Fórum dos Leitores

ETANOL

O Estado de S.Paulo

27 Dezembro 2011 | 03h06

Caem os subsídios

O Congresso dos EUA não renovou a tarifa de importação nem o subsídio ao etanol do milho, vigentes até 31 de dezembro, porque, além de economizarem mais de US$ 6 bilhões por ano, conhecem bem as incapacidades e limitações do Brasil. Aqui, a corrupção generalizada tornou nosso etanol caro e insuficiente para o nosso próprio consumo, quem dirá para exportação.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

E agora?

O Brasil esperou mais de 30 anos para poder vender etanol aos EUA sem tarifas de importação. Que bom! Agora me digam: quantos anos o Brasil deverá esperar para ter etanol para vender aos americanos? Êêêta-nol, sor!

JOSÉ WILSON LOPES

jwlopes@uol.com.br

Garça

Sem combustível

Queda dos subsídios norte-americanos ao etanol. O que comemorar? O Brasil não consegue sequer atender ao mercado interno, os preços não param de subir e o governo até baixou a porcentagem de álcool na gasolina exatamente para não desabastecer os postos. Como pensar em mercado externo diante dessa situação? A Petrobrás ora diz que somos autossuficientes ora diz que importou gasolina para atender à demanda interna. Poucas pessoas entendem o que se passa na estatal. O consumidor, o mais atingido pela política da Petrobrás, é completamente ignorante sobre as atividades da empresa. Com os preços politicamente administrados, não sabemos se ela é ou não lucrativa. Quem desvendará a caixa-preta da Petrobrás? Queremos transparência!

JOSÉ DARCI FARIAS BRESSAN

beiraltelhas@gmail.com

São Paulo

Presente de Natal

A abertura do mercado americano para o etanol brasileiro é um ótimo presente de Natal para a indústria do setor. Será que a presidente Dilma Rousseff não vai criar um novo ministério para ele: o Ministério do Etanol?

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

ARTIGOS

Villa e Romano

O Estadão de 25/12 nos brindou com um inigualável presente de Natal: os artigos dos professores Marco Antonio Villa e Roberto Romano, Um ano para ser esquecido e Acima ou abaixo da lei, respectivamente. Enquanto um faz uma análise realista da atual política brasileira, confirmando nossa expectativa de reprovação, o outro nos ensina, por meio da visão dos filósofos gregos, pais da democracia, a pôr as leis acima de tudo e de todos. Cumprimento os brilhantes articulistas, na esperança de que mais professores desse quilate nos possam orientar na busca do aprimoramento social de que tanto carecemos, revertendo a pobreza intelectual que caracteriza grande parte do povo brasileiro e é indispensável para a manutenção de uma ignorância tão a gosto de ignóbeis surrupiadores de nossas riquezas moral e material.

ANTONIO C. GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

2011, um panorama

Apesar de ler jornais diariamente nos últimos 60 anos, não me lembro de ter visto um panorama tão claro e preciso do governo brasileiro quanto o artigo Um ano para ser esquecido, do professor Marco Antonio Villa.

ALUÍZIO D'AVILA

puppyb@terra.com.br

São Paulo

Frustração

O lamento de Marco Antonio Villa representa bem a frustração da parcela da população que efetivamente se interessa pelo que ocorre com o nosso país. No Estado de São Paulo, por exemplo, há anos votamos no PSDB e o que recebemos de volta? Falta de segurança nas ruas, com níveis altíssimos de roubos de veículos, que nos fazem pagar caros seguros; o Rodoanel, que nos é prometido há tempos e demorou mais de dez anos para uma pequena parte ser entregue; etc. E, do outro lado, o pior dos mundos: o PT está aí para o resto dos tempos. Tenho mais de 70 anos, nunca deixei de votar desde garoto, mas é com um profundo sentimento de desesperança que avalio se qualquer um desses partidos merece o meu voto...

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

MERCOSUL

Bolivarianos

Em relação às críticas feitas pelo agente bolivariano sr. Maximilien Arvelaiz ao jornal O Estado de S. Paulo (24/12, A2), seria mais sensato se esse senhor se preocupasse em alertar seu chefe de que o socialismo do século 21 que ele insiste em implantar em toda a América do Sul está levando seu país a ter grandes prejuízos. E nenhum outro país do Cone Sul que tem a democracia como sistema político sonha em ter um sócio que, em vez de dar um passo à frente, teima em dar dois para trás.

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo

Vale para todos

Gostaria de pedir ao sr. Maximilien Arvelaiz, embaixador da República Bolivariana da Venezuela no Brasil, que faça uma leitura bem atenta dos estatutos da criação do Mercosul. Membros plenos só poderão ser aceitos, ou se manter no grupo, se forem países "democráticos", e uma democracia é constituída de alternância de poder, liberdade de imprensa e expressão, independência entre os Poderes institucionais, entre muitos outros deveres e direitos que não ocorrem em seu país. Não vejo, pois, razões para tanta insistência em fazer parte do bloco. E cumprimento o Legislativo paraguaio, por se manter firme na defesa das regras que necessariamente devem valer para todos os membros.

ANA PRUDENTE

ana_prudente@uol.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e próspero ano-novo de Arline Silva; Associação Nacional de Livrarias (ANL); Avec Mitsubishi; Casa Norte Beauty; Cassiano Goulart; Deli Dias; Jihan Arar - Embaixada da República Árabe da Síria; Luiz Fernando Rocha Lima - Organização Jaime Câmara; Martiniano Santana e família; e Paulo Damião - Santo Antônio Energia.

 

CRISE NO JUDICIÁRIO

 

Veja só a incoerência, um só ministro, em decisão monocrática, ao invés do colegiado da Corte, decide pela suspensão das investigações contra os juízes dos 22 Tribunais de Justiça, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vinha atuando na busca pela verdade, contra o nepotismo, supersalários, e pela ética e moralidade do Judiciário. Até parece que o Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta corte do País, é avesso à transparência da verdade e defensora de privilégios corporativos de classes. Diz o ditado popular “quem não deve não tem medo da verdade”, “onde há fumaça tem brasa”, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Ora se CNJ é Órgão Constitucional, poder ele tem para fazer o que vinha fazendo, no nosso sistema democrático brasileiro, nenhum órgão de poder está acima da Lei, se é assim, nenhum órgão por mais especial que seja, ele está sujeito ao controle externo, pois do contrário estaríamos criando um poder de exceção, e isto não queremos mais em nosso Brasil. Portanto a decisão monocrática do Ministro suspendendo por liminar o Poder do CNJ foge aos princípios democráticos maior da Nação Brasileira, pois uma decisão dessa natureza deveria ser do Colegiado do STF e não monocrática de um só Ministro. Portanto a Senhora Corregedora Dra. Eliana Calmon está cumprindo seu mister trabalho de zelar pela ética e moralidade da justiça.  Justiça esta que está muito a desejar de ser uma verdadeira justiça de transparência, ética, moralidade, celeridade. A transparência da justiça é justiça, esconder, dificultar, a justiça é cometer injustiça, e o povo quer justiça com transparência, ética e muito mais. Parabéns Dra Eliana Calmon, siga em frente com seus pares e o povo de bem deste país está do seu lado.

 

José Noel Terra jnt@pocos-net.com.br

Poços de Caldas (MG)

*

PESQUISA

No Brasil se faz pesquisas de todos os tipos, principalmente para medir a popularidade dos políticos. Por que não realiza uma pesquisa ampla Brasil afora, para se detectar a imagem que o Judiciário passa aos brasileiros, que pagam seus altíssimos salários e benefícios. Não seria uma boa?

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

*

RESPEITO AO CNJ

No meio de tantas malfeitorias do governo Lula, num lampejo de juízo, foi criado o CNJ, com objetivos bem definidos, dentre outros, o de controle externo do Judiciário. A sociedade brasileira aprovou a criação do CNJ. Dados os desmandos sobejamente conhecidos, tal controle se faz necessário, pelo bem mesmo dos bons e competentes profissionais e pela soberania da justiça. Juízes não estão acima da lei, precisam sim ser controlados, sempre de acordo com a Constituição, que eles juram defender. E o CNJ é uma instituição constitucional. Que seja respeitada e cumprida em todas as letras. Em tempo: apoio incondicional à corregedora Eliana Calmon. E nosso reconhecimento ao trabalho do ex-ministro Dipp.

Maria José Martins de Andrade Junqueira delued@hotmail.com

São José do Rio Pardo

*

OS TOGADOS E OS ‘NINGUÉM’

Enquanto os senhores togados ganham milhares reais a título de 'auxílios' disso ou daquilo, como o ministro Peluso, por exemplo, que recebeu de uma tacada só,  R$ 700.000, 00 de atrasados do dinheiro do contribuinte, 6% da população brasileira  vive em favelas ou palafitas e tantos milhões precisam do auxílio do"bolsa família" para terem o que comer! Isso é uma vergonha! Mais do que isso: é uma injustiça inominável e revoltante num país cujo lema do governo é: "País rico é país sem pobreza"! Ora, senhores, um pouco de empatia com o sofrimento de um povo tão mal tratado com os parcos recursos que lhe são destinados: só olharem para a Saúde e Educação sem contar Saneamento e Habitação!O Brasil está precisando urgentemente de decência! Pais onde a Justiça não é respeitada só pode mesmo ser um país injusto, onde  só os "incomuns" têm direitos, mas os "comuns", estes são vistos como ninguém. 

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

*

PIZZA

 

Toda democracia séria é constituída de três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Isto, para que cada um possa vigiar e denunciar as mazelas, um do outro. No Brasil, como os poderes estavam de rabo preso, ninguém vigiava e denunciava ninguém. Dai a Constituição Federal criou o Conselho Nacional de Justiça o CNJ, com a função de fiscalizar e denunciar o Judiciário. Pois bem, o CNJ, através da ministra Eliana Calmon, estava cumprindo muito bem esta missão. Até que, o ministro Marco

Aurélio Mello proibiu o CNJ, nas vésperas do recesso de final de ano, continuar as investigações. Isso nos faz deduzir que essa manobra do ministro Marco Aurélio Mello, foi, simplesmente para ganhar tempo e os suspeitos desaparecerem com as provas e prepararem uma grande pizza para devorá-la quando regressarem  trabalho. “Abra o olho, senhora ministra  Eliana Calmon”. Não se intimide, a população brasileira apoia e agradece o seu trabalho!

 

Valdy Callado  valdypinto@hotmail.com

São Paulo

*

FAROESTE DOS TRÓPICOS

Perante um Judiciário parcial e corporativo, que escolhe as sentenças de acordo com a conveniência, faz me lembrar daqueles filmes de faroeste americano onde a lei era aplicada dessa forma:

Após uma cuspida no chão e um disparo no  desafeto, assoprava-se o cano da arma e a justiça estava feita. Será esse o modelo de justiça que teremos que vivenciar. Portanto torna-se fácil  entender, através dessa ligação estreita" judiciário- poder executivo", o motivo pelo qual, em pleno século 21, as mortes dos prefeitos Toninho de Campinas e de Celso Daniel   não foram elucidadas.

 

Mara Fonseca Chiarelli mara.chiarelli@ig.com.br

Mogi Guaçu

*

LEGITIMIDADE DO STF

O STF é um poder legítimo? Convém recorrer ao estudo dos princípios da democracia pura. Consoante esses princípios, ao povo cabe a escolha de todo e qualquer detentor de poder e bem como o seu total controle. Ficamos ainda sabendo que a renovação e vitaliciedade de mandatos públicos são inimigos mortais da democracia. De fato, nas democracias de Metimna, Rodes, Tasos, Epidamnus, Plateia e Atenas, entre outras da Antiguidade, os magistrados eram escolhidos entre os cidadãos considerados aptos através do sorteio, com mandatos de apenas 1 ano, e controlados pelo povo. Nos raríssimos casos de prepotência e prevaricação, eram destituídos imediatamente dos cargos e punidos com severas penas, que variavam do ostracismo à morte. Na Republica Romana do século II a. C. os magistrados eram investigados pelos tribunos do povo, os quais eram escolhidos diretamente pelo povo com mandato de 1 ano. Nas democracias da Lombardia na Alta Idade Média, os magistrados eram controlados pelo povo através dos chamados "capitães do povo", escolhidos a cada ano.

José Ramos de Vasconcelos Neto prof.vasconcelos@terra.com.br

São Paulo

*

STF X CNJ

Febraban paga encontro de juízes e familiares em resort.  Entidade de juízes é acusada de caixa 2 com verba de patrocínio.  Advogados patrocinam golfe de juízes.  Bancos estatais patrocinam evento de juízes em resort.  Conselho Nacional de Justiça investigará patrocínio para evento de juízes em resort. CNJ quer disciplinar viagens de juízes. Certamente foram essas e outras tantas, as manchetes de jornais que irritaram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello e a maioria de seus pares, para se rebelarem contra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Mais uma prova de que esses juízes indicados pelo presidente da Republica e aprovados sem restrições pelo Senado Federal,  nunca levaram em consideração a posição da sociedade. Como nos casos da Lei da Ficha Limpa, dos quarenta réus do mensalão, do caso Battisti, do uso das algemas em preso, da revisão da Lei da Anistia, liberação da marcha em defesa das drogas, mais uma vez jogaram  a opinião do povo na lata do lixo  Provavelmente os mais controversos, Marco Aurélio de Mello, Dias Toffoli e  Ricardo Lewandowski não deveriam desconhecer que, conforme com o § 4º do art. 103B da Constituição, é de responsabilidade do CNJ controlar a atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário, logo, não deveriam  tentar desestabilizar o trabalho da  juíza Eliana Calmon. Não usamos antolhos e por isso aplaudimos  de pé a ministra Eliana Calmon.

 

Leônidas Marques leo@vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

*

CNJ E STF – NUNCA SERÃO OS MESMOS

Enquanto o Poder Judiciário lava a roupa suja, bem que poderia prestar atenção na pertinente letra de Gabriel, o pensador:  “Sem justiça não tem paz e sem paz eu sou refém A injustiça é cega e a justiça enxerga bem Mas só quando convém A lei é do mais forte, no Bope ou na Febem Na boca ou no Supremo Que justiça a gente tem, que justiça nós queremos? Os corruptos cassados? Nunca serão! Cidadãos bem informados? Nunca serão! Hospitais bem equipados? Nunca serão! Nunca serão! Nunca serão! Os impostos bem usados? Nunca serão! Os menores educados? Nunca serão! Todos alfabetizados? Nunca serão! Nunca serão! Nunca serão! Com o "rouba mas faz" dos verdadeiros marginais Chamados de "doutor" e "vossa excelência" Cujos nomes não preciso dizer A imprensa publica, mas tudo indica que a justiça não lê Diz que é cega, mais o lado dos colegas ela sempre vê”.

Gabriel Fernandes gabbrieel@uol.com.br

Recife

*

TOGA

Ao ler a matéria publicada domingo (25/12) na página A4, com a foto dos ministros da Suprema Corte, paramentados com suas togas negras, me veio à mente a lembrança, devido a semelhança, de uma extraordinária  e útil espécime animal; a dos morcegos. Da ordem Chiroptera, são divididos nas classes Hematófagos, que se alimentam exclusivamente de sangue e são transmissores da raiva; os insetívoros que são controladores de pragas na agropecuária e os fitófagos que se alimentam de frutos e são responsáveis pela polinização e formação de florestas. Entre essas espécimes, não consegui desassociar a imagem dos ministros com os com a imagem dos morcegos negros da espécime  hematófagos.

 

Waldir Roberto wroberto04@yahoo.com.br

São Paulo

*

‘MUITO ALARDE’

Li, na edição de 24/10 (Fórum dos Leitores), a manifestação do Desembargador paulista aposentado, Sr. Lothario O. Diniz Junqueira, relativamente ao trabalho da Ministra Eliana Calmon. O digno ex-juiz merece encômios, quando afirma que a Senhora Corregedora do CNJ tem “no exercício de suas nobres funções, o direito de investigar a fundo as mazelas do Poder Judiciário”. Como se vê, o juiz aposentado reconhece que existem “mazelas” no Poder Judiciário. Parabéns. Lembro que a nacionalidade brasileira tem o direito de conhecer o que é feito com seu suado dinheirinho quando empanturra as burras públicas com tantos e diversos tributos. Aqui, a digna Corregedora e, graças aos céus, com o auxílio da imprensa livre – louve-se, aqui, o nosso “Estadão”, pois, ainda, não estamos em plagas argentinas e venezuelanas -, traz às casas dos brasileiros a infâmia de tantos desvios, de quem deveria cuidar mais de perto do interesse público. Por fim, mais uma vez os meus cumprimentos ao desembargador aposentado, hoje com os pés na planície dos pobres mortais – e como são pobres -, que quer dispor dos seus papéis para demonstrar a sua probidade como ex-agente político. Uma só sugestão ao citado aposentado: sugira o mesmo aos seus pares da sua e de outras paróquias. Será que eles aceitariam, já que, muitos deles, nem mesmo cumprem o que a lei determina no tocante à variação dos seus bens aos Tribunais a que servem? E, por fim, já que há “mazelas do Poder Judiciário”, e o digno aposentado afirma isto de forma enfática, colocaria ele a mão no fogo pelos seus companheiros de toga, sejam ativos e/ou inativos?

Ruy de Jesus Marçal Carneiro ruycar88@uol.com.br

Londrina (PR)

*

ALARDE POR NADA A TEMER

O que o desembargador aposentado Dr. Lothario O.Diniz Junqueira reclama da Corregedora Dra. Eliana Calmon, do CNJ -  investidas constantes e generalizadas contra a Magistratura Paulista  -,  sua defesa apenas pessoal, de si mesmo pela  “mídia”,  colocando à disposição dela todos os seus documentos fiscais, em nada alivia o que vem ela expondo  para a Nação das altas cúpulas de nosso Judiciário.  Talvez lhe tenha escapado ao redigir sua carta (Fórum dos Leitores, 24/12, A2):  com ela o desembargador aposentado apenas revela pública e especificamente nada lhe caber, nada temer, que não foi o que ela pretendeu revelar, nem mesmo insinuar para todos os magistrados do País.  Louvada seja ela.  Abominados e abomináveis, todos os que pretendem calá-la ou intimidá-la com ação nesse mesmo Judiciário.

Claudio M. Chaves claudiochaves@brasilereformaagraria.com

Piracicaba

*

DESRESPEITO ÀS LEIS

Com referência ao email do desembargador Lothario O. Diniz Junqueira sobre a juíza Eliana Calmon, acho que em nenhuma  declaração ela ataca  os magistrados paulistas. Simplesmente è trazido a publico fatos referentes  a cidadãos e depois juízes que (interessante)  teimam em não respeitar as leis. A do momento é aquela do Imposto de Renda cuja apresentação é obrigatória. Esquecimento? Seguramente não. Realmente o Poder Judiciário é constituído de juízes e anjos... Ao desembargador Lothario, parabéns pela sua retidão e goze bastante sua merecida  aposentadoria.

Marcos Lima Verde Guimarães cujumarcos10@terra.com.br

São Paulo

*

DAS PROVAS INSUBSTANCIAIS

O desembargador aposentado sr. Lothario O. Diniz Junqueira pede mais discrição e compostura à ministra Eliana Calmon e coloca à disposição seus holerites, extratos de contas bancárias e declarações anuais de Imposto de Renda (Muito alarde, 24/12). Bem, se a ministra exagerou, bastaria acioná-la administrativamente. Por que tolher o CNJ em suas funções, como fez o STF com sua liminar ad hoc? Quanto a colocar à disposição seus dados pessoais, não estou julgando o desembargador e nem tenho como fazer isso, mas gostaria de lembrar que existem maneiras de ocultar patrimônio que escapam aos documentos formais; e que vivemos num país em que, com o amparo da Lei,só os tolos prestam provas contra si.

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

*

ATENTADO TORPE NA NIGÉRIA

Uma missa de natal que termina num atentado sectário com cerca de 30 mortes, no maior país africano, com uma população equivalente à brasileira, dividido entre católicos e muçulmanos. Em pleno século 21, ainda há lugares para esses sangrentos fundamentalismos religiosos. Uma missa de natal que termina em sangue, numa economia em desenvolvimento com uma população paupérrima. O novo e o velho, o justo e o injusto, o sacro e o profano, o céu e o inferno.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

BOKO HARAN

É muito grave o ataque dos fundamentalistas islâmicos, os terroristas Boko Haran (que quer dizer: “educação ocidental é proibida”) na Nigéria. País cujo presidente é cristão foi alvo de ataques a igrejas dessa religião, o que se constitui numa enorme preocupação, por ser uma ameaça ao bom entendimento entre os grupos  políticos e religiosos envolvidos  na “primavera árabe”. Esses episódios deram origem a uma forte crítica mundial,  que deve ser ampliada  para que não haja contágio em outros países.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

*

LIVREIROS E A QUALIDADE

Davi contra Golias, interessante matéria de Paulo Nogueira sobre uma pequena editora portuguesa que ousa publicar qualidade, poesia e autor brasileiro. Caderno 2, de 22/12/2011, página D6. Sinto-me na mesma situação, porém aqui mesmo em nosso país: publico com exclusividade um autor francês de altíssimo nível (o metafísico René Guénon), do qual traduzi pessoalmente metade da obra (26 títulos ao todo), lá se vão mais de 30 anos, praticamente sozinho. Em breve, somente o Brasil terá a obra completa de Guénon publicada e à venda, pois até na França e Itália alguns títulos estão esgotados, há anos. Caso os interesse como pauta, terei prazer em contar o que é a saga de criar e manter viva uma micro-editora (Irget) no único país do mundo onde os livreiros e distribuidores chegam a ficar com 60% do valor de face de um livro.

Luiz Pontual irget@terra.com.br

São Paulo

*

‘A FORÇA DA ESPERANÇA’

Agradeço ao Di Franco pelo presente de natal que nos deu com seu artigo A Força da esperança (26/12). Sou parte dessa juventude que ama o Papa e lhe é fiel, realmente é fascinante em um mundo hedonista ver o número crescente de jovens que buscam a cruz, símbolo de sofrimento, mas sinal máximo do amor. Todos pensaram que se teríamos por Bento XVI o mesmo amor que demonstramos pelo cativante João Paulo II, o que não entenderam é que a questão não é quem ocupa a Cátedra de Pedro, mas é a Cátedra em si, pois não importa a turbulência do mundo, os ataques sofridos, os sofrimentos vindouros, o Papa sempre estará lá, sendo cefas. Tudo graças a palavra: "Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha igreja". Deus salve Pedro, na pessoa de Bento XVI. Habemus Papam! Ad Majorem Dei gloriam!

Jefferson Nóbrega jeffersonnobrega@gmail.com

Ceilândia (DF)

*

SENTIDOS DA ENCÍCLICA

De parabéns o Estadão e o professor Carlos Alberto Di Franco, com o brilhante artigo A força da esperança (A2, 26/12). “Decodificou" para nós, com pedagogia própria, os reais sentidos da encíclica papal "Spe Salvi"-Salvos pela esperança-onde Bento XVI exorta toda a Igreja à oração,única saída humana, para estarmos em sintonia com Deus."A força da esperança" fechou com chave de ouro,neste conturbado ano 2011, o Espaço Aberto do nosso querido Estadão. Valeu,professor...

Aloisio Arruda De Lucca  aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

*

GRANDE PEQUENA NOTÍCIA

Depois que o governo brasileiro conseguiu que o etanol de cana de açúcar fabricado no Brasil, se tornasse um dos mais caros do mundo e deixasse de ser uma ameaça ao etanol de milho produzido pelos americanos, não há o que  comemorar com a não renovação pelo congresso americano, das antigas barreiras que impediam a exportação do excedente da fabricação de etanol brasileiro para os EUA. A notícia fica mais triste ainda, quando se sabe que o congresso americano também não renovou os subsídios para os produtores  americanos de etanol de milho, pois hoje em dia não existe mais excedentes na nossa produção de etanol da cana de açúcar e somos nós que importamos o etanol americano...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

*

NORTE-AMERICANO NÃO DÁ PONTO SEM NÓ

Bastou ao Congresso norte-americano não revalidar a sobretaxação sobre o álcool importado do Brasil, em US$ 0,54/galão, para que os nossos sheiks do setor sucroalcooleiro festejassem. Não é para menos, trata-se do maior mercado do mundo para o álcool combustível sendo que o nosso produto, derivado da cana de açúcar, é bastante competitivo ao que lá é produzido ao mesmo fim. Tal mecanismo de proteção aos produtores norte americanos, foi implementado pelo então presidente Jimmy Carter há 30 anos. Segundo fontes locais, os produtores já estão mais aptos à concorrência, mas em essência o que ocorreu, o Brasil no transcurso desse tempo deixou de ser o maior produtor mundial; ou seja, dá menos peso à formação dos preços internacionais dessa commodity. Em suma, tal liberação à importação ocorre, apesar da crise que assola a economia local, pois é mais vantajosa ao jogo e interesses norte-americanos. Senão vejamos, a quem isso trará mais vantagens do que ao próprio consumidor americano? Os brasileiros que adquiriram carros flex, na expectativa de usar o etanol aqui produzido, para obter menor custo por quilometro rodado como ficarão? Estes hoje já usam a gasolina, pois o álcool combustível em sua produção incipiente não apresenta relação favorável de custos ao usuário como a gasolina. Mesmo assim já (antes da decisão norte-americana) exportamos etanol; o que por si eleva a pressão sobre o mercado interno na forma de falta de produto e elevação de preços. Apesar dessa ambiguidade, exportamos concedendo até renúncias previdenciárias, para azar dos aposentados da iniciativa privada; pois o segmento sucroalcooleiro, além de receber grande atenção do BNDES no governo Lula, com empréstimos a taxas reais negativas, faz parte de uma elite de segmentos empresariais que receberá R$ 150 bilhões em isenções ou renúncias de receitas ao Fisco no ano de 2012.  A produção de cana de açúcar na safra 2011/2012 tem estimativa de queda de 10% e à produção de etanol estima-se a queda de 29%. Este cenário, isoladamente já apresentaria fonte de preocupação ao mercado interno de combustível. Na contramão desses números, a entidade que representa o setor (Unica) estima que as exportações para os Estados Unidos subam do atual patamar de 1,5 bilhão de litros/ano para 13,5 bilhões litros/ano (10% do consumo norte americano) E o nosso sonho em obter um custo menor por km rodado com a magnificência tecnológica dos nossos motores flex? Sobrará algum etanol? Só o tempo dirá; porém o que já sabemos é que o governo petista quase nada fez em termos de refinarias de petróleo, fala em pré-sal e autossuficiência num discursionismo que apenas perde para incompetência que lhe assoberba a cântaros. Na prática os norte americanos, que nunca dão ponto sem nó, compram o nosso álcool para que deles compremos gasolina que não produzimos em nossas colunas de refino. Num cenário ainda de oferta restrita de etanol e elevados preços do produto, a Petrobras vai conviver, em 2012 (e até 2014 pelo menos), com mais um ano de importações crescentes de gasolina a fim de suprir a frota de veículos flex (?) do país. De janeiro a novembro, deste ano o Brasil importou, em média, 45 mil barris diários de gasolina, 400% a mais do que a média diária de 2010. Até o início de 2010 o Brasil era exportador de gasolina, e bastou o incompetente governo, e que não tem política econômica, e nem planejamento energético fazer uma lambança em torno do pré-sal, e não criar um mercado regulador do etanol para passarmos a ser um considerável importador mundial; coisa que já havíamos deixado de fazer desde o início dos anos 70.  Aquilata-se o peso da falta de política e competência no governo pela análise da balança comercial da Petrobras (empresa pública), que até setembro último, apresentava um saldo negativo de US$ 3,4 bilhões, contra um superávit de US$ 102 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior. Enfim, os que ganharão a curto e médio prazo; serão fatalmente os consumidores americanos e não os brasileiros, e provavelmente em longo prazo também serão os “senhores de engenho”, tal qual no tempo das capitanias hereditárias. O custo da utilização e qualidade do combustível, num país com péssima estrutura de transportes como o nosso, tem notável peso e dimensões significativas na vida do cidadão comum. Apenas para exemplificar, na relação de continuada elevação no custo do km/rodado, a cidade de São Paulo, em pleno horário de rush não possui nos táxis (ao contrário de outros grandes centros) um meio integrado ao sistema de transporte coletivo em razão do alto preço de suas tarifas; tão cara quanto Los Angeles e mais cara que NY, Buenos Aires, Madri, Lisboa etc.. Em relação ao nosso diesel, é o pior fabricado por um país que refina seu próprio combustível. Segundo dados da Cetesb 97% da poluição atmosférica na Região da Grande SP é emanada de veículos automotores movidos por derivados de petróleo (exceção ao GNV), o que acarreta um custo fantástico à saúde pública. Se puxarmos pela memória ¬–¬ não era pelo apelo de menos poluição, e pela autossuficiência que já pagamos pelos experimentos do fracassado Programa Proálcool e agora vimos o governo petista chamar o Brasil de “Arábia dos biocombustíveis”? Mais um sonho das mil e uma noites que se esvai!

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

*

VISÃO POLÍTICA

Como pudemos notar, temos ainda no Brasil críticos às avessas. O Forum dos Leitores (25/12/11) publicou a manifestação do cidadão Roldão Simas Filho demonstrando sua visão de ter "sido correto" o procedimento presidencial, em adotar uma posição de austeridade para com os gastos do governo, negando qualquer possibilidade de aumentar os salários dos servidores públicos, dando-nos a entender que o desenvolvimento do país está se retraindo temerosamente  tendo como causa, exclusivamente, os gastos com os funcionários públicos. Evidente que o cidadão, por razões particulares, olvidou na sua manifestação das reais causas qye estão levando o país a essa situação caótica, qual seja, a nojenta corrupção que campeia em todos os setores do governo, e que a cada dia recebe mais firme fazendo-a crescer de forma desmesurável, propiciando para que a teia da farra com o dinheiro público se estenda perigosamente para todos os três poderes republicanos, tal como nos tem mostrado diariamente a mídia nacional que, inclusive, nos indica que tal vem ocorrendo com as despesas da própria presidência,  cujas contas são pagas com os já famosos "cartões corporativos de crédito". Mister se faz com que toda manifestação expendida venha a ser imparcial, completa e sem facciosidade para que obtenha o aval da sociedade.  

 

Antonio Carlos Delfim acdelfim@hotmail.com

Presidente Prudente

*

CADÊNCIA

Pela cadência dos passos estampada pelo Estadão (A4, 26/11) na fotografia da presidente Dilma com o vice Temer no Planalto, constata-se que a marcha e a manutenção do casamento entre o PT e o PMDB continuam firmes na caminhada para a reeleição presidencial de 2014. Essa estratégia do PT cedendo espaço aos candidatos a prefeitos do PMDB e aliados, nos maiores centros eleitorais do País nas eleições municipais de  2012 fará com que a herança política deixada por Lula continue a dominar no nosso Brasil, sem temer qualquer fracasso.

Antônio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

*

CARINHOS ENTRE PT E PMDB

Em 118 capitais e municípios, o PT abre mão dos cabeças de chapa para o PMDB, com os olhos em 2014. É muita devoção e carinho. Entretanto, será que ambos os Partidos não poderiam, juntos, trabalhar mais para extirpar a corrupção na política nacional? O País precisa de menos jogos políticos e de mais ações.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

*

OPRÓBRIO PÚBLICO

É a forma nociva de aparelhamento dos empregos públicos que infelizmente perdura através das terceirizações, contratos e cargos comissionados que só menosprezam o direito do cidadão a estabilidade pelo concurso público,  que é o grande anseio de muitos que vivem estudando com afinco tentado se tornar funcionário público, mas o que se vê é os governos em todas as feras lotear cargos ao seu grupo que lhe apóia. Depois vemos a cara de pau de alguns deles dizer nas eleições que vai lutar por geração de emprego. Dessa forma? Onde empresários e governos fazem parceria para o que era pra ser servidor virar serviçal. Estes mesmo que vivem o iminente e humilhante pesadelo de sempre perder o emprego quando chega outro grupo político. Repugno veementemente essa prática de terceirizações que não deixa de ser uma indireta forma de privatização.

Fernando Arábia Poeta_arabia@hotmail.com

Gravatá

*

‘2011, UM ANO PARA SER ESQUECIDO’

Segundo o artigo do professor Villa, o Judiciário Nacional é o pior dos poderes, ao analisar as seis últimas Constituições, sobeja e disparadamente é o poder que não funciona e ineficiente. Querelas à parte, é um risco e perigoso precedente, em democracias incipientes,a crítica infundada,de tal sorte ruim com ele pior sem,mas no fundo é preciso dizer que o Judiciário ao longo da república velha e da nova ,por uma série de motivos,não tem alcançado seu objetivo.Caberia uma grande revisão do seu papel e simplesmente sintonizá-los com os anseios da sociedade. No entanto,Legislativo e Executivo não se interessam e preferem manter suas regalias e próprios privilégios.A crítica é válida mas precisa estar entrosada com a realidade e demonstrar discernimento a respeito do distanciamento do judiciário nacional da população,a partir do critério de escola dos Ministros e do quinto constitucional.Se o judiciário não se incorpora ao poder e à sua soberania,a cidadania ficará em xeque.

Carlos Henrique Abrao abraoc@terra.com.br

São Paulo

*

LEI DA PALMADA

Vi no Facebook um comentário de uma conhecida, a respeito da famosa lei da palmada. Ela escreveu o seguinte: Darei sim palmadas nos meus filhos quando houver necessidade. Prefiro desrespeitar a lei do que ver meus filhos serem punidos futuramente pela polícia.  É mais ou menos isso que estava escrito. Aproveitei e  endossei escrevendo o seguinte: Eu, apanhei quando criança dos meus pais, nem por isso sou recalcado ou revoltado. Agradeço aos meus pais, pelas palmadas e  principalmente porque me fizeram cidadão, que respeita o próximo. Agora querem criar uma lei interferindo na vida familiar dos brasileiros. O povo deve é ficar esperto  e dar umas palmadas em quem teve essa infeliz idéia (seria engraçado) se não fosse medíocre e deveriam caçar os direitos políticos dessa inventora. (O Estado querer interferir na vida particular do cidadão que mantém essas porcarias no congresso). É o fim do mundo. Conclusão: Tirando as observações que estão entre parentes enviei para ser publicado. O problema é que desconfio que haja censura. Pois tanto a mensagem que estava publicada referente às palmadas, bem como o meu endosso sumiram! Por acaso vocês saberiam me explicar o que ocorreu com esta publicação?

 

João Ricardo Silveira Jaluks jr.jaluks@estadao.com.br

São Paulo

*

PREDESTINADO

A única diferença do Adriano com o animal Edmundo, é que dentro de campo o atleta do Corinthians não cria confusão! E desta vez o dito Imperador do futebol, se mete em encrenca armado, atingindo uma garota dentro de seu próprio carro. Pode?!

Com mais este deplorável acontecimento, este Adriano não deve merecer o apoio dos torcedores do Timão, e tampouco até de ser citado por uma possível convocação para seleção brasileira...   As cores da nossa equipe “canarinha” deve sempre refletir a boa imagem do nosso País!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

O TIRO DE ADRIANO

 

Se a bala que atingiu a fã de Adriano a tivesse acertado na boca, certamente o jogador também teria sido baleado...

Felix Silva felix.silva@norsul.com

São Paulo

*

ADRIANO, IMPERADOR

Li na internet: Adriano "Imperador" é como o samba de Caymmi: "ruim da cabeça e doente do pé".

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.