Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

07 Dezembro 2011 | 03h06

Bola da vez

O governo Dilma foi premiadíssimo, mesmo não sendo o glorioso Vasco da Gama. Nunca antes neste país um presidente teve de demitir tantos e por tanto($). E agora, quem será a bola da vez? O ministro Fernando Pimentel entrou na concorrência com Mário Negromonte? Aonde isso vai parar? Qual será o fim disso só Deus e o Lula, grande presidente orador, sabem, pois foi este que pôs a maioria lá e sabe a origem e o modus operandi deles. Espero que essa limpeza seja seguida de uma dedetização de moral e respeito ao bem público - e ao dinheiro público, mais ainda. Só assim estaremos confiantes em que o nosso rico dinheirinho estará indo para os lugares certos e na hora exata.

ANTONIO JOSÉ G. MARQUES

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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Atacadão

É hora de a nossa presidente mudar a tática de demitir um ministro suspeito por mês após revelações da mídia que resultam em situações insustentáveis para mantê-lo. Para que se submeter a um penoso desgaste político mensal, postergando o inevitável? Demissões múltiplas seriam uma ótima solução. Algo semelhante às promoções do comércio tão a gosto da clientela, do tipo "pague um e leve três". Uma boa chance já foi desperdiçada no fim de semana ao demitir apenas Carlos Lupi, havendo mais dois nomes já na rampa de lançamento: Mário Negromonte e Fernando Pimentel. Quiçá nós, cidadãos e principais clientes do Executivo, sejamos brindados sem mais demoras com uma ótima promoção de Natal, o "pague um e leve dois", ao menos enquanto a mídia não revelar mais nomes que, certamente, existem em função de uma governabilidade que não deixa Dilma governar.

LAZAR KRYM

lkrym@terra.com.br

São Paulo

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Candura

Mais uma vez Cândido Vaccarezza (PT-SP) sai em defensa do indefensável, no caso, o ministro sob suspeita Fernando Pimentel. Candidamente o deputado vem a público dizer que o sr. Pimentel à época era um cidadão comum... Ora, não nos venha enganar que Pimentel era "cândido".

HELCIO SILVEIRA

heldiasilveira@gmail.com

São Paulo

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Mudança de opiniões

A presidente Dilma Rousseff deveria seguir as opiniões do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso expressas no Roda Viva, da TV Cultura, de segunda-feira, em vez de seguir as do seu guru, o ex-presidente Lula, para não ficar refém desses partidos políticos fisiológicos aliados do governo. Só ela ainda não percebeu que está com a sua imagem abalada por seus atos e omissões, que têm irritado a opinião pública.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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JUSTIÇA

Quem não deve não teme

A devassa do Conselho Nacional de Justiça iniciada ontem no Tribunal de Justiça de São Paulo, para investigar pagamentos ilegais a desembargadores, enriquecimento ilícito e posses incompatíveis com a renda, causou indignação nos componentes daquela Corte. Essa indignação me parece descabida: quem não deve não teme.

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

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ECONOMIA

Parada no terceiro trimestre

Taí: a economia parou no terceiro trimestre. Cadê o discurso triunfalista dos petistas? Cadê o ministro Mantega falando do "pibão"? Claro que o resultado é ruim. Mas ainda piores são as projeções de crescimento para 2011 e 2012, pouco acima de magrinhos 3%. O que é, no mínimo, curioso: às vésperas de sediar grandes eventos internacionais, como Copa do Mundo e Olimpíada, a atividade econômica simplesmente não decola. O que isso quer dizer? Ora, os gargalos existentes, e não são poucos, possivelmente continuarão em 2014 e 2016, anos em que serão realizadas as competições. Eis o Brasil, a caminho de expor, pela primeira vez em sua História, a realidade nua e crua de sua calamitosa infraestrutura em escala mundial...

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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Poliana

O ministro Mantega continua com complexo de Poliana: só ele antevê um crescimento de 5% em 2012, diante de um nulo crescimento em 2011. O governo estipula medidas de estímulo ao consumo, baixando o imposto (IPI) da linha branca, com uma única intenção: a dimensão psicológica. E o povo, já cheio de dívidas para pagar, está engolindo uma inflação crescente, principalmente nos alimentos. Não adianta mudar os itens para avaliação pelo IBGE, essa "maquiação" não alivia o aumento do custo de vida.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

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SOS

Enquanto o governo baixa o IPI da linha branca, incentivando o povo a gastar mais e garantir a sobrevivência do Brasil, e a nova forma de cálculo da inflação para manter o índice dentro da meta dá ao mercado a certeza de que o Banco Central vai pôr os juros abaixo de 10%, o mundo real mostra que arroz, feijão e carne ficaram mais caros no campo (6/11, B7). E não foi um aumentozinho qualquer, não, pois o índice medido pelo IEA subiu em novembro 1,85%, ante 0,51% de outubro, quase quatro vezes mais. Enquanto isso, o povo, inebriado pelo emprego formal, pelo 13.º e principalmente pela facilidade do cartão de crédito, nem vai dar bola para os aumentos que virão. Daí vem aquela pergunta: até quando...?

MAURÍCIO LIMA

mapeli@uol.com.br

São Paulo

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IPI

Só espero que o governo não desconte essa isenção de IPI sobre a classe média, o que é a regra.

RICARDO GUERRINI

ricguerrini@hotmail.com

São Paulo

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DIVISÃO DO PARÁ

Quem paga a conta?

O País todo deveria ser consultado sobre a divisão do Estado do Pará, visto que, no caso de ela ser feita, serão necessárias grandes despesas federais para implantação das novas unidades da Federação. Há estimativa de que o valor deve suplantar R$ 1 bilhão. Como pode haver tanta despesa sem aprovação prévia dos que vão pagar por ela?

WILSON SCARPELLI

wiscar@estadao.com.br

Cotia

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O SEXTO QUE VAI AO CESTO

Aos poucos petistas bem-intencionados que incansavelmente repetiram o mantra partidário desde 2003: entenderam, agora, o que é "herança maldita"?

Júlio Cruz Lima Netojuliocruzlima@uol.com.br

São Paulo

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BALA

Em que lugar será que o ex-ministro Carlos Lupi foi atingido pela bala que o tirou do ministério?

Paulo Afonso de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo

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ESCOLHA SENSATA

Deve haver alguma explicação para Dilma ter retardado tanto a demissão de seu ministro do Trabalho: a mais provável causa deve ser a encruzilhada em que a presidente se encontra, entre servir a dois senhores, um que a colocou no cargo, bem mais leniente com os "malfeitos" que já derrubaram seis ministros de sua administração, todos, por sinal, indicados por ele mesmo, e o outro, a “sociedade” que a elegeu com seus votos, esta mais rigorosa com a corrupção e os desvios de todos os tipos, principalmente o de dinheiro público. Este é o dilema: agradar a muitos e ficar mal com um, ou agradar a um e ficar mal com muitos? Sugestão: agrade à sociedade, pois esta sustenta os caixas da Nação, e dela dependerá seu futuro.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

 

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MÉTODO COMPLICADO DE DEMISSÃO

 

Não haveria necessidade de falar em bala de revólver nem em arroubos de valentia e muito menos em declarações pouco aceitáveis e endereçadas à presidente. A demissão já deveria ter sido pedida há muitos dias, porque o titular da pasta do Trabalho já sabia o tamanho do seu rabo e como ele devia estar preso. Com tanta falta a explicar, o absurdo seria desejar continuar mais no Ministério, até ser demitido. Calculou bem mal. Entretanto, mais uma vez, cumprimentos à imprensa deste país!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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DEMOCRACIA CAPENGA

Na maioria das democracias, qualquer político, não importando a importância do cargo, envolvido em corrupção é demitido, execrado, processado, condenado e cumpre a pena. Isso quando não se suicida de vergonha. No Brasil, demite-se culpando a imprensa e adversários políticos por perseguição, é elogiado e passa o cargo com toda pompa, não é processado e vai viver de forma nababesca com o resultado do malfeito. Até quando conviveremos com a impunidade?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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LIVRE E LEVE

Finalmente, o “pesadão” saiu. Mas não saiu porque tem vergonha na cara, não. Saiu porque, com ele fora do governo, nada vai ser apurado e ele estará livre de qualquer prestação de contas.

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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VENTO FORTE

Carlos Lupi estava equivocado quando disse que só sairia do cargo a bala e que teria de ser uma bala forte para derrubá-lo, porque ele era pesadão. Bastou apenas um vento mais forte promovido pela pressão exercida pela verdade trazida à tona pela digna e eficaz imprensa brasileira e pela indignação da população, para que o mesmo pedisse demissão. Pediu demissão para não passar a vergonha, a humilhação e o constrangimento de ser sumariamente demitido do atual cargo que ocupava. E assim, mais um "ilibado" e "pobro" ministro se vai e a presidente Dilma Rousseff vai ganhando mais popularidade e apoio para continuar fazendo sua faxina. Mas a sujeira é tanta que a presidente Dilma irá precisar de mais vassouras, sabão, mão de obra e desinfetante para limpar de vez o Palácio do Planalto.

Luciano De Paoli lpaoli@uol.com.br

São Paulo

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‘CABRA MACHO’

O ministro “cabra mancho”, que afirmou aos quatro cantos que só sairia do Ministério se fosse abatido a bala, tomou ao sonoro som de um “pum”

Antonio Boer toboer@uol.com.br

Americana

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DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA

Carlos Lupi não precisou ser pressionado a bala para deixar o Ministério do Trabalho. Porém agora começa nova batalha entre "PT" e "PMDB" para definir quem fica com mais essa fatia tão cobiçada do bolo. Caso houver lógica, esse Ministério será do "PT" do "cara".

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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HOMENAGEM

O sr. Paulinho do PDT, está avaliando a possibilidade de  incluir como hino do seu partido a música Eu não presto, mas eu te amo, em homenagem à búlgara.

Antonio Milton Moraes

São Paulo

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O PRÓXIMO, POR FAVOR!

Carlos Lupi caiu de podre. Adivinhem quem será o próximo? Ou será próxima? Eu sei, vocês sabem?

 

Celia Henriques Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

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DENTIÇÃO

A maior contribuição do lullopetismo à democracia é o "ministro dente-de-leite": volta e meia cai um...

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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FALTA FIRMEZA

Moralizar o Ministério do Trabalho não é mole. Primeiro é preciso manter o Pinto firme.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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PRIVATIZAR OS OBSCENOS 'CARGOS DE CONFIANÇA'

 

"Se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder" (Abraham Lincoln)

 

Desde o fatídico governo Collor muitas empresas estatais foram privatizadas, a maioria acertadamente, outras tantas de forma equivocada, com preços de venda inferiores aos seus valores reais e com os recursos obtidos jamais aplicados no que seria a proposta inicial. Nas duas gestões FHC a privatização ocorreu com maior enfâse no País, notoriamente em São Paulo, onde seu partido estava e continua no poder. Com isso, milhares de cargos antes disputados pela classe política foram parar nas mãos da iniciativa privada, logo, deixaram de ser moeda de troca antes e depois das eleições. O que fazer?, pensaram rapidamente os políticos brasileiros. Desestatizar? Não, seria muito à esquerda dos seus mais maléficos pensamentos, iria contrariar por demais suas ideologias de banheiro de rodoviária. Criar novas estatais? Não, seria um golpe muito duro e nem seus familiares iriam aprovar tal volta ao passado recente. Então alguém lembrou que não era preciso nada disso para poder voltar a sorrir e manter seus correligionários, amigos derrotados nas eleições e os parentes próximos devidamente empregados. Mas como? Quem poderia salvar a lavoura dos corruptos? Como fazer isso sem chamar a atenção da sociedade, sem burlar as leis e as regras existentes? Como?  Fácil, criando e ampliando ainda mais os chamados cargos de confiança (assessorias, diretorias, chefias de gabinetes e os indefectíveis cargos de conselheiros remunerados em grandes estatais nas três esferas do poder público). Então, sorrateiramente foram sendo ampliados tais cargos nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário - em menor escala. Imaginem a soma de cargos de confiança, aqueles que o político nomeia sem necessidade de concurso público, de capacidade técnica comprovada e nos quais os fichas-sujas podem nadar de braçada, em todo território nacional. Temos somente no governo federal, segundo a revista Veja, 23 mil cargos. Essa quantidade deve ser multiplicada por três se considerarmos os 27 Estados e cerca de 5.564 municípios. Podemos afirmar que a soma total deve chegar muito próximo de cem mil cargos. Isso é uma obscenidade, sem contar que a maioria dos municípios esconde da sociedade quais são esses cargos e quem os ocupa. Não é à toa que, quando um vereador elabora um projeto de Ficha Limpa que inclua esses cargos, boa parte dos políticos da cidade fiquem de cabelo em pé. Caso da cidade de Bauru, onde a vereadora Chiara Ranieri (DEM) propôs Projeto de Lei da Ficha Limpa extensivo aos ditos cargos de confiança e está deixando muita gente preocupada. Haja sobrestamento (adiamento) de sessões e reuniões na sala do café do plenário. Seu projeto navega na Câmara desde fevereiro e somente foi aprovado, a contragosto da maioria silenciosa, na sessão de 28 de novembro. A sociedade brasileira precisa acordar, precisa lutar contra esta porta aberta para a corrupção, troca de favores e falta absoluta de critérios técnicos que possibilitam o controle de quem e para o que estão sendo contratadas tantas pessoas. Privatizar é fácil, administrar com seriedade requer mesmo muita honestidade e probidade.

 

Rafael Moia Filho Twitter: @rafamfilho

Bauru

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BATUTA NELES!

Hélio de Oliveira Santos, Demétrio Vilagra, Orlando Silva, Carlos Lupi... Que mal Campinas fez a Deus para estar relacionada a tantos escândalos e seus escandalosos protagonistas? Comparar os nomes dos que assinaram nessa nossa cidade ata de fundação do jornal O Estado de S. Paulo com o desses elementos comprova o grau de depravação a que o orgulhoso povo campineiro se submete. Até o estádio do Guarani está à venda! Caro maestro Carlos Gomes, desça do monumento e use sua batuta no... lombo dessa gente! Será que sobrará só a fama do “orgulho gay”?

Moacyr Castro jequitis@uol.com.br

Ribeirão Preto

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TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

A grande e caríssima obra de transposição do Rio São Francisco, contestada por especialistas, mas usada para promover a candidatura da mãe do PAC (a obra foi considerada vitrine do programa), além de superfaturamento constatado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), hoje está abandonada, como mostrou reportagem do Estadão de domingo, 4/12. Tanta incompetência administrativa, tanto dinheiro público desperdiçado, tanta gente humilde enganada para que esses políticos asquerosos se mantivessem no poder! Isso é crime, de lesa-pátria! Cadê o Ministério Público, que não toma providências? 

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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DESPERDÍCIOS DO LULOPETISMO

O Estadão de domingo, 4/12 mostrou os desperdícios e os gastos de Lula, com promessas eleitoreiras, que usou para eleger a "mãe do PAC", a atual presidente. Ela foi eleita, mas a herança que recebeu  pode deixá-la em maus lençóis. Bilhões de reais gastos, e nada se vê. O lulopetismo realmente é  um tremendo fardo para todos, até para Dilma, que não tem como fazer para continuar essas obras faraônicas, e essas obras, paradas, realmente causarão um grande prejuízo para os brasileiros todos, especialmente para aqueles que acreditaram nessa política amaldiçoada. 

Carlos E. Barros Rodrigues carlosedleiloes@terra.com.br

São Paulo

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OS SANGUESSUGAS

Se realmente o PT estivesse preocupado em acabar com o flagelo da seca no Nordeste, teria, como prometeu o Lula, no início de seu primeiro mandato, construído 1 milhão de cisternas! Interrompeu o pouco que estava em andamento e inventou a transposição do Rio São Francisco, de questionada serventia, por um valor até aqui seis vezes mais caro do que teria gasto com as eficientes cisternas! Mas essa obra, iniciada festivamente em 2008, com custo estimado em R$ 5,4 bilhões, hoje alcança os espetaculares R$ 6,8 bilhões e boa parte de dela está em completo abandono e em estado de deterioração, como relatou a matéria do Estadão. Sinais claros de que o objetivo do PT era de arrecadar recursos com empreiteiras para no mínimo engordar as contas do partido... E sabe Deus mais o quê! Sinceramente, essa obra é mais uma covardia institucional, à altura da vocação lulista no poder, de enganar um povo pobre como os do agreste com promessas sem nenhuma viabilidade! Também, o que esperar de um governo já formado por Carlos Lupi, Orlando Silva, Negromonte, Palocci, Zé Dirceu, Erenice Guerra, Pedro Novais, entre outros – e agora mais um suspeito de ter praticado atos ilícitos, o Fernando Pimentel? Não poderia servir com dignidade uma sociedade...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PEDINDO ÁGUA

O Estadão comprovou no domingo o estado atual de deterioração e da paralisarão das obras do Canal da Transposição  das águas do Rio São Francisco. Pela foto da capa se constata que as placas de concreto começam a rachar e a  se desprender das margens e do leito do  futuro canal. Essa obra faz parte do famigerado Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo ex-presidente Lula, como parte da propaganda eleitoral da sua candidata, Dilma, à Presidência da República. Depois de  eleita, o governo abandonou o plano. Pela foto verifica-se que a aludida concretagem está em estado bem avançado de construção e extensão, e começa a se perder, como já foi dito, sem que saibamos as justificativas. A única que foi dada o foi pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra  de Souza Coelho, de que houve dentre outros motivos (acreditem se quiserem, “desaceleração, e não interrupção da obra”. Disse mais o ministro: que a responsabilidade pela deterioração é das empresas, por não terem colocado rapidamente água nos canais, para evitar que o causticante sol do Nordeste rachasse a concretagem. Isso tudo vem comprovar que o famigerado PAC, na execução do seu principal primeiro plano de trabalho, já pediu água...!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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MUITA CRENÇA

Um dos maiores jornais do país circulou no domingo (4/12) com uma foto de primeira página mostrando onde enterraram o seu dinheiro. Nos canais para a transposição do Rio São Francisco. O frei Luiz Flávio Cappio, outrora muito crente, hoje deverá estar arrependido pelo risco que correu em duas greves de fome contra o projeto. Projeto esse que, na minha opinião, nunca passou de uma promessa de campanha para eleger uma ilustre desconhecida, além de um flagrante desrespeito pelo dinheiro público. Na época, faltou ao Frei raciocínio e sobrou muita crença no que diz os corruptos governos petistas.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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TRABALHO PORCO

As fotos mostradas no Estadão do que vem sendo feito na transposição do Rio São Francisco, tão propagandeada pelo maior garoto propaganda que o Brasil já conheceu (Lulla) não é a cara desse governinho medíocre? Trabalho mais porco impossível, mas caro, muito caro aos cofres públicos. Onde está, afinal, o TCU? Bem que antes de deixar a presidência Lulla afirmou que mudaria as regras no TCU. Agora está explicado por quê!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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ELEFANTES BRANCOS

É triste, mas não surpreende o estado das “obras” da transposição, destino provável também de Belo Monte e dos elefantes brancos do pós-Copa. Tudo criado para a Dilma ganhar a eleição e Lula, voltar em 2014. Coisa de país de Terceiro Mundo que, queiramos ou não, ainda é e será o Brasil dos próximos anos... Educação e reformas, que é bom, nada!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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TRANSPOSIÇÃO

Essa excrescência eleitoreira iria ser abandonada de qualquer jeito, ninguém iria aguentar manter esse "palácio da ignorância nordestina" dos coronéis do "pudê".

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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MEGALOMANIA DE ROTOS

A presidente Dilma Rousseff, a ''bem amada'' do Planalto, esteve na Reunião da III Cúpula de Chefes de  Estados e de Governo da América Latina e do Caribe. Nessa reunião foi criada a Comunidade de Estados Latino Americanos e Caribenhos (Celac). Nasce com a finalidade de gerar um consenso de que ''serão capazes de implementar políticas  autônomas entre si. Essa reunião, realizada na capital da Venezuela, capitania do ditador Hugo Chávez, não nasce sob bons augúrios quando, deliberadamente, por questões ideológicas deixa de fora os Estado Unidos e o Canadá, duas grandes potências do continente. É entrar numa maratona com a perna engessada. A heterogeneidade de princípios democráticos entre os países da Celac não acena nem a médio prazo um entendimento entre governos que criam democracias paroquiais. Mas, como diz a nossa presidente, “não tenhamos pressa”. E qual a definição destas palavras de Hugo Chávez: “...este processo (...) é a união política, geopolítica... e sobre esta união vamos construir um grande polo de poder do século 21”. Megalomania de rotos.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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POLÍTICA EXTERNA

Pelo que se viu, Dilma viajou para a Venezuela para fazer favores ao amigo Chávez, principalmente, para o qual fornecerá tecnologias, projetos, suportes técnicos e recebeu promessas. Foi outro presidente do Brasil, viajando a serviço da Odebrecht, que levou também "apoios" ao amigo Evo. Aparentemente, mantemos a mesma política externa, oferecendo tudo aos "hermanos" e recebendo nada, ao contrário, em  Buenos Aires encontramos somente barreiras às nossas exportações.  A propósito, Chávez ainda não começou a pagar sua parte da refinaria no Brasil. Pobre Brasil, oferece mundos e fundos e nem sequer lidera o bloco, nem recebe o prometido.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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PRIORIDADES

 

 Reunião da Cúpula dos Estados Latino-americanos e Caribenhos, de sigla Celac. Muita conversação, fotos oficiais e quase nada de positivo. Ao segundo dia do evento, muitos presidentes debandaram, deixando claro que nada de positivo será concretizado pelos mandatários que permaneceram na reunião. A presidente se afasta do País quando inúmeras pendências importantes aguardavam sua decisão. Seria sensato não ausentar-se com tanta constância e não se espelhar em quem viajou muito, mas pouco fez para o povo brasileiro.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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DEMOCRACIA OU TIRANIA

Lembro-me como se fora hoje! Em fins de 1958, formei-me em medicina pela antiga Fac. de Medicina de Juiz de Fora, logo passando a fazer parte da novel UFJF, fundada por JK! E JK foi meu paraninfo, o qual, sabendo que o orador da turma faria críticas a seu democrático governo, portanto tinha sido proibido, deu pronta ordem para liberar o discurso, fosse qual fosse seu conteudo! Grande democrata! No mesmo ano, houve a visita de Nixon, vice americano, que causou grande dissabor na cidadania brasileira, pela imposição do lema de Monroe, "a América para os americanos", mas lá de cima... Depois de visitar Einsenhower em 1959, que concordou,  fundou logo a Organização Pan-Americana (OPA), que só não vingou pela falta de apoio de Cuba, onde, impondo uma ditadura em nome do socialismo – leia-se comunismo –, Fidel Castro melou a OPA! Epa! E agora digo que essa Celac que anda por aí nada tem da visão democrática da OPA de JK! Ao contrário, essa Cúpula de Governos da América Latina e do Caribe mistura – em nome de quê? – democracia com  tirania! E por quê? Realizada na Venezuela, Estado ditatorial assumido pelo tirano  Hugo Chávez, tem também a tirânica Cuba dos Castros como convidada, colocando panos quentes e fazendo vistas grossas ao fato de serem duas ditaduras, que escravizam o povo, com ideologia e assistencialismo, e estabelecem – como?! Uma fusão de democracia – governo do povo, pelo povo e para o povo – com  tirania, ou seja, povo do governo, pelo governo  e para o governo! Ora, presidenta Dilma, defina-se: já que não é possível criar-se uma paradoxal ditadura democrática nem, muito menos, uma democracia ditatorial... Epa! Será que esse presidentismo que nos envolve, na direita do passado, e na esquerda do presente, não é, há muito tempo, essa ditadura que agora tento combater?! Só nos salvaríamos se a presidenta Dilma fizesse, à exemplo das Diretas já!, aquilo que mais esclareceria a situação nebulosa que vivemos: um Plebiscito já! Completamente desenvolto e livre de politicagens e lobbies de interesses de grupos "nacionais" e estrangeiros! Essa seria a única opção objetiva de fazermos a reforma política de que tanto necessitamos!

Sagrado Lamir David david@powerline.com.br

Juiz de Fora (MG)

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‘A CORREGEDORA E O ESPETÁCULO’

Meritíssimo desembargador Aloísio de Toledo César, em seu artigo A Corregedora e o Espetáculo (3/12, A2), o senhor tem razão em protestar quanto à generalização da denominação de "bandidos de toga" à classe dos magistrados. Não me parece o caso de atribuir esse lapso à sua colega Eliana Calmon. Talvez, antes, devesse protestar contra esses bandidos de toga que existem sim, bem como os policiais deveriam protestar contra os "bandidos de farda", e os políticos honestos contra os "bandidos de colarinho branco e mandato". No entanto, calam-se como omissos, quando não na complacência, condescendência e até cumplicidade. Aí deve-se sim generalizar. Afinal o golpe deferido contra a República – que se fundamenta no interesse do povo – e a democracia – o poder do povo. Não fosse a passividade e esperança do povo brasileiro e teríamos aqui a reação irada contra os escândalos dos palácios, tribunais, batalhões e delegacias. Imagine, por exemplo, juízes trabalhistas, que têm piso salarial de 21 mil reais pararem milhões de processos, envolvendo migalhas – para os togados – que têm o peso de uma ceia de Natal digna para os menos abastados. Imagine eleger e remunerar políticos com direito a privilégios que nos são correspondidos com punhaladas bilionárias, muitas vezes tiradas de merendas escolares de crianças famintas. E o que dizer de ter na polícia a chance de ver todos esses ladrões – depois de justamente julgados pelos seus colegas magistrados –, quando os fardados nos dão todos os dias mostras de que são lobos na pele – ou na farda – de cordeiro. Então, se lhe aborrece imaginar que possa ser confundido com os "bandidos de farda", tente fazer algo em nome de sua dignidade na defesa e aplicação de uma justiça que parece mais cega do que deveria ser, denunciando eventuais mazelas dos tribunais, não se levantando contra alguém que ousou se levantar contra aqueles que mancham as togas e tribunais. Esses são o alvo da campanha de desagravo do Judiciário, não quem se revolta contra Lalaus, Rochas Matos e outros ímpios da toga.

Edson Renato dos Santos edilu@terra.com.br

São Paulo

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O REINO DO JUDICIÁRIO

Se existe em mim uma certeza absoluta, é de que a corregedora do CNJ, Eliana Calmon, não precisa de que eu a defenda. É que o igualmente respeitável desembargador e jornalista Aloísio de Toledo César, nas páginas do Estado, a atacou ao tecer diversas considerações a respeito de ela ter informado oficialmente ao Brasil que no Poder Judiciário há bandidos de toga. Como o propósito não é sua defesa, limito-me a dizer que não concordo com as limitações que estão sendo tramadas ao trabalho do CNJ e que a atitude da ministra Calmon é das melhores coisas que já aconteceram naquele Poder. Os outros Poderes, apesar dos pesares, têm sofrido uma fiscalização sem tréguas da imprensa e cada vez mais da população. Não ocorre isso com o Judiciário, porque é quase um Reino dentro da República. Um pouco mais de ar e de menos corporativismo explícito, lhe faria bem, e principalmente ao Brasil.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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ESTRATOCRACIA

Com respeito ao artigo A corregedora e o espetáculo, trata-se da defesa de critérios que limitem as camadas que compõem a população! Uma estratocracia onde categorias que se julgam mais distintas, devam ter os seus próprios instrumentos de fiscalizações sob pena de invasão de privacidade! Ainda não se entendeu que o simples cidadão é o valor-fonte que instituiu as Instituições e de que constituiu a própria Constituição Federal! Que foi ele que conquistou o Estado de Direito e de que o defende quando necessário – vide a Primavera Árabe, onde tem sido ele que está sendo massacrado nas ruas! Que é dele que emana o poder que o Judiciário tem de julgar, de onde provêem os recursos que pagam os funcionários públicos e de que é credor de todas as informações sob nenhuma restrição! Quanto à ressalva de que não se pode “confundir bons e maus”, não caberia à Ministra Eliana Calmon tal tarefa, caberia aos que se sentirem ofendidos pelos maus, são os que se dizem honestos que deveriam marcar as suas posições para se distinguirem dos desonestos! Para comprovar este fato, existem várias associações que foram fundadas para defenderem interesses corporativos ou corruptos, como os desembargadores denunciados pelo CNJ, mas, por outro lado, não se tem uma notícia sequer de um movimento que vise deflagrar uma reação contra a corrupção no seio do Judiciário!

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

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NÃO É A TOGA QUE FAZ O BANDIDO

Ao verberar a expressão "bandidos de toga", o ilustre desembargador Aloisio de Toledo Cesar comete, na minha humilde opinião, uma injustiça. Não é a toga que define o banditismo ao qual se refere a ministra Eliana Calmon. Embora não tenha procuração para interpretar-lhe a intenção, parece que ela simplesmente se refere à lamentável existência de bandidos que usam toga. No artigo, o autor afirma que "há juízes malcriados (...), outros que são grosseiros", e há também desonestos e incompetentes – faltou acrescentar – como em tantas outras profissões. Não há generalização alguma ao se fazer menção , por exemplo, a "bandidos de batina",  ou de "jaleco  branco". Em suma, se esses espécimes existem, a ocorrência do fato não é devida ao uso da toga, da batina ou do jaleco e sim, apesar disso.

 

Alexandru Solomon  asolo@alexandru.com.br

São Paulo

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A REALIDADE, SEM SOFISMAS

A ministra Eliana Calmon simplesmente diz a realidade; somente isso. Obviamente, ela não generaliza; refere-se tão-somente aos bandidos de toga. A ministra não é merecedora das críticas tão infelizes em artigo repleto de meias-verdades, pelo contrário. Com base no noticiário, podemos inferir que o Judiciário no Brasil está cada vez mais contaminado por bandidos e corruptos - o corporativismo é notório. Há de se ter humildade; com todo o respeito.

 

Dennis Ramos dennisramos@ig.com.br

São Paulo

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JUSTIÇA E CIDADÃOS

Muito estranho o artigo de Aloísio de Toledo César. Em todas as classes profissionais existem os bons e o maus. Eliana Calmon usa, e muito apropriadamente, a expressão "bandidos de toga" porque eles existem. Ou Lalau é mocinho? Quantos Lalaus não andam Brasil afora? Outra verdade é que as corregedorias atuam

com lentidão enorme, e São Paulo não se destaca desta verdade.

Penso que o sr. Aloísio deveria se calar, e ajudar Dona Eliana a separar joio do trigo, ao invés de sair em defesa de uma classe. A maior defesa de classe que Eliana e Aloísio podem, e devem, prestar, e limpar a classe dos maus elementos, e com celeridade. O Brasil não aguenta mais tanta falta de Justiça.

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

São Paulo

 

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SABEDORIA E SENSATEZ

A propósito do artigo A corregedora e o espetáculo, esperamos que a  ministra Eliana Calmon, corregedora Nacional de Justiça,  leia e reflita, com muita atenção, as palavras sábias e sensatas  do desembargador Aloísio de Toledo César – paradigma de magistrado. O que a população quer e deseja, o que, aliás, coincide com o desejo de toda  a  magistratura paulista,  é a efetiva identificação e  punição  dos  eventuais  transgressores da lei, e não o espetáculo de palavras genéricas  para satisfazer  platéias ávidas de escândalos. A senhora corregedora teria, por certo, maior êxito em seus objetivos se pautasse sua conduta  pela prudência e discrição, que são requisitos exigidos de todo julgador.

Maria Cristina de Almeida Bacarim, juíza de Direito crisbacarim@yahoo.com.br

São Paulo

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VERGONHA

A ministra Eliana Calmon, da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) está absolutamente correta e coerente em reduzir de 60 para 30 dias as férias dos magistrados, por que tem consciência que somos todos iguais perante a lei. Fernando Tourinho Neto, desembargador, declarou que está cansado mentalmente... Francamente, senhor Tourinho, cansados estamos nós, brasileiros, de pagar impostos altíssimos à esses vagabundos e seus pares, que trabalham alguns dias por semana, com a máxima mordomia paga por nós.

Edward Brunieri patricia@epimaster.com.br

São Paulo

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ENGANAÇÃO

Advogados dos suspeitos (Marcos Valério e sua turma) de envolvimento no esquema de fraudes com escrituras de imóveis presos em Belo Horizonte afirmaram nesta sexta-feira, 2, que as prisões foram ilegais (Estado). Claro! Legal neste país é desviar verbas; sonegar impostos (este item pode até ser questionado); superfaturar todas as obras públicas; traficar influência; emprestar dinheiro ao FMI quando nos falta tudo em infra-estrutura; desacreditar quaisquer investigações da Polícia Federal; permitir a permanência de ministros comprovadamente envolvidos em maracutaias (a imprensa denuncia, mostra fatos, e as autoridades dizem ser tudo pressão da mídia PIG);dizer que os programas "bolsa" e de "quotas" vão resolver o problema social do Brasil, e deixar transitar livremente um dos responsáveis pelo sucesso do "programa mensalão" sobre o qual o "ex-presidente" Lulla, nada sabia! "Me engana que eu gosto"!

 

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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SE ELE FALA, A CASA CAI

Quero ser mico de circo se Marcos Valério permanecer preso. O homem é um arquivo ambulante vivo e mete medo em muita gente, desde o porteiro até o presidente da empresa. Se é que você me entende.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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BOM DE BICO

Candidato ao governo do Estado de Minas Gerais pelo PSDB, Eduardo Azeredo tornou-se o pioneiro do mensalão através de Marcus Valério. Em tempo: na fauna brasileira os tucanos são considerados como bons de bico.

Geraldo Nunes Sebastiani suelymoliterno@yahoo.com.br

Guarujá

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TERRA DO NUNCA

Uma operação denominada Terra do Nunca, efetuada  pela Polícia  do Estado da  Bahia, colocou o mensaleiro Marcos Valério atrás  das grades, por ele fazer parte de um grupo que grila terras naquele Estado. É impressionante esse senhor que, além de "mensaleiro", é "grileiro" também. Gostaria de parabenizar a polícia da Bahia por esse feito que, aliás, foram eficientes até no nome dado a Operação (Terra do Nunca), embora a meu ver (Terra de Ninguém) ficaria mais coerente.

 

Virgílio Melhado  Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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HAVELANGE

Parece que no Comitê Olímpico Internacional (COI) o pessoal que zela pela ética tem os seus julgamentos levados a sério. Bem diferente do que acontece com seus pares no governo de Dilma.

Para evitar ser condenado e expulso do COI por corrupção, João Havelange apela para o recurso de renunciar e, com isso, encerrar o seu processo. É uma grande vergonha para ele, que durante muitas décadas posou como um exemplo de vida dedicada ao esporte e uma enorme decepção para nós, que chegamos a acreditar nisso. E eu que pensava que Ricardo Teixeira era a ovelha negra da família... Certamente, seu sogro e mentor foi quem lhe ensinou todas as falcatruas e tramóias que ele vem empregando na CBF. 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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NADA SANTOS

Como diz o ditado popular, não existe virgem neste prostíbulo chamado Fifa, mas que a atuação de Havelange e Teixeira tem de ser investigada pelo governo brasileiro e pela Polícia Federal, inclusive com os documentos suíços, isso tem de ocorrer e não adianta dizer que tem a Copa, até porque na Copa podem ocorrer maiores descalabros ainda. Falta também a justiça suíça e europeia averiguarem Blatter e seus aliados, que, com certeza, de santos não têm nada.

Márcio M. Carvalho mmcoak@hotmail.com

Bauru

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QUANTA MARACUTAIA...

A coisa no Brasil em matéria de corrupção é tão gritante e grande que nem o Havelange conseguiu se segurar no COI, depois de tantas maracutais e denúncias. E incrível a força das pessoas e sua inteligência no sentido de fazerem o mal. O Havelange está com 200 anos, deveria estar curtindo seu dolce far niente, mas não, quer mais porque quer. A ganância é a chaga do mundo dito moderno. Agora, as autoridades devem fiscalizar tudo e a todos e acabar com a pouca vergonha de brincar com o dinheiro público. E que o Havelange pague por isso, e se explique.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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ROMÁRIO ESTAVA CERTO

Há pouco tempo, Ronaldo Nazário criticou Ricardo Teixeira, este, sabidamente um malandro. Agora como dirigente do COL entrou para o time do Pelé e é só sorrisos e abraços. E disse que não vai ganhar nada... Concluo que o Romário é que está certo.

 

Pedro Paulo Caponi caponi@caponi.com.br

Poços de Caldas (MG)

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SÓCRATES X TEIXEIRA

Doutor - literalmente - Sócrates, um dos pouquíssimos acadêmicos e intelectuais do nosso futebol, nos deixa para trocar a vida pela morte. Um dos ícones e ídolos da história do Corinthians, da seleção brasileira e outros times pelos quais passou, além de um dos gestores da criação da democracia dentro do futebol. E que mesmo fora das quatro linhas nunca deixou de se colocar contrário aos esquemas nebulosos, tendenciosos e arbitrários, quando o assunto era moralização. Mesmo diante de seu quadro de enfermidade, antes de sua morte, deixa-nos uma semente de aspiração democrática que é a de impetrar um instrumento verdadeiro pela eleição direta para com o cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), hoje comandada pelo ditador e eterno imexível Ricardo Teixeira. Ditador esse que aceitou, tendenciosamente, o Ronaldo, o Fenômeno, e agora laranja e ingênuo, como conselheiro para a Copa de 2014. E isso numa nítida e inquestionável intenção maquiavélica de tirar os holofotes de seu enriquecimento ilógico, além de nos tirar a possibilidade de disputar com profissionalismo a última Copa do Mundo, contratando o inexperiente e mal-humorado Dunga como técnico. Devemos, como brasileiros, prestar esta última homenagem ao Doutor, jogador e cidadão Sócrates Brasileiro: tirar, definitivamente, o trono do rei Ricardo Teixeira.

Cecél Garcia cecelgarcia@msn.com

Santo André

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O CHARME DO ÁLCOOL

A morte do Sócrates nos faz reviver todo um contexto que resumidamente é o seguinte. A verdade é que estimulamos e louvamos os vícios. Se uma criança prova uísque, acontece náusea com vômitos imediatos. Tanto insistimos que ela acaba gostando do veneno. Existem absurdos programas que louvam qualidades raras de vinho. Gente que vive para intoxicar seus semelhantes apoiada no charme dos aromas das bebidas. Na verdade deveria ser proclamado: bebe seu frouxo, só com o álcool sua companhia pode ser tolerada e sua chatice superada. Essa sim é a verdade. Levantamentos feitos em uma universidade na França demonstrou que havia sinais de necrose hepática em necropsias feitas em pessoas que bebiam diariamente pelo menos um copo de vinho. A campanha contra o cigarro está sendo bem conduzida e o número de viciados no tabaco diminuiu sensivelmente. Só falta agora iniciar a desmoralização das lutas marciais, responsáveis diretas pelo afloramento dos estímulos animalesco s adormecidos no homo sapiens, e que certamente é a responsável direta pelas absurdas 11 mortes de adolescentes por dia no nosso país.

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

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O GREGO E BRASILEIRO

Semelhanças e diferenças entre os dois Sócrates. O filósofo grego foi forçado a tomar cicuta, uma espécie de veneno, que consumiu sua vida. O Brasileiro, espontaneamente tomou a “cicuta” de bebida alcoólica que o matou gradativamente. O Sócrates brasileiro seguiu o conselho do grego “Conhece a si mesmo” e por muitas vezes o jogador reconhecia sua dependência ao álcool.

Na Grécia antiga, Sócrates, ia aos jogos olímpicos para filosofar sobre as práticas esportivas. O Sócrates brasileiro optou por praticar esportes sem deixar de filosofar. Os dois deixam lacunas: tanto o filósofo quanto o atleta. Os dois entraram para a história, o primeiro por seus fundamentos filosóficos, e o segundo por seus belos lances futebolístico, sabedoria e lampejos filosóficos. Ambos foram fiéis, o grego aos seus princípios filosóficos, o brasileiro à seleção e nação corintiana, essa última ele tinha um amor incondicional e recíproco. Mesmo não sendo corintiano, senti-me no dever de reverenciar esse gênio do esporte. Morre mais que um atleta, sai de cena um cidadão brasileiro, o “democrata do futebol” o gênio da bola e o pensador do esporte e da vida.

Márcio Alexandre da Silva marciobressane@hotmail.com

Assis

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CARPE DIEM

Parece que muita gente não entendeu a morte do craque Sócrates. Acham um absurdo que, sendo médico, ignorasse o perigo do álcool em excesso. Mas ele sempre soube desse perigo! Simplesmente,  ocorre que ele  levou  ao pé da letra o lema “carpe diem”, do poeta italiano Horácio – que, numa tradução livre, significa:  viva intensamente o momento.  Prova está em que,  de seu convívio, todos afirmam que  ele vivia muito feliz, e sempre foi bastante querido.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.b

Bragança Paulista

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BRASILEIRÃO

Conforme os dados, publicados na edição de ontem do Estadão, o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2011 da Série A arrecadou cerca de R$ 118 milhões.  Assim sendo, fica aqui a pergunta: por que a quase totalidade das 20 equipes continua, impunemente, devendo ao INSS, ao Fundo de Gararantia e a maioria de suas obrigações fiscais?

 

Luiz Antonio Alves de Souza zam@uol.com.br

São Paulo

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MENOS, TITE

O técnico, em reportagem, disse que "agora ninguém mais pode tirar sarro do Corintians". Ora, no dia em que não se puder mais brincar com o futebol, grande graça e charme das brincadeiras, sem o "fair play" seremos tribos de fanáticos religiosos cultuando ódio à torcida adversária. E só sobrarão os loucos que matam nas ruas, que eu não considero torcedores, mas dementes que usam o futebol para surtar suas loucuras. Quando não mais existir o "sarro", a brincadeira entre amigos, a zoação de palmeirenses, corintianos, são-paulinos, como de flamenguistas, fluminenses e vascaínos, e os outros do Brasil, terá de ser decretado o fim dos jogos de futebol, para o bem da humanidade... Por isso, menos, Tite! Ditaduras e fanatismos, um supernão.

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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NUNCA ANTES...

... neste país um time tão ruim como esse de 2011ganhou o Campeonato Brasileiro!

Silvio Schaefer excess@netpoint.com.br

São Paulo

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TORCIDA DE CARÁTER

Parabéns à torcida do Clube Atlético Paranaense pela excelente festa pacífica e muito bem posta de comportamento e alegria no jogo ocorrido na Arena do Furacão neste último jogo do campeonato. O rubro-negro fez um gol em cima do Coritiba, acabou sendo transferido em 2012 para outra classe de jogos da CBF, porque houve um estranho e suspeito placar de jogo ocorrido em Minas Gerais entre o Cruzeiro e o Galo mineiro. Mas aqui houve muita paz e harmonia da honrada torcida-família e apaixonados pelo esporte mais popular e ao timão rubro-negro de todos os curitibanos, que é o nosso e sempre Atlético. O Coritiba não pode se gabar muito, não, afinal de contas, em passado recente foi rebaixado consecutivamente em dois anos e houve aquela vergonha toda no Estádio Couto Pereira, a que o Brasil e o mundo assistiram. Aqui é só amor ao time, paixão pelo Furacão e fé que em 2012 haverá muitas alegrias neste novo processo de escala futebolística que vai coroar o time e mostrar que mera escala e classe de burocratas não altera o amor a um time nem desclassifica a competência, eficiência e luta de nossos heróis rubro-negros. Avante. Atlético, e bola pra frente!

Célio Borba borba.celio@bol.com.br

Curitiba

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‘AGRÍCOLA’

O Suplemento Agrícola, do Estadão, se consagrou ao longo de cinco décadas não apenas como um ícone do jornalismo brasileiro. Mais do que isso, testemunhou e contribuiu para a mudança de patamar da atividade rural no País – de uma produção rudimentar para o agronegócio, um dos mais competitivos do mundo. Parabéns a todos os profissionais do Suplemento Agrícola, cujas páginas  escreveram, e guardarão eternamente, essa história do Brasil.

 

Eduardo Daher, diretor executivo da Associação Nacional de Defesa  Vegetal www.andef.com.br

São Paulo

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