Fórum dos Leitores

ARROCHO LULOPETISTA

O Estado de S.Paulo

25 Maio 2015 | 02h03

Encontro com o ridículo

Há um provérbio na região dos Bálcãs: "A aldeia está em chamas e a anciã penteia seus cachos". Talvez a terra dos ancestrais de nossa presidenta tenha tido influência na farsa marqueteira da definição da amplitude do corte orçamentário. Nem supermercado agiria melhor ao estabelecer seus preços. Não é o caso de discutir se um corte de R$ 70 bilhões seria ou não suficiente. O ajuste é necessário por estar nossa economia desajustada, para usar um eufemismo. Uma vez que o mínimo proposto era R$ 70 bilhões, o que pode significar apresentar R$ 69,9 bilhões? Até os farallones da Ilha de Capri sabem que não existe uma precisão de dois milésimos (isso mesmo) numa peça orçamentária. Dois quilômetros a menos numa estrada, alguns funcionários a menos, cortar meia dúzia de cartões corporativos... De mais a mais, com a "ajuda" inesperada do PIB, que ao que tudo indica será menor que o de 2014, ficaremos mais próximos do porcentual almejado do superávit primário. Só pode ter sido, então, uma manobra para "enquadrar" o ministro Joaquim Levy. O fato de ele continuar - oxalá que continue - demonstra que tem plena consciência do desastre que seria sua saída neste momento. Esse 69,9 é uma vergonha, mistura de populismo, do "sabe quem manda aqui?", de briguinhas nessa equipe econômica, em que há mais de um pretendente a spalla nessa orquestra cacofônica. Enfim, demonstração de má-fé no mais alto grau.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

Ajuste fajuto

O ajuste é covarde e politiqueiro. Corta em funções "operativas", como educação e saúde, até casa própria, mas não corta na administração do Estado e do governo. Não reduz a estrutura, o número de ministérios e de funcionários. Não corta o número de "cargos de confiança" e/ou comissionados. Não reduz os vencimentos de senadores, deputados, vereadores ou juízes, que acabaram de elevar os seus "ganhos". A cidadania deve exigir uma redução mínima de 20% dos custos da administração, como ocorre na iniciativa privada para acertar o fluxo de caixa. Alguém se lembra da propaganda eleitoral?

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Legado diabólico

O governo petista que está no poder há 13 anos não pode mais alegar herança maldita. Acabou o estoque de desculpas para esconder tanta incompetência! O PT levou o País para o abismo. Agora o governo, desesperado, anuncia corte de R$ 70 bilhões em vários ministérios, mas não corte de ministérios, ou seja, só o povão vai pagar a conta da corrupção e da incompetência petistas. Os setores mais atingidos são os da saúde (o melhor sistema de saúde pública do mundo, segundo o Lula) e da educação (da "pátria educadora"). Por quê? Ora, todos políticos se tratam nos melhores hospitais (veja-se o caso do Lula, que nunca se tratou no SUS, que ele tanto ama) e os filhos desses mesmos políticos estudam nas escolas particulares mais caras do País. Então, que se lixe o povão! Quem diria, hein, PT?

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

Privilégio cubano

Se serão cortados R$ 11,7 bilhões da saúde, por que foi anunciado que o Mais Médicos não sofrerá cortes? Cuba não pode participar de nosso sacrifício?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Ausência eloquente

Quanto tempo vai durar a "gripe" do ministro Joaquim Levy?!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

A ausência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no anúncio do contingenciamento sinaliza que ele está se afastando do cargo. Sabemos que Levy não tem nada que ver com o PT, além de seu santo não bater com o da Dilma. Parece que essa parceria "forçada" acabou!

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

Até que enfim

A reação do ministro Joaquim Levy (de não comparecer ao anúncio do arrocho orçamentário) foi uma clara demonstração de seu descontentamento. Até que enfim ele começa a perceber que o governo está mais interessado em manter seus programas de compra de votos do PT, aumentando a verba do Bolsa Família, em detrimento de outros setores importantes para a recuperação da economia, cuja consequência seria a geração de empregos, devolvendo à classe trabalhadora sua dignidade. Os verdadeiros trabalhadores não desejam o Bolsa Família. Não há nada mais degradante do que viver de "esmolas". Se o Brasil afundar, o ministro Levy será responsabilizado pelo PT como carrasco do povo. Ministro, saia antes que seja tarde!

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

História revivida

Há 83 anos eclodia a Revolução Constitucionalista, num cenário político não pior do que ora estamos presenciando. Embora hoje tenhamos nossa Carta Magna, vem ela sendo martirizada pela farra das emendas promulgadas pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado, em meio a conchavos e escândalos que diariamente chegam aos noticiários, pondo em risco a credibilidade do Congresso Nacional. No mesmo diapasão da ditadura Vargas, o apego do PT ao poder, os apadrinhamentos e a forte corrupção existente nos diversos escalões do atual governo, outrora de forma velada e hoje escancarada, faz com que a guerra dos paulistas em 1932 sirva não só de alerta para esta situação reinante, mas também como exemplo, para as novas gerações, do heroísmo daqueles que lutaram em prol da ordem e do ideal constitucionalista.

PEDRO PAULO PENNA TRINDADE

pennatrindade@gmail.com.br

São Paulo

Dilma, a tutelada

Nos meus 69 anos de vida, nunca soube de um país cujo presidente governasse tendo (literalmente) ao lado um ex-presidente. Mas o notório Lula passa o dia com dona Dilma (23/5, A12), levando-a pela mão. Já vi presidentes ridículos em filmes antigos, com comediantes como Charles Chaplin e Peter Sellers interpretando papéis de mandatários. Mas não imaginei este novo filme de humor negro retratado na matéria Reunião de cúpula na Granja do Torto - uma vergonha para o Brasil. Não sei se choro, grito ou rio. Com certeza, penso: nunca vi um governo tão incompetente como essa esculhambação tramada pelo PT.

JOAQUIM CARLOS FERNANDES

jucafernandes@terra.com.br

São Paulo

CHOQUE DE REALIDADE

 

Sem entrar no mérito da conveniência ou da necessidade das Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 – editadas recentemente pelo governo do PT –, fico imaginando um militante petista que tivesse entrado em coma no dia 1.º de janeiro de 2003 e só recobrado a consciência no dia 14 de maio de 2015. Certamente, esse hipotético cidadão ficaria desconcertado e julgaria estar delirando, já que, ao ler os matutinos do dia para se inteirar do que está acontecendo no País, constataria que seu PT, o mesmo partido político que sempre jurou “lutar pela classe trabalhadora” e que jamais admitiu em sua história qualquer retrocesso nos “direitos dos trabalhadores”, acabou de aprovar, de forma quase unânime, medidas que restringem, como nunca antes, direitos trabalhistas e previdenciários. Ficaria ainda mais surpreso ao ver que o arquirrival PSDB votou de forma praticamente unânime contra as tais MPs. Sabendo que as medidas fiscais visam a  “descolar algum” para ajudar no equilíbrio das contas públicas, mais precisamente para pagar parte dos juros da dívida pública – aquele dinheirinho que, segundo petistas, vai para o “bolso dos banqueiros” –, não ficaria surpreso se nosso militante recém-desperto, ao ver semelhante guinada “neoliberal” de sua grei, pedisse aos médicos para voltar ao coma.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com     

São Paulo

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CRISE NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA

É prazeroso ler no “Estado” que existem setores da indústria brasileira trabalhando a todo vapor. Como a grande maioria dos brasileiros, sindicatos, políticos e economistas percebem, a crise automotiva como fruto unicamente criado pela política governamental. Existe uma crise no setor, sim! Porém GM, Volks, Fiat e outras montadoras nada fizeram em termos de lançamento de novos veículos no Brasil com rupturas tecnológicas e design atraentes, no nível de Primeiro Mundo. A Renault traz para o Brasil projetos de tecnologia do Irã da Dacia Motors (Duster) e da Romênia (Sandero e Logan) e ainda motores de 8 válvulas. A indústria, entre 2004 e 2013, faturou horrores, ávida pelo financiamento abundante e a demanda de uma classe social de poucas exigências e nenhuma experiência na compra de carros. Compraram aquilo que não vale por um alto preço. O conceito de valor do produto ficou totalmente ofuscado pela correria de crédito fácil. O que importava para montadoras era que a prestação coubesse no bolso do consumidor. E não o valor real do veículo. A indústria ganhou muito dinheiro, já que 40% das peças do carro brasileiro são importadas e superfaturadas pela matriz do País de origem. Uma sangria de transferência de dólares é um festival de marcas importadas irrigando o déficit da balança comercial. As três montadoras Honda, Toyota e Hyundai anteciparam a crise brasileira, e estrategicamente arvoraram-se para o sistema de Competitive Edge no mercado brasileiro e se estruturaram a ponto de enfrentar a crise. A pergunta que não quer calar: será que toda a queda do mercado automobilístico, os 19%, é provocada pela crise econômica brasileira, ou em grande parte por elas próprias, que não se reinventaram? O que elas fizeram de produção e produtividade no Brasil, nestes últimos dez anos, como fazem lá fora no seu país de origem? Nada! Só transferências de dólares, ilusão de status e dívida ao consumidor brasileiro.

Luciano Saboia Lopes Filho luciano.saboia@hotmail.com 

São Paulo

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O PACTO PELO BRASIL

 

As montadoras de veículos estão demitindo e colocando trabalhadores em férias coletivas, e os três principais fabricantes de pneus do País também partem para a suspensão temporária de contratos de trabalho, uma tendência em toda a cadeia automotiva. Mais do que questionar a política econômica do governo, é preciso correr atrás da recuperação. De nada adiantará o governo subir impostos, se não tiver de quem arrecadá-los. Pouco representará as empresas terem capacidade de produção, se não encontrarem mercado. Será nula a força de trabalho, se o trabalhador não encontrar o emprego ou qualquer meio alternativo de produção e renda. Governo, políticos, empresários, trabalhadores e os centros pensantes têm o dever de, neste momento, mirar mais no conjunto do que em si próprios. Se não tivermos um país sólido e sustentável, dificilmente encontraremos chances individuais de desenvolvimento e bem-estar. Aí não haverá produção, emprego nem a necessária tranquilidade para as eleições, reeleições e a vida política regular. Executivo e Legislativo têm a grande tarefa de oferecer à sociedade um país equilibrado. É preciso cumpri-la, acima de partidos, ideologias, interesses de grupos ou quaisquer outras excludentes...

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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MAIS IMPOSTOS

Se gastos novos criam mais impostos, cortar gastos velhos significaria menos impostos. Porém, menos impostos para o governo é heresia.

 

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br 

São Paulo

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INACREDITÁVEL

Como se já não bastasse a quantidade de impostos que pagamos, na maioria das vezes sem nenhum retorno, ainda me vem o sr. Joaquim Levy falar em mais aumento? É inacreditável!

Alexandre Fontana alexfontana70@yahoo.com.br 

São Paulo

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CRISE

A notícia do corte de investimentos para equilibrar as contas do governo significa que pagaremos mais impostos para recebermos menos benefícios. Parecia impossível, mas não é. Isto é Dilma e seu governo...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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TRIBUTO SOBRE O LUCRO DOS BANCOS

Por ajuste, governo eleva tributo sobre lucro de banco, alíquota sobe de 15% para 20%. Adivinha quem pagará a conta? Como sempre, seremos nós mesmos, ou você não conhece o velho ditado popular “do couro sai a correia”?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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A CONTA

O nosso ministro da Fazenda, com doutorado em “Aumento de Impostos” pela Universidade de Chicago, vai inflar agora os impostos pagos pelos bancos. Quem será, no final, que vai pagar essa conta?

 

Marcelo L. Z. Bernabe zbernabe@hotmail.com 

São Paulo

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RASTEIRA

Preparemo-nos, pois, mediante o governo ter aprovado o aumentado da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para os bancos, é nítido que quem arcará com mais essa rasteira imposta pelo petelulismo, evidentemente, seremos nós, mediante aumento das tarifas, taxas, serviços, juros e, consequentemente, pela dificuldade de acesso ao crédito.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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RETÓRICA

De 15% a 20% dos bancos para o governo! De 15% a 20% dos clientes do banco para o próprio banco! Sai do “andar de baixo”, passa pelo “andar de cima” e é gasto na “cobertura triplex” do governo federal. Ou alguém tem alguma dúvida de que essa dinheirama toda não sairá das contas dos clientes dos bancos? Retórica, tão somente retórica!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava 

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O PAPEL DOS BANCOS

Quem colocou o PT (ou Lula) no “pudê” foram os bancos, e o partideco dançou e rolou enquanto os lucros dos bancos andaram na estratosfera. Agora, que querem mexer nos bolsos dos banqueiros, teremos de fato o PT fora do poder, aonde nunca deveria ter chegado. De vez em quando os bancos fazem alguma coisa de útil à sociedade. Foi assim também com Stalin e Hitler.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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RENEGADO

Depois de o governo elevar a alíquota de tributo sobre lucros dos bancos, de 15% para 20%, que se cuide Joaquim Levy, pois é justamente do Bradesco o único trabuco disponível para uma vendeta.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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ESTAMOS FERRADOS

É revoltante o que soubemos na semana passada: o Poder Judiciário está entrando com um pedido de aumento de proventos de 50% a 70%. Estamos atravessando um período de muitas dificuldades econômicas e políticas no Planalto, com toda essa “onda” de corrupção e de desvios do dinheiro público, e os digníssimos magistrados vêm falar em aumento? É um verdadeiro deboche para com o povo brasileiro. Fora os aumentos “enrustidos” que virão por aí nas tarifas de energia elétrica, nos combustíveis e por aí afora. Pois é, acho que estamos ferrados mesmo. Por isso há tanta gente querendo ir morar fora do Brasil.

César Roberto Alves Moreira caesar.joi@terra.com.br 

Joinville (SC)

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CORTE NO ORÇAMENTO

Cinco meses! Quase um parto! É o longo tempo que levou este irresponsável governo para dar à nova equipe econômica condições de apresentar o tão esperado e necessário corte do Orçamento de 2015. Longe de ser uma “página virada” das mediocridades da administração Dilma, pelo menos esta definição de R$ 69,6 bilhões, de corte no Orçamento da União, sinaliza ao mercado que rumo tomar para enfrentar a dura realidade da recessão da nossa economia. Porque, se é ruim esse contingenciamento de recursos, pior ainda seria sem ele... Partindo desse princípio, e prejuízos desta era Dilma à parte, é torcer para que o mercado e os investidores assimilem bem essa nova fase da governança federal para que o País, dentro de uns três ou quatro anos, se reencontre com o desenvolvimento. Porque jamais e em tempo algum vamos recuperar os incontáveis prejuízos dos pífios PIBs e da epidêmica corrupção petista.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PRETENSÃO DESCABIDA

Além da motivação devido ao ajuste fiscal, o governo precisa vetar a pretensão do super reajuste pedido pelo Judiciário, que concederia 100% de aumento até 2017, algo que nenhum trabalhador ou demais servidores sequer imaginariam poder ter. É uma pretensão sem qualquer sentido, para um setor que já tem remunerações maiores do que em qualquer outro setor. Caso o governo deixe passar a pretensão, desencadearia uma reação em cadeia junto a todo o funcionalismo federal e junto aos servidores dos Judiciários estaduais, além das suas próprias empresas estatais.

 

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br 

Araruama (RJ)

 

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BOM SENSO

Os salários dos servidores públicos precisam ser reajustados anualmente, para repor as perdas salariais e não perder o poder aquisitivo, como ocorre com todas as categorias da iniciativa privada: bancários, carteiros, motoristas, etc. Atualmente, estamos passando por uma grave crise financeira, graças à incompetência da presidente Dilma Rousseff, e, por isso, os Três Poderes precisam ter bom senso ao defender reajustes salariais, planos de carreira, etc., o que pode pressionar ainda mais o aumento da inflação, algo que seria maléfico para todos os brasileiros. Hoje, precisamos defender o ajuste fiscal e cobrar a redução dos gastos públicos do governo, principalmente em publicidade e cargos comissionados, pois há muitos “cumpanheiros” mamando nas tetas do governo, e, mais importante ainda, cobrar a saída de quem levou o País para a beira do precipício. Fora Dilma!

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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MEDIDA URGENTE

Aprovado salário mínimo de R$ 788,00 para deputados, vereadores e senadores, para sentirem na pele a dura realidade do povo brasileiro.

Adalberto Alves buyalves76@yahoo.com.br 

São Paulo

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ORÇAMENTO

Vale citar Marco Túlio Cícero, estadista romano, que deu o seguinte “recado” no ano de 55 a.C. (portanto há 2.070 anos): “O orçamento deve ser equilibrado, o Tesouro público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência. E as pessoas devem novamente aprender a trabalhar ao invés de viver à custa do Estado”. Qualquer semelhança é mera coincidência!

Durval Arrebola durval.arrebola@gmail.com 

Guarulhos

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AJUSTE FISCAL

Dona Dilma, como assim virar a página? Negativo! A senhora, sua equipe, o PT e áulicos terão muito ainda que explicar, corrigir e resolver. Lula precisa voltar a comer calangos, pois é isso que estamos prestes a fazer, a economia esfarelou e somente os apparatchiks, a nomenclatura, deputados, etc. estão fora do furacão – o dinheiro deles chega mensalmente, com crise ou sem crise. Então, nada de virar a página e achar que tudo fica por isso mesmo. A Receita, a Sefaz, o INSS, a Prefeitura, etc. não viram a página, executam-nos  independentemente da nossa situação.

 

Edson Gomes edsoncontec@uol.com.br 

Lençóis Paulista

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SHOPPING PLANALTO

 

Deputados aprovam construção de anexo de R$ 1 bilhão, que prevê a instalação de lojas e escritórios de empresas privadas no mesmo ambiente do Legislativo federal. Muito bem. Há poucos dias, a presidente Dilma Rousseff reuniu-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para decidir os cortes no Orçamento. E o corte atinge até mesmo vitrines do governo, como o programa Minha Casa Minha Vida. Levy costuma dizer que o corte nada mais é que um “contingenciamento” da economia. E a construção do shopping de R$ 1 bilhão, também é um “contingenciamento”?

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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MERCADO BRASILIENSE

Por que não transformar o Alvorada em shopping? Não é lá que se vende e se compra de tudo?

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br 

São Paulo

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DEFENSORIA PÚBLICA

Lamentável que o governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) queira restringir e limitar a autonomia da Defensoria Pública paulista (DP/SP). A Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrou com ação judicial contra a autonomia administrativa e orçamentária da DP/SP, prestando assim um grande desserviço à população e à sociedade em geral. A Constituição federal de 1988 prevê expressamente a autonomia das defensorias públicas da União e dos Estados. Uma instituição pública altamente relevante socialmente, que existe justamente para a defesa e proteção dos direitos dos hipossuficientes – que são a maioria da população brasileira – deveria ser prestigiada e valorizada pelos governantes, e nunca atacada. A DP/SP faz um grande trabalho na defesa dos direitos humanos, da cidadania, da justiça social, luta por uma sociedade mais justa, digna, humana, fraterna e solidária e não merece o tratamento que tem recebido.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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RACIONAMENTO EM SP

Sabesp informa: as torneiras vão secar e as tarifas vão subir.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br  

São Paulo

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GREVE DO METRÔ E DA CPTM

Greve anunciada no Metrô e na CPTM esta semana. Será que a população vai ter de pagar a conta? Ou desta vez vão deixar o mínimo de trens funcionando? Ou estão tentando paralisar São Paulo?

João Camargo democracia.com@estadao.com.br

São Paulo

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CICLOVIAS EM SP

Não posso deixar de me lembrar do prefeito Fernando Haddad diariamente ao enfrentar o trânsito caótico da Avenida General Olímpio da Silveira, mergulhada na obra da construção da ciclovia local. Ao saber que brevemente terá início o mesmo tipo de obra na Avenida da Consolação, uma das minhas rotas diárias, constato que o prefeito não abandonará tão cedo meus pensamentos. Enquanto isso, a diarista que trabalha para mim tem dores e não consegue consulta no SUS antes de dois meses, o que também me provoca pesadelos. Será que devo procurar um psiquiatra? Pelo SUS?

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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COLABORAÇÃO

Sr. prefeito, modestamente procurando colaborar com as construções de ciclofaixas, não esqueça de incluir as Avenidas 23 de Maio, Rebouças e Brasil...

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo 

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‘VAI FALTAR BICICLETA’

É, prefeito Haddad, assim vai faltar bicicleta. São tantas as ciclovias desnecessárias e em locais impróprios que realmente vai faltar bicicleta. Que tal mudar o foco? Esse negócio de ciclovias já deu o que tinha de dar.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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CONSTRUÇÃO DAS CALÇADAS

Para reconstruir o metro quadrado de uma calçada, a Prefeitura de São Paulo gasta R$ 40 com cimento, revestimento e mão de obra. Enquanto isso, a pintura malfeita de uma ciclovia simples sai por R$ 200,00. Ou a lata de tinta rende pouco ou tem ouro nos tanchões.  

 

Renata Barretto D’Angelo renatadangelo2009@gmail.com 

São Paulo

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FICOU NA PROMESSA

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, admitiu que não vai cumprir sua promessa de construção de creches e reconhece não atingir compromisso de campanha. Haddad não nega a escola que fez enquanto trabalhou com a presidente Dilma no Ministério da Educação. Criticou durante em sua campanha eleitoral o prefeito anterior e prometeu creches em números que jamais cumprirá: das 243 prometidas, 172 com verbas federais entregará (?) até o fim de seu mandato – apenas 40% do total. Afirmação de seu secretário da Educação. Frutos do mesmo marqueteiro. Lamentável!

Leila E. Leitão

São Paulo 

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CRECHE CHINESA

No lugar de Haddad, eu correria atrás do governo chinês para construir creches em São Paulo. Vai que a China, de olho no futuro, resolva investir na educação de nossas crianças. Assim a Prefeitura acabaria de vez com a fila das creches.

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

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OS CHINESES NO BRASIL

Depois da visita da delegação chinesa ao Brasil, com vários e múltiplos acordos comerciais assinados, empréstimos bilionários acertados e avanço nas áreas de infraestrutura e de produtos essenciais (para eles), acho que o governo Dilma lançou a Black May. Tudo pelo preço abaixo do custo, em suaves parcelinhas, logicamente financiadas por nós mesmos, via BNDES. Alguém contesta?

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com 

São Paulo

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INVESTIMENTO CHINÊS

É bom o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, ficar esperto com este investimento no governo da petezada, porque no país dele, se vacilar, eles penduram no poste.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 

São Paulo

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BRASIL 1 X CHINA 7

Ao exportar insumos básicos para a China e importar produtos acabados de lá, em matéria de geração de empregos o Brasil perde de goleada para a China, ou seja, exporta 1 emprego brasileiro e importa 7 empregos chineses. Quem lucra com isso é a CBF, desculpe, o governo, pois a carga tributária (II + IPI + PIS + Cofins + ICMS em cascata) em cima do produto importado (produto+frete) é em média de 100%. Se, pelo menos, o governo priorizasse e facilitasse a importação dos componentes e partes dos produtos para serem montados no Brasil, talvez conseguisse equilibrar o placar. Enquanto isso, o petesoca, soca, soca, soca...

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br 

São Paulo

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OLIMPÍADA E SEGURANÇA PÚBLICA

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que não perde um minuto pensando na segurança na Olimpíada, mas deveria tirar 15 minutos para refletir sobre os cariocas atingidos pela violência, e pelo menos meia hora absorto no resultado das urnas nas próximas eleições.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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ARMA BRANCA

Se a Justiça não tomar, com a máxima urgência, a já tardia decisão de criminalizar o porte de arma branca, os brutais e bárbaros latrocínios cometidos recentemente na cidade do Rio de Janeiro, entre outros País afora, continuarão deixando a população em estado de absoluto desamparo e terror. O uso de faca deve ser imediatamente configurado como delito hediondo no Direito Penal. Facada mata. Basta de impunidade!

J. S. Decol decoljs@globo.com 

São Paulo

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ADEQUAÇÃO À REALIDADE

A apreensão de um menor suspeito de assassinar a facadas um médico na Lagoa Rodrigo de Freitas, aqui, no Rio, é emblemática. Mostra a tragédia da profundidade da situação de violência urbana que vivemos em nossas grandes cidades, onde grupos de menores carentes engrossam as estatísticas de criminalidade. Urge, assim, que, independentemente da discussão sobre a maioridade penal de menores de 18 anos, façamos uma urgente reformulação da legislação do Estatuo do Menor, adequando-o à realidade de nossos dias.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 

Rio de Janeiro

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MAIORIDADE PENAL

Se nossa Justiça já tivesse aprovado a redução da maioridade penal o assassinado na Lagoa Rodrigo de Freitas, na semana passada, não teria ocorrido. Estão  esperando o quê?

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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O PÉSSIMO SERVIÇO 0800

Quem utiliza os serviços do 0800 de qualquer empresa já deve ter sentido a dificuldade para falar e resolver um  determinado assunto, seja para cancelar ou um problema técnico. Sou morador em Santos e aqui existe uma lei municipal de que os bancos devem atender em até 20 minutos. No telefone 0800, deveria ter também uma lei que regulasse esse atendimento, com um tempo determinado, pois é irritante quando você mais precisa de atenção ficar ouvindo musiquinha e informações que não interessam.

 

G. Ruas gilruas@uol.com.br 

Santos 

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