoje, a educação no Brasil melhorará. Resta saber se melhorará definitivamente ou irá de mal a pior, tal como este governo. Quem viver verá. 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 
São Paulo 

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MAL EDUCADO

O (ex) ministro Cid Gomes ficou sem a Educação.

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com
São Paulo

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FAZENDO ÁGUA

O governo nem bem começou já está fazendo água, em plena crise hídrica. Chovem problemas e denúncias, e o mais recente foi o ocorrido na Câmara dos Deputados – nada a estranhar. Após um bate-boca, o agora ex-ministro da Educação Cid Gomes ofendeu nossos dignos e probos congressistas, chamado-os de “achacadores”. O ex-presidente Lula chamou-os, certa vez, de “picaretas”. Que falta de educação! Os do meio político sabem como lhes atinge o que os cidadãos só deduzem. O atual desgoverno, com quase 80 dias, pelo visto, vai durar pouco. Que bom. Por isso o vice-presidente diz que vai haver uma “reforma ministerial” e, desta vez, não será uma panaceia. Vai dar tempo? Parafraseando o ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, preso pela segunda vez por ter se especializado em desvios de valores da estatal: “Que país é este?!”. É exatamente o que o povo brasileiro deseja saber.
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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BOAS MANEIRAS

A “gerente-educadora” demitiu o ministro da Educação. Por falta de educação...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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FAMÍLIA GOMES

Em termos de educação e Ministério da Educação, por favor, só não troque o Cid pelo Ciro. É um apelo à presidente Dilma.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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AGORA VAI!

A presidente Dilma apareceu na TV e fez a seguinte declaração: “Eu agora vou escolher um bom ministro para a educação e não desse, daquele ou daquele outro partido”. Com certeza, esse cidadão que deixou o ministério e que foi indicado há aproximadamente dois meses para este cargo deve ter sido escolhido por FHC! Haja paciência...

Maria N. N. Barreto cbarsotti1@hotmail.com 
São Paulo
  
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CRISE E REFORMA POLÍTICA

A nova crise entre o ex-ministro Cid Gomes e o Congresso é, certamente, um desencadeador propício para que façamos a urgente e necessária reforma política, a mãe de todas as reformas. Após ela, outras mudanças estruturais na gestão pública terão de vir, para que possamos ter o patamar de nação democrática e civilizada que tanto merecemos e necessitamos.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com  
Rio de Janeiro

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REELEIÇÃO

Sobre a questão da reeleição que o PMDB propõe abolir naquilo que chama de reforma política, gostaria de comentar que, antes de tudo, deveriam acabar com a reeleição ilimitada dos próprios parlamentares. É nessa facilidade de se perpetuar que reside grande parte da degeneração política brasileira. O parlamentar ganha ali a possibilidade de criar uma estrutura muito sólida para cometer toda sorte de abusos e ainda obstrui o acesso a forças renovadoras, além de se alienar do povo com os privilégios irreais de que desfruta ali. Seria necessário fazer valer também no Congresso a regra de apenas uma reeleição. Depois de se ausentar por uma legislatura – e, do lado de fora, renovar sua visão da realidade –, uma nova eleição seria admissível. Já para os cargos executivos, a regra atual é uma das poucas realmente boas no esquema: ela permite conceder a um bom administrador um mandato adicional para consolidar sua obra e, ao mesmo tempo, destituir alguém inadequado antes que consiga perpetrar estragos excessivamente sérios. As razões de o eleitorado às vezes não fazer bom uso desse recurso são outra questão e não invalidam o conceito. Um mandato único de cinco anos elimina essas duas vantagens sem oferecer nenhuma outra em troca: o bom mandatário se desmotivará por não ter tempo de executar medidas de longo prazo, enquanto o desonesto intensificará seus malfeitos por ter pouco tempo para realizar seus objetivos torpes. A mudança é mera pirotecnia política.

Rolando Körber roland@korber.com.br
São Paulo

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LIÇÃO
 
A queda do ministro Cid Gomes deixa uma lição aos brasileiros: a de que um político pode sustentar as suas palavras, mesmo ao grande custo de seu cargo e suas regalias. Entretanto, ficam suas pegadas, porque os deputados, doravante, pensarão muito se desejarem realizar os achaques mencionados pelo ministro que saiu. Ressalte-se, ainda, que as medidas contra a corrupção enviadas pelo Planalto ou já existentes no Poder Legislativo precisam ir avante, porque as ruas serão sempre o palco do povo e o teatro da realidade política. Obstacular o andamento de projetos contra a corrupção, na atualidade, é um verdadeiro suicídio político, porquanto a imprensa está acompanhando as providências de todos os Poderes da República.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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DILMA E SEU SENSO DE MORALIDADE

Dilma Rousseff reconhece a mediocridade dos indicados para o seu ministério, e ainda assim os nomeia. Depois, irritada, não fala com nenhum deles. Só com os que, humildemente, a tratam como “presidenta”. Na Petrobrás era a mesma coisa. Sabia que os indicados pelo PT, José Dirceu e Lula não prestavam, mas aprovava seus nomes, deixava a coisa rolar e só conversava com Graça Foster. Fica evidente – pelo seu modo de agir – que os interesses dos acionistas da Petrobrás, dos seus empregados de carreira e dos contribuintes brasileiros eram e são subsidiários ao que entende como “governabilidade”. É tão gritante o seu descompasso de valores com os reclamados pelo povo nas ruas que se sente com autoridade moral para oferecer à Nação um “pacote anticorrupção”. Como pode? Não é só credibilidade que lhe falta, como bem destacou o editorial “A humildade de Dilma” (18/3, A3), as faculdades mentais dessa senhora têm problemas. 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 
Valinhos 

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PESTE

A nossa presidente, dona Dilma, falou na TV que o governo dela sempre combateu a corrupção. Imagine só se não tivesse combatido... Meu marido, ao ouvir isso, saiu da sala dizendo: “Combateu muito mal, pois a corrupção está por todo lado”. A “peste” da corrupção está aí, virou uma epidemia pior que a da dengue e precisa ser combatida por todos os meios. Onde estão os salvadores da Pátria? Onde está a brava gente brasileira?

Maria Lúcia Pimentel Cintra mlpcintra@gmail.com 
São Paulo

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UM BOM SINAL

A presidente quer mesmo combater a corrupção? Então não deve perder a oportunidade ímpar e que raramente se apresenta. É só começar pelo STF, indicando Sergio Moro para a vaga deixada por Joaquim Barbosa. Ou tem medo de acordar à noite com pesadelo? 

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br 
São Paulo  

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É UM COMEÇO

Dilma respondeu aos movimentos do último domingo com seu próprio pacote de moralidade, a fim de coibir a corrupção. O conjunto de propostas abarca a criminalização do caixa dois e o enriquecimento ilícito de agentes públicos. A petista anunciou ainda a criação de um grupo de trabalho para discutir medidas que possam acelerar a tramitação de processos que versem sobre a prática de ilícitos contra o patrimônio público. É um começo. O povo está cansado de medidas paliativas e não suporta mais tantos escândalos patrocinados pela classe política. A presidente vive um momento decisivo, em que sua aprovação despenca em todas as pesquisas. Estamos no limiar do renascimento do atual governo ou da queda total. Façam suas apostas. Que vença o Brasil!
 
Gabriel Bocorny Guidotti gabrielguidotti@yahoo.com.br  
Porto Alegre

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UFA!

Finalmente, a medida mais importante da presidente Dilma: “É proibido roubar”. Até que enfim!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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PACOTE ANTICORRUPÇÃO

Dilma não entendeu o recado enviado pelos brasileiros no dia 15/3, por isso eu vou desenhar: Fora Dilma! A presidente Dilma não tem moral e competência para anunciar ou aprovar pacote anticorrupção, a única coisa que ela pode fazer, para o bem da Nação, é arrumar as malas e deixar o Palácio da Alvorada. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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NÃO BASTA DIZER

Alguém do governo precisa dizer a dona Dilma que não basta dizer, tem de fazer. Se é contra a corrupção, que faça isto: dizer basta a seu chefe Lula. Êta governinho de nanicos. E o ministro Cardozo com a mão no queixo, espantado!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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MAIS DO MESMO

Mais do mesmo com outras palavras. Dilma faz mais uma promessa acompanhada de “pacote” contra a corrupção. Ninguém aguenta mais a surdez dessa governante, quando, ao contrário de cortar na carne diminuindo despesas ao seu alcance, coloca a mão no bolso do contribuinte. Completamente desacreditada e com a aprovação quase no chão, ela continua apostando em quimeras que dependem do Congresso, que está saturado de seus desmandos e de sua falta de traquejo. 

Leila E. Leitão
São Paulo

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COMPARANDO

Parece-me que medidas anticorrupção propostas pelo governo do PT são o mesmo que Fernandinho Beira-Mar propor medidas para o combate ao tráfico de drogas.

Celso Ribas G. de Carvalho crgc22@gmail.com 
São Paulo

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FICHA LIMPA, PORÉM SUJA

A proposta enviada ao Congresso de pacote anticorrupção, exigindo a necessidade de ficha limpa para cargos de confiança no governo, empresas e funcionários públicos, é semelhante à ficha limpa do deputado Paulo Maluf?

Ely Weinstein  elyw@terra.com.br 
São Paulo

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COMO CONQUISTAR CREDIBILIDADE

Se a sra. presidente pretende adquirir alguma credibilidade, não basta enviar pacote de medidas anticorrupção, que, por depender do Congresso, demandará tempo para ser implementado e efetivamente aplicado. Precisaria é dar exemplo à sociedade, a quem impõe um aperto de cintos e cortar gordura na própria casa. Reduzir ministérios. Uma excrescência de 39 pastas, quando países ricos têm um número expressivamente menor: Suécia, 22; França, 16; Estados Unidos, 15; e Alemanha, 14, só para cotejar. E não só isso, mas ainda suprimir cargos em comissão, um disparate de 26 mil. Se depende do Congresso para extingui-los, nada impede que no entretempo demita um bom número de ocupantes. Isso nos livraria, cidadãos pagantes de impostos, do pesado ônus de sustentar uma máquina administrativa por demais inflada e inoperante. Se não fizer a lição de casa, não adianta lacrimejar ou se propor a vestir as sandálias da humildade. E, se quiser realmente vesti-las, que assuma em alto e bom som seus próprios erros.

Marisa Dardé Sampaio Amaral gatarada@uol.com.br
São Paulo

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JOGADA DE MARKETING

Discurso de Dilma Rousseff anunciando pacote anticorrupção: blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá e blá. Dizer que o seu partido, que está há 12 anos no poder, tem compromisso com enfrentar a impunidade e não transige com a corrupção é tripudiar sobre o sofrido povo brasileiro. Seu discurso me convenceu de que nada vai mudar. É mais uma jogada de marketing, como aquelas que convenceram eleitores incautos a lhe outorgarem esse imerecido segundo mandato.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro 

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PACOTE PARA BOI DORMIR

Ao anunciar o pacote anticorrupção, a presidente fez de conta que não foi com ela nem com seu partido, que governaram o Brasil nos últimos 12 anos. Perguntar não ofende: a “herança maldita” também inclui os governos do PT? Pelos horrores descobertos na Operação Lava Jato, quem “sempre confundiu público e privado”? Por que precisou de uma manifestação popular gigante para assumir tal postura “intransigente” contra a corrupção e a impunidade? Por que seu pacote não incluiu a redução de número de ministérios, cargos de confiança e nomeações puramente políticas, artifícios empregados para garantir maioria no Congresso Nacional? Qual é o pacote “mágico” para o Brasil sair dessa situação econômica desastrosa?

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com
São Paulo

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COMBATE À CORRUPÇÃO

A afirmação de Dilma “o combate à corrupção teve início em 2003” é uma das deslavadas mentiras do seu discurso, considerando a lavagem de dinheiro de apadrinhados do PT metidos no mensalão e no petrolão.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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CRIME HEDIONDO

Por que não tornar a corrupção “crime hediondo”? Seria para permitir que os políticos corruptos se aproveitem das brechas jurídicas que certamente existirão no novo modelo? Corrupção, crime hediondo já!

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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SENHORA IDOSA

Se a corrupção é uma “senhora idosa”, como disse a presidente, esta senhora só saiu de casa e fez “pós-graduação da propina” no governo Lula/Dilma, isso ninguém pode negar. Como diz o juiz Sérgio Moro, são assustadoras as transferências de dinheiro do sr. Renato Duque, petista ligado a José Dirceu. O sr. João Vaccari Neto, pupilo e tesoureiro do PT, também com pós-graduação, vai para a cadeia. Senhora Dilma, seja realmente humilde, faça pelo menos um “mea culpa”, mude o discurso, toda a corrupção e as propinas estão à sua volta, não dê explicações irônicas, como o fez o sr. Miguel Rossetto, que são do tempo de Dom Pedro II. Veja a realidade: a senhor não pode ir a qualquer cidade do País e falar com o povo.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 
São Paulo

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BENGALADAS DA INCOMPETÊNCIA

Quem ouviu os pronunciamentos de defesa do governo federal atual do barulho das ruas, reverberando que a corrupção é uma “senhora idosa” deve ter ouvido os estridentes gritos da incompetência dizendo: sou muito mais velha do que a corrupção. E “a cada dia, no Palácio do Planalto, recebo doses poderosas de vitalidade”. Como sempre, o governo atual, no seu segundo mandato, mantém o incompetente método PTLD de transferir responsabilidades para os outros: ainda quer deixar para pós-Dilma a renovação da incompetência do lulismo.     

Raimundo Nonato Veloso veloso@secrel.com.br 
Fortaleza 

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O PETISMO E O 15 DE MARÇO

O documento interno do Planalto publicado com exclusividade pelo “Estadão” (18/3, A4) alega que “não há dúvidas de que a comunicação foi errada e errática”. Ou seja, esse apontamento “mea culpa” atribui a natureza do desastroso decaimento da estima e aprovação do petismo às comunicações, e pensa que será “preciso consolidar o núcleo de comunicação estatal e de que a presidente fale mais, explique, se exponha mais”. Maravilha! Se fora apenas esse o problema do País, fácil de corrigir, poderíamos respirar aliviados. Mas ocorre que, no fundo, o objetivo básico de Lula, Dilma e seus companheiros, incluindo o MST, é a bolivariana intenção de eternizar o petismo no País, e tropeçando agora com um forte e imprevisto obstáculo, a histórica manifestação popular do 15 de março.

Pablo L. Mainzer plmainzer@hotmail.com 
São Paulo

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UM JURISTA, POR FAVOR

Fica difícil para o cidadão comum, não versado no emaranhado de leis que regem sua vida, entender o posicionamento do senhor Carlos Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ao se manifestar, em recente entrevista, afirmando que “neste momento os pressupostos para o impeachment de Dilma não estão presentes” e, mais adiante, que “o primeiro mandato dela é página virada para fins de impeachment”. Ora, a presidente, em nome da reeleição resultante de uma campanha durante a qual fez “o diabo”, acaba de mergulhar o País numa das maiores crises de natureza política e econômica de que se tem notícia e, segundo a visão do nobre jurista, deve ser avaliada como suscetível de um questionamento, por pouco mais de 60 dias de governo, ao longo dos quais, é evidente, não cometeu crime de responsabilidade, até porque nem houve tempo para tal. Não se trata, aqui, de fazer apologia ao julgamento da presidente, mas seria de todo desejável, mesmo que para aliviar a angústia da população que começa a sentir os efeitos maléficos dos últimos quatro anos de desgoverno e gastos desordenados, que algum entendido em leis igualmente notável e de igual peso emitisse um registro de contraposição ou de ratificação em relação ao ponto de vista de Ayres Britto, ele que sempre foi, certamente, como bom magistrado, um defensor do direito da colocação de outras interpretações.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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‘TIO BORIS E O PT’

Lendo no “Estadão” de 18/3 (página A2) a saga do velho senhor judeu, senti o quanto estamos sendo feitos de idiotas pela gangue que se apoderou do poder no Brasil. Felizmente, ainda contamos com alguns órgãos da imprensa brasileira decentes, como no caso o “Estadão”, e seus colaboradores, que nos mantêm informados das mazelas que são cometidas neste país por políticos corruptos, que estão moldando sua estátua com toneladas de ouro que garantirão tranquilidade financeira para o resto de sua vida, inclusive a de seus descendentes.
 
Edson Baptista de Souza baptistaedson@ig.com.br
São Paulo

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COMPARAÇÃO INCONVENIENTE

Tio Boris sai da Rússia por um indulto que, de vez em quando, o governo dava aos judeus que eram perseguidos implacavelmente. Os progroms são conhecidos pela crueldade e ferocidade contra eles, pelo pecado de serem judeus. Comparar Tio Boris, que usa um artifício para salvar sua vida, com o que infelizmente estamos assistindo em nosso país é, no mínimo, inadequado. Gostaria de imaginar que não tenha se dado conta da inconveniência da comparação.

Sylvia Loeb sylvia.loeb@gmail.com 
São Paulo

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O BRASIL E A DEMOCRACIA

Conforme noticiado, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, obteve da Assembleia Nacional poderes especiais para governar, ou seja, a ditadura já fica sacramentada de vez no país. Onde está o posicionamento do Mercosul e da Unasul, Venezuela incluída, que tem entre as cláusulas fundadoras o respeito às normas democráticas? Pelo jeito, os países-membros dessas organizações sul-americanas adotarão a tradicional complacência ou “bico calado”, que é a marca registrada do governo brasileiro, onde a presidente Dilma sempre se diz defensora da democracia. Será?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas 

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APELO

A diferença entre Dilma e Maduro é apenas uma: ele, quando a coisa aperta, fala com um passarinho para se orientar com Hugo Chávez; ela procura um sapo barbudo. Muita incompetência de ambos.

Adriles Ulhoa Filho adriilesfilho@uol.com.br
Belo Horizonte

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PROTESTOS DO MTST

Anteontem o Movimento do Trabalhadores Sem-Teto (MTST) interditou a Rodovia Dutra, a Anchieta e mais uma dezena de importantes rodovias por este Brasil afora, em protestos totalmente descabidos e sem nexo. Entretanto, não vimos o ministro da Justiça ir para as emissoras de TV e bradar aos quatro ventos que os militantes do MTST seriam multados e/ou presos, em face do crime de proibir o direito de ir e vir dos cidadãos que querem trabalhar e produzir, assim como foram aplicadas as penas contra os caminhoneiros. Ou seja, dois pesos e duas medidas, totalmente diferenciadas quando se trata de militantes de grupelhos formados por vagabundos e truculentos com roupas e bandeiras vermelhas, apoiados por este desgoverno incompetente instalado no Brasil há longos 12 anos. O povo brasileiro merece mais respeito dos seus prepotentes governantes.
 
Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté

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CAOS E DESORDEM EM SÃO PAULO

Fazer arruaças, bloqueando vias importantes, para arrancar dinheiro do governo federal também não é um tipo de achaque? Hoje tocam fogo na Marginal Pinheiros, amanhã o alvo pode ser a Avenida Paulista. Até quando vai continuar tamanha desordem? O deprimente é que muitos arruaceiros têm ligações fraternas com altos escalões da administração paulistana e federal, a ponto de se beijarem no rosto. É hora do controle social dos sem-teto. Querem dar caráter histórico e humanitário aos protestos selvagens. Não duvidem se a gente desse movimento virar secretário municipal ou ministro de Estado ainda neste ano. Pois a política brasileira é historicamente chantagista, e precisa ser mudada. É lamentável que as principais invasões na cidade tenham seus bastiões políticos dentro da Prefeitura de São Paulo, da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa. O povo de São Paulo merece mais respeito.
 
Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com 
São Paulo

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BRINCANDO COM FÓSFOROS

Dilma Rousseff e o PT estão provocando o povo e, pior, brincando com fósforos em cima de um barril de pólvora. Ao ter um discurso de “paz” enquanto, ao mesmo tempo, atiça CUT, MST e outros baderneiros a fazerem e praticarem confusão nas ruas das grandes cidades, com invasões no campo e obstrução de vias urbanas, Dilma e o PT só fazem é angariar mais e mais ódio do povo contra eles, e de nada adianta jornais-panfletos dourarem a pílula ou omitir a verdade. Em resumo: não entenderam nada do recado das ruas. Da militância fanatizada encastelada em altos cargos passando aos profissionais de imprensa (entre outros setores) que se vendem por 30 moedas vindas da “PTbrás”, estão provocando o uso da força, mas ninguém é mais forte do que um povo revoltado, nem mesmo um exército.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br 
Taquaritinga

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TRABALHADORES?

Eu só queria entender: como os trabalhadores do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) podem fazer manifestações em dias úteis (“Estado”, 19/3, A10)? Nos bons tempos, existia o financiamento pelo BNH e minha empresa de engenharia era “iniciadora” do Sistema Nacional da Habitação, construindo e vendendo – com documentação em cartório – imóveis a quem se candidatasse a comprar (e pagar).

José Erlichman joserlichman@gmail.com
São Paulo

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ÁGUA ESCASSA

Já se tornou doença esta “campanha” contra o desperdício de água. É algo quase que esquizofrênico, maluco mesmo, enxergam desperdícios por todos os lados, até onde não existe. Parem com isso, que está ficando estranho... O que falta no abastecimento de água é unicamente competência de gestão publica.

Benedito Raimundo Moreira br_moreira@terra.com.br 
Guarulhos

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