Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

11 Fevereiro 2012 | 03h06

Controles

"Queremos obras controladas", diz nossa presidenta. "Não queremos saber que não deu certo no final do ano. Queremos saber antes..." Muito justo. Já sabemos em fevereiro. É sempre bom poder reagir, mesmo se essa reação só se tornou possível após uma "inspeção" da presidenta. A pergunta é: antes dos futuros mecanismos de controle online imperava a administração enroladora por adjetivos/advérbios? (Bem, bonito, um pouco atrasado, dentro do previsto, tout va très bien, madame la marquise.) Não havia nenhuma desconfiança quanto a essa situação? Muito antes, quando não se sabia o que era o método Pert, as pirâmides do Egito foram construídas com controle onpapirus. No caso da transposição do Velho Chico, até controles onjegue teriam sido suficientes! Não seria o caso de aumentar a velocidade da "porta giratória" do atual Ministério?

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

Mãe desesperada

Até que enfim que a mãe do PAC se tocou dos infindáveis malfeitos e resolveu que doravante o governo vai acompanhar projetos e cobrar metas. Não é o mínimo que se espera de uma mãe que dizem ser durona antes que os seus malcriados afilhados pintem e bordem em cima dessas obras?

YOSHITOMO TSUJI

y.ts@hotmail.com

São Paulo

Obras (?) do PT

Obras do governo federal são ficção e, principalmente, marketing!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Transnordestina

A foto da obra da ponte 1 da Ferrovia Transnordestina, em Missão Velha, no Ceará (9/2, A4), ilustra muito bem a situação do governo Dilma. Se vai de um lado dá no vazio e incompetência e se caminha para o lado oposto cai nos malfeitos, mentiras e corrupção. Embasbacada, a presidente cancelou a visita que faria à obra completamente abandonada.

EVARISTO RIBEIRO FILHO

evaldib@uol.com.br

Barueri

De fato, essa foto não deixa dúvidas: dos quatro trabalhadores que foram encontrados na obra, dois trajavam uniformes e todos os EPIs obrigatórios absolutamente limpos, se não reluzentes, fazendo parecer nunca terem sido utilizados...

FREDERICO R. HRDLICKA

frh@techmaster.ind.br

Cotia/SP

Visita cancelada

Quer dizer que a "gerentona" não quis ver in loco o que estão fazendo com o dinheiro de nossos escorchantes impostos?! O dinheiro está saindo pelo ladrão. As obras neste governo são apenas pretextos para alimentar os "malfeitos". Não é questão de gerência, e sim de decência, cara presidenta! A senhora troca os ministros malfeitores e, assim, todos, com seus cupinchas, têm oportunidade de malfazer. É muito democrático, né?

AIRTON MOREIRA SANCHES

moreira.sanches@uol.com.br

São Paulo

CAOS DA SEGURANÇA

Descaso dos governos

Segurança pública é coisa séria. É obrigação constitucional do Estado. Hoje, no Brasil, fica evidente o descaso dos governos estaduais e federal por esse direito de todo cidadão, que paga imposto demais. Está aí uma grave crise na Polícia Militar que poderá alastrar-se pelo País. Os policiais estão cansados de combater a violência endêmica neste país ganhando salário indigno e em condições adversas ante o poder de fogo dos bandidos. A força policial dividida entre civil e militar perde eficiência e dispersa recursos. Tudo o que o inimigo gosta. Os governadores insistem em mostrar estatísticas de queda da criminalidade que não condizem com o que relatam os noticiários diários e de fatos não registrados. E em Brasília, tudo na mesma, com posses e novos cargos, longe dos assaltos, assassinatos e sequestros. A segurança pública deveria ser mais importante que o Ministério da Pesca. No dia em que no Brasil o policial e o professor não tiverem vergonha dos seus salários estaremos, enfim, vivendo num país sério e decente.

ARI GIORGI

arigiorgi@hotmail.com

São Paulo

PEC 300

Sindicalistas excitados com o ano eleitoral e políticos oportunistas estão agitando as polícias estaduais pela fixação de um piso salarial nacional para a categoria. O que mais entusiasma os policiais é a possibilidade da equiparação dos salários aos pagos na Ilha da Fantasia que é Brasília. Muito mais oportuna seria a discussão do fim das Polícias Militares, triste herança da ditadura. Não conheço a realidade dos outros Estados, mas em São Paulo a divisão da segurança em duas polícias, uma civil e outra militar, é simplesmente desastrosa. As delegacias de bairro são meros cartórios para emissão dos famigerados boletins de ocorrência, que servem apenas para as vítimas recorrerem aos seguros (quando os possuem). Quase nada é investigado. Os investigadores dessas delegacias mal conhecem as ruas dos bairros onde estão situadas. Por outro lado, a PM está nessas ruas, mas não pode investigar, pois é uma polícia de choque. Já fui envolvido em duas ocorrências policiais em minha casa, no Butantã, e acredito que os B.Os. correspondentes só foram manuseados para arquivamento em alguma pasta, onde repousarão até apodrecer. Minha única esperança é que os dois indivíduos que me assaltaram esbarrem com a PM em outra ocorrência. Se as duas polícias fossem fundidas numa só, a segurança poderia ser regionalizada e as delegacias seriam responsáveis realmente pelo bairro.

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

CALMARIA NA CÂMARA

Desabafo de Romário

O deputado Romário está revoltado com a paralisia na Câmara. Reclama que não tem nada para fazer e está p... da vida. Calma, deputado, carnaval é período de descanso que vem logo após as férias de fim de ano. Negociatas e blá-blá-blás só em março. E como teremos eleições em outubro os trabalhos param em junho. Um conselho: vá jogar futebol na praia. Para evitar críticas da população, estenda uma faixa: estou no Rio de Janeiro para economizar despesas pagas com seus impostos.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco  

‘POR ONDE ANDAVA A PRESIDENTE?’

 

Cumprimento o jornal pela clareza do editorial importante de ontem (Por onde andava a presidente?, 10/2, A3).  Trata de verdade que não quer calar. A grande capacidade de gestão da presidente Dilma Rousseff não está comprovada pelos fatos. O estilo "gerentona" não mostra resultados e é claramente insuficiente para conduzir o Brasil, país grande, complexo, corroído por ações e omissão de tantos políticos. A presidente é que nomeia ministros (38!), que depois se comprovam corruptos e incompetentes; foi a gestora do PAC (quem é, agora, a Casa Civil?), programa de marqueteação mal planejado, mal executado, o que leva o nosso país ao descalabro da infraestrutura. Essa falta de resultados deve ser cobrada da equipe do governo federal, que deveria ser liderada pela presidente. Lembremos que a presidente Dilma é governo já há dez anos! A presidente deveria inspirar e liderar as grandes estratégias para o desenvolvimento do Brasil – metas ambiciosas de educação, aumento da poupança interna visando a viabilizar investimentos, redução dos gastos e do desperdício do governo federal, permitindo abrir espaço para reduzir os impostos, reduzir os juros reais e realizar investimentos que contribuirão para o crescimento dos cidadãos. Não vemos nada disso. A presidente se consome em teia de corrupção e incompetência e não avança na solução dos muitos problemas que limitam o crescimento sadio do País. Devemos lembrar que o crescimento da economia brasileira em 2011, inferior a 3%, foi inferior ao da Alemanha (país maduro, rodeado pela recessão europeia), ao de todos os países asiáticos importantes e aos de latino-americanos como Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela e México. Em lugar de comemorar o que não merece, o governo (e a presidente) deveria estar focado em promover reformar estruturais que sejam a base de real crescimento elevado e sustentado. O tema é muito complexo e merece a atenção permanente dos cidadãos brasileiros. Permitam-me sugerir que faça parte da pauta permanente de assuntos do Estadão.

 

Miguel Sampol Pou miguel@sampolconsult.com

São Paulo

 

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A RAINHA ESTÁ NUA

 

Nas eleições americanas o menor deslize acaba com um bom candidato. Lá é difícil vender gato por lebre, mas aqui é mais fácil. O editorial Por onde andava a presidente? (10/2, A3) começa a expor as realidades de uma presidente eleita pela propaganda enganosa inspirada pelo maior mistificador que o País já conheceu. Muitos são os requisitos para um bom presidente, mas aqui bastou a preferência do "rei". Fortes emoções nos esperam...

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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EDITORIAIS

 

Os textos opinativos publicados neste jornal, na página 3 em especial, são sempre muito bem escritos, exemplos de bom gosto, estilo e originalidade, que não se vê iguais em seus congêneres brasileiros. Valem não só pelo conteúdo em si, mas também pelas belas construções, exemplos para quem sabe apreciar a boa escrita.

 

Luiz M. Leitão da Cunha luizmleitao@hotmail.com

São Paulo

 

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NO BRASIL EXISTE DIREITA

 

Brilhante, como sempre, João Mellão Neto (10/2, A2) colocou a pergunta que boa parte da sociedade brasileira vem fazendo: afinal, onde está a direita desse país? Será que somos um país só de esquerdistas? A resposta é não. Há muitos no Brasil que defendem a meritocracia, as liberdades e responsabilidades individuais, a propriedade privada e a livre iniciativa, sempre alinhados com o Estado Democrático de Direito. Falta-lhes, contudo, alguém que rompa a barreira do patrulhamento ideológico e contrarie a ditadura dos conceitos politicamente corretos, assumindo sem medo os seus valores e princípios.

 

Ricardo Salles http://www.endireitabrasil.com.br/

São Paulo

 

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DIREITA & ESQUERDA

 

PSDB e PT são os dois grandes balizadores no cenário político. PMDB e o resto são, literalmente, um monstro metamórfico que muda de acordo com a temperatura e pressão política do momento, que se da o nome de Base Aliada. Bela coluna de João Mellão – No Brasil não existe direita? – página A2, 10/2 do Estadão. Os dois bambinos “se entendem como de centro-esquerda. Afinal, nasceram gêmeos.” Ah! Que ironia. Tenho amigos entre os Tucanos e os Barbudos, e posso dizer que eles não se consideram, mesmo que na sua origem, ter algum laço familiar. Lembro dos irmãos Caim e Abel e de dois primos, os árabes e os judeus, que se tivessem a Luz de sentarem a mesa, compartilhassem o mesmo pão e brindassem para a construção de coisas boas, pensando realmente em todas as pessoas, não apenas em si mesmo, o mundo seria um paraíso!       

 

Moacir de Vasconcelos Buffo chezbuffo@ig.com.br

Campinas

 

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DIREITA NO BRASIL?

 

Em resposta ao artigo de João Mellão Neto, informo que a direita entrou em coma induzido exatamente em 1/1/2003, orientado pela equipe médica chefiada pelo dr. FHC.  Aconteceu que a dose do medicamento foi mal calculada e excessiva. Como resultado, o coma permanece e não dá sinais de possível recuperação. Mesmo um dos mais importantes “médicos” da equipe simplesmente deixou de lado e não considerou pelo menos 48 milhões de votos que os brasileiros lhe deram na última eleição. Com isso o PT e aliados desfrutam alegremente do poder que já podem considerar eterno, não vemos infelizmente nenhuma reação do outro lado. Corrupção como nunca antes neste país, além de demagogias em profusão. Assim é e tudo indica que será a política brasileira. Ao menos Lula seguiu os princípios que herdou no setor econômico, mostrando que de bobo ele não tem nada. 

 

Plínio Zabeu pzabeu@uol.com.br

Americana

 

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MAGISTRADOS BRASILEIROS

 

Os magistrados, mais uma vez eles, através de suas associações – a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) –, externam a posição de que eles devem ter tratamento diferenciado dos demais trabalhadores, e ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) se a categoria for incluída no Regime de Previdência Complementar do Servidor Público, e passarem a ter as suas aposentadorias dentro do fundo a ser criado para todos os servidores públicos, atualmente em tramitação no Congresso. Pergunto eu: por que motivo os magistrados deveriam merecer um tratamento diferenciado dos demais servidores públicos? Enquanto o Brasil for dividido entre cidadãos privilegiados e comuns, não poderá ser considerado um país justo.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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CASTAS, NÃO

 

A anunciada não inclusão do Judiciário no projeto de lei do Regime de Previdência Complementar – como requerem associações de magistrados entre nós – é emblemática. Tal fato reflete a nossa histórica tendência de separação de classes, privilegiando com benesses salariais e de aposentadorias, aquelas tidas como mais importantes e que por isso, devem ficar de fora do que se chama "vala comum" de direitos, onde ficam as demais.A solução de tal tendência de castas que possuímos, deve ser combatida por toda a sociedade, para que possamos construir a grande nação que tanto merecemos ser.

 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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JOGO DE CENA

 

O ministro do STF Ricardo Lewandowski mandou arquivar na quarta-feira ação da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) que pedia ao Supremo a determinação de reajuste salarial de 4,08% aos juízes federais. A associação alegou a demora da tramitação no Congresso do Projeto de Lei (PL 2.197/2011) que prevê o reajuste para acionar o STF. Inacreditável! Seria o reajuste tão pouco que nem vale a pena, ou a austeridade bateu no planalto? Para mim, é apenas jogo de cena, não? E a gente vai "Lewando..."

 

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

 

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SUSPENSÃO DE PRIVILÉGIOS

 

Lamentável a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) de recusar suspender os pagamentos aos juízes privilegiados. Nada justifica tal decisão, que fere a lei e o princípio da isonomia. O mínimo que se espera de um Tribunal é que atue de forma imparcial, isenta, que dê o bom exemplo, com respeito da lei e dos princípios da moralidade, igualdade, transparência e defesa do bem público. Trata-se de uma decisão interna do TJ/SP que precisa ser revista pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), bem como que os responsáveis por ela respondam pro seus atos. No Estado Democrático de Direito a lei vale para todos e ninguém está acima dela.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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‘O TRIBUNAL QUER MAIS DINHEIRO’

 

Cumprimento o jornal pela lisura e objetividade demonstrada no editorial de ontem (9/2, A3), acima referido. É claro, por outro lado, que a devolução dos passivos trabalhistas recebidos por desembargadores de uma só vez e ferindo-se em tese o princípio da isonomia não pode ser esperada, já que estas são consideradas verbas alimentares e, portanto, legalmente irrepetíveis (é o que diz a lei civil, a meu sentir). Com relação ao limite imposto pela LRF para os dispêndios com o Poder Judiciário, lembro-me que há onze anos atrás, valendo-me deste mesmo espaço, dissera eu que impor o mesmo teto percentual da receita do ente federativo (6%) para gastos de um Tribunal que concentra 45% do movimento Judiciário nacional (São Paulo) e para o Tribunal de Justiça do Amapá, por exemplo, afronta seriamente os princípios constitucionais implícitos da razoabilidade e da proporcionalidade (por acaso presentes no artigo 111 de nossa Constituição estadual). E aí está o resultado: bilhões de reais em carências para pagar servidores, magistrados, instalar varas judiciais já criadas por lei, reformar, construir ou ampliar fóruns, levar adiante projetos de informatização, etc., etc. Há ainda a imoralíssima questão dos precatórios de estados e municípios não pagos, com vários hipossuficientes a morrer antes de vislumbrar qualquer possibilidade de vê-los solvidos, a qual, sem que o Judiciário tenha qualquer culpa nisso, tem a sua imagem abalada por mal funcionamento dos demais poderes. É positiva a iniciativa de cobrar dos cofres federais pelos autos hoje em curso, do interesse daquela esfera de governo, nos fóruns das pequenas comarcas. Entretanto, isto não elide a questão principal: a política quase vintenária do Executivo paulista de negar ao Judiciário o que é somente seu, e ainda por cima apropriar-se de receitas que não lhe pertencem constitucionalmente. Portanto, falar-se em "choque de gestão" para camuflar a sua responsabilidade é uma enorme falácia, irresponsável e inconsequente, que vem gerando enormes transtornos aos jurisdicionados por anos a fio. Como se vê também por outra parte, não são os direitos dos juízes de férias de 60 dias e licença-prêmio, por exemplo, que impedem a boa prestação jurisdicional. O Judiciário paulista está completamente sucateado e sem a menor perspectiva de deixar de ficar assim, pelo menos enquanto a direita neoliberaloide estiver no poder. Tome-se ainda a situação das varas de Registros Públicos da Capital, em caso bem didático. Trata-se de uma situação que retrata fielmente a imagem de todo o Judiciário paulista. É uma viagem à pré-história mesozóica. Armários tortos, prontos a desabar a qualquer momento, despachos que demoram quatro meses para serem publicados, serviço de datilografia de mandados judiciais com também quatro meses de "fila". Ou seja, algo absolutamente inaceitável. Por fim, três questões: a) o suposto "corporativismo" das corregedorias estaduais do Judiciário. Primeiramente, tem-se que em São Paulo preside o órgão o desembargador José Renato Nalini – o homem que mais entende de Poder Judiciário no Brasil. Gostaria de saber se chamá-lo-iam de "corporativista"... Além do que, S. Exa. dá de goleada (50 x 0), em todos os sentidos possíveis, na ministra Eliana Calmon. b) A minha experiência pessoal em receber envelopes lacrados com os dizeres "Corregedoria - Confidencial" demonstra bem o suposto "corporativismo" de tais órgãos. Simplesmente o representado entra em acirrado pânico, mesmo sem nada a dever. Depois da abertura de tais envelopes, demora-se ainda uns três dias para o coração voltar ao normal, mesmo nada tendo-se a dever de errado, repita-se. Aqui, o mais eficiente nas corregedorias é justamente o poder de susto e de piração completa, além de lembrar ao titular de poder ou cargo a ele equiparado que a vigilância é constante e que o mesmo deve exercer suas funções com zelo, eficiência e probidade. Portanto, eu que fui correicionado várias vezes nos fóruns em que trabalhei (deixando-se de lado um pouco a questão dos temíveis envelopes timbrados) nada vi de corporativo na atuação dos órgãos correicionais existentes. Muito pelo contrário.

c) A entrevista do advogado da AMB sobre o caso da avocação de competências investigativas do CNJ, esta semana, foi exemplar: se as corregedorias estaduais ficarem esvaziadas por taxadas de "corporativas" (para mim, esta impressão difundida pela imprensa é uma enorme viagem na maionese), o Controle Externo simplesmente irá parar de funcionar, se tiver mesmo que avocar todos os processos administrativos contra juízes em todos os Estados. Faltar-lhe-á estrutura. É no que dá embarcar em ondas de maionese explícita que muitos inventam por aí, inclusive a politicíssima OAB.

 

Flavio Capez flaviocapez@uol.com.br

São Paulo

 

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PÚBLICO X PRIVADO

 

O presidente do TJSP, ilustríssimo Dr. Ivan Sartori é um brincalhão. Justificar o aumento de recursos da Corte citando os ganhos de executivos privados é fácil. Lembre-se Dr., que na iniciativa privada existe um detalhe  que lhe passou despercebido:  produtividade. No mundo inteiro, quanto maior o desempenho tanto melhor é a remuneração. Nesse sentido, seus pares estariam em maus lençóis.

 

Osnyr Bandeira Filho osnyrbf@hotmail.com

Tietê

 

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A MAGISTRATURA PAULISTA

 

O eminente magistrado paulista Manoel Justino Bezerra, compreensivelmente considerou indispensável publicizar o fato de que se encontra ente os 99,9% dos magistrados do Estado que se caracterizam pelo saber, pela dedicação e pela probidade. Evidentemente que o percentual é um símbolo, uma eloquência manifestada pelo presidente do TJSP, para expressar que a maioria da magistratura pratica  essas virtudes, inerentes a seu elevado mister, com o que concordamos, após quarenta anos de experiência advocatícia no Estado. É certo que não haverá espaço para cada um, integrante dessa maioria, manifestar-se pela mídia. Fica, portanto, o testemunho, viabilizado pelo elevado valor do jornalismo praticado pelo Estadão.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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IVAN SARTORI

 

Estou estarrecido com a entrevista concedida pelo desembargador Ivan Sartori, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, publicada numa revista semanal de grande circulação. S. Exa. comete uma heresia jurídica ao lamentar que os magistrados não têm FGTS. Ora, o FGTS foi criado para garantir aos empregados regidos pela CLT, uma reparação pecuniária (indenização) nas demissões imotivadas. E os magistrados gozam de vitaliciedade no cargo. Não correm risco de despedida sem justa causa. Lamenta, ainda, não receber horas extras, mas deixa de comentar, por outro lado, que não marca cartão de ponto, não tendo, em consequência, controle de pontualidade e nem de frequência. Mas há coisa mais preocupante. Ele deixa subentendido, para mim, que gostaria de fumar um baseado de vez em quando, eis que afirmou que qualquer pessoa pode experimentar um cigarro de maconha, mas ele não. Por derradeiro, só para não me estender em demasia, se é possível quantificar o número de juízes que apresentam desvios de conduta, segundo ele 1% (um por cento), então é possível identificar quais são eles. Senão como dimensionar o percentual?

 

Jorge Carrano carrano.adv@gmail.com

Niterói (RJ)

 

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JUÍZES HONESTOS

 

Não sei se podemos ter uma imagem tão irretocável do poder judiciário como disse o novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo à revista Veja, desembargador Ivan Sartori. Ele afirma que 99% dos juízes são honestos. Mas baseada na premissa de que falamos em seres humanos e que em termos de honestidade o povo brasileiro passa longe dessa porcentagem, com certeza muitos juízes devem sucumbir ao jeitinho brasileiro sim, que deve comprar fácil o julgamento de muitas ações. Não consigo ter essa visão tão fantasiosa e ilusória quanto à índole dos juízes. São seres humanos e exercem uma profissão que por ideal, deveria, ser fazer cumprir a lei. Mas índole, é índole, e contra ela não existe lei que se faça cumprir, por isso mesmo precisam de fiscalização. Quanto ao desembargador achar que juízes merecem supersalário como qualquer executivo, para tanto precisam se adequar. Executivos trabalham mais que o dobro das oito horas diárias, quando não o fazem nos finais de semana sem receber nenhuma hora extra, férias prêmio, dois meses de férias por ano, nem ajuda de custo. Têm uma grande responsabilidade por tudo que fazem, porque suas cabeças estão constantemente a premio caso deem um passo em falso. Ninguém se aposenta porque roubou ou é protegido pelos colegas. Será que fui clara, já que o desembargador quis comparar a remuneração entre as profissões?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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MAGISTRADOS

 

Depois que Dias Toffoli foi escolhido por Lula para ser ministro do STF, sem que tivesse conseguido aprovação na sua tentativa de ingresso na magistratura, vem em boa hora a ideia de Frei David dos Santos, o grande batalhador das cotas para negros no país, que tenta que o Judiciário examine a possibilidade de instituir o sistema para o ingresso nas escolas de magistratura. Com o andar da carruagem, daqui a pouco o fator competência passará a ser secundário.  

 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

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DISPARATE

 

Sem máquinas, sem aluguel de ponto, sem empregados, sem investir nenhum capital, sem risco climático, trabalhando na sombra com água fresca e ar condicionado, gabinetes com espessos tapetes aveludados, dois meses de descanso (férias), por ano, estabilidade vitalícia e embolsar um mês salário de R$ 463,200,00!  Isto é, valor de 10 automóveis de bom nível. É de pasmar e levar ao desânimo o contribuinte. Definitivamente, é um negócio fantástico, diria mesmo, nababesco! Só para comparar, tenho amigo que têm uma padaria com cinco funcionários; ele e  esposa trabalham das 5h da manhã às 22h, todos os dias da semana, pagando aluguel, comprando matéria prima (já sofreu 2 assaltos). Tudo isso para faturar em média R$ 90.000,00 bruto. País com estes disparates, não é república muito menos democracia. Triste Brasil...

 

Sansão José da Silva sansao@sansaojsilva.com.br

Uberlândia (MG)

 

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TRANSPARÊNCIA NO JUDICIÁRIO

 

Brilhante e extremamente feliz a forma como o professor Miguel Reale Jr. analisou, no artigo Ainda há juízes em Brasília (4/2/2012), a magistral decisão do Supremo Tribunal Federal, pela qual ficou mantida a expressa competência do Conselho Nacional de Justiça, para diretamente receber, conhecer e julgar representações contra magistrados por descumprimento de seus deveres de ofício. Com a simplicidade própria de quem conhece, e bem, o assunto o articulista, de forma clara e objetiva, mostrou a qualquer pessoa do povo, mesmo aos não habituados ao jargão jurídico,  que, diante da obviedade do texto constitucional não havia outra alternativa legal e coerente, para decidir a infundada pretensão de algumas associações de classe.  Reale Júnior sobre firmar, ainda outra vez seus dotes de conhecimentos jurídicos e pessoais, avivou, na memória dos que o conheceram a grandeza do magistério de seu saudoso pai. O editorial de O Estado, da mesma data, adentrando mais no aspecto ético da decisão analisada, decerto, deve ter levado – no mínimo – à reflexão os dirigentes das entidades classistas envolvidas na questão, e, ouso dizer, talvez até alguns dos vencidos no veredicto.  O País todo, a Justiça e os que nela operam, foram sem dúvida os grandes vencedores dessa calorosa discussão, como de resto já foi percebido, há muito, pela opinião pública, e o tempo mostrará, com a serenidade de quem é o senhor da razão, o quanto isso é verdadeiro.

        

José Eduardo Dias Collaço jnfi@litoral.com.br

Santos                          

 

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TIROTEIO

 

Amainou o tiroteio no Judiciário. Prevaleceram o bom senso e a verdade. Voltaremos a acompanhar os malfeitos ali praticados.    Gostaria de ver também processos, suspensão de salários e condenações, estas com agravantes, visto tratar-se de pessoas  cujos cargos tem por exigência básica a relevância ética e moral.    Com a corregedora Eliana Calmon compartilho minha satisfação e cá com meus botões levanto uma preocupação, afinal, Celso Daniel, cuja boca escancarada, que também clamava por justiça, viu-a, de repente, inerte, a lamber a poeira do chão de uma estrada inóspita que conduzia a lugar algum.

 

Décio José Balles telasballes@bol.com.br

São José dos Campos

 

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JUSTIÇA

 

A maioria do povo brasileiro está aplaudindo as ações corajosas da Ministra Eliana Calmon na luta contra os ambiciosos, prepotentes e gananciosos, no combate ao slogan "só pobre vai preso".

 

Geraldo Nunes Sebastiani suelymoliterno@yahoo.com.br

Guarujá

 

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ELIANA CALMON

 

Por favor, por favor, deem mais apoio à Dra. Eliana Calmon. Ela precisa sentir que milhares de brasileiros estão com ela, agradecidos, e orgulhosos de sua coragem.

 

Maria Helena S. Dutra de Oliveira mhsdoliveira@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

 

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STF 6x5

 

Deus voltou a ser brasileiro. Obrigado, Senhor!

 

Fernanda Barollo Sforcin fesforcin@gmail.com

São Paulo

 

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INTERESSES

 

Em sessão do STF que julgava as atribuições do CNJ, ao afirmar que “o interesse público não deve sobrepujar a dignidade da pessoa”, Fux deu uma verdadeira aula de imoralidade explícita.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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O SUPREMO TRIBUNAL SURPREENDE

 

“Roupa suja” que afeta o interesse público, que destrói Estado de direito tem de ser lavada na frente do povo. Pois todo o “Poder vem do povo”, assim, o povo (os sem cara) que é quem paga os proventos dos senhores juízes, não pode ser desprezado. A Decisão do STF que acaba como “eletismo do Judiciário”, (graças aos 6 intrépidos ministros); é recebida com gáudio pelo povo, como a queda do “muro de Berlim”, entulho de 400 anos, que dividia dois judiciários: o dos honestos (e os há muitos), e, os nem tanto, estes destros em escamotear a verdade por detrás de “biombos” dum paternalismo inconcebível e voracidade pantagruélica. São os raios de esperança que o sol da liberdade e do progresso lança no pretório da Justiça. Assim, as “Potestades da noite” tombaram, derrotados seus ardilosos sofismas, pelos quais sofismas era “permitido” vender-se a “justiça” por trinta moedas. Que a nova Justiça, a dos princípios: “que seja indiferente a teus olhos que o objeto da justiça seja um centavo ou cem milhões”, acabe com a “partidinha” dos vendilhões do Templo de Thémis.

 

Antonio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

 

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CRISE NO PODER

 

Eu não faço parte de nenhuma rede de articulação para difamar o Judiciário. Indiscutivelmente é um pilar da democracia e da civilização. Mas pergunto: por que o Judiciário brasileiro está associado com a impunidade? Por que o Supremo Federal adia a vigência de uma Lei que é um anseio da nação? (Ficha Limpa). Por que o ministro chora ao tomar posse, emocionando a Nação, e não é capaz do voto histórico que a Nação tanto ansiava? Por que a Justiça é tão arrastada? Por que tantos interesses corporativistas? Por que tantas sentenças que se contradizem nas diversas instâncias? Por que se recusam a abrir a caixa preta? O Brasil é um país de muita gente boa, honesta, trabalhadora e patriota. Porém é um país onde os “picaretas” com poder são protegidos por um sistema ineficaz, amarrado, burocrático e quiçá corrupto.  Precisamos de uma nova ordem institucional que proteja a grande maioria brasileira, de um Judiciário transparente, eficaz e que seja capaz de sustentar a Nação que desejamos. Chego à conclusão que o “pano de fundo da crise do Judiciário” é a minoria composta por maus juízes, maus desembargadores e ministros que não estão à altura das transformações que a sociedade brasileira deseja. Avante, Eliana Calmon!    

 

Dalton Luiz de Luca Rothen daltonrothen@uol.com.br

São Paulo

 

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‘SÓ UMA NAÇÃO SUICIDA...’

 

A frase que marcou a semana que passou, foi do presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, no discurso de abertura dos trabalhos deste exercício: “Só uma nação suicida ingressaria voluntariamente em um processo de degradação do Poder Judiciário”, ao defender o Poder Judiciário repudiando as críticas e afirmações de que o Poder está em crise, isso momentos antes do STF julgar a competência do CNJ em investigar e propor punições para juízes corruptos e relapsos. Entende-se a opinião do S. Exa., mas em todos os campos da atividade humana, sempre existe os maus elementos, sem exceção e esses devem ser defenestrados da corporação, qualquer que seja ela. Mas o Estadão de hoje nos informa de mais um absurdo que veio a tona, desta vez propiciado pelo TJ – DF, que é custeado pela União. Gastará este ano 1,4 bilhões de re ais com a sua folha de pagamento, aliás, cinco vezes mais que as despesas correspondentes do Supremo Tribunal Federal. Ora, um disparate de tal envergadura, demonstra por si só, que alguma coisa tem que mudar no Poder Judiciário. Alguns juízes ganharam num só mês verdadeiras fortunas, do calibre de R$400.000,00. Se pensarmos a dificuldade com que o Governo Federal discute alguns reais a mais para fixar o salário mínimo aos trabalhadores do país, tais salários se transformam em deboche. O que se discute não é a degradação do Poder Judiciário, mas sim de um número cada vez maior de juízes picaretas, que denigrem a moral de um Poder por demais importante para a Nação.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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CEZAR PELUSO

 

Sobre o presidente do STF, Cezar Peluso. Só uma democracia suicida não fiscaliza o próprio Judiciário.

 

Alice Arruda Câmara de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

 

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STF NARCISISTA

 

A liminar do STF que suspendeu a posse da nova administração da Corte máxima do Judiciário Gaúcho foi maquiavélica. Sem entrar no mérito de quem tem ou não razão, o constrangimento criado não tem precedentes, pois, o STF conhecia o caso desde o ano passado e esperou o dia da posse para se olhar no espelho das águas e suspender a posse da nova Presidência da Suprema Corte Gaúcha. Veio tarde, pois o ato já estava consumado duas horas antes, e o meirinho ficou a ver navios... Que vergonha! O STF narcisista decidiu no dia da posse, quando poderia ter feito antes, até no ano passado. Que nada! Os espelhos além de serem poucos, estavam empoeirados. O Rio Grande do Sul é o único estado cujo Judiciário não tem movimentações financeiras suspeitas. O Rio Grande do Sul não merecia ser afrontado com tacanha boçalidade. Aí tem...

 

Edgar Granata egargrata@gmail.com

Porto Alegre

 

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IRMÃOS CASTRO, DILMA E YOANI SÁNCHEZ

 

Não há novidade nenhuma no país das maravilhas! Viver em Cuba deve ser realmente o retrato da dignidade, do orgulho e da qualidade de vida que cercam essa ilha tão maravilhosa e abençoada. Certamente, Lula e seus vassalos não medem esforços para que os brasileiros possam, um dia, usufruir de tantos benefícios como os oferecidos pelos irmãos Castro e realizar esse verdadeiro sonho. A diplomacia brasileira perdeu a grande oportunidade de servir de exemplo ao resto do mundo quando o assunto é Direitos Humanos. Fora, Lula! Fora, Dilma! O Brasil certamente não precisa de vocês...

 

Ricardo A. Rocha rochaerocha@uol.com.br

São Paulo

 

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BLOGUEIRA CUBANA E OS DIREITOS HUMANOS

 

 

Fiquei doente quando a presidenta disse em Cuba que se discutisse direitos humanos nos EUA e no Brasil. Aqui no “nosso país” poderíamos começar a discutir o assunto em Campinas e Santo André, onde os assassinos expulsam cidadãos para a Europa e matam testemunhas dos crimes, por exemplo.  Mas, por que não em Cuba? Por que excluir Cuba de um discurso sobre direitos humanos? Caetano, a quem plagio aqui, diria, Veloso, que “o fato de os cubanos desrespeitarem os direitos humanos em solo cubano é por demais forte simbolicamente pra eu não me abalar”. Ele diria ainda que é a Yoani Sánchez  a “Vaca Profana Cubana” que pôs seus cornos a frente e acima da manada. Pobre blogueira, que esperava algo de positivo da “dona das divinas tetas de Brasília”. Pobres de nós brasileiros; tanto aqui quanto em Cuba, os “revolucionários”, terroristas, nunca dizem por que querem chegar ao poder. Tanto aqui quanto em Cuba, querem chegar ao poder para roubar dinheiro.

 

Nélio Alves Gomes raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

 

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FALAR É PRATA, CALAR É OURO

 

Cobrar que a presidente Dilma Rousseff, na condição de convidada oficial, recebesse dissidentes e em acréscimo se pronunciasse favoravelmente a eles é acreditar em cegonha. Por outro lado, Sua Excelência referir-se ao assunto Direitos Humanos, invocando a existência em Cuba da base militar de Guantánamo vai além da cegonha. Como comparar a morte de cidadãos cubanos por haverem emitido opiniões divergentes da verdade oficial, que em Cuba é considerado crime comum, com a detenção em Guantánamo de indivíduos que cometeram crimes de morte, atos terroristas assim considerados pelo Direito Internacional, em nome de uma ideologia, de uma religião, ou ambas. vai muito além. Yoani Sánchez teve seu visto de saída negado pelos donos de Cuba, sem dúvida para não colocar a segurança internacional em risco. Perigosíssima. Como diz o velho ditado, falar é prata, calar é ouro.

 

Adilson Lucca Sabia adilsonsabia@gmail.com

São Paulo

 

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ABLUÇÕES EM CUBA

 

O afago de nossa presidente aos irmãos Castro em Havana denegriu nossa democracia e os ideais do povo brasileiro. Sinceramente não foi a melhor performance de Dilma Rousseff ao iniciar sua diplomacia externa.

 

José Carlos de Sylos sylosjunior@hotmail.com

São Vicente

 

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EM CIMA DO MURO

 

Na visita da sra. presidente da República Dilma Rousseff a Cuba, ela perdeu uma grande oportunidade para dizer para o brasileiro porque ficou presidenta do Brasil., o mundo inteiro sabe que em Cuba não tem liberdade e respeito os direitos humanos.É muito face jogar pedra na vidraça do outro, é muito face fazer lei para os outros cumprir. Obs.: o ex. presidente ditador Fidel Castro ficou 50 anos no poder, é lamentável.

 

Eduardo Araújo Barreto eduardo.barreto2009@hotmail.com

Osasco

 

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ENCONTRO MARCADO

 

Ave Dilma. Encontro marcado (reservado) em Cuba com Fidel. Quando for ao Egito, não se esqueça do Ramsés II.

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

 

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PT E CUBA

 

O que a nós, brasileiros, nos traz de vantagem de nosso governo ser condescendente com Cuba? 1) teremos valorosas trocas comerciais a nosso favor? 2) teremos valorosas trocas intelectuais, e tecnológicas? 3) teremos valorosas  trocas educacionais que nos levarão ao Primeiro Mundo? 4) teremos valorosas práticas institucionais, constitucionais, judiciária  que nos tornarão melhores? 5) teremos valorosos aprimoramentos comportamentais, éticos que nos levarão  a ter uma sociedade mais justa? 6) teremos valorosas práticas de direitos humanos que irão influenciar o comportamento da otoridades daqui e de lá? Se nenhuma das alternativas são válidas, o que a presidenta foi fazer lá?   Gastar R$ 1.800.000,00 de despesas desnecessárias

 

Jose G. Santinho msantinho@uol.com.br

Campinas

 

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CELEUMA

 

Quanta celeuma em torno da recusa de saída da blogueira Yoani Sánchez pelas autoridades de Cuba, país esplendidamente administrado, diga-se de passagem. Não se sabe o porquê da recusa e as razões desse procedimento. Mas se alguém estiver realmente interessado, pode ficar tranquilo, a blogueira sabe. 

 

Carlos Laue Junior bibalaue@volny.cz

São Paulo

 

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VASSALAGEM

 

Pela 19ª vez a ditadura cubana dos irmãos Castro proíbe a jornalista Yoani Sánchez de viajar para fora da ilha. E é a essa ditadura que a intelectualidade brasileira e latino-americana de esquerda presta risonha e entusiasmada vassalagem. Que tristeza!

 

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br

Itatinga

 

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IDEOLOGIA E CRIMES

 

Uma coisa é defender preceitos abstratos que façam parte de um sistema de idéias: outra coisa completamente diferente é ser cúmplice dos crimes praticados por um governo que diz obedecer esta ideologia! O caso do governo cubano que em 2003 mandou prender 79 pessoas por delito de opinião, muitas delas condenadas a 30 anos de prisão; que em 2010 assassinou Orlando Zapatta; neste ano Wilman Villar Mendoza e agora negou visto de saída a uma dissidente política! Onde estarão frei Beto, frei ou ex-frei Boff, Dalmo Dallari, padre Lancelloti, Luiz Eduardo Greenhalg, Mr. Francisco Whitaker, Marco Aurélio Garcia além dos notórios José Dirceu, Franklin Martins, José Genoíno e o Lula? Sem falar da pretensiosa intelectual, a filósofa Marilena Chauí, que nestes momentos recolhe-se a um ignominioso “silêncio respeitoso” como fez por ocasião do mensalão!

 

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

 

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‘CUBA, ATÉ QUANDO O SILÊNCIO?’

 

Pergunta o senhor Sérgio Fausto em artigo (4/2, A2). Com certeza, até que líderes mundiais como a presidente Dilma Rousseff se negue a abordar o problema, argumentando que, se assim fosse, deveria tratar também de violações de direitos humanos pelos Estados Unidos e no Brasil. Pois então aborde o problema dessas violações, senhora presidente!

 

Euclydes Rocco emteatro@uol.com.br

São Paulo

 

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CUSTO BRASIL

 

Esta na moda eleger os “demônios” câmbio valorizado, commodities, entrada de dinheiro especulativo, para explicar o elevado custo Brasil. É claro que esses demônios afetam a nossa economia, mas o que está sendo solenemente ignorado é o quanto custa se produzir no Brasil considerando a péssima infraestrutura “aeroportorodoviária” os preços da energia elétrica, da água, do gás, do diesel, da gasolina, dos impostos diretos e “embutidos” (aqui pagamos impostos em intermináveis cascatas) sem falar no custo da nossa maquina publica. Ainda cabe lembrar a ganância dos nossos produtores e comerciantes cujas margens de lucro elevam ainda mais os preços para o pobre consumidor final, que quando começa a se dar bem com algum produto importado lá vem o governo em nome da desindustrialização erguer barreiras para “proteger” a nossa indústria. Esse tipo de "proteção" leva a indústria à acomodação, que sem inovação e competitividade acaba se tornando uma indústria voltada só para o "protegido" mercado interno, já que no externo não poderá competir. A continuar com essa vista grossa e míope, vamos perder o bonde da história para ser um país velho, desindustrializado e pobre.

 

Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

 

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UTOPIA DA COMPETITIVIDADE

 

A exemplo da desoneração da folha de pagamento, anunciada como benefício para elevar a baixa competitividade dos produtos brasileiro, mas que acabou prejudicando boa parte das empresas incluídas no regime, as novas medidas provisórias que vão estabelecer Regimes Tributários Especiais (RTE) não conseguirão atingir os seus objetivos. Ao cobrar menos imposto na aquisição de máquinas, o governo, de alguma forma, estabelecerá, novamente, contra partida para garantir a estabilidade da sua voracidade arrecadatória imediatista. Sem planos de desenvolvimento a médio e longo prazos, os orçamentos anuais, por si só, não permitem tais veleidades.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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NO LIMITE

 

Alem da carga tributária super elevada, temos o custo administrativo absurdo no Brasil, pois o exemplo vem de cima, ou seja: 38 Ministérios, 22 mil cargos em comissão, e por aí vai. Aí faltam verbas para pagar descentemente os policiais, professores, funcionários da saúde, etc. Polícias de outros Estados estão em ambiente de inquietação, e há ameaças de mais paralisações. Acho bom, que os "detentores" do poder público em todo o Brasil, coloquem suas "barbas de molho" e façam alguma coisa para diminuir o tamanho do cabide, que devora grande parte do orçamento, porque ninguém mais está suportando o achatamento salarial de quem produz em benefício de uma minoria de privilegiados inúteis.

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

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SACOLAS PLÁSTICAS

 

TJ- SP adiou decisão sobre lei que proíbe sacolas plásticas. Já se sabe que a demagogia usada para banir as sacolas plásticas dos mercados não passou de uma jogada de marketing dos caciques de supermercados.   Os donos de mercados que sempre lucraram com a venda das sacolas plásticas, em nenhum momento abrirão mão do lucro de R$500 milhões ao ano que terão por deixarem de fornecê-las.  Ao consumidor a conta dos produtos com preços mais altos a cada semana. A aparente decisão  “verde” quer dizer, mais verdinhas no bolso deles. Acorda povo, exija seu direito de usar as sacolinhas. Elas não podem ser as vilãs da campanha, enquanto outros plásticos e materiais poluentes continuam agredindo o planeta.  Vamos aguardar uma decisão coerente do TJ-SP que deveria ir a favor do povo, exigir sacolas biodegradáveis gratuitas aos consumidores e ainda,  exigir dos  governantes e donos de supermercados que veiculem propaganda na televisão conscientizando o povo para o consumo responsável. Isso sim é cidadania.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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SACOLAS PLÁSTICAS E DIREITO DO CONSUMIDOR

 

O problema não é as sacolas plásticas e nem a ecologia, o que importa é que por traz desta polemica existe uma indústria, como a da multa, da inspeção veicular, do empréstimo consignado e mais algumas outras e sempre a lesar o contribuinte que acaba pagando a conta. Gostaria de lembrar a todos que o consumidor tem seus direitos e que precisam fazer valer,não devem adquirir embalagens para suas compras,pois quem vende é que tem esta obrigação,sabemos que nossos governantes não estão preocupados com ecologia, somente em levar vantagens,pois se estivessem importando com a natureza, o desmatamento da Amazonas não teria crescido em 54% e não teriam diminuído as informações sobre o vazamento de um poço do pré sal da Petrobras.Acho que eles tem a impressão que todos nós contribuintes,consumidores somos idiotas,por causa destes resultados de eleições onde são eleitos pessoas sem a menor condição de governar,são votos de protestos, mas que no final são prejudiciais a todos, pois passa a impressão que somos todos palhaços e que levamos tudo na brincadeira,portanto, vamos fazer valer nossos direitos não comprando estas sacolas plásticas e exigindo o produto embalado como deve ser feito, e começar a reagir sem ter receio de constrangimentos a nossa cidadania.

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

 

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DIREITO LESADO

 

Parece brincadeira o que está acontecendo em relação ao acordo para os supermercados deixarem de fornecer as sacolas plásticas não estão respeitando a lei do consumidor e pouco se lê nos jornais ou em outras mídias, a falta de respeito com nós consumidores é algo que me parece estranho, pois sempre acreditei que a finalidade da imprensa é ser imparcial, porém não é o que está ocorrendo, pois em letras garrafais divulgam notícias sobre o acordo ilegal para o fim das sacolas mas quando é de nosso interesse pobres consumidores as notícias são sempre em letras miúdas ou em segundo plano na mesma notícia, sempre sem destaque ou com letras menores, e porque nunca se falam em garrafas pets, caixinhas de leite, lindas embalagens de grandes grupos, será que o poder financeiro está falando mais alto, acredito que sim, mas meu caros amigos leitores sejamos inteligentes e procuremos agir corretamente nos colocando a favor sim do cumprimento legal das leis que regem o direito do consumidor, ainda assim tenho esperança que a partir desta mensagem grandes jornais seja justos conosco, e com nossos direitos.

 

Marco Antonio Fernandes maf.radar@terra.com.br

General Salgado

 

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PERIGO DO PLÁSTICO

 

No supermercado não me forneceram sacolas plásticas para embalagem,ofereceram a venda de outra sacola apropriada e tal.Arrumaram minhas compras em uma caixa velha e suja ,mostrei ao gerente que,de todos os 16 itens,somente um (leite longa vida) não era de perigosíssimas embalagens plásticas.Parabéns aos governantes de cérebro de plástico, por proteger assim a vida e saúde do querido povo. Problemas menores como navios de milhões que não navegam,obras inacabadas Ministros inoperantes,corrupção geral apontada pela "caluniosa" imprensa,deplorável sistema de saúde  educação e transporte e segurança e obras da copa e um rosário infindável.Desde criança escuto que precisamos economizar petróleo (aquela idiota lei dos 80 Km e mistura de álcool para economizar o abundante Petróleo!), luz, água e tudo mais,faremos isto com o maior senso de responsabilidade se houver a retribuição adequada por parte dos homens com cérebro de plástico.

 

Mauricio Villela mauricio@dialdata.com.br

São Paulo

 

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PURA CONVERSA

 

Duvido que os supermercados, ao abolir as famosas sacolas plásticas derivadas do petróleo e que eram usadas gratuitamente pela clientela, estavam querendo colaborar com o meio ambiente, é pura conversa. O que eles viram, foi uma oportunidade de economizar no fornecimento gratuito das mencionadas sacolas e abrir espaço para vender as consideradas "biodegradáveis" .

 

José Millei j.millei@hotmail.com

São Paulo

 

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SACOLAS BIODEGRADÁVEIS

 

Com o fim das sacolinhas plásticas até a limpeza da minha rua melhorou. As donas de casa não estão mais colocando o lixo, nelas contido, nas calçadas para os cães revirarem e provocar seu espalhamento pelas ruas. O meio ambiente e a saúde pública agradecem  a todos que colaboraram, ao longo do tempo, para isso, especialmente, o ex-secretário do meio ambiente do Estado de São Paulo Xico Graziano.

 

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

 

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ALTERNATIVA

 

A sugestão para substituir as sacolinhas de plástico é a utilização das caixas de papelão. Estas são bem úteis é claro. Mas um problema pende do seu uso: será que tais caixas serão viáveis no que diz respeito à sua higienização?  Parece que a resolução de um problema cria outro e a Anvisa não se manifestou (pelo menos ainda) sobre esse problema. A propósito cumpre ressaltar que ninguém ainda se manifestou sobre como, agora, serão recolhidas as fezes deixadas na calçadas por cachorros.

 

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

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PAPELÃO

 

Se numa fiscalização sanitária em restaurantes, hospitais, fabricantes e distribuidores de produtos médicos e alimentícios for constatado o uso inadequado (embalagem aberta, rasgada, amassada, encostada da parede ou diretamente posta ao chão) de caixas de papelão, com certeza esse estabelecimento receberá uma pesada multa. Será que a Anvisa permitirá o uso das caixas de papelão fornecidas pelos supermercados para o acondicionamento dos alimentos comprados?

 

Jorge Thomas Schwarzenberg jorge.thomas1@hotmail.com

São Paulo

 

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AS SACOLINHAS PAGAM O PATO

 

O pato já tinha sido o protagonista de um entrevero entre o marido traído, a esposa e o vizinho dono de um pato. A esposa queria receber algum dinheiro do vizinho, pelos favores extra-conjugais que fazia parte de um negócio que escondia a traição. Quando o marido chegou no meio da discussão, a esposa sem saída informou que era por conta do pato que de forma recorrente vinha pulando a cerca, invadindo o seu quintal. Para devolver o pato para o vizinho ela queria receber muito mais do que o pato realmente valia. O marido sem saber ao certo o motivo da discussão, resolveu pagar o preço do pato. O vizinho ficou sem o pato, mas recebeu um bom dinheirinho. O marido traído pagou o pato, sem ter entendido nada. Agora, no Reino Animal ninguém está entendendo mais nada. Todos estão em polvorosa. Os seres humanos perderam os fios da meada e não conseguem fazer mais nada no planeta, se não enredar. Gerar mais confusão e discórdias que acabam prejudicando os próprios seres humanos e os ecossistemas. Os ecossistemas são uma organização funcional na natureza onde convivem em harmonia os que pensam com os que não pensam e nem falam, mas reagem as menores interferências que alteram todas as relações de forças e de equilibro natural e fundamental para que haja vida. São os fatores bióticos e abióticos. Os fatores bióticos nos ecossistemas são aquelas populações constituídas pelas plantas, animais racionais, os seres humanos que deveriam ser também racionais, e os irracionais, as bactérias e os fungos de toda espécie, até mesmo os políticos, juizes e magistrados corruptos, enfim também os parasitas que não conseguem viver sem sugar a seiva da vida. Os abióticos são os fatores externos como a água, o sol, o solo, o gelo, o vento e os comerciantes desonestos que fazem do comércio com drogas nocivas à saúde, uma atividade para auferir apenas lucro. Os supermercados, também, que pensam apenas em vender e o consumidor que se dane com a natureza e no meio dela. A alteração de um único elemento, entre os fatores, provocam alteração no ecossistema. Os humanos, tidos como racionais, costumam alterar o ecossistema e depois jogam a culpa na natureza, como o excesso chuvas que provocou o deslizamento nas encostas, ou os buracos nas ruas, ou as sacolinhas plásticas que a população joga no lixo. Não citam por exemplo as embalagens dos produtos como as do óleos lubrificantes, do açúcar, do arroz, do sal, da salsicha, do leite, dos refrigerantes e outras embalagens igualmente transgressoras. Qualquer desastre ambiental é classificado, entre os humanos, como tendo sido provocado por alguém do reino irracional, como o “pum” dos carneiros no buraco de ozônio na atmosfera, ou ainda atribuem aos fatores abióticos como o excesso de chuvas por exemplo. Agora estão tentando envolver, novamente o pato, nessa história. Os animais estão cansados da intromissão dos humanos, que não assumem nunca a responsabilidade pelos danos que provocam no planeta, como o desmatamento para ampliar áreas de plantio, ou para especulação imobiliária, ou para alterar o curso dos rios, ou em troca de contribuições financeiras para campanhas eleitorais. Ou para nada e inventam medidas que provocam tempestade e enchentes nos rios. Alteram os ecossistemas e tudo fica por isso mesmo. As alterações no meio ambiente guardam uma estreita relação com o Reino Animal, dos bichos de verdade e não apenas que aqueles que agem de forma irracional sem ser bicho. Os humanos já destruíram as florestas e agora fazem um acordo vantajoso para os supermercados, como se as sacolinhas fossem, apenas elas, as únicas vilãs da novela. Enquanto os aterros sanitários e os lixões continuam produzindo, em larga escala, uma quantidade enorme de chorume e contaminando o solo e os rios, as sacolinhas é que vão pagar o pato. Vender sacolinhas de plástico, pode. Saco de lixo de plástico, pode. Garrafas pet para refrigerantes, pode. Embalagens de plástico para arroz, feijão, açúcar, sal, pode. As negociações entre o governo do Estado de São Paulo e outras prefeituras e a Associação dos Supermercados, bem que poderia ser mais séria e tratar do lixo com respeito ao meio ambiente e a vida no planeta.

 

Sinésio Müzel de Moura sinesiomdemoura@hotmail.com

Campinas

 

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AGRADÁVEL OU NÃO

 

Quem proibiu que os supermercados fornecessem sacolas plásticas para seus compradores de mercadorias, por não serem biodegradáveis? Para eles essa proibição foi bio-agradável, mas para os compradores de mercadorias foi biodesagradável, né não?

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

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