Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

02 Dezembro 2011 | 03h06

Dúvida

A presidente Dilma Rousseff pediu à Comissão de Ética que informe os motivos de ter sugerido que demita o ministro Carlos Lupi. Sim, porque são tantas as irregularidades e afrontas à Presidência que realmente não fica claro o porquê dessa recomendação. Será porque em sua gestão existe a suspeita de cobrança de propina para aprovar a criação de sindicatos? Ou pela suspeita de acordos fraudulentos com ONGs? Seria porque o ministro desrespeitou a Presidência, dizendo que não sairia nem à bala? Ou porque acumulou cargos irregularmente? Bom, de fato, entre estas e tantas outras é difícil mesmo saber por que a Comissão de Ética pediu a demissão de Lupi. Afinal, buscar a resposta correta é um bom motivo para adiar a decisão sobre um ministro tão influente e conhecedor dos bastidores do Planalto.

CARLOS AVILA

c.avila@modusoperantis.com.br

São Paulo

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E era mesmo verdade

Apesar de ter dito um monte de mentiras, o ministro machão mostrou que é mesmo machão. Disse que não saía nem à bala de grosso calibre. Pura verdade, pois não saiu mesmo. Sabe-se lá que bomba atômica ele tem no arsenal, contra a qual a espingarda de chumbinho de nossa "presidida" nada pode fazer...

LAZAR KRYM

lazar.krym@gmail.com

São Paulo

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Bomba

Pelo que se vê, parece que quem manda mesmo é o Lupi. E ao que parece, ele deve ter mesmo uma bomba nuclear escondida na manga. Os outros ministros que pediram demissão e foram homenageados como se fossem maravilhas na cerimônia de posse dos seus sucessores não sabiam tanto quanto este. Se for outra coisa, que nos convençam os do governo, mas com argumentos inteligentes. Esses que costumam usar não enganam nem criancinha.

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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O que ele sabe e de quem?

De embasbacar a decisão da presidente de manter o ministro mais uma vez, agora depois da recomendação expressa da Comissão de Ética de demiti-lo do Ministério por falta, exatamente, de ética! Cabe apenas e tão somente uma explicação. Pressão política do PDT não seria, pois para ele tanto faz ser o Lupi ou outro qualquer do partido. Lupi, mais do que evidentemente, sabe alguma coisa muito, muito séria mesmo de alguém muito, mas muito importante para a presidente, que se viu, assim, forçada a aceder a mais esta chantagem. Lembremo-nos dos já célebres "não saio nem à bala" e "eu não sou que nem os outros, não...". Ele sabia do que estava falando e ela, idem, idem. Não há outra explicação possível.

FERNANDO PIERRY

fernando.pierry@uol.com.br

São Paulo

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Relutância

Considerando as acusações que pairam sobre o ministro do Trabalho, andou bem a Comissão de Ética da Presidência da República, em decisão unânime, ao recomendar à presidente Dilma a exoneração de Carlos Lupi. Em nome da transparência e da ética, ante essa nebulosa situação, de difícil compreensão é a relutância da presidente em formalizar o ato.

MARIO PALLAZINI

mpallazini@hotmail.com

São Paulo

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Lupi e a ética

Se tivesse ética, não seria necessário a comissão pedir que "saiam com ele", Lupi já teria saído. Pela falta dela, é bem possível que ele constitua uma comissão pedindo que saia... a Comissão de Ética!

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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Rito processual

No lullopetismo é assim: quem tem de se explicar é a Comissão de Ética.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

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Velhinhos gagás

As declarações do deputado Paulo Pereira da Silva, o conhecido Paulinho da Força, a propósito da recomendação da Comissão de Ética à presidente Dilma Rousseff para que demita o ministro Carlos Lupi, trazem a sua marca característica: são grosseiras, ofensivas, de um primarismo vulgar, como costumam ser suas ações e palavras. É uma vergonha que São Paulo tenha como um dos seus representantes na Câmara dos Deputados um indivíduo tão ignorante, bronco e com um currículo, do ponto de vista ético, cheio de episódios duvidosos como ele.

PAULO A. DE SAMPAIO AMARAL

drpaulo@uol.com.br

São Paulo

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De pasmar...

Tem razão o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical. Graças à corrupção que se instalou nos últimos anos neste país sob o comando do PT, os homens honestos e sábios são considerados "gagás" e "velhinhos". Realmente, a mediocridade nos meios políticos é de pasmar. Felizmente, ainda temos a imprensa para denunciar e as urnas para mudar.

JOSÉ MILLEI

elymillei@hotmail.com

São Paulo

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CONTROLE DA MÍDIA

Líbero Badaró

Há 182 anos, Líbero Badaró, em seu livreto Liberdade de Imprensa, desafiou o poder autoritário de Sua Majestade Imperial e Real Dom Pedro I com duras e sábias palavras em defesa do livre pensar e escrever. Quase dois séculos depois, em plena República e democracia, torna-se vital evocar sua lembrança para o enfrentamento da censura disfarçada em vigência no País. Tristes trópicos!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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OBELISCO DO IBIRAPUERA

Ideia infeliz

Louvável a todo título a campanha internacional contra a aids. Contudo o Obelisco do Ibirapuera integra a decantada "última trincheira", onde descansam os heróis de 1932. Em passado recente foi reprovada a absurda ideia de enfeitá-lo com luzes de Natal. Agora colocam ali, jazigo de centenas de bravos, o símbolo da campanha? São Paulo tem milhares de locais mais adequados, sem desvirtuamento do nobilíssimo sentido do Obelisco.

EDUARDO MENEZES SERRA NETTO

decimoserranetto@uol.com.br

São Paulo

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O QUE É ÉTICA

Ética, para quem não sabe, é a ciência da moral, dá para entender? Comissão de Ética Pública, vinculada à Presidência da República, zela pela conduta da alta administração federal, para orientar as autoridades a fim de terem uma conduta de acordo com a moral e respeito ao serviço público, que é o mínimo que um homem público e cidadão deve ter, não acham? No entanto o presidente da força sindical e deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), também conhecido como Paulinho da Força, desconhece o que ética, tendo afirmado que essa comissão é integrada por membros "gagás, velhinhos e retardados", que perseguem o "santo" ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e talvez o desajustado deputado, que fazem parte da base "alugada" ao PT, concordam? A Comissão de Ética recomendou à presidente que exonere o tal ministro, em razão da sua conduta nada recomendável a qualquer cidadão, muito menos para um "ministro". Lamentável é o fato de a presidente não ter tomado essa decisão há muito mais tempo, será que é devido a sua ligação desde que eram companheiros do PDT/Brizola? Antes que surjam mais "podres", pela ética e moral, presidente, demita ou exonere o ministro do Trabalho, bem como o ministro das Cidades, por ser uma questão de honra e respeito ao povo brasileiro!  

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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PELA CULATRA

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República recomendou a demissão do ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Pelo jeito, a bala a que o ministro se referiu acabará saindo pela culatra.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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CARLOS LUPI X COMISSÃO DE ÉTICA

Sou de opinião de que esse Carlos Lupi já deveria ter sido expelido há muito tempo desse desgoverno petista. Contudo, pergunto: que moral tem a Comissão de Ética do Congresso para recomendar sua demissão? Essa mesma comissão que ultimamente tem absolvido as mais escandalosas e indecentes imoralidades cometidas por parlamentares.

 

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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E AGORA?

Até o conselho de Ética Pública da Presidência da República recomenda – por unanimidade – a demissão do ministro do Trabalho, depois de haver dado respostas 'inconvenientes' á comissão, ao Congresso e à imprensa, sem falar do desafio feito à Presidente quando disse que ela o conhecia muito bem e só sair 'à bala'. E agora, Dona Dilma vai ou não defenestrar o seu grande amigo e 'cumpanhero' de longa data?  Afinal de contas já existe outro candidato – o ministro das Cidades – no aguardo!

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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EU LUPO, ELES LUPI

Acho que a dúvida não é da presidente Dilma, com referência ao Lupi. Talvez o "ex-presente" presidente Lulla é que, mesmo de São Paulo, deve continuar interferindo. O esquema já estava traçado há muito tempo. Lupi occursum eorum pares (Os lobos respeitam seus iguais).

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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FORA

Que o Lupi já era não temos mais dúvidas, o importante agora, e já que até o Conselho de Ética da Presidência recomenda sua saída, por tantas irregularidades, é continuar as investigações e o Ministério Público e que o procurador-geral não aliviem, como regularmente fazem com os cumpanheiros, como o Palocci. Chegou a hora de a verdade nua e crua, doa a quem doer apareça, e seja a primeira preocupação das nossas autoridades e que a presidenta se conforme com essa herança maldita ou malditíssima e faça o mais breve possível uma reforma ampla geral e irrestrita? Não podemos mais conviver e aceitar falcatruas, bandalheiras ou corrupção. O povo precisa e tem o direito dos serviços que nunca veem nem melhora. Já passou da hora de isso acontecer.

Mustafa Baruki mustafa-baruki@bol.com.br

Belo Horizonte

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DESINFORMADA

A presidente Dilma Rousseff determinou na manhã desta quinta-feira (1/12) que seja enviado à Comissão de Ética Pública da Presidência um ofício com pedido de informações sobre quais "elementos subsidiaram a decisão da comissão" de recomendar a exoneração do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, saiu no noticiário geral. Tenha paciência, dona presidente, parece piada de marido traído!

Mauricio Villela mauricio@dialdata.com.br

São Paulo

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PELEGOS

A presidente Dilma Rousseff, pelo visto, só demitirá o defenestrado ministro do Trabalho, Carlos Lupi, envolvido em graves acusações de malversação de dinheiro público, se vier a saber que foi ele quem tramou a morte de Jesus Cristo na cruz. Ora bolas! O que resta a ser revelado de nebuloso para que Dilma demita o fanfarrão e encalacrado Lupi? A propósito, por uma questão de coerência, a presidente deveria valorizar e respeitar mais o ministério do Trabalho, já que foi no âmbito das relações de trabalho, que a sua agremiação política – o Partido dos Trabalhadores (PT) – foi fundada. Esse comportamento claudicante de Dilma faz crer que o reles peleguismo, que hoje caracteriza o PT, já subiu a rampa e tomou conta do Palácio da Alvorada.

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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EXPLICAÇÕES?

A mãe do PAC quer entender a recomendação da Comissão de Ética, se esqueceu do povo brasileiro, de demitir o glorioso ministro "Loupi Garou". Aliás, temos Lupi, Lobão... Lobos não estão faltando na esplanada dos ministérios. Entender o que, cara pálida?! Será que ella pegou a "doença" do chefe e vai dizer que "não sabia de nada". Deus do céu, defenestre logo o lobo em questão, Dilmão. Até rimou!

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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COMO NO PASSADO

A manutenção do Sr. Lupi no cargo pela presidente Dilma equivale ao episódio Gregório Fortunato para o governo de Getúlio Vargas. Embora o provecto caudilho haja escolhido entrar para a história, usando as próprias mãos, a presidente de plantão acaba de cometer o seu “sepuku” político, de forma menos ritual, devido à inexistência de um avatar do Sr. Carlos Lacerda na oposição...

 

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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FEDE

Nossa presidenta deve estar sofrendo de graves problemas olfativos! Não é possível que ela não sinta o odor que emana do ministério do Trabalho do seu governo!

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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A BALA

Comissão de Ética ensarilha armas. Afinal, Lupi vai ou não vai?

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol..com.br

São Paulo

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GAGÁS E VELHINHOS

 

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) afirmou que a Comissão de Ética Pública da Presidência da República é integrada por "gagás e velhinhos". Trata-se de uma grosseria, pois são cidadãos em pleno gozo de suas faculdades mentais, independentemente de sua idade. Temos inúmeros exemplos de cidadãos que, acima dos 90 anos foram (ou estão sendo) produtivos. Dentre eles, o venerável Oscar Niemeyer, Eugenio Gudin e vários outros em que sua lucidez impressionou a todos. Antes tivéssemos mais conselhos de anciãos, como muitas das sociedades do passado (como na Grécia Antiga), defendendo a Ética que hoje está sendo vilipendiada a todo momento por interesses pessoais e partidários. Oxalá o deputado possa viver até avançada idade com suas faculdades mentais íntegras e receber "cumprimento" semelhante de ser chamado de gagá pelos mais jovens. Então, embora tardiamente, possa perceber a rudeza de uma observação no mínimo infeliz e politicamente incorreta.

 

Nobre deputado, um pedido de desculpas, seria o mínimo que V. Excia. poderia fazer para tentar reparar essa grosseria, não com a Comissão apenas, mas para com milhões de cidadãos brasileiros em idade similar ou superior às dos membros dessa Comissão.

 

Edison Roberto Morais ermorais@uol.com.br

São Paulo

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OFENSA

Pela forma com que Paulinho se referiu à Comissão (1/12, A4), ele não sabe o significado da palavra ética, portanto está desqualificado para opinar sobre a ética do Lupi. Fora, Paulupi!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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FALTOU DECORO

Ofender membros da comissão não é caso de falta de decoro parlamentar? Tem algum parente desse indivíduo na comissão? Esse indivíduo ainda se considera representante de trabalhadores?

Fiore Scogna mauricio.dinis@yahoo.com.br

Guarulhos

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SER OU NÃO SER GAGÁ

Quando ficar velhinho, Paulinho da Força, para não ficar gagá, deverá jogar o joguinho da forca. Manter a cabeça ocupada evitar-lhe-á suceder o que está a acontecer com os membros da Comissão de Ética Pública da Presidência. Por ora, nós, povinho da elite que machucamos com insistência os políticos que na mídia saem nas manchetes como bandidos, à La Lupi, esperamos que o Partido Democrático Trabalhista, que agrega nomes conceituados (não pelo saber do povão iletrado e inculto, pois que não lê jornais, mas pelo conhecimento da mesma elite que abomina a corrupção), deixe de ser o Partido que Detona o Trabalho e que, de quebra, põe à prova a capacidade de resistência à capitulação da nossa presidente da República.

 

Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br

São Paulo

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FRACO

"Velhos", "gagás", "retardados". Sem benesses aos sindicatos, o tal Paulinho perde a força.

 

A. Fernandes swtandyball@hotmail.com

São Paulo

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OS GAGÁS E RETARDADOS

A população brasileira há tempos vem sugerindo a demissão do ministro Lupi. Portanto, quem parece destoar negativamente na sociedade é o Sr. Paulo Pereira da Silva, que em plena falta de decoro ofende membros da comissão de ética e toda população brasileira. A senilidade atingirá a todos, inclusive ao deputado, aliás, ao cometer tal ofensa já provou faltar-lhe o  senso crítico.

Paulo César Pieroni pcpieroni@hotmail.com

Campinas

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DURO TRABALHO

O que querem vocês? Como ministro do Trabalho deu exemplo de trabalho e por isso tinha tantos cargos. O negócio do Lupi é trabalhar, mas... para si próprio.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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CHEGOU A HORA

E agora, Lupi? Pegue o seu boné e volte para o PDT, de onde você nunca deveria ter saído.  A bala que você tanto esperava já está cravada. Negromonte, aproveite a deixa, faça o mesmo. Agindo assim, ao menos uma vez na vida vocês estarão agindo  corretamente.

Iracema M. OLiveira

Praia Grande

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FALTA MUITO AINDA

E agora, presidente Dilma? Com o parecer da Comissão de Ética da Presidência da República recomendando a saída do ministro, já passou da hora desse ministro ser defenestrado. Não dê bolas para quem quer que ele permaneça por mais tempo, termine a faxina nesse Ministério, e parta para mais alguns.  Ainda tem muito entulho para ser removido.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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QUANDO SE SABE DAS COISAS

É sintomático que a Comissão de Ética da Presidência da República seja chefiada pelo ex-ministro do STF, que fez história, Sepúlveda Pertence, e que proponha a saída imediata de Carlos Lupi. Ao relatar o acórdão na Suprema Corte, que consagrou o poder imenso do MT para conceder registros sindicais, expressamente Pertence fez inserir no texto sua preocupação com a mercantilização e politização deletéria do órgão, nesse aspecto. Os fatos estão aí.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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FINALMENTE, UMA COMISSÃO DE ÉTICA!

A Comissão de Ética Pública da Presidência recomendou a exoneração do “incaível” “rogeriamentemagri” falando, ministro Lupi. Trata-se de parecer inédito que além de merecer nossos aplausos, esperamos que não pare por aí. Agora, quanto ao Deputado Paulo Pereira da Silva – PDT, este merece umas palmadas no traseiro. Quem sabe ele aprende um pouquinho de educação. Tratar os membros da comissão como “velhinhos gagás” que perseguem o Lupi” é de uma falta de respeito, de educação e de uma baixeza, só comparável ao nível da maioria dos atuais políticos, do partido a que  V.Excia. pertence. 

João Batista Piovan jb@reunidaspiovan.com.br

Osasco

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NADA SÉRIO

Em qualquer país sério após a terceira denúncia de "suspeita de irregularidades" em seus ministérios, já teria acontecido uma reforma ministerial completa. E o Brasil realmente precisa ter 39 ministérios? Por que órgãos e secretarias têm status de ministérios?

Marcelo Stoppa Gomide stoppagomide@gmail.com

Uberlândia (MG)

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RECIPROCIDADE

Apesar de todos concordarem, inclusive dentro do próprio PDT, que não há sustentação política para permanência de Carlos Lupi no Ministério do Trabalho, exceção a Paulinho da Força – PDT - (este condenado pela Justiça Federal por improbidade administrativa) a presidenta blinda o ministro com colete à prova de bala de grosso calibre, até mesmo os disparados pela Comissão de Ética. Será uma reciprocidade à declaração de amor de Lupi à Dilma?

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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O FUNDO DO POÇO

Realmente chegamos ao fundo do poço. O nosso dinheiro sugado pelos impostos está sendo malversados em todas as instancias dos governos, com o maior despudoramento. Pela interpretação do Deputado Vaccarezza do fato "de não ter nada demais" em existir funcionários fantasmas no Congresso realmente tiramos nosso chapéu ao descaramento do líder do governo e entramos em estado de desânimo total. Enquanto existir cidadão que paga e não cobra pelo seus direitos viveremos nessa verdadeira ciranda do rouba nega e continua roubando.

Leila E. Leitão

São Paulo

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TERCEIRO MANDATO

 

Tia Dilma está vacilando. Certamente consultou o Divino Lula, mas está difícil a solução. Carlos Lupi, mais claro impossível, tem culpa no cartório e tem que sair, mas o que está pegando é que o PDT e a pelegada não podem ser contrariados, pois são fundamentais para o terceiro mandato. Dilma está mal na foto e Lula é quem decide, finge que não tem nada com o impasse, mas mexe os pauzinhos nos bastidores. E agora, José?

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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DILMA EM DÚVIDA

Será possível que as fortes denúncias feitas pela imprensa  e que as reações exacerbadas , cínicas e desrespeitosas tanto de Carlos Lupi como  de Paulinho da Força Sindical não tenham sido suficientes para Dilma Rousseff, que em dúvida sobre qual medida tomar...ainda pede por meio da Casa Civil, maiores informações sobre o embasamento usado pela Comissão de Titica na recomendação de exoneração do ministro do Trabalho? Tudo bem que Carlos Lupi colaborou bastante para que as metas petistas fossem alcançadas, entre elas, a de  transformar este país numa republiqueta de pelegos. Mas há momentos em que um mínimo de decoro tenha que ser mantido, e fazer com que Lupi permaneça à frente da Pasta do Trabalho é oficialmente aceitar pactuar com todos os seus atos pregressos. Fora, Lupi... e mais  investigação na ONG da esposa do Paulinho...

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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‘O EXEMPLAR CARLOS LUPI’

Peço licença ao Estado de S. Paulo, fórum da Democracia que tenho na mais alta conta e guardo com carinho em uma das gavetas de minhas memórias das primeiras leituras, ainda trôpego entre os arranjos de letras e palavras, para discordar do editorial de 30/11/2011 (A3) quando nele se afirma que “um dos efeitos perversos da ininterrupta sucessão de denúncias de corrupção na administração pública é a banalização do assunto, que acaba se tornando rotineiro.” Tal efeito, perverso sem dúvida, não decorre da sucessão de denúncias em cascata – cujo limite quantitativo é o número objetivo de fatos e não conveniências de qualquer sorte -, mas pode decorrer, sim, da impunidade, da falta de sanção para os autores e partícipes das empreitadas delitivas. Não concordo, também, com a suposição que “a cada caso, parece que menos gente fica indignada com a bandalheira.” Para tanto, basta notar que, nas eleições presidenciais de 2010, a candidata oficial do plutopetismo sem-limites foi solenemente rejeitada pela maioria do eleitorado, o que implicou um necessário segundo turno; do qual emergiu vencedora, é um fato – afinal, um haveria de vencer, pela lógica do sistema -, mas cujo êxito muito há de ser tributado à incompetência crônica da oposição tíbia, seja do tucanato carente de identidade e com sintomas de esquerdopatia, seja dos neurônios verdes fritos que deram de ombros a seus iludidos eleitores, assim praticando um verdadeiro crime de lesa-cidadania - a neutralidade complacente... -, e que se calam hoje diante da metástase da corrupção, assim revelando sinais claros da mesma enfermidade, quiçá incurável em “trambos” os casos. “Fica parecendo que é assim mesmo que a coisa funciona e não tem outro jeito” também não merece guarida, pelos mesmos motivos acima e a aos quais se deve somar o flerte constante de parte significativa da imprensa dita isenta e imparcial com a pirotecnia fugaz, na medida em que o alarde inicial estranhamente costuma esfriar na proporção inversa do andar dos cágados institucionalmente responsáveis pela investigação, pela denúncia formal e pelo julgamento (quando os há, diga-se), nas esferas política, administrativa e judicial, cível e criminal. Talvez o amadurecimento da Democracia seja mesmo forjado no fogo lento, a custa mais de lágrimas corridas e menos de sangue derramado, embora muitas vidas sejam prejudicadas – ceifadas, mesmo – a golpes de canetadas vorazes e suas tintas de veneno letal. O acompanhamento incansável do desenrolar dos fatos e a cobrança implacável por conseqüências, pesadas e exemplares, devem ser preocupação e ocupação constantes dos profissionais da imprensa responsável também, inclusive e principalmente – no aspecto macro – pelo caráter educativo e formador do senso crítico inerentes à atividade jornalística. “Por que, então, esquentar a cabeça?” Pela cidadania, ora, por um presente melhor e um futuro melhor ainda! “Sem falar que os interessados na manutenção desse estado de coisas ficam à vontade para pura e simplesmente negar que a corrupção exista”? Isto é de somenos importância, uma futilidade que deveria ser socialmente irrelevante no Estado Democrático de Direito; o que menos se espera de um corrupto, assim como de outros bandidos, é a confissão com riqueza de detalhes, num lampejo de arrependimento ou como forma de expiação de seus pecados sociais; negação ou confissão que se torna ainda mais inútil se e quando confrontada com robustos arcabouços de provas, principalmente as documentais, que devem afluir inexoravelmente para a condenação em casos que tais. Podem negar, podem chorar!... Cabe a nós não cair na esparrela, não esmorecer, mobilizar-nos para oxigenar a plenos pulmões a chama da Democracia e não sossegar enquanto os celerados corruptos não estiverem devidamente trancafiados no xilindró!... E com a participação ativa da imprensa livre e independente! Quanto a Dilma, títere da vez do bando plutopetista e de quem não se espera conduta diversa daquela de seus chefões, sua eleição legítima deveria ser sucedida pela legítima e democrática pressão popular, ao limite do insuportável à governabilidade, para que renuncie. É o que podemos fazer, neste momento e até nova eleição, diante da conivente apatia institucional que se abate nos alugados poderes, Legislativo e Judiciário, assim como em outros Executivos... E o que devemos fazer com celeridade, antes que a faixa presidencial torne-se de vez troféu das hienas peemedebistas e suas nuvens de marimbondos de fogo, sempre de plantão e para infortúnio dos "brasileiros e brasileiras", naturalmente...

Saulo Vieira Tortelli saulo_tortelli@msn.com

São Paulo

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PELEGUISMO

O artigo Sindicatos de fachada (29/11, A2) mostra como o Imposto Sindical, que é o dinheiro de um dia de trabalho por ano

do trabalhador com carteira assinada, é repassado automaticamente para os sindicatos, federações, confederações

e governo (10%) que gastam do jeito que quiserem sem se preocupar em prestar contas ao poder público. Cerca de 41 milhões de trabalhadores são obrigados a contribuir para esse peleguismo criado em 1940 pelo presidente Getúlio Vargas até os dias atuais. O editorial do Estadão (6/11, A3) descreve com detalhes esse "jeitinho brasileiro" de como legalizar uma média de 4 sindicatos de fachada por semana. Há quem diga que exista entidade sindical legalizada até para "Empinadores de Pipas".A Central Única dos Trabalhadores (CUT) vinculada ao PT  e que recebe a maior fatia do bolo sindical diz ser contra o imposto sindical, mas não abre mão do dinheiro que o imposto lhe assegura e assim vai protelando.  Nos países mais industrializados os sindicatos têm vida própria e competem entre si e o trabalhador

é quem decide se afiliar ou não às essas entidades. Até setembro deste ano a arrecadação do imposto sindical totalizou R$ 1,7 bilhão e o que causa perplexidade é a omissão do Congresso Nacional que permanece indiferente tal como em 1946. Uma barbaridade!

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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‘SINDICATOS DE FACHADA’

Excelente o artigo do ministro Almir Pazzianoto, porém eivado de alguns cacoetes. Existem de fato tanto do lado profissional, como do patronal sindicatos de fachada, porém longe, muito longe, em se constituir em numero relevante. Alguns porque já foram constituídos para esse fim, outros porque a dinâmica da atividade econômica fizeram minguar seus filiados. De toda forma mercê dos erros e acertos a atividade sindical é ainda essencial para mediar as relações Capital e Trabalho,caso contrario caberia ao Estado mais essa intervenção e ou prerrogativa. De fato a Constituição de 88 deixou de regulamentar os artigos que tocam a atividade sindical, como muitos outros, deixou claro no entanto que é vedado ao Poder Publico a interferência na organização  sindical, cabendo a ele tão somente o registro. No vácuo o Ministério do Trabalho, usurpou de sua competência legal, para além do registro puro e simples, a emitir conceitos,notas técnicas,portarias sobre assunto que a Lei maior o proibiu de fazer, Merce deste poder usurpado e não contestado, estabeleceu-se o balcão de negócios relatados em Veja edição 2245 pg.72 que redundou em muitas das excrescências mencionadas no artigo. De fato o lado incestuoso em que o Estado imiscuiu-se na atividade sindical e alguns sindicatos na atividade do Estado, produziu anomalias graves no sistema, que não nos leva ao extremo de matar a vaca para eliminar o carrapato. Ao longo dos anos o Estado em sua onipotência e onipresença, agiu de forma deletéria, transfigurando a estrutura sindical, para buscar coadjuvantes a  seus interesses subalternos. A Contribuição Sindical, tão contestada é absolutamente justa e necessária ante o critério da representação de categoria econômica ou profissional, já que não seria correto alguém que não contribui beneficiar-se de conquistas levadas a efeito pelo Sindicato, tampouco seria justo que o mesmo profissional ou empresa da mesma atividade econômica tivesse direitos diferentes porque é ou não sindicalizado. Desta forma a estrutura verticalizada representando categorias econômicas e ou profissionais possibilita igualdade de tratamento.

,Nenhuma empresa exceto os grandes monopólios que podem repassar aos preços seus custos, poderiam atuar em tantas frentes como fazem os Sindicatos, para proteger os interesses de sua categoria econômica. Como sindicalista patronal, que não tem remuneração, tenho muito orgulho e consciência que dedico boa parte de meu tempo e já da minha vida a justa e necessária defesa dos interesses do segmento econômico que participo e represento, invariavelmente acossado pelo Estado em sua fúria regulamentadora, fiscalizadora, normatizadora e cobradora.

 

Marco Aurelio Sprovieri Rodrigues, presidente do Sincoeletrico msprovieri@sincoeletrico.com.br

São Paulo

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COMO EXTINGUIR A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

É muito simples extinguir a contribuição de um dia de salário dos trabalhadores a seus sindicatos, sem desestruturar estes últimos, enfraquecimento que seria conveniente exclusivamente ao patronato. Basta destinar aos sindicatos os recursos pertencentes aos trabalhadores, contidos no recolhimento do FGTS, originários das diferenças de juros e correção monetária em suas parcelas sonegadas. Mas, nessa hipótese, investimentos públicos de vulto, e os atos de corrupção que lhes são invevitavelmente inerentes, ficariam prejudicados.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ONGS COMPANHEIRAS

R$ 26,5 bilhões, este é o valor que foi repassado entre 9/2008 e 7/2011 para ONGs e como tem sido mostrado nos escândalos dos ministérios da Agricultura, Turismo e Trabalho na maioria das vezes este dinheiro é desviado com empresas e ONGs de fachada.

Mais grave ainda é que esta dinheirama toda não tem registro no banco de dados do SICONV como deveria. O problema da faxineira, portanto, não é só tirar o lixo (ministros e assessores), mas também saber o tamanho da sujeira jogada para baixo do grande tapete do orçamento.

Márcio M. Carvalho mmcoak@hotmail.com

Bauru  

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FASE 2 – A CONSTATAÇÃO

Então, não teremos outra saída senão criarmos uma ONG para levantar aquela grana para um lobbista defender a tal faxina? Qual seria o nome da ONG? E um lobbista dos bons? Com influência!

Se tem que ser de algum sindicato? Não sei.

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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A MORTADELA COMENDO A MÁQUINA

ONG significa um grupo social organizado, sem fins lucrativos, constituído formal e autonomamente, caracterizado por ações de solidariedade no campo das políticas públicas e pelo legítimo exercício de pressões políticas em proveito de populações excluídas das condições da cidadania. Resumindo, suprir a deficiência do governo que deveria cumprir honestamente seu papel de bem gastar o dinheiro público e não o faz. Nota-se que as ONGs estão executando o mesmo papel desonesto,com fins altamente lucrativos, servindo de instrumento para políticos safados enriquecerem às nossas custas. A continuar esse quadro, e não eliminá-las,vai ser um suplício a travessia dos próximos três anos.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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BARRADOS NO ESPORTE

Analisando com atenção a matéria do jornalista Joao Domingos Aldo barra 25 nomeações de Orlando no Esporte (30/11, A6), em particular ao cargo de “Gerente de Projeto” da Representação do Ministério do Esporte no Rio de Janeiro, anteriormente prometido a histórico militante político do Partido Comunista do Brasil – e agora barrado –,  fiquei em dúvida com o contexto e curioso em entender as atribuições e funções executivas de tal cargo,  para essa atividade. Os salários mencionados na reportagem giram entre R$ 20 mil e R$ 21mil por mês, o que dá a ideia de que o cargo citado situa-se nessa faixa. O que não é pouco nem em países capitalistas. Por outro lado, se as nomeações foram agora barradas, vem mais uma dúvida: esse cargo, junto com outros 24 barrados agora, permanecem (com suas despesas e outros custos)? Ou apenas mudam-se as pessoas? Investigar mais a fundo creio que daria mais uma boa reportagem. Pelos altos salários e, principalmente pelos eventos esportivos grandiosos que o país pretende realizar – Copa e Olimpíada –, creio que seria extremamente útil para o País e a sociedade a divulgação do Organograma do Ministério do Esporte e respectiva descrição de funções.  Não somente as verbas que normalmente se publicam.  Seria um bom inicio para o Novo Ministro recém-empossado. Isso tudo está alinhado com o discurso de posse da presidente, emocionado e vibrante, de que, em seu governo, entre outras coisas, não haveria tolerância com o mau uso do dinheiro público.

Renato de Rezende Pierri Renato.pierri@cerp.com.br

São Paulo

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SINAIS DOS TEMPOS

Esta semana, em Limeira (SP), vimos despertar a cidadania e a indignação do povo brasileiro com classe dos políticos, no caso, representado pelo cidadão limeirense, que saiu às ruas para protestar e fazer valer os seus direitos a ter administradores públicos e políticos probos e honestos. Esse exemplo, protestando contra a soltura da mulher do prefeito e seus asseclas e, depois, fazendo valor seus diretos de cidadão na Câmara Municipal, exigindo dos vereadores que tomassem as medidas necessárias para recompor a moralidade pública; afastando o prefeito e abrindo uma comissão processante. Quiçá, essa postura cidadão do bravo povo limeirense faça escola, e chegue até Brasília, o centro da imoralidade e da improbidade pública do Brasil. Parabéns, Limeira.

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

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APELAÇÃO

A criatividade da classe política dominante no país já está chegando às raias da apelação. Se não bastassem os humoristas como candidatos, agora chegou a vez das “primeiras inúteis damas”! O atual prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho resolveu convidar para vice candidata a prefeitura, nada mais, nada menos que Dona Marisa Leticia. Aquela cuja única contribuição aos brasileiros como primeira dama nos oito anos em que esteve em Brasília, além de muda, foi como jamais deveríamos usar Botox! Deve estar faltando candidato com ficha limpa no pedaço com certeza!

Beatriz Campos  beatriz.campos@uol.com.br                                                                                                                                                                                

São Paulo

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MARISA CANDIDATA?

Só pode ser lorota a notícia de que a ex-primeira dama Marisa Letícia, a eterna inoperante durante o mandato de seu marido Lulla, tenha sido convidada pra ser a vice-prefeita de São Bernardo do Campo na chapa do Luís Marinho. Pra ganhar uma eleição qualquer apelação está valendo não há mais senso do ridículo e responsabilidade por parte dos políticos que estão hoje na ativa. Era só o que faltava!

Leila E. Leitão

São Paulo

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INVASÃO EM TEERÃ

A invasão do consulado britânico em Teerã, por parte de estudantes revoltados com os atentados terroristas que vêm sofrendo, é o pretexto que faltava para o desencadeamento da  guerra das potencias ocidentais contra o Irã, ansiosamente aguardado. Demonizado pela mídia, Ahmadinejad, como seu antecessor Mohammad Mossadegh e todo chefe de Estado rico em petróleo que não se curvou aos interesses das "sete irmãs", tem todo o direito de realizar pesquisas na área de energia nuclear, como fazem normalmente ingleses, americanos e israelitas. Se representa uma ameaça à paz, ninguém sabe, até porque não foram os persas que lançaram bombas atômicas contra a população civil de Hiroshima e Nagasaki. Que Alá os proteja.

 

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

 

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RUMO À GUERRA

Que a República Islâmica do Irã não possui caráter, respeito ao próximo e aos princípios humanos, não é nenhuma novidade. Mas voltar a invadir e destruir embaixadas, como fez com a dos EUA no passado, é pedir por encrenca. A invasão, o saqueamento e a destruição da missão diplomática britânica foram mais um passo que os aiatolás deram em direção à guerra. Faz-se cada vez mais urgente a necessidade de uma ação enérgica para conter o holocausto atômico que o Irã desenvolve, senão corremos todos o risco de virarmos fumaça.

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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TRUCULÊNCIA

Em mais uma demonstração de despotismo truculento, o governo do Irã patrocina a invasão de uma embaixada.  Terá sido apenas “sabe, uma coisa entre flamenguistas e vascaínos”. E o Itamaraty não vai se manifestar?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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AS ARMAS ATÔMICAS E A PAZ

Na nobre discussão sobre a paz mundial: 1) Uma pergunta: Podem países que possuem armas atômicas, por seu receio, impedir que outros países possam vir a tê-las? 2) Um fato recente: rabino é morto a tiros pelo exército israelense (Estado, 12/11). E 3) Uma constatação: mais perigoso alguém que tem uma arma do que quem apenas tem um projeto de adquiri-la.

Munir Saba

São Paulo

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RESPEITO À VIDA

A respeito do artigo escrito pelo rabino Ruben Sternschein (Celebrar, investigar ou evitar a morte, 30/11, A2), estava faltando alguém que expusesse de forma clara e objetiva a ética judaica relativa ao respeito à vida do ser humano e da maneira com que a religião judaica encara com rigor a defesa da vida de qualquer pessoa, mesmo a de um inimigo.

 

Arnaldo Goltcher arnaldo.goltcher@gmail.com

São Paulo

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PREVENÇÃO

Louvável o artigo do rabino Ruben Sternschein, sobre a necessidade de um julgamento justo a quem quer que produza uma morte que não seja em defesa própria. Eu diria até mais, mesmo quem produziu uma morte deve ser julgado para entender se os motivos foram realmente o da defesa própria ou se essa se apresenta como uma justificativa para as ações desumanas. Alguns dos líderes mencionados sempre se disseram atacados e, portanto, agiram em defesa própria. Gostaria muito que o rabino informasse em que livro o Pentateuco está registrado e a autorização para a lei judaica considerar a possibilidade ou mesmo a necessidade de antecipar um assassino que ameace matar um inocente, justificando este ato como de defesa própria. É uma informação importante, que merece ter sua fonte conhecida. Seguramente teria sido nesta mesma fonte de um Livro do Pentateuco que George Bush encontrou inspiração e justificativa para seus ataques preventivos.

Arthur de Moraes Cesar planetlg@hotmail.com

São Paulo

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PELA PAZ

Realmente iluminado o artigo no Estadão de 30 de novembro corrente, do Sr. Rabino Sternschein (um raio de luz estelar) celebrando a vida.Uma verdadeira aula para a manutenção da vida e da paz. Ofereci para meus próximos que lessem esse texto. Parabéns!

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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TEORIA E PRÁTICA DO JUDAÍSMO

Simplesmente cativante, para quem aportasse a este planeta neste momento, a enunciação do postulado primacial do judaísmo contido na matéria do rabino Rubens Sternschein: o valor condicionante de todos os demais corresponde à vida,  não só  a nossa ou dos próximos, mas a de todos, inclusive a dos nossos adversários: ao se ir uma vida, não é uma ilha que se perde, mas um promontório (Yung). E a quem não fosse relatada a operação "chumbo fundido", ou "chumbo grosso", mais conhecida como "massacre de Gaza", de 27 de dezembro de 2008, perpetrado pelos israelenses contra milhares de palestinos.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DE LEI

O rabino israelita está certo no varejo, mas não no atacado. Todo o Universo é feito de leis, e tudo anda bem quando as leis são cumpridas. Enquanto as leis forem apenas para o povão, e não para os caciques e pajés, não se tem "morte justa", porque de fato a única morte justa é para manter a vida! É assim a lei da natureza, não se fazem guerras, mas se luta para viver! O homem tem contrariado as leis, à medida que evolui com sua inteligência, mas pouco com sua moral e ética. Sem moral não há justiça, sem justiça, lei... ora lei! Isso tudo está em qualquer religião, mas costuma passar longe das igrejas. Não adianta bater no peito, como disse Cristo, se não se cumpre as leis. As dos homens têm que se submeter às da natureza, o homem que "garantir sua própria vida", mas cumprindo as mesmas leis dos demais seres vivos, quando isso não acontece, pouco importa se o assassino é um bando de descontentes, ou um juiz togado! Quando as leis são ruins, e ainda assim nem se cumprem no todo, estamos falando de caciques e pajés que pregam e não fazem!

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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JACTÂNCIAS

A jactância religiosa do rabino Ruben Sternschein (30/11, pág.2), ofensiva a bilhões de seres humanos cristãos e muçulmanos,  faz lembrar  a alegada "superioridade ariana" dos nazistas. Todas as religiões dão o mesmo valor à vida, não há religião superior ou inferior, apenas seres humanos, todos eles imperfeitos, adeptos dessas religiões. Aliás, é melhor o rabino nem perguntar, para libaneses e palestinos, o que eles acham da "importância" que muitos judeus israelenses, fardados ou não, com solidéu ou não, dão à vida humana, principalmente  à vida dos não-judeus, árabes por exemplo. Quanto a chamar a legítima resistência palestina de "terrorismo", também os nazistas assim chamavam a resistência contra eles. Mortes não devem ser comemoradas. Palestinos, dentre outros, comemoraram vários anos atrás a morte do rabino racista e terrorista  Meir Kahane, cujo lema era "morte aos árabes".  Judeus, dentre outros, celebraram a morte de Osama Bin Laden. Infelizmente, é instintivo de muitos seres humanos assim agir. Por fim, parafraseando Golda Meir (lembrada pelo rabino): quando os inimigos dos palestinos amarem seus filhos mais do que a um pedaço de terra alheia que defendem por fanatismo bíblico-religioso, então haverá paz.

     

Mauro Fadul Kurban, diretor-secretário da Federação de Entidades Árabe-Brasileiras do Estado de São Paulo fearabsp.mauro@bol.com.br

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