Fórum dos Leitores

STF

O Estado de S.Paulo

20 Dezembro 2011 | 03h07

O voto de minerva

Li ontem a contestação do ministro Cezar Peluso a João Bosco Rabello por causa do artigo Voto de minerva polêmico (18/12, A16) e entendi por que o Judiciário é lento: usou todo espaço do Fórum num confuso arrazoado, lembrando-me outro ministro que num processo levou seis horas - repito: seis horas! - para "embasar" seu voto. Se fossem direto ao ponto, os votos nos julgamentos seriam bem mais rápidos e menos confusos. Que tal sim ou não?

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

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Inconvincente

O Fórum dos Leitores cada vez mais está se transformando no espaço gratuito que figuras públicas utilizam para responder ou tentar explicar assuntos que as incomodam. Ontem nós, leitores missivistas, fomos alijados do espaço que o jornal nos reserva porque o ministro Peluso não gostou da interpretação do jornalista João Bosco Rabello sobre o voto decisório que deu e liberou a volta de Jarder Barbalho ao Senado. Li com atenção tanto o texto do ministro como a resposta do jornalista e continuo vendo mais lógica e veracidade nas breves palavras usadas pelo profissional da imprensa para explicar seu artigo. Lembro ao ministro que políticos e homens públicos, além de probos, têm de parecer honestos. Pois muitos de nós, leitores leigos, não podemos ficar tentando entender nas entrelinhas das justificativas regimentais os argumentos que validam as decisões da Suprema Corte deste país. Mormente quando tais argumentos nem com essas explicações adicionais se tornaram convincentes.

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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Peluso x João Bosco

As palavras do ministro Peluso em contestação ao artigo Voto de minerva polêmico fizeram-me lembrar o personagem Conselheiro Acácio em O Primo Basílio, de Eça de Queiroz, que usava linguagem empolada, dotada de formalismo oficial, para expressar seus chavões de conteúdo vazio. Ministro Peluso, as decisões do STF só confirmaram o que toda a população brasileira já sabe: o Brasil é o país da impunidade. No exterior nosso país tem mais fama por acolher toda espécie de bandidos, assassinos, ditadores, como Ronald Biggs e, recentemente, o "famoso caso" do italiano Battisti, condenado em seu país de origem e hoje cidadão "brasileiro". Não é diferente com os "suspeitos de corrupção" que o STF abrigou no Senado. O fato é que o STF demonstra claramente estar equivocado, seja na figura de um ministro do Supremo, seja na figura de um colegiado em "decisão de plenário". A carta do ministro também me faz recordar o longo período de censura imposto ao Estado em ação movida pelo clã Sarney e, ao que me parece, o trecho final serve como um ultimato ao jornalista: ou retira as palavras em tempo ou será processado.

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

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Viés político-partidário

A meu ver, o mais nefasto dos Poderes da nossa República é o Judiciário, pois, com a prerrogativa de policiar o Executivo e o Legislativo, se mancomuna com estes, tratando assuntos jurídicos com viés político-partidário. Tome-se como exemplo a última do "grande" brasileiro Ricardo Lewandowski, cuja intenção de postergar o julgamento do mensalão vai fazer o crime prescrever, deixando de punir a quadrilha que assaltou o País. Na rotina de surpreender a Nação com suas decisões, vem agora o digníssimo presidente do STF, Cezar Peluso, se indignar com o artigo Voto de minerva polêmico, do sr. João Bosco Rabello, como se o texto não expressasse com clareza a forma como são tomadas as decisões na Casa. Se fossem corretas e considerassem o anseio da população, teríamos o assassino Battisti extraditado para a Itália, a Lei da Ficha Limpa atuante e a quadrilha do mensalão atrás das grades. Fosse eu parente de algum ministro desse tribunal, esconderia o fato de todos, para não ter o meu nome e a minha reputação manchados.

RUBENS PAULO STAMATO JÚNIOR

rubensstamatojr@terra.com.br

Bebedouro

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Justiça?!

Curioso que o sr. Cezar Peluso se sinta tão incomodado com um artigo e um editorial do Estadão. Vale destacar que o jornal publicou as duas cartas em sequência, no Fórum de ontem. Se o exmo. sr. ministro não quer ser questionado, poderia exercer seu nobre cargo de maneira mais equilibrada, conforme apontado nas respostas tanto do editorialista quanto do jornalista reprimido. Diferentemente de outros colegas que foram criticados e não reagiram, aliás, como a maioria dos par(a)lamentares do nosso Brasil varonil, o sr. Peluso sentiu-se ofendido. Ministro, seu sentimento é o mesmo que nós, brasileiros, temos quando recebemos notícias como a absolvição de Jader Barbalho, a soltura de Paulo Maluf da prisão, anos atrás, a não extradição do criminoso italiano, a protelação da decisão sobre a Lei da Ficha Limpa, a prescrição do mensalão, aquele que "não" houve, etc., etc. Ministro, seja imparcial e ajude a dar um pouco mais de esperança ao povo. Exerça seus votos de uma perspectiva legal, jurídica, fundamentada, porém coerente com as questões envolvidas e, ao mesmo tempo, ao encontro dos anseios dos habitantes da Terra Brasilis. Se fizer isso, tenha certeza que o senhor entrará para a História do País!

RENATO CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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Conselho

Prezado ministro Peluso, um conselho de cidadã pagante: quanto mais V. Exa. se explica, mais a nossa compreensão se obscurece. No uso de duas medidas para o mesmo caso não há clarividência.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

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BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Angelo Tonelli, Ataliba Churrascarias (Florianópolis), Dionatan Zibetti - Zanotti S.A. (Jaraguá do Sul), Equipe AC Galeria de Arte, Equipe GWA Comunicação Integrada Ltda., Flavia Ghiurghi - G. Friso Consultoria Jurídica, Granadeiro Guimarães Advogados, José Leonardo Ferraz Monaco, Julio César Caldas Alvim de Oliveira, Luiz Nusbaum, Marcos Bernardelli, Marli Gonçalves, Natal Sapia, Raio Z, Revista Circuito, Ricardo Melhem Abdo, Roberto Twiaschor, Rodney Rissi Comércio e Serviços em Ar-Condicionado Ltda., Romeu Chap Chap, Ronald Wagner Colombini Martins, Rosane Franco, Ruy Martins Altenfelder Silva, Samuel de Oliveira Bernardi, Sebrae e Sindicato dos Bancários de Brasília, Toninho Paiva e Virgílio Melhado Passoni.

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SINAIS DOS TEMPOS

Não sei o que é pior para o mundo de hoje: se a queda de déspotas, entre outros, de um Kadafi e, agora, do Kim Joing-il, da Coreia do Norte, ou a falta absoluta de líderes políticos, principalmente no Ocidente...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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NOVO KIM

 

Kim il Sung foi o “dono da Coreia do Norte” desde a Guerra da Coreia até 1994 (!); Kim Jong-il, seu filho primogênito, agora morto, foi o  seu "dono" até sábado, e, para perpetuar a linhagem, o filho deste, de nome Kim Jong-un, muito jovem ainda, será, certamente, seu sucessor.  Convenhamos, praticamente uma dinastia... imperial. Pergunto: onde entra o “povo” coreano nessa história? Onde entra a “classe trabalhadora”, tão exaltada por Marx-Engels, na vida  dita “comunista” norte-coreana? A Coreia do Sul, onde não há "dinastias" nem "ideologias" a serem preservadas, é 18 vezes (!) mais rica que sua irmã do norte, embora os dois países tenham a mesma topografia, relevo, sistema de chuvas, mares, rios,  geologia, clima, língua, cultura histórica, etc. O que faz, então, essa diferença brutal entre as duas Coreias?  Os sul-coreanos, não estão preocupados com invasão "ianque" como estão os do norte. Preocupam-se, sim, em crescer, em se desenvolver, criar tecnologia, etc., e em vender seus Hyundai, seus Sansumg, etc. para o mundo todo, enchendo suas burras de benfazejos dólares, que reverterão para o aprimoramento de sua sociedade, que hoje já é uma das mais ricas do mundo. O dia em que “cair a ficha” do atraso que é o sistema comunista, a Coreia do Norte possa se credenciar a entrar neste clube. Antes, não.

 

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br   

São Paulo

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HERANÇA

Este míssil lançado pela Coreia do Norte está muito mal explicado ou era comemoração da morte do Kim Jong-Il ou era o último desejo e estava no seu testamento.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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REFORMISTA?

Na minha opinião, o novo sucessor do "king" Kim Jong, no trono coreano, vai surpreender o mundo. O caçula Jong Un me parece algo mais do que "un" simples herdeiro. Criado em condições totalmente diferenciadas da maioria absoluta do seu povo, o jovem Jong Un já deve ter se aventurado, na calada da noite, a dar uma espiadinha em alguma rede social no seu IBM PS/2, contrabandeado do Japão e convenientemente escondido nos seus aposentos reais. Para surpresa global o rapaz poderá dar uma de Mikhail Gorbachev, implantando no seu país reformas que farão as "primaveras árabes" atuais corarem de vergonha.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@hotmail.com

Los Angeles (EUA)

 

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PAÍS DA BOMBA

Com a morte de Kim Jong-il, assume seu filho com apenas 30 anos de idade e algumas bombas atômicas em estoque. O mundo pode ficar tranquilo, os detonadores dos artefatos nucleares estão muito bem guardados na China e o jovem vai apenas continuar o jogo sujo do velho pai em busca de esmolas com as constantes ameaças de lançamento de mísseis e ameaças à Coreia do Sul e Japão. Ou alguém acredita que um país falido consegue desenvolver uma bomba atômica sem ajuda externa, no caso, chinesa?

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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A COMÉDIA DA ALTA POLÍTICA

Vaclav Havel, humanista, intelectual, dramaturgo, ex-presidente checo, morreu sem construir a peça de que cogitara com seu amigo Timothi Garton Ash (O Estado, A/12, 19/12), sobre a impotência dos poderosos. Tema fértil, a envolver segundo escalão renitente, burocracia esclerosada e, sobretudo, coligações partidárias cujos interesses predominam sobre o bem comum. Diga-o a presidente Dilma Rousseff sobre seu primeiro ano de mandato. Balzac escreveu a comédia humana. O projeto de Havel era abordar a comédia da alta política.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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RETROSPECTIVA ENGANOSA

Até a retrospectiva 2011 está sendo manipulada pelo governo para ludibriar o povo: "Dilma promove faxina e sete ministros caem". Quem acompanhou os fatos e tem o mínimo de discernimento sabe muito bem que está sendo a mídia investigativa que investiga, colhe provas e denuncia. A presidente Dilma não esta tendo outra alternativa que solicitar o desligamento dos "malfeitores companheiros de luta".

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Paulo

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OS DEDOS FICAM

Talvez por falta de apreço à inteligência daqueles que buscam estar informados sobre política nacional, venha agora Dona Dilma vir a público dizer que o "nosso" Pimentel nada fez de errado pois tudo que veio a conhecimento público teria acontecido antes de virar ministro. Só para lembrar, suas rendosas consultorias aconteceram enquanto este senhor era coordenador da campanha da então candidata. Mas isso, segundo eles, não vem ao caso! Da mesma forma, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reassegura que o "nosso" Pimentel é figura impoluta, de "história intocável", ainda que suas consultorias estejam sob suspeição, muitas das quais feitas por meio palestras "fantasmas", ou seja, que não aconteceram, embora tenha afirmado ao contrário. Bem, devemos então concluir que ninguém irá tocar no "nosso" Pimentel, apesar de tantas questões nebulosas não esclarecidas nem perguntas respondidas. Pois é, no governo petista é assim; os anéis até podem ir, mas os dedos ficam!

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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O INTOCÁVEL

"Intocável” deveria ser a tolerância dos cidadãos pagantes com as atitudes do Governo. O caso do sinistro Pimentel está ipsis litteris do caso do Palocci. Mas, a tolerância da "Presidenta" é outra a ponto de afirmar que o uso de seu prestigio (dele) como pessoa ligada ao governo petista é coisa "particular”. Realmente a cada dia uma nova decepção com a primeira mulher na presidência. Dois pesos e duas medidas Sra. Dilma? Não convenceu ninguém.

Leila E. Leitão

São Paulo

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PIMENTEL, UM FANTASMA

O ainda ministro Pimentel, que disse que deu assessoria para a Fiemg, através de palestras para sua regionais, mas nessas regionais  ninguém  nunca o viu  ou o conhece, conforme matéria do jornal O Globo (http://oglobo.globo.com/pais/ex-presidente-da-fiemg-mentiu-sobre-consultorias-de-pimentel-3449801) esfumaçou, virou um fantasma. Como sempre a petralhada começa a se colocar na trincheira para defender o "cumpanhero", e  a estratégia não é diferente , como aconteceu com os outros ministros   que caíram, apesar do estafante trabalho da  tropa de choque, mas tiveram  que se render, pois as situações anteriores não davam para tapar o sol com a peneira. O ministro da Justiça (o apagadinho), Eduardo Cardozo, saindo da toca, declara "que não vi nada que pudesse imacular a imagem de Pimentel," e acrescenta: "as acusações contra Pimentel estão relacionadas a atividades privadas e anteriores a chegada dele no governo federal". Como são puros e inocentes como uma criança! Quer dizer o homem deixa a Prefeitura de Belo Horizonte, abre uma empresa de consultoria,  e vai justamente dar consultoria para a Fiemg? Se isso não é tráfico de influência, é o que então? Ainda por cima consultorias fantasmas. Além do que, na ocasião  Pimentel,  já estava sendo indicado para trabalhar na campanha da sua amiga Dilma, e ela sendo eleita,  certamente ele ocuparia um  cargo relevante em seu governo. Uma perguntinha: porque o ministro Pimentel ficou escondido nas reuniões da OMC, viu-se a foto estampada nos jornais , sua cadeira vazia,  nem o paletó ele colocou para disfarçar, só estava presente o ministro Patriota.. Será que Dilma mandou-o espairecer? Que retiro caro para nós pagantes? As estratégias do governo e sua tropa de choque  são as mesmas, blindam o acusado da vez, não permitindo que compareça ao Senado ou ao Congresso para esclarecimentos. Medo do quê? Quem não deve não teme.  Mais um que irá aguentar alguns tiroteios, mas depois o caminho é o mesmo, sairá como todos saíram.

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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100% TOLERANTE

A presidente Dilma declarou que os malfeitos de um dos seus ministros, Fernando Pimentel, “não tem nada a ver com o governo” e também, questionada pela saída de Antonio Palocci, foi enfática “ele quis sair”. Dilma lavou as mãos. Será que ela quis dizer que Palocci e Pimentel não são ministros do governo brasileiro, são da presidente Cristina Kirchner, da Argentina? Dilma é 100% tolerante aos malfeitos e só defenestra seus auxiliares devido à pressão da mídia.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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A (IN)FIDELIDADE PARTIDÁRIA

A fidelidade partidária vem se tornando letra morta (Estado, 19/12). Apesar de desfrutarmos da democracia, ainda faltam-nos partidos fortes para sustentá-la. As siglas não podem continuar como reles cartórios de homologação de candidaturas e loteamento de cargos. Seu funcionamento tem de ser permanente e voltado ao conteúdo programático. Há de se chegar ao dia em que, por respeito ao eleitor e vergonha na cara, o político brasileiro de uma orientação programática ou ideológica jamais se mudará para sigla oposta. Nesse tempo, cada um continuará no seu quadrado e, quando não concordar com o ritmo dos acontecimentos, lutará por suas idéias dentro do próprio partido. Só mudará se concluir que, realmente está numa agremiação que não representa seus ideais, mas o fará às claras e assumindo os riscos da ruptura. Para isso acontecer, os dirigentes partidários têm de adquirir nova postura, e a Justiça resolver os seus gargalos, garantindo que a infidelidade seja punida como manda a lei. Na certeza de perder o mandato, o possível infiel pensará muito antes de fazer as composições espúrias e oportunistas. Quem entra numa eleição deve estar preparado para um dos dois resultados possíveis: ganhar ou perder. Quem ganha tem a tarefa de governar e quem perde, até por respeito aos votos recebidos, fica com o dever de fiscalizar. Se o fizer bem, poderá até vir a ganhar na próxima eleição. O que não se pode admitir é a promiscuidade, que destrói a estrutura partidária, enfraquece os políticos e desorienta o eleitor. Não precisamos de tantos partidos para a divisão do bolo e nem o bolo precisa ser dividido. Carecemos de partidos verdadeiros em que o povo possa confiar.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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LEIS PARA QUÊ?

Quanto à lei que obriga a fidelidade partidária, que determina que o cargo pertence ao partido, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tramitaram em torno de 2.300 casos, em que só um foi punido. E o procurador-geral Eleitoral Roberto Gurgel afirmou: "como as eleições já estão próximas, a eficácia do resultado da sanção fica pequena". Portanto fica claro e mostra que a lei no Brasil fica só no papel, não é utilizada em nenhum momento!

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PLANOS DE SAÚDE – NOVA REGRA

A nova regra imposta pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aos planos de saúde da iniciativa privada exige que uma consulta seja marcada no máximo até 7 dias. Esta nova regra entra em vigor hoje e impõe prazo máximo para as empresas atenderem os clientes. Já estava demorando pela intervenção governamental nesta área, cobrando mais seriedade no atendimento aos pacientes. Mas, quem diria! Apesar de ter razão, logo o governo que mantém um SUS ineficiente, sem recursos, completamente destroçado em quase todo o Brasil, vem exigir seriedade dos convênios particulares no atendimento dos seus associados... Isso é o Brasil de hoje!

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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JOÃOSINHO TRINTA

Joãosinho Trinta, o genial revolucionário do Carnaval carioca (e brasileiro), merece, como justa homenagem às suas inovadoras e impactantes ideias, que a passarela do samba – Marquês de Sapucaí – seja rebatizada com seu nome. Ninguém enriqueceu tanto a maior festa popular do País do que este pequeno grande maranhense. Ele foi hors-concours, o melhor enredo e o maior destaque da avenida. Campeão absoluto e eterno do Carnaval. Nota 10 com louvor!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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JOSÉ ANTÔNIO DE ALENCASTRO E SILVA

Faleceu em 30 de novembro, em Brasília, José Antônio de Alencastro e Silva, homem de uma competência ímpar como profissional e de uma probidade reconhecida até por adversários.

Nos seus 93 anos, no fim da sua vida, desabafou: "A máquina pública vai ficando cada dia mais aparelhada, assaltada e dominada por corruptos e incompetentes. Diante desse quadro, só nos resta privatizar tudo." O nosso reconhecimento a esse homem de vida ética, competente e honesta, atributos de que o Brasil anda escasso.

Maria A. Vidigal Milanesi milanesiriopreto@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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PAÍS DO FUTEBOL

Depois da vitória do Barcelona 4 X 0 Santos, o Brasil deixou de ser o "país do futebol" e somente o país da corrupção e da impunidade e ponto final.

Edgard  Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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BARCELONA 4 X 0 SANTOS

Depois do jogo de domingo do Barcelona (é, pois o Santos não jogou), está explicado o fraco desempenho do Brasil nos últimos anos. A nossa seleção é de jogadores que jogam na Europa, o nosso técnico fica no Brasil, ou seja, não vai nunca conseguir colocar um time e um esquema em campo, vamos continuar a ver a bagunça de hoje, um exemplo é o Daniel Alves que é titular no Barcelona e na seleção é banco. Eles foram atrás e aprenderam, nós estamos nos achando ainda os melhores.

 

Marcelo de Moura mdemoura@globo.com

São Paulo

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NEYMAR NO BARÇA

Não vejo nada de mais se o Neymar disse para Guardiola para levá-lo ao Barcelona, se o Barcelona pagar a multa rescisória não há nada que o impeça de ir embora. É preciso ter maturidade para entender que ninguém é obrigado a ficar num clube ou empresa contra vontade. E se Neymar mudou de ideia após ver o jogo com o Barcelona isso também não é problema, o pior não é mudar de ideia, mas não ter ideias para mudar.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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RESULTADO RUIM, COMENTÁRIOS SÁBIOS

 

Não sou santista, apenas gosto do bom futebol, me baseio na Ferroviária de antigamente e defendo demais a supremacia do brasileiro no manejo (ou pelejo?) da bola. Torci pelo Santos e vi em 5 minutos que nem milagre resolveria. E o que finalmente assistimos era previsível. Já admirava o Neymar pela bola e agora passo a admirá-lo pela serenidade e humildade: "hoje aprendemos como jogar futebol" disse ele na entrevista final, aquela em que o atleta ainda em campo é obrigado a dar oficialmente para a     Fifa tendo como pano de fundo aquele acrílico que mais parece uma placa de quitanda. Você apenas errou num negócio, Neymar, nós não precisamos aprender nada     meu filho, é só voltarmos donde viemos, como afirmou o sabiamente o Guardiola na coletiva. Time bom joga com técnico, sem técnico e apesar do técnico. Neste ponto é que reside minha indignação: para que ter uma estátua no banco? Com o estrelismo lançado pelo Luxemburguês, valorizado por dirigentes imbecis, o estilo foi adotado por todos os técnicos que se veem mais importantes que os jogadores e até que os próprios clubes. Impondo táticas defensivas e covardes, beneficiando a garantia do seu emprego, com a maioria dos gols saindo de bolas paradas e dos irritantes "chuveirinhos". Dispensado de um clube, empregado imediatamente por outro, sem ética, sem documento e com muita grana. O que tivemos o prazer de ver nesta manhã de domingo foi similar ao que     víamos com o Senna também aos domingos: eficiência, objetivo, disciplina e categoria. O Barcelona proporcionou tudo isso, obtido a custo perto do zero, ou seja; sem a interferência do cancro dos empresários e agentes de jogadores que mal     sabem segurar uma caneta e vão assinando facilidades para estes urubus do futebol, cuja função foi demais facilitada pela famigerada "lei Pelé". Como neste país as leis nada valem, deixo uma sugestão: porque não derrubar esta tal leizinha sem vergonha, pagar os técnicos por eficiência, voltar a dar força para os clubes (e não aos empresários predadores) e entregar a CBF para gente entendida e descompromissada. Aí, com certeza, a bola vai rolar onde merece e que o Barcelona fez com maestria: na grama!

 

Paulo Celso Biasioli pcbiasioli@yahoo.com.br

São Paulo

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DREM TEAM

O Barcelona é mesmo o dream team (time dos sonhos). Quanto a Neymar ter dito que aprenderam a jogar com o Barça, também não é verdade. Afinal, o time para jogar o que joga hoje não aprendeu vendo e sim jogando. Falta aos brasileiros garra, determinação e vontade de vencer. Quem sabe vendo mais vezes e apanhando , um dia aprenderão.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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DO QUE NOS LIVRAMOS

Um dia vamos ter a humildade que tanto precisamos, em tudo, o "melhor" time brasileiro com os melhores "craques" do mundo, ficaram de quatro para o Barcelona (4 X 0), parabenizamos o time espanhol do Barça pelo futebol levado a sério, indiscutivelmente são os melhores do momento, nem a "melhor" seleção brasileira ganha do Barcelona. A colônia espanhola que torce pro timão está duplamente feliz, eliminou o peixe  e agradece o Tolim(a)inado da Libertadores/2011. Do que nos livramos... Somos campeões do Brasileirão/2011, e estamos na Libertadores/2012. Que bom, que bom...

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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MUNDIAL DE CLUBES

Bolas Cheias 4 x 0 Bolas Murchas.

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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AULA?

A impressão que se tem é de que ninguém tinha visto o Barcelona jogar. A  mídia, em geral, TV, jornais, rádios, todos com uma só frase: "Foi uma aula de futebol". Se o Santos jogasse um pouco de futebol, não seria assim tão deslumbrante.

Vitor de Jesus vitordejesus@uol.com.br

São Paulo

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A LIÇÃO DO BARÇA

Acho que foi o Pelé quem disse que não podemos perder a Copa de 14 no Brasil. Mas para isso falta muito, sem falar nas outras coisas como transparência nas obras, infraestrutura, segurança, por exemplo. Mas atendo-nos ao futebol, esta derrota do Santos, aliás muito bem reconhecida pela imprensa e, surpreendentemente, pelos jogadores brasileiros (que já é um 1° passo), que nestas ocasiões sempre costumam ficarem cabisbaixos, foram unânimes em achar que foi uma verdadeira lição de futebol (daquelas para não esquecer). Acho até que já demoramos um pouco e espero que não seja tarde demais para que as coisas aconteçam. A primeira oportunidade foi a copa de 2010. Já esperávamos, diziam uns, mas nada fizeram a não ser enaltecerem os louros de um “novo” futebol ou, como sempre, endeusarem alguns jogadores. Nenhum técnico brasileiro tentou nada para contrabalançar o “novo”. No máximo tentaram sobreviver à selva do troca-troca dos campeonatos brasileiros. Comentaristas esportivos também informam-nos que o estilo do Barcelona estende-se a todas suas categorias de futebol. Outros do Barça dizem que veem perseguindo essa forma a mais de 30 anos! Se dá para acreditar na primeira assertiva, a segunda é mais ou menos como dizer para um adolescente da década de 60 que leva 5 anos para apreender o twist. Não esqueçamos daquele ditado: 'Depois que Colombo (a lenda diz que foi o Cristóvão) botou o ovo em pé, todo o mundo sabe como é'. Os técnicos tem a obrigação urgente de estagiarem aonde for para introduzirem os treinamentos necessários, as táticas e, porque não, as técnicas (que sempre nos vangloriamos muito dos nossos jogadores, mas que foram simplesmente alijadas pelo esquema do Barça) para que não cheguemos em 2014 de mãos abanando, porque Srs. , caso isso não ocorrer, vai ser outra aula ou 'brincadeira de criança' ou 'lavagem' e todos os investimentos frustrados. Para terminar e sem querer fazer nenhuma correlação (ou já fazendo): como é bonito ver um time ser um time de verdade! Quando se sobressai o coletivo (treinado e educado), o craque só precisa intervir na hora certa e decisiva. E o melhor é que todos parecem craques. E são mesmo!

Carlos Guilherme Kremer cargkre@gmail.com

Parnamirim (RN)

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FUTEBOL-ARTE

Só agora a gente percebeu que os europeus estão jogando um futebol que a gente não joga mais.

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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PASSEIO

 

Enquanto Neymar e Cia. passearam vários dias por shoppings fazendo graça para torcedores e dando mil entrevistas para a mídia brasileira, Messi e seus companheiros chegaram em cima da hora do jogo e foram treinar. O resultado: 4 X 0 e foi pouco....

 

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça  

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FUTEBOL

Pobre milionário futebol brasileiro. Barcelona, obrigado pela aula!

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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CONCLUSÕES

A derrota acachapante do Santos para o Barcelona, traz duas conclusões óbvias : a primeira é que "Nilmarketing", apesar do esforço da imprensa ufanista do Brasil em promove-lo como um novo fenômeno,  não passa de um ser bizarro, com talento inferior à média dos grandes craques do mundo, como Messi, Xavi, Iniesta, etc..; a segunda é que o limitado Muricy deve permanecer longe do comando da Seleção Brasileira.

Fernando Fenerich ffenerich@gmail.com

São Paulo

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MURICY

Muricy Ramalho  se espanta com a estratégia adotada pelo técnico espanhol. Essa é a grande diferença. Para ser técnico na Europa, é preciso ter formação, aprender, ler, estudar, planejar, frequentar cursos de níveis elevados, enfim, se desenvolver como qualquer profissional de outras áreas que fazem MBA e outros quetais. No Brasil, não raro, ex-jogadores de futebol saem dois campos para assumir a direção de times. Na maioria, são pessoas despreparadas sobre o ponto de vista da gestão e dos conhecimentos técnicos, conhecedores apenas dos fundamentos básicos e primários. O Barcelona não somente deu uma aula de futebol como deixou claro que Muricy e tantos outros tem muito que evoluir, a começar pelo ABC, e muito menos não ganhando as fortunas que recebem por mês.

David Neto dzneto@uol.com.br

São Paulo

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MUITO ALÉM DO FUTEBOL

Muito mais do que uma aula de futebol, o Barcelona nos deu no domingo uma demonstração de sua imensa capacidade gerencial. Sim, de Planejamento e Gestão Estratégicos – como organizar, comandar, coordenar e controlar recursos humanos, materiais, financeiros e tecnológicos na busca de um objetivo comum, que a todos engrandeça. Aula de Gestão pelo Conhecimento, em suas duas vertentes – a do Sistema, ou Inteligência Negocial (saber de seus pontos fortes e fracos) e a do Ambiente, ou Inteligência Estratégica (conhecer as  variáveis e os atores do ambiente e as oportunidades e ameaças que oferecem). Aula de eficiência – jogar bonito –, de eficácia – ganhar o jogo – e de efetividade – manter-se permanentemente apto a jogar bonito e a ganhar o jogo.

Aula de Qualidade Total, de Reengenharia, de just in time, de Equipes Zap. Aula de benchmarking, eloqüentemente definida por seu técnico Guardiola, ao dizer que treinou o time para jogar dessa maneira - tocando magnificamente a bola – porque seus pais e avós sempre lhe disseram que "era assim que os brasileiros jogavam". Aula de humildade, de desprendimento, de saber colocar o interesse coletivo muito acima do individual, sem estrelismos, sem individualismos, num esquema tático de futebol total, holístico - o "3-7-0" que de repente vira "3-0-7" ou "10-0-0". Não há escalações típicas – zagueiros, meias, pontas, centro-avantes – todos fazem de tudo, o que há é um time de 112 anos chamado Barcelona. Muito mais do que nos ensinar a jogar futebol, como reconheceu Neymar, o Barcelona nos abriu os olhos para o primado da Educação - sim, seus jogadores são preparados, desde as equipes dentes-de-leite, não apenas técnica e fisicamente, mas também filosoficamente, de forma a compreenderem o real significado do encantamento que o esporte proporciona. Essa Educação que já tivemos no Brasil, não só no esporte, mas em tudo, do Maternal à Universidade, e da qual um dia nos afastamos, tornando-nos esse Reino de Avilan que a mídia retrata diuturnamente, com seus mensalões, sanguessugas, nepotismos, propinas, superfaturamentos e sabe Deus mais o quê.

E antes de perguntar ao Barcelona, como fez um repórter hoje, "que futebol invencível é esse, afinal?", caberia mais indagar se seus jogadores são admitidos por meio de quotas para alguma "minoria", ou por indicação de algum político, ou por pressão de algum sindicato, ou por exigência de algum partido, ou por conchavos entre empresários corruptores e dirigentes corruptos, ou por alguma dessas "espertezas" que vicejam no Brasil que "adora levar vantagem em tudo". E que, logo após o jogo, foram deixadas a nu pelo próprio Muricy Ramalho, técnico derrotado do Santos: se algum time brasileiro jogasse com o esquema do Barcelona, seria caso de polícia. Sim, Muricy, casos de polícia são os que mais têm freqüentado nossos noticiários, na política, na economia, no social, no ambiental, na ciência e tecnologia...e no futebol. Ou aprendemos essa lição de vida agora, com o Barcelona, ou continuaremos a levar, em todos os nossos campos de atividade - particularmente na Copa de 2014 - chineladas ainda mais dolorosas que a do gol de Ghighia, no Maracanã, em 16 de julho de 1950.

 

Gil Cordeiro Dias Ferreira gil.ferreira@globo.com

Rio de Janeiro

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VEXAME

A respeito da derrota do Santos, gostaria de dizer que foi o maior vexame do futebol brasileiro nos últimos 40 anos. Time derrotado porque não lutou, não jogou, contrariando as tradições do futebol pentacampeão mundial, prestígio conquistado com muita luta, talento e sobretudo humildade, derrota que reflete o Brasil corrompido de hoje, a sociedade do embuste.

Haroldo Amorim hbamor66@ibest.com.br

São Paulo

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FELIZES

O Barcelona jogou futebol, muito futebol; os torcedores do Santos têm de estar felizes por terem participado desse momento histórico.

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

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PÓS-YOKOHAMA

Repetindo o grande filósofo e treinador de futebol Muricy Ramalho: "A bola pune". A falta de bola também.

Gilberto Martins Costa Filho marcophil@uol.com.br

Santos

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DECEPCIONADO

Com 70 anos de idade e no mínimo 65 torcendo pelo Santos Futebol Clube, pela primeira vez tive profunda vergonha de meu time. Fiquei ferido bem no fundo, magoado e extremamente decepcionado. No jogo de domingo o Santos foi um time covarde. Covarde desde a formação que nunca havia sido tentada. Covarde na reverência pelo adversário mais forte. Os jogadores do Santos não mereciam estar vestindo a camisa histórica e vencedora do time da Vila Belmiro. Com exceção do heroico Rafael, foram todos feitos de tolos pela fama e bom futebol do Barcelona. Perdemos o jogo antes do início pelo medo ridículo de perdê-lo. O Barcelona é o melhor time do mundo e deu uma aula de futebol, mas aos jogadores do Santos faltaram fibra, coração, amor e orgulho! Espero nunca mais ver meu time acuado e sem coragem para reagir e lutar, mesmo quando a derrota é certa.

 

Antonio Carlos Queiroz antonio.queiroz@waterloo.com.br

São Paulo

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TRIO DE OURO

Barcelona, Universidade do Chile e Corinthians: trio de ouro do futebol mundial.

Roberto Hungria rosohu@bol.com.br

Itapetininga

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PROCESSO

A diretoria dos Santos FC deseja processar os jogadores do Barcelona, por terem batido nos “meninos da vila”. Bater em menor pode?

Vitorio Pasqual Soldano soldano@uol.com.br

São Paulo

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PURO FUTEBOL

Barcelona 4 x 0 Santos. Sem marketing, sem topetes, sem babilaques e outras frescuras.

Geraldo Alaecio Galo ggalo10@terra.com.br

Guarulhos

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VALORES

Os méritos dos jogadores de futebol são incontestáveis. Há alguns anos , alguns são denominados fenômenos e têm enorme atenção da mídia. Valores milionários estão em jogo: mas, entendo que  seria necessário rever a  maneira de enfocá-los, a bem da juventude e do esporte. Então, neste contexto toma importância os  valores pessoais, que desaparecem em função dos "holofotes", considerando se que por este imenso país existem muitos craques talvez até no anonimato com talentos semelhantes mas que , por não estarem inseridos neste ambiente em que a linguagem usual são os milhões que recebem  os tornam "deuses , fenômenos  e até reis". algo exagerado. Uma postura diferente se faz necessário pois a derrota é algo contundente. O jogo do time brasileiro no Japão expôs  nitidamente este cenário que, em 2014, times de outras nações seriam os protagonistas vitoriosos.

Paulo Vaz de Lima avacanoeiro@hotmail.com

Limeira

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BARCELONA – EFICIÊNCIA E HUMILDADE

E agora comentaristas esportivos brasileiros, o que vocês têm a dizer?  O time do Super Star Neymar não viu a cor da bola diante da eficiência e do toque de bola do Barça, que de tão grande pisou no freio e não quis humilhar o futebol brasileiro aplicando histórica goleada. Poderia ter sido 6, 7, 8 ou mais... Somos ainda os melhores do mundo?  O Super Star é fora de série ou fora de jogo? Pode ser comparado a grandes jogadores como Zico, Romário,  Ronaldos, Niesta, Cristiano Ronaldo, Pelé, Maradona, Messi e tantos outros? Quais as manchetes que vocês irão usar nas rádios,  TVs, jornais para explicar mais essa decepção?

 

José Alberto de Paiva alpai12@yahoo.com.br

São Paulo

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PENSANDO EM 2014

Embora sampaulino, tinha muita esperança que o Brasil pudesse mostrar ao mundo o futebol encantador de outras épocas. Infelizmente, se o jogo fosse de basquete diria que o Santos enfrentou o Globetrotters... Precisamos rever nosso jogo se pensarmos 2014 com sucesso.

Kleber Gilberto de Araujo Jr. karaujojr@pessoasebens.com.br

Birigui

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POSSE DE BOLA

Com a vitória da equipe do Barcelona, mantendo a posse de bola em 70% do jogo, fica demonstrado que um time não pode ser feito apenas de "estrelas" pontuais, mas, sim, de uma equipe coesa e com uma visão de grupo. Foi um bom momento para que nossos times e a seleção reflitam, sobretudo para 2014.

 

Francisco da Costa Oliveira fco.paco@uol.com.br

São Paulo

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TERIA SIDO PIOR

Fico pensando... se o Neymar estivesse hoje jogando no Barcelona contra o Santos, afundaria o seu ex-time de uma forma melancólica.

Antonio Roberto Kortz Abujamra aabujamra@uol.com.br

Itu

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RECONHECIMENTO

No esporte, tão importante quanto vencer é saber perder com dignidade.Parabéns ao Barcelona,grande campeão, aplaudidos até pela torcida brasileira presente em Yokohama e cumprimentos aos jogadores do Santos, que sem recorrer a reclamações nem jogo violento, cumprimentaram e abraçaram seus adversários ao final do jogo, reconhecendo a sua nítida superioridade.

Paulo Campos Hartford pcamposhartford@bol.com.br

São Paulo

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CACHAÇA

Barcelona 4 x 0 Santos. Cadê  os meninos da Vila? O melhor time do Brasil foi goleado. Será que a cachaça espanhola é melhor do que a nossa?

 

Rosangela Barollo Sforcin arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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EVOLUÇÃO

Sou brasileiro e queria muito que o Santos ganhasse.  Sempre quero. Muita gente comprou muitos fogos e bebidas. Domingo fomos acordados por gritos, pelas janelas, entre um e outro bêbado de apartamentos diferentes às 6:30h da manhã; um santista e outro corintiano. Agora o corintiano está agredindo verbalmente a esposa aos gritos. O objetivo era acordar todo mundo com palavrões gritados, que se seguiram também durante o jogo. Mas fogos explodiam por toda cidade e buzinaço também, mesmo com o Brasil perdendo de goleada. Ainda se ouve e não se poderia perder os fogos adquiridos e nem o efeito do álcool: os verdadeiros objetivos. Meus avós já diziam que futebol é o ópio do povo.  Hoje ele acompanha. Mas, ainda pior para a saúde é a corrupção e a alienação do povo é evidente. Não tem sentido desviar trilhões de reais para uma farra irresponsável da Copa do Mundo no Brasil em obras descartáveis e cartéis de empreiteiras cada dia mais ricos. Será que você imagina a corrupção que a precederá e que é constante nos clubes? No início do século passado e até 1960, os fundadores e presidentes de clubes entravam ricos e saiam pobres, falidos, por investirem seu tempo e dinheiro nos clubes. Famílias abastadas doavam grandes áreas para a construção de estádios, o que quase nunca era concretizado.  Os terrenos só não eram geralmente vendidos, quando constava na escritura que o imóvel voltaria à família se não fosse construído em (normalmente 20 ou 30) anos.  O bisavô da minha esposa foi um dos fundadores de um importante clube nacional. Seu filho (avô) remou pelo clube e a neta (mãe) nadava em competições no Rio Tietê, então muito limpo (por que será que se fala em evolução?).

Luiz Fernando Pegorer eng.pegorer@gmail.com

Santos

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SHOW DE BOLA

Arrasador, o Barcelona reduziu o Santos a Al-Santos. A filosofia

é simples: quem tem a bola faz e não toma. Mas isso dá trabalho

e exige espírito de equipe. O jogo de hoje decretou o fim do estilo individualista de jogar futebol.

 

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

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DE ACORDO

O Santos acreditou na superioridade do Barcelona e jogou de acordo. Perdeu, de acordo. Goleado, como a cabeça do Santos acreditava.

Dylan D. Rees dylan@drmassociados.com.br

São Paulo

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PENA

Não tive pena do Santos, tive pena do futebol brasileiro. Qualidade, humildade, objetividade e preparo físico, além do jogo coletivo, sentido de marcação e deslocamento. Alguém conhece algum time brasileiro com essas características? Se o Santos tivesse, por milagre, feito o primeiro gol, recuaria, "valorizando a posse de bola", como dizem nossos ridículos técnicos, ate tomar um gol. Futebol e a eterna procura do gol, através de passes e deslocamentos. Parabéns, Barça.

Percy de Mello Castanho Junior percy@ccb1.com.br

Santos

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BOBINHOS

O Santos FC foi ao Japão treinar para a São Silvestre. Correu o tempo todo na roda dos bobinhos! Essa é a realidade do futebol brasileiro.

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci@terra.com.br

Sorocaba

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FUTEBOL URGENTE!

Precisamos urgentemente de novos e competentes técnicos de futebol que sejam capazes de assimilar e pôr em prática as lições deixadas pela seleção espanhola campeã mundial e agora pelo Barcelona FC!  A Espanha demonstrou que o futebol vencedor de hoje é taticamente similar ao Basquete, com constante deslocamento dos jogadores e passes precisos. E os nossos jogadores têm a capacidade para isso, haja vista os três jogadores brasileiros perfeitamente entrosados no Barcelona FC. 

 

Alan W. A. Bilton alan@bilton.com.br

São Paulo

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GUARDIOLA JÁ!

Resumindo, a Copa 2014 está aí e o que temos é Mano fazendo experiência contra o Gabão e seu eventual substituto Murici defasado uns 20 anos taticamente ( é do tempo dos volantes e do chuveirinho). Como Guardiola está aguardando propostas da América do Sul, é o cara ideal para a seleção canarinho não passar vergonha em 2014. E olha que é capaz do Guardiola pedir menos do que ganha o Murici e  Felipão, deve ter salário de nível do Tite.

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

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A REALIDADE DO FUTEBOL BRASILEIRO

A cúpula que domina o futebol brasileiro é mais nefasta que a turma que comanda o jogo do bicho, caça-níqueis e derivativos. Ricardo Teixeira domina o futebol brasileiro, escorado no silêncio do sócio financeiro, que não fala nada e finge que está tudo bem. Enquanto a audiência da "jogatina futebolística" estiver compensando o silêncio, assim continuará sendo. E o acusado de tantas ilegalidades continua gritando em alto e bom som: "enquanto não sair no JN eu estou me lixando". A omissão com o sentido de acobertar é a coisa mais repugnante que existe. As negociatas tomam conta dos subterrâneos do futebol. Os chefões de tudo isto montaram uma farsa ridícula ao colocarem o Ronaldo Fenômeno no lugar do Ricardo Teixeira, para "tomar conta" do tal Comitê Organizador da Copa do mundo de 2014. Como o "Fenômeno" não quer deixar de ser iluminado pelas luzes da ribalta do mundo do futebol, ele aceitou. Um triste espetáculo proporcionado por um cara que teve uma carreira tão brilhante. Imaginem de quanto será o tamanho da corrupção nas obras realizadas a toque de caixa para a Copa de 2014? Esta roubalheira toda deverá entrar para a história como o maior caso de corrupção em massa que já aconteceu no planeta. O futebol brasileiro parou na falta de compostura da maioria dos seus cartolas. Os técnicos de futebol que temos, com raras exceções, só se preocupam com o prestígio pessoal e manter o emprego. Por não terem nenhum interesse em evoluir são verdadeiros espantalhos que só servem para ser o bode expiatório das derrotas, e demitidos. O futebol apático e sem criatividade que o Santos apresentou contra o Barcelona é o retrato fiel de tudo o que acontece no mundo do futebol aqui no Brasil. O time do Santos, diante da incrível estatística de 28% de posse de bola , contra 72% de posse de bola do Barcelona, mostrou ao Brasil o lado terrível da estagnação em que se atolou o nosso futebol, invadido pela mesmice e pela degradação moral da maioria dos seus dirigentes, cujo único interesse consiste em ganhar dinheiro a qualquer preço. Santos x Barcelona fizeram um jogo inusitado, onde somente um time jogou: o Barcelona. Esta é a realidade do futebol brasileiro, nua e crua.

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

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