Fórum dos Leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

03 Maio 2015 | 02h03

Que medo...

Lula berrou aos perdigotos - em seu discurso no palanque da CUT neste 1.º de Maio - que a elite tem medo da volta dele à Presidência da República em 2018. Lógico! E não só a elite, mas todos os brasileiros de bem. Pois com Lula virão outro mensalão, outro caso dos Correios, mais aloprados e dólares na cueca, outra Rosemary (aquela amiga íntima das 28 viagens com ele para o exterior), novo PeTrolão, mais empréstimos vultosos a perder de vista para os bolivarianos e para republiquetas com ditaduras assassinas da África, no mínimo. Portanto, temos medo, sim, da volta dele e de tantos casos escabrosos. E da sua ladainha de que nada sabia! Poupe-nos de um segundo achaque, falindo de vez o Brasil.

ANTÔNIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Medo não, pavor!

Não é a 'zelite' que tem medo da volta de Lula, é a classe média. Aliás, medo, não, pavor! Porque é a classe média que paga as contas das bravatas dele, das idiossincrasias da sua presidenta e das falcatruas do seu partido.

MAURO LACERDA DE ÁVILA

lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo

Masoquismo

Ainda no mesmo ato da CUT em São Paulo, Lula disse que a elite é masoquista. Ora, ora, e ele não é elite? Pelo visto, não. É, deve estar morando muito mal, passando necessidades, sujeitando-se a tratamento no SUS, usando transporte público... Enfim, virou povão, é isso? Mas é muito cínico!

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

PETROLÃO

Áudios explosivos

Os áudios das gravações do Conselho de Administração da Petrobrás foram destruídos. Frustram-se as investigações do Tribunal de Contas da União e da CPI. Esses áudios poderiam comprovar o que se passou, por exemplo, na reunião em que foi deliberada a compra da usina de Pasadena, destacadamente a participação de sua então presidente, Dilma Rousseff. Nitroglicerina pura. Esse é o sombrio teatro político brasileiro.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Explicando o inexplicável

Um dos principais motivos da prisão preventiva dos empreiteiros da Operação Lava Jato foi não atrapalharem o andamento do processo investigatório, seja coagindo testemunhas, combinando entre eles o que falar ou desaparecendo com documentos e provas. O ministro Teori Zavascki, do STF, ao tirá-los da prisão argumentou, entre outras coisas, que não via mais perigo de os réus atrapalharem o processo. Goste-se ou não, é uma visão dele. Agora, se Teori não via mais perigo de aquelas santas criaturas atrapalharem o processo, por que as proibiu de se comunicarem entre si? São essas toscas contradições que nos fazem desacreditar no Judiciário e crer que no STF tudo é um jogo de cartas marcadas comandado pelos poderosos, quer sejam políticos ou empresários.

PERCY M. CASTANHO JUNIOR

percy@clubedoscompositores.com.br

Santos

Decepção

O ministro Marco Aurélio Mello declarou que o povo brasileiro está decepcionado com a soltura dos empreiteiros. Sr. ministro, o povo já está acostumado com a (in)Justiça brasileira, nem se ilude mais.

GERALDO MACIAS MARTINS

maciasfilho@hotmail.com

Catanduva

Prisão domiciliar temporária

Mas a primeira prisão em regime fechado os corruptos nunca esquecem.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

No forno

E a massa da pizza começou a assar... Afinal, que motivo tinham para estar presos? Roubar uns míseros bilhões de dólares não pode deixar ninguém na cadeia, né?! Como sempre, a "Espalha Jato" vai prender uns dois ou três elos fracos da corrente e estamos conversados. Porque limpar, que é bom, nada!

CLAUDIO BERTOLUCCI

claudio_bertolucci@yahoo.com.br

São Paulo

Cheiro no ar

A Procuradoria-Geral da União quer engessar a Polícia Federal. Parece que os federais estão chegando muito perto e incomodando o pessoal lá de cima, por isso, a Procuradoria-Geral quer paralisar toda a Operação Lava Jato. E o STF tem feito o jogo do Planalto. Já sentimos cheiro de pizza. Independência para a Polícia Federal já!

ROBERTO REIS

roberresp@uol.com.br

São Paulo

Jeitão

Enquanto na Polícia Federal a operação é denominada Lava Jato, no STF aparelhado muda de nome para Leva Jeito (de pizza). Coisas de Brasil petralha.

RENATO OTTO ORTLEPP

renatotto@hotmail.com

São Paulo

Conveniência

Parece muito oportuna essa briga da Polícia Federal com o Ministério Público. Com isso e apesar disso, o ministro Zavascki suspende temporariamente (ad aeternum?) o andamento de 29 inquéritos sobre participação de políticos na corrupção na Petrobrás. Só vale investigar e punir empreiteiros, alguns doleiros e quatro dirigentes da Petrobrás?

ULYSSES FERNANDES NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

STF

Respeitável público

Indicado por Dilma para a vaga de Joaquim Barbosa, Luiz Edson Fachin antes mesmo de ser sabatinado no Senado já faz costuras com os senadores dizendo que é contra transformar em espetáculo os julgamentos do Supremo. Ora, mostrar ao povo os julgamentos, além de ser uma verdadeira aula de justiça e conhecimento erudito, é importante para que S. Exas. conheçam o pensamento da opinião pública. E esta deve ser ponderada em sua consciência na hora de proferir o voto, pois o povo não pode ser desprezado como sendo apenas uma massa ignara.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Cor da toga

Data maxima venia, a pergunta da hora é: qual a cor da toga que o 11.º ministro do SPTF, Luiz Edson Fachin, usará nos julgamentos, preta ou vermelha?!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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PODERES FORA DE SINTONIA

Renan Calheiros (PMDB), presidente do Senado, perdeu o Ministério do Turismo para Eduardo Cunha (PMDB) e reagiu imediatamente contra Dilma Rousseff, afirmando que é ridículo a presidente não fazer um discurso de Primeiro de Maio na TV e nas rádios, por não ter o que falar e por medo do panelaço, e que essa inércia do governo o enfraquece. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, menospreza o PT em jantar com aliados, depois nega que falou e, finalmente, confirma a crítica e pede desculpas ao partido. Renan e Cunha não se entendem. Portando os Três Poderes constituídos da República, estão em completa falta de sintonia. Enquanto isso, “elle”, o grande líder ex-presidente Lula, some de novo, pois sabe quando a barra está pesando. Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, está parecendo o edifício balança, mas não cai. Se tudo isso não é motivo para o impeachment, o que mais tem de acontecer neste samba do crioulo doido?

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

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SEM SAÍDA

Com um Senado comandado por Renan Calheiros e um Congresso nas garras de Eduardo Cunha, só no resta rezar.

Celia H. Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

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DILMA ROUSSEFF DESMORALIZADA

Sem moral para governar, dona Dilma Rousseff é protagonista de gozação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) – que disse ser “ridículo” a presidente não fazer o tradicional discurso em rede de rádio e de TV no dia 1.º de Maio – e do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). É o fim de tudo.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

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QUEM É O PRESIDENTE?

“Nós temos de dizer em alto e bom som dentro do PT para a presidente Dilma ouvir qual a política que vamos colocar em prática.” Até ouvir essa frase, dita pelo ex-presidente Lula, eu pensava que Dilma Rousseff era a atual presidente.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                    

Rio de Janeiro

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GOVERNABILIDADE

Um presidente da República que não consegue dialogar com seu Congresso e pede que o vice faça essa função, que não vai à mídia falar com seus cidadãos por medo de vaias, tendo um mínimo de bom senso, pediria a renúncia. Não há condições de governabilidade!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 

São Paulo

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À ALTURA DA PAPUDA

Michel Temer reage a Renan: “País precisa de políticos à altura dos desafios”. Realmente, os atuais estão à altura da Papuda. A podridão no Congresso Nacional somada à promiscuidade com o Poder Executivo atingiu o limite do tolerável. A fossa entupiu.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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DO QUE O BRASIL PRECISA

“O Brasil precisa de políticos à altura dos desafios”, disse Michel Temer, vice-presidente da República e responsável pela articulação política do governo Dilma. Faltou dizer que o Brasil precisa desesperadamente de políticos honestos, de boa-fé e que saibam ler, escrever e fazer contas, para, aí, sim, tirar o País do pesadelo em que essa tigrada que está no poder nos colocou.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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ENTRE OS PODERES

Por que será que no Brasil um presidente, para governar, precisa com o Legislativo negociar? Executivo é para executar, Legislativo é para legislar, e não para atrapalhar.

  

Aldo Matachana Thomé aldo@projex.com.br

Ourinhos

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A TRANSFORMAÇÃO DO PT

Quem diria que o PT, que se dizia o partido político mais ético do Brasil, um dia iria protagonizar os maiores escândalos de corrupção do planeta, tendo grande parte de seus líderes na cadeia? Quem diria que o PT, que se dizia “dos trabalhadores”, iria lutar ferozmente para restringir alguns dos direitos dos trabalhadores, duramente conseguidos em décadas de lutas? Quem diria que o PT, que era contra qualquer tipo de privatização, iria mudar de ideia e resolver privatizar tudo o que for de interesse do capital, que um dia ele jurou combater? Quem diria que o PT, que disse que combateria a especulação financeira, iria transformar o Brasil em um paraíso para que as grandes empresas ganhassem dinheiro fácil, sem correr nenhum risco? Quem diria que o PT um dia teria entre seus aliados políticos do naipe dos Sarney, Maluf, Renan Calheiros, Romero Jucá, Collor de Mello e tantos outros? Quem diria que o PT um dia abandonaria os aposentados, dando-lhes reajustes cada vez menores, para que padeçam na vala da indigência? Pois é, PT, quem te viu e quem te vê...

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com

Eldorado

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O SISTEMA PT ENTROU EM FALÊNCIA

O presidente do PDT, Carlos Lupi, partido aliado do governo, afirmou que o PT exagerou no roubo, que o Bolsa Família é para manter a miséria, e os aliados não querem ser um rato do porão do navio quando entra a primeira água. Senhor Carlos Lupi, o senhor está equivocado, o PT não exagerou no roubo, pois somente com essa quantidade de propina conseguiria se manter no poder com todos os erros grosseiros do governo Dilma. A estrutura que o PT criou para isso, e que necessita de muito dinheiro, é que permitiu a reeleição de Dilma. Somente no balanço da Petrobrás temos R$ 6 bilhões reconhecidos, mais outros R$ 16 bilhões de má administração, e, sr. Lupi, não é só lá que o roubo e a má administração acontecem. Tampouco o gasto no Bolsa Família não é só para manter a miséria, mas também para garantir 40 milhões de votos ao PT, sem os quais Dilma não venceria ninguém. Finalmente, sr. Lupi, apesar de não querer o senhor, o sr. Lula e outros estão, sim, abandonando o navio que vaza água por todos os lados, com Dilma praticamente falida e falando besteira sempre que poderia se calar.

 

Carlos Afonso de Negraes Brisolla carlos.brisolla@terra.com.br

Vargem Grande Paulista

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CARA DESLAVADA

Quando leio as declarações do ex-ministro do Trabalho de Dilma sr. Carlos Lupi, presidente do PDT, partido aliado do governo, dizendo que o PT exagerou nos roubos, só nos resta lembrar de um dito popular: “o roto falando do esfarrapado”. Sim, porque o partido que o sr. Lupi preside é tão responsável quanto o PT no que diz respeito ao desvio do dinheiro público, pois usufruiu de toda a bandalheira patrocinada pelo partido, que, agora, com a maior cara lavada, vem a criticar com um único objetivo político: deixar o governo após o clamor das ruas. Não pretendemos, jamais, eximir o PT de sua responsabilidade pela roubalheira que ocorreu (a ainda ocorre) no País, mas ouvir as declarações “inocentes” do sr. Lupi, com a maior cara deslavada, é no mínimo considerar as pessoas de bem alienadas e imbecis. É típico da maioria da classe política brasileira.

Roberto Luiz Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

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‘ROUBAR, SÓ NA MEDIDA CERTA’

Em referência ao editorial de terça-feira (28/1/2015), intitulado “Roubar, só na medida certa”, já é passada a hora em que circunstância qualquer fora o “delito em si” deve ser mesurada. Nem sequer considerada. Isso é noção cívica. No caso de o próprio presidente de um partido político lesar a União, este é um criminoso. Ponto final. Quem quer saber de partido? Para quê? Não podemos permitir que o debate se desvie da noção cívica tão sonhada por nós, brasileiros, e que muitos de nós invejamos diante de outros modelos patrióticos populares mundo afora. É não crescer.

Riccardo Medugno riccardomedugno@hotmail.com

Campinas

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GOVERNO DILMA

Então uma presidente da República que não pode aparecer em público, demanda obrigações para os ministros e já não tem diálogo com o Congresso e o Senado, o que essa oposição está esperando para dar uma reviravolta em tudo isso, já que tem o apoio em massa da população.

Wagner Monteiro wagnermon@ig.com.br

São Paulo

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O FIM DA LINHA

A presidente Dilma Rousseff, negando-se a fazer o pronunciamento do Dia do Trabalho em rede de rádio e TV, como comandante deste barco chamado Brasil, por medo de levar mais um panelaço, mostra que não quer assumir sua responsabilidade pelos grandes erros cometidos por sua total incapacidade política e funcional no comando do País. Na verdade, quem deveria sair de seu esconderijo e vir a público dar satisfação a seus eleitores e aos demais brasileiros seria o senhor e mentor Lula da Silva, que pespegou uma candidata que não tinha o menor perfil de “gerentona” para um cargo de tanta responsabilidade. A melhor providência, diante da situação vigente, seria a presidente jogar a toalha e entregar a faixa.

Leila E. Leitão

São Paulo

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SEM CONDIÇÕES

Se um papa renunciou ao se julgar incapaz, por que Dilma não pode renunciar também?

Paulo Ferreira de Souza Filho pfsf04@globo.com

São Paulo

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O CRIME E O IMPEACHMENT

 

A Procuradoria da República analisa a possibilidade de ocorrência de crime nas pedaladas fiscais realizadas pela equipe econômica anterior, retardando repasses a bancos como forma de apresentar resultados financeiros. O Tribunal de Contas da União (TCU) insistiu na criminalidade dos procedimentos. Temos, então, que o requerimento de impeachment da presidente com base nas referidas pedaladas é viável e pertinente, somando-se a tais delitos a omissão de diligência de dona Dilma nos casos da Petrobrás, com providências tomadas exclusivamente pela Polícia Federal, por meio da Lava Jato. Tentar evitar o processo de impeachment é o mesmo que tentar tapar o sol com peneira, porque as evidências sempre retornam.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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NÃO É HORA DO IMPEACHMENT?

A base legal que alguns juristas dizem não existir para fundamentar o impeachment da presidente se concentra mais na ausência de clima político do que fatos concretos, como a deterioração da economia em geral, seguida de uma corrupção incontrolável, já que arruinou a Petrobrás e promete acabar com outras empresas ainda não contaminadas pelo lulopetismo. A dúvida que fica é: será que para os nobres políticos só existiria clima para o impeachment quando o Brasil estiver irremediavelmente destruído sob o comando desta turma que, além de empobrecer a Nação com desvios sistemáticos de verba pública trazendo a inflação de volta, ainda querem nos impor uma democracia ao estilo Venezuela, com uma irremediável queda rumo ao abismo?

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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SERIA MELHOR PARA O BRASIL

Tantos movimentos os políticos e a opinião pública estão fazendo para o impeachment de Dilma que é uma perda de tempo e energia que poderia ser mais bem usada. Dilma deveria encarar a realidade que ficou evidente, por muitos motivos, principalmente a sua reeleição ter sido fraudada. Evidente, também, que institutos de pesquisa eleitoral forjarem resultados. A comprovação disso tudo foi a verificação, após eleições, da baixíssima aprovação dela e de seu governo pela população. Até Lula teve uma queda importante de popularidade, e não se elegeria. Nessas condições, Lula e comparsas falam em governo socialista (comunista), “exército do Stédile” e outras idiotices cujas consequências são manter a população preocupada com o futuro do País, dado que as ligações de nossos líderes com Castro, Maduro, Morales demonstram que o projeto do PT é a construção, aqui, de uma Venezuela, e não de um Canadá, como gostaríamos. Com essa situação, em que não há futuro para a presidente, completamente desmoralizada e desgastada que está, ela poderia deixar o governo de uma maneira suave, interrompendo as manifestações contrárias em jornais e, principalmente, na internet, onde recebe impressionante volume de xingamentos. Perdeu-se completamente o respeito pela presidente. Ela não pode sair a lugares públicos, onde recebe ameaças, e até aparecer na TV – seu discurso de Primeiro de Maio nas rádios e nas TVs não foi feito, diante de um prometido vastíssimo panelaço por todo o Brasil. Por que lutar contra, ser ofendida e não ter mais poder de governar totalmente, dado que setores como a economia não mais dependem de sua opinião? Seu apoio não existe também no Congresso. Em vez de manter esse clima prejudicial ao País, Dilma deveria renunciar. Finalmente, faria algo bom para o Brasil. A energia gasta em xingá-la poderia ser aproveitada em algo mais útil.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

Apenas para lembrar que, no ano de 1993, a Assembleia-Geral das Nações Unidas proclama o dia 3 de maio como Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Em contraposição, aqui, no Brasil, após 2.042 dias, a liberdade de imprensa ainda não é livre, como é o caso do nosso “Estadão”.

     

Huagih Bacos Huagihbacos@silver.com.br

São Paulo

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HÁ GERAÇÕES

Meu bisavô, Antônio Bortoluzzi, andava dez quilômetros diariamente para ir de seu sítio até a cidade para buscar o “Estadão”. O jornal continuou sendo companheiro da família nas gerações que se seguiram. Hoje, no mesmo sítio onde ele morava, recebo pela primeira vez o “Estadão”, exemplar digital, sem ter de colocar os pés fora de casa. Gostaria que ele pudesse presenciar isto: não apenas o avanço tecnológico, mas o fato de ainda partilharmos o mesmo jornal e, acredito, as mesmas opiniões.

Cláudio Aranda machado100@hotmail.com

Álvares Machado

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CORREÇÃO DE RUMO

O Brasil está na rota do crescimento econômico, afirmou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. É indiscutível o crescimento da inflação, do desemprego, da inadimplência, da desaprovação do governo do PT, da insatisfação do povo, da tributação, da violência, do número de partidos políticos, do silêncio da presidente Dilma, da insolvência das empresas brasileiras, do desprestígio do País no mercado externo, da desonra diante de tanta corrupção, da depreciação do real, da falta de diretriz do governo, das demissões de ministros e da ineficiência gerencial do governo. Nobre ministro Levy, corrigir a trajetória é improrrogável e imperativo.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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AJUSTE FISCAL ‘MEIA BOCA’

 

Após a ofensiva de Joaquim Levy no Legislativo, tudo faz crer, o ajuste fiscal passará, todavia, mitigado, tipo “meia boca”, para que o Congresso Nacional evite maiores desgastes políticos. Como resultado, haverá uma economia bem inferior à prevista inicialmente, quando o plano de Joaquim Levy foi lançado. Dada, todavia, a imperiosa necessidade de obter um superávit primário da ordem de 1,2% do produto interno bruto (PIB) – que, aliás, é pouco ante a necessidade de estabilização da dívida pública –, e considerando que a economia a ser efetivamente obtida após o “filtro” do Congresso seguramente será insuficiente, vai haver necessidade de levantar recursos de outras fontes para que se atinja aquele 1,2% prometido. Temos, assim, a seguinte situação: a) Dilma não cogita restringir os gastos do Executivo e tampouco diminuir o número de ministérios; b) o Legislativo torce o nariz para o aumento de tributos; e c) os trabalhadores já estão nas ruas protestando contra a supressão de “direitos” e não há espaço político para novas investidas nesse terreno. Fica, assim, a questão: quem, enfim, vai pagar essa conta, sr. ministro?

 

Silvio Natal  silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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A CARNE ERRADA

Ajuste fiscal visa a crescimento e governo corta na “carne”, afirma Joaquim Levy. Olha que eu conheço carne, ministro, e isso é carne de brasileiro!

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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PEDALADAS FISCAIS NA PETROBRÁS

Em menos de um mês, o prejuízo de R$ 88 bilhões declarado por Graça Foster na CPI da Petrobrás “encolheu” magicamente para R$ 21,6 bilhões, de acordo com o balanço de 2014 da estatal, recentemente divulgado! Perguntar não ofende: o governo aceitará contabilidades criativas desse tipo (e magnitude) em nossas declarações de Imposto de Renda?

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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IDEIAS JURÁSSICAS

O sr. Deyvid Bacelar, membro do conselho de administração da Petrobrás, filiado ao PT, eleito recentemente pelos funcionários da estatal e ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), garante que vai defender que “o papel de responsabilidade social da Petrobrás seja maior que seus objetivos econômicos”. Com conselheiros dessa qualidade e com essas ideias, acho difícil a empresa sair do atoleiro em que a meteram seus dirigentes e seus amigos fornecedores. O sr. Bacelar estaria melhor no conselho de uma instituição de benemerência como as Santas Casas do que no de uma empresa com acionistas privados, nacionais e estrangeiros, cuja finalidade é o lucro e o meio é a produção e refino de petróleo. Já que está na ordem do dia dos sindicatos a discussão do que são atividades fim e atividades meio, é bom que o novo conselheiro reveja suas anacrônicas concepções. A Petrossauro precisa ser salva de seus “defensores” com ideias jurássicas.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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PRIVATIZAÇÃO

Para tornar a Petrobrás palatável, a União se vale do rio doce.

Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br

São Paulo

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OPERAÇÃO LAVA JATO

O dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, chorou quando soube que iria para casa, cumprir prisão domiciliar. Os motivos, certamente, são dois. O primeiro, porque estava saindo da cadeia, e o outro, foi de alívio, porque não precisou fazer a delação premiada na qual teria de contar tudo o que sabe sobre Lula, principalmente os R$ 30 milhões que gastou pagando as despesas pessoais do ex-presidente e os subsídios mensais que a sua empresa paga para sustentar o Instituto Lula. Me engana que eu gosto.

Carlos A. Ramos Soares de Queiroz soares.queiroz@terra.com.br

São Paulo

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ESCORREGÃO DO STF

A surpresa e a indignação são gerais. Por que o STF concede habeas corpus a 9 empreiteiros que estavam presos por suposto envolvimento na Operação Lava Jato? Ora, o juiz Sérgio Moro, se fosse ilegal, não teria mantido presos e por seis meses esses executivos. Que história é esta do ministro e relator da Operação Lava Jato, Teori Zavascki, de que não havia argumentação jurídica para manter preso Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, e assim também os outros 8 empreiteiros que vão para prisão domiciliar? Será que a pizzaria está montada para livrar esta gente que desviou no mínimo R$ 6,4 bilhões da Petrobrás? Ou será mais importante que prevalecer a ética neste país estes membros do STF como Teori Zavascki, Gilmar Mendes e Dias Toffoli preferiram, em nome de suposta ilegalidade jurídica, privilegiar 9 brasileiros que envergonham a Nação, por terem desviado recursos das nossas estatais para pagar propina para o comando do PT se perpetuar no poder?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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CHINELO E PIJAMAS

Sugestão ao juiz federal Sérgio Moro: peça demissão, aposente-se, sei lá, mas entregue logo esta droga de trabalho desenvolvido até agora no “petrolão” ao sr. Rodrigo Janot ou ao sr. Teori Zavascki, recomendando que os mesmos prossigam com o processo, já que estão tão ativos intervindo no mesmo e procurando atrasar tudo com que intenções não sei. Pelo jeito, sr. Moro, vão, logo, logo, impedir que seu trabalho prossiga, permitindo a fuga de todos os inocentes envolvidos, coitados, injustamente perseguidos pelo sr. e pela Polícia Federal. Se eu fosse o sr., iria para casa e, de pijama e chinelos, ficaria tranquilamente tocando minha vidinha para a frente e deixaria que estes “pais da pátria” seguissem em seu trabalho de condenar pobres e inocentar ricos, principalmente se estes forem políticos ou assemelhados. Que nojo!

 

Ruy Carlos Silverira Crescenti ruycarlos@linksat.com.br

São Pedro

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PROVAS DESTRUÍDAS

“Petrobrás destruiu áudios solicitados por CPI e TCU.” O que mais será que os petistas sabem fazer?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A ESCOLHA DOS MINISTROS DO STF

A Câmara dos Deputados quer modificar a maneira de escolher os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Quer ter o poder de indicar também. Criou uma comissão para tratar deste assunto em que a maioria dos integrantes tem contas a prestar ao STF. Agora mesmo é que vão acabar de botar a raposa para tomar conta do galinheiro. A indicação para o STF não deveria ser prerrogativa nem do presidente da República. A escolha deveria recair sobre juízes togados, e a ocupação da vaga seria de acordo com uma fila levando em conta idade, tempo de carreira, etc. Se querem fazer uma coisa boa nesse sentido, acabem com o famigerado quinto constitucional.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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MINISTROS DEUSES

A Constituição de 1988 definiu a idade de 35 anos para ingressar na Corte Suprema e ficar até os 70. Dá ao presidente da República atribuição exclusiva de indicar os ministros. Começa a tomar corpo na Câmara, por determinação de seu presidente, Eduardo Cunha, a discussão de uma PEC cuja proposta define mandato de 11 anos para os ministros, além de retirar do presidente da República o direito de indicar todos os magistrados. Esse tema estava engavetado há 14 anos e, pelo visto, Eduardo Cunha quer inovar, mesmo que essa inovação contrarie interesses políticos do Planalto, que não teria tanta certeza no resultado dos processos que correm naquele tribunal. Segundo Eduardo Cunha, pela proposta da PEC, a Presidência teria 5 ministros para indicar, 2 seriam indicado pelo Senado, 2 pela Câmara e 2 pelo Supremo. O governo é o maior interessado em que esse projeto crie mofo nas gavetas, “per seculo seculorum”. Juízes pensam que são deuses. Os ministros têm certeza.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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COMPOSIÇÃO SEM VÍCIOS

Partindo do princípio de que entidades como tribunais, agências reguladoras e empresas estatais pertencem ao Estado, e não ao governo, é mais do que correta, justa e oportuna a iniciativa do deputado Eduardo Cunha de tirar da Presidência da República a exclusividade de indicar – segundo seus interesses, valores e critérios – os membros do STF. O mundo civilizado já faz isso. Na Électricité de France (EDF) – a grande estatal francesa na área de energia –, por exemplo, o governo só pode escolher um terço do seu conselho administrativo. Os demais cargos, por lei, são ocupados por pessoas de notório saber, representativos da sociedade francesa. São mecanismos como este que, ao longo dos anos, a par de fortalecer as instituições, tornam difícil a vida dos políticos desonestos. A iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados vem em boa hora e – estendida às instituições citadas – poderá se constituir no grande avalista e verdadeiro ponto de partida à revitalização dos investimentos privados na infraestrutura.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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VIOLÊNCIA EM CURITIBA

Polícia Militar usa gás lacrimogêneo e balas de borracha contra professores em greve e 213 ficam feridos em Curitiba. Sou totalmente contra todo e qualquer ato de violência, mas de uma coisa nossos governantes precisam saber: o povo brasileiro está descobrindo a força que tem.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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SOLIDÁRIO

Que fique bem claro, a solidariedade de Lula com o pessoal de Curitiba é em relação aos professores em greve. Só isso!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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AMADOS MESTRES

Que pátria educadora é esta, que maltrata o educador?

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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GOVERNOS DO PSDB

Vou procurar ajudar o leitor sr. Luiz Frid (“Coincidência”, “Fórum dos Leitores”, 1/5) a entender melhor a correlação de uma organização política com a baderna dos professores no Paraná e aqui, em São Paulo. É bom recordar, por oportuno, o caso da multinacional Alstom (escândalo dos trens) ocorrido há alguns anos aqui, no Estado de São Paulo, envolvendo também um governo sob a mesma sigla partidária. Basta ler corretamente sua denominação: Partido Sem Denodo e Brio.

 

Carlos Laué Junior bibalaue@volny.cz

São Paulo

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GREVE DOS PROFESSORES

A greve dos professores do Paraná, como de outros Estados do País, é emblemática. Retrata com fidelidade a crise educacional brasileira, em que a educação, sempre endeusada pelos políticos quando em campanha eleitoral, é relegada a segundo plano quando eleitos. Urge que haja uma urgente reformulação desse setor, com prioridade aos vexatórios vencimentos dos mestres, para que possamos sair dessa indigente situação na área, que atravanca o nosso desenvolvimento e a construção da grande Nação que tanto necessitamos ter e que gere benefício à nossa imensa população.  

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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PROTESTOS VIOLENTOS

Atos de vandalismo, invasão de prédios públicos, desrespeito aos bens públicos. É isso que os professores ensinam aos nossos filhos?

Ronald martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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‘LIÇÕES DE SELVAGERIA’

Diante do impecável editorial do “Estadão” de 1/5/2015, “Lições de selvageria”, humildemente eu só faço uma pequena colocação: os professores realmente merecem melhores salários, desde que aumente também a qualidade do ensino.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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NÃO JUSTIFICA

Bióloga, com licenciatura em Biologia e Ciências, atuei no ensino público por cerca de 27 anos, até a aposentadoria. Amei a profissão. Ao tempo em que ensinava, tive o orgulho de participar da educação e da formação de meus alunos. Pelo exposto, quero expressar minha enorme vergonha ante a foto publicada em destaque no “Estadão” em 24/4/2015. A falta de compostura de meus colegas (seriam mesmo “colegas”?) agindo com violência, provocando depredações, vandalismo e afrontando a democracia os desqualifica, de forma sobejamente documentada, para o exercício digno da profissão. Entrando no mérito, merece reconhecer que o magistério vem sendo cada vez mais desvalorizado, são muitos e diversos os motivos que descontentam os professores. Inaceitável, porém, tamanha incivilidade!

Sõnia Fonseca sozedsp@terra.com.br

São Paulo

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A EXECUÇÃO NA INDONÉSIA

A presidente Dilma Rousseff ficou chocada com a condenação a morte e execução do traficante brasileiro preso na Indonésia. Porém, ela não ficou chocada com a condenação e a morte de milhões de brasileiros com doenças graves nas filas intermináveis do SUS. Presidente, faça seu tratamento oncológico no SUS, provavelmente não chegará ao fim do seu mandato.

 

Alceu Rabelo Junior muxxen@uol.com.br

São Paulo

 

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