Fórum dos Leitores

TSUNAMI FINANCEIRO

O Estado de S.Paulo

07 Março 2012 | 03h07

Pseudomilagre

E, finalmente, a marolinha cresceu, virou tsunami (diferente do monetário, da presidente Dilma Rousseff) e abateu o produto interno bruto (PIB) do Brasil, que apresentou crescimento em 2011 de 2,7%, abaixo das expectativas do governo de aparência com que estamos convivendo desde 2003. Não adiantaram as investidas eleitoreiras baseadas no estímulo ao consumo, locomotiva do pseudomilagre da blindagem brasileira, embandeirada mundo afora como uma solução a ser imitada para enfrentar a crise mundial e que, evidentemente, num ambiente global de alta interdependência econômica, não poderia ter efeitos duradouros, na medida em que o combustível básico do capitalismo, o investimento, encolheu. Como dizia Mário Henrique Simonsen, milagre, ou seja, efeito sem causa, não existe em economia. Resta-nos agora prender a respiração, cair na real e aproveitar o potencial do País de maneira inteligente e com o mínimo de politicagem, de modo a permitir a obtenção de resultados mais positivos num mundo ainda mergulhado em crise.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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Dever de casa

O governo brasileiro não faz o dever de casa. Reclama sem razão da enxurrada de dólares atraídos pela elevada remuneração. Para rolar a dívida interna e conter a inflação, os juros são altos. Mesmo com a carga tributária beirando os 40% do PIB - outro fator, além da valorização do real, a tornar inviável a competitividade da indústria brasileira. Qual a solução? Basta investir, reduzir a carga tributária, a dívida interna e os gastos públicos a um nível civilizado.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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Telhado de vidro

A presidente Dilma foi à procura de lã e saiu tosquiada. Falou, na Alemanha, contra o tsunami financeiro - referindo-se à injeção de elevadas quantias no sistema financeiro internacional -, e que o governo brasileiro tomaria medidas para se proteger, e ouviu como resposta, da primeira-ministra alemã, Angela Merkel, reclamação contra o protecionismo brasileiro. Quem não quer ouvir o que não deseja deve ficar de boca fechada. Quem tem telhado de vidro não joga pedras no telhado dos outros.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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Não há almoço grátis

A chanceler Angela Merkel não negou as críticas da presidente Dilma ao "tsunami financeiro", maremoto de dólares que implica a valorização do real e o consequente refluxo ainda mais acentuado das nossas exportações. Exprimiu que se trata de um mecanismo compensatório - "rectius", retaliação - em decorrência das últimas medidas protecionistas adotadas pelo governo brasileiro, em especial no campo automobilístico dos importados. Se o governo brasileiro imaginou que essas medidas não teriam resposta, firmou-se no pressuposto equivocado de que há refeições grátis nas relações internacionais. Para o bem do Brasil, torçamos para um entendimento bilateral entre as duas líderes.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DIPLOMACIA

Brasil-México

Dá-me gosto ver que prestigiados articulistas, como Marcelo de Paiva Abreu, comentam algumas de minhas reflexões, recentes e não tanto, sobre as respectivas posições no mundo do México e do Brasil (Protecionismo e uvas verdes, 5/3, B2). Preferiria, no entanto, que tanto eles como o próprio Ministério de Relações Exteriores do Brasil lessem com cuidado os meus artigos no idioma original em que foram escritos e publicados, se é que lhes causam tanto interesse. A propósito de um artigo publicado, entre outros, no jornal The Korea Times, e ao qual se refere o sr. Marcelo, permito-me citar o texto exato em questão: "When the United Nations voted for what was known as partition and created the state of Israel 64 years ago, subsequently granting it full membership, several Latin American countries - Brazil, El Salvador, Argentina, Colombia, Chile, Honduras - abstained, or, in the case of Cuba, voted against the relevant resolutions. Mexico abstained on partition, though it voted in favor of admitting Israel to the U.N.(...)". Como qualquer leitor minimamente versado no idioma inglês poderá compreender, a enumeração de países refere-se a uma ou às duas resoluções. O Brasil votou a favor da criação do Estado de Israel, mas se absteve na admissão de Israel na ONU. O México, em contrapartida, absteve-se sobre a criação desse Estado, mas votou a favor da admissão de Israel na ONU. Nada disso altera o teor do meu último artigo, que provocou a reação do sr. Marcelo. O México cresceu mais que o Brasil em 2011 e o fará de novo em 2012, e a maior competitividade da indústria automobilística no México, exemplo a que não fiz referência em meu artigo no jornal El País, fica demonstrada pelo propósito brasileiro, criticado pelo sr. Marcelo, de renegociar o ACE 55.

JORGE G. CASTAÑEDA

Cidade do México

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COPA DO MUNDO

Populismo

Quando o Brasil se candidatou a sede da Copa, os dirigentes estavam cientes das exigências da Fifa. Brigar agora contra a venda de bebidas alcoólicas nos estádios e a meia-entrada para estudantes e idosos é luta inglória e não passa de populismo, para uma vez mais ludibriar o povo. Rios de dinheiro já foram enfiados nos estádios, que continuam com obras atrasadas, e a infraestrutura para atender aos turistas está na estaca zero. Tudo de caso pensado, pois quando estivermos perto do pontapé inicial da Copa com certeza mais grana será aprovada pelo governo e muitos políticos ficarão ainda mais ricos. Será que o secretário-geral da Fifa exagerou em seu pronunciamento?

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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Recado ao sr. Valcke

O sr. Jérôme Valcke não tem por que se desculpar com o governo, quem diz a verdade não merece castigo. Garanto que muito brasileiro quer dar um chute no traseiro dessa politicalha, que, em vez de sanar os problemas do País, que não são poucos, gasta nosso suado dinheiro na construção de estádios, como se já não existissem suficientes para a Copa. Mas, claro, se não os construírem, não poderão afanar 30% ou 50% de "começão" nas obras. Afinal, somos nós, trouxas, que pagamos...

MARINA R. BLANCO

mmalufi@terra.com.br

Olímpia

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‘AINDA AS PRIVATIZAÇÕES’

Lúcido e realista o artigo de Fernando Henrique Cardoso no Estadão de domingo (Ainda as privatizações, A2). Nos últimos dez anos, o governo federal petista não mostrou a menor capacidade em oferecer serviços e estrutura de qualidade em nossos aeroportos, que, além de sucateados, estão um verdadeiro caos. Apesar disso, e para piorar ainda mais o caos, demorou dez anos para privatizar a gestão desse serviço. Por força de trabalho, viajo regularmente pelo Brasil e ao exterior. É de uma claridade solar a precariedade e ineficiência dos nossos aeroportos: instalações apertadas e lúgubres; ambientes visualmente opressivos e sem graça; filas por toda a parte; insultos e agressões a funcionários por passageiros enfurecidos; atrasos generalizados nos pousos e decolagens devido ao excesso de tráfego; estacionamentos insuficientes e perigos os. Só o governo federal e Infraero não enxergam isso. Passou a hora de tirar a (des)administração desse importante setor das mãos do governo federal e delegá-lo a quem tenha competência no assunto. Os usuários e contribuintes agradecem.

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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DEBATE ABERTO

Em recente e excelente artigo Ainda as privatizações, Fernando Henrique põe definitivamente os ‘pingos nos is’ sobre o tema. FHC deveria, novamente, desafiar Lula a fazer um debate aberto e público sobre esse tema específico. Acabaríamos de uma vez por todas com essas mentiras e asneiras que se falam sobre a matéria. Fica aí a minha sugestão, para que e as privatizações não sejam mais tão exploradas de forma velhaca nas eleições.

Rodrigo Borges de Campos Netto rodrigonetto@rudah.com.br

Brasília

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ANTES TARDE QUE MUITO TARDE

O artigo Ainda as privatizações tem um gravíssimo defeito. Foi escrito com dez anos de atraso. Tirando as firulas semânticas privatização x concessão, o resto poderia ter sido escrito em 2002 e talvez pudesse ter servido de 'cola' para os candidatos da oposição – sempre encolhidos em posição fetal, inexplicável  postura defensiva e envergonhada – quando o assunto aparecia, brandido como se se tratasse de crime de lesa-pátria. Antes tarde que muito tarde.

 

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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O PT E AS PRIVATIZAÇÕES

O PT é contra as privatizações porque eles não querem acabar com as tetas em que mamam o dinheiro público. Quantos "cumpanheiros" ficariam desempregados se ocorressem mais privatizações, mas quanto recursos sobrariam para serem investidos na educação, saúde e segurança do nosso país? A presidente Dilma prometeu uma reforma ministerial, dando a entender que iria acabar com alguns ministérios inúteis, mas ficou só na promessa. Se precisar, ainda pode aumentar mais uma meia dúzia, para tentar eleger o candidato do PT à prefeitura de São Paulo, mas pode tirar o cavalinho da chuva, pois acredito que os evangélicos não são bobinhos e vão trocar seu voto por que Marcelo Crivella foi promovido a ministro da Pesca.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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OS CULPADOS DE SEMPRE

“Prendam os culpados de sempre”, dizia o chefe de Polícia do filme Casablanca quando não queria prender os verdadeiros culpados. Lembrei-me quando li sobre o tsunami inventado pela presidente Dilma Rousseff ao afirmar os prejuízos induzidos ao Brasil pelas grandes potências. Estas, como nós, soberanamente tomaram decisões que atingem os emergentes ao  que ela atribui o propósito de nos prejudicar. Desculpa “esfarrapada” já usada em governos anteriores, com os mesmos propósitos, criar uma imagem para distrair a plebe. Santa ingenuidade de quem acreditar em nossa primeira mandatária. É a falta de argumentos por nosso governo não trabalhar na redução do “custo Brasil”, diminuição de nossa elevadíssima carga tributária, racionalização dos imensos gastos públicos como os 38 ministérios, milhares de companheiros contratados e outros,  que precisam ser pagos com empréstimos ao governo e que  geram juros estratosféricos atraindo os capitais externos e internos, valorizando o Real, em prejuízo de nosso comercio exterior. Essa atitude, cópia de outros governos que igualmente não tinham fatos positivos a apresentar. Prendam os de sempre...

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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A CRISE ESTÁ AQUI, DILMA

Como transformar um País, para que seja produtivo, se o nível de educação é péssimo, têm pouco investimento em ciências, infraestrutura caótica e impostos e juros nas alturas?!  Resposta: PIB raquítico de 2,7% em 2011. E o pior: com inflação alta! Se a presidente concentrasse suas energias para dar eficiência aos seus ministérios, que até aqui só vem produzindo corrupção e indignação, e deixar de criticar os governos dos EUA, e da zona do Euro, pelo seu fracasso, certamente encontraria solução sustentável para o bom andamento da economia brasileira.  Infelizmente, com uma visão mais do que simplista, a Dilma cismou que o cambio é o problema...  O problema é de gestão! Caso contrário, continuaremos sendo uma Nação economicamente mediana, e com nulas condições de crescer como a China, Índia, Chile, etc.  Para tal, a Dilma, se quiser deixar um bom legado, não pode ficar a mercê do oportunismo e chantagem de seus camaradas e aliados. Precisa ter coragem de fazer as reformas estruturais necessárias, mesmo as impopulares, para garantir um futuro melhor para a sociedade!  Ou, melancolicamente cumprir seu mandato culpando os outros...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ENTRADA DE DÓLAR

Não vejo nenhuma razão para a presidente Dilma Rousseff se preocupar com a entrada de dólar no Brasil. Simplesmente, é só verificar se eles estão lastrados em ouro ou qualquer outro ativo.

Márcia Callado marciacallado@bol.com.br

São Paulo

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EMPÍRICOS

Depois do "ministro" que não tem culpa do tamanho do Brasil e outro que não sabe colocar uma minhoca no anzol, eis que a madrasta do PAC culpa a crise europeia pelo baixo crescimento do PIB no Brasil. Deus do céu, falta muito para o final deste mandato? "Presidenta", o PIB cresceu pouco, porém a arrecadação de impostos não! O PIB pequeno não permitiu a sua reforma ministerial, pelo contrário, trocaram seis por meia dúzia, se tanto. Seu país não cresceu, porque como diria Chico Buarque, as tarifas não tem graça! Estamos patinando, porque o seu (des)governo faz o mesmo. Que tal promover reformas? Não adianta afagar um setor, tem que rever a política industrial do país. Será que a senhora entendeu? Não tente debater este assunto com seu padrasto, afinal elle entende tanto disso quanto a senhora. Para finalizar, seu ministro que tem nome parecido com margarina será levado pelo tsunami cambial, antes que tenha tempo de sacar o malfadado "arsenal", que ele nem deve ter ideia do que é e como usar. A coisa tá feia!

 

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

 

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IRONIA

Em uma feira da mais alta tecnologia uma barra de ferro solta sabe se lá por que caiu no pé da presidente Dilma. Se fosse em algum país emergente haveria explicações, mas na Alemanha, aí já é demais.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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PURA INGRATIDÃO

Esse acidente ocorrido com Dilma durante entrevista na Alemanha foi culpa exclusiva do ministro Pimentel, que estava logo atrás dela, e não segurou a barra, mesmo depois de Dilma ter segurado a barra dele por vários meses. Foi pura ingratidão.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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CONVERSA PRA BOI DORMIR

Inacreditável que, após anos do mercado interno estar inundado com produtos chineses subfaturados, ilegalmente triangulados – circunvenção – um movimento de empresários e sindicalistas quer fortalecer a indústria (B4, 25/2). Prometem ir às ruas caso o governo não se mexa contra os importados ou não aja nos juros e no câmbio, sem perceber que o ministro não se compromete com o problema, à semelhança das entidades que agora sentiram a água gelada bater em lugares baixos "nunca antes neste país". Esperaram muitas empresas falirem, quebrarem ou se fragilizarem, perdendo a criação de 770 mil empregos desde 2007, período em que um milagroso ilusionista ocupava a presidência.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo 

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COISAS ESTRANHAS NO TRATAMENTO DE LULA

Não sou médico, mas é muito estranho o tratamento de Lula. Lembra as confusões e desinformações (via mídia) do caso Tancredo Neves. A pergunta que não se cala: se três sessões de quimioterapia foram suficientes para declararem que o câncer havia desaparecido, por que 33 sessões de radioterapia? Um verdadeiro massacre à imunidade. Agora surge uma pneumonia que se arrasta para os dois pulmões. A impressão é de que a coisa se complica. Exageros também matam.

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br

Rio de Janeiro

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SUCESSÃO PAULISTANA

Querer comparar Paulo Maluf a Tiririca ou dizer que ele é impedido pela lei da Ficha limpa é como “chover no molhado”, perda de tempo. Se ele quiser, será candidato e disputará a Prefeitura de São Paulo, e poderá fazê-lo como quiser nos termos da lei eleitoral, pois não há nenhuma condenação em segunda instância transitada em julgado. Os que o acusam ser igual a Tiririca, sem desmerecer este, são tão invejosos quanto os mesmos que o acusam de impedido por uma lei inconstitucional, ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) a tenha a  julgado constitucional. A verdade é que a entrada Maluf na disputa amedronta, sim, a muitos, como quando Jânio derrotou Fernando Henrique em 1985, e o próprio Maluf derrotou Eduardo Suplicy em 1994, ou seja, se ele se candidatar ameaça a muitos que já se consideram eleitos. Um político como Maluf, em vésperas de eleições, sempre será motivo de ataques baixos, comparações desprezíveis, e denúncias caluniosas.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

Cotia

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SÃO PAULO NÃO É CIRCO

Seria muito bom para o palhaço Tiririca sair candidato a prefeito de São Paulo, pois só assim ele entenderia que foi eleito deputado, por votos de protesto e não por que teria alguma capacidade ou utilidade para a nação, foi eleito, porque a grande maioria do povo brasileiro considera não só a Câmara dos Deputados, mas Congresso como um todo um grande circo, e apesar de um numero grande de votos do Tiririca, é só uma pequena percentagem dos eleitores brasileiros que votam por protestos, e acabam se dando mal, pois o candidato incompetente facilmente poderá ser manipulado e invariavelmente contra os interesses da população, votos de protestos geralmente não se repetem para um eleito, como podemos lembrar, Cacareco, Juruna e outros, nunca mais receberam votos e assim será com o Tiririca para Prefeito, pois São Paulo não é Circo e o PT e sua base não tem e nunca terá vez.

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim 

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VALIDADE DA FICHA LIMPA

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram que os políticos que não tiverem as contas eleitorais aprovadas não poderão se candidatar nas próximas eleições. Como cidadão brasileiro eu acho uma ótima decisão, porém haverá uma infinidade de ações no Supremo Tribunal Federal (STF), e tenho dúvidas da validade para as próximas eleições. Vamos torcer para que a Lei da Ficha Limpa seja fortalecida.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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‘FICHA LIMPA É UMA ROLETA RUSSA’

Será que o Dr. Gilmar Mendes, ainda não se curou da ressaca pela perda na votação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Ficha Limpa? Será que somente ele se acha acima de tudo e dono de toda verdade? Eu nunca diria que esse senhor estaria comprometido com juízes e políticos corruptos que solapam e roubam o Brasil, pois sabemos ser o Dr. Gilmar Mendes incorruptível, homem honrado e um brasileiro ilustre.

Alvim Candido da Fonseca alvimcandido@hotmail.com

São Paulo

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SERRA E O IBOPE

Nas primeiras pesquisas de intenção de votos, o Ibope aponta José Serra com 30 pontos. Não podemos nos esquecer de que tudo que sobe desce e, nas ultimas eleições, antes do segundo turno, o Serra tinha subido bastante, mas depois desceu e foi de uma vez. O PSDB precisa estar seguro. A rejeição ao candidato Serra, por suas atitudes quando eleito prefeito fez com que agora os eleitores tenham duas pulgas atrás da orelha.

Mustafa Baruki mustafa-baruki@bol.com.br

Belo Horizonte

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ALVÍSSARAS

Para a maioria dos paulistanos bem informados, a notícia de que Serra disputará a Prefeitura foi alvissareira. Acredito que ele ganhará disparado, ainda no primeiro turno. O que eu acho é que, o PSDB deveria acabar de vez com as prévias, pois, José Aníbal e Ricardo Trípoli não possuem o cacife eleitoral de Serra, sem dúvida, o melhor candidato para vencer o pleito.

 

Adolfo Zatz dolfizatz@gmail.com

São Paulo

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‘PREFEITO-TAMPÃO’

Ao jornalista Julio Ferreira, residente no Recife, que tanto ataca Serra em várias mensagens publicadas neste Fórum (Prefeito-tampão, 5/3), só me resta refazer a pergunta que ele se recusa a responder através de troca de mensagens por email: por que, vivendo tão longe de São Paulo, no Recife, e convivendo de perto com as lutas políticas locais decorrentes da proximidade da campanha eleitoral, ele prefere deixar de analisar a conjuntura em seu entorno e lançar críticas duras à campanha do pré-candidato José Serra? Afinal, a quem interessa o conteúdo de seus textos? Ele  lança mão enfática e repetidas vezes de adjetivos um tanto fortes e depreciativos para os que defendem a entrada de Serra na disputa, tais como no texto abaixo: cretinos... já desqualificando por antecedência a nós eleitores tucanos e antipetistas. E bate e rebate na mesma tecla dos discursos da militância , que repetem sem cessar que " todos os políticos são farinha do mesmo saco" como se os governistas fossem safra de trigo nobre e separada dos demais. Eu já prefiro achar que no universo político todos são farinha... só que alguns se ajuntaram num saco mais contaminado de carunchos deletérios e letais para o estado democrático que os outros.  Afinal, o jornalista Julio Ferreira vai começar a reparar mais na política ao seu redor, ou vai continuar usando binóculos, como um "voyer", para só espiar o quintal do vizinho? Pois ele aponta farpas no olho dos paulistas quando os recifenses tem um verdadeiro poste cravado no próprio olho.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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CANDIDATOS

Nas eleições municipais em 2004, ele assumiu formalmente, manter-se na Prefeitura, honrando o mandato, o que não impediu que em 2006 deixasse o cargo para o atual prefeito (?), candidatando-se e elegendo-se governador, iniciando uma vultuosa despesa  publicitária, que aliás não lhe deu a vitoria.  Apesar de suas declarações anteriores de não disputar estas eleições, ei-lo pré-candidato e com 30% de intenções de voto. Vamos levar o voto a sério?

José Erlichman joserlichman@gmail.com

São Paulo

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ATITUDE RADICAL

Na próxima eleição para prefeito farei de tudo para o PT (Partido dos Trabalhadores) não ganhar em São Paulo. Serei radical. Sou capaz até de votar no José Serra!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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A CANDIDATURA SERRA

Parece que não existe alternativa ao PSDB vencer a eleição para prefeito de São Paulo, ao não ser apostar na candidatura de José Serra. Os demais postulantes do partido francamente não possuem cacife para tanto, pois o poste de Lula representa um perigo real para a cidade, além de outros dos demais caciques. A melhor ainda seria se o ex-presidente Fernando Henrique Cardo se dispusesse aceitar a candidatura, mas é uma decisão muito pessoal. E o papelão que o ex-governador fez ao renunciar ao seu mandato anterior para concorrer ao cargo de governador de São Paulo e, eleito, renunciou ao novo cargo para concorrer à presidência da República é um sério obstáculo para sua vitória. Agora os eleitores paulistanos se encontram entre um dilema interessante, ou seja, eleger José Serra e ter um bom prefeito, ou “menos ruim”, se preferirem em vez de se arriscar a ter como prefeito algum candidato de outra coligação entre os quais não vejo em nenhum dos já anunciados, a mínima capacidade real para governar a maior metrópole da América do Sul. Mas o tucano deverá convencer cabalmente seus eleitores de que desta vez não repetirá o feito passado, cumprindo seu mandato por inteiro. Também deverá escolher a dedo o seu vice para um eventual impedimento e não repetir outra bobagem igual à Kassab. Afinal de contas é o candidato mais qualificado para governar a cidade. Aliás, o prefeito, que está sempre olhando para o próprio umbigo, já procura perturbar a candidatura do mui amigo confirmando que deu a informação ao petista Ruy Falcão de que Serra, em 2010 segregou-lhe que preferia Dilma ao seu correligionário Aécio Neves. E apesar da sua candidatura ter colocado o Palácio do Planalto em polvorosa, a ponto da presidente Dilma trocar o ministro da Pesca pelo senador Crivella do Pescadores de Robalos e Bagres, conhecido como PRB, para agradar a base governamental em São Paulo. E hoje a noticia é pior ainda, de que dependerá do seu tempo na TV, para o PSD de Kassab indicar o vice de Serra. Ora a melhor estratégia de Serra é se afastar de Kassab e mantê-lo em Banho Maria. Indicar o vice jamais, chega a primeira vez. Essa prática de indicar vices somente em função do tempo de TV no horário eleitoral é um absurdo e justifica até acabar com essa colher de chá para os partidos. Indicação aos cargos públicos por mérito está em desuso há muito tempo.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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RENOVAÇÃO NO PSDB

É um absurdo a arrogância da candidatura do Sr. Jose Serra para a Prefeitura de São Paulo, não respeitando a data para concorrer as prévias e ainda adiarem as prévias em três semanas. São lamentáveis as desistências dos Srs. Andrea Matarazzo e do Bruno Covas. Pois se submeterem aos velhos caciques do partido. Ainda bem que o Sr. José Anibal e o Sr. Tripoli continuaram com as suas

pré-candidaturas. Precisamos de renovação, chega dos mesmos políticos, arrogantes, antipáticos, prepotentes e não cumpridores de suas promessas, como o Sr. Jose Serra, que quando da última vez que assumiu a Prefeitura, largou para concorrer à  Presidência, o que fatalmente vai ocorrer de novo e vai perder de novo. É uma pena, já que o partido nasceu com um propósito inovador, está ficando como todos os outros partidos: sem identidade política – por isso de tantas derrotas.

 

Carlos Augusto dos Santos carlos_augustosantos@hotmail.com

São Paulo

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PARTIDOS E PESSOAS

A sopa de letras em que se transformaram as coligações partidárias é um dos reflexos de uma constituição elaborada com um viés parlamentarista, mas que teve, ao final, o presidencialismo referendado pela população. O partido político é a base do processo eleitoral, mas os eleitores votam nas pessoas, independentemente a qual partido estão filiados – ou ainda, com quais partidos estão coligados. A pessoa de José Serra faz o PSDB praticamente anular as necessárias e inovadoras prévias do partido e também fez Gilberto Kassab "mudar de lado" na condução de seu PSD nas eleições municipais em São Paulo. Isso tudo devido a uma pessoa, não necessariamente às ideias e posições políticas e administrativas que ela professa. Lamentável.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

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EX-MINISTRO IGNORANTE

Foi absolutamente constrangedor ver o candidato Fernando Haddad, ex-ministro da Educação, revelar seu desconhecimento sobre a História do Brasil. Ao debochar de José Serra por ele ter citado, em entrevista, o termo “Estados Unidos do Brasil”, mostrou de forma clara não saber que o Brasil assim era chamado, desde a Proclamação da República, em 1889, até 1967, quando a 1a Constituição Militar mudou o nome para “República Federativa do Brasil”.  A confusão de José Serra se deve não só ao longo período em que o país recebeu aquele nome, mas, talvez, também devido ao fato de que, na época, Serra estava exilado e deve ter “apagado” a mudança de sua memória.  Já a ignorância de Haddad é imperdoável!

 

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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EDUARDO CAMPOS E HADDAD

A vinda de Eduardo Campos, governador do PSB/PE, para a São Paulo chama atenção pela disponibilidade desse político em sair de seu mister para tratar de interesses pessoais; foi assim com a propaganda para levar sua “mamãe” a alçar um cargo público, e agora em atender os apelos chorosos da presidente Dilma pela eleição de Haddad à prefeitura de São Paulo. O apoio de seu partido à candidatura do “poste” imposto por Lula ao PT parece ser inútil, pois este está difícil de levantar voo tendo em vista sua experiência malfadada no MEC. Nem o “pescador de almas”, Crivella, conterá os estragos que Mercadante não tem como revelar e disfarça pondo a culpa nas dimensões do Brasil pelos erros do companheiro da hora. 

Leila E. Leitão

São Paulo

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O VOTO EVANGÉLICO

O PT deverá propor uma reforma nos 10 Mandamentos, principalmente no item "não dirás falso testemunho" para poder convencer o eleitor evangélico a votar no Fernando Haddad para prefeito de São Paulo.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Paulo

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A REFORMA AGRÁRIA DE HADDAD

No Estadão de 3/3/2012 vi que Haddad visitou um centro do MST em Ermelino Matarazzo, sendo recepcionado por rechonchudas “agricultoras”, todas de camisetas vermelhas, exibindo ótima saúde, sintoma de superalimentação, possivelmente na base de produtos colhidos, nas glebas do movimento, nas nascentes do Tietê e barrancas do Tamanduateí.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br

São Paulo

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QUESTIONAMENTO

O candidato ungido pelo líder máximo do PT à Prefeitura de São Paulo, já em plena campanha, esteve na sexta-feira (2/3/2012) visitando um centro do MST em Ermelino Matarazzo. Na foto publicada pelo Estadão, Fernando Haddad servia-se de um suco de laranja e estava rodeado por pessoas bem fornidas com a camiseta do MST, o que suscitou a minha curiosidade em relação às suas vidas: onde moram, qual a sua ocupação, quem as alimenta?  Espero não ficar conhecida como “a velhinha do Pacaembu”.

Diva Azevedo Andrade Mazbouh Diva.am@uol.com.br

São Paulo

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SEM MORAL

O pré-candidato do PT a Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, é o mesmo senhor que simplesmente desmoralizou o Enem, inclusive com interferência da justiça com decisão em pro dos estudantes prejudicados pela bagunça causada pela falta de planejamento da Instituição que Tinha como responsável o ilustre possível candidato a Prefeitura de São Paulo. Será que se eleito este senhor vai trazer para o município o fracasso que teve na esfera federal? Um bom projeto tem que ter continuidade independentemente do autor do projeto, este e um problema sério, pois cada um que chega ao poder gasta uma fortuna do seu jeito, ou seja, com subjetividade e não pensa na coletividade.

     

Paulo Rodrigues de Moura paulorodriguesmoura@hotmail.com

São Paulo

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TROCA DE PODER

Para que Haddad para quem já tem Kassab? Qual é a tese? Quanto pior melhor ?

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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LEI GERAL DA COPA

Só porque o secretário-geral da Fifa, Jérone Valke, ter declarado que as obras para a Copa/2014 estarem muito atrasadas (só não percebem as nossas "autoridades" em razão de outros intere$$e$), e ter usado um linguajar "chulo", tão comum ao ex-presidente Lula, só por ter dito que Brasília deveria receber "um chute ou um pontapé no traseiro" para acelerar tais obras, que ofensa, hein? Não somos nós que ofendemos a todos com a simples demonstração de incompetência (e muita corrupção), para a execução das obras com tempo hábil para a realização da copa? Por que o presidente da comissão que analisa a Lei Geral da Copa, deputado Renan Filho (PMDB/AL), classificou de "inadmissível" a declaração quando as obras de tudo que envolve a Copa/2014 continuarem na mesma, é ou não é? O evento Copa do Mundo de Futebol não é apenas para o Brasil, se for realizado em nosso país é para o mundo todo, diante da situação é melhor desistir a tempo, para que outro país a realize, já que a grande maioria dos brasileiros acha que vai ser um "furo n'água" e para não nos submetermos a essa vergonha internacional. A Fifa que resolva a sua maneira e quando o Brasil tiver suas reais condições de realizar tal evento, sem fins eleitoreiros, daí  com toda firmeza  poderemos aceitar.

 

Reinaldo Amaral reinaldo2901@uol.com.br

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA X SOBERANIA

Sim, somos país soberano, mas aparentemente incompetente para cumprir aquilo que nos foi delegado: realizar a Copa do mundo de futebol com toda a infra requerida com anos de antecedência! Ainda não chegamos lá, mas do jeito que vai, concretamente: ou muda-se a Copa de país ou será uma vergonha nacional, que vai entrar para livros de história como exemplo negativo. Porém, incompetência não anula soberania; desse modo creio que a resposta do ministro Aldo Rebelo é até muito cordial para o tal do Jérôme, que faria melhor em propor chute lá nos traseiros caseiros dele próprio, com ou sem erro de tradução(me engana que eu gosto, Jérôme...).

Antonio Carlos de Souza Queiroz Cardoso Filho acardoso@acardoso.com

São Paulo

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VALCKE PEDE DESCULPAS

Estamos acostumados com a falta de preparo de muitos dos nossos deputados, mas de um jornalista deste conceituado jornal, é inadmissível. Tal ignorância se demonstra quando afirma “ A tradução é mesmo dar um chute no traseiro”. Como jornalista deveria ter se informado e descobriria que essa expressão tem até sua “irmã”na língua inglesa – “Kicking butts” , que também significa acelerar o processo. Se o dirigente está kicking butts, ele está “acelerado” ou “acelerando o processo”. Desse jeito, a próxima de vocês vai ser apoiar o cardápio bem brasileiro para ser servido nos estádios – “Prato principal: Contra-Filé a cavalo – Sobremesa: Pudim – traduzido para – Principal plate: Against- steak on horse – Overtable: puding!

Carlos Abdala carlosabdala@hotmail.com

Santos

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HEMATOMA

O pontapé da Fifa não doeu nada em cuecas recheadas com dólares.

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MERECE

Noticiário da hora do almoço de ontem dizia que a carta de protesto às palavras do Mr. Valcke teria sido encaminhada ao Comitê Olímpico Internacional (COI), e não à Fifa. Se confirmada tal incompetência só restaria à Dona Dilma retirar a carta e ofertar o traseiro que há muito está merecendo o citado chute e não apenas da Fifa mas de todos que se preocupam com este país!

Carlos Eduardo da Silva Braga carlosbraga@mmol.com.br

Brotas

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PORTA-VOZ

A indisposição das autoridades brasileiras contra o secretário geral da Fifa, Jerome Valcke só pode ser coisa de governos ditadores, ou melhor, democracia de um partido só. Jerome Valcke, o senhor é o porta-voz que precisávamos para expor as mazelas do Brasil ao resto do mundo e desmascarar a grande farsa que foi o governo Lula e da "Democracia Petista". Sua declaração de que o Brasil merece um "chute no traseiro" devido à ineficiência de nossa administração causou grande desconforto na cúpula petista juntamente com seus comparsas, a ponto de nos expor ao vexame ao romper com o senhor. Suas declarações merecem aplausos daqueles que não concordam com o absurdo de organizar eventos de tal magnitude como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos da forma como atualmente é realizado.

Ricardo A. Rocha rochaerocha@uol.com.br

São Paulo

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PÉ NO TRASEIRO X VAGABUNDO

A simples presença como "assessor para assuntos de relações internacionais" da Presidência da República de Marco Aurélio Garcia, o homem do "top top" para mais de 200 mortos na pior tragédia aérea do Pais, já é mais denegridor para nós do que as palavras mal educadas mas verdadeiras de Jerome Valcke. Não é  só o Ministério da Presidente que precisa de faxina.

Reinaldo Jose Barbosa Lima Reinaldo barbosalima_br@yahoo.com.br

Guarulhos

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O CHUTE MERECIDO

Vários governistas de inúmeros escalões do governo se sentiram ofendidos com a reprimenda de mau gosto do dirigente da Fifa, entidade nem um pouco confiável mas que cobra o que lhe foi prometido. A reação foi excessiva e até o todo poderoso José Sarney deu sua opinião. Como se fosse novidade o fato de que estamos completamente atrasadíssimos e não conseguiremos aprontar quase nada da infra-estrutura requerida para que se possa receber tanto a Copa do Mundo como a Olimpíada. Basta ver a situação dos nossos aeroportos onde nem os banheiros são decentes e limpos, um horror. O mais extraordinário é relembrar que quando o boliviano Evo Morales tomou posse das refinarias da Petrobras ou quando o paraguaio Lugo resolver que o Tratado de Itaipu teria que ser revisto não se viu nenhuma reação dos aliados dos petistas. Também ninguém fala nada quando o governo argentino resolve implicar com os produtos brasileiros exportados para lá. O fervor patriótico dessas pessoas só emerge quando não precisa, a tropa de choque da presidente da República resolveu que o merecidíssimo chute no traseiro dos organizadores da Copa no Brasil é uma grande ofensa talvez para desviar a atenção do fato que a Fifa tem, neste caso, toda razão.

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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CHUTE NO TRASEIRO

Caiu como uma luva a charge de Leo Martins (A2, 6/3) retratando Jérome Valcke, secretário-geral da Fifa, calçando um sapato no mínimo de nº 54, para dar no incompetente  governo petista uma tremenda “ripa na xulipa e pimba na gorduchinha” (bordão criado e eternizado pelo fantástico radialista Osmar Santos).

 

Yoshitomo Tsuji y.ts@hotmail.com

São Paulo

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COPA DO MUNDO

O Sr. Lulla, para turbinar a candidatura Dilma, abaixou as calças e concordou com as imposições da Fifa. Agora não querem cumprir os compromissos assumidos, como a venda de bebidas alcoólicas e as meias entradas.

Carlos Norberto  Vetorazzi cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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JEITINHO

O ministro (minúscula) das Relações Internacionais, Marco Aurélio "top-top" Garcia, irritado com a afirmação que o secretário-geral da Fifa, fez sobre os preparativos da Copa 2014, fez uma declaração que nos dá calafrios na espinha: "Vocês sabem como é o ritmo do Brasil.  Não é o ritmo europeu, germânico.  Vamos fazer de nosso jeito'.  Dá para imaginar qual vai ser o jeito, sabendo-se como a corrupção anda solta e justificada? Já pensaram, leitores amigos, o custo dessa aventura diabólica, para nossos bolsos?

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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MINISTRO TOP-TOP

 

Nem sabia que esse sr. Marco Aurélio Garcia ocupa  cargo no governo Dilma. Ainda mais como Ministro das Relações Internacionais. Pergunto se relações internacionais não seria assunto do Ministro do Exterior. Bem, deixa pra lá, porque ministério é o que não falta desde o governo Lula. Ver esse senhor Garcia reeditar o destempero  de suas atitudes, antes gestual e  agora verbal, chamando o secretário da Fifa  Jerôme Valcke de "boquirroto e vagabundo", dá bem a idéia do nível ético de alguns ocupantes deste governo, que deveriam antes de tudo nos representar com dignidade. Aliás, posição digna de um estadista teve o ministro do Esporte, sr. Aldo Rebelo, respondendo de maneira diplomática mas firme à impropriedade dita pelo representante da FIFA. Mas Marco Aurélio Garcia não perde a oportunidade de aparecer de forma a nos envergonhar, agora que sei, como um representante do Brasil lá fora. Recordam de seu gesto obsceno (top-top) tempos atrás. O senhor Garcia é mesmo um "roto falando de rasgado".

 

Rubens Muniz Ferraz rferraz4@uol.com.br

São Paulo

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DIPLOMACIA

Realmente “bunda" não é uma palavra diplomática, embora retrate bem a bagunça da organização da Copa no Brasil. Pior seria se o Sr. Jérôme Valcke utilizasse à expressar-se gestos obscenos de desprezo, como fez o Secretário Marco Aurélio top top Garcia e um aspone, diante do terrível acidente da TAM em Congonhas, com dezenas e dezenas de vítimas. E não é que passados esses anos o áulico da esquerda rancorosa e decadente retorna, procurando dar lições de educação e diplomacia. Pobre Brasil.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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DESISTAMOS

Que possam ser iluminados os brasileiros que têm poder para tanto, responsáveis diretos, ou não, pela realização da Copa do Mundo no Brasil, a fim de que desistam antes de junho que a Copa ocorra aqui, não tendo que pagar nenhuma multa pela desistência, e evitando assim um fiasco inevitável, sem contar o mastodôntico desvio de verbas públicas, que poderiam ser aplicadas em coisas úteis para todos os brasileiros, e não só para o aproveitamento de pequenos grupos que, como é de praxe, se aproveitarão dos costumeiros superfaturamentos, que ocorrem em todo grande empreendimento. 

 

Iracema Palombello cepalombello@yahoo.com.br

Bragança Paulista

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A FIFA E O BRASIL

Venderam o Brasil em forma de Copa do Mundo e quem esta ganhando mais e mais, além da Fifa e seus companheiros de vendas, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva e Ricardo Teixeira. Lula descobriu a mina de ganhar dinheiro que é o Brasil e inventou uma série de eventos faraônicos, Copa do Mundo e Olimpíada, todos os países que promoveram estes eventos quebraram economicamente nos últimos anos Grécia, África do Sul, Canadá (esta se recuperando agora após a Olimpíada de 1976). Agora o Brasil sem estrutura nenhuma esta colocando uma ilusão no povo, que depois de algum tempo a realidade será nua e crua, tudo pela utopia lulista. A Fifa está ingerindo nos negócios do Brasil, ditando normas que ferem a soberania nacional no que diz respeito a leis especificas já editadas para o torcedor (Estatuto do Torcedor). Agora vem um senhor e diz que tem de ser tudo mudado de acordo com a vontade da mafiosa Fifa! Lula e seus amigos da Fifa e das grandes construtoras do Brasil, vão levar nacos da partilha das verbas para a construção de estádio onde nem o futebol se pratica (Mato Grosso e Amazonas), que devem depois da Copa de 2014 virarem um Jardim Zoológico e um Museu Pantaneiro. O ministro Aldo Rebelo está certo, o Brasil é um país com governante eleito democraticamente e com leis que devem ser respeitadas e cumpridas, não a casa de pai Lula, em que tudo jamais foi levado a sério, mas apenas um brinquedinho nas mãos inescrupulosas de alguns companheiros e hoje alguns amigos grandes empresários. Que tal uma CPI da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

Walter Francisco Barros walterfbarros@yahoo.com.br

Araçatuba

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‘CHUMBO FINO’

Gostaria de tecer alguns comentários que julgo serem importantes acerca do artigo Chumbo fino publicado no caderno Aliás no dia 4/3 e escrito por Christian Carvalho Cruz. Primeiramente, faz-se necessário salientar que os projéteis de borracha, bem como outros equipamentos como as granadas de gás lacrimogênio, bombas de efeito moral e tonfa, são meios utilizados no mundo inteiro para o controle de distúrbios, de modo que não se pode afirmar que no Brasil os policiais fazem uso de técnicas muito violentas para a contenção de distúrbios, uma vez que as mesmas são utilizadas em países considerados mais democráticos que o nosso. Os relatos dos feridos pelas "balas" de borracha soaram um tanto quando parciais, uma vez que o contexto do tumulto não fora relatado. Um dos relatos diz respeito a uma estudante da USP atingida por três projéteis de borracha, porém nada foi dito a respeito dos ocorridos no protesto do qual a mesma fazia parte. Na ocasião, em 2011, os manifestantes se reuniram em frente a um prédio público afim de protestar contra o aumento nas passagens de ônibus. Os homens da GCM estavam lá para fazer a segurança da manifestação e garantir que nada saísse do controle. Entretanto, em algum momento, os manifestantes se exaltaram e passaram a agredir os Guarda Civis Metropolitanos, chegando ao ponto de arremessar contra os mesmos grades de ferro que serviam para fazer o isolamento da área. Em relação aos acontecimentos supra mencionados, qual seria a reação esperada? De que modo a polícia e os Guardas Civis Metropolitanos deveriam agir? A verdade é uma só, as forças de segurança estavam diante de um tumulto cujos manifestantes haviam extrapolado seu direito de protestar, surgindo, deste modo, uma necessidade de contê-los. Apesar de os manifestantes estarem lutando pelo interesse de todos os usuários de ônibus, quando começaram a agir com violência se tornaram uma ameaça ao bem comum. Diante disto, a polícia deve utilizar-se dos meios mais eficazes para fazer cessar a desordem, os quais, no caso, traduziram-se em munição de borracha. Penso que seja necessário falar, também, acerca do comportamento dos manifestantes. Em 2011, alunos da USP ocuparam o prédio da reitoria da mesma, resistindo alguns dias apesar da pressão da polícia e de ordens judiciais. Após a desocupação realizada pela polícia, foram encontrados coquetéis molotov no prédio, dentro de uma sala que seria uma oficina de fabricação dos mesmos. Ou seja, ninguém se espanta pelo fato de jovens inconsequentes se armarem com coquetéis Molotov, mas chamam a polícia de violenta quando desocupa um prédio de maneira coordenada e por meio de técnicas consagradas mundialmente. Pergunto para o escritor do artigo tratado neste texto, como o senhor acha que deveria ser feito o combate a esses vândalos (vândalo é um termo mais leve, pois para mim esses jovens são marginais, bandidos)? Eu não gostaria de estar num ônibus no momento que um "estudante" resolvesse protestar por meio de um Molotov. Na minha concepção, as manifestações são muito importantes para que a população demonstre a sua opinião a respeito dos fatos que acontecem em nosso país, porém desde que sejam realizadas de maneira pacífica, pois a partir do momento que a violência se instala, a polícia tem de agir com força. Sem as armas de controle de distúrbios, incluindo aí as "balas" de borracha, o país seria uma desordem. Tem-se que ter em mente que os policiais, em regra, negociam com os lideres de um movimento para depois aumentar a força, o que é conhecido por "uso progressivo da força".Daria para discorrer mais sobre o assunto, porém acredito que meu objetivo já fora atingido.

Fábio Martellini fabiobiao@yahoo.com.br

São Paulo

                                                    

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BALA DE BORRACHA

Raras foram em minha vida as vezes em que li tamanho festival de bobagens e asneiras politicamente-corretas que normalmente encontro desfiladas ao píncaro do ridículo, isto sim, é na redação de um outro certo jornal que costuma ideologizar até mesmo notícia pancada de chuva e enchente. Vilanizar a “bala de borracha" como ocorreu no caderno Aliás rebaixa a redação deste jornal ao grau de quem, usando da caneta, o faz com ares de ideologia estudantil. Entrevistar o batido personagem da inefável psicóloga militante de comitês, coletivos, ONGs e outras tantas 'sopa de letrinhas' que sempre veem na necessária repressão policial uma violação à liberdade de expressão de alguém, é só o lugar comum , a cereja de sempre que sempre enfeita o bolo de sempre de matérias sempre assim, engajadinhas.

 

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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