Fórum dos Leitores

POBREZA

O Estado de S.Paulo

25 Dezembro 2011 | 03h03

Enganação

Que triste informação nos trouxe o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na véspera do Natal: no Brasil, mais de 11 milhões de brasileiros, ou 6% da população, moram em favelas, palafitas ou em assentamentos irregulares. Justamente num país cujo slogan do governo é "Brasil, país rico é país sem pobreza". A frase enganosa em muito se assemelha ao "fome zero" do ex-presidente Lula, um programa que só ficou no papel. Que papelão!

LUIZ DIAS lfd.silva@uol.com.br

São Paulo  *

Bases falsas

O expressivo aumento da população favelada nos últimos dez anos mostra o total fracasso na execução das políticas habitacionais do País. Temos a clara sensação de que o nosso tão cantado crescimento está alicerçado em bases falsas.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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Falta de sincronia

Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff esteve em evento eleitoreiro com catadores de material reciclável e moradores de rua. Na ocasião, autointitulou-se a "presidente dos pobres". Justo quando estudo divulgado pelo IBGE mostra que temos mais de 11 milhões de brasileiros morando em favelas, palafitas e assentamentos irregulares. Era melhor a presidente ter ficado calada. Que falta de sincronia!

MARIA TERESA AMARAL

mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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ECONOMIA

De perder o sono

Aos sonhados e irrealistas 3,5% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do governo Dilma, a resposta veio sem piedade em novembro: foram criadas no mês somente 43 mil vagas de emprego, bem abaixo das 139 mil no mesmo período em 2010. Fariam muito bem os alojados no Palácio do Planalto se não justificassem este pífio e perigoso resultado apenas pela crise que assola a zona do euro. O gasto supérfluo, que há nove anos vem fazendo a orgia administrativa do petismo, e a incapacidade de tocar investimentos em infraestrutura têm um peso enorme nesse fracasso no mercado de trabalho. E não foi por falta de aviso! Analistas já vinham alertando o governo de que o problema no País é estrutural e de que, sem reformas constitucionais e a redução do custo Brasil, a conta poderia ser salgada para a sociedade. O PIB não cresce só com o fermento de um bando de incompetentes nem tampouco com discursos e anúncios de planos mirabolantes, que não chegam a lugar nenhum. O Brasil, nestes quase gloriosos nove anos, só foi capaz de crescer a uma média medíocre de 3,8%, ante 10% da China; 9% da Índia; e 8% da Argentina. Agora não adianta chorar! E as classes mais desfavorecidas, que tanto o PT alardeia que defende, são as mais penalizadas. Só espero que a presidente não venha em 2012 com mais projetos malucos para engabelar a população...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Nada de reajustes

A presidente Dilma deu mostra de justa preocupação com o momento de crise mundial, que pode impactar o Brasil, e adotou uma posição de austeridade com os gastos do governo já a partir de 2012, negando qualquer possibilidade de aumento salarial aos servidores públicos. Acho que ela está mais do que certa, desde que estenda os cortes aos empreendimentos que não sejam essenciais ou cujo retorno seja duvidoso e não gerem empregos ou aquecimento da economia. Isso se aplica, sem dúvida, ao previsto trem-bala, que deve ser adiado sine die diante da situação.

ROLDÃO SIMAS FILHO

rsimas@aos2.com.br

Brasília *

Trem da alegria

Enquanto a presidente dá seu exemplo de austeridade, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, aumenta os vencimentos do funcionalismo em até 236%. Se trabalhasse de fato pela cidade, pensaria duas vezes antes de abusar dos cofres públicos. Enquanto isso, na vida real, continua o contribuinte lutando para pagar as contas do Estado, isto é, daqueles que o loteiam. Você diz que conduz, paulistano, mas é vergonhosamente conduzido.

YAN RODRIGUES DOS SANTOS

yan.rodrigues.santos@gmail.com

São Paulo

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NATAL

Dia de festa

Pobreza, violência, corrupção, impunidade, incompetência, desvio de dinheiro público, abuso de poder econômico, excesso de impostos, greves, censura. Apesar de tudo o que vivemos em 2011, desejo a todos os brasileiros um feliz Natal.

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

 

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BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Alex Manente e família; Alvimar Santos Jr.; AMC Comunicação; Américo Fialdini Jr. - Fundação Conrado Wessel; Bradesco Prime; Brasil Sem Grades; BS Bios Energia Renovável; Carlos Iunes; Carolina Carvalho Link Mailer; Celso Gasparello; Centro de Direito Internacional (Cedin); Colégio Dante Alighieri; Comerlato Imobiliária; Coodetec; De Conto Farmácia de Manipulação; Desejo & Sabor; Divox; Emiliano Hotel e Gastronomia; Fernando Penteado Villar Félix, presidente da Associação dos Moradores do Parque São Jorge; Fernando Valentin; Festimania; Filipe Luiz Ribeiro Sousa; Flower Gallery; Francisco Zardetto; Fundação Konrad Adenauer; Hélio Deutsch de Freitas Braga; Henrique Arantes; Henrique Brigatte; Ives Gandra da Silva Martins - Advocacia Gandra Martins; Jack Terpins Silvia Perlov, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano; Jatiacy F. Silva; João Carlos Martins; Lourival J. Santos Advogados; Lucia Faria e Equipe; Luiz Alberto de Castro Albuquerque - Jornal Correio; Luiz Carlos C.Dutra Jr. - Unilever Brasil Ltda.; Maria Heloísa Nogueira Rodrigues Alves Martins; Mário Felipe; Markiano Charan Filho; Maxpromo; Megacycle; Metal Roma; Mohammed Khaddour, embaixador da República Árabe da Síria; NexGroup; Oliverio Junior; Pagnani Representações; Paloma Martim Muiña Ferrari - Oi; Pedro Bigardi, deputado estadual; Rádio Germânia Fm; Rick Eventos e Promoções; Rodrigo Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo, Gasparian Advogados; Ronaldo Cabrera; Ronilson de Souza Luiz; Valeria Rossi - ExxonMobil; Vladimir Polizio; Zeca Dirceu, deputado federal; e Zoom Comunicação e Equipe.

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