Fórum dos Leitores

GOVERNO LULOPETISTA

O Estado de S.Paulo

23 Abril 2015 | 02h05

Que trabalhadores?!

Dilma Rousseff sanciona o Orçamento da União com vetos, mas a verba triplicada para os partidos é mantida. Essa é a nossa "presidenta", que é de um autointitulado Partido dos Trabalhadores. Quais trabalhadores, cara-pálida? Reajuste das aposentadorias, 6,3%; reajuste nas contas de energia, mais de 60%; corte de 50% nas pensões por morte (INSS); seguro-desemprego para quase ninguém; carga de impostos que leva cinco meses dos salários; e aumento de mais de 300% na verba para os partidos políticos, que no caso do Congresso Nacional "trabalham arduamente" dois dias por semana (às quartas e quintas-feiras), isso quando não "emendam" por feriados. Quais trabalhadores mesmo, cara-pálida?

JOSÉ ROBERTO NIERO

jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

Fundo Partidário x 'doações'

Rui Falcão, presidente do PT, anunciou na semana passada que não quer mais que seu partido receba "doações" de empresas. Pudera, ele já sabia que dias depois sua companheira Dilma triplicaria o malsinado Fundo Partidário, o que pode significar a salvação da sigla ante a possibilidade de ser condenada pela Justiça a devolver ao menos parte da roubalheira milionária do petrolão - e de outros "ãos", passados e futuros. Agora esperar mais o quê, por aí, de aperto do sr. Joaquim Levy?

LUIZ F. GUIMARÃES FERREIRA

luizfgf.adv@gmail.com

São Paulo

Planejamento inconsistente

Os editoriais do Estado refletem o que o mundo pensa sobre o Brasil. Terça-feira, Um mandato de arrumação; quarta-feira, Uma afronta aos brasileiros. Como pode alguém, dono do dinheiro, investir por aqui? Só louco mesmo, sr. Levy. A reconstrução vai ser penosa.

HELIO CUDEK

cudek.helio@gmail.com

São Paulo

Verba triplicada

É revoltante vermos o corte e o mau uso de verbas da saúde e da educação, vejam o que acontece com o Fies e na infraestrutura. E a dona Dilma sanciona a triplicação da verba partidária! É o nosso suado dinheirinho, sugado pelos dutos dos impostos e taxas, indo pelo esgoto da política.

ROBERTO REIS

roberresp@uol.com.br

São Paulo

'Pátria educadora'...

O que é mais importante, o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) ou o Fundo Partidário? A verba destinada aos políticos passou de R$ 289,56 milhões para R$ 867 milhões, o que envergonha o Brasil perante o mundo civilizado. Enquanto isso, sem Fies, estudantes são obrigados a abandonar a faculdade. Está na hora de o povo focar no Fundo Partidário e cobrar a "pátria educadora".

DEVANIR AMÂNCIO

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

'Habemos' líder?

A presidenta aprova a triplicação da verba que serve para custear os partidos políticos, como sugerido pelo senador por Roraima Romero Jucá, mas o vice-presidente, em Portugal, afirma que poderá haver um contingenciamento dessa verba. Quem realmente manda neste país?

MAURO LACERDA DE ÁVILA

lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo

EDUCAÇÃO

Escolaridade e pobreza

Num país onde a corrupção é medida aos milhões, o problema da remuneração dos professores tem dimensões ínfimas. Os governantes sabem que os professores têm família para sustentar e não têm como superar a duração da greve. Mais dia, menos dia, receberão uns centavos de aumento e voltarão calados às salas de aula. Recentemente, nas discussões sobre a questão da redução da maioridade penal, todos, repito, todos disseram que o que falta são escolas para a juventude. Pergunto: onde estão essas escolas? E existe escola sem professores? De tempos a esta data, os jornalistas deixaram de usar o vocábulo pobre. Falam em pessoas com menos escolaridade. Em países desenvolvidos, após sua licenciatura, os professores têm possibilidade de acesso a cursos de aperfeiçoamento, especialização, pós-graduação, segundo sua vocação e os interesses do país. Se as autoridades continuarem a tratar da educação da forma como vêm fazendo, jamais deixaremos de ser um país ridicularizado pelas nações desenvolvidas, que nos distinguem com o primoroso título de "país do samba e da banana".

BENEDITO LIMA DE TOLEDO

bltoledo@uol.com.br

São Paulo

SANTA CASA E NEPOTISMO

Esclarecimento

Acerca de matéria veiculada em 17/4 que apresentou meu nome, professora doutora Wilma Carvalho Neves Forte, como "contratada por dr. Forte, mostrando nepotismo", esclareço: sou graduada em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, mestre e doutora em medicina pela FMUSP e trabalhei no HC-FMUSP até 1988. Voltei em 1987 para minha faculdade de origem como professora assistente de Imunologia por concurso público, examinada por uma banca de colegas, passando a professora adjunta após novo concurso. Em 2010, também por concurso, obtive o título de professora titular da disciplina de Imunologia do Departamento de Ciências Patológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa com nota 10, conferida pelos titulares de Imunologia de USP e Unifesp, entre outros. Sou autora do livro Imunologia do Básico ao Aplicado (3.ª ed., Editora Atheneu, 2015), no qual escrevi os 24 capítulos. Além dos cargos que ocupo na Santa Casa, sou membro do Grupo Brasileiro de Imunodeficiências da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunologia e coordenadora científica do Departamento de Alergia da Associação Paulista de Medicina. Tenho 61 artigos completos publicados em revistas indexadas, 75 capítulos de livros, 237 trabalhos apresentados em congressos e 193 participações em congressos, jornadas e cursos extracurriculares. Tenho título de especialista em alergia e imunologia pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, e título de especialista em pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Possuo ainda o Physician Recognition Award of the Pediatrics Review and Education Program of the Association for Health Research and Development, além de prêmio como médica brasileira que contribuiu com a Imunologia no século 20, recebido no Congresso Brasileiro de Alergia e Imunopatologia. O fato de estar com meu marido desde os tempos em que éramos colegas de turma na faculdade e nós dois termos dedicado nossa vida profissional inteira à instituição, com amplo reconhecimento de nossos colegas, deveria ser motivo de orgulho num país decente. Que um promotor de Justiça acuse que ocupo meu cargo por nepotismo é assustador.

WILMA CARVALHO NEVES FORTE

wilmanevesforte@yahoo.com.br

São Paulo

FUNDÃO

A criminosa e acintosa aprovação da emenda que triplicou o Fundo Partidário, de R$ 289 milhões para R$ 867,5 milhões – 5% do Orçamento da União – é prova inconteste de que Dilma Rousseff está refém do Congresso Nacional até 2018, se lograr cumprir o segundo mandato inteiro. Para garantir os votos dos vendilhões do templo da base aliada para os seus projetos, o desgoverno petista, depois do mensalão e do petrolão, acaba de criar o fundão. Por oportuno, cabe citar a célebre frase de Bertold Brecht: qual a diferença entre abrir e assaltar um banco?

J. S. Decol  decoljs@globo.com 
São Paulo

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FUNDO PARTIDÁRIO

O povo brasileiro está no fundo do poço, sem emprego, com inflação galopante, a recessão batendo na porta, sem assistência médica, sem segurança e pagando os impostos mais caros do planeta, mas os nossos políticos são agraciados com quase R$ 1 bilhão para satisfazerem a seus desejos. Não temos o que fazer: Dilma, Temer, Kassab, Romero Jucá, Eduardo Cunha, Vaccari, Renan Calheiros, etc. são tudo farinha do mesmo saco.
 
Marcelo L. Z. Bernabe zbernabe@hotmail.com 
São Paulo

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IMORAL 

Por mais que os políticos repitam que o aumento para o Fundo Partidário não vai afetar o ajuste fiscal, é no mínimo imoral usar tanto dinheiro público para a política, numa época em que falta tudo para a população, a mesma que gera tal recurso, principalmente emprego.
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com 
Bauru

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VERBA DA VERGONHA

Não ao aumento do Fundo Partidário! Sim à reforma política!

Silvia M. Pinheiro Rezende silviapr54@hotmail.com 
São Paulo

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GOVERNO SEM ESCRÚPULOS

A impressão que fica, após a aprovação de R$ 867,5 milhões pela presidente Dilma para o tal Fundo Partidário e a condecoração de João Pedro Stédile, do Movimento dos Sem Terra (MST), pelo governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é de que o poder é realmente  fascinante e embriagante. Para o PT, dirigir o País ou o sindicato do ABC é a mesma coisa. É o cúmulo da desfaçatez!

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com  
Campinas 

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AFRONTAS

No âmbito federal, a triplicação do fundo de manutenção dos partidos; no estadual, a condecoração oficial de infrator; no municipal, a prática de nepotismo recorrente.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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HOMENAGEM ABSURDA

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, não tem o direito de homenagear com a medalha da Inconfidência Mineira um dos maiores arruaceiros do Brasil, o líder do MST, sr. João Pedro Stédile. Isso é uma afronta à Nação brasileira. Justamente no aniversario de morte de dois heróis brasileiros – o ex-presidente Tancredo de Almeida Neves, um dos líderes do movimento democrático brasileiro, e Joaquim José da Silva Xavier, o líder da Inconfidência Mineira, mais conhecido como Tiradentes, ambos nascidos no Estado de Minas Gerais. Como se sente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), sr. Ricardo Lewandowski, que, ao receber a mesma homenagem, foi colocado no mesmo nível de Stédile? Que humilhação, ministro!
 
Valdy Callado valdypinto@hotmail.com 
São Paulo

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INCONFIDÊNCIA MINEIRA

Os mineiros não mereciam tamanha ofensa. O líder “invasor de propriedades” João Pedro Stédile recebeu do governador de Minas Gerais a Medalha da Inconfidência. O que fez de importante essa nefasta figura para receber tal honraria? E o governador Pimentel, quem pensa que é? Dono do Estado?

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br
São Paulo

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BANALIZOU

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), não precisava banalizar a figura de Tiradentes.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo

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VERGONHA

Pimentel usou a maior honraria que os mineiros concedem no dia em que se reverencia Tiradentes – uma forma que Juscelino Kubitschek, criador da medalha, encontrou para homenagear honrados e verdadeiros patriotas – para condecorar 141 elementos, entre eles Lewandowski, defensor do mensalão no STF, e Stédile, do MST. Nós, mineiros, estamos envergonhados. Tiradentes e Juscelino devem estar se remoendo de tristeza por seus atos e memória serem tão aviltados. Nossa esperança é de que o futuro governador de Minas anule essas homenagens que Pimentel prestou aos seus iguais.

Ronald Martins das Cunha ronaldcunha@hotmail.com
Monte Santo de Minas (MG)

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DEMÉRITO

Na terça-feira, 21 de abril (Tiradentes), o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT-MG), entregou a Medalha da Inconfidência, considerada a maior honraria concedida pelo governo do Estado, para 141 homenageados. Entre eles, quem também a recebeu foi João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), exatamente o grande e único responsável por promover e induzir as invasões de terras e de propriedades particulares, estimulando o vandalismo e o banditismo, destruindo plantações, sacrificando gado, saqueando e destruindo sedes e casas, além de danificarem máquinas agrícolas e equipamentos. Sem dúvida, teve dedo de Lula nessa indicação, que fez perder o prestígio de outros 139, pois Ricardo Lewandowski também a recebeu.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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A PÁTRIA NAS MÃOS DE LOUCOS

Gostaríamos que o resto do País ficasse sabendo que, no Estado do Rio de Janeiro, precisamente na cidade de Volta Redonda, a maioria da população ficou pasma quando viu, entre os nomes das 141 pessoas que estavam na cidade de Ouro Preto para serem agraciadas com a Medalha da Inconfidência, os do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, e o do comandante do MST, João Pedro Stédile. Se o governador mineiro e seus teleguiados se esqueceram de que Lewandowski foi o juiz que votou contra as condenações dos petistas envolvidos em ilicitudes no caso do mensalão e que Stédile comandou a destruição de um laranjal e de um centro de pesquisas de eucalipto transgênico no interior São Paulo, nós não. Eu, que assisti, em 2010, ao bispo de Limoeiro do Norte (CE) Dom Edmilson da Cruz recusar no Senado Federal a Comenda de Direitos Humanos Dom Helder Câmara por discordar de um aumento para o salário mínimo, confesso que fiquei boquiaberto quando não vi, entre as 141 pessoas, uma só que recusasse a medalha em sinal de protesto ao governador Pimentel, ao juiz Lewandowski e ao sem terra Stédile. Quero crer que os verdadeiros mineiros tenham interpretado como mais um ato de provocação do pessoal do PT essas condecorações. Acorda, povo brasileiro, precisamos tirar nossa pátria das mãos destes loucos.  
 
Leônidas Marques  leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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PÁ DE CAL
 
Num país sério, onde as leis são respeitadas, após as mais variadas transgressões, algumas vezes até filmadas, o comandante do exército paralelo do MST, João Pedro Stédile, e muitos de seus comandados seriam sumariamente presos. Incrível como prolifera a impunidade no Brasil, a ponto de Stédile ser condecorado com a Medalha da Inconfidência pelo governador mineiro, Fernando Pimentel. Sinceramente, se eu tivesse recebido tal comenda, diante de tal fato, com ampla divulgação, eu a devolveria incontinente. Creio que com isso o governador Pimentel pôs uma pá de cal na sua vida política.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 
Vila Velha (ES)

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NO MESMO BALAIO

Colocaram no mesmo balaio o ministro chefe da Justiça brasileira, que é responsável por fazer vencer a lei e a Constituição, e um marginal fora da lei que usa de truculência e métodos nada civilizados para invadir propriedades privadas e destruir centros de ciência e pesquisa. Cabe uma pergunta: como o Ministério Público, a Polícia Federal e as polícias estaduais deverão tratar Stédile daqui para a frente? 

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com
Taubaté

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PISARAM NA NOSSA HISTÓRIA

Se tem uma coisa que o povo mineiro preza são suas tradições. Indo na contramão disso, o governador Fernando Pimentel (PT) resolveu agraciar com a Medalha da Inconfidência, a mais alta condecoração histórica daquele Estado, João Pedro Stédile, líder do MST, aquele movimento que, à revelia da lei, invade terras, destrói plantações e causa conflitos na terra. Seria excelente se todos os cidadãos íntegros que um dia foram agraciados com esta medalha a devolvessem, como protesto. Porque um dia, quando o PT for extinto, resgataremos nossa verdadeira história. Em tempo, Tiradentes, o inconfidente homenageado em 21/4, foi morto e esquartejado por ter ousado lutar contra os 20% de impostos remetidos à coroa de Portugal. Não é um contrassenso, já que Pimentel representa o governo que mais vem esfoliando o povo brasileiro com 40% em impostos? Sapatearam em cima da nossa história!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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ATO PENSADO

O PT continua envergonhando e afrontando o Brasil. Agora foi a vez do governador mineiro, que outorgou a medalha dos inconfidentes a Stédile, que nada fez de bom para o Brasil e muito menos para Minas Gerais. Um ato pensado, ofensivo, e o governador foi criticado e vaiado pela atitude.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com 
São Paulo

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UMA COMENDA PARA STÉDILE

Pois é. Roeram até a corda do Tiradentes...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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PADRÃO PT DE CONDECORAÇÕES

Considerando os critérios dos petistas para a concessão de comendas, depois do sr. Stédile, sugiro mais algumas “personalidades” para eles agraciarem: membros do PCC, ditadores da África, preferencialmente os mais sanguinários e perpétuos no poder, líderes do Estado Islâmico e todos os corruptos que a Operação Lava Jato tem a ousadia de apontar. Pobre Brasil, até quando aguentaremos os petralhas? Oremos...

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com.br 
São Paulo

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HERÓIS

O governador Fernando Pimentel se esqueceu de convidar para a condecoração com a Medalha da Inconfidência o seu xará, Fernandinho Beira-Mar. Aí completaria o quadro de heróis, junto com o herói Lewandowski, do STF, e o herói João Pedro Stédile, do MST.

Marco Aurélio Rehder marcoarehder@yahoo.com.br 
São Paulo
 
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MISTURA 

Minas Gerais, na pessoa de seu governador, desinteressado pessoalmente pelos valores da Nação, para desprazer de seu povo, mistura a história de heróis brasileiros com a de bandidos endeusados por Lula e o PT, como se pudessem ser misturados. Na realidade, para estes, não há diferença entre herói e bandido. No momento em que Minas homenageava Tiradentes em seu dia, o ignorante governador Pimentel homenageou João Pedro Stédile, o símbolo do banditismo nacional, a chefia do MST que, junto com Lula, ameaça soltar seu exército de jagunços em favor dos desejos políticos do ex-presidente. Esse foi provavelmente um dos níveis mais baixos a que um nosso presidente chegou, talvez alterado pelo álcool, já que não é imaginável tê-lo naquela situação sem álcool no sangue. Para quem assistiu, foi, sem dúvida, aquele o motivo, um hábito frequente. É de causar vergonha no povo brasileiro ter o ex-presidente Lula comportamento frequente como este. Quanto a Stédile, o brasileiro sabe que é um marginal no crime de invasão de propriedade alheia, o que as autoridades ligadas ao PT aprovam e protegem. Não esquecer que a atividade de banditismo de Stédile é paga pelo governo federal. Talvez seja, como sugeriu Lula, a oficialização de uma ação de grupo de bandidos protegidos pelo PT e o governo. Vergonhoso ter o Estado brasileiro sustentado esse grupo, sem coragem de mantê-lo dentro da lei.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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MEDALHA DA INCONFIDÊNCIA

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, mostrou como a ideologia para os petistas está acima de tudo e do Brasil em nome da filosofia bolivarianista, pois este senhor, Stédile, não devia ser condecorado, mas, sim, preso por desrespeitar as leis incitando invasões de propriedades particulares e a destruição de pesquisas valiosas, sentindo-se acima das leis e da própria Justiça. Gostaria que o senhor governador Pimentel e seu condecorado Stédile saibam que, como gritaram milhares de vozes nas manifestações de abril, a nossa querida bandeira verde e amarela nunca será vermelha.

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com 
São Paulo

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21 DE ABRIL

Foi um dia triste para os mineiros e para os brasileiros em geral. Minas Gerais está certamente de luto e alguns de seus filhos mais ilustres passam hoje por momentos de muita decepção, depois das condecorações entregues pelo governador Fernando Pimentel a Ricardo Lewandowski, José Pedro Stédile e Luiz Inácio Adams. O que estes cidadãos fizeram para merecer a Medalha da Inconfidência? Certamente, esta mesma pergunta deve estar sendo feita por ao menos três personalidades importantes deste Estado: Tiradentes, que é o verdadeiro homenageado nesta data tão importante, Juscelino, que há 55 anos deixava sua marca de modernidade e progresso ao fundar a nova Capital (Brasília), e Tancredo Neves, que se sacrificou por um Brasil democrático e livre e morreu há exatos 30 anos. Não existe explicação para esta atitude infeliz e injustificada do governador mineiro, que começa a mostrar seu lado rançoso de petista. Acho que precisamos mostrar nossa indignação com esta condecoração para evitar que outros governantes resolvam premiar pessoas como estas, que agora mancham a história deste Estado tão importante e desenvolvido como Minas Gerais.

Ivan de Souza ivdisouza@hotmail.com 
Santos

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PROFANAÇÃO

A corrupção do PT tem profanado a memória de Tiradentes.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com
Campinas 

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PELAS RUAS DE OURO PRETO

Inaceitável o que fez o governador e Minas, Fernando Pimentel, no dia 21/4, em que comemoramos a Inconfidência Mineira, data querida por nós, brasileiros. Condecorou não só o ministro do Supremo Lewandowski, defensor claro dos interesses petistas, mas o bandido João Pedro Stédile, que comete insanidades e está aí, solto e, agora, com medalha no peito. Triste dia para todos nós e para as ruas de Ouro Preto, que testemunharam parte desta história, hoje maculada pelo ato abjeto do governador de Minas.
 
Maristela Veloso Campos Bernardo marisvcb@uol.com.br 
São Paulo

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PROTESTO E VAIAS

Como sempre os petistas não respeitam as nossas origens, forçando modificá-las. E, então, são “vaiados”, como foi o caso ocorrido nas comemorações do feriado de Tiradentes, em Ouro Preto (MG): o governador mineiro, Fernando Pimentel, extrapolou os seus limites, com o único intuito para chamar a atenção da opinião pública – e chamou, negativamente –, ao condecorar o ministro do STF Ricardo Lewandowski e o “líder” do MST, João Pedro Stédile, figuras com grandes restrições pelo povo brasileiro. Ambos receberam a Medalha da Inconfidência, além das vaias. Na ocasião, professores protestaram cobrando o reajuste salarial prometido em campanha... Que ficou por i$$o mesmo!   
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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VERGONHOSO

O Brasil institucionalizou a corrupção e a impunidade como política de Estado, integrando sistematicamente os Três Poderes, empresas particulares, estatais e parceiros comerciais do exterior, desse modo aumentando drasticamente o custo de bens e serviços, afugentando investidores estrangeiros e aumentando a desigualdade de renda, entre outras mazelas. Tem sido revoltante assistir aos depoimentos de políticos, doleiros e empresários nas CPIs, negando envolvimento em transações comprovadamente ilícitas e sorrindo ao fim de cada audiência. Quando o educador Paulo Freire afirmou que a educação brasileira era um projeto de Estado visando à alienação do povo, não imaginou que seríamos um povo que trabalha quase metade do ano só para pagar impostos, sem nenhum retorno, e ainda utilizar parte de seu rendimento e tempo livre nas atividades propostas pelo governo. Ainda mais vergonhoso é Tiradentes ter sido morto há mais de 200 anos por protestar contra a cobrança de impostos sobre 20% do ouro produzido e, em 2014, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), no ano da Copa, o brasileiro ter arcado com uma carga tributária de 41,37%. Ainda mais revoltante e uma afronta ao Estado Democrático de Direito é o fato de João Pedro Stédile, dirigente do Movimento Sem Terra, ser agraciado com a Medalha da Inconfidência na terra onde viveu e morreu Tiradentes. Brasil é um caso único de nação onde a população que produz e paga praticamente metade em impostos pouco recebe em contrapartida e ainda sustenta políticos que legislam em causa própria e de seus financiadores – e ainda financia e homenageia com dinheiro público arruaceiros e invasores de propriedades.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com 
Virginópolis (MG)

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UMA NOVA COMENDA

Em nome de cidadãos e cidadãs brasileiros, que amam, honram e dignificam nossa pátria, venho propor que seja criada uma especial comenda, cujo patrono seja Joaquim Silvério dos Reis ou Domingos Fernandes Calabar, ambos considerados os maiores traidores na história brasileira. Fariam jus a essa honraria todos aqueles ou aquelas que vêm desonrando e traindo nosso amado Brasil e que perpetram o maior e mais vil índice de corrupção jamais registrado “nunca dantes neste país”. Imaginamos que faltarão comendas para tantos que serão agraciados...

Clênio Falcão Lins Caldas clenio.caldas@gmail.com 
São Paulo

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GUERRA

Segurança zero, saúde pública zero, educação zero, homenagem ao desordeiro do MST e a Ricardo Lewandowski, triplicação das verbas dos partidos políticos, um busto para o traficante morto no Rio de Janeiro e uma São Paulo totalmente abandonada e arrasada por um governo louco. Pergunto aos nossos militares, que estão aí para defender o País em qualquer situação de risco: o que estamos vivendo não é uma guerra?

Leonidas Ronconi ronconileonidas@gmail.com 
São Paulo

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EM DEFESA DO CNJ

De acordo com o editorial “O CNJ em risco” (“Estadão”, 19/4, A3), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desde a sua criação, por meio da Emenda Constitucional 45/04, além de coordenar o planejamento estratégico do Poder Judiciário e promover o controle disciplinar e correcional de magistrados, vem tomando várias iniciativas moralizantes, como o fim do nepotismo, o cumprimento do teto salarial estabelecido pela Constituição federal, entre outras medidas que deram credibilidade ao órgão. Mas Ricardo Lewandowski, ministro do STF, não está satisfeito com o trabalho realizado pelo conselho e tem tentado aniquilá-lo. Por que será? É mais uma tentativa do PT para acabar com as instituições que funcionam no País. Espero que a ideia de jerico dos petralhas não abale o CNJ e que o Poder Judiciário continue trabalhando para o bem do povo e do País, e não se transforme na casa da mãe Joana, como vem ocorrendo com os outros Poderes.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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REFORMA NO JUDICIÁRIO
 
Ricardo Lewandowski, agente público na função de ministro do STF, ao tentar mudar as regras do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), claramente praticando corporativismo na área judicial, é um claro exemplo de que a reforma brasileira não deve ficar só no campo político. O Judiciário, com todas as suas mazelas, felizmente praticadas por uma minoria, está muito distante do interesse da população, razão de ter a mesma responsabilidade pelo momento crítico que passamos quanto os outros poderes republicanos. Felizmente, algumas vozes sensatas ainda se manifestam contra esse pretendido retrocesso. No contexto, importante olvidar que o sr. Ricardo Lewandowski, nitidamente desprovido de espírito público, autocrítica e humildade, foi galgado à atual posição principalmente por amizade com Lula, e não perde oportunidade de demonstrar a que veio.
 
Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 
Ribeirão Preto

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A JUSTIÇA EM BRASÍLIA

Estando tudo preparado, na Ilha da Fantasia, para inocentar os políticos envolvidos no petrolão, o Ministério da Justiça já começou e o SPTF (nova sigla para o STF) aguarda para entrar em campo, este com sessões secretas e cinco petrolíferos... Saudades do dr. Joaquim Barbosa, que era realmente um ministro.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com
São Paulo 

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UM SUBSTITUTO PARA JOAQUIM BARBOSA

Na sabatina a que deve ser submetido pelo Senado, o novo candidato ao Supremo, o advogado Luiz Edson Fachin, cumpre aos senhores senadores cerrar fileira em protesto à indicação do candidato da presidente. Escudado em sua proclamada integridade moral e apregoada competência profissional, o advogado não teme confessar que participou da campanha petista de 2010, quando Dilma era candidata, anunciando publicamente que empunhou outras bandeiras da esquerda a favor da CUT e do MST. Lembra o jornalista Merval Pereira que Fachin chegou a ponto de sublinhar o absurdo de que a Justiça tem de “ter lado”, desmentindo o sagrado compromisso de imparcialidade de todo magistrado, traindo, escandalosamente, a missão da justiça e instaurando abertamente a insegurança jurídica em todo o País. Em nome da preservação da dignidade e do prestígio do Senado, seus membros devem recusar a aprovação deste candidato disposto a agravar ainda mais o grau de incerteza em que estamos vivendo. 

Gilberto de Mello Kujawski gmkuj@terra.com.br 
São Paulo

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SABATINA NO SENADO

O provável novo ministro do Supremo Tribunal Federal apontado pela presidente Dilma Rousseff, Luiz Edson Fachin, deveria ter resistência para a sua aprovação no Senado. Renan Calheiros chegou a dizer que nenhuma indicação com a “digital do PT” para o cargo de ministro do STF seria aprovada pela Casa, tendo em conta a suposta estreita ligação de Fachin com a CUT e com o PT, além de integrar a Comissão Estadual da Verdade do Paraná. Logo, com a afirmação de Renan, seria difícil a efetivação, pelo Senado, após a sabatina do indicado. No entanto, com o recente encontro de Dilma e Renan, tudo leva a crer que a aprovação será concretizada.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 
São Paulo 

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A ESCOLHA DE DILMA
 
“Dilma escolhe Luiz Edson Fachin para vaga no Supremo” (“Estadão”, 14/4). O petista, cutista e sem-terrista está ligado ao PT e certamente não realizará  “fachina” na Petrobrás e em outros escândalos.
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net
São Paulo

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A CAMINHO DO BOLIVARIANISMO

Esta esbórnia com nosso país já saturou. MST, bando de anarquistas incendiários. PT, grupelho parasita dos bens públicos. Tudo com a complacência dos políticos e formadores da opinião pública. Exceção feita a bastiões da democracia como o “Estadão”, a “Veja”, “O Globo”, “O Estado de Minas” e outros. Lula desistiu de indicar Luiz Edson Fachin para o STF por ele ser “basista” demais... Triste país a caminho do bolivarianismo.

Paulo Roberto Farat prfarat@gmail.com  
Praia Grande

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ILEGAL E IMORAL

O ministro da Justiça, o advogado-geral da União e o procurador-geral do Banco Central defendem a pedalada de R$ 40 bilhões do governo Dilma com a afirmação de que a prática começou em 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso. É muito simples justificar um ato ilegal e imoral culpando FHC, que deixou o governo há 13 anos. O PT chegou ao poder com a promessa de acabar com tudo o que havia de errado no Brasil, que eram a corrupção, a desigualdade social e racial e o fim dos privilégios em todas as esferas do governo, e punir exemplarmente corruptos e corruptores, pois não roubava e não deixava roubar, mas o que fez foi piorar tudo aquilo que existia, só não deixa roubar pois tomou a frente e só deixou migalhas para os partidos de aluguel. A presidente Dilma se esconde atrás de ministros, pois a sua imagem passa o recado do malfeito, da destruição da Petrobrás e de outras estatais que ainda não foram investigadas. Temos uma presidente eleita que não manda mais no País, talvez não venha a público por ordem de Lula, para não destruir o sonhado quinto mandato em 2018. Em Brasília, preparam pacotes e mais pacotes para levantar a Petrobrás, a economia do Brasil e a conta vai ser paga pelo povo, que não pode dar pedaladas na Receita Federal...

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
São Paulo

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AS PEDALADAS DO GOVERNO

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, alegou que “isso (pedaladas) vem sendo praticado nos últimos 15 anos sem nenhuma punição”. Portanto, não haverá punição, uma vez se tratar de crime continuado! Demorou menos do que o esperado a ilusão da seriedade do Legislativo. Que tal revogar, e com efeito retroativo, o artigo constitucional que proíbe explicitamente o procedimento criminoso? Pobre país!
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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RECONHECIMENTO

Destaca-se na fala de Eduardo Cunha contra o impeachment o reconhecimento da má prática, mas que nunca foi punida em 15 anos. É a norma fundamental da impunidade, que a torna invencível: não se pune por nunca se ter punido. É o compromisso com o erro. Depois dizem que querem consertar o País, progredir. A interpretação de que o crime de responsabilidade em um mandato não afeta o subsequente do mesmo mandatário, na prática, anula-se a responsabilidade deste, no final do primeiro período, por não haver tempo hábil para sentenciar o fato antes deste final. É a licença para o diabo na reeleição. Mas compreendo a resistência de parte da oposição ao impeachment: não querem suportar o ônus das imprescindíveis medidas impopulares e do inevitável desastre econômico. Quando o fizeram, após Collor, criaram as condições ao reinado de Lula, alguns anos depois. O povo tem memória curta. Por isso, o PT se recusou a participar do governo, ao derrubar Collor, e expulsou Erundina.

Harodo Nader nader.haroldo@gmail.com  
Valinhos

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SEGREDO DE ELEIÇÃO

É lamentável, pois, a cada dia que passa, temos mais notícias desanimadoras. Há quanto tempo a mídia em geral vem falando e denunciando sobre as famosas “pedaladas” do Tesouro/governo federal, quando o sr. Guido Mantega sempre arrumava desculpas esfarrapadas para dizer que tudo estava sob controle? E agora o Tribunal de Contas da União diz que foi um crime de responsabilidade fiscal. Conforme editorial do “Estadão”, a Controladoria-Geral da União foi formalmente notificada em agosto de 2013 de que a empresa holandesa SBM Offshore pagou US$ 31 milhões em propina à Petrobrás, e este órgão (CGU), que deveria zelar pelos interesses do País, simplesmente engavetou a denúncia até o final do segundo turno das eleições. Apenas uma pergunta: dá para acreditarmos nestes órgãos governamentais?

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br 
São Bernardo do Campo 

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NOSSAS AUTORIDADES...

Imaginem um fotógrafo profissional passeando por Brasília. De repente, ele se depara com um acidente em que um político muito famoso é a vítima. Ele percebe que seu estado é critico e necessita de  cuidados urgentes, caso contrario, irá falecer. Ele tem duas opções: prestar socorro ou bater fotos que poderiam dar capa de jornal. O que ele faria, tiraria as fotos em close ou em plano aberto?

Ely Weinstein elyw@terra.com.br 
São Paulo

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TRABALHO LENTO

A Petrobrás apresentará, nesta semana, as demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014. O governo do Brasil é o acionista majoritário da Petrobrás. O presidente da República indica o presidente da Petrobrás. Compete privativamente ao presidente da República prestar, anualmente, ao Congresso Nacional, dentro de 60 dias após a abertura da sessão legislativa, as contas referentes ao exercício anterior. É da competência exclusiva do Congresso Nacional julgar anualmente as contas prestadas pelo presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo, escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União. Compete privativamente ao Senado Federal fixar, por proposta do presidente da República, limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada poder. Quando a Petrobrás apresentará as demonstrações contábeis do quarto trimestre de 2014? Os nobres senadores e deputados estão vagarosos nestes primeiros 111 dias do ano.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br
Rio de Janeiro

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O NÚMERO 13

Pelo Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, lemos no art. 230 que a peça informativa resultante das inquirições do inquérito instaurado compete à autoridade policial, o que, na Operação Lava Jato, vinha sendo realizado de forma competente e isenta pelo juiz Sergio Moro e cuja eficaz investigação já se aproximava do grande chefão que comanda a quadrilha que perpetuou o maior assalto à mão desarmada aos cofres públicos deste país. Quem não previa que isso resultaria no acender dos fornos planaltinos para o preparo das pizzas levanta a mão. Assim, não é o Rodrigo Janot fazendo beicinho por egolatria que levou  o “insuspeito” ministro Teori Zavascki a suspender as investigações, cuja continuidade provavelmente será decidida pelo petista José Eduardo Cardozo. Nem nos tribunais do mundo da fantasia infantil há a prerrogativa de o réu decidir por quem ele quer ser julgado. Isso é outra invenção daquilo que por tradição – e tão somente por isso – se chama “Justiça” brasileira, que entrou em fase de desorganização e incompetência para se assemelhar ao modelo de governo federal instalado no Brasil há quase 13 anos. Comprovadamente, esse número é pernicioso para a democracia.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 
São Paulo

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O POVO NAS RUAS

“Gente na rua é poder?” (“Estado”, 20/4, A3). Depende. Neste país, depende do tipo de gente que está na rua e do fato de autoridades governamentais se sentirem ou não melindradas com o movimento. Por exemplo: quando MST ou MTST e assemelhados saem às ruas, invadem, quebram, destroem o trabalho alheio, matam gado, em atos flagrantemente antidemocráticos e até criminosos sua voz é a voz do poder – alguém viu qualquer ação dos poderes constitucionalmente constituídos no sentido de detê-los, de puni-los na forma da lei, ou sequer reprová-los?  Pelo contrário, são premiados. Já quando se trata de gente que sai às ruas gritando por ética, pelo fim da roubalheira, pelo uso correto do dinheiro do contribuinte honesto, que estuda e trabalha, aplicando-o em educação, saúde, segurança, etc., ainda que sejam 2 milhões de pessoas, então seu poder é nulo, porque o Império sente-se melindrado, ofendido (eles se acham tão perfeitos...), fingindo que não escutou nada e porque quem deveria ouvir e dar força a essa voz é a oposição, e esta, infelizmente, nestes momentos, faz dueto com a situação, visto que muitos de seus membros não têm qualquer interesse na quebra do “status quo”: a participação na partilha das benesses. E o povo que trabalha? Ora, o povo...

Edméa Ramos daa Silva paulameia@terra.com.br 
Santos 

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JÁ É DEMAIS

O PT e seus apaniguados  consideram “difuso” o clamor de milhões de brasileiros que foram às ruas nos dias 15 de março e 12 de abril, em inúmeras cidades do País, para gritar alto e bom som: Fora Dilma! Fora PT! Por incrível que pareça, a própria oposição, na figura de Fernando Henrique Cardoso, ainda não se inteirou da importância desses atos políticos, nunca antes vistos neste país, nem superados pelas Diretas-Já. Isto é, parte expressiva dos dois terços da população que não votaram em Dilma para presidente no segundo mandato se revolta com o rombo de bilhões nos cofres públicos ocorridos durante as gestões Lula e Dilma, e ainda terá de pagar a conta! FHC, tu também? Não é “Dilmais”?

Maria Cecília Naclério Homem mcecilianh@gmail.com
São Paulo

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O FRACASSO DA ‘PÁTRIA EDUCADORA’

Uma das poucas coisas que tiveram sucesso nos países comunistas ou governados por esquerdistas foi o bom nível da educação desde a de base até a universitária. Por que será que o Brasil não conseguiu o mesmo resultado nestes 12 anos de poder do PT? A resposta é simples, eles se preocuparam mais com o bolso esquerdo (ou direito) do que com qualquer outro problema do País.

Ronaldo J. Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br 
São Paulo 

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EPIDEMIA DE DENGUE

A epidemia de dengue que assola o Estado e, principalmente, a cidade de São Paulo tem ingredientes de fácil detecção: o número elevado de casas sem um mínimo e necessário tratamento de esgoto, a falta de limpeza em córregos, a coleta de lixo irregular e inexistente em muitos lugares e a falta de educação da população. E, ainda assim, temos de ouvir o prefeito Fernando Haddad dizer que a cidade é um exemplo no combate ao mosquito.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 
Casa Branca

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CICLONE EM SANTA CATARINA

Á catástrofe que destruiu  parte da cidade de Xanxerê  (SC) não pode ser detectado com antecedência porque o único radar meteorológico que o Estado possui está quebrado. Vejam só, num país que tem os furacões  dos anões do Orçamento, as tempestades da corrupção e o tsunami que esvaziou os cofres da maior empresa do País, não sobram recursos para fazer reparos em  radar meteorológico...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com Jandaia do Sul (PR)

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ELETROPAULO

Recebi a fatura da Eletropaulo da conta de luz de abril de 2015: R$ 186,25. Da Sabesp, no mesmo período, a conta de água foi de apenas R$ 35,00. Como pode a conta de luz estar tão cara e custar cinco vezes mais do que a de água, ainda mais em tempos de racionamento? A presidente Dilma Rousseff (PT) não havia prometido que a conta de luz iria diminuir? Mais uma promessa falsa e descumprida. Parabéns, presidente Dilma, Lula e PT. O povo brasileiro agradece por mais este exemplo de incompetência e má administração da coisa pública.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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QUEBRADEIRA

O governo do PT só tem batido recordes no País: de inflação, desemprego, aumento da conta de luz e muitos mais. Nesse ritmo, além de quebrar o Brasil, irá quebrar todos nós. A aposta é quem irá quebrar primeiro. Só nos resta rezar!

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com
São Paulo

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A SABESP PODERIA TER OUSADO MAIS

O governo do Estado de São Paulo deu em maio do ano passado início às obras do Sistema São Lourenço, contratadas sob regime de parceria público privada, que aduzirá uma vazão outorgada de 4,7 m3/s (ou 6m3/s de vazão nominal de projeto) à região metropolitana de São Paulo (RMSP), por meio da derivação das águas do Alto Juquiáno Reservatório Cachoeira do França, em Ibiúna. Ocorre que a disponibilidade hídrica no local atinge cerca de 18.6 m3/s para 100% de garantia (Q100) (muito mais que os 5m3/s do Jaguari) que poderiam ser potencialmente aduzidas à RMSP, caso houvesse vontade política. Não se poderia alegar as dificuldades inerentes à obtenção das outorgas necessárias, uma vez que em 2016 termina o contrato de concessão celebrado entre a Aneel e a Companhia Brasileira de Alumínio(n.º 304/98 – Aneel – CBA), para a geração de energia em suas seis usinas hidrelétricas. Entretanto, apesar de o início das obras ter ocorrido recentemente, ainda é possível alterar o projeto para que pelo menos as obras lineares estejam capacitadas a aduzirem em 2018 (data prevista para o início de operação do sistema) uma vazão de maior porte em relação à outorgada, da ordem de pelo menos 12 m3/s (o dobro da vazão nominal original de projeto), de modo a minimizar o déficit de água na RMSP, que persistirá mesmo com os 4,7 m3/s previstos. De acordo com o projeto original, a adutora de água bruta no trecho de recalque até a chaminé de equilíbrio será constituída de um tubo de aço carbono de 2.100 mm de diâmetro (84”) e extensão de cerca de 20 km. A adutora de água bruta no trecho por gravidade, de mesmo diâmetro e material, situado entre a chaminé de equilíbrio e a ETA Vargem Grande, terá uma extensão em torno de 28,4 km, perfazendo um total de 50.3 km de tubulação destinada à adução de água bruta. A Estação Elevatória de água bruta disporá de quatro conjuntos de bombeamento ativos com capacidade individual de 1,5 m3/s, 390mca de altura manométrica e potência instalada em torno de 42.000 CV (quatro grupos de 10.500 CV cada um). O sistema de adução de água tratada a partir da ETA será constituído de estações elevatórias e de uma adutora em alça principal sendo um primeiro trecho curto por recalque até uma chaminé de equilíbrio, um trecho por gravidade até o reservatório de compensação de água tratada, outro trecho em túnel, quatro novas adutoras e varias derivações. Somente os trechos com tubulação em aço de 1.800 mm perfazem cerca de 20 km de extensão. De acordo com modelos matemáticos apropriados, para se aduzir 12m3/s numa única tubulação bastaria alterar o diâmetro destes tubos de 2.100 mm (84”) para 2500 mm (100”). Neste caso, para propiciar condições hidráulicas favoráveis, com menores alturas manométricas, o recalque de água bruta poderia ser feito por meio de duas elevatórias dispostas em série, sendo a segunda constituída por um “booster” que ficaria localizado cerca de 20 km da captação, próximo ao início da subida da serra. Estima-se ainda que neste caso, a potência total instalada seria da ordem de 83.000 CV, praticamente o dobro do projeto atual. Com relação à ETA (que teria sua capacidade elevada para 12 m3/s) e à adução de água tratada, haveria logicamente a necessidade de se re- modular o projeto original de maneira a atender a nova situação. Os custos adicionais envolvidos seriam de mesma ordem de grandeza da solução envolvendo o Jaguari. Outra solução, embora seguramente com custos bem mais elevados para se aduzir os 12 m3/s, seria duplicar as linhas de tubos originariamente previstas na concepção original, iniciando de imediato pelo menos as obras lineares dedicadas à condução da água bruta segundo esta vazão. Com estes procedimentos, a RMSP ficaria muito melhor servida por água em quantidade e qualidade adequadas comparativamente a que estaria na situação representada pela improvável transposição do Jaguari com todas as suas implicações políticas, técnicas, ambientais e institucionais. Acresce-se ainda que este incremento de vazão poderia, quando implantado, aliviar significativamente o Sistema Cantareira pelo elevado recuo de sua área de influência na Alça Oeste do SIM, aumentando o grau de segurança hídrica da RMSP.
  
José E. W. de A.  Cavalcanti cavalcanti@ambientaldobrasil.com.br 
São Paulo

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