Fórum dos Leitores

VIADUTO POMPEIA

O Estado de S.Paulo

11 Janeiro 2012 | 03h07

Incêndio

Mais um incêndio embaixo de viaduto. Quando será que as autoridades vão tomar juízo e não mais permitir isso? Quem pagará o prejuízo? Vão mais uma vez jogar nas costas dos contribuintes, e não nos responsáveis pelo incêndio? Chega de bondades com o dinheiro do contribuinte.

EVERARDO MIQUELIN

everardo.miquelin@ig.com.br

São Paulo

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Omissão da Prefeitura

Até quando a Prefeitura de São Paulo se omitirá e permitirá que os baixos de viadutos e pontes sejam utilizados, consentidamente ou não, para armazenamento de materiais altamente inflamáveis? A cidade já tem carência enorme de viadutos e pontes para facilitar o fluxo de veículos, porém com a ocorrência frequente de incêndios abalando suas estruturas a situação fica muito pior. Imaginem o que ocorreria se a estrutura do Minhocão fosse abalada por um incêndio, ou ainda da Ponte Ari Torres, e tantas outras? Quem vai indenizar os prejuízos, não apenas materiais para a Prefeitura, mas para os vários milhares de paulistanos que sofrerão as consequências desses danos? Basta!

EDISON ROBERTO MORAIS

ermorais@uol.com.br

São Paulo

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GOVERNO DILMA

Ministro 'aprontando'

Sra. presidente, seu conhecimento da espécie humana - desculpe a franqueza - é bem limitado: a senhora convive com meliantes e aproveitadores e tem o dissabor de defenestrá-los com muita frequência. Agora é esse tal Fernando Bezerra, que quer a família e amigos no bem-bom da vida. Por favor, consulte pessoas íntegras antes de substituir - espero que rapidamente - esse indivíduo que está manchando o seu governo.

FLÁVIA DE CASTRO LIMA

lgcastrolima@uol.com.br

São João da Boa Vista

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Presidente executiva

Mais uma vez um dos "partidões" proibiu dona Dilma de demitir ministro. E ainda há quem acredite que ela mande em alguma coisa...

RICARDO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

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Integração pernambucana

Diz Mercadante que 2,5 milhões de pessoas já foram afetadas por chuvas. Pelos meus cálculos e pela lógica, 2,25 milhões devem residir em Pernambuco.

EDGARD MARQUES FILHO

ed.marques@terra.com.br

Barueri

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Catástrofes

O Brasil potência, que só existe na propaganda oficial do governo federal, novamente não resiste a uma chuva forte. Como em todo início de janeiro, a calamidade é a notícia principal. A presidente Dilma, que há um ano prometeu mundos e fundos contra catástrofes naturais, agora promete mais uma força-tarefa para ajudar os desabrigados. Tarde demais! Muitos já morreram e mais ainda vão morrer. Bilhões para a Copa 2014 não faltam, afinal, é mais importante exibir-se para o mundo do que dar segurança aos nossos cidadãos mais necessitados. Coisa de mentes colonizadas. E o ano de 2012 começa como terminou 2011: com ministros no paredão e a presidente tergiversando.

SANDRO FERREIRA

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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Irresponsabilidade

É necessário ocorrerem muitas mortes, evitáveis, para que o governo acorde para o fato de que catástrofes são anunciadas, como no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, e é importante a prevenção. É preciso que os governos punam ministros criminosos que desviam verbas preventivas para seus planos eleitorais e não lhes deem abrigo, como fez Lula com Geddel e agora Dilma faz com Bezerra. Deveriam também esses governos, em vez de cortar verbas para essa área, deixar de contratar centenas de companheiros de partido e aliados, evitando perdas de vidas, de casas e de bens públicos. Essa seria a atitude de governos responsáveis. Os populistas, como Dilma e Sérgio Cabral na passagem do ano em 2010 ao se depararem com as tragédias no Rio, fizeram inúmeras promessas que não foram cumpridas. Só 20% dos recursos foram liberados e nenhuma casa foi construída. É fácil prometer para se livrar de problemas que os eleitores eventualmente esquecerão.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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TECNOLOGIA

Déficit educacional

A reportagem especial do Estadão sobre as cidades onde nasce a tecnologia (8/1, B10 e B11) chama a atenção para o papel que as universidades e os institutos de pesquisa exercem na criação de empresas de alto valor intelectual. No mesmo caderno de Economia, Edmar Bacha (B4) ressalta o déficit educacional brasileiro como fator que trava o desenvolvimento econômico e social do País. Se juntarmos ambos os textos, chegamos à conclusão de que os investimentos em polos tecnológicos, tanto no estrangeiro como no Brasil, são de importância estratégica e merecem, portanto, um apoio mais regular e constante dos governos federal, estadual e municipal. Sem isso os sonhos de um país mais rico e menos desigual ficarão no papel.

PEDRO PAULO A. FUNARI, professor titular, coordenador do Centro de Estudos Avançados da Unicamp

ppfunari@uol.com.br

Campinas

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IRÃ

Doutrina Reagan

Em busca de apoio internacional para fabricar sua bomba nuclear, Ahmadinejad, além de ameaçar o porta-aviões USS John C. Stennis, da Marinha americana, e de fechar o Estreito de Ormuz, condena à morte um cidadão americano por espionagem. Em relação ao resgate de um barco iraniano tomado por piratas somalis e salvo por um destróier da 5.ª Frota dos EUA após pedido de SOS, nenhuma palavra de agradecimento. Será que o autocrata iraniano aprovaria a doutrina Reagan - peace through strength, ou paz através da força?

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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Turnê

Considerando a importância econômica, política, territorial e populacional de Equador, Nicarágua, Cuba e Venezuela, Mahmoud Ahmadinejad sairá muito fortalecido após as visitas.

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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‘ESTADÃO’, 137 ANOS

 

Em nome dos mais de 300 mil advogados paulistas, quero parabenizar o jornal O Estado de S. Paulo pelos 137 anos de existência e 132 anos de vida independente, comemorados no último dia 4 de janeiro. Essa história centenária edificou um dos veículos de comunicação mais combativos do País, compromissado com a qualidade da informação, a liberdade de imprensa, o interesse público e a defesa intransigente dos valores democráticos. O jornal O Estado de S. Paulo deve ser considerado um dos pilares da Imprensa brasileira, tendo enfrentado ao longo de sua existência muitas regimes totalitários e censuras, sem abrir mão do direito de informar e que vem travando uma nova luta contra a chamada “censura judicial”. Parabéns!

 

Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da OAB-SP SSilveira@oabsp.org.br

São Paulo

 

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UMA PÁGINA DA HISTÓRIA DO JORNAL

 

Sobre a missa do centenário do Estadão, transcrevo de meu livro Memórias e outras histórias de um irrequieto violinista: “No dia 4 de janeiro de 1975, no vão central das novas instalações em construção, dentro de um complexo de 40 mil metros quadrados, foi realizada Missa em Ação de Graças pelo centenário do jornal que tem por lema, conforme consta na reportagem de Salomão Schvartzman na revista Manchete guardada em meus arquivos, a frase: “O ideal de viver num mundo sem violência e censura”.  A missa foi oficiada pelo ex-senador monsenhor Benedito Calazans, acolitado por seis sacerdotes e acompanhado por coro e a Orquestra de Câmara de São Paulo regida por Olivier Toni, da qual participei como primeiro violino spalla.Quando li a palavra “acolitado”, confesso que fui consultar o Aurélio, onde encontrei: “Acolitar: seguir, acompanhar, ajudar, auxiliar”.Na reportagem há várias fotografias onde aparecem personalidades presentes ao evento, entre os quais o governador Laudo Natel e d. Zilda, sentados ao lado do casal Julio de Mesquita Neto, os casais Luiz Vieira de Carvalho Mesquita e Ruy Mesquita. Entre as 5 mil pessoas presentes à missa estão fotografados, entre outros, os srs. Paulo Egídio Martins, o prefeito Miguel Colasuonno, Delfim Netto, Abreu Sodré, Franco Montoro, Lucas Nogueira Garcez, o casal Adolpho Bloch e, ironia do destino, ainda sem bigode, o senador José Sarney, pai de Fernando Sarney, responsável pela inconstitucional censura imposta ao Estadão em 31 de Julho de 2009”.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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VIAGEM

 

Estou com atraso de dois dias na leitura do jornal, e consequentemente em escrevinhar essas mal traçadas... Embora aposentado, tenho menos tempo do que preciso para as "tarefas" do dia a dia. Mas o que mais me "atrapalhou" e ocasionou esse atraso foi a reportagem especial de aniversário na A7 de 4/1/2012. Tudo porque ela me fez enveredar por uma longa viagem no tempo. Voltei para 1949 quando eu tinha cinco anos de idade. Nessa época, meu pai, que Deus o tenha, era leitor fervoroso do Estadão, ao qual ele era profundamente reverente. O jornal era mantido, mesmo após a leitura, com todos os vincos originais caprichosamente preservados. Eu já era naquela época "amante das letras", tanto é que comecei a copiar suas formas, ainda sem saber o que significavam, nas bordas da primeira página do jornal. Fazia isso com um lápis preto Johann Faber nº 2, com a ponta rombuda. Imagine como meu pai ficava "feliz" com o aspecto do jornal depois disso. Mas, graças a isso, entrei no Grupo Escolar Cezar Martinez já devidamente alfabetizado. É bem verdade que entrei lá escrevendo com a canhota, o que a professora, Therezina Pinerolli Gomes, tratou logo de "corrigir". Essa correção meio na marra e com a ajuda da minha mãe me jogou na estaca zero da alfabetização e deve ter me custado algumas sequelas, ainda não totalmente descobertas. Tenho ainda o recorte do obituário do Estadão noticiando a morte da professora com cem anos de idade. Muito mais tarde, já casado, comparecia com a esposa na casa dos meus pais para o tradicional almoço de domingo. O jornal, impecavelmente depositado na mesa de centro, era então manuseado com certa " liberalidade" pela esposa que deixava os cadernos espalhados pelo chão. Lembro-me do meu pai repreendendo-a brandamente: "você está 'espinafrando' meu jornal..." Hoje a senha para eu me levantar em torno de cinco e meia da manhã aos domingos é o "ploft" do jornal sendo atirado pelo porteiro da noite à porta do meu apartamento. Levanto-me correndo para pegar o jornal antes da esposa, para evitar que ele seja devidamente "espinafrado" por ela. Separo-o em pilhas, uma de anúncios, outra dos suplementos e outra do jornal propriamente dito. Começo com a leitura do Veríssimo à última página do Caderno 2. Seguia com a leitura do Daniel Piza. Tristeza, tristeza pela ausência. Perdi a conta de quantos livros, quantos CD's já foram adquiridos seguindo suas indicações. A digitalização do jornal me trouxe, porém, o alento de poder acessar os escritos de Paulo Francis outro grande "mentor" das minhas leituras, e do qual Daniel Piza dizia ter sido discípulo. A ideia de também digitalizar o acervo da Rádio Eldorado me trouxe uma nostalgia e uma compulsão de ouvir o prefixo musical do programa Música Popular Norte-americana, o qual tenho presente na memória. Por conta dessa compulsão recorri ao poderoso Google e descobri no blog Contraponto, de Luiz Aboim, um comentário "No tempo da Eldorado: o som que embalava a madrugada" no qual está inserido o tema musical do Música Popular Norte-americana. Ao ouvir, fiquei com a visão completamente úmida... Ôrra meu, que viagem!

 

Reynaldo C. Ferreira reynaldo.cf@uol.com.br

São Paulo

 

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CASO MENSALÃO

 

Em carta publicada em O Estado de S. Paulo de ontem, o ministro Ricardo Lewandowski disse que não disse o que disse, se referindo ao vaticínio que fez da prescrição da ação. Na ocasião de sua entrevista, o ministro não se referiu à prescrição pela pena aplicada, como fez agora, até porque não tinha havido julgamento, muito menos condenação. Deixou, assim, claro que se referia à pena máxima prevista, em abstrato, para a contagem do prazo prescricional. A carta, portanto, contém evidente contorcionismo legal. Conforta saber que o ilustre ministro informa que já está preparando a revisão do relatório que recebeu do Ministro Joaquim Barbosa, de molde a sugerir que terá seu voto concluído para ser proferido em abril. A mobilização da imprensa e da sociedade civil tem sido prestimosa. Vamos manter nossa vigilância.

 

Kleber Amancio Costa kleber.amancio@uol.com.br

São Paulo

 

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INCOMODAMOS

 

A mudança de postura do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o processo do mensalão – embora ele vá negar que mudou – explicitada pela carta que ele enviou a grandes jornais, e que foi publicada, nos mostra, mais uma vez, a importância das críticas que são feitas por cidadãos comuns e que, apesar disso, chegam aos ouvidos e incomodam mesmo àqueles que estão no Olimpo.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

 

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VEXAME

 

Chegamos a uma situação verdadeiramente vexatória .Quando um ministro da mais alta corte do Brasil (STF) escreve numa coluna de jornal para justificar o injustificável, ou seja, o dito por não dito, realmente só nos resta chorar. Onde vamos colocar nossas esperanças?

                             

Celia Henriques Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com                                                            

Avaré

 

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RESPEITO

 

Desculpe-me o ministro Ricardo Lewandowski, mas o respeito aos leitores do Estadão será pleno, se o mensalão for julgado antes de 2013, mesmo que custe um esforço sobrehumano de Suas Excelências, pois trata-se de uma oportunidade única para definirmos o padrão ético e moral do qual necessitamos, em franco processo de deterioração.  

 

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

 

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EMOÇÕES DISTINTAS

 

Admirável a coragem de Bruno Daniel de retornar ao Brasil. Ele não listou, só mencionou, o legista que fez a autópsia no corpo do seu irmão, Celso Daniel, mas acho que foram cinco ou seis execuções. Talvez movido pela entrevista de Bruno, o ministro Lewandovsky resolveu, tal qual seu colega Cezar Peluso, se manifestar no Fórum do Estadão. Juro que fiquei "emocionado" com a carta de tão nobre missivista. Ministro, faz de conta que o senhor está estudando o mensalão, que fez vítimas como Celso Daniel e nós acreditamos que os crimes não prescreverão e que os réus serão "condenados". Pergunta, o sr. leu o trecho em que Bruno Daniel diz que José Dirceu deveria ser investigado? Continuamos no aguardo do seu parecer e dos demais colegas sobre esse assombroso, sem querer fazer ligações com o glorioso Sombra, caso que abalou o país e ceifou vidas de inocentes, apesar de nunca ter existido na opinião do marqueteiro ex-presidente, que não se cansa de deixar ser fotografado sem cabelos, tentando cacifar politicamente até a sua doença. Desculpe, ministro Ricardo, mas faltou o mais importante na sua missiva. Quando teremos o mensalão julgado e os réus na prisão?! Isso é o que todos querem saber!

 

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

 

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CRIME PERFEITO

 

Oito anos do Lula e um da dona Dilma e o assassinato do prefeito Celso Daniel continua sem solução? O dinheiro da corrupção (arrecadado) era levado ao presidente do PT, na época um tal de JD...

 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

 

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STF E TJ X CNJ

 

A propósito da entrevista no ministro Marco Aurélio do Supremo Tribunal Federal (STF) no programa Roda Viva, da TV Cultura, levada ao ar ontem, quando o ministro, com a perspicácia de sempre e aguçada inteligência, sempre que pode, atacou, ora frontalmente ora ironicamente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Não se omitindo em declinar o nome da ministra corregedora daquele órgão, Eliana Calmon, como sendo a grande responsável por toda essa celeuma. Com posição ambígua, acabou por deixar transparecer exacerbado espírito corporativista. Aliás, na edição de domingo (8/1) o mesmo ministro, em artigo no caderno Aliás (J5), sob o título A Lei e ora-a-lei, defendou a mesma posição ambígua, com franco viés de espírito de corpo. Bem ao contrário do jovem jurista, Conrado Hubner Mendes que entrevistado no mesmo Aliás (J4), que com impar acerto e extremo bom senso, demonstrando maturidade no trato do tema, com total isenção, diagnosticou de forma única e objetiva o problema entre a atuação do CNJ, a postura do STF e a resistência do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ), quando respondeu se o judiciário brasileiro é democrático. "Em resumo, acho que hoje temos um judiciário um pouco mais democrático do há 10 ou 15 anos, mas com um caminho bastante longo a percorrer". E com a postura do STF, certamente, além de longo será certamente de muitos obstáculos.

 

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

 

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O MINISTRO E SEU COMPROMISSO CONSTITUCIONAL

 

Nunca antes na história deste País um Ministro do STF se expôs, e a instituição que integra, como o fez o ministro Marco Aurélio de Mello no programa Roda Viva, da TV Cultura. Parabéns ao ministro, pela coragem e por seu posicionamento de magistrado comprometido exclusivamente com a guarda da Constituição, sua função precípua. O combate implacável à corrupção é imperativo, mas jamais podemos esquecer que, em 1964, a ruptura do regime democrático se deu em nome do combate ao comunismo e à corrupção. O resultado foram vinte anos de sofrimento do povo brasileiro, durante os quais a corrupção continuou a campear - pelas catacumbas obscuras da ditadura.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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ENOJADO

 

Assistindo ao programa Roda Viva do dia 9/1 (segunda-feira), em que estava o ministro do STF Marco Aurélio, vi que o ministro realmente é PHD em direito, muito embora, concordando com algumas de suas idéias outra hora discordando, pois por mais sábio que seja ninguém é dono absoluto da verdade, mas no decorrer da entrevista o ministro alegou que o Supremo e ele em particular respeitam a Carta Magna no que tange a isonomia e que todos são iguais perante a lei, bom ai me enojei, e desliguei o televisor e fui fazer outras coisas. Revoltante ouvir estas declarações pois sabemos que não é verdade, pois se assim fosse, não existiria duas classes de aposentados, uma mais qualificada que graças a sua maior capacidade técnica ou de instrução acabou contribuindo muito mais com base no salário mínimo do que outras pessoas que infelizmente tinha poucos recursos e por isto ficaram restritos ao piso da aposentadoria,portanto se a constituição fosse realmente respeitada não estaríamos auferindo tantas perdas e não teríamos perdido o direito adquirido.

 

Jose Mendes  josemendesca@ig.com.br

Votorantim 

 

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CESARE BATTISTI

 

O STF deveria ter seu nome mudado para Supremo Tribunal de Fachada, pois seus julgamentos além de demorados, ignoram a lei e decidem de modo político sem se importar com a opinião pública, causando vergonha ao Brasil e mostrando que se existe lei, ela não é aplicada quando convém politicamente. Não me espantaria se o governo criar uma Bolsa Terrorista, para sustentar o sr. Cesare Battisti

 

Eduardo Julio Girotto e.giroto@uol.com.br

São Paulo

 

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TOLERÂNCIA ZERO

 

Notável o artigo Desafios à firmeza de Dilma, do mestre Dr. Miguel Reale Júnior (Estadão, A2 de 7 de janeiro, 2012). É artigo não só para ser lido por todos nós, mas, para ser colado, afixado no “mural” de todos os Ministérios, diria mais, no mural de todos os “fóruns” e “tribunais”.  Se entre os advogados tivemos um “Rui”, que entre os “Presidentes” possamos citar alguém que, realmente, combata o verme que devora as entranhas do Brasil: a corrupção. Vimos unir à voz do mestre, as nossas (povo) para que aquela jovem intrépida Dilma, ontem, idealista debutante, hoje, presidente atuante, não deixe apagar a chama do ideal que lhe animou então, para que o ideário “tolerância zero” à corrupção, não seja apenas um punhado de areia atirado aos olhos do povo.  Duas mulheres no cenário histórico do Brasil: Dilma e Calmon, que os corruptos, entre eles a “corrupção branca”, (a que ampara e protege o corrupto), entreguem as armas. Pois que, a corrupção fere a dignidade do povo, princípio fundamental dos direitos humanos.

 

Antonio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

 

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EXERCENDO A DEMOCRACIA

 

Com todo respeito, sr. professor Miguel Reale Júnior, não partilho de suas ideias com relação à nossa presidente. O senhor crê em sua real disposição em não tolerar a corrupção. Mas acha mesmo que Dilma está disposta, por exemplo, a colocar companheiros de luta como Dirceu ou Genoíno em situação de afastamento total para suprimir a corrupção? Ou que ela não participou de todos esses conluios políticos de cooptação na formulação de sua vitória como presidente?  A herança maldita que o senhor delega a Lula nasceu com o conhecimento dela, lembremo-nos. Também não saberia ela que sua amiga íntima, Erenice Guerra – que o senhor citou como exemplo de quem exerceu o governo não pela Nação mas segundo o interesse particular, assim como os mensaleiros –, atuava como aproveitadora do poder que tinha em mãos ? Ainda crê que ela viraria as costas para Lula, por quem nutre um amor filial, desprezando sua ideologia de manutenção do poder a qualquer custo? É verdade, Dilma tem postura diferente de Lula, tem compostura como o senhor destacou. É discreta, comedida, mas não infunde confiança somente por isso. Para mim, é preciso muito mais para que ganhe minha confiança. É preciso, de fato, que tome a iniciativa de “faxinar” a podridão que a rodeia, não esperando a iniciativa de terceiros. Até agora, ela não fez um sinal espontâneo nessa direção e se enfrentou as demissões de ministros em seu primeiro ano, apesar das recomendações de Lula para que resistissem, é porque a situação deles tornou-se insustentável após tantas denúncias por parte da mídia, esta, sim, a responsável por esta faxina ética.  Espero estar totalmente enganada e o senhor totalmente certo.Mas, que Dilma tome atitudes, que mostre resultados, não somente pose de guardiã dos bons costumes e nos encha de promessas bem intencionadas. Que faça muito mais pelo Brasil como um todo do que simplesmente ficar distribuindo dinheiro aos mais carentes. Isso não é pouco. Mas, definitivamente a mantém longe do reconhecimento como grande benfeitora e gerente austera.

 

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

 

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A QUE PONTO CHEGAMOS

 

“Líderes da base aliada vibram com PSB igualmente baleado”, Estadão (9/1/2012). Ou seja, membros das cúpulas do PT, PMDB, PR, PP, PDT e PCdoB estão felizes e radiantes com as denúncias contra o ministro Fernando Bezerra! Sendo este ministro do PSB, também da base de Dilma, era o único partido entre os aliados que estava incólume de qualquer falcatrua publicada... E é assim que vive a classe política brasileira.  Por não ter capacidade de produzir reformas constitucionais, e tocar com eficiência prioridades, que são muitas e improrrogáveis, se nivelam por baixo festejando a picaretagem dos outros como se fosse bom para Nação. É muita baixaria nesta era petista...

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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A SERVIÇO DE FERNANDO

 

Quando costumo dizer que “todos os políticos são farinha do mesmo saco”, baseio-me em fatos como o que ora está acontecendo na Câmara dos Deputados, onde existe um enorme “burburinho” a respeito das liberações das verbas relativas ao magnífico volume de “emendas parlamentares” do deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB-PE) liberadas pelo Ministério da Integração Nacional, dirigido pelo seu “papai”, o ministro Fernando Bezerra Coelho. Trata-se de um evidente caso de privilégio em favor do jovem deputado pernambucano, que em seu primeiro mandato consegue a façanha de ter sido o único congressista que teve todo o dinheiro empenhado junto ao Ministério da Integração Nacional devidamente liberado, superando, de longe, todos os outros 219 parlamentares que também haviam solicitado recursos a pasta gerida pelo ministro Fernando Bezerra Coelho (será que alguém acredita em coincidência?). Minha revolta contra os políticos que “batem no peito” clamando para serem incluídos na “reserva moral” do Congresso, é que nenhum deles, mesmo diante de um claro episódio no qual a máquina pública foi cinicamente usada em favor de “projetos eleitoreiros”, tem coragem cívica de externar para a opinião pública, de forma clara e objetiva, o fato de que o tal deputado privilegiado pela liberação das emendas não passa de um preposto do pai, que em 2006, quando resolveu deixar a Câmara dos Deputados, para atender a outros interesses políticos, aproveitando-se do “coronelismo” ainda em voga no Brasil, escolheu “Fernandinho” para ocupar “seu espaço”, o que faz com que, ao liberar as emendas propostas por seu “rebento”, o ministro estivesse, na prática, simplesmente “agindo como se liberasse suas próprias emendas”. (Alguma dúvida?).

 

Júlio Ferreira julioferreira.net@gmail.com

Recife

 

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OUTRO SIGNIFICADO

 

Se o encaminhamento pelo ministro Bezerra, de 90% das verbas antienchente disponíveis no Ministério da Integração, para o Estado de Pernambuco, onde o ministro possui suas as bases eleitorais, não for um favorecimento extremamente irregular e suspeito, então é, no mínimo, uma grande demonstração de incompetência administrativa.

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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BEZERRA, O CARA

 

Quando prefeito de Petrolina (PE), de 2000 a 2006, Bezerra firmou convênio de R$ 23 milhões com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) para a construção de estações de tratamento de esgoto. Clementino (irmão) era diretor de Infraestrutura da estatal. Além de ter comprado o mesmo terreno duas vezes (mágica ou caixa dois), agora vem com essa novidade do irmão muy amigo? Esse Bezerra, parodiando Obama, é verdadeiramente o cara de pau e, claro, da incompetência.

 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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PICOU A MULA

 

Lá se foi o Coelho, presidente interino da Condevasf, convidado a deixar o cargo que jamais deveria estar a ocupar. Saída mais que esperada, posto que, sendo  Coelho irmão de Bezerra, não poderia –  à luz das normas vigentes em nossa fauna burocrática –  dele receber ordens.  Será que não passou pela cabeça do ministro que Bezerra jamais deveria ser chefe de Coelho ? Cada bicho em seu lugar não devia ser sempre assim ? Pois está até na Bíblia (Gen. 1 – 20:25): cada ser vivente segundo a sua espécie ! E acrescentaria eu: no seu devido lugar !  Mas, enfim, estamos nesse "Paraíso" tropical, onde  a ética de há muito caiu em desuso e já poucos temem a ira divina.  E, demais disso, o óbvio já não é tão ululante para impor à alcatéia os limites que a decência reclama. Antes tarde do que nunca, porém. Agora, depois das denúncias, só se os lobos em pele de cordeiro que estão aí esperando para fazer a sua Revolução dos Bichos (versão tupiniquim) fossem muito burros para prosseguirem vendo o Ministério da Integração familiar - digo "Nacional" -  prosseguisse sangrando pelas picadas desse vespeiro barulhento que são as páginas da imprensa livre.

 

Silvio Natal  silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

 

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ABOBRINHAS

 

O secretário de Defesa Civil de Campos (RJ) disse que o ministro Fernando Bezerra falou besteira e não conhece nada daquela região. Secretário, qual ministro não fala besteira? E qual ministro conhece a região na esfera do ministério que administra? Este governo federal, estadual e municipal, é um besteirol de cabo a rabo. As abobrinhas que temos que ouvir, pelo amor de Deus, que mal fizemos. Sim, fizemos um mal, em votar mal. Meus cumprimentos, secretário.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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QUE MINISTRO!

 

O secretário da Defesa Civil de Campos (RJ), Henrique Oliveira, disse que o ministro não conhece nada sobre a região, por afirmar que o rompimento do dique foi planejado, chato não? Só confirmando: Fernando Bezerra (PSB/PE) está como ministro, o que conhece muito bem é Petrolina (PE) para poder ajudar seu filho e parentes, quem não queria ter um pai assim? Salve, salve o desgoverno do PT e alugados, viva o Brasil, "país rico é país sem pobreza", dos ministros e de tantos outros apaniguados, mas que ministro, hein?

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

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FERNANDO BEZERRA COELHO

 

Ministério Integração Nacional, a bezerra foi para o brejo e aí tem dente de coelho.

 

Miguel Politi miguel.politi@uol.com.br

São Paulo

 

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COELHO SABIDO

 

Quem souber favor informar aos leitores o que a presidente Dilma está esperando para colocar no olho da rua o Coelho sabido, também conhecido como Bezerra, ministro da Integração Nacional.

 

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

 

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A FARRA DO BOI

 

Fernando Bezerra já mamou tanto que virou boi. Agora. temos duas soluções: ou vai para o matadouro ou vai para a Farra do Boi em Santa Catarina.

 

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br  

Espírito Santo do Pinhal

 

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SALVEM OS BEZERRAS

 

Parece que o governo está realizando uma campanha ecológica nos bastidores do Palácio do Planalto com este sugestivo nome: "Salvem os Bezerras". Por ser uma campanha ecologicamente incorreta tudo está sendo feito em silêncio. Os Bezerras ocupam o ministério e os pontos estratégicos da Integração Nacional. Um deles, o ex-deputado federal Osvaldo Coelho (DEM), tio do ministro da Integração Nacional Fernando Bezerra Coelho, foi nomeado como membro de um comitê técnico-consultivo para dar palpite sobre agricultura irrigada. O negócio é tão bom que ele exerce o cargo de graça. Tudo o que titio Oswaldo Coelho recomenda é seguido pelo sobrinho Fernando Bezerra, tendo por base o Programa Mais Irrigação. A Codevasf, que tem na presidência o irmão do ministro, Clementino Coelho, vai ser a principal gestora do programa. E a primeira área a ser beneficiada com o programa foi batizada de Nilo Coelho nome do ex-senador e outro tio do ministro, em Pernambuco. A campanha "Salvem os Bezerras" visa impedir que os Bezerras se afoguem na sua própria irrigação. Parece que é muita água para pouca terra.

 

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

 

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VÍTIMAS

 

A cidade mineira de Além Paraíba teve várias pessoas soterradas numa ação sem avisos da natureza. O ocorrido demonstra o descaso de nossas autoridades no trato da prevenção nas áreas de risco, sabidamente conhecidas, da falta de atuação mais eficaz de nossos ministros nesta área, vimos, sim, distribuição de verbas sabidamente com efeitos políticos vindouros, e ainda continuam nos cargos com a complacência de nossa presidenta, as encostas não foram protegidas, os moradores não foram retirados e assim como o roubo da gasolina nos postos só teve iniciativa da fiscalização do governo após denúncias mais uma vez de nossa imprensa, neste fato em Minas assistimos a falta de seriedade nas pessoas escolhidas, agora só nomeiam políticos, faltam-lhes sempre competência e moralidade, daí termos sempre falcatruas e erros em suas condutas, precisamos de pessoas mais capacitadas e técnicas aliada a uma conduta ilibada para evitarmos estas coisas erradas e repetitivas, quando vamos mudar presidenta? Quem entende de integração é quem deve ocupar uma pasta como esta do ministro Bezerra, que disso nada entende, entende e muito bem é de ganhar votos para si ou parente numa eleição próxima, distribuindo verbas a rodo apenas nos seus redutos eleitorais, a tragédia de Além Paraíba mostrou mais uma vez a má atuação deste governo petista, de sua imoralidade nas escolhas e demora em mudar de rumo.

 

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com  

Sete Lagoas (MG)

 

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POLICIAL AGRIDE ‘ESTUDANTE’?

 

Logo pela manhã,  vejo duas apresentadoras de um jornal da TV destacar com um tom voz até irritado, uma cena ocorrida na Universidade de São Paulo (USP) quando um PM  "agrediu" um estudante durante uma operação para desocupar uma dependência da instituição invadida por um grupo que  se diz de estudantes,  mas que usavam para se drogar e deixar imundo o local.  Posso também condenar a atitude do policial que chegou sacar a arma mas, a mesma pessoa que destacou a cena, não mostra o porquê de tamanha reação e do quanto deve ter ouvido de insultos de um individuo que se diz estudante e salvo engano, parece o mesmo que comandou há pouco tempo um grupo que ocupou  outra dependência da USP,  causando inclusive prejuízos. É preciso identificar o individuo e saber porque ele ainda continua nas dependências  da instituição. Chega de agüentar abusos  e usar tolerância zero com essa cambada que ocupa espaços de verdadeiros estudantes.

 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

 

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ESTUDANTE AGREDIDO

 

Estudante é agredido por policial. Homem sem voz de comando age assim. O policial devera ter ajuda psicológica, informa seu comando. E o garoto que foi agredido, o que terá?

 

Ailton D.  Pereira  ailton7@ig.com.br

São Paulo

 

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APOSENTADOS

 

Alguém contribui para o INSS durante a vida toda, sofrendo descontos baseados no limite de dez salários mínimos. Ao se aposentar, tem sua referência baseada em salários mínimos (isso até a deslavada mudança da lei – "fator previdenciário" – no governo FHC, e não mais no salário mínimo). Pois bem. Como é possível agora o Estado ajustar (e literalmente "roubar" os aposentados que recebem benefício acima de um salário mínimo) em 6,08% quando o salário mínimo subiu 14,1% e a inflação foi de 6,48% (acredite que eu gosto...). A intenção do governo é deixar todos os aposentados cada vez mais pobres, ganhando apenas um salário mínimo, enquanto os marajás, políticos e o funcionalismo continuam a viver às nossas custas e se aposentam com salário integral, quando não recebem promoção há poucos meses de se aposentarem. Nós não temos culpa alguma pelo rombo da previdência. Procurem os verdadeiros ladrões no Congresso, funcionários fantasmas, ministérios, autarquias e demais órgãos que controlam o dinheiro publico e fazem "licitações" para obras superfaturadas. Ora, Da. Dilma, a Sra. que exige ser chamada de "presidenta" e não é mais "adolescenta" nem "doenta", acabe com esse esbulho e dê-nos uma vida condigna, pois merecemos, após carregar esse fardo pesado durante anos de muito trabalho. Meu exemplo particular e que deve se aplicar a outros milhões de brasileiros trabalhadores: aposentei-me com o equivalente a quase oito salários mínimos e hoje, com os reajustes, recebo menos que três. É revoltante ser roubado e ter que ficar calado. Viva a Coreia do Norte!

 

Flávio Rivero Rodrigues flaviorivero@estadao.com.br

Pindamonhangaba

 

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ASSALTO

 

Verdadeiro assalto e desconsideração são praticados contra os aposentados que ganham acima de um salário. Trabalharam e se dedicaram, recolheram por toda sua vida muito acima ou pelo teto, o que em qualquer regime de capitalização lhes daria melhores condições e agora tem que se contentar com reajustes pela inflação, enquanto quem nunca ou pouco recolheu e recebe um salário de aposentadoria, tem reajustes acima ou o mais do que o dobro da inflação. A cada ano, vemos a correlação de número de salários do aposentado (privilegiado?) se encolher. Se o país vai bem na fórmula dos reajustes, porque aqueles que contribuíram muito, por décadas, ao país não participam? Nada contra o governo aumentar o piso, praticar filantropia, (justiça social?) e benesses; mas às custas dos próprios aposentados? é vergonhoso. Enquanto isto, as despesas do governo, o mau gasto, o desperdício e a corrupção não diminuem.

 

Luiz A. Bernardi luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

 

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INFLAÇÃO

 

Foi divulgada a inflação de 2011 em 6,5%, você cidadão brasileiro que paga com o seu salário o que precisa consumir, concorda com o índice divulgado? Com certeza não, a inflação no nosso bolso é superior ao dobro do índice informado, ou mais. Os que pagam as suas despesas com os recursos do erário, nem tem idéia dos valores reais dos produtos de consumo obrigatório, pelo visto também estavam de férias, mas por antecipação já sabiam o índice que tinham para divulgar, para mais uma vez enganar o povo brasileiro e, nem sentem vergonha? Devem achar que somos verdadeiros imbecis, como simples exemplo, a nossa realidade é outra. A indústria automobilística já informa que os carros ficarão mais caros em 17%, claro vão alegar a desvalorização do real em relação ao dólar e quando era o contrário não baixaram os preços, onde fica a coerência? Como sempre o povo brasileiro que fica no prejuízo, os números da nossa economia continuam sendo maquiados, este é o Brasil do PT e aliados, "país rico é país sem pobreza".

 

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

 

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MAQUIAGEM

 

Como sempre somos ludibriados pelo governo hipócrita, falso, incoerente no poder, há mais de nove anos encabeçado e comandado pelo PT do Lula, que quer nos fazer acreditar e nos vender a ideia de que a inflação no Brasil atingiu a meta de 6,5%. Maquiando como sempre os números, nos fazendo passar por trouxas e otários, acha que ainda acreditamos na "cegonha", no "Papai Noel" e no "coelhinho da Páscoa".

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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INFLAÇÃO MASCARADA

 

Diz um ditado "de que do couro sai a correia". Hoje o Brasil vive uma situação inusitada: quem tem dinheiro, consegue mais dinheiro; o pobre/miserável tem alguma coisa com bolsa família, bolsa celular, entre outros benefícios que o governo dá, alias muito justo num pais que procura corrigir as desigualdades. Mas quem está pagando a conta é a classe média trabalhadora, que paga um cheque especial mais de 10% ao mês, cartão de crédito mais de 13% ao mês, enfim o segmento bancário  não pode ter queixa de um governo que veio com o apoio popular para corrigir os desmandos. A conclusão, ontem que cobrava juros de 5% ao mês era agiota e podia ser preso; hoje a agiotagem está institucionalidade no governo com os juros lá em cima. A corda vai romper, não tenham dúvida. Veja o exemplo dos Estados Unidos. A corrupção também está institucionalizada com as "bolsas" e demais benesses do governo. Ontem, o político dava camiseta, leite, tijolo, chinelo e era corrupção; hoje o governo dá e recebe o voto lá na frente.

 

Gilberto Ruas gilruas@uol.com.br

Santos

 

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ABUSO DA NOSSA INTELIGÊNCIA

 

Este governo é realmente competente conseguiu a meta da inflação, no limite: 6,5%. Acredite se quiser! Não ria, a coisa é séria! Esse governo é capaz e age com toda a verdade em todos os seus atos.

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

 

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BOM ALUNO

 

A inflação brasileira oficial fechou na meta. Que coincidência , hein? Até na casa dos centésimos? Poxa. Vão ser mirolhas assim lá na China. É, o PT aprende rapidinho.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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A FESTA DA INFLAÇÃO

 

O Estado está escondendo informações. O que o governo comemora não é a taxa de 6,5%, que qualquer sabe que é mentira, subiu muito mais. O que o governo comemora é a habilidade "Delfinesca" de escamotear estatística, como já aconteceu na era militar com Delfin Netto, que hoje e "consultor" do próprio governo. Esquece também de mencionar que um fator de "baixa de preços" são as importações escandalosas de bugigangas chinesas feitas por trabalho escravo, que se proíbe no Brasil. Esquece também de mencionar que a única indústria que de fato é brasileira e produz para o mundo, é a agricultura, que é tratada com menosprezo, como se fosse indústria de "segunda linha". E quem implantou a agricultura como é, foram os "milicos", que atual sociedade "socialista de 88" procura substituir pelos "sem terras" do MST.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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IMPOSTOS

 

A troca do índice de reajustes dos pedágios do IGPM para o IPCA deve deixar pedágios mais caros. A nova forma de cálculo do ICMS sobre os genéricos deve provocar um aumento de até 15% sobre os mesmos. É o governo de São Paulo trabalhando por voce. Acorda Brasil!

 

Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br

Cotia

 

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O GOL DE NEYMAR

 

O golaçoooo de Neymar, no Santos contra o Flamengo, na grama sagrada da Vila Belmiro, além do troféu de mais bonito do mundo, em 2011, dado pela Fifa, merece placa na sede da entidade na Suíça pela criatividade, malabarismo, velocidade e atrevimento. Uma verdadeira obra-prima do menino encantado da Vila, à altura de alguns dos memoráveis gols de Pelé, Zico, Maradona e Messi. Momentos inesquecíveis como esse justificam a paixão pelo futebol no nosso planeta redondo. Que seja bisado inúmeras outras vezes pelo Peixe e pela Seleção! Olé!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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CARA DE BOBO

 

Questão de berço: o Rooney aplaudiu quando anunciaram o "gol do ano" para o Neymar. Já a pulguinha portenha  ficou com  cara de bobo, sua marca registrada.

 

Sylvo Gomide sylvio.gomide@colegiomaterdei.net

São Paulo

 

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NEYMAR, O POPSTAR

 

Os marqueteiros do Santos e do Neymar (toda crônica esportiva brasileira ) não têm que ficar reclamando e lamentando o baile do Barcelona. Ao menos ganharam o troféu "Puskas". Quem sabe um dia chegarão lá, se é que aprenderam a lição, comecem a jogar um pouquinho mais e respeitem os melhores...

 

Joisé Alberto de Paiva alpai12@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DISCRIMINAÇÃO ESPACIAL

 

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, identificou mais de 12 milhões de brasileiros (6%) sendo discriminados pela ocupação do espaço que lhes é disponibilizada. É a chamada discriminação espacial. Segundo o IBGE, a população residente em domicílios em aglomerados subnormais passa de 12 milhões identificados em 3.224.529 domicílios particulares em 323 municípios. A maior parte da população é de mulheres, 5,8 milhões, contra 5,7 milhões de homens. A região Sudeste, concentra  praticamente a metade dos domicílios (49,8%). Rocinha é a primeira com 69.161 pessoas vivendo em 23.352 domicílios. Paraisópolis, em São Paulo com 42.826 e Heliópolis com 41.118 habitantes. A discriminação espacial é uma causa da violência, a qual afeta mais os afrodescendentes. Muito se deve a discriminação espacial a maior facilidade para o ilícito. Esse fenômeno pode ser considerado uma tradição republicana, que o governo das metrópoles super povoadas não encontram solução.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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PERNAMBUCO, POLO DE GERAÇÃO DE ENERGIA LIMPA?

 

 

Ante o desastroso anúncio da instalação da maior (1.452 MW) e mais suja termelétrica do mundo no território pernambucano, verifica-se agora que os gestores do crescimento predatório mudaram o discurso perante a opinião publica. A mobilização da população contra este absurdo em pleno século 21 foi fundamental, e isto refletiu no posicionamento do governo estadual, que já fala em reconversão desta usina, que antes estava prevista para funcionar com óleo combustível e lançar para a atmosfera 24 mil toneladas de CO2 por dia, para gás natural. Para esta empreitada seriam necessários mais de 5 milhões de m3 por dia deste combustível, que por sinal não está disponível para novos contratos conforme afirmou recentemente o presidente da Petrobrás. Uma tentativa tresloucada que compromete a credibilidade pública do governo estadual. Mas a tentativa ilusionista de esconder a realidade não pára por aí. Lembrando que há poucos meses atrás ocorreu a tentativa de trazer para Pernambuco a usina nuclear. E que também o governo da poluição aprovou a construção de Suape II no Cabo de Santo Agostinho, uma usina termelétrica a óleo combustível de 380 MW, cuja inauguração está prevista para ocorrer neste mês de janeiro de 2012, e que lançará para o meio ambiente diariamente em torno de 6.000 toneladas de CO2, além de outros produtos químicos perigosos à saúde pública. Esta tentativa de desviar a atenção da população e criar uma agenda positiva, culminou nos últimos dias de 2011, com o pronunciamento de secretários e ex-secretário de que agora Pernambuco vai se tornar o maior pólo de energia limpa do Brasil. Inicialmente foi dito no discurso de posse do novo presidente da Chesf que é a hora e a vez da energia solar. E também de maneira orquestrada vimos o pronunciamento do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico afirmando que Pernambuco é o único estado brasileiro que consolidou a cadeia produtiva da energia eólica, com a instalação de fabricantes de pás para os aerogeradores, torres de sustentação e de equipamentos de conversão eólico-elétrico. Todavia, deixou de mencionar que Pernambuco tem a irrisória potência instalada de 25 MW, comparada com os ínfimos 2 mil MW de potência eólica instalada no Brasil. Sem dúvida alguma é alvissareiro que o setor privado envolvido no aproveitamento dos ventos para geração elétrica vislumbre oportunidades de negócios em Pernambuco, mas daí às afirmações ufanistas e grandiloquentes existe uma distância muito grande. Se compararmos os recursos financeiros envolvidos com as fontes de energia solar e eólica, e as potências elétricas envolvidas, chega-se a conclusão que é muito, mas muito pouco, o interesse e a participação do Estado com as fontes de energias renováveis, menos agressoras ao meio ambiente. Nestes cinco anos de governo o que se verificou foi exatamente o oposto. Um total desprezo pelas fontes renováveis de energia, apesar do custo, antes apontado como pretexto para não utilizar estas fontes de energia, mostrar uma tendência de diminuição, chegando ao ponto de hoje a energia eólica ter o custo mais baixo que todas as outras fontes energéticas disponíveis, menos a energia hidráulica. O tema das opções energéticas tem que ser tratado com mais respeito e seriedade, principalmente com os profissionais que se dedicam ao estudo deste tema, e envolver os pesquisadores das universidades, dos centros tecnológicos e de pesquisa nesta discussão, e mesmo nas decisões, já que isto não acontece. Basta de marketing e propagando instantânea.

 

Heitor Scalambrini Costa heitorscalambrini@gmail.com

Recife

 

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DANIEL PIZA

 

Gosto de ler o Estadão aos domingos, pois tenho tempo de fazê-lo sossegadamente e ir passeando pelos diversos temas desenvolvidos pelos diversos articulistas, ao ler tenho a sensação de estar participando de uma roda de conversa,  que me possibilita ir aprendendo, clareando conceitos e certificando valores. Assim como muitas pessoas levei um susto ao saber da morte do jovem Daniel Piza, mas ao reler o seu último artigo, ele falava do ano de 2011, das dificuldades, da perda da mãe. E, como se estivesse pressentindo esta parada brusca na vida, escreveu: “...muitas palavras, a dor diminuída, mas a ausência é permanente! Daniel Piza permanece ausente!

 

Vera Fritz, presidente da Câmara da Melhor Idade de Valinhos v.l.n.f@terra.com.br

Valinhos

 

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UMA LÁGRIMA

 

Uma lágrima. Por mim, por tantos. Que perdemos Daniel Piza.

 

Eunice Marino marinoeu@hotmail.com

São Paulo

 

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BILHETE A DANIEL PIZA

 

Não entro em blogs, Daniel, por inércia ou por ser de outra geração. Mas bati com o seu, do dia 25 de dezembro, nos primeiros dias do ano que começa. Concordo com você que “a generosidade e o respeito  andam em falta nos tempos atuais”: pessoas centradas em si mesmas, autorreferentes,  e que passam ao largo pelo Outro. Vou sentir muita falta dos seus escritos, espontâneos, que fluem entre análises, comparações e descobertas. Na sua primeira viagem de avião, aos cinco anos, você perguntou ao seu pai onde estavam os anjinhos. Olhe bem agora, eles estão esperando por você. Adeus, Daniel. Descanse em paz.

 

Norah de M. Castro norahamc@uol.com.br

Belo Horizonte

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