Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

09 Dezembro 2011 | 03h06

Fernando Pimentel

Nova denúncia contra um ministro. Desta vez, Fernando Pimentel, que teria sido favorecido por consultoria e outros contratos. Desde o início do governo não cessam as acusações e os desmandos verificados pelo Tribunal de Contas da União e pela própria sociedade. A presidenta Dilma, para se livrar de qualquer irregularidade dos seus auxiliares, deveria recompor os cargos em janeiro privilegiando a competência, a capacidade e, acima de tudo, a probidade dos escolhidos.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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Ministros ficha-limpa

O comportamento do ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é mais um problema criado por integrantes do governo Dilma. Ele é acusado de possíveis irregularidades durante o seu mandato de prefeito de Belo Horizonte. Essa situação exige providências, e que não se limitem à reforma ministerial prevista para janeiro. É preciso adotar mecanismo que se pode identificar como um modelo de ficha limpa. O indicado apresenta-a para ser submetida a uma comissão especial, que dará ou não respaldo à indicação, sem levar em conta a conotação político-partidária. Um candidato a ocupar cargo de confiança precisa provar seu comportamento adequado. E claro que durante sua gestão deve ser efetivamente fiscalizado. E mais, a agremiação que o indicar tem de ser responsabilizada de alguma forma, também. Integrantes do governo podem e devem ser criticados por planos de trabalho, mas seu comportamento não pode suscitar dúvidas para não prejudicar o andamento de toda uma gestão.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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Livre dos grilhões

A sucessiva queda de ministros a que estamos, estarrecidos, assistindo, resultado de atos de corrupção, impunes, por parte de seus titulares, é somente um dos sintomas de uma doença devastadora que está minando a capacidade do País de se estruturar administrativamente, impedindo-o de funcionar. Trata-se do loteamento dos cargos a aliados políticos, geralmente sem compromisso com a eficiência dos ministérios, somente atentos ao naco de poder reservado aos respectivos partidos. É chegado o momento de a presidente Dilma se libertar dos grilhões e começar a nomear ministros que sejam funcionários de carreira ou técnicos realmente envolvidos com as questões dos seus ministérios.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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Mais um passo errado

Na medida em que o governo manobra para evitar que Fernando Pimentel vá ao Congresso Nacional dar explicações sobre as suas atividades como consultor, acirra a desconfiança da oposição e da população em geral (8/12, A6/8). Quanto mais tentam blindá-lo, pior fica. Dilma está sendo muito mal assessorada. Se não mudar radicalmente a partir de janeiro, parando de dar ouvidos a quem só quer defender interesses pessoais, o seu governo será considerado como vazio.

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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COPA 2014

O nome da bola

Washington Olivetto faz lobby para que o nome da bola seja Gorduchinha, em homenagem ao jargão de Osmar Santos. Carlos Alberto Parreira sugere Samba, por motivo óbvio. E você, que nome sugere para a "bola" de João Havelange? E para a "bola" de Ricardo Teixeira? E para a "bola" que rola mansinha nos canteiros das já superfaturadas obras para a Copa 2014? Lama pode ser uma boa...

SAULO VIEIRA TORTELLI

saulo_tortelli@msn.com

São Paulo

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AVENIDA PAULISTA

Aniversário

Na comemoração dos 120 anos de abertura da Avenida Paulista é justo que sejam lembrados, além de Joaquim Eugênio de Lima, José Borges de Figueiredo e João Augusto Garcia, seus sócios e amigos, proprietários da Chácara Cintra, local onde foi construída a mais paulista das avenidas.

PEDRO FELICE PERDUCA

pfperduca@terra.com.br

São Paulo

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Calote

São 120 anos de história. E faz 50 anos que a Prefeitura não paga as desapropriações efetuadas no símbolo de São Paulo.

MARIO BISEO

mario@biseo.com.br

São Paulo

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ONS

Preço da energia elétrica

Na reportagem Erro de cálculo afeta preço de energia (3/12), o subtítulo Empresas alegam que governo errou... não está de acordo com a natureza das instituições que gerenciam o sistema elétrico brasileiro. Tanto o Operador Nacional quanto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) são associações civis de direito privado, sem fins lucrativos, regulamentadas pela Aneel. Portanto, é incorreto atribuir ao governo qualquer responsabilidade sobre a operação do SIN ou sobre a comercialização de energia. Não houve "erro de cálculo", mas necessidade de aprimoramento na modelagem das hidrelétricas da região amazônica. Identificada pelo ONS e pela CCEE, equacionada pelo Cepel, discutida de forma aberta e transparente com os agentes, resultou na revisão do Programa Mensal de Operação e no recálculo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a primeira semana operativa de dezembro. Por último, o ONS repudia veementemente a ilação feita pelo presidente da Abraceel de que possa estar havendo "manipulação desse preço" e sua afirmativa de que "ninguém tem clareza do que está sendo calculado". Todos os especialistas dos agentes, do Cepel, da CCEE e do próprio ONS envolvidos nesse cálculo sabem muito bem o que estão fazendo, mas isso exige formação técnica especializada e experiência na operação do sistema.

HERMES CHIPP, diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

jussemara@ons.org.br

Brasília

N. da R. - O governo federal tem forte controle sobre o ONS, apesar de o órgão ser uma pessoa jurídica de direito privado. Empresas e entidades do setor elétrico alegam que os problemas identificados quanto ao preço da energia são decorrência de erro de cálculo que o ONS classifica como "diferentes maneiras de se modelar a realidade". É exatamente essa modelagem da realidade que está sendo questionada.

 

BLINDAGEM

Alguém sabe o motivo de o Palácio do Planalto ter providenciado a “blindagem” do ministro Fernando Pimentel, fazendo com que seus “prepostos” com assento na Câmara dos Deputados evitassem a sua convocação para depor na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, ao contrário do que havia acontecido quando da convocação de outros “ministros maracuteiros”, como Carlos Lupi e Orlando Silva? A resposta é simples: enquanto todos os sete “ministros roleiros” expostos pela imprensa até agora eram parte da “herança maldita” deixada por Lulla – quem sabe como uma espécie de “cobrança de pedágio” por conta do apoio eleitoral à então candidata Dilma Rousseff –, esse tal de Fernando Pimentel é o primeiro ministro da “cota pessoal” da presidente Dilma a ser acusado de ter, tal como havia acontecido com os outros, “metido a mão no bolso da viúva”. Com essa recente mudança de postura dos congressistas, que fazem as vezes de “paus mandados” do Palácio do Planalto, fica clara a mudança de atitude de dona Dilma em relação aos ministros indicados por Lulla e os que foram indicados por ela. Enquanto os tais “ministros lullistas” foram cinicamente “jogados às feras”, para que seus “malfeitos” pudessem ser claramente expostos à opinião pública, quando o problema atinge o primeiro “ministro dilmista”, a postura é diametralmente oposta, partindo-se para o uso ostensivo de todo e qualquer instrumento de pressão capaz de “adestrar” a maioria dos congressistas deste Brasil Tiririca. Estou errado?

Júlio Ferreira julioferreira.net@gmail.com

Recife

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CONSULTORIAS E CORRETAGENS

 

O exercício da atividade política, por ser de caráter eminentemente público e social, não pode nem deve ter qualquer correlação com atividades que envolvam temas relacionados com cargos públicos exercidos ou então que possam proporcionar pretensos honorários profissionais, exercitando-se um trabalho de verdadeira corretagem de negócios, tendo como manto protetor uma profissão. Faz tempo que o País vê esse filme e sabe muito bem que o político, na grande maioria das vezes, quando deixa cargo de importância, monta uma Consultoria, que, na verdade, faz "lobby" e corretagem para obtenção de vantagens a algumas empresas, tudo encoberto com a capa de legalidade e de moralidade. São milhões e milhões que rolam da coisa pública para os ralos de ações inaproveitáveis comunitariamente. Muitos ralos, no entanto, situam-se nos bolsos dos consultores que exerceram cargos de importância no País.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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BOATO E VERDADE

O poeta bem retratou e o samba eternizou – "todo boato tem um fundo de verdade", agora a vez é sua, caro ministro Pimentel, justamente V. Excia, companheiro da presidenta Dilma desde os tempos de juventude. Ficou ruim.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhadava

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PALOCCI REEDITADO

O que aconteceu? Estão furando a fila? Pelo que me consta, o próximo rato a ser decapitado seria o excelentíssimo sr. ministro das Cidades, Mário Negromonte. No entanto, a imprensa me surpreendeu ao anunciar o nome do excelentíssimo sr. ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Parece que o choro de Negromonte funcionou adiando a demissão e como a imprensa livre não pode perder tempo, já que a fila é grande, em nome da ética, da moral e em benefício da sociedade, reeditou Palocci.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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PAROU POR QUÊ?

Parece-nos que a imprensa colocou no baú  do esquecimento as denuncias de falcatruas envolvendo os  ministros Fernando Pimentel e Mário Negromonte. Não se fala mais quase nada deles. Parou por quê? Por que parou? Vamos em frente. O povo quer realmente saber antes das próximas eleições, quem é quem no governo da presidente Dilma Rousseff. 

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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AGUARDANDO A VEZ

Na fila do gargarejo, por ordem de chegada: Negromonte e Pimentel.

Roberto Twiaschor twiaschor@uol.com.br

São Paulo

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ORDEM NA CASA

Como os escândalos se sucedem a cada momento precisamos por ordem na casa para não atrapalhar a faxina que está sendo feita: o Mário Negromonte já está sendo investigado e o Fernando Pimentel terá de adquirir uma "senha" e aguardar.

                                                                                                  

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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SEM RIGOR

Tendo em conta  a  lista  de ministros  demitidos  por corrupção  nos 8 anos do governo Lula – petista,  somados aos  ministros  demitidos, também por corrupção, herdados  pela  presidente  Dilma,  pode-se  criticar Lula  por múltiplas razões  exceto acusá-lo de ter sido excessivamente rigoroso na escolha dos seus ministros e auxiliares diretos. 

 

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo 

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A FILA ANDA

Desde a posse da presidente Dilma Rousseff e dos seus ministros trapalhões, a capital federal se transformou em foco permanente de denúncias de todo tipo de mazela e denúncias. O último a sair de sena foi o troglodita ministro do Trabalho Carlos Lupi, que se demitiu após uma saraivada de denúncias que durou dois meses. Prevendo sua demissão por parte da presidente Dilma, Lupi se antecipou e pediu para sair, no domingo á noite, achando que com a final do campeonato brasileiro sua saída do ministério ficaria ofuscada. Assim, foi a queda do sétimo ministro do atual governo. A pergunta que se faz é quem será o próximo da fila? Lupi deixou o cargo, assumir a presidência do PDT, ao qual está licenciado, seria página virada para um incompetente como ele que sempre usou a política como profissão. Agora se esse cidadão não serve como ministro, como pode presidir um partido com a importância que tem o Partido Democrata Trabalhista (PDT) no cenário  político nacional? Agora o debate está aquecido a cerca de quem será a próxima vitima na esplanada dos ministérios. Todas as casas de apostas apontam para Mário Negromonte (PP), que comanda a pasta de cidades. O envolvimento do ministro em irregularidades tem sido freqüentemente exposto na mídia e, além disso o PT tem mirado retomar o ministério de maior visibilidade por ter o maior orçamento do governo e responsável direto pelas obras da Copa do Mundo de futebol e Olimpíadas. Porém, o próximo a entrar em rota de colisão é o petista Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e amigo pessoal da presidente Dilma Rousseff. A base aliada e o PT farão de tudo para que o ministro não compareça a câmara para ser sabatinado. Pimentel é acusado de ter recebido pelo menos R$ 2 milhões com sua empresa de consultoria em 2009 e 2011, ou seja, entre sua saída da prefeitura de Belo Horizonte e a chegada ao governo Dilma, segundo reportagem do jornal O Globo o ministro, como os anteriores que deixaram o cargo, disse que ira esclarecer o caso para a presidente Dilma, é preciso saber se só isso bastará para tirar o foco da oposição de cima dele. Como sabemos, a fila anda neste governo todos os dias.

Turíbio Liberatto Gasparetto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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FALTOU O REEMBOLSO

Após a "saída a bala" de Carlos Lupi da pasta do Trabalho e Emprego, parece que a fila continua agora com o ministro Fernando Pimental do Desenvolvimento. A única lição que os brasileiros puderem ter das demissões anteriores foi que em nosso país, quando lei e política colidem, a lei sempre fica em desvantagem. Caso tivéssemos instituições respeitáveis e um fisco que servisse ao Estado e não ao governo, todos os ex-ministros estariam sendo  autuados e processados e com certeza teriam de, no mínimo, reembolsar  a União pelo seus "malfeitos".

Roberto Rios rios.roberto@bol.com.br

São Paulo

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A NOVELA SE REPETE

Esta difícil para a população, entender os reais motivos que fazem com que Dilma mantenha no cargo tantos ministros envolvidos em corrupção. O governo de Dilma mal começou e ela nem sequer conseguiu pensar em governar de fato, já que os atos de corrupção são uma constante em seu governo, que alias, é totalmente desgovernado. Manter em cargos de Ministros pessoas que se sabe envolvidas em escândalos, nada mais é do que colocar em cheque um governo que já esta em cheque e que tenta ter algum respeito, já que isso é difícil, e a população não mais acredita nele. O povo brasileiro, além de respeito necessita de um governo que corresponda aos seus anseios e que o respeite – e isso esta sendo muito difícil na gestão Dilma, já que esta está super perdida – e mal consegue colocar respeito em seu próprio partido, e se colocando refém dos demais que lhe dão sustentação. PMDB, PDT, PCdoB dentre outros é o que realmente dita as normas neste pais, e não o governo. Está tudo tão confuso quanto na primeira administração petista em São Paulo, oportunidade em que o PT não deixou Luiza governar e tentaram se apossar da municipalidade, inclusive quando Edson Cardoni  usou de dinheiro público para levar pessoas do movimento dos Sem Teto para Brasília, o que gerou uma guerra interna muito grande, já que foi solicitado, à época, auditoria por parte do TCM nas contas de Édson Cardoni. E aqui a novela se repete.

 

Mário Grego mariogrego@uol.com.br

São Paulo

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‘TEJE PRESO!’

A partir de agora quando a xerife Dilma demitir ministros em vez de ela dizer "teje demitido" ela deve dizer "teje preso"!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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PARTIDOS POLÍTICOS E AS RESPONSABILIDADES

Ao se confirmar a volta do Carlos Lupi à presidência do PDT, em janeiro, só podemos concluir que um dos grandes problemas do Brasil esta incrustado nas regras falhas dos Partidos Políticos. Não há o menor comprometimento entre o que significa a sigla e os objetivos do filiado; os partidos aceitam sem o menor pejo gente desqualificada para seus quadros, alguns até portadores de obvia “ficha suja”, e conseguem que o povo despolitizado os eleja. Em seguida a meta é fazer parte da base dos governos almejando ser escolhidos aos diferentes cargos; acabam nos Ministérios, Secretarias entre outras "boquinhas" e o povo pagante que sustenta essa turba que se esfole. O maior malogro da política brasileira está na maioria dos próprios políticos que às vezes chegam a ser até presidentes da República. Enquanto isso... esperamos que os chefes de governo se toquem que as condições técnicas, éticas, de experiência comprovada e a probidade sejam os predicados primordiais para o exercício dos cargos públicos; ao contrário vamos ter o quadro dantesco que estamos a presenciar.

Leila E. Leitão

São Paulo

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PRESOS À MAMADEIRA

O PDT decidiu que continua apoiando (leia-se mamando).

 

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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O PDT DE LUPI

Será que ainda tem alguém que pense em votar nos candidatos do PDT? Não votando nesses candidatos, ajudamos a diminuir a corrupção no País.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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DESGOSTO BRIZOLISTA

 

Após o falecimento de Leonel Brizola, o PDT foi caindo, caindo, caindo, até cair de vez. Hoje não existem bons políticos no partido fundado por Brizola, já que vergonhas tomam conta do seu quadro.     Brizola, ao voltar do exílio, tentou recuperar a sigla PTB mas foi impedido, com isso construiu o PDT, forte no RJ e em muitos outros Estados, mas hoje o que vemos é a derrocada definitiva. Brizola deve estar se revirando de desgosto em seu túmulo.

 

Fernando Faruk Hamza botafogorio@bol.com.br

Rio de Janeiro

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MINISSÉRIE DA CORRUPÇÃO

O governo continuando com sua minissérie em 37 episódios compostas por seus Ministérios estrelados por seus "ministros". Dos quais 7 já foram ao ar, porém não tiveram o fim que esperávamos. Agora está prestes a lançar o 8° protagonizado pelo ministro Fernando Pimentel do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Que terá o mesmo fim, não é?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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O JOGO NÃO ACABOU

Num  campeonato de futebol, um jogador tem probabilidade de marcar 1/2 gol por partida.Seguindo esse raciocínio, em apenas 11 meses do governo Dilma Rousseff já zarparam 7 ministros, mais de 1/2 ministro por mês. Como o jogo, digo o ano, ainda não terminou, pressuponho que até o final do ano mais alguns ainda poderão sair de campo.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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APÓS UM ANO...

Retrospecto: meia faxina, laranja do cara, corrupção total, submissão total e, para quem já pegou em armas, estão faltando hormônios da juventude (coragem). 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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NOSSOS POLÍTICOS

Jobim, Palocci, Luiz Sergio, Wagner Rossi, Pedro Novais, Nascimento, Lupi, Demóstenes, Sarney, Collor... Cansei!

Jorge Zaven Kurkdjian zavida@uol.com.br

São Paulo

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PAÍS CORRUPTO

Em grande parte graças à justiça brasileira, estamos na  73.ª colocação entre os países mais corruptos do mundo.  Sem muito esforço e apenas com uma pequena colaboração do judiciário, poderíamos melhorar em muito essa colocação. Agora, Fiscais Federais de Osasco - SP foram presos por manterem uma imensa cadeia de corrupção, propinas de sonegadores pelo que foram apreendidos milhões de Reais em suas casas. A justiça determinou que eles continuem a receber seus salários de R$ 20.000,00 e provavelmente em breve estarão soltos. Seus processos demorarão bastante como os demais e graças a juízes, não terão nenhum problema financeiro, apenas baixarão o "nível do padrão de vida". Como acontece com seus colegas funcionários públicos flagrados, eles tem muito mais sorte. Conforme a própria justiça, só 5% de funcionários processados recebem penas na justiça e um volume muito pequeno de recursos roubados, retorna ao patrimônio público, por ineficiência judicial. Assim a corrupção vale à pena!

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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ATÉ QUANDO?

Está muito claro que a corrupção, aos olhos de quem governa, deixou de ser crime para se tornar um instrumento político a serviço dos partidos. Mais claro ainda está que o mensalão foi substituído pela divisão de ministérios e dos cargos, onde os partidos constroem redes de arrecadação alimentadas pelo dinheiro dos impostos que vão para os bolsos dos dirigentes e cúmplices. Temos no Brasil um sistema de corrupção que alicerça todo o sistema político. Ao povo só resta votar nas eleições e pagar os impostos. Ao votar a maioria não tem noção de quem está elegendo e do que realmente acontece em Brasília. Dos que sabem muitos não se dão ao trabalho de contestar. É com isso que os políticos contam. Mas a situação está chegando a um extremo difícil de ser tolerado. Ficamos sabendo só da ponta do iceberg da corrupção no Brasil e só isso já é intolerável. Até quando?

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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PRESIDENCIALISTA OU PARLAMENTARISTA?

 

O Brasil já foi parlamentarista duas vezes. No império, de 1847 a 1889, e entre 1961 e 1963, depois da renúncia de Jânio. Embora o sistema só tenha vigorado oficialmente naqueles períodos, a influência parlamentar nos governos é inegável e, paradoxalmente, mais acentuada nos tempos democráticos. Mesmo sem terem a missão constitucional de governar, senadores, deputados, vereadores, cabos eleitorais e até simples partidários pressionam o Executivo e tiram escandalosas vantagens.  A alta ingerência faz a imagem ruim tanto dos governos quanto dos políticos. Os governantes são obrigados a distribuir cargos a cabos eleitorais, muitos dos quais apenas recebem salários mas não trabalham ou ainda fazem pior, metendo-se em falcatruas como as que vemos frequentemente denunciadas. E o povo assiste a tudo sem nada poder fazer.  Os governantes não podem e nem devem continuar reféns dos políticos profissionais e de suas agremiações. Talvez seja melhor buscar solução no parlamentarismo. Já que a classe política quer governar, que seja chamada a fazê-lo oficial em vez de oficiosamente. Através de um ministério (ou gabinete) onde cada partido da coalizão governista tenha suas responsabilidades definidas e responda por elas. Um sistema onde um governo que não estiver dando certo receba o voto de desconfiança e termine antes do tempo, sem ruptura constitucional, e que também os parlamentares possam terminar o mandato antecipadamente se não estiverem agradando. Chega de ministro suspeito e duro de cair!

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

                                                                                                    

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CÓDIGO FLORESTAL – DANDO NOME AOS BOIS

Entendo e apoio o lado dos produtores, tantos que estão na ilegalidade pela falta de um parâmetro, o que só piora a situação. Sou contra mais derrubadas e em alguns casos a anistia, defendo uma lei diferente para cada bioma brasileiro, cada um com suas necessidades específicas promovendo o devido equilíbrio que cada um exige. O que posso dizer do lado de cá é que os produtores querem uma lei que dê viabilidade econômica, jurídica e social pra continuar nesta tão linda missão, da qual nos orgulhamos muito, que é a de alimentar o mundo e mover esse país. E pode ter certeza que a maior parte dos produtores rurais, principalmente os daqui do Paraná, preservam suas fazendas, pois sabem a importância dela, já que tiram o sustento dali. Seja por consciência ou interesse econômico, já que uma vez esgotada e degradada a terra não nós dá mais lucro. Falando em Paraná cito o plantio direto que é responsável pela maior preservação de terras agricultáveis do mundo. PS: não se esqueçam de creditar isso na conta do produtor rural!  Falo desta forma porque alguns “produtores”, incluindo os sem terra, agem mais como os antigos Maias que derrubavam, queimavam, esgotavam suas terras ao máximo e então partiam em busca de novas fronteiras. Por isto peço: por favor! Separem o joio do trigo! Não coloquem tudo na conta do produtor rural e do agronegócio, não se esqueçam dos carvoeiros que abastecem as siderúrgicas, madeireiros, garimpeiros, palmiteiros, mineradoras e certos índios que vendem madeira das suas reservas.  Não se esqueçam também, no caso da mata Atlântica, da especulação imobiliária, onde se derrubam a mata pra fazer resorts, casas de veraneio e condomínios de luxo. Os produtores rurais sabem o valor da floresta em pé, assim como campos, cerrados, cânions, dunas, desertos e etc. Sabem que eles fazem diferença sim, e que o equilíbrio entre preservar e cultivar foi e sempre será necessário. A depredação das matas do Brasil iniciou-se com o corte da vara para o feitio da Cruz para a primeira missa na Ilha de Santa Cruz, sim isto vem desde que a primeira carga de pau Brasil seguiu rumo a Europa. Portanto, é muito injusto que 500 anos de depredação sejam atualmente jogadas nas costas dos atuais proprietários. Falando em fatos históricos, um dos primeiros ecologistas do mundo, e não vejo os ecologistas sequer citarem o nome dele, é Dom Pedro II que foi um dos pioneiros no reflorestamento de uma área degradada, onde atualmente é a Floresta da Tijuca no Rio de Janeiro possuindo aproximadamente 4 mil hectares. Sugiro que vocês aí da Unicamp divulguem mais textos com dados, números, fatos e não só fiquem mostrando imagens de árvores cortadas, motosserras e da terra "chorando" sangue, isso só aumenta o preconceito e o fato da sociedade nem querer ler e entender o que os “ecochatos” estão reivindicando.  “Nem todos os produtores rurais são a favor da motosserra, assim como nem todos os ambientalistas são ecochatos...  E se estas duas partes conseguirem pelo menos dialogar civilizadamente aí sim podemos chegar em algum lugar.”

Carolina Fonseca Marcondes carolfonsecamarcondes@gmail.com

Ponta Grossa (PR)

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NÃO AVANÇAMOS

A aprovação do Código Florestal nesse governo corporativista não foi um avanço, como deveria ser, mas pelo menos estamos começando a engatinhar num assunto que o Brasil precisa ser o numero um. Temos o privilégio de abrigar a maior floresta do mundo, com uma vida animal esplendorosa, por isso até podemos construir Belos Montes ou feios, mas com um controle total do que vai ocorrer no day after. Não podemos brincar de fazer leis e depois abrir clarões na floresta e nas leis? Isso é sério e todos, sem exceção, inclusive os partidos políticos, devem preservar o que temos de belo e forte: as florestas e os mananciais hidrográficos.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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PROTESTO

Afinal, para que serve o cerimonial ligado à Presidência da República que permitiu o ridículo e fora do contexto protesto da estudante premiada com o Prêmio Jovem Cientista? Como deixaram a estudante aparecer para uma cerimônia formal com a presidente do Brasil de cara pintada e com o braço rabiscado de “Xingu vive”? Antes de ensinarem nossos jovens a serem cientistas, as escolas deveriam ensiná-los a ter educação e respeito. Tinha mesmo de receber um “ah, tá” como resposta de Dilma para o despropositado pedido de parar as obras de Belo Monte.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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BELO MONTE

Considerando que a Usina de Belo Monte será construída no Rio Xingu (PA), que na época da seca fica 4 meses sem água, gostaria que o ministro do Ministério do Meio Ambiente viesse a público para explicar os motivos que levam o governo a gastar bilhões de reais para construir uma usina considerada a 3ª maior do planeta em tamanho e capacidade, mas, a menor em geração de energia elétrica em virtude da seca e que, além de tudo, prejudicará a fauna, a flora e a população ribeirinha.

 

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

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RINDO À TOA

É um acinte que tenham sido torrados R$ 327 milhões na construção do novo prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília (DF), em evidente desperdício do dinheiro público. É uma obra suntuosa, desnecessária e superfaturada, bem típica de países subdesenvolvidos. As empreiteiras envolvidas na obra faturaram milhões de reais e estão rindo a toa, à nossa custa. Por aí se vê onde vai parar o dinheiro dos nossos impostos.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ELEFANTE BRANCO

Mais um prédio horroroso, projetado pela equipe de Oscar Niemeyer, será inaugurado na mais corrupta cidade do Hemisfério Sul, Brasília, a um custo duvidoso, para dizer o mínimo, de R$ 327 milhões. E este é o valor "oficial". Será o Tribunal Superior Eleitoral, um depósito de urnas e garagem. Justiça Eleitoral só existe no Brasil, para proteger interesses de políticos/bandidos, oriundos do Maranhão e Alagoas.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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RESULTADO

O custo da nova sede do TSE foi de R$ 327 milhões. Uma necessidade, sem dúvida. E agora, os processos serão mais ágeis também?

 

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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SUNTUOSIDADE

 

Tantas carências sociais que martirizam a população brasileira e o custo do Tribunal Superior Eleitoral, a ser inaugurado dia 15, em Brasília, atinge a astronômica soma de R$ 327 milhões. O projeto, de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, especialista em obras suntuosas, é mais uma afronta ao País. As necessidades nacionais clamam por melhorias nas áreas da saúde, habitação e outras.  E o que vemos é um esbanjamento de recursos na esfera federal, de obras faraônicas. O Brasil não é mesmo um país de todos, como proclama a propaganda oficial.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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PRIORIDADES

Quase todos os dias passo pela Alameda Rio Claro e vejo com muita tristeza o abandono daquilo que fora o Hospital Matarazzo. Pois esta semana li no nosso Estadão que o custo da nova sede do Tribunal Superior Eleitoral foi de R$ 327 milhões e que a Prefeitura de São Paulo já gastou R$ 40 milhões em obra de túnel que continua no papel. E não há dinheiro para a recuperação e/ou criação de unidades hospitalares? Não entendo! Aliviar a dor da população e sanar doentes deveria ser prioritário! 

 

Mariana Strenger maristren@uol.com.br

São Paulo

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DIA DA JUSTIÇA

Comemorou-se ontem o Dia da Justiça. A oficialização da data deveu-se ao ministro Edgard Costa (1887 – 1970), do Supremo Tribunal Federal (STF), que foi um dos fundadores da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e seu primeiro presidente. Então, ontem, 8 de dezembro, foi o dia em que neste país, o que mais falta é exatamente ela: a Justiça! Sim, ela é a desgraça para muita gente que não consegue alcançá-la, ou por ser pobre, ou por não ter influência ou apoio de algum abastado ou sensível com a miséria alheia. Os pobres, que são a grande maioria no País, não têm o que comemorar porque ela é implacavelmente inacessível a eles. Os exemplos são muitos, como aquele senhor que ficou 19 anos preso sem nada ter feito e passou tamanho infortúnio. E podem ter certeza absoluta que existem outros mal providos, iguais a ele, trancafiados numa maldita masmorra sem que a Justiça bata-lhe à porta e faça justiça. Tem também os mensalões, mas esses são diferentes, a Justiça ficou cega para eles, de verdade! E as mais novas, com matéria nos jornais de hoje, justamente hoje, onde 17 desembargadores botaram a mão grande em R$ 17 milhões repartindo unzinho para cada um. Diz a matéria que um grupo formado por 17 integrantes da cúpula  – não poderia ser de outra forma – do Tribunal de Justiça de São Paulo, que está sob investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pode ter recebido ilegalmente R$ 17 milhões dos cofres públicos no ano passado. Os indícios são de que o dinheiro foi usado para pagar de uma vez R$ 1 milhão para cada um a pretexto de resolver uma antiga pendência salarial da categoria. Impressionante, não é mesmo! Os homens da Justiça, os ditos togados... Não temos nada a comemorar neste dia, num país em que a Justiça tarda e falha, como no caso de um ministro do STF, que deixou o processo da censura do Estadão – no caso de Fernando Sarney –, por 15 meses na gaveta para no fim declarar-se incompetente para julgar o caso. Aqui, neste caso, não é só incompetência que faltou, não, faltou-lhe responsabilidade, para não falar outra coisa. A deusa Têmis está chorando por detrás da venda com tudo o que acontece na Justiça brasileira. Venda esta que tem o simbolismo de representar a imparcialidade nos julgamentos e para que seus olhos austeros não enxerguem a injustiça e aja com firmeza. Infelizmente, no Brasil, esta simbologia representa exatamente o contrário: A venda de Têmis é para que ela não enxergue a justiça para não agir com firmeza. Cegaram-na!

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

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HÁ O QUE COMEMORAR NO BRASIL?

“As leis existem, mas quem as aplica?” (Dante Alighieri). Escancaradamente desde 2003, quando o PT e o PL, pelo pacto que fizeram e ascenderam ao Poder, a política nada mais é do que a corrupção partidarizada, institucionalizada, enraizada em todos os Poderes Republicanos. No vale tudo em que os meios justificam qualquer fim, a indecência desceu a todos os níveis da gestão e esferas dos poderes da vida pública. Não há guarida segura a quem em bom senso possa afirmar:- “sob uma instituição ou órgão eu ponho minha mão no fogo”. Afinal, o sujeito que propalava que: “estava para nascer o homem poderia discutir ética com ele nesse país”, demonstrou a que veio. Os efeitos da prática de oito anos da sua moral na presidência não saem das manchetes em sucessivos escândalos. Todos os princípios são desmedidos e a moral é afrontada com desfaçatez em razão da certeza da impunidade. O que nos falta é a soberba da Justiça, e não togados soberbos. Este é o fato que reclama resposta para o enfrentamento do cancro que está em metástase em tudo e a todos que possam representar a imagem da vida pública brasileira. É impossível acabar com a maldita corrupção neste país, abandonados que estamos pelo Poder Judiciário em que este se porte minimamente de forma eficiente e decente. A afirmação é genérica diriam os soberbos togados? É! Logicamente o é, afinal qual é o conjunto de resultados que o Poder Judiciário tem oferecido a esta nação, qual sua credibilidade? Qual empenho em solubilizar questões graves no cerne dos poderes republicanos? E aqueles que ousem criticar este manifesto, feito no dia da Justiça, tal qual o fazem aos manifestos da Corregedora Eliana Calmon, olhem-se ao espelho pensem se a toga não lhes deu a empáfia de se agarrarem a suas opiniões, não por ser verdadeira, mas simplesmente por serem suas em defesa de um corporativismo chulo e fora de moda num quadro histórico e impertinente a nossa realidade. O que há para esconder? A Justiça é a verdade em ação; senão não é justiça é a vergonha travestida de discursos vazio. Por acaso este país é justo para com seus filhos; seus jovens, velhos aposentados e trabalhadores enquanto houver que permita que larápios assaltem descaradamente os cofres públicos? O Poder Judiciário é por essência a expectativa da moral atuante e não lasciva; tardinheira e até desavergonhada defendendo seu corporativismo bizarro a cada crítica que recebe, até por ser altamente remunerada diante da realidade de um povo miserável, mas que dos seus nada sabe, pois deles está distante e alheia. Os costumes pela ética e a liberdade nos trazem as leis e o bom governo, e assim é que florescem os Estados, moralizam-se e prosperam as sociedades, e honram-se as nações, talvez como nunca a presença de um verdadeiro Poder Judiciário aos anseios da causa republicana foi tão requerido neste país. A impunidade são as esporas que ora estimulam o mais assombroso achaque ao erário público da nossa história republicana; aliás, somente através da impunidade e da Justiça indulgente, é que se comente crime maior ao interesse público do que aquele de dilapidar o erário.

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA

Somente no primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff (PT), 7 ministros de Estado dançou o samba do crioulo doido. Imagina se eu fosse narrar aqui o nome de todos os funcionários indicados em cargos públicos de confiança, comprometidos com a destruidora corrupção! O Brasil precisa urgentemente de um cidadão ou de uma cidadã em quem os brasileiros possam confiar e sentir que o Brasil esteja em boas mãos. A Corregedora Nacional de Justiça, Eliana Calmon, seria sim, um nome que confiável para colocar o Brasil na rota da seriedade, desde que, não se comprometa com nenhum dos atuais partidos, todos em estado de adiantado decomposição. E, ainda ter que enfrentar a grande maioria dos políticos que não gostam de gente honesta, extremamente perigoso para participar do seu modo de administrar as causas públicas.

Benone Augusto de Paiva benone2006@bol.com.br

São Paulo

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A POLÊMICA DA MINISTRA ELIANA CALMON

É totalmente compreensível a irritação de muitos magistrados pelas colocações da chefe da corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ministra Eliana Calmon, ao não limitar a abrangência de sua expressão “bandidos de toga”. Como exemplos, o desembargador do TJSP  Aloisio de Toledo Cesar se sentiu ofendido. O ministro Cezar Peluso, presidente do STF, até hoje continua aguardando retratação da ministra. Muito mais compreensível porem é a real propensão do cidadão comum a generalizar, se não a expressão muito forte mas verdadeira da ministra, ao menos  a falta de confiança que tem no Judiciário. Afinal, ca em baixo na mediocridade de sua ignorância jurídica, não consegue o cidadão entender a lógica da sabedoria embutida em uma infinidade de decisões do STF que favoreceram políticos famosos por seus “malfeitos” e também criminosos internacionais condenados em seu pais de origem. Tampouco entende a lógica da falta ou postergação de decisões até que os crimes prescrevam ou que resultam em prejuízos ao bolso da população. E muito se espantou ao assistir, em cadeia nacional pela TV da casa, às inesquecíveis e incríveis acusações mutuas de crimes entre ministros togados. E quando se lembra que a jurisprudência do STF é soberana, prevalecendo por isto mesmo, sobre qualquer instância inferior.

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

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SÃO PAULO ESPERANDO JUSTIÇA

Finalmente a população do Estado de São Paulo vê uma esperança de justiça, os cidadãos não conseguiam entender algumas sentenças que são dadas pelos juízes, completamente contra a opinião publica. Graças a Corregedora Eliana Calmon do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio do Tribunal de Contas da União, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais os órgão do Ministério da Fazenda, alem de equipe da corregedoria.Esta mesmo criticada pelo Supremo Tribunal Federal Cezar Peluso por sua ação sobre as investigações de magistrados e servidores com suspeita de vendas de sentenças, com patrimônios acima de seus rendimentos salariais, com patrimônios superior as condições financeiras. Não dá para entender como que alguém pode ficar contra as diretrizes desta Corregedora, ela deve ser aplaudida por todos os cidadãos de bem. Esperamos que não falte apoio dos outros órgãos e da mídia, agora é hora de se fazer as denuncias, até as anônimas já que agora por lei elas serão aceitas para investigações.

Reginaldo de Paula reg.paula@hotmail.com

Campinas

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PEDIDOS DE VISTA

Muito oportuna a opinião do leitor Sr. Boris Becker: o STF  demonstra agilidade incomum para  temas  nada edificantes, a exemplo das marchas da maconha ou abrigo a criminosos importados, sem se falar  na esdrúxula censura mantida ao Estadão, deixando ao relento  processos de  real interesse coletivo. A pedra  sobre os processos de poupança, que vinham sendo favoráveis aos postulantes, adquire contornos até de perversidade, já que  a  maioria  é de  idosos e  com  isso  passaram os bancos a contar com o inexorável desaparecimento de  boa parte do contingente  e em consequência  a dispor de seus saldos, na medida  em que muitos não tem sucessores ou  estes nem saibam  das ações em curso.  É justo?

 

Lafayette Pondé Filho lpf41@hotmail.com

Salvador

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EXCESSO DE TRABALHO

Se 80% dos juízes creditam lentidão da Justiça ao excesso de trabalho, o que impede que se amplie o contingente de juízes?  Da pesquisa realizada pelo CNJ, o questionário já foi respondido voluntariamente por 803 juízes, sendo que 645 respostas negaram a possibilidade de se atender o prazo previsto na legislação para que os processos fossem concluídos.

Iracema Palombello cepalombello@yahoo.com.br

Bragança Paulista

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CONQUISTAS FEMININAS

Confortante a conclusão da articulista Luiza Nagib Eluf (Mulheres precisam querer mais, 6/12, A2), porém passa ao largo da real questão humana. O homem não é um "apêndice" da natureza, mas apenas "mais uma espécie na natureza", e sua inteligência não lhe é facultada para fazer bobagens, mas para acima de tudo, dar sua contribuição inteligente ao próprio projeto da natureza. Claro que muitos cientistas laureados ainda acham que a natureza é um "mero acaso do nada", o orgulho nos torna sábios de ignorar o que já funciona na Terra há bilhões de anos, e claro que não é por acaso algum, exceto a nossa própria burrice. A sociedade humana caminha rapidamente para uma sociedade altamente urbana e tecnológica, exatamente como são as abelhas há milhões de anos, portanto, a solução já está pronta desde antes da existência do homem. A "rainha das abelhas" cumpre sua missão de maneira esplêndida, é por causa dela que a colmeia existe, e para ela, milhares de abelhas trabalham para lhe garantir a posição de mãe da colmeia. Nem por isso, contudo, a rainha da colmeia é uma "rainha da Inglaterra" nem uma "primeira ministra da Alemanha", apenas cumpre sua missão estabelecida pelas leis da própria natureza. O problema não é da mulher ou do homem, mas da evolução da inteligência de ambos, que não significa "equiparação de funções", mas de estabelecimento de leis morais e ética, e seu completo acato e cumprimento, como faz qualquer outra espécie de ser vivo na Terra, exceto o "homem" quando se "tornou inteligente"! Inteligência não existe para agredir as leis, pelo contrário, para cumpri-las, basta que no mesmo nível da inteligência, evolua também em moral e ética, que infelizmente não é paradigma da ciência!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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IGUALDADE

Muito tem de ser feito para mulher no Brasil. Em cada duas horas uma mulher é assassinada no Brasil. A cada 2 minutos cinco mulheres são violentamente agredidas no País. Mulher não é saco de pancada. O tratamento dado ao homem tem de ser dado à mulher. Os direitos e deveres são iguais.

 

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

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RETROCESSO NO MUNDO ÁRABE

Se não houver urgente posse de governos democráticos legalistas no Egito e em todo mundo árabe, com a perseguição de tribos a cristãos, pois, a sociedade quanto mais tribal e menos evoluída tende a se achar dona da verdade, e o que freia isto é educação, e leis de sobrevivência a civilização, caso contrario ocorrera a pior das pragas do Egito, haverá um Deus justo, uma conspiração universal, uma justiça que reina nosso planeta que cada um da o nome que quiser, e fará a justiça contra tantas maldades, os agressores serão destruídos por uma praga, vejam como acabou a URSS depois que o papa a declarou inimiga de Deus, espero que as leis civilizatórias venham para que não seja preciso esta tragédia de justiça, e olha que não estou defendendo os cristãos, pois, também são agressivos, donos da verdade, e como todas as religiões, querem dirigir a vida pessoal dos indivíduos, todas religiões são contrarias as palavras de Deus, basta ler de verdade suas histórias, pelos próprios livros das religiões ditas, Deus é contra o preconceito, contra um ser matar outro, ele ordena amor, ajuda, leveza de coração e jamais julgar ou obrigar um semelhante a viver deste ou daquele jeito, por tanto o que todos os países e sociedade precisam? R: Lei, caso contrario uns poucos grupos ignorantes destroem a civilização, já houve isto nos primórdios, quando nossos ancestrais, homo sapiens destruíram os bem mais civilizados homens de neanderthal, portanto, ou o mundo árabe entra na lei, ou as pragas do Egito serão impiedosas.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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A IRMANDADE MUÇULMANA

A Irmandade Muçulmana, principal corrente vitoriosa no Egito, não representa a ameaça alardeada por Israel. Sustenta os princípios democráticos, judiciário independente, igualdade social. O governo direitista de Binyamin Netanyahu diz que esse ideário é uma farsa. O governo dele - mentiroso, segundo Sarkozy – é que não permite õ caminhar para uma solução no Oriente Médio.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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CATÓLICOS NO EGITO

Estive recentemente no Egito e meu guia local era católico. Pelo que pude ver se realmente o Egito oficialmente se transformar num país islâmico onde em geral são fanáticos, posso imaginar a situação da minoria católica. O guia me disse por algumas vezes que ele não podia se expressar com o risco de perder o emprego. Por isso um alerta a quem interessar: os católicos do Egito nessa mudança radical ou abandonam o país ou vão ser alvo de atrocidades, e das mais violentas e sem nenhum controle por parte das autoridades, por serem um minoria.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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REMÉDIO PARA CÂNCER EM FALTA

O medicamento Interferon está em falta no mercado. Usado para pacientes em tratamento conta a Hepatite "C", Aids e Câncer, sendo de uso prolongado e contínuo a depender da patologia, age reforçando o sistema imunológico do paciente e em todos os casos, não pode em absoluto ser interrompido sob pena da perda total dos ganhos obtidos anteriormente. O único fabricante no Brasil, o Lab. Ache, alega quando contatado por telefone, que está produzindo normalmente tal medicamento e eu afirmo que isto é uma mentira, pois não se acha o remédio no mercado nacional...está simplesmente em falta! Em off, as distribuidoras de medicamentos por todo o País às quais em desespero  recorremos na tentativa de encontrarmos a droga salvadora pois minha esposa é paciente oncológica tendo de injetar três vezes por semana  (e isto durante um ano !) o Interfron, nos dizem a boca pequena que todo ano é assim, ou seja, que o Lab. Ache interrompe a fabricação deste medicamento e de outros para dar prioridade a chamada "linha de verão" que em resumo é a de medicamentos leves anti-gripais, bloqueadores solares, pomadinhas contra picadas de pernilongo, etc. Inúteis também foram todas as tentativas de a isto denunciar na Anvisa ou mesmo junto ao burocrático e silencioso gabinete do sr. ministro da Saúde(?) cuja muralha "burrocrática" apenas se assemelha ao egoísmo financeiro e a insensibilidade do fabricante do Interferon, droga esta que aliás, segundo os médicos que cuidam de minha mulher na cidade de Jaú onde se localiza um dos maiores hospitais de referencia no combate ao câncer no interior do estado e para onde milhares de pessoas humildes lá vão também se tratar, já esta escasseando na farmácia hospitalar! Certo está mesmo o dr. Dráuzio Varella quando diz que no Brasil, estando doente e não sendo milionário, o cidadão indefeso diante dos interesses da indústria farmacêutica, livre ,leve e solta sem o pulso firme de um governo realmente fiscalizante, fica doente duas vezes! Haverá alguém neste governo que cumprindo com o seu dever olhe pelos pacientes com Câncer, Hepatite e Aids deste país cujas vidas dependam do medicamento de nome Interferon produzido aqui por um laboratório que prefere fabricar no final de ano pomadinhas cosméticas para o verão em detrimento do tratamento destas pessoas?

 

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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O EXAME DE ORDEM EM XEQUE

A colenda OAB e a FGV estão numa sinuca de bico. Tomei conhecimento pela mídia que a FGV reconheceu a existência de erros em duas provas de direito penal e constitucional da segunda fase, do V Exame de Ordem, aplicadas na tarde de domingo (4/12). Milhares de candidatos estão reclamando nas redes sociais, com razão, por não terem recebido o tempo extra para resolver as questões discursivas, sendo que a grande parte sequer foi informada do erro no enunciado da pergunta, enquanto que outra só tomou conhecimento da errata após decorridos  mais de 3 horas de prova. Por isso eles estão indignados uma vez que a correção havia sido feita com muito atraso, quando a maior parte dos candidatos já  estava  finalizando as provas. Creio que o Ministério Público Federal, instituição permanente essencial à função jurisdicional do Estado, o qual  de acordo com o art. 127 da Constituição  possui missão primordial  de defender a ordem jurídica, os direitos sociais e individuais indisponíveis, tendo a natural vocação de defender todos os direitos que abrangem a noção de cidadania, não pode se acovardar e/ou omitir  e tem a obrigação,  sob o pálio da Constituição  Federal entrar em cena para exigir tempestivamente, anulação de todas as provas, em face o abalo psicológico de todos os examinados, as lambanças, trapalhadas  e erros grosseiros injustificáveis  praticados, pasmem, pela FGV. E agora, quem  irá reprovar a FGV?

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

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