Fórum dos Leitores

GREVE DE PROFESSORES

O Estado de S.Paulo

01 Maio 2015 | 02h04

Truculência

Foi desproporcional a violência da polícia na repressão ao protesto dos professores no Paraná. Balas de borracha, cães, bombas de efeito moral, de gás lacrimogêneo, jatos d'água, cassetetes fizeram-nos lembrar a ditadura militar. Vamos torcer para que não haja, dentre os feridos, nenhum desaparecido...

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Tal pai tal filho?

O filhinho não fez a lição de casa como ensinou o papai, o senador e governador José Richa, de saudosa memória, e deu no que deu. Um desgaste dificílimo de ser recuperado.

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Pitbulls

O governador Beto Richa está marcado para sempre pela demonstração de explícita violência em Curitiba. A polícia avançou sobre os manifestantes com bombas e balas de borracha, deixando um saldo de 200 feridos. O uso de cães da raça pitbull para repelir os manifestantes foi como esfarrapar a Constituição. Segundo nossa Carta Magna de 5 de outubro de 1988, "a República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito. (...) A administração pública obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. (...) O direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. (...) É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.(...) É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. (...) Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei. (...) Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. (...) É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. (...) Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independente de autorização, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente". É desanimador testemunhar o tratamento conferido aos professores no Brasil.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

Coincidência

Por estranha coincidência, os dois Estados que estão enfrentando greve de professores com atos de violência, São Paulo e Paraná, são dirigidos por governadores do PSDB. Por que será?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

LULOPETISMO NA ENCOLHA

Dia do Trabalhador

Após a recepção "ruidosa" a seu pronunciamento no Dia da Mulher, em março, a presidente Dilma Rousseff decidiu pronunciar-se apenas pelas redes sociais neste Dia do Trabalhador, sem fazer o tradicional pronunciamento no rádio e na TV. Já é um avanço, pois não precisamos sofrer mais um discurso em cadeia nacional. Meu receio, entretanto, é que continuem as declarações fantasiosas sobre Petrobrás, novos PACs, "pátria educadora", etc. Existe algum aplicativo para panelaço eletrônico?

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

Medo do panelaço

Sugiro que todos os canais de TV monitorem o pronunciamento da presidente pela internet e o ponham no ar imediatamente. Simples!

ANA PRUDENTE

ana_prudente@uol.com.br

São Paulo

Palhaçada

"Cara de palhaço, pinta de palhaço, roupa de palhaço..." (Palhaçada, 1961, autoria de Haroldo Barbosa e Luís Reis, interpretação de Miltinho). Essa bem poderia ser a melodia tema do pronunciamento da atual inquilina do Palácio da Alvorada pelas redes sociais por ocasião do 1.º de Maio. Seria adequada à imagem que petistas e apaniguados concebem da população brasileira, achando que ignoramos que ela foge de outro panelaço caso apareça nas emissoras de televisão.

CLÊNIO FALCÃO LINS CALDAS

clenio.caldas@gmail.com

São Paulo

Lamento

Que pena que Dilma não fará o discurso na TV pelo 1.º de Maio. Seriam promessas tão boas...

ALBERTO LEMOS

diegoseixas@hotmail.com

São Paulo

Chance perdida

Parece que a presidente Dilma (alter ego de João Santana) não tem mesmo nada a dizer no Dia do Trabalho, 1.º de maio, e perdeu a grande oportunidade de contar as "suas" verdades no dia 1.º de abril.

JACOB DORF

jdorf@uol.com.br

São Paulo

Nada a declarar

O Renan tem toda a razão, é lamentável que um presidente não tenha nada a dizer no dia mais importante para o trabalhador. Onde estão o PT e o Lula?

SILVIO LEIS

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

Coração valente...

Coração valente não aparecer no Dia do Trabalhador? O patrono deve estar perguntando: "O que é isso, companheira? Que valentia é essa?". Sugestão: que tal ela pedir ao Lula para discursar em seu lugar? Bem que poderia. Ele é chefe dela e do PT, dito partido dos trabalhadores, e tem muita coisa para explicar a eles. Além de todos os "malfeitos" de que não sabia de nada, um deles foi inventar a "coração valente" para presidente. E esse "malfeito" com certeza ele sabe que cometeu e não pode negar.

SANSÃO JOSÉ DA SILVA

sansao@sansaojsilva.com.br

Uberlândia (MG)

Prévia de 2018

É isso aí, já que Dillma não se aventura a fazer o tradicional discurso via TV e rádio no Dia do Trabalho, com medo do panelaço, por que não passa o cetro ao seu mestre e mentor, Lulla da Silva? Com certeza elle teria uma prévia do que o espera em 2018. Vai, Lulla, fala!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

CORREÇÃO

Ao contrário do publicado no editorial Marta e o PT (30/4, A3), a ex-senadora Marina Silva não foi ministra de Dilma Rousseff. Marina deixou o governo em 2008, no mandato de Lula.

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PRIMEIRO DE MAIO

“Eight hours to work / Eight hours to play / Eight hours to sleep / Eight shilings a day.” Essa quadra embalava as manifestações obreiras em Chicago de maio de 1886, quando foi vertido muito sangue dos que constroem este mundo. Dessa e doutras batalhas medrou o direito do trabalho. Neste Primeiro de Maio, creio ser momento de reflexão de nossos políticos sobre o significado de tal sistema normativo, sem o qual o capitalismo não teria vingado, sobretudo em face de projetos de lei, qual o da terceirização – das atividades-fim, que tramita no Congresso Nacional e cujas consequências muitos dos parlamentares do Brasil século 21 nem sequer imaginam.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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1.º DE MAIO, O QUE COMEMORAR?

 

Desde a juventude tenho acompanhado pela TV o discurso dos diferentes presidentes. Assisti ao dos militares, de um fanfarrão (Fernando Collor), ao de um que dançava conforme a música (José Sarney), ao de um intelectual (Fernando Henrique Cardoso), ao de um ilusionista (Lula) e até mesmo ao de um Pinóquio (Dilma Rousseff). Só não assisti ao de quem gostaria de ter assistido (Tancredo Neves). Este ano, segundo os jornais, não teremos o discurso da sra. Dilma Rousseff neste Primeiro de Maio. Será por que seu marketing não encontra mais justificativas para nos enganar? Ou será por medo da reação do povo? Como a esperança é a última que morre, quem sabe no ano que vem (2016) possamos vê-la na TV nesta data, nem que seja para desculpar-se pelas falcatruas e desacertos de seu governo. Saiba a presidente que piores que a mentira são as convicções, pois, quanto à mentira, um dia a verdade vem à tona, enquanto as convicções raramente são alteradas.

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

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DIGNA DE SER VAIADA

As notícias que antecederam o dia do trabalhador: 1) governo prevê inflação de 8,2%, dólar a R$ 3,21 e PIB de -0,9% neste ano. Alguém acredita? 2) Em mais de duas décadas, Brasil enfrenta a maior desaceleração econômica. E 3) desemprego sobe e renda tem maior queda em 12 anos. Como a grande gerente, em sua humildade e para não se constranger com as homenagens merecidas, peço licença a este espaço para deixar a minha – e, acredito, a de todos os trabalhadores e aposentados: dona Dilma, com nosso “carinho”: “Uuuuuuuuuuuuuuuuuuu!”

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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OS DISCURSOS DE DILMA

A presidente Dilma desistiu de discursar na TV no 1.º de Maio. A inédita ausência seria menos grave do que o desgaste da tradicional presença. Desde 2011, ela aproveita o 1.º de Maio para lançar programas sociais, como o Brasil sem Miséria e o Pronatec, apresentado como uma revolução para qualificar a mão de obra brasileira; e prometer investimentos para o PAC. No ano seguinte, a presidente criticou severamente o lucro abusivo dos bancos. Hoje, o cidadão comum, incluindo a tão alardeada nova classe média, está pagando 220% de juros no cheque especial e 345% (sic) no cartão de crédito. No 1.º de Maio de 2013, Dilma garantiu que não haveria inflação, que nos últimos 12 meses superou os 8%. Em campanha pela reeleição, o Dia do Trabalho de 2014 serviu para Dilma defender a Petrobrás, que já aparecia corroída pelo seu partido desde as primeiras investigações, e para o anúncio de aumento de 10% no benefício do Bolsa Família. O pré-sal, como se sabe, não saiu das profundezas. A presidente Dilma deveria publicar seus discursos pelo menos nos jornais, para pedir desculpas. Assim, ficaria livre de ouvir o barulho das panelas, que já estão sendo polidas para a manifestação deste Dia do Trabalho.

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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NADA DE BOM

Fiquei desapontado. Já dei um polimento na panela para o panelaço previsto para hoje, e os conselheiros da presidente Dilma não querem deixá-la falar em rede de rádio e de TV, por temerem reação semelhante à do pronunciamento de 8 de março, no dia Internacional da Mulher. Será que ela não tem nada de bom para falar para o povo no Dia do Trabalho, mesmo enfrentado o medo do panelaço?

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DE LÓGICA

Se a desculpa dada por Edinho Silva para a covardia de dona Dilma de não falar em público no dia 1.º de maio é a preferência da presidente pela modernidade da internet e das redes sociais, podemos, então, deduzir que as dispendiosas campanhas eleitorais também podem – e devem – ser feitas unicamente por meio desse veículo, o que impediria a gastança desmesurada, a corrupção e a chateação monumental que é a difusão da baboseira pela TV. Outra dedução lógica diz respeito ao pronunciamento da agremiação petista sobre a saída de dona Marta Suplicy: os ilibados membros da agremiação consideram que foi por “ambição eleitoral e personalismo desmedido” que a senadora que “destila ódio” “renegou a própria história e agiu com falta de ética”, “desonrando o mandato”. Podemos, portanto, aplicar esses mesmos julgamentos a outras distintas figuras públicas daquela mesma agremiação, conhecida por sua presença nas páginas do noticiário policial. Ou não?

Marly N. Peres marly.lexis@gmail.com

São Paulo

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FATO

São fatos, não são rumores. Não fala aos operários a presidente eleita pelo Partido dos Trabalhadores!

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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FALAR O QUÊ?

O Fundo Monetário Internacional (FMI) informa que o nosso país tem a mais grave desaceleração em 20 anos... Vai falar o que, dona Dilma? Caladinha.

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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MELHOR SE CALAR

Dilma está certa em não discursar no Dia do Trabalho. O povo não está tão feliz assim para ficar ouvindo presidente.

 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

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ARREGO

Apesar de todos os desmentidos, a “gerentona” Dilma arregou-se toda para não discursar neste 1.º de maio, por medo de mais um panelaço contra ela e seu desgoverno, que gera desemprego, juros nunca antes vistos, queda nos salários, escândalos a rodo, desmandos de sua parte e de seu partidinho falido (PT), STF desmoralizado por suas indicações, etc., etc. e tal. Vamos ao panelaço contra tudo isso, SIM, apesar da covardia de Dilma e de seu PeTulante partidinho.

 

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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ELA MERECE

Uai, ouvi dizer que a “presidenta” Dilma não vai discursar em rede nacional hoje, na comemoração do Dia do Trabalhador Pagador de Impostos. Por que será? Não deve ser por falta de assunto, pois ela poderia falar sobre o aumento da conta de energia, da gasolina, dos alimentos, da inflação, do desemprego e, para finalizar com chave de ouro, ela comentaria o último aumento de 40% sobre o valor das apostas simples da Mega-Sena. Mas, com discurso ou sem discurso, eu vou homenageá-la com um panelaço às 20h30, porque ela merece.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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FALE, PRESIDENTE!

Acho, sim, que Dilma Rousseff deveria aproveitar a solene e tradicional fala presidencial do dia 1.º de maio para pedir desculpas aos trabalhadores que sustentam nas costas este país pelos erros crassos e omissões que caracterizaram o seu primeiro mandato. E lamentar o fato de que 61% das famílias estão com dívidas cada vez maiores – inclusive pela atitude do governo, que, por falta de moral, não tem força para coibir a verdadeira extorsão representada pelas abusivas taxas cobradas pelas instituições financeiras que chegam ao absurdo de 17% ao mês.

J. Treffis jotatreffis@outlook.com

Rio de Janeiro

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ATO DE REPÚDIO

A confusa oratória, aliada ao chulo português, marcas registradas da “presidenta” Dilma, são de arrepiar e virar defunto no caixão. Mas, mesmo assim, não fuja, Dilma, fale ao povo neste 1.º de Maio, dê a ele o gostinho de “panelar”. Não nos frustre de “toar” um panelaço de repúdio ao seu desastroso governo.

Fernando Pastore Junior fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

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MORAL BAIXA

Afinal, o que a presidente Dilma está fazendo no Planalto da Alvorada? Ela não passa de mera decoração. Sua moral está tão em baixa que nem o discurso do 1.º de maio ela vai fazer.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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A NAVE BRASILIS

Afinal, quem é oposição hoje no Brasil? Certamente, não é o titubeante PSDB, que aguarda uma materialidade jurídica que abra caminho para o processo de impedimento da presidente Dilma, algo como o “Elba” de Collor. Nada mais material, no entanto, que o populismo pernicioso e o clima de corrupção instalados durante o governo petista, que arruinaram o País, com consequências nefastas que começam a emergir sob forma de desemprego e inflação, prejuízo equivalente a bilhões de “Elbas” intangíveis. Estará hoje a oposição mais bem representada pelo presidente do Senado, sr. Renan Calheiros, do tentacular PMDB, que, de repente, não se sabe com qual propósito, irrompe com um discurso antisséptico, ao criticar a esquiva presidente Dilma pela sua recusa de se pronunciar pela TV no Dia do Trabalho, qualificando sua atitude de criadora de um vazio, acrescentado ainda que a democracia precisa, sim, ouvir o barulho das panelas? Por outro lado, é possível que a oposição atual esteja mais bem caracterizada pelo declarado opositor a Renan, o camaleônico presidente da Câmara dos Deputados, sr. Eduardo Cunha, também do PMDB, quando brada que o Parlamento deve ser independente e descolar-se do Planalto. Diante desse quadro caótico e indefinido, alguém poderá vaticinar o destino da nave Brasilis?

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PROVAS DESTRUÍDAS

 

Cada vez que era inquirida – muito embora tenha exercido o cargo de presidente do Conselho de Administração da Petrobrás –, Dilma Rousseff se esquivava de dar respostas sobre a perniciosa compra da Refinaria de Pasadena pela estatal brasileira. Notícia alarmante veiculada ontem (30/4) nos informou que grande parte das gravações de diálogos entre os conselheiros administrativos sobre a compra da malfadada refinaria foi destruída. Até o delator Paulo Roberto Costa recebeu propina para não atrapalhar a aquisição calamitosa de Pasadena. Com mais essa estratégia criminosa de destruir vídeos, fica latente de novo que uma quadrilha se instaurou no poder para sugar até a última gota de sangue dos brasileiros.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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BASTA!

A Petrobrás destrói gravações... Estes são os que nos governam... Chega dessa gente!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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POLÍCIA PRENDE, JUSTIÇA SOLTA

O Supremo Tribunal Federal (STF) mais uma vez, a exemplo dos condenados na Ação Penal 470 (mensalão), aplicou um “jab” na ponta do queixo do juiz Sérgio Moro, ao liberar o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, e mais oito envolvidos na Operação Lava Jato para cumprirem pena em prisão domiciliar. Uma ducha de água fria no entusiasmo dos brasileiros, obra dos ministros Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Neste caso, nem foram precisos os embargos infringentes ou pontos fora da curva. Os ministros Celso de Mello e Carmem Lúcia, ao contrário do relator ministro Teori Zavascki, argumentaram que ainda há risco de interferência. O ministro Gilmar Mendes, que com seu voto deu liberdade aos 9 presos, aproveitou para criticar o PT, mas agradou à turma do Planalto. O escritor português Albino Forjaz de Sampaio (1884-1949), em sua obra “Palavras Cínicas”, diz: “A Justiça é uma roda velha que ameaça ruína a cada instante, o dinheiro é o azeite que lubrifica essa roda”. O que o escritor quis dizer com essas “palavras cínicas”?

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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PRISÃO DOMICILIAR

A segunda turma do STF acabou de colocar a pizza no forno. Os empreiteiros envolvidos com a Lava Jato, aqueles que são tão culpados quanto Paulo Roberto, Duque, Youssef, Vaccari e cia., já podem desfrutar do aconchego de seu lar e, com toda a liberdade e assistidos pelos advogados, montar uma estratégia para desfrutarem da pizza produzida pelo STF.

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

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QUE INCÔMODO!

Os empreiteiros vão voltar à boa vida de bons vinhos, caviar e outras coisas boas que o dinheiro pode comprar. Mas de tornozeleira eletrônica, claro!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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‘HABEAS CORPUS’ PROVIDENCIAL

O Supremo Tribunal Federal põe em prisão domiciliar nove empreiteiros da Lava Jato. Até aí, tudo bem, afinal o “habeas corpus” (a expressão completa é “habeas corpus ad subjiciendum”) é uma garantia constitucional. O que torna estranho é a decisão tomada  pela 2.ª turma  do STF pouco depois de ter vazado, propositadamente pelos interessados, a informação de que o chefão da bandidagem e dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, teria ameaçado a elite governante e periféricos com a delação premiada. Esse fato mostraria a cara e jogaria no centro do furacão os dois principais bandidos que comandaram a podridão na Petrobrás, e hoje homiziados um no Palácio do Planalto e o outro, em São Bernardo do Campo. É verdade que todos nós sabemos quem são, só a “Justiça” brasileira faz de conta que não sabe.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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PARA O RALO

Parabéns, ministro Dias Toffoli, seu voto botou na rua o sr. Ricardo Pessoa, da UTC, chefe da quadrilha das empreiteiras, e mais nove ilustres brasileiros! Isso significa que a Operação Lava Jato, deste ponto em diante, vai para o ralo. A inquilina do Palácio do Planalto acertou na mosca quando o nomeou.

Eduardo A. de Campos Pires eacpires@gmail.com

São Paulo

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NEM CHEGARAM À PAPUDA

Muitos dos que foram presos na Operação Lava Jato já voltaram para casa, antes mesmo de conhecer o lado interno do Presídio da Papuda.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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BALDE DE ÁGUA FRIA

Esta famigerada 2.ª turma do STF – falo dos três ministros que dela fazem parte: srs. Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes – frustra os brasileiros de bem, que continuam apoiando o juiz Sergio Moro, a equipe dos procuradores do Ministério Público Federal e os policiais da Polícia Federal que investigam esta tremenda corrupção, em que foram desviados bilhões de reais da Petrobrás. Essa decisão do STF prova que neste país o Judiciário se ajoelha quando o réu é poderoso, já que a prisão não foi feita para os donos do poder. Mais uma vez, o clima de impunidade continua imperando neste país, aumentando, assim, o descrédito da população na Justiça brasileira, que, além de ser lenta, é leniente com esse tipo de réu.

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com

Porto Feliz

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O QUE QUER O STF?

 

É desanimador saber que a justiça via STF soltou nove empreiteiros e está para soltar os demais envolvidos na Operação Lava Jato, mesmo usando as tornozeleiras, uma vez que os crimes são cometidos com as mãos e com a cabeça. É um incentivo a todos os envolvidos para manipular as provas e infernizar a Justiça sem serem importunados. Cabe ressaltar que Lula e a presidente Dilma têm muita influência na mais alta Corte judiciária do País, pois foram ambos que indicaram a maioria dos ministros para ocupar uma vaga no Supremo. O que quer o STF? Desmoralizar os trabalhos da Polícia Federal e do juiz Sérgio Moro?

 

Eugenio de Araujo Silva Eugenio eugenio-araujo@uol.com.br

Caneça (RS)

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PRISÃO PREVENTIVA

O STF deixou de aplicar as letras do Art. 312 do Código de Processo Civil. “A prisão preventiva poderá ser decretada”: 1) como garantia da ordem pública – é óbvio que os prejuízos causados pelo “petrolão” desestabilizaram e continuam a desestabilizar a ordem pública, inclusive a existência do próprio governo do PT; 2) da ordem econômica:  bilhões e bilhões surrupiados dos cofres públicos desestabilizaram a ordem econômica e popular, o preço de combustíveis e o custo de vida do brasileiro; 3) por conveniência da instrução criminal: é óbvio que as chances dos acusados contribuírem com delações premiadas contra os principais responsáveis pelos desmandos diminuíram com a liberdade; 4) ou para assegurar a aplicação da lei penal: exemplos são casos Bizolatto e o do banqueiro Cacciola, que fugiram, entre outros, quando o STF concedeu-lhes a liberdade, contribuindo para que os condenados fugissem. 5)  quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.   

Edenilson Meira merojudas@hotmail.com

Itapetininga

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DEU CERTO

Ricardo Pessoa ameaçou revelar quem era o “chefe” do esquema do petrolão. Deu certo. O STF soltou os empreiteiros. Salvou o “chefe” de se ver apanhado na rede de corrupção, bem como a pele dos outros envolvidos. Valeu, meritíssimo juiz Sérgio Moro! Valeu, Polícia Federal! Esses valorosos servidores foram ao limite de suas forças. Perde o País. Perdem os cidadãos de bem. Ganham os arautos da discórdia e da corrupção. Só o povo para corrigir essa barbaridade! O último ministro indicado ao STF “era” petista.

Paulo Roberto Farat prfarat@gmail.com

Praia Grande

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QUAL A JUSTIÇA LEGAL E VERDADEIRA?

O juiz de primeira instância manda prender; o TRF mantém a prisão, o STJ ratifica e mantém a prisão, e, então, os falsos deuses do Supremo mandam soltar. Afinal, que tribunal está certo perante a lei? Em que tribunal está o tal falado “notório saber”? Na verdade nua e crua, vale o que os poderosos e os grandes advogados sempre falam: “Manda para cima, que lá nós resolvemos”.

Carlos Silva catssilva1000@gmail.com

São Paulo

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O PAPEL(ÃO) DO STF

É, no mínimo, suspeita a certeza de que qualquer brasileiro saiba de antemão o veredito do Supremo Tribunal Federal. Hoje, infelizmente, a imparcialidade que revalidava nossa esperança já não existe mais.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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LAVA JATO

A banalização do crime de corrupção da Petrobrás e a “overdose” de matérias sobre os empreiteiros e suas prisões preventivas mantêm fora do foco a presidente Dilma e o ex-presidente Lula, sob meu ponto de vista, os maiores responsáveis pelos crimes cometidos contra a Petrobrás. O povo só se interessa pelos verdadeiros chefes e cabeças, assim como só valoriza o primeiro lugar na Copa do Mundo de futebol: o vice-campeão não vale nada. O STF facilitou a vida dos empreiteiros e colocou-os em casa com a tornozeleira eletrônica. Essa pseudoprisão não adianta nada. Os empreiteiros farão tudo o que o poder de seu dinheiro oculto poderá fazer para livrá-los do cárcere. Desta forma Dilma conserva um curativo na ferida que estanca seu sangramento contínuo. O impeachment perde força e dificilmente acontecerá, exceto se o processo da Lava Jato ou, quem sabe, se a senadora Marta apontar algum fato novo que envolva diretamente a presidente.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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HISTÓRIA DE FRACASSOS

Com o balanço da Petrobrás, reafirmou-se a história de fracassos da gestão de Lula e Dilma. Desperdícios, acúmulo vultoso de perdas materiais, projetos de refinarias inviáveis ou paralisadas por enormes irregularidades – gerando mais prejuízos e desemprego –, esquema arquitetado para roubar a estatal, um gerenciamento pífio, tudo ali, ó, enquanto Dilma chefiava seu conselho de administração. Consentimentos, assinaturas mandando prosseguir com os maus negócios. A gerentona, a prometida do Lula para ser a mãe dos pobres e oprimidos, hoje pode ser apontada como a responsável pelos dias amargos que o povo brasileiro já está tendo pela frente. Impopular ao ponto de não poder sair à rua porque é vaiada, nem aparecer em rede nacional, com consequente panelaço. Os erros do primeiro mandato acabaram com a economia, e a prática de pedaladas fiscais a fizeram mais uma vez incorrer em crime de responsabilidade. Maquiagens fiscais, escondeu-se de sua incompetência enquanto pôde, até se reeleger. Mentiu para o povo. Não, não é ódio. Não é querer terceiro turno. É coerência. Os fatos fazem com que queiramos Lula e Dilma bem distantes do Planalto, pois seu modo de ser e de governar não fez bem ao Brasil.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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TORRANDO DINHEIRO

Qual o sentido de, na noite do dia 30/4, o Ministério da Educação tranquilizar os interessados no Financiamento Estudantil (Fies), informando que o prazo de inscrição vai até o dia 30/4? E, para melhorar o conteúdo da mensagem, a afirmação de que serão priorizados cursos com qualidade. Ora, o contrário seria um verdadeiro espanto. Nunca antes se torrou dinheiro com tanta despreocupação.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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GREVE E VIOLÊNCIA NO PARANÁ

Lamentável que o governador Beto Richa (PSDB) tenha deslocado centenas de policiais militares do interior do Paraná para intimidar com a força pública o movimento de greve dos professores da rede pública de ensino do Paraná. Greve e manifestações populares são legais e constitucionais. Além de tratar nossos professores como se fossem bandidos, ainda os impede de adentrar a Assembleia Legislativa local, que os próprios deputados chamam de “Casa do Povo”. Professores e servidores precisam ser tratados com respeito e dignidade, e conceder os direitos trabalhistas, previdenciários e sociais é o mínimo que se espera do governo do Estado. Ainda me referindo à ação policial, nossos policiais aqui, de Curitiba, e de todo o Estado são tão mal preparados que dá a impressão de que o secretário de Segurança Pública se aproveita de manifestações e de protestos para jogar toda a polícia, com helicóptero, caminhões de jato de água e toda estrutura e parafernália (diga-se de passagem, sucateada) para usar a massa de professores como cobaia para supostos treinamentos militares em ações de repressão. Pois é isso ao que nós, curitibanos, lamentavelmente assistimos no centro cívico, defronte da “Casa do Povo”: muita repressão e excesso da força pública contra os fracos, indefesos e injustiçados professores do Estado do Paraná.

Célio Borba borba.celio@bol.com.br

Curitiba

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PM TRUCULENTA

Patética e covarde a novidade da Polícia Militar do Paraná, jogando pitbulls contra manifestantes. Recordo-me de que, na época das Diretas-Já, fizeram o mesmo com políticos liderados por Ulysses Guimarães. Um escárnio que o bom senso não pode tolerar. Se a moda pega, mais uma vez o Brasil será motivo de críticas, também, no exterior.

Vicente limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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GOVERNADOR COVARDE E AUTORITÁRIO

Diferentemente de seu pai, Jose Richa, que foi um dos maiores governadores do Paraná, que mais valorizou os professores e que, junto com Jaime Canet Junior, os que mais construíram escolas no Paraná, seu filho, o hoje governador Beto Richa, passa para a História com uma gestão marcada por nepotismo e compadrio, comparada aos ditadores que se apropriaram do poder usando o povo como massa de manobra. Foi uma barbárie o que aconteceu na quarta-feira, justamente na Praça Nossa Senhora de Salete, quando autorizou a Polícia Militar do Paraná a bater, atirar e prender os professores e funcionários públicos estaduais que estavam defendendo seus direitos no sentido de evitar que o Estado lance mão dos recursos da Paraná Previdência, já que está em dificuldades financeiras. Saldo da tragédia: 213 feridos, dezenas de pessoas atingidas por balas de borracha e gás lacrimogêneo. E, o que é pior, alegou que havia black blocs infiltrados. Lego engano, ali estavam os heroicos professores e funcionários públicos defendendo seus direitos. Senhor governador, terminou ali sua carreira política.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com

Curitiba

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GREVE DOS PROFESSORES

A população deveria pedir o impeachment dos governadores que mandam a polícia atirar balas de borracha e lançar gás lacrimogêneo contra professores. Toda manifestação de classe é um ato político, mas suas causas legítimas não podem ser ignoradas.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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BARBÁRIE CONTRA PROFESSORES

Assistimos a uma violência extremada da polícia do Paraná, comandada pessoalmente pelo governador tucano, que, a exemplo de São Paulo, distribui o vale-gás aos professores. Para os professores, vale-gás de pimenta, muita bala de borracha e muita porrada distribuída como motivação para um Estado que já foi rico e exemplar, e hoje está falido por conta dos altos salários e mordomias que não são de professores.

Luis S. Fonseca lcsfonseca9@gmail.com

São Paulo

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COVARDIA

Assim é o Brasil... Em Curitiba, a Polícia Militar colocou nas ruas cães para combater os professores que estavam defendendo seus direitos trabalhistas. Em Brasília, o Supremo Tribunal Federal (STF), por meio dos ministros Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, determina que réus evolvidos nos desvios de bilhões da Perobrás cumpram penas em regime domiciliar. Covardia em ambos os casos, é o que o povo pensa.

 

Leônidas Marques  leo_vr@terra.com.br 

Volta Redonda (RJ)

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KARL MAX, O CAPITALISTA

A prisão de Karl Max, jovem de classe média carioca, acusado de tráfico de drogas, chamou a atenção não só pelo seu nome, mas por sua declaração: “Apesar do nome, sou capitalista”. Somos efetivamente o país da piada pronta.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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PARTIDO COMUNOBANDIDO?

Dilma estuda medidas contra Indonésia (29/4, A1 e A11) por executar traficante brasileiro segundo sua lei local. A Indonésia é um país amigo e cliente dos exportadores brasileiros, dando trabalho a inúmeros trabalhadores aqui, mas os principais, para Dilma, são dois traficantes. Os atos humanitários de seu partido restringem-se a ditadores e bandidos. O PT e Lula-Dilma dão, assim, o último ponto, com nó, em sua confissão de professar partido comunobandido? Se não fosse assim, teriam de, antes, lamentar as mortes de milhões de opositores por Stalin e de milhares de opositores por Fidel Castro, como fazem os demais países que são contra a pena de morte e contra as ditaduras atuais, em lugar de venerar os atuais autocratas russo e cubano. E teriam de, antes, estudar medidas contra prisão e cassação de cargos e direitos políticos de opositores venezuelanos segundo a lei hegemônica local – que, aliás, almejam implantar no Brasil. Que voltem atrás enquanto é tempo, para eles e para nós.

Suely Mandelbaum  suely.m@terra.com.br

São Paulo

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EXECUÇÃO NA INDONÉSIA

Apesar de todos os esforços, o segundo brasileiro foi executado por um governo que não tolera o narcotráfico. Há, por parte do governo brasileiro, um inconformismo, e tenho certeza de que este inconformismo não se dá pela morte do traficante brasileiro condenado, mas, sim, pelo fato de um presidente (com moral) não acatar os apelos de sra. Dilma. Digo isso porque nossa “presidenta” não gosta de ser contrariada. Se a sra. Dilma estivesse realmente preocupada com estas duas vidas que se foram, não faria o que está fazendo com 200 milhões de brasileiros. Ela, sim, tem condenado sem clemência e piedade toda uma nação, imputando-nos uma conta muito alta pelos devaneios e roubalheira de seu partido e de seu mentor.

Everson Rogério Pavani roger.advog@gmail.com

São Paulo

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TRAFICANTES NO BRASIL

Se o (des)governo do Brasil implementasse, através dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, a pena de morte no País, ao invés de deblaterar e mostrar-se falsamente indignado com a execução do traficante Rodrigo Gularte pela Indonésia, certamente os traficantes de drogas, hoje locupletando as instituições prisionais tanto para maiores quanto para menores, hesitariam em exercer tais atividades. Certamente o País seria mais pacífico e livre de tais malfeitores.

João Henrique Green Short jhgshort@gmail.com

São Paulo

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CHUVA NO MOLHADO

Tirar a vida de qualquer ser é sempre triste. O recente fuzilamento de dois brasileiros na Indonésia comprovam isso. O movimento mundial foi grande, os apelos de nosso governo, insistentes, os “direitos humanos” se manifestaram fervorosamente. Há, no entanto, uma fórmula simples de evitar essas mortes. É só conhecer as leis do país e obedecê-las, e esta deveria ser a palavra maior de nossa presidente. Acho que estou chovendo no molhado, pois respeito  as leis e o incentivo à educação não é o forte de nossos dirigentes. Acredito que o mundo ficaria livre dessas preocupações e os “direitos humanos” nem precisariam existir como instituição.

Valdir Pricoli cambuci@yahoo.com

São Paulo

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A VIDA DE UM BRASILEIRO

Nada mais resta ao Brasil senão romper relações diplomáticas com a Indonésia. Trata-se (ou se tratava) de um cidadão brasileiro. Não importa se um bandido, uma prostituta ou um presidente da República.

Helio Teixeira Pinto helio.teixeira.pinto@gmail.com

Rio de Janeiro

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CUIDEMOS DO NOSSO QUINTAL

Dilma está estudando medidas contra o governo da Indonésia, pelo fuzilamento de traficante; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, lamentou que dois brasileiros traficantes foram fuzilados e “nós não podemos fazer nada”; Dilma e Eduardo Cunha! no Brasil foram fuzilados no Rio de Janeiro um policial militar em 27/4, terça-feira; em 28/4 um policial militar foi fuzilado em São Paulo, na descida para o litoral; ambos trabalhadores, defensores da sociedade, protetores de cidadãos de bem, e fuzilados por bandidos. Pergunto: Dilma e Eduardo Cunha, onde está sua indignação? Onde estão seus gritos de revolta? Em que canto deste país está a bandeira da revolta a ser empunhada contra execuções perpetradas por traficantes contra cidadãos de bem? Vamos cuidar do nosso quintal para não termos mais Tim Lopes e outros brasileiros assassinados por traficantes.

 

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

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RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS

Se para a presidente Dilma a execução do brasileiro e traficante de drogas Rodrigo Gularte, na Indonésia, foi  um “fato grave” que poderá afetar as relações entre os dois países, por que a relação do Brasil com Cuba ainda permanece às mil maravilhas, se 17 mil opositores a Fidel Castro foram executados no “paredón”?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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NOSSOS CONDENADOS

O governo brasileiro fica tentando interferir nas execuções dos condenados brasileiros na Indonésia. A pena de morte para o crime de tráfico de drogas está na lei da Indonésia, portanto o governo brasileiro não tem de querer interferir nesse assunto. Pelo contrário, por que não segue o exemplo de lá? O governo brasileiro deveria se preocupar com as pessoas que estão condenadas à morte esperando por atendimento no SUS aqui, no Brasil, e não com os criminosos que estão lá. Cumprimento a Indonésia, pelo cumprimento de suas leis.

Marcelino Henrique Schnetzler marcelinohenriqueschnetzler@yahoo.com.br

Rio Claro

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FATOS GRAVES

Com relação à execução do brasileiro na Indonésia por tráfico de drogas, o governo brasileiro disse que a execução era um fato grave. Fato grave? Fato grave é o cidadão procurar um hospital ou posto de saúde e não ser atendido ou por falta de médicos ou por falta de condições do hospital. Fato grave é a criança ir à escola e voltar por falta de professores, ou falta de merenda ou não ter aulas porque a escola não tem condições. Fato grave é o cidadão não ter um transporte público decente. Fato grave é não termos segurança pública, etc. Há mais situações que caracterizam “fato grave”, mas, se fosse numerá-las, o espaço seria pequeno. O governo brasileiro nem deveria se intrometer nas questões internas de outro país. Se aqui passam a mão na cabeça de traficante, é outra coisa. Já que a presidente Dilma pediu pela vida do brasileiro, por que não tomou o lugar dele?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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GRÃO DE AREIA

Eu até acho errada a execução por tráfico na Indonésia, mas não podemos nos esquecer dos brasileiros que são executado diariamente nos nossos hospitais por falta de recursos desviados pelos políticos (mensalão, desvios na Petrobrás, etc.). Nisso a nossa presidente devia se empenhar, pois depende dela a solução. O que aconteceu na Indonésia é somente um grão de areia perto das mortes que assolam o nosso povo aqui mesmo.

Elie Kondi elikondi@yahoo.com.br

São Paulo

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RETALIAÇÃO

Aviso ao presidente indonésio Joko Widoto: cuidado, vamos retaliar, enviando vários sindicalistas petistas para vocês.

Adilson Pelegrino gumerci@terra.com.br

São Paulo

 

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