Fórum dos Leitores

CORREIOS E POSTALIS

O Estado de S.Paulo

24 Março 2015 | 02h05

Buraco sem fundo

Vamos ver se entendi corretamente. Aplicaram o fundo de pensão dos Correios na Venezuela e o instituto quebrou. Agora vão fazer os funcionários pagar pelo rombo com um quarto do salário durante 15 anos. Isso é tudo ou é só o começo? Bons tempos em que havia um Roberto Jefferson para dedar o que acontecia nos Correios, antiga primeira instituição em credibilidade entre o povo brasileiro.

JOSÉ ROBERTO SANT'ANA

jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

Que país é este?

Sou funcionário aposentado depois de décadas de serviços prestados com dedicação à ECT, recolhendo mensalmente uma importância considerável para uma aposentadoria planejada e digna. E o que se vê é que os Correios, que são os responsáveis pela escolha dos dirigentes de seu fundo de seguridade, o Postalis, e pela maioria dos membros dos conselhos fiscal e deliberativo do instituto, fazem e desfazem, aplicam os recursos amealhados da contribuição de seus empregados como e onde querem, escondem os beneficiários desses investimentos e, ao verificar déficit nas metas atuariais, por incompetência ou pelo que seja, simplesmente transferem os prejuízos aos empregados e beneficiários. É injusto, é vergonhoso, é revoltante! O presidente da ECT, sr. Wagner Pinheiro, já foi por mim contatado duas vezes com pedidos de esclarecimento e não responde. Resta-nos um desconto de 9% + 25,98%, um total de 34,98%, mais de um terço do salário dos aposentados, durante 186 meses, mais de 15 anos. E aumento equivalente da contribuição para os que ainda trabalham e são filiados ao Postalis. Que país é este?

JOSÉ RUIZ GUERRA

wjoewar@hotmail.com

São Paulo

GOVERNO DILMA

Teoria evolutiva

Primeiro vêm a reforma fiscal e a trabalhista. Depois vêm a quebradeira e o desemprego. Por fim vem a verdade.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

'Reinventa-te ou te devoro'

Sob o título acima, o ilustre ministro Carlos Ayres Britto escreveu excelente artigo (22/3, A2). Sua Excelência sugere que dona Dilma Rousseff tem alguma possibilidade de recuperação, isso só pode ser por sua elegância e boa vontade. Dona Dilma é um caso perdido e o Brasil ou se safa de sua ignorância e incompetência ou vai ficar cada vez pior.

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas

Oportunismo velhaco

Um humilde adendo ao brilhantismo de Ayres Britto. Para "elevar-se de chefe a líder" e de "gerente a estadista" é necessário o essencial: estofo. O que Dilma não tem. Por isso está sendo devorada, principalmente pelo oportunismo velhaco de Lula, que já se apresenta como o salvador, o redentor da inépcia por ela sobejamente mostrada, pavimentando o caminho para 2018.

RICARDO HANNA

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

PACOTE ANTICORRUPÇÃO

Passa-perna

O professor Modesto Carvalhosa, em mais um brilhante artigo (O patético pacote anticorrupção, 23/3, A2), leva-me a concluir que o passa-perna que o governo tenta dar nos cidadãos revoltados com o assalto ao patrimônio público perpetrado pela associação petralhas-empreiteiros, ao editar o absurdo e imoral decreto que "regulamenta" (sic) a Lei Anticorrupção, mereceria chamar-se "pacote pró-corrupção".

EDUARDO SPINOLA E CASTRO

esc@scvs.adv.br

São Paulo

Poeira nos olhos

Escreveu quem entende, perfeito o artigo do professor Carvalhosa. O pacote apresentado por Dilma só podia vir das hostes petistas, pois, além de desnecessário, já que as leis atuais atendem às necessidades de punição, nada mais é que uma tentativa de jogar poeira nos olhos do povo descontente. Dar competência a ministros (Lobão, por exemplo, lembram-se?) para apurar fraudes de empreiteiras é o cúmulo.

ZEFERINO GUERESCHI

zeguereschi@hotmail.com

Novo Horizonte

Volta por cima

Há que tomar cuidado, sempre, com a capacidade do PT, das empreiteiras e seus asseclas de saírem ilesos das investigações em curso e das que porventura venham a ser feitas no futuro. O artigo do jurista Modesto Carvalhosa é de uma clareza impressionante: eles estão tentando dar a volta por cima. E se não tomarmos cuidado é exatamente o que vai acontecer. É preciso ficar atento a cada passo, a cada movimento dessa corja. Eles são extremamente perigosos. Mesmo porque alimentados pela dinheirama das empreiteiras - que são, sempre, as maiores beneficiárias dos desmandos deste e de qualquer outro governo.

GERALDO R. BANASKIWITZ

geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

Ressalvas e intenções

São muito sérias as ressalvas feitas pelo jurista Modesto Carvalhosa, advogado independente e de alta competência, ao texto da regulamentação da Lei 12.846. Esperemos que o governo federal explique de maneira satisfatória qual foi a sua intenção com as definições ora contestadas.

MARIO ERNESTO HUMBERG, primeiro-coordenador-geral do PNBE

marioernesto.humberg@cl-a.com

São Paulo

PETROLÃO

Esclarecimento

Na edição de ontem do Estado, página A5, há uma declaração do ex-ministro Jorge Hage com críticas ao que eu teria dito que não corresponde ao que efetivamente disse. Contrapondo-me à exma. sra. presidente da República, que dissera ser a corrupção no Brasil uma senhora idosa, eu disse, referindo-me ao petrolão, ser uma forma de corrupção específica e recente, quase um bebê. Além de ser o maior escândalo já apurado, como disse o ex-ministro, no caso do petrolão trata-se da articulação de uma rede que incluiu diretores e funcionários da Petrobrás, nomeados e sustentados pelo governo, vinculando empresas privadas e partidos, com fins de locupletação pessoal, mas também de financiamento a partidos políticos. É verdade que esse fenômeno relativamente novo encontra antecedentes no mensalão. Mas é bem distinto da forma usual de corrupção pessoal, que também merece repúdio. A ironia quanto a que qualquer cego vê que sempre houve corrupção no País, como pretende o ex-ministro, encobre a gravidade e a especificidade do petrolão, como se fosse um caso banal, o que provavelmente não é o propósito dele.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

ifhc@ifhc.org.br

São Paulo

SEM PACIÊNCIA

A presidente Dilma Rousseff esteve no Rio Grande do Sul na sexta-feira e, ao discursar na 12.ª festa do arroz ecológico do Movimento dos Sem-Terra (MST) – só com torcida a favor, sem chance de nenhuma vaia –, aumentou o tom de voz, chegando quase a berrar, para conseguir convencer a todos nós, brasileiros, de que a situação caótica que vivemos (política, econômica e social) não é tão grave assim. Querem, Dilma e seus orientadores, que tenhamos paciência, quando ela já acabou. Em vez de aumentar o tom de voz, presidente, seja humilde, assuma seus erros, diminua a arrogância da tropa petista e lembre-se de que todos nós, brasileiros, inclusive a classe média que tanto o PT odeia, fazemos parte desta nação e, no fim, vamos ter de resolver a situação.

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com 
São Paulo

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DILMA COM O MST

A foto na primeira página do “Estadão” de sábado (21/3) mostrava Dilma Rousseff ao volante de uma colheitadeira, ao lado de uma bandeira vermelha do Movimento dos Sem-Terra (MST) presa ao veículo. Pergunto: ela é uma autoridade da República do Brasil ou a dirigente dos movimentos fora-da-lei como o MST? Antes, ela vestia-se quase sempre de vermelho, agora tem usado outras cores, portanto, com um pouco mais de moderação – em evento do MST, na semana passada, ela usava um blazer branco, por exemplo. Lula, no passado, usava um broche do PT em sua lapela, ao invés de ostentar o brasão da República. Na manifestação de 15 de março, a população usava o verde-amarelo, as cores do Brasil. Por isso pergunto, afinal, o governo de turno é do Brasil e dos brasileiros ou apenas de quem usa o vermelho em roupas e bandeiras? O presidente de um país pode pertencer a um partido, mas na hora de governar tem de ter isenção, não pode privilegiar este ou aquele. Somos todos iguais, independentemente das cores.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com 
Santo André

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ROLO COMPRESSOR

Vendo a foto da presidente Dilma na primeira página do “Estadão” de sábado, dirigindo uma colheitadeira, honesta e francamente, enxerguei um rolo compressor.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

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FOTO DE PRIMEIRA PÁGINA
 
A “quase santa” na colheitadeira de dinheiro do MST. 
  
Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com 
Casa Branca

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OS MILAGRES DE DILMA

O líder do MST, João Pedro Stédile, cometeu um tremendo pecado em seu discurso, na sexta-feira, ao declarar que a presidente Dilma Rousseff era “quase uma santa”. O senhor, ou o “papa” Stédile, só não sabe que uma pessoa, para ser santa, tem de estar morta e comprovar ao Vaticano a realização pelo menos de três milagres enquanto viva. Quais são os milagres da senhora Dilma Rousseff? Será a permanência do PT no poder ou a desestabilização financeira do País? A atual alta de juros, a inflação, o desemprego e a supervalorização do dólar ou o aumento da gasolina, da conta de energia e a quebra da Petrobrás? Ou o que mais?
 
Valdy Callado valdypinto@hotmail.com 
São Paulo

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‘QUASE SANTA’
 
Em confraternização com o MST no Rio Grande do Sul, a presidente Dilma foi chamada pelo “general” Stédile de “quase santa”. “Menos”, Stédile, “menas”.
 
Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br
São Paulo

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OCA

Realmente, a presidenta Dilma é quase uma santa. Santa do pau oco!

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 
Campinas

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VENCERÁ A REPÚBLICA?

Na propaganda eleitoral de 2006, Lula negou ser o criador do MST, que agora convoca como “seu exercito”! Naquela época as pesquisas mostravam que 90% dos brasileiros eram contra o MST, por causa do instinto de preservação de propriedade. Lula e o PT estão desesperados, esquecendo das mentiras ditas em campanha, e se lançam ao velho jargão criado no Foro de São Paulo: governo forte e cabresto no povo. Enfim, eles não têm plano B para lidar com os 80% de desaprovação e a cadeia já se delineia no horizonte para todos eles, depois da declaração do doleiro Alberto Youssef na Operação Lava Jato de que Lula sabia de tudo. Será que finalmente vencerá a República?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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O ARROZ ECOLÓGICO DO MST

Considerando que o governo federal é o principal cliente do arroz ecológico produzido pelo assentamento do MST e considerando que essa entidade não tem registro legal de CNPJ, cabe a pergunta: como é feita a transação? Pelos meios legais, acho que não tem solução! Ou seria uma despesa miúda do cartão corporativo da presidente da República? Será que algum jornalista investigativo se interessa por esta pauta?

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

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PLANTIO E COLHEITA

Só resta ao PT prestigiar as milícias do MST. Fiquei emocionado ao ver Dilma ao volante de uma colheitadeira, sacramentando o apoio ao braço armado de foices e martelos do partido, ou melhor, rachado! Vão colher o que outros plantaram.
 
Airton Moreira Sanches moreira.sanches@uol.com.br 
São Paulo

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MOMENTO MST

“Dirigindo” a colheitadeira, faltaram a Dilma Stédile de copiloto e o infalível bonezinho.
 
Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br 
São Paulo

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APLAUSOS PINGADOS

A única forma de a presidente Dilma ser ovacionada hoje no País é num evento oficial dentro do Palácio do Planalto ou convocando gente da CUT, da UNE e, principalmente, do MST. Não foi diferente na visita da presidente ao Rio Grande do Sul, sob a proteção de um anarquista e dirigente do MST, João Pedro Stédile, o mesmo a quem Lula pediu recentemente que pusesse seu “exército” nas ruas para guerrear contra a oposição, a imprensa e os brasileiros que estão indignados com a corrupção e a condução desastrosa da política econômica.  Ou seja, o exército de Lula e de Dilma está restrito a estes gatos e aplausos pingados...  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 
São Carlos

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ENCONTRO INOPORTUNO

No momento político Dilma está sentada num barril que tanto pode ser de petróleo como pode ser de pólvora. Na segunda hipótese, já encontrou um pavio curto e está pretendendo ser o fósforo que irá detoná-lo. João Pedro Stédile, líder do MST e que segundo Lula tem um “exército” pronto para ocupar as ruas, teve um encontro com a presidente Dilma numa hora imprópria, tendo causado incômodo não só ao povo, como, mais ainda, entre os militares. Dilma está mais perdida do que cego em tiroteio ou barata em galinheiro. Stédile está anunciando uma manifestação do MST para o dia 7 de abril em defesa do governo Dilma, enquanto está sendo convocada pelas redes sociais uma manifestação contra Dilma no dia 12 de abril. No momento político, o Brasil pode ser comparado a um barco à deriva, sem bússola e sextante, diante de uma procela a exigir tripulação experiente, e não aprendizes de marinheiro.  Dilma tem dado plantão assíduo na mídia, destilando um falso entusiasmo, mas um real medo do que será responsável pelo que pode vir a ocorrer durante seu segundo mandato. Enquanto isso, compete com a Esfinge de Gizé, propondo enigmas como o que propôs no evento do MST, no Rio Grande do Sul: disse que fará corte de gastos “significativo, não será pequeno não”. Tarefa para Édipo, rei de Tebas.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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STÉDILE

Este sr. Stédile, que se diz líder do MST, não tem noção da ação nociva que causa ao País com suas afirmações e atitudes. Ele não sabe que o agronegócio não atua contra a produção agrícola familiar. São dois campos diferentes. O agronegócio tem sustentado a economia nacional por longos anos e atende à vocação histórica do território brasileiro que é a agricultura e a produção de produtos florestais sustentáveis. As atitudes destrutivas do MST não permitem que a ciência agroflorestal evolua e melhore a produtividade e a qualidade na produção de alimentos e produtos derivados das florestas nativas. Sua atitude agressiva e insultuosa às classes que compõem a estrutura social do País não ajudam em nada o Brasil. João Pedro Stedile é um economista e ativista que deveria estudar engenharia agronômica e/ou engenharia florestal antes de se meter na produção de alimentos e distribuição de terras a pessoas leigas, apesar de ser filho de pequenos agricultores. Ajudar o País sem discriminar a “elite de mierda” pode ajudar à política equivocada da presidente Dilma. Lamentavelmente, a presidente prefere ouvir os conselhos de uma pessoa recalcada do que ouvir os grandes cérebros da economia nacional que impingiram uma derrota fragorosa à saga da inflação, assassina de muitos miseráveis humildes que viviam no interior longínquo do Brasil.
 
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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ESCOLHAS ESTRANHAS

A presidente Dilma compareceu a um evento organizado pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Lá estava o chefe deste “exército”, segundo Lula, sr. João Pedro Stédile, que lhe deu conselhos e pitos, tendo a audácia de reivindicar que o ministro da Fazenda faça consultas sobre as medidas fiscais ao MST. Dilma está muito mal assessorada. Como a chefe da Nação vai se encontrar com um grupo cujos membros cometem crimes? Como a presidente do nosso país ouve este senhor que lhe diz que seus ministros deviam ter mais humildade? Em seu discurso naquele evento, Dilma negou que as medidas fiscais vão prejudicar os mais pobres, justificando-se diante do MST! Tão patético momento ainda piorou mais quando ela criticou a oposição, alegando que há pessoas que desejam o “quanto pior, melhor”. Quem seriam, sra. presidente? Quem é que aposta contra o Brasil? Dilma tem obrigação de explicar aos brasileiros quem são estes e o que fizeram. Ela só conseguiu discursar ali porque era uma plateia selecionada para aplaudi-la. Será que na Avenida Paulista ela conseguiria discursar? Às pessoas comuns, trabalhadoras que foram às manifestações, ela não diz nada. Junto dos integrantes do MST que bloqueiam ruas e estradas, que destroem experiências científicas, invadem propriedades, ela se sente à vontade e é aplaudida. São muito estranhas as escolhas da presidente Dilma. Felizmente, ainda temos instituições, porque, se dependêssemos do Poder Executivo, já seríamos um país semelhante a Cuba ou à Venezuela.
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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CÚMPLICES DO DESASTRE

A presidente Dilma Rousseff não deve ser responsabilizada sozinha pela derrocada do Brasil. O culpado maior pelos seus tropeços e escorregões chama-se Luiz Inácio Lula da Silva, que não mediu esforços para levar ao cargo máximo da Nação alguém, e ele sabia, sem nenhum histórico político e administrativo. Isso, é claro, com a intenção de continuar, mesmo de fora, a comandar os destinos da Nação e a manter-se na mídia. A prova ficou patente nas incontáveis viagens da presidente a São Paulo para aconselhar-se com seu criador. Bastava um simples murmúrio, o Boeing presidencial aterrissava em Guarulhos. Em seguida vem o maior partido da base aliada do governo, o PMDB, cúmplice inconteste do desastre. Omisso e oportunista, em tempos de “vacas gordas”, aprovou, mesmo contra tudo e contra todos, medidas e projetos antieconômicos e de mãos dadas com o PT, contribuiu para que CPIs instaladas para apurar atos ilícitos de “companheiros” e pares partidários, virassem pó. Hoje, com o caos econômico, institucional e social instalado, o barco soçobrando, o ex-presidente quase não sai da toca e o comandante do PMDB, seus imediatos e marujos já se preparam para abandonar a embarcação a procura de um novo porto seguro. O PSDB, como de costume, só na espreita, talvez até ofereça os botes salva-vidas. O melhor mesmo seria que, “entre mortos e feridos, não se salvasse ninguém”. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com  
Jundiaí 

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SOSSEGANDO O PITO

A presidente precisa parar de andar pelo País justificando o injustificável, deixando muitos governadores de partidos da oposição em situação difícil. É melhor permanecer no Palácio da Alvorada trabalhando com seus ministros para sair da péssima situação em que o País se encontra. A época da campanha já passou.

João Braz Moura Fonseca jbmourafonseca@gmail.com
São Paulo

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BERÇO DA LAMBANÇA

Hoje, com uma visão mais clara do esquema criminoso orquestrado por Lula e José Dirceu, entendemos os critérios adotados pela dupla ao selecionar os ministros. Em 2003, na área de Minas e Energia, o respeitado Luiz Pinguelli Rosa, na última hora, viu seu nome ser riscado para abrir espaço para uma desconhecida: Dilma Rousseff. Na Educação, um Cristovam Buarque, depois de um ano no ministério, recebeu cartão vermelho, e seus sucessores foram Tarso Genro, que não necessita de adjetivos, e o inexperiente Fernando Haddad. Essas escolhas desastrosas abriram espaço para o petrolão e para o caos no sistema educacional do País. A opção pela mediocridade cordata só poderia ter um ponto final: Papuda.
 
Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br  
Rio de Janeiro 

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BOLA CANTADA
 
Era bola cantada, como se diz na sinuca, a queda do ministro Cid Gomes, que comandava o Ministério da Educação (MEC) da assim chamada “Pátria Educadora” do discurso de Dilma Rousseff. Depois de um passa-moleque nos bolsistas do Fies, que teve, como efeito colateral, atritos com o setor privado redundando em queda na bolsa de papéis ligados ao setor de educação, corte bilionário no orçamento do ministério, notas baixas nas avaliações do ensino básico e atrasos nos recursos do Pronatec, de fato, a vida de “El Cid” não estava nada fácil. Mas a culpa, sejamos justos, não é só dele. Por que, diabos Dilma tinha de nomear um ministro envolvido em todo tipo de polêmica, desde aquela inauguração de unidade de saúde com show de Ivete Sangalo (cachê de R$ 600 mil) até uma viagem que fez à França levando até a sogra em jatinho alugado – e sabe-se lá mais o quê – com dinheiro do contribuinte? Vamos e venhamos: Cid, que mal entrou para o ministério já foi dizendo que professor tinha mais é que trabalhar por “idealismo”, e não por salário, era um verdadeiro rinoceronte em loja de cristais. Cid jamais poderia ser ministro da Educação ou de seja lá o que fosse. Nessa história toda, o menos grave foi, na minha avaliação, a refrega que o demitido protagonizou ao acusar, na condição de ministro (!) e de forma mal educada, a Câmara dos Deputados de abrigar “de 300 a 400 achacadores”. Que belo exemplo deu a presidente de nossa “Pátria Educadora” e seu ministro da Educação às nossas crianças e a todo o País.
 
Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 
São Paulo

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PICARETAS OU ACHACADORES, EIS A QUESTÃO
 
O ex-ministro da Educação Cid Gomes poderá ser processado por ter dito que a Câmara dos Deputados tem “de 300 a 400 achacadores”. O político brasileiro vive um momento de grande fragilidade. Os mensalões, os cartéis, as propinas e outras operações que desviaram dinheiro público e de organizações estatais para o custeio de campanhas eleitorais ou a compra de apoio parlamentar aos projetos e interesses do governo, deformam a imagem da classe perante a opinião pública. A declaração do ex-ministro caiu como um petardo. Se eles não reagirem, os deputados vestirão a carapuça. O quadro de hoje é diferente do vivido em 1993, quando o então ex-deputado Luiz Inácio Lula da Silva, que exerceu o mandato de 1987 a 91, disse que na Câmara haviam 300 picaretas. Nada lhe aconteceu a lula e ele ainda foi brindado com a música “Luiz Inácio e os 300 Picaretas”, do Paralamas do Sucesso. Se Cid tiver provas do que disse, também poderá escapar ileso e ainda reivindicar que algum famoso o presenteie com algo “Cid Gomes e os 300 ou 400 achacadores”. É preciso apurar tudo, sem deixar nada sob o tapete.
           
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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GOVERNABILIDADE

O governo está articulando a criação de dois blocos de deputados e senadores para a sua base de apoio parlamentar: o dos picaretas e o dos achacadores. Vários congressistas poderão fazer parte dos blocos simultaneamente...

Ely Weinstein elyw@terra.com.br  
São Paulo

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MARTA SUPLICY DEIXARÁ O PT

Quando o navio começa a soçobrar, a rataiada começa a pular fora. Imagine se Lula morresse de repente, mesmo com o Sírio-Libanês de prontidão para qualquer coisa. Parece novamente que o único estadismo político de dona Marta Suplicy é “aparecer com namorado novo”, desde que resolveu se livrar do senador Suplicy.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com
São Bernardo do Campo

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FESTA DE ARROMBA

Marta Suplicy fez 70 anos, mas não aparenta. Aparenta só 69 anos e 11 meses (“Marta reúne sua nova turma da política”, 22/3, A9).
 
Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br 
São Paulo

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ALIADOS OU CONSPIRADORES?
 
A quem mais, além dos indignados com o governo Dilma, interessa seu impeachment, senão aos “próceres” do PMDB? Sou também um indignado e desejo que o governo se acerte, para o bem do Brasil. Mas, como disse o editorial de 13/3 do “Estadão” (“O dever de Cunha e Renan”), o dever de Eduardo Cunha e Renan Calheiros é renunciar aos cargos que ocupam hoje nas respectivas Casas, Câmara e Senado. Porém, o que esperar de pessoas “inocentes”, tão inocentes quanto o ex-gerente da Petrobrás Pedro Barusco? Só que este já devolveu aos cofres da Petrobras R$ 180 milhões e promete devolver outros R$ 121 milhões.
  
Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com 
São Paulo 

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DILMA E O CONGRESSO
 
Mesmo reconhecendo e censurando os desacertos da presidente Dilma, não podemos omitir a responsabilidade do Congresso Nacional. Em plena crise econômica, sob a direção de Eduardo Cunha e Renan Calheiros, ambos figurando como suspeitos na Operação Lava Jato, nos impõem emendas orçamentárias obrigatórias e, agora, triplicam o valor destinado ao Fundo Partidário. Esqueceram-se (há muito tempo) de que foram eleitos para nos servir, e não se servirem de nosso dinheiro para fazerem uma pseudopolítica. Que saiam às ruas em busca da manutenção dos partidos. Aliás, ótima oportunidade para sentirem como desgostamos deles. Assim, o desastre econômico brasileiro não pode ser atribuído somente a Dilma, os nossos congressistas também têm parcela de culpa. E como! Quando será que os brasileiros vão cair na real e parar de eleger esses algozes da nossa jovem democracia?    
 
Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 
Ribeirão Preto

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NA GRELHA

Na fogueira política das reformas arde o churrasco do poder. O PSDB fornece o sal, o PMDB providencia o espeto e ao PT sobra dar a carne. Quanto aos “nanicos”, participam como de costume: como garçons...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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MUDANÇA URGENTE

O Poder Legislativo está entre os poderes que recebe pior avaliação da população. Não faltam exemplos da desconexão que existe hoje entre eleitor e eleitos. Alguns exemplos recentes vão desde suporte ao Poder Executivo até gastos não aprovados pela população, como estádios para a Copa, assim como em proveito próprio, como aumento de salários, aumento de benefícios e do Fundo Partidário. Campanhas eleitorais são baseadas em nonsense, ao invés de privilegiarem programas para atrair a atenção do eleitor. Fazem mais promessas que fiéis em santuário. Mudança é para os outros: pregam que o Executivo deva cortar gastos na carne, porém não propõem que eles mesmos façam um corte na gordura excessiva em que vivem. Em resumo, parecem não dever satisfação a quem os elege, mas a quem suporta financeiramente suas eleições. O nível de dissociação em que vivemos obriga a uma mudança eleitoral o mais rápido possível: voto distrital com recall já.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

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VOTO DISTRITAL

Mais uma vez brilhante o artigo de Fernão Lara Mesquita (21/3, A2): a única forma de a população controlar os políticos, e consequentemente o destino da Nação, é através do voto distrital com recall. Não somos nós os patrões dessa gangue que infesta o Congresso? Ora, quando contratamos um funcionário corrupto ou mentiroso, temos o poder de por o dito cujo no olho da rua. Por que não com os políticos? Além disso, a distribuição dos distritos deve ser equânime, ou seja, nada do maior colégio eleitoral do País ter um limite de 70 deputados. Todos os distritos devem ter o mesmo número de eleitores. Nas propostas de reforma política, a pior sugestão é o tal distritão. Bom, mas vindo de quem propôs, não é nenhuma surpresa.

Jose Severiano Morel Filho morel@sunriseonline.com.br 
Santos

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SURREALISMO TUPINIQUIM

Por mais otimista que seja o cidadão brasileiro, fica difícil de sonhar que a podridão que assola o País tenha fim no curto ou no médio prazos. Acabei de ler a confirmação de que José Dirceu está novamente na crista da roubalheira institucionalizada. Desta vez, envolvido com a quadrilha de assaltantes da Petrobrás. Na semana passada, o juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, tornou públicos os dados fornecidos pela Receita Federal sobre a JD Consultoria. Essa empresa de “consultoria”, pertencente ao Zé, recebeu em seis anos, entre 2007 e 2013, o montante de R$ 30 milhões. Porém o mais interessante é que em 2013, ano em que o “consultor” estava preso, o faturamento de sua empresa foi de R$ 4,2 milhões. Fantástico, não? Sugiro que se crie um troféu internacional para que lhe seja concedido por ser ele, e somente ele, o único ladrão do mundo que não perdeu a credibilidade, além de ser o presidiário que mais faturou em todo o mundo. Surrealismo tupiniquim.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 
São Paulo

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CONSULTORIA?

A empresa de consultoria do ex-ministro da Casa Civil, o “mensaleiro José Dirceu”, a JD Assessoria e Consultoria, agora envolvida na Operação Lava Jato, faturou R$ 3,7 milhões em serviços prestados às empreiteiras envolvidas em fraudes na Petrobrás entre 2006 e 2012. Como a suspeita é de que a JD jamais tenha prestado serviços de consultoria e que os recibos sejam uma fachada para encobrir repasses de dinheiro desviado da Petrobrás, bem como ocultação de bens e corrupção, presume-se que tal empresa era, na realidade, especializada em roubos e desvio de dinheiro público.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com 
Itapeva

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TRAÍDOS
 
Os petistas que, em menos de 24 horas, arrecadaram a multa imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em face da condenação de José Dirceu no mensalão se sentiram traídos com os milhões que a empresa JD Assessoria e Consultoria Ltda. havia recebido e que agora foram flagrados pela Operação Lava Jato.
 
Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br
São Paulo

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COMBATE À CORRUPÇÃO

A Operação Lava Jato, que acaba de completar um ano, está prestes a se tornar a Operação Lava Alma.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com
São Paulo

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VAI SOBRAR PARA AS EMPRESAS

Com a nomeação do ministro Dias Toffoli para julgar os políticos enredados na Operação Lava Jato no STF, vai sobrar cadeia para os empresários e condenação leve (se houver) para os políticos. Esse filme já passou antes...

Edson Funabashi edson@acteon.com.br
São Paulo

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O DINHEIRO DE VOLTA

Repatriar o dinheiro desviado por Pedro Barusco, ex-diretor da Petrobrás, é fácil, difícil será fazer o mesmo com os US$ 200 milhões que foram para o PT!

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com
Jales 

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A PETROBRÁS DOS PETISTAS

Renato Duque e João Vaccari Neto viraram réus no processo de corrupção da Petrobrás. Os próximos da lista serão Sérgio Gabrielli, Graça Foster, Dilma Rousseff e Lula. É uma pena que os restantes petistas, isto é, os nádegas/caudatários, não tenham o mesmo destino.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com
Campinas

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RÉU

E aí, falta muito para o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, ir para o brejo da Papuda?

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com 
São Paulo

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TENRA DEMOCRACIA

A que ponto chegou a tenra democracia petista, “preste a desmoronar”, apoiada por Cuba e parecendo os donos do poder quererem ostentar as rédeas da governança, eternamente, custe o que custar. Parem com isso! Governar não é assim: abram o jogo e revelem, claramente, sem medo, ao povo, o porquê dos dois maiores escândalos da história da República (mensalão e Petrobrás). Acaso isso era necessário para a sustentação política? Tá aí o resultado! Vamos aguardar o fim dessa festança.

João Rochael jrochael@ibest.com.br 
São Paulo

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O PRÓXIMO ESCÂNDALO

Quando será que o Eletrolão (Eletrobrás, Eletronorte, Chesf, Furnas, Eletrosul, etc.) vai começar?
 
Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com
São Paulo

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AS DÍVIDAS DO FUTEBOL BRASILEIRO

Conforme noticiado, a presidente Dilma assinou no Planalto (19/3) a Medida Provisória (MP) para modernização da gestão e responsabilidade fiscal do futebol brasileiro. Depois da provável aprovação no Congresso, os clubes terão suas dívidas renegociadas e prazo de até 20 anos para quitar todos os seus débitos, cerca de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões, com a União. Muitos argumentam que não é constitucional que uma lei faça exigências em entidades privadas, porém devemos lembrar que o artigo 217 da Constituição deixa claro que autonomia das entidades não significa soberania, ou seja, as entidades precisam se sujeitar à lei vigente.  Esta tal autonomia tem feito do futebol brasileiro um “campo de ninguém”, e estava na hora de fazer algo para ser o primeiro gol do futebol brasileiro, depois do vexame dos 7 a 1 no jogo contra a Alemanha. Parabéns à presidente Dilma, ao grupo de jogadores do Bom Senso F.C. e aos componentes do grupo interministerial, que ouviram todos os setores do futebol brasileiro para esse projeto. 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas  

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POPULISMO FERINDO PRIORIDADES

Triste o país em que sua presidente vem a público anunciar mais uma “medida salvadora e saneadora” para o futebol brasileiro, propondo refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol, que, segundo ela, precisa de um “programa de modernização e de responsabilidade fiscal”, enquanto as necessidades básicas da população continuam a ter atendimento precário, vergonhoso, aviltante e que agride os direitos humanos individuais. Vale lembrar que os clubes de futebol são entidades privadas, que exploram um negócio bilionário, geralmente pessimamente administrado, com pagamentos de salários elevados e com histórico de conchavos e corrupção, subordinados a entidades independentes tanto nacionais como internacionais. Diante de tantos problemas, fica a impressão de que a senhora Dilma está preocupada tão somente em desviar a atenção a ela prestada e sair bem na foto com os torcedores que permitem que a paixão clubística fale mais alto, sem perceber que são eles, nós, que mais uma vez vamos pagar a conta.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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‘O ESPORTE EM PAZ’

O presidente da Fifa, numa referência à medida provisória sobre as dívidas dos clubes e contrapartidas, em troca das facilidades de pagamento, pediu que “deixem o esporte em paz”. Não é bem assim, sr. Joseph Blatter. Nestas dívidas há dinheiro não recolhido aos cofres do governo que poderia ser usado em prol da população. As facilidades de pagamento são um acinte, pois deveriam também contemplar as empresas que empregam, produzem e desenvolvem o País, ao contrário dos clubes. A rigor, o governo, se sério, nem deveria dar essa facilidade. Deveria executar a dívida. Se não quer interferência governamental no esporte, sr. Blatter, faça um cheque de R$ 3,8 bilhões e entregue no Palácio do Planalto para quitar a dívida, que estará tudo certo, e depois se entenda com os clubes. Vais ver o que é lidar com clube brasileiro inadimplente e dirigente amador.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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A VOLTA DA CPMF
 
Ruy Falcão, presidente nacional do PT, alega que a CPMF, se for implantada, não é um imposto, mas sim uma contribuição social para a saúde. É simplesmente risível uma afirmação como essa. Lembrar ao presidente do PT que, quando em vigor, esse perverso imposto não direcionou um real sequer para a saúde, como pretendia o saudoso dr. Adib Jatene. Quebraram o País e a fatura, que já é pesadíssima, por evidente, ainda querem jogar sobre as nossas costas. Acho que nos encaram como verdadeiros palhaços estes espertalhões da política brasileira.
  
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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A MALFADADA E BURRA CPMF

É preciso que os contrários à CPMF se lembrem de que tal imposto foi introduzido como sendo mais um imposto! E mais um imposto é o que menos precisamos! Deve-se levar em conta que ela, a CPMF, ou qualquer outro nome que tenha, foi idealizada para ser um imposto único e livrar-nos da parafernália a nós imposta, nós, pessoas físicas e jurídicas. Ainda que a alíquota fosse alta, como a somatória de tudo quanto se paga, mesmo assim a eliminação dos livros de controle e de pessoal só para esse cuidado já representaria redução de custos dos produtos nacionais. E, como o nosso regime tributário é muitíssimo cruel, sonegar tornou-se um ato de sobrevivência! Além do que a sonegação fiscal já seria eliminada. Leiam o projeto do Imposto Único no site do seu criador, dr. Marcos Cintra, e que não se faça juízo equivocado sem conhecê-lo.
 
Régis D. C. Fusaro rxfusaro@hotmail.com 
São Paulo

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PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Estes pobres médicos cubanos terão seus diplomas cassados caso seus familiares aqui no Brasil não retornem imediatamente para Cuba. Apenas como exemplo, esse é o regime que os amigos de Lula, Dilma, Zé Dirceu e “cumpanherada” querem por aqui. Isso é apenas um exemplo, pois existem outros em relação à Venezuela que não vale a pena aqui enumerar. Tão somente para concluir, a verdade é que este regime político cubano é um regime de facínoras assassinos, destruidores de famílias. Pobre e infeliz sociedade cubana.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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ÁGUA E A GESTÃO PETISTA

As administrações petistas em Santo André, Mauá e Guarulhos dão o exemplo de como procedem as gestões do PT. Contratualizam a compra de um serviço pelo qual não pagam (no caso, a compra da água pela Sabesp), recebem o “bem”, o revendem e ainda cobram valores escorchantes da população. E, apesar de tudo isso, não investem o que é necessário para garantir o abastecimento e o tratamento de esgoto em suas cidades. Assim fica fácil administrar.

Paulo Marcelo Martins Reis paulomarcelomr@gmail.com 
São Paulo

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CRISE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Boa a iniciativa do governo paulista de financiar projetos de aproveitamento de água da chuva e de reúso em serviços públicos. O Estado dá exemplo para a população continuar economizando e encontrando meios de reaproveitar água. 

Arlete Cristina Gamas cristinagamas8@gmail.com 
São Paulo 

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ÁGUA E RECICLAGEM

Sabemos que o lixo reciclável precisa ser limpo antes de ser coletado, para não atrair ratos e baratas. Como se compara o ganho ambiental da reciclagem com a necessidade de poupar água? Bastaria uma limpeza básica das embalagens com água de reúso?

Silvia C. R. de Vasconcellos phisiamed@gmail.com 
Jundiaí

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CRISE HÍDRICA X INFLAÇÃO

A crise hídrica está sendo superada, graças à ajuda de São Pedro, que está enviando chuvas para a nossa região (São Paulo), os reservatórios estão aumentando o volume de água armazenada e a população está se conscientizando da necessidade de reduzir o consumo de água e combatendo seu desperdício. Quanto à inflação, qual santo nos ajudará a combatê-la? Nossos salários estão sendo corroídos, com o aumento do preço da conta de luz, dos combustíveis, dos transportes, dos alimentos, etc. Você que votou em Dilma, tem a resposta?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS

A Inglaterra irá aumentar a tributação sobre os mais ricos e o sistema bancário do país. Mesmo sob o governo conservador de James Cameron, os ricos e desenvolvidos ingleses irão cobrar mais de quem tem mais, como deve ser. E no Brasil, nada? Por aqui, brasileiros novos ricos e bregas fazem a festa comprando imóveis em Miami e os bancos ostentam lucros bilionários ano após ano, graças ás taxas de juros mais altas do planeta. No entanto, pagam pouquíssimo em tributos, o que só alimenta a imensa desigualdade e péssima distribuição da renda no país. Temos que seguir o bom exemplo dado pela Inglaterra e taxarmos pesadamente os mais ricos e o sistema bancário brasileiros, que são tratados como uma verdadeira mãe pelo Estado brasileiro. Por aqui, vergonhosamente, o Imposto Sobre Grandes Fortunas não foi regulamentado após 25 anos e o imposto sobre herança é ínfimo (4%) se comparado com o que é cobrado nos países desenvolvidos (30% ou mais).
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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CIDADE DAS CICLOVIAS E DAS ENCHENTES

Não demorará muito para um ciclista ficar submerso em alguma ciclovia. Por mais que nosso prefeito, Fernando Haddad, tente explicar, ele não justifica a razão pela qual não investe em parceria com o Estado para minimizar os problemas das enchentes que assolam vários bairros de São Paulo, interferem no transporte público e prejudicam a normalidade dos serviços públicos. Ficamos naquele dilema: se não chover estamos com as torneiras secas e sem luz e, se chover demais, temos enchentes e mais apagões. Definitivamente, o governo precisa ter planejamento e priorizar obras públicas essenciais, sem demagogia ou carestia dos serviços.
 
Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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