Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

28 Setembro 2011 | 03h06

Balcão do PDT

Manchete do Estadão de domingo: Ministério do Trabalho vira balcão do PDT. Ora, não é só esse ministério que abriga seus companheiros, todos eles empregam antigos líderes sindicais, que no governo FHC saíam às ruas por qualquer motivo, vociferando contra a burguesia, o sistema financeiro, os EUA e tudo mais. Cadê a CUT, onde está a UNE? Será que não existem mais motivos para protestos? Está tudo às mil maravilhas no Brasil varonil? Isso explica por que as centrais sindicais se calaram sobre a censura ao Estadão, a mando da família Sarney. As centrais sindicais viraram casas de pelegos. O PT fez o mesmo que Getúlio no Estado Novo: transformou os antigos inimigos da burguesia em burgueses muito bem pagos. Só falta o PT ressuscitar o DIP do Getúlio!

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

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Mais faxina

Aparentemente, o Ministério do Trabalho é outro Ministério dos Transportes, isto é, cheio de procedimentos não muito éticos. Se a presidente Dilma realmente está interessada em moralizar o País, é necessário que ela faça uma investigação profunda e urgente nessa pasta.

MARCO ANTONIO MARTIGNONI

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

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Assentamento pedetista

O Carlos Lupi, na maior cara de pau, nomeia dez membros da Executiva Nacional de seu partido no Ministério do Trabalho. Como ministro dessa importante pasta, sua atitude é excrescente. E transforma o odioso loteamento de cargos como se fosse usucapião. Aliás, ação muito corriqueira nesta era petista, porque a ética inexiste no dicionário deles! Por isso é que essa história de faxina no governo Dilma é apenas um tira-pó em dia de muito vento...

PAULO PANOSSIAN

panossian@hotmail.com

São Carlos

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Ministro imperial

Lamentável, mas ao mesmo tempo significativa entrevista do ministro do Trabalho (25/9), que criou o recibo de relógio de ponto que consumirá mais de 200 mil árvores por ano e possibilidade de outras negociatas. Ele enfrenta o espírito republicano com declarações imperiais ao Estado. Em resumo: o ministério é meu e faço o que entendo em prol do fortalecimento do meu partido.

HÉLIO MAZZOLLI

mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

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CRISE FINANCEIRA

Socialismo

Vem aí o calote grego, depois o espanhol e o português. É a saideira dos regimes socialistas europeus.

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo 

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Ajuda à Grécia

Estamos esquecendo a História? No lugar de polonetas, agora é a vez das greguetas... Outra leva de papéis podres comprados com o dinheiro do povo. Se tivessem de suar para ganhar, não gastariam com tanta facilidade.

JOSE RUBEM BELLATO

bellato@terra.com.br

Joinville (SC)

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Remessa de lucros

E não é que o ministro Guido Mantega tinha razão? O Brasil (o B dos Brics) está socorrendo as empresas da Europa, Ásia e América do Norte. A remessa recorde de US$ 5,1 bilhões para as matrizes das multinacionais aqui estabelecidas mostra que não é o País que ajuda, mas o povo brasileiro, que com suas compras e o uso dos serviços (bancos e financeiras) garante os altíssimos lucros dessas empresas.

MAURÍCIO LIMA

mapeli@uol.com.br

São Paulo

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BNDES

Não cheira bem

Na Bolívia, Gonzalo Colque, diretor da Fundação Terra, ligada aos indígenas, faz eco às palavras do dirigente indígena Adolfo Chávez, o qual afirma que a estrada localizada dentro do Parque Nacional e Território Indígena Isiboro Sécure (Tipnis), que está sendo construída com financiamento do BNDES, será uma verdadeira "mão na roda" para os cocaleiros locais. Diz ele que "a estrada transformará o parque num grande loteamento para os cocaleiros cultivarem mais coca e aumentarem a produção de drogas". Ora, será que a direção do BNDES no Brasil não sabia disso quando autorizou tal financiamento? Acaso o nosso BNDES deve servir para financiar infraestrutura em outros países, enquanto a nossa própria está literalmente no osso - e ainda fomentando, por tabela, o crime organizado e a produção de narcóticos, que, ao fim e ao cabo, fatalmente desembarcarão em território nacional? Isso, definitivamente, não cheira bem.

SILVIO NATAL

silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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MEMÓRIA

Bombardeios aéreos

Com a notoriedade de sempre, o Estado de 25/9 trouxe a reportagem de Fabiano Nunes Subsolo de SP guarda história da 2.ª Guerra, com depoimentos até sobre possíveis bombardeios aéreos à cidade de São Paulo. No meu livro Contos e Recontos, de 2004, no conto Revolução e Futura União escrevo com detalhes sobre a Revolução Tenentista de 1924 na nossa cidade. Não houve bombardeios aéreos. Aviões legalistas às vezes sobrevoavam posições da artilharia rebelde no fim da Avenida Paulista, na descida para o Pacaembu, no Morro dos Ingleses (Bela Vista) e outros pontos de onde se avistavam os Bairros da Penha e Vila Matilde, locais dos quartéis legalistas. Esses aeroplanos também jogavam fardos de papel, que se abriam no ar, alertando a população a abandonar a cidade, pois o governo federal não deixaria pedra sobre pedra com seus canhões. A revolução foi controlada no fim de julho, com a fuga dos revoltosos pelas estradas de ferro que corriam para o interior. Quanto à Revolução Constitucionalista de 1932, meu pai, José Stavale (1906-1999), que dela participou, contava que os únicos ataques aéreos à capital foram os bombardeios à pista do Campo de Marte. Congonhas não existia. Também contava do blecaute durante a 2.ª Grande Guerra. Eu e minhas irmãs éramos pequenos e morávamos na Rua Abolição (Bela Vista). Para não deixar o quarto na escuridão e iludir o pessoal da defesa civil, à noite ele colocava panos e pedaços de jornal nas frestas das portas e janelas, para depois acender lamparinas. Parabéns, Estadão! Continue nos brindando com essas informações.

ROBERTO STAVALE

bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

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PREFEITURA PAULISTANA – 2012

Seria cômica se não fosse trágica a entrada do deputado Bruno Covas para concorrer à Prefeitura de São Paulo. Embora tenha tido uma expressiva votação, por si só, esse não é motivo para qualificá-lo a disputar a cadeira mais desejada em São Paulo. Tal como Ciro Gomes, Bruno Covas mudou seu domicílio eleitoral. Mas será que o deputado conhece os reais problemas da cidade que quer governar apenas com a pouca experiência como secretário estadual do Meio Ambiente? Geraldo Alckmin, como Lula, pretende imprimir um neófito para governar a maior cidade da América Latina, quando sabe que há melhores nomes dentro do PSDB. Resta saber o que pensam os paulistanos, pois um sobrenome e um sorriso não são qualificações de um currículo. Tanto é novato que Bruno Covas estreou mal na campanha confessando saber das propinas e quando viu o estrago voltou atrás. Mas nem bem começou e já vai amarelar?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo

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ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Sabores (plural) da estação. Fernando Haddad x Bruno Covas. Eleição para o CA XI de Agosto ou para a Prefeitura de São Paulo? 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo

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TRABALHO ÁRDUO

Se o governador Geraldo Alckmin insistir em apoiar o nome de Bruno Covas para a Prefeitura de São Paulo, vai ter trabalho. Treinos diários de horas e horas, para o moço aprender a pensar antes de falar. E olha que não é pouca coisa não. Preparo político e administrativo é bom e precisa ser adquirido ao longo do tempo e com experiência, que pelo jeito o candidato não tem e vai demorar a adquirir. Fora que tem gente que passa a vida e não aprende. Assim como a "presidenta" que abria a boca apenas para falar besteira na campanha e foi blindada até, vimos que o mesmo acontecerá com o candidato a prefeitura da maior e melhor cidade do país, mira preferida da imprensa. Ser candidato a deputado é uma coisa! Você responde e corresponde com um numero restrito de pessoas e jamais é contestado, mas ser candidato a prefeito e de saída justo de São Paulo? O governador corre o risco de sair chamuscado para reeleição 2014 e ele sabe que apadrinhou em São Paulo, não deu certo? Danou-se! Será que precisamos citar os que saíram chamuscados? Maluf é um deles.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O LIMITE DA GRATIDÃO

Governador Alckmin, uma das grandes qualidades do ser humano é saber ser grato com quem nos tenha ajudado. É do conhecimento de todos os paulistas, que o ex-governador Mario Covas ajudou bastante ao senhor chamando-o para ser seu vice em 1994. Se o senhor ainda se sente em dívida com ele, por favor não queira quitar sua dívida apoiando o nome de Bruno Covas para a prefeitura de São Paulo. Essa dívida de gratidão é sua, governador, e não nossa.

 

Maurício Rodrigues de Souza mauriciorodsouza@globo.com 

São Paulo

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PRÉ-CANDIDATOS

Será que todo dia vou ser obrigada a abrir o Estadão e dar de cara com os senhores da imprensa empurrando Bruno Covas goela abaixo como futuro prefeito de São Paulo apenas por ter sido neto de quem foi?   Nada contra o rapaz, mas ele nem ao menos tentou ser prefeito de Santos antes para adquirir alguma experiência administrativa.  Como irá enfrentar algo tão complexo como administrar uma cidade como São Paulo?  Já que o governador Alckmin quer porque quer este pré-candidato (por que será?), pelo menos a imprensa poderia ser mais imparcial.  Poderiam oferecer a mesma cobertura aos outros pré-candidatos.  Entre eles tem gente muito mais experiente e melhor preparada para enfrentar um desafio desses.  Quando não é o Sarney escolhendo ministros, aparecem o Alckmin e o Lula aqui em São Paulo escolhendo frangotes inexperientes para concorrerem à prefeitura da maior cidade do país.  Socorro imprensa, não entre no jogo deles!

Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com 

São Paulo

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DESTAQUE NO JORNAL

Pelo espaço que estão dedicando a Bruno Covas nos últimos dias, será que posso concluir que a escolha do Estadão para as próximas eleições já está feita? Quando há poucas semanas deram espaço de entrevista a outro secretário do governo, permitiram que um massacre contra ele fosse cometido, e de forma tão evidente que para redimir-se, retornaram-lhe a palavra... mas o mal já estava feito. Palavras jogadas ao vento não retornam jamais. Porque não comentaram, à época, a falta de vontade com que deputados da oposição, incluindo o presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Assembleia Legislativa Bruno Covas levava avante a questão do escândalo do Bancoop, precisando da pressão de cidadãos que empunharam a bandeira dos humildes cooperados, mandando cartas aos deputados e chegando a frequentar as sessões na Assembleia, para que os ilustres deputados se dessem conta de que havia clamor popular contra os petistas ladrões e se empenhassem mais? Fica a pergunta: a escolha do jornal já está feita? É só para saber... porque foi desta forma que a mídia acabou construindo uma imagem de Lula que nunca correspondeu à verdade, e para desconstruí-la agora – diante do malfeito – o trabalho parece ser tão impossível  que a solução encontrada foi a de mitificar a figura de Dilma para contrapô-la ao do mestre.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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BRUNA COVAS PARA PREFEITO?          

 

Os tucanos parecem não aprender com as derrotas que vem tendo ultimamente e agora mais uma começa a se desenhar para a disputa da prefeitura de São Paulo. Começa com o Alckmin pensando impor um nome seu,  Bruno Covas,  como  candidato ao cargo. Ele pensa num garoto ainda verde demais para  chegar lá e essa  preferência indica derrota futura. Para ter uma ideia a respeito desse nome, dia destes no Metrô vi duas garotas escolares olhando a foto do rapaz e uma delas disse mostrando para a outra: "ele não é uma tchutchuquinha, uma coisa fofa"? Se o eleitorado fosse composto em sua maioria de garotinhas colegiais ele teria chances, mas qual o eleitor maduro que votará num candidato que os rivais vão apelidar de "tchutchuquinha" ou "fofinho"? Vamos deixar de brincadeira e dizer ao rapaz que primeiro cresça e apareça porque só o sobrenome do avô não o colocará para governar uma cidade como São Paulo. 

 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br 

São Paulo  

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PRINCIPIANTE

Há uma possibilidade de o PSDB indicar Bruno Covas, um novato na política, queridinho da vovó Lila, para candidato à Prefeitura de São Paulo. O próprio Bruno se acha iniciante na arte da política. Quem teve essa estapafúrdia ideia trate de colocá-la para escanteio, pois a nossa cidade precisa de um político de linha com experiência em seus problemas e na arte de administrar. Já não chega Lula querendo empurrar goela abaixo um "sinistro" da Educação e o PMDB, um Chalita inexperiente. Por que não ao Andrea Matarazzo, que arrasou na administração central de todas as subprefeituras e mostrou serviço, competência e principalmente honestidade. Acorda PSDB, o bonde está andando.

Leila E. Leitão

São Paulo

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MATURIDADE

Bruno Covas Lopes, neto de Mário Covas, ex-governador falecido no cargo em 2001, está se candidatando para a Prefeitura de São Paulo, e pelo que estamos lendo nos jornais, terá o apoio do governador Alckmin. Talvez esse apoio seja um gesto de gratidão eterna  ao avô do jovem Bruno, pois foi seu vice-governador e fiel escudeiro, conseguindo projeção política, sendo eleito governador de nosso Estado, após  mandato tampão pelo falecimento de Mário Covas.  Acho muito bonito uma pessoa ter o sentimento de gratidão, um dos mais nobres, mas apoiar o jovem Bruno que mal entrou para a política, e graças ao sobrenome de seu avô, conseguiu eleger-se deputado estadual, vai uma grande distância. Sabemos que Bruno tem boa instrução, vem se esforçando e fazendo um bom trabalho, e até mesmo,  conseguiu através das mãos do governador Alckmin, ser  alçado à Secretario do Meio Ambiente, mas o jovem Bruno  está açodado.

Penso que tem um caminho a trilhar e com mais maturidade, para daqui há alguns anos pleitear o cargo de prefeito da maior cidade da América Latina. O PSDB, moroso na escolha de seu candidato para as próximas eleições municipais de 2012, tem vários nomes pleiteando o cargo, como temos lido na imprensa. Então que sejam feitas as prévias no PSDB, e seus filiados escolherão o melhor nome, o que mais preparado está para ser lançado candidato ao cargo de prefeito, o que mais conhece os problemas imensos dessa cidade-Estado, cabendo ao governador Alckmin, ser apenas o condutor  desse processo, sem preferências e nem gratidão, e assim conduzindo-se, o governador  não irá  rachar o partido, pois essa eleição é decisiva para o PSDB e para  a cidade de São Paulo.

Agnes Eckermann  agneseck@yahoo.com.br 

Porto Feliz

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NÃO APRENDEU?

Será que a lição que o PSDB tomou na última eleição presidencial ainda não serviu de aprendizado? O José Serra não era candidato do governo, mas a sua postura deu a entender que ele tenha siso mais governista do que oposição. E agora, com bons candidatos conhecedores da administração pública municipal e com grande aceitação popular vão correr o risco de deixar de lado um Andrea Matarazzo e arriscar tudo no Bruno Covas? Melhor será o Bruno cuidar do legado deixado pelo Mário Covas e não atrapalhar um bom candidato comprovadamente como o Andrea Matarazzo. A não ser que o PSDB esteja trabalhando desde já para o Partido dos Trabalhadores.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br 

São Paulo

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VERDE

Bruno Covas, deputado estadual mais votado na última eleição graças ao nome do avô Mario Covas se declara pré-candidato do PSDB a concorrer à prefeitura de São Paulo. Não há nada que o desabone, mas o deputado mal começou sua carreira política e já quer dar um salto maior do que podem suas pernas? Bruno ainda está verde, a sua face de menino o comprova. Afinal, além de atuar no legislativo, qual a bagagem de experiência administrativa que ele tem, se é que tem? Não se governa uma cidade como São Paulo só contando com o sobrenome. Bruno está afoito, ou uma ala do PSDB está deixando o rapaz assim! Calma, Bruno... o mundo foi feito em 7 dias, e olhe que Ele era Deus!  Você está querendo queimar etapas?

 

Marithza Sanchez Ruiz

São Paulo

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TROCAR OS ÓCULOS?

 

O jovem Bruno Covas pode ser inteligente, pode ter herdado as qualidades morais do avô – o que representa uma bagagem grande – mas, a meu ver, não está ainda apto a enfrentar a Prefeitura de São Paulo. O verbo "enfrentar" é bem apropriado: ser prefeito de São Paulo, a maior metrópole da América Latina é, foi e será sempre uma luta de foice no escuro. Não é para qualquer um! Mais: o moço deve conhecer perfeitamente a cidade de Santos, de onde é oriundo. Duvido que conheça bem esta nossa megalópole. Transferir o título para cá não lhe dá nenhuma fórmula mágica para ficar expert na pauliceia desvairada que Mário de Andrade, já naquele seu tempo, definiu tão bem. O governador Geraldo Alckmin, com sua preferência pelo moço está como Lula, que defende o ministro Haddad, aquele que pesca os peixe... Há que ter sensibilidade, governador! Da mesma forma que para o PT a solução pode ser Marta Suplicy (eu disse para o PT!) a solução para o PSDB pode ser Andréa Matarazzo, que está na estrada há mais tempo. Só um cego não vê. Governador Geraldo Alckmin, o senhor está precisando trocar os óculos?

 

Regina Helena de Paiva Ramos reginahpaiva@uol.com.br

São Paulo

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PAPEL OFÍCIO

Vamos ter tantos candidatos à Prefeitura de São Paulo que, caso ainda votássemos por meio de cédula, a mesma deveria ser impressa em folha de papel "ofício".

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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NINGUÉM SABIA DE NADA

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo, composto por deputados da casa, vai apurar as denúncias feitas pelo deputado Roque Barbiére (PTB/SP). Os nobres membros desse dito conselho nunca ouviram nada a respeito. Engana-me que eu gosto, tá? Ou melhor, o deputado Roquinho está faltando com a verdade. Parem com isso, que já está ficando é ridículo, pois para políticos não existe ingenuidade.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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VENDAS DE EMENDAS

A denúncia do deputado Roque Barbiere do PTB, sobre vendas de emendas por parlamentares de São Paulo, segundo ele de 25% a 30% dos 84 deputados estaduais estariam envolvidos. Isso não vem a ser novidade, pois a população já desconfiava. Sabe-se que não é normal o enriquecimento da maioria deles, com salários não conseguiriam grandes patrimônios, agora alguns deputados querem que ele se retrate quer dizer “minta” e volte atrás? O povo aguarda providencia do Ministério Público, que não pare em alguma gaveta.

Anderson Aparecido dandersonaparecido@yahoo.com 

Hortolândia

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ROQUE IN SAMPA

Show de Roque in Sampa! Caiu como uma bomba, choque, perplexidade, estarrecimento! Nunca antes nesta Assembléia havia se sentido o cheiro podre da maracutaia, na venda de emendas por índoles remendadas. Ora, a quem querem enganar? "Abertura de inquérito", "iremos investigar"," será rigorosamente apurado" são chavões em total descrédito. Se Roque vai cantar? Duvido! Afinal, ele não disse nada; a mídia deve ter "pinçado de um contexto".

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br 

São Paulo

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INCOMPETENTES, CORRUPTOS E OMISSOS

A declaração do deputado Roque Barbieri revela que a classe política brasileira se divide em três grupos: os incompetentes, os corruptos e os omissos. Nada mais.

 

Pedro Octavio Begalli begalli.pedro@hotmail.com 

Pedreira

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INACREDITÁVEL

Quando a gente pensa que já viu tudo de vergonhoso que podia acontecer no Senado e na Câmara dos Deputados, descobrimos que o canal de televisão da Câmara consegue mostrar para todo o Brasil a votação e aprovação de 118 projetos, com apenas dois deputados presentes: um que comandava a sessão, Cesar Colnago (PSDB-ES), e Luiz Couto (PT-PB), o único parlamentar no plenário. Como protagonistas, quatro assessores parlamentares nas últimas filas produzem um pouco de vida no vídeo. As câmeras da televisão só focalizam o deputado que comanda a sessão, Cesar Colnago, e o deputado Luis Couto, que está no plenário. Essa armação só foi possível porque a lista de presença foi assinada por 35 deputados que não compareceram. O regimento da Câmara exige a presença de pelo menos 31 deputados para a realização de votações na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O vídeo passa a idéia de que todos os deputados que assinaram a lista de presença estão no recinto, pois no processo de votação o presidente Colnago sempre anuncia: "Não havendo quem queira discutir, em votação. Os deputados que forem pela aprovação, permaneçam como se encontram. Aprovado." É inacreditável!

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

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LITURGIA

"Em discussão. Não havendo quem queira discutir, em votação. Aprovado". Faltou o deputado Cesar Colnago dizer "... e que se f...!"

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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CASO DE POLÍCIA

Afinal para que serve a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)? Acompanhei em vários jornais e telejornais... virou piada na internet... (http://www.youtube.com/watch?v=-SvGrvrN8-I&feature=player_embedded). Incrível a cara de pau dos políticos (2 ou 3), em determinado momento somente 1 no plenário, discutindo (?)  assuntos de interesse da Nação. Isso é caso de polícia, ou pelo menos deveria ser levado à discussão no Judiciário! Pensando bem não adianta chamar a polícia ou levar ao Judiciário este e outros assuntos, outro palco de horrores (Judiciário) adquirido pela família Sarney, como ficou claro em tantos episódios (um deles a censura do Estadão há quase 800 dias) e mais recentemente no “cancelamento das provas criminosas contundentes obtidas pela Polícia Federal contra o filho daquele senador e presidente do Senado”. Isto mesmo, com um “trabalho eficiente” de seis dias, casualmente um juiz, amigo da família, decidiu jogar na lata do lixo todas as provas e respectivo resultado de quatro anos de trabalho de toda equipe da Polícia Federal no caso denominado “Operação Boi Barrica”.  Cadê a oposição? Que oposição? Estou morrendo de saudades dos “caras pintadas”. Vamos torcer e incentivar para que eles voltem na próxima marcha marcada para 12 de outubro, já que “Tá tudo dominado”.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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GOVERNO ALCKMIN - PARTE 2

Complementando a declaração do colega pesquisador José Maurício de T. Murgel no Fórum dos Leitores (26/9/2011), é realmente preocupante a situação dos pesquisadores e funcionários de apoio à pesquisa em São Paulo. A pesquisa, às vezes difícil de ser percebida pela população (não é visível como construir casas, hospitais, estradas, escolas, etc.), associada à assistência técnica, permitiu saltos significativos na produção de alimentos em menor área de cultivo nos últimos anos. O que vem ocorrendo em São Paulo é a evasão de pesquisadores para a Embrapa devido aos melhores salários pagos pelos governos Lula/Dilma. Aliás, o crescimento embrapiano deveu-se ao governo Lula, que "consertou" os baixos salários da Embrapa nos oito anos de FHC. O que se tem notado é que os pesquisadores de São Paulo só ficam esperando abrir concurso na Embrapa para então darem adeus aos institutos paulistas. Sem falar no vale-refeição que é de R$ 4,00/dia (carinhosamente chamado de vale-coxinha) contra R$ 25,00/dia pagos pela Embrapa e pelo auxílio creche que o governo paulista pagava R$ 0,45/mês (isso mesmo) e que recentemente foi cortado, contra os R$ 300,00 da Embrapa. Vale ressaltar que o governo paulista não paga o vale-coxinha para pesquisadores, só para os funcionários de apoio. Até quando isso permutará?

MCJ, pesquisador científico

São Paulo

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DINHEIRO PARA A SAÚDE

A longa entrevista da ministra Ideli Savatti dada no Estadão esta semana (26/9, A4) bem demonstra a hipocrisia com que atuam os políticos brasileiros – infelizmente, sem exceção. Fica claro na fala da ministra que já esta tudo combinado, estão só esperando a melhor oportunidade para dar o bote no butim da viúva, seja ainda este ano mas no próximo é certo. Será que os 43 milhões que votaram na oposição vão fica quietos, calados, surdos e mudos? A Saúde, como todos os demais ministérios, mais de três dezenas deles, não está precisando de dinheiro. Bastam: uma boa gestão; reduzir os apaniguados que prestam para mamar na teta da viúva; estancar os desvios de verbas públicas e reduzir o número de ministérios. Ministra, mande fazer um estudo econômico dessas sugestões e se constatará uma economia de mais de R$ 45 bilhões que falta para a saúde.

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

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ACINTE

É um acinte a criação de novo imposto. Antes, que se devolva o dinheiro da corrupção e o aplique na saúde.

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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RETRATO DA REPUBLIQUETA

A ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, ou está esclerosada, ou agindo de má-fé, como porta-voz do governo, ao admitir novo imposto sobre a saúde. Será que ela não sabe que, os bilhões arrecadados no passado com esse famigerado imposto só serviram para satisfazer os planos dos políticos, para manterem seus currais eleitoreiros? A saúde pública continua falida com imposto ou sem imposto, com o povo morrendo nas filas dos hospitais do INSS. Por que ela não cria o ISC, imposto sobre a corrupção? Quiçá gerará mais dinheiro do que o imposto sobre cheques. E, de sobejo, diga a sua patroa dona Dilma, que a faxina por ela encomendada, não passa de uma lorota para inglês ver! O povo quer saber aonde foi parar a dinheirama dos corruptos, os quais continuam a gozar de benefícios, e nunca serão processados. Essa conversa do novo imposto é o retrato colorido de uma Republiqueta de bananas!

Roberto Stavale bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

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FALA DEMAIS...

Incompetentes gastam muito e mal!  Esta citação vale também para o PT, que em mais de oito anos no Planalto, aumentou brutalmente o PIS/Confins, arrecadou como jamais na história, deu péssimo destino para o dinheiro dos contribuintes, e agora oficialmente e sem se ruborizar a Ideli Salvatti, falando em nome do partido e da Dilma, confirma que o governo quer novo imposto para a caótica saúde, em entrevista ao Estadão. A ministra, como se estivesse fazendo um favor ao povo brasileiro disse que  esta elevação de tributos não será neste ano, mas em 2012. Certamente depois das eleições... Com toda sinceridade, duvido que o Congresso tenha coragem de criar este imposto porque o som das ruas e as metralhadoras cívicas pela internet vão alijá-los desta possível traquinagem contra o já surrado bolso do contribuinte. E o PT vai chupar o dedo da ineficiência por não saber cuidar da saúde do pobre brasileiro. Porque os recursos existem, e é só gasta-los com dignidade. E que a conta desta desfaçatez anunciada pela Ideli, seja a degola do lulismo nas eleições de 2014.    

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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AMEAÇA

Seria risível, não fosse uma ameaça séria e desprezível a declaração da ministra Ideli Salvatti, de que o governo vai criar novamente um imposto vinculado à saúde, ou seja, um substituto da famigerada CPMF. E a pretensão é tentar emplacá-la no próximo exercício, por ser ano de eleições. E a explicação é deveras interessante, pois segundo a ministra, de acordo com os governadores e o próprio governo federal, a saúde será o tema predileto dos eleitores, Mas um imposto sobre os ganhos dos corruptos e corruptores e um especial sobre os vencimentos dos milhares de servidores públicos dos cargos em comissão, como nunca dantes criados no governo federal, também não seriam bem-vindos? Também poderia ser criada a desapropriação sobre o patrimônio adquirido pelos furtos efetuados pelos larápios do erário público. Com rapidez e não a passos de cágado, como soe acontecer com os processos dessa laia. Também poderia ser criada uma taxa sobre os prejuízos causados ao patrimônio público pelos erros, por ignorância, daqueles responsáveis por projetos e obras sob a responsabilidade, servidores comissionados ou não. Pois são estes poços sem fundo que desperdiçam o dinheiro público, que em última instância deixam de ser canalizados para a saúde. Segundo a filosofia apontada pela ministra, nós, que já arcamos com uma das maiores cargas tributárias do mundo, senão a maior em termos de custo/benefício, com certeza seremos convocados no futuro a arcar com novos impostos para a educação e a segurança pública, por exemplo. Aliás, talvez a ministra tenha uma surpresa quanto às prioridades da população, pois com tantos assassinatos, estupros, sequestros e assaltos, este item deverá ser um dos principais a serem reivindicados pelos eleitores. Acontece que faltam recursos para a saúde, não por insuficiência de fundos, mas pela escolha errada das prioridades governamentais, como as verbas destinadas à Copa de 2014, o trem bala, as estradas e portos sucateados e outra sandices, como por exemplo, o famoso viaduto ligando nada a coisa nenhuma fartamente noticiado pela imprensa, como uma das façanhas do Dnit. Ora esse governo continua insultando a nossa inteligência.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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REDUZAM OS GASTOS

 

Com mais de 60 tributos em plena vigência no País, a criação de mais um imposto beira as raias do absurdo e da falta de consideração com o povo brasileiro. Nunca se vê, neste país, providências drásticas para reduzir gastos, porque a receita sempre deve aumentar com aumentos ou criação de impostos. A oposição precisa realizar um trabalho bastante eficiente para evitar novo tributo, a pretexto de aplicação na saúde, como o foi o anterior, a CPMF. E, por sua vez, a imprensa precisa divulgar os nomes daqueles que colaboraram, inclusive com o voto, para a criação do imposto, porque merecem o prêmio respectivo, nas próximas eleições!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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NOVOS E VELHOS  IMPOSTORES

 

Causa estranheza o alarde da população quanto à necessidade de um novo imposto para a saúde de acordo com a nossa brilhante ministra Ideli. Afinal, não tem nada demais, pois a boneca catarinense só quer Salvatti a sua pele... da Dilma... do Lula... do PT... e de seus "cumpanheiros"...

  

José Alberto de Paiva alpai12@yahoo.com.br 

São Paulo

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MENTIRA TEM PERNAS CURTAS

Para que se preocupar em criar novos impostos? Lula e seus discípulos cansaram de afirmar a autossuficiência em petróleo, o tão famigerado recursos do pré-sal e outras mentiras petistas. Como se pode notar governar em cima de mentiras e muito arriscado, pois logo, logo a verdade vem a tona e não a óleo de peroba que de novo brilho nos caras de pau.

Antonio Ranauro Soares antonioranauro@bol.com.br 

Sete Lagoas (MG)

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FOI ELE?

Quer dizer então que foi Lula quem reduziu os recursos para a saúde pública? Sim, a se confiar na informação da Folha de S.Paulo de 27/9, os recursos federais foram reduzidos nos últimos 10 anos de 8 para 6,8% das receitas da União. Isto corresponde a 11 bilhões de reais a menos por ano. Não é a toa que virou moda se assistir na TV a pessoas morrendo em ambulâncias e macas em corredores de hospitais superlotados. Atendimento tão desumano como nos campos de concentração nazistas.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br 

São Paulo

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DINHEIRO TEM...

O governo já tem até uma meta ambiciosa de faturamento “R$ 45 bilhões” para o novo imposto que pretende aprovar em nome da Saúde aos moldes da CPMF para 2012, indo na contramão do bom senso e contra a vontade de toda sociedade produtiva já penalizada com essa verdadeira morbidez arrecadatória insaciável que o governo não se cansa de nos proporcionar como informa o impostômetro, já na marca de R$ 1 trilhão e duzentos milhões em impostos arrecadados. Portanto dinheiro existe, e muito. Como constatou a reportagem TV Globo recentemente, foram descobertas 1.500 ambulâncias novas que tiveram um custo de R$ 160 milhões, paradas há dois anos por falta de licenciamento, equipes, telefones de emergência e toda sorte de incompetência. Essa é uma pequena mostra de como são usados nossos impostos O que se percebe claramente não é uma falta de recursos, e sim, má gestão. Agora vem o governo federal falar em criar mais um imposto? Isso é muita cara de pau, ou má-fé?

Peter Cazale pcazale@uol.com.br 

São Paulo

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JOGO E SAÚDE

A legalização do jogo no Brasil deve ser contemplada com urgência e maturidade. A urgência é devida a milhares de apostadores que todos os dias apostam sem o amparo e a proteção do governo, o jogo no Brasil é hoje explorado clandestinamente, deixando milhões de reais nas mãos dos empreendedores todo mês e sem ter de pagar imposto que poderiam muito bem ser destinados á saúde que esta na "UTI"  a legalização tiraria o jogo do controle dos empreendedores anônimos e contraventores que não recolhem imposto, e levaria para o controle do governo. Tratar esse tema com maturidade é deixar de lado a hipocrisia, taxar devidamente essa atividade, criar mecanismo de controle e alem de amparar e proteger o cidadão que aposta, socorrer a saúde com imposto gerado  pela atividade, lembrando que isso não seria a solução pra saúde, mas sim uma ótima e viável opção para ajudar a custear até que se crie outras fontes que juntas financiem a saúde no Brasil. O povo agradece!

Josue Araujo Ribeiro josue_ribeiro_007@hotmail.com 

São Paulo

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REGULAMENTAÇÃO DOS BINGOS

Sou favorável à regulação dos bingos, pois a fome não espera e muito menos as contas. Sabemos que o bingo corre na clandestinidade e as pessoas que têm condição vão jogar em outros países. O que nos desfavorece no turismo: o pessoal ganha seu dinheiro aqui e gasta fora. Meu pensamento é que: uma pessoa que até aos 18 anos de idade não tem responsabilidade, nunca terá. Joga quem quer, e com juízo. Tenho amigos ex-funcionários de bingos que estão na expectativa da regulamentação, pois eles querem trabalhar com dignidade e têm muita necessidade. Sou favorável à regulamentação desde que haja controle total e absoluto, cumpram-se as leis como nós, brasileiros, cumprimos nossas responsabilidades. Botem a mão em vossa consciência, pelo trabalhador e pelas pessoas que estão morrendo por falta de atendimento médico, já que, com o dinheiro arrecado pela regulamentação dos bingos, o setor seria ajudado. Não aguentamos mais ouvir falar em  mais impostos.

 

Bevenida Tiscal Dinardi bevenidadinardi@uol.com.br 

São Paulo

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POLUIÇÃO – SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO

Considero inimaginável que um cientista (se é que se pode atribuir tal epíteto a um coordenador do laboratório de poluição atmosférica da USP) possa considerar algo "inimaginável" e, em seguida, de bate pronto, afirmar que o que ele considera "inimaginável" (no caso, que a poluição na cidade do Rio seja maior do que a de São Paulo) assim o seja por ser "provável" que a medição que ele considera um absurdo "esteja focando [sic] em áreas problemáticas".

 

Carlos Alberto Bárbaro cabarbaro@uol.com.br 

São Paulo

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CIÊNCIA

 

A pesquisa que mostrou  a cidade do Rio de Janeiro  muito mais poluída que a cidade de São Paulo pode parecer estranha, mas contra a ciência não existe argumento. Só estranho Brasília não estar no topo da pesquisa, não pela qualidade do ar, mas pelo mau cheiro!

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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SURPREENDENTE

O Ministério Público Federal (MPF) vai avaliar recurso contra a anulação das provas obtidas pela PF no processo "Boi Barrica", contra o "empresário" Fernando Sarney, filho do senador - tetra presidente do senado -, José Sarney (PMDB/AP). Os promotores estudam recorrer contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) - cujos ministros "desconfiaram" da mencionada decisão, é estranho, muito estranho. O STJ não levou em consideração os antecedentes do envolvido? Foi constatado um "atropelo" ao regimento interno do STJ, "atropelo" mudou de nome? É surpreendente e inacreditável...Só perceberam agora? Antes tarde do que nunca, será que finalmente conseguirão fazer Justiça? Sem Justiça não há Democracia. A esperança é a última que morre, a impunidade não pode prevalecer!     

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br 

São Paulo

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ESCLARECER O PASSADO E ESCURECER O PRESENTE

O ministro da  Justiça, José Eduardo Cardoso, disse que a Polícia Federal não se intimidará com atos como os cometidos pelo STJ, anulando as provas da operação Boi Barrica – foi a terceira anulação este ano. Sobre a comissão da Verdade, aprovada na Câmara, disse que "Só se constrói um país democrático quando toda sua história vem à luz do sol". Por que não mostra  esse empenho nos "malfeitos" do governo Lula e sobre a pseudofaxina da Dilma?

Mário A.Dente dente28@gmail.com 

São Paulo

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COMISSÃO DA VERDADE

De tal maneira insistem os órfãos de Marx-Engels-Lenin-Trotsky-Gramsci-Mao-Fidel-Guevara et caterva em nos impor sua tradicional prática do revisionismo histórico (como já garantiu a Ministra de Direitos Humanos que ocorrerá), que sua "bandeira" já se assemelha à escabiose, pelo que deveria denominar-se comichão de verdade. Aos costumes, pois. De início, exorcizemos essa idéia tão propalada de que os comunistas "resistiram à ditadura". "É bafo", como diria Joaquim F. dos Santos em sua Horta da Luzia. Eles é que tentaram nos impor uma ditadura, em 1935, e perderam. Prepararam-se para a revanche nos 29 anos subseqüentes e perderam de novo, em 1964. Nós, os brasileiros verdadeiramente democratas, é que vimos resistindo a eles. Sei do que falo, era maior em 64 e vi a baderna provocada pelo PCB, a CGT, a UNE, as Ligas Camponesas e sabe-se lá o que mais, urdida desde muito antes. Mas é óbvio que continuam a seguir Lenin (e Goebbels, pelo que não podem demonizar o nazismo) - "uma mentira repetida muitas vezes se converte em verdade". Ou seja, o que parecem desejar, mesmo, ao contrário do que pregam, é a revogação a Lei de Anistia (projeto do PSOL) e a instalação um tribunal de exceção - sim, exceção para os ex-terroristas de esquerda. Ah, e controlar a mídia, claro. Parodiando o que alguém já disse, "podemos confiar nos comunistas, eles são comunistas, mesmo". 

 

Gil Cordeiro Dias Ferreira gil.ferreira@globo.com

Rio de Janeiro

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JABOR NO ELEVADOR VAZIO

 

Pela primeira vez tenho o prazer de concordar inteiramente com uma afirmação do Arnaldo Jabor. Na coluna desta semana, sobre "A nova galeria dos chatos" ele afirma logo no início: "Estou num elevador vazio, indo para o 20º andar". Realmente, se só o Jabor está no elevador, este se encontra vazio.

Juvency Castroo juvcas6@hotmail.com

São Paulo

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ESPELHO MEU

Já que o Jabor resolveu classificar os chatos, bem que ele podia fazer uma autocrítica e se enquadrar.

 

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br 

São Paulo

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PRÊMIO AO ‘JN’

O Jornal Nacional, da TV Globo, foi premiado em Nova York pela reportagem da expulsão dos bandidos quando da retomada da favela no Rio  de Janeiro...  para o Brasil, seria bem melhor se o JN fosse mais imparcial (não defendendo o governo por causa das dívidas e financiamentos da Globo) e mostrasse a realidade da corrupção em Brasília de A a Z, com reportagens honestas e reveladoras que pudessem resultar também na expulsão dos maiores bandidos do Brasil, que são parasitas em Brasília:  os políticos da Câmara e do Senado, estando junto com estes alguns juízes, funcionários  das duas Casas que também são privilegiados com astronômicos salários.

 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br 

Ourinhos

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TVS POR ASSINATURA INVESTEM EM FILMES E SERIADOS DUBLADOS

Isto só pode ser uma brincadeira de mau gosto. Além de termos a TV por assinatura mais cara do mundo, seremos agora obrigados a escutar personagens de seriados diferentes com a mesma voz? Mais audiência? Esta deve ser outra daquelas pesquisas que ninguém sabe onde e como foi feita. Tenho TV por assinatura por gostar dos seriados mas principalmente para ter a oportunidade de estar constantemente treinando meu "ouvido" para o inglês. Seriados serão dublados? Simples assim, cancelo a assinatura e passo a alugar os seriados de que gosto e assisti-los na língua que mais me interessar, com as legendas que mais me convirem. Pode não sair mais barato do que a mensalidade da Net mas não me sentirei idiota mais uma vez neste país de desmandos.

Claudia Lopes da Silva Horikawa horikawa@dialdata.com.br 

São Paulo

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FUTEBOL OU SHOWBOL

Estou com 86 anos, bem vividos! Devo minha saúde atual  ao esporte amador, futebol, que pratiquei, com entusiasmo, na minha juventude. Hoje, esse popular esporte foi substituído pelo showbol mercenário! A história de Charles Miller, o pai do futebol brasileiro, é conhecida de todos. Após estudar na Inglaterra, na sua volta ao Brasil, trouxe duas bolas. Com elas, iniciou-se a prática do futebol no Brasil. Se o grande esportista Charles Miller vivo fosse e presenciasse no que se transformou seu belo esporte, certamente, teria atirado as duas bolas ao mar! Agora o showbol movimenta milhões de dólares ! Deixou de ser esporte para ser " big business"! É cocaína, alienando milhões de jovens! É explorado pelos espertalhões da tal Fifa, que roubaram a bola de milhões de crianças em todo o mundo, seu brinquedo predileto! Quanto aos participantes das tais torcidas uniformizadas, o famoso médico e criminologista italiano Cesare Lombroso (1835-1909) os classificaria com uma única palavra, "cretini"! De minha parte, como bisavô exijo: devolvam a bola para meus bisnetos!

Braz Juliano bjuliano@uol.com.br

São Paulo

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LEI DA COPA DE 2014

Que o governo brasileiro não ceda à pressão da Fifa, que agora ameaça com plano B para a Copa, e faça a devida administração das despesas necessárias para a organização do evento. Já estamos errados gastando dinheiro público que não podíamos gastar, sem o devido controle, nem pensar. O Brasil não precisa da Copa, o Brasil precisa é de boas escolas e bons hospitais. Futebol é coisa privada e não pública.

Carlito Sampaio Góes carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

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ROCK IN RIO

Para mim o Rock in Rio deste ano já foi uma amostra do que serão os Jogos Olímpicos de 2016: filas quilométricas, caos no transporte público e confusão com bilhetes falsos. Uma vergonha.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com 

São Bernardo do Campo

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EXPERIÊNCIA

Pelo que temos visto e escutado, o Rock in Rio foi uma boa experiência para quem pretende vir ao Rio de Janeiro na Copa. Albergues assaltados, confusão nos ônibus first class (imaginem os outros), assaltos dentro da Cidade do Rock, pasmem, 600 seguranças para 100 mil pessoas (o custo tem de ser reduzido), hotéis até a boca e, claro, os milhares de camelôs vendendo só porcaria e materiais roubados, emporcalhando a cidade e a ex-princesinha do mar, agora mais violenta do que nunca, Copacabana. Os assaltos são de gangs de bicicleta, eu vi, ninguém me falou. E o prefeito, que deve estar em outro mundo, não dá as caras nem se incomoda, afinal, ele tem muita segurança. Um outro ponto turístico no Rio de Janeiro são as escadarias da Assembleia Legislativa, com os bombeiros acampados lá e os professores faz um tempo. E ninguém resolve, afinal de contas, bombeiro salva mesmo ganhando mal, não é?

Anibal Vilari anibalvilari@bol.com.br 

São Paulo

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