Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

03 Abril 2015 | 02h05

Imprensa livre

Nas Notas & Informações de ontem (A3), o tema abordado no primeiro editorial foi a tranquilizadora fala da presidente sobre a imprensa livre. No entanto, esqueceu o editorialista que quem falou foi a maior mentirosa do planeta, a qual há tempos deixou em segundo lugar o Barão de Münchhausen.

ALCIDES FERRARI NETO

ferrari@afn.eng.br

São Paulo

Faz de conta

Num país onde a taxa de juros é mais alta do que a aprovação da presidente, que continua em exercício apesar disso, é óbvio que a democracia já foi para o espaço. Então, Dilma faz de conta que defende a imprensa livre e nós fazemos de conta que acreditamos no que ela diz.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Comunicação

Contrariando o saudoso Chacrinha, quanto mais a presidente Dilma se comunica com o povo, mais se estrumbica. Se seguir o conselho do novo ministro, Edinho Silva, não dura muito.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Mentiras eleitoreiras

Eis algumas falas de Dilma Rousseff em 25 de setembro de 2014, antes do primeiro turno das eleições: "Não é necessário um ajuste fiscal profundo no País", "o Brasil não está desequilibrado", "o Brasil passa, como o resto do mundo, por um processo de crise", "nós combatemos a crise garantindo empregos". Hoje, seis meses depois da disputa eleitoral, a "presidenta", que comanda uma gestão avaliada como ruim ou péssima por 64% dos brasileiros, diz que "o governo prepara um grande corte de gastos", vê países mundo afora divulgarem dados de crescimento infinitamente superiores aos brasileiros - a despeito da avassaladora crise internacional que só existe em sua mente - e, de quebra, observa o desemprego subir sem parar. Todas as mentiras contadas a milhões de brasileiros durante a campanha presidencial do ano passado vão ruindo, uma a uma. E o mais importante de tudo é que o pior está por vir, como sugere o agravamento das crises hídrica e energética a partir do início do período de estiagem. Pelo visto, em outubro nós olharemos para trás e pensaremos que o País estava no auge de sua forma em março - e Dilma terá saudades da época em que ainda contava com o apoio de "expressivos" 12% dos brasileiros...

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

CORRUPÇÃO

Mais miséria

É duro pagar imposto tão caro e impiedoso e descobrir que levaram o dinheiro do nosso país, que essa verba foi aplicada em campanha política. São tão hipócritas que depois de se aproveitarem do dinheiro público, pago pelo contribuinte, dizem que estão acabando com a miséria. Nada disso procede. Levam bilhões da Petrobrás, enriquecem absurdamente o próprio partido e políticos com mandato, enquanto milhões continuam na miséria neste país. E nós, das classes média e pobre, depois da volta da inflação, do desemprego e da recessão, de salários baixos, sentimos cada vez mais o pé afundando na lama. Quem diz que acabou com a miséria está, na verdade, jogando toda a população numa imensa, triste e verdadeira pobreza.

MANOEL LIMOEIRO

manoeljs127773997@hotmail.com

Recife

Combate improvável

Perfeitas as conclusões do sr. Everaldo Maciel no seu oportuníssimo artigo O improvável enfrentamento da corrupção (2/4, B2). Para reconquistar a credibilidade do País é necessário distinguir corretamente quais são as funções que cabem ao governo e quais ao Estado. Mas, sobretudo, há que garantir, por lei aprovada no Congresso, que os dirigentes das instituições estatais (empresas, tribunais e agências) sejam escolhidos por critérios que os mantenham subordinados aos interesses permanentes do Estado, e não dos partidos políticos no poder. Essa é a fórmula simples e transparente que todos os países desenvolvidos do Primeiro Mundo - independentemente de ideologias - adotam. Basta querer, bons exemplos não faltam.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

A VOZ DO POVO

Qual é a cor da oposição?

Bem disse S. Exa. o sr. ex-ministro Almir Pazzianotto que a voz do povo é verde-amarela (1.º/4, A2). E fico assustada toda vez que vejo a oposição, ou o grupo que diz fazer parte dela, ameaçar subir no telhado ou, disfarçadamente, pôr um joelho no chão. Ou, então, ficar nas sombras. Cadê a voz, que deveria ser bem alta, da oposição para o povo? Cadê o candidato que quase foi nosso presidente? Vai reaparecer em 2018? Não ousem zombar do poder da voz do povo nas ruas, o Brasil acordou! Precisamos de alguém que tenha coragem e "altura" de caráter para segurar bem alto nossa Bandeira Nacional verde, amarela, azul e branca. É hora de se revelarem, entre nossos políticos com mandato, os verdadeiros estadistas, os verdadeiros líderes, os defensores do povo brasileiro. Quer S. Exa. o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que o povo entenda que precisamos todos colaborar, para sairmos do enorme buraco em que estamos. Para isso precisamos confiar. E eu pergunto: quanto estamos mandando para ajudar a Bolívia? Quais foram os cortes que o sr. Levy conseguiu que o governo fizesse nas suas despesas corporativas? Quanto tempo e quantas discussões foram feitas antes de aprovada a elevação estarrecedora do Fundo Partidário? Para isso tem dinheiro? O sr. Levy, antes de pedir compreensão, tem de mostrar que está fazendo a parte dele junto ao governo. Estamos cansados de prazos e promessas. Quem é que sabe quem estará ministro em 2016? Quem vai cumprir as promessas que ele está fazendo? Quem está defendendo o povo brasileiro?

TERESINHA A. O. CARVALHO

teresinhaaoc@terra.com.br

São Paulo

Cidadania ajoelhada

São tantos os eventos escabrosos ocorrendo no Brasil que sobrelevam nossa compreensão da gravidade. As gerações futuras não entenderão nossa covardia. Prevalece a aritmética do absurdo, que soma roubos, incompetência, projeto de poder absoluto, mentiras, estelionato eleitoral, arrogância e alianças espúrias. As perdas são enormes, começando por credibilidade, achatamento da economia, desemprego, ameaça à democracia e descrença nos Poderes republicanos. A esperança de resolver os problemas com o poder do voto se esvai, como ficou evidente na última eleição.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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RUIM PARA 78% DOS BRASILEIROS

A nova pesquisa CNI/Ibope demonstra que a presidente Dilma Rousseff perdeu apoio até dos beneficiários do Bolsa Família: 78% da população desaprova seu governo e 74% dos brasileiros não confiam na presidente. Ou seja, uma clara evidência de que o povão está preocupado e indignado com a alta da inflação, com o fantasma do desemprego que se avista, com a gastança sem freios e com a corrupção jamais combatida por Lula e por este governo Dilma. Na realidade, a cúpula do PT mentiu de tal forma nestes 12 anos de poder que até se convenceu de que tudo estava uma maravilha na terra tupiniquim. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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74% NÃO CONFIAM EM DILMA

Conforme presidente Lincoln: é possível enganar todo o povo, durante algum tempo. É possível enganar parte do povo, todo o tempo. Mas é impossível enganar todo o povo durante todo o tempo.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo

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DESAPROVAÇÃO FERMENTANDO

Com as novas pesquisas de opinião CNI/Ibope em que Dilma está com 64% de desaprovação, ou seja, a grande maioria da população brasileira, tendo ela votado ou não na “presidenta”, resta saber até onde vai chegar o tom autoritário e fascistoide dos dirigentes do PT, capitaneados por Rui Falcão e Lula da Silva para ainda imprimirem uma imagem de grande gerentona a Dilma? O PT de Lula, Dilma, Falcão, Vaccari, Dirceu, Berzoini, Genoino, Delúbio, Graça Foster, Gabrielli e tantos outros que, se fôssemos listar, seria uma linha tendendo ao infinito tão somente quis e ainda quer se apoderar do poder pela eternidade para, sim, continuar com todas estas falcatruas como o mensalão, o petrolão, a corrupção no Carf e outras tantas que brotam em nosso dia a dia. Fazem-se de vítimas da mídia, colocando-se como os maiores injustiçados em todos estes acontecimentos, quando na realidade são eles os malfeitores que sempre agiram no sentido de pôr suas mãos dentro dos cofres públicos.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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EM QUEDA

A presidenta Dilma está mais suja do que pau de galinheiro com a população, mesmo aquela que jogou o voto fora votando nela. A Justiça, dizem, tarda, mas chega.

 

Zureia Baruch Jr. zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

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RETOMADA

Em empresa de qualquer porte, quando uma pessoa deixa de ser confiável e perde credibilidade, toma-se a decisão de eliminá-la, ou o contágio será crescente. Não vejo outra alternativa para o governo atual, a não ser a presidente Dilma Rousseff renunciar ao seu mandato, assumindo o vice-presidente. Com essa decisão, que hoje é desejo manifesto da Nação, nós, cidadãos, eliminamos a contrariedade e nos sentiremos expurgados deste engodo político-administrativo, e só por isso retiramos um peso dos nossos ombros e retomamos as atividades regulares com mais otimismo. Assumindo o vice, que é do mesmo partido dos presidentes da Câmara e do Senado, o PMDB tem a grande chance de dar a volta por cima, mostrar que sabe fazer política racional e corrigir os rumos da Nação traçando as reforma necessárias. Sob seu comando e com a adesão da situação, podemos visualizar um novo horizonte de transformação, parar de fazer água e conquistar o posto de destaque que o País merece.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão

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INDIGNADO

A população cansada de só levar “bordoada” foi às ruas em junho de 2013 e repetiu a dose agora, em março de 2015, numa manifestação que movimentou todo o Brasil, pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff e o fim da corrupção deslavada que assola nosso país. Dois milhões de pessoas, idosos, jovens, mulheres e crianças ocuparam as ruas das capitais e cidades, à luz do dia, de caras limpas, apenas com o verde-amarelo de nossa bandeira estampado no rosto, num movimento ordeiro, corajoso e patriótico pedindo justiça. E o líder do Movimento dos Sem Terra (MST) Gilmar Mauro teve o desplante de chamar esses movimentos de covardes e golpistas e, ainda, em tom ameaçador e inconsequente, convocou uma resistência popular para ruas (“Estado”, 1/4, A6). Covardia é invadir fazendas na calada da noite usando na maioria das vezes da violência contra empregados e familiares, depredando casas e incendiando tratores, currais e sementes, destruir 15 anos de pesquisas em biotecnologia, com um exército de mil mulheres (Itapetininga, 5/3, Grupo Suzano) e muitas outras barbáries cometidas Brasil afora por movimentos orquestrados pelo MST. Puro obscurantismo!

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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BRASIL INFLAMÁVEL

Após a condenável convocação do “exército do Stédile” por Lula, o líder do MST Gilmar Mauro disse, em tom ameaçador, “que não haverá golpe no Brasil sem resistência popular nas ruas. Nossos movimentos não formaram covardes”. Como se vê, o perigoso e delicado clima de beligerância explícita continua sendo alimentado diariamente pelas hostes petistas. A fratura exposta da governabilidade da gestão Dilma, a perda do apoio da base aliada e o conflito aberto com o Congresso Nacional constituem séria ameaça ao País, que vive tempos de alta tensão no ar e nervos à flor da pele. Qualquer faísca pode detonar uma grande explosão. Salve-se quem puder!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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O ‘CHACRINHA’ DO PT

“Este País nunca teve ninguém com a valentia e a coragem da presidenta Dilma de fazer investigação contra quem quer que seja.” Foi o que disse Lula na terça-feira em evento ao qual compareceram 3 mil petistas e sindicalistas, em São Paulo. Para variar, mente o “ex”. Não faz muito, a ordem no governo era negar que existisse qualquer coisa errada na Petrobrás. Ao revés: o governo da “presidenta” não apenas nada fez para apurar os desvios, como instruiu sua bancada a impedir a criação de CPIs sobre a estatal. Com as investigações da Operação Lava Jato, ficou claro o motivo da “cegueira” do governo, conforme qualquer pessoa minimamente antenada já entendeu.  O resultado de tudo isso foi a queda do valor de mercado da Petrobrás, empresa que mal consegue publicar um balanço idôneo para explicar a seus acionistas a quantas andam suas finanças. Não por outros motivos, está sendo processada nos EUA acusada de causar deliberadamente prejuízos a acionistas minoritários. Que belo estrago fez sua turma, hein, Lula? Tem mais: não é a Presidência da República quem “investiga” ou “manda investigar” quem quer que seja. Os órgãos incumbidos desses misteres, por serem instituições de Estado, não obedecem a “ordens” da Presidência da República. Assim, o que Lula tenta fazer (de forma velhaca) é iludir os desavisados e, de quebra, tirar algum proveito das investigações, procurando jogar confetes sobre a cabeça de sua criatura – segundo ele, a grande “responsável” pelas investigações. Lastimável. Parece o Chacrinha, aquele que não veio para explicar, mas para confundir.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com     

São Paulo

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O INÍCIO

Na convenção do PT em São Paulo, Lula disse estar indignado com a corrupção e completou: “Coisas de um ou dois somente”. Em seguida, o abutre Rui Falcão, presidente nacional do PT, conclamou os presentes a saudarem o grande e maravilhoso José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás. E com o punho cerrado, imitou os condenados Zé Dirceu e Zé Genoino. É o início para que Lula comece a aparecer como o grande salvador da Pátria em 2018. Pobre Brasil. Até quando?

 

Eloi Quadrado Neto eloi_1944@hotmail.com

São Paulo

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INDIGESTÃO

Lula se diz indignado com a corrupção. Só porque foi descoberta. É melhor providenciar uma passagem para Moçambique, onde ele poderá ser rei.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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QUEM ACREDITA?

O PT tem todo direito ao “jus esperdinandi”, facultado a este moribundo, na volta às suas origens, o ralo, de onde jamais deveria ter saído.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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INDIGNADOS ESTAMOS NÓS

Lula se diz indignado com a corrupção no País. Esse cidadão acredita que o povo é tão idiota que ainda não percebeu que o roubo na PTbrás tem sido feito pelos indicados pelo PT e que a sangria vem sendo feita desde 2003? O partido quer convencer a população de que são vítimas? Lula se esconde atrás da máscara que ele mesmo criou para enganar a população. Sua sucessora foi pelo mesmo caminho, mentiu e, eleita, mandou a conta para todos os brasileiros. O PT teve oportunidade de investigar o que quisesse, não o fez e agora aponta o dedo sujo para o passado? Lula está completamente sem moral para enfrentar os brasileiros, usa os movimentos sociais comprados para se armar contra aqueles que trabalham e garantem a boa vida desta corja que chegou ao poder para se locupletar. O PT rasgou a bandeira da ética, está sem discurso. O ataque de Lula já não tem repercussão, pois esse senhor pede para defender a estatal afundada em corrupção que foi conduzida sob seu comando e de sua sucessora. Num país sério, esse sujeito estaria atrás das grades. Indignados estão todos os brasileiros.

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas

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SÁBIO

O ex-presidente Lula, do alto de sua “sabedoria”, definiu: “Delatores são bandidos que viraram heróis”. Bem, não podemos negar, definição inteligentíssima.

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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A PETROBRÁS É DELES

Sintomática a imagem de Lula segurando a camiseta com os dizeres “A Petrobrás é nossa”, publicada à pagina A6 do “Estadão” de 1.º de abril, em que aparece também o ex-presidente da companhia José Sérgio Gabrielli. É chocante o cinismo de PT, MST, centrais sindicais e outros. Sem dúvida, acreditam nos dizeres estampados, tanto que se serviram à vontade do dinheiro da estatal. Além de alienados, pois não reconhecem o petrolão, têm memória curta, pois não se lembram dos condenados do mensalão. E ainda virá mais por aí: BNDES, o setor elétrico, doação de usina para Bolívia, etc., etc. Se depender do PT e de sua turma, não faltará serviço para a Polícia Federal nas próximas décadas. E ainda somos obrigados a ouvir de Rui Falcão “...porque é impensável que a gente possa ser acusado de corrupção”. Ou será que suas palavras referiam-se a uma pegadinha de 1.º de abril?

Heleo Pohlmann Braga heleo.braga@hotmail.com

Ribeirão Preto

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SEM DÚVIDA

Bastante sugestiva a foto de Lula exibindo a camiseta com os dizeres “Petrobrás é nossa”. Com a palavra, a Operação Lava Jato.

 

Celia H. Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

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‘DO PT’

Na camiseta que Lula trazia na terça-feira, faltou o complemento: a Petrobrás é nossa, “DO PT”.

José Horácio de Almeida Cancherini raciocafe@gmail.com

Itu

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VIRTUDES

O PT, em sua reunião na sua sede em São Paulo, falou, entre outras coisas, que o partido é combatido por suas virtudes. Mensalão, corrupção na Petrobrás, etc. Belas virtudes. Tirou 36 milhões da extrema pobreza. Qual o valor para se considerar na extrema pobreza? R$ 77,00. Então, se alguém estiver ganhando R$ 77,01, saiu da extrema pobreza e passou para a pobreza. Patético este partido. Alguém sabe a diferença de alguém cair do 40.º andar ou do 39.º andar? Pois é. Se alguém souber, agradeceria se me dissesse. Talvez aí entenda a diferença entre ganhar R$ 77,00 e R$ 77,01.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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DESESPERO

No dia 20 de março, apareceu nas redes sociais um vídeo de Rui Falcão, presidente nacional do PT, quase que implorando à militância e a amigos para um grande agito no dia 31/3. Dizia ele: nós vamos nos mobilizar em todas as cidades para fazer pequenos atos, plenárias, panfletagens, etc. Nada aconteceu. No dia 31/3, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participando da plenária Nacional da CUT, faz o mesmo discurso de Falcão, clamando por mobilizações nos dias 7 de Abril e 1.º de Maio. Precisamos ficar atentos para o desespero que tomou conta da militância e dos amigos do Partido dos Trabalhadores. Tudo deixa a crer que os supracitados sentiram a credibilidade do PT no brejo!

 

Leônidas Marques  leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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DIA ÚTIL OU FERIADO?

Sete de abril é ou será feriado? É que Lula está convocando a militância para manifestações. Se não for feriado, será de bom alvitre que seja após o horário comercial, ou, melhor, após o dia “trabalhado”. Aí, tudo bem, afinal é democrático e permitido qualquer tipo de manifestação desde que sem violência ou quebra-quebra.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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BATALHA DA COMUNICAÇÃO

As declarações do Diretório do PT e do presidente nacional do partido, Rui Falcão, irritam os não petistas pelo cinismo e pela ausência de realidade. Rui Falcão é um homem culto e inteligente e sabe mais das façanhas de João Vaccari Neto do que nós. Ocorre que Rui Falcão não fala para os não-petistas. O discurso do presidente se dirige aos petistas, principalmente àqueles que sentem pelo PT uma admiração mística e religiosa. O presidente fornece munição à tropa para a batalha da comunicação.

Cloder Rivas Martos closir@ig.com.br

São Paulo

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ANÁLISE

A alta cúpula do PT deve ter contratado um excelente psiquiatra para proceder à lavagem cerebral de Rui Falcão.

Mario Ertel mario@locatec.com.br

São Paulo

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FAXINA

Com o fim da greve dos coletores de lixo do ABC, a militância já está preocupada se a faxina for iniciada pelos diretórios do PT.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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SEM SAÍDA

O PT deveria abrir mão de todas as doações, fechar as portas, sair de cena e, assim, fazer o maior bem para o Brasil.

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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QUE PAÍS É ESTE?

Em que país, em que mundo, vivem os deputados brasileiros? Se já não bastasse a mínima vocação para trabalhar em prol da Nação, legislando sempre em causa própria, fazendo do empreguismo e do “aluguel” ou até “venda” de princípios e crenças sua história política, em meio a uma crise econômica, política e institucional, pretendem gastar R$ 1 bilhão (3% disso são R$ 33 milhões) na construção de novos prédios e até de um shopping center? Serão eles a “mercadoria”.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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AJUSTE ECONÔMICO

Muito se tem falado no Brasil sobre ajuste econômico. A meu ver, há duas medidas imprescindíveis que podem ser tomadas com urgência: diminuir o número de ministérios a um terço dos 39 existentes e acabar com os milhares (fala-se em de 20 mil a 100 mil) cargos de livre provimento. Promovam-se os funcionários pelo mérito, cobre-se do servidor público que passe a ser – realmente – SERVIDOR e exija-se trabalho. O País agradecerá.

Francisco de Castro fcastro48@gmail.com

São Paulo

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PARA QUE 39 MINISTÉRIOS?

Não há mesmo necessidade neste governo de 39 ministérios, que não resolvem nada, se comprovadamente o único que tem credibilidade e competência é o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Está provado: a grande quantidade de ministérios é só para compor os inúmeros cabides de emprego.

Leila E. Leitão

São Paulo

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CONTRADIÇÕES DE DILMA

No quesito contradições, a presidente Dilma deixa seu guru mentor, Lula, literalmente no chinelo. As medidas do ajuste fiscal defendidas na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) pelo seu atual ministro da Economia, Joaquim Levy, são exatamente as mesmas que ela, poucos meses atrás, através do lunático ministro Guido Mantega, dizia não serem necessárias e que eram coisas da oposição neoliberal. Na posse do novo ministro da Comunicação Social, Dilma reafirmou o compromisso de seu governo com a liberdade de imprensa, sob nenhuma hipótese e circunstância, mas parece que Dilma não conhece o seu ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, que publicamente prega justamente o contrário. 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                    

Rio de Janeiro

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QUE FIQUE CLARO

Foi Joaquim Levy quem disse que o Brasil pode perder a nota de investimento, e não a imprensa reacionária!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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É DOSE

Na audiência com os senadores procurando explicar o ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, questionado sobre sua participação da gestão petista, disse ter “satisfação em participar do governo Dilma devido à capacidade de construção de soluções democráticas”. Ou o sentido de “capacitação democrática” mudou ou o ministro ainda não entendeu o que é o petismo, pelo menos na desfaçatez com a economia voltada à interesses ideológicos com que se comportou nos últimos quatro anos, dando causa exatamente a tudo o que ele, ministro, espera solucionar. Convenhamos, acreditar na capacitação da presidente que utiliza da democracia como escudo às nefastas ações de seu governo é dose para leão.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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DOAÇÃO

“Estadão” de 31 de março: doação de Dilma de R$ 60 milhões para o boliviano Evo Morales. Ministro Levy, reunião urgente com a presidente, para reajuste da economia também por parte do governo.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br 

São Paulo

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A JUSTIÇA E O PROCESSO

O juiz federal Sérgio Moro colocou “o dedo na ferida” ao falar no Direito Processual, que ele está usando magistralmente, diga-se de passagem (“Estadão”, 29/3, A2). A primazia do Direito Processual nos sistema judiciário inviabiliza a Justiça com relação aos acontecimentos reais, posto que coloca como prioridade a legalidade do processo em si. Claro que não estou advogando que a Justiça prescinda de um protocolo, mas que esse protocolo seja de acordo com o objetivo da criação do Direito: a obtenção de justiça. Quando um juiz, após analisar o processo, as provas e outros elementos que considerar necessários, bem como ouvir a acusação, a defesa e respectivas testemunhas, conclui pela condenação (com ou sem juri) de um indiciado, não há mais por que falar em presunção de inocência. Ele já foi julgado legalmente, considerado culpado e está condenado: se considerar que foi injustiçada (erros e falhas sempre podem ocorrer), caber-lhe-á o ônus de, contestando o julgamento, provar que nele houve equívocos. Mas já foi condenado e não tem por que não sofrer as sanções legais de imediato... Dentro do raciocínio de prevalência da Justiça sobre o processo, se legitima inclusive a prisão imediata dos indivíduos que, trazidas provas que o juiz considere suficientemente fortes para incriminá-lo, ainda não tenham o devido processo em estágio para o julgamento. A Justiça para atingir seus fins tem de observar os protocolos legais, mas só a celeridade do julgamento e do início do cumprimento da pena a torna eficaz, inclusive como efeito demonstração para aqueles que pensam em transigir as leis.

Jorge Alves jorgersalves@2me.com.br

São Paulo

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MAIORIDADE PENAL

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na Câmara dos Deputados, aprovou no dia 31/3 a Proposta de Emenda Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. É lamentável que atualmente o sistema carcerário brasileiro esteja falido, sem nenhuma infraestrutura para punir o jovem. Não concordo com a redução penal que vem sendo discutida no Legislativo. Esse projeto já estava engavetado há 22 anos no Parlamento.

Manoel Limoeiro manoeljs127773997@hotmail.com

Recife

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ALIVIADAS

Precisou chegarmos a este estado de calamidade, de violência juvenil, para iniciarmos a mudança da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Pode não resolver, mas com certeza as vítimas dessa violência se sentirão minimamente aliviadas sabendo que o delinquente “menor” vai para a cadeia. Não venham dizer que é um problema social, pois sempre os tivemos, desde 1500, só que agora, 2015, está insuportável e algo tem de ser feito.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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O IMPOSSÍVEL ACONTECE

 

Parece que está tendo resultado positivo a pressão popular para a redução da maioridade penal para 16 anos, tendo a Câmara dos Deputados declarado a legalidade do posicionamento, com votação expressiva na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. Os 90% da população do País favoráveis à redução, certamente, agradecem a atuação. De outro lado, o doleiro Alberto Youssef declara em delação que levou propina, ele próprio, à porta da sede do PT em São Paulo, o que significa que as escusas da entidade caíram definitivamente por terra. Enfim, a Operação Lava Jato leva a verdade aos brasileiros e a pressão popular atinge a consciência dos legisladores. A quase impossibilidade tornou-se realidade em benefício da Nação.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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INGENUIDADE

Senhores contrários à redução da maioridade penal, passem pela Fundação Casa, peguem um ou mais dos infratores que lá estão e levem para sua casa. Deixem que eles passem o dia com sua filha, esposa, mãe, dormirem lá, junto com sua filha, esposa e mãe, e depois venham a público dizer o que aconteceu. Se um adolescente de 16 anos pode eleger o presidente do País, por que não pode responder por atos infracionais? Santa ingenuidade.

José Claudio Canato jccanato@yahoo.com.br

Porto Ferreira

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UMA QUESTÃO COMPLEXA

Infelizmente, a sociedade foi obrigada a exigir a diminuição da maioridade penal. Isso não se deu por acaso. Não há quem ignore que menores de 18 anos são usados pelo crime organizado ligado a drogas para praticarem delitos muitas vezes gravíssimos, com barbárie e ocorrência de mortes das vítimas. Também ninguém deve ignorar a complexidade desta decisão, pois adolescentes criados em ambientes muito desestruturantes onde impera a lei da força, com poucas perspectivas de construir um futuro melhor, acabam presas fáceis da prática do crime como forma de ter aquilo que não conseguem através dos meios normais. Falta-lhes a família organizada, falta-lhes amparo da sociedade governada por gente inescrupulosa e corrupta, carecem de recursos que uma educação de qualidade poderia proporcionar, de saúde, moradia e, sobretudo, quase sempre, do amor e de cuidados familiares. Com isso, aliam-se ao criminoso, que é sentido como o único a lhes oferecer algo, seja em autoestima, seja em termos materiais. Só quem conhece essa realidade para entender a dinâmica que se opera neste meio de privação de tudo. Mas ocorre que a sociedade como um todo não pode pagar por esta mazela social, mais esta, de modo algum! Muitos são vítimas de adolescentes já comprometidos com a criminalidade até por estarem psicologicamente danificados, portadores de psicopatia sem volta. Desta forma, precisam ser contidos, presos, não há outra solução e não por pouco tempo até completarem 18 anos, mas pelo tempo correspondente ao crime que cometeram, pois os sintomas da destrutividade que se estabeleceu ao longo de sua vida não desaparecerão com data marcada. A sociedade precisa ficar mais protegida destes meninos de quem desgraçadamente os governos constituídos se esqueceram de cuidar. Que se criem, então, no confinamento prisional tentativas de recuperação destes que merecem, como seres humanos, o direito de novas oportunidades depois de cumprirem suas penas. Mas não há como tapar o sol com peneira. Um menino de 15 ou 16 anos pode, sim, ter-se tornado tão ou mais perigoso que um adulto. Os verdadeiros defensores dos direitos humanos deveriam se preocupar em investigar como as três instâncias dos governos estão cuidando de suas crianças desde que nascem, ao invés de fazê-lo apenas depois que estes adolescentes já encontraram no crime a única forma de se colocar na vida e, em alguns casos, de sobreviver.

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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HÁ 30 ANOS

O discurso contrário à redução da maioridade penal é o mesmo, assim como as justificativas para não adotá-la no País. Uma delas é a questão da precariedade do sistema penitenciário do Brasil. Ocorre que há 30 anos esse discurso é repetido, mas nada foi feito para consertar, arrumar e modernizar o sistema que está vigente no País. Nesse sentido, desde 1984 nem os governantes, nem os Poderes Legislativo e Judiciário, e muito menos os defensores dos menores assassinos, fizeram algo ou até mesmo provocaram discussões para resolver o problema. Sinto muito, mas de falação o povo está cansado, tanto que aproximadamente 93% da população é favorável à redução da maioridade penal. Se não gostar que vá viver na Inglaterra e pergunte como funciona o sistema há décadas naquele país.

 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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O TEMPO NÃO PARA

 

Maioridade penal votada na Câmara após 22 anos. Trocando em miúdos, isso significa que os menores infratores de duas décadas atrás hoje são maiores de idade. Mas o que passou passou. Nos próximos 22 anos de blá blá blá, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados poderia aplicar seu tempo na melhoria da educação, saúde, segurança, justiça, distribuição de renda e na diminuição do imenso abismo que separa os mais pobres dos mais ricos. Os “de maior” do futuro, antecipadamente, agradecem! 

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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CAMINHO PRUDENTE

Sabemos todos o que diz a Constituição, e também que a educação, o controle da natalidade e a inclusão social seriam o modelo ideal para evitar a entrada de jovens na criminalidade. Porém, vivemos um “estado de guerra”, em que o adolescente delinquente lê “direitos humanos” como licença para matar. Talvez, provisoriamente, em caráter emergencial, a redução da maioridade penal seja o caminho mais prudente.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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BANDEIRA DA ‘ESQUERDA’

Pelo menos a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a PEC para redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, que passou com 42 votos a favor e 17 contra. Essa proposta de emenda constitucional aguardava votação há mais de 20 anos (agosto/1993). Por que tanto tempo? E por quanto tempo mais? Mas para o “voto” foi rápida a sua aprovação, confirmando o que o povo brasileiro afirma e comenta: os nossos congre$$istas só votam o que é do seu intere$$es. Aí está a prova! A criminalidade em nosso país já extrapola o exagero, e nela sempre está envolvido um menor de 18 anos, mas a impunidade persiste... Por que os partidos de “esquerda” são contra a redução da maioridade penal?     

 

Fernando Silva lfd.dasilva@2me.com.br

São Paulo

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PRÓ-BANDIDAGEM ADOLESCENTE

Na mira de um trabuco empunhado por um “dimenor”, o deputado Ivan não se mostraria assim tão “Valente”...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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NÃO VAI ADIANTAR

Faz pelo menos 20 anos que defendo esta proposta, já encaminhada para todos os membros do Congresso Nacional e entidades e associações dos advogados: não vai adiantar absolutamente NADA reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. As armas que estão nas mãos dos que têm entre 16 e 18 anos incompletos passarão para as mãos dos que têm entre 14 e 16 anos incompletos! Senhores congressistas, membros do Poder Judiciário e juristas, a minha proposta leva a uma solução simples e objetiva: 1) o menor que cometer o primeiro crime responderá como menor; 2. Automaticamente, ele será emancipado pelo Estado; 3) a partir do segundo crime, o menor, já emancipado, responderá como maior. Assim, os “di menor” pensarão muito antes de cometerem o segundo crime e também não serão mais usados pelos criminosos maiores de idade para levarem a culpa por roubos, furtos e, o mais grave, latrocínios e assassinatos. O único porém é que não me responderam ainda se o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) permite essa emancipação. Se não permitir, que se mude o ECA, uma das maiores aberrações de acúmulos de erros cometidos pela desgraça denominada “politicamente correto”.

José Luiz de Andrade Figueira jlafigueira@hotmail.com

São Paulo

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