Fórum dos Leitores

CAMINHONEIROS

O Estado de S.Paulo

08 Março 2012 | 03h09

Locaute

A discussão e o eventual enfrentamento com o Poder Executivo nos tribunais fazem parte do jogo democrático. Já a imposição pela força, com prejuízos evidentes para a população, inocente útil, faz parte do jogo autoritário dos que defendem o "quanto pior, melhor", ou "como eu não sou governo, dane-se o povo". E não esqueçamos os postos que aumentaram os preços na bomba, aproveitando-se da escassez temporária.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Absurdo

Os transportadores de combustíveis, apesar da ordem do TRT de cessação da greve e da aplicação de multa diária de R$ 1 milhão, insistem em não os entregar, fazendo-nos a todos reféns desses desordeiros sindicalistas ligados ao PT de Lulla e Dilma. Já há postos cobrando até R$ 5 o litro de gasolina, extorquindo o consumidor. Esse é o exemplo que herdamos do lullopetismo, que adorava fazer greves nas portas de fábricas do ABC paulista. As multas aplicadas aos sindicatos deveriam ser mais elevadas, até R$ 50 milhões/dia. Assim seria mais justo, não é?

BORIS BECKER

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

Ordem pública

A primeira página do caderno Cidades de ontem mostra em seu rodapé a foto de quatro senhores bem alimentados, rindo da perturbação causada pela greve, que ameaça de paralisação a cidade de São Paulo. Não devem ser motoristas nem grevistas, pois estariam os primeiros tentando trabalhar e os segundos, tentando impedi-los. Os únicos que poderiam rir nessa situação seriam os sindicalistas, comemorando mais uma vitória de sua classe. Convém lembrar que estamos em ano eleitoral, época invariavelmente preferida pelos sindicatos para perturbar a ordem pública!

GLALCO ÍTALO PIERI

colyacpieri@uol.com.br

Avaré

Disciplina

Sempre que se tenta fazer alguma alteração criando regras e horários para certas atividades que podem beneficiar a maioria, a minoria, que tem de se adaptar, reage às vezes com chantagens e até boicotes, como é o caso do caminhoneiros de combustível em São Paulo. Se a medida pode melhorar o tráfego nas Marginais, por que eles não se podem adequar a horários de entrega? Na Europa e na maioria dos países onde essas regras existem não há conflitos e o trânsito é bem melhor. As Marginais têm sido, desde sua inauguração, uma "ditadura" dos caminhões, que circularam por todas as faixas sem a menor disciplina, espalhando fumaça e entupindo o trânsito. Adaptações às regras podem e deve ser estudadas, mas chantagear os cidadãos me parece truculência e desobediência sem sentido, ou até provocação política, em ano de eleições.

FRANCISCO DA COSTA OLIVEIRA

fco.paco@uol.com.br

São Paulo

Chantagem

Interessante nosso exmo. prefeito falar em "chantagem dos caminhoneiros" e que a recente medida de restrição a veículos pesados no centro expandido de São Paulo é para melhorar o trânsito no horário de pico. Gostaria de lembrar que no ano passado nosso exmo. prefeito não teve essa sensibilidade ao permitir a realização do GP de Fórmula Indy em plena segunda-feira, no horário de pico, na mesma Marginal do Tietê. Percebe-se bem a preocupação com o bem-estar do paulistano e de sua "abandonada" cidade.

MAURICIO ADRIANO NIEL

mauniel@terra.com.br

São Paulo

Trânsito de caminhões

Sinceramente, não entendo as medidas drásticas tomadas pelo prefeito contra o trânsito dos caminhões. Como abastecer a cidade sem esses veículos de transporte? Particularmente, até considero que os caminhões funcionam como transporte coletivo, pois sua função é abastecer a cidade com produtos de primeira necessidade. Frise-se: necessidade coletiva. Por que, então, tantos privilégios para o transporte individual, na maioria dos casos só do próprio motorista?! Parece estar havendo inversão de valores, porque, na realidade, não há excesso de caminhões, mas de carros. A baixa fluidez do trânsito em São Paulo ocorre mais pelas medidas absurdas que o DSV vem tomando ultimamente, como a limitação da velocidade em grandes avenidas a 60, 50 e até 40 km/hora. Até parece que o desafio do prefeito é parar a cidade de vez.

JORGE M. ONODA

jorge@onoda.com.br

São Paulo

Restrição na Marginal

O que os caminhoneiros precisam entender é que a restrição de circulação não é um ato de vontade, mas de necessidade. Todos os cidadãos estão fazendo a sua parte. Ou só eles precisam do seu veículo para trabalhar? É preciso adequar-se e, com o tempo, capacitar a cidade com serviços de transporte público de qualidade.

CARLITO SAMPAIO GÓES

carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

Alternativa de rota

Restrição à circulação de caminhões na parte da manhã é um tiro no pé. O efeito-represa sobrecarrega o período de liberação, tornando a cidade um inferno. Depois da construção do Rodoanel Norte poderia ter sido estudado algo, mas agora ficou provado ser inviável e todos perdemos com esse rodízio. Tomara que seja revertido o mais rápido possível. Ouvi o presidente do sindicato dos caminhoneiros falando com coerência exatamente sobre não haver alternativa de rota. Só se pode criar a restrição quando houver uma alternativa de rota.

JOÃO JUNQUEIRA

jonjunq@gmail.com

São Paulo

Aliança

O prefeito Kassab ainda vai querer aliar-se, no futuro, ao (des)governo petista depois desta guerra promovida por eles, com interesses nitidamente eleitorais, desabastecendo postos e tornando a vida dos paulistanos um inferno?

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Eleições

Greve de caminhoneiros, falta de abastecimento, caos no trânsito e multas exageradas em São Paulo. "Antes não tinha, agora tem!"

MOUSSA SIMHON

pacenge@gmail.com

São Paulo

POR ONDE PASSA UM BOI PASSA A BOIADA

A Lei Geral da Copa foi aprovada na Comissão. Agora vai ao plenário da Câmara e, depois, para o Senado. Parece que o pontapé no traseiro funcionou. Aprovaram com liberação de bebida alcoólica nos estádios. Isso vai contra a lei existente no País sobre o tema, que não fala em exceções. O que estão fazendo, em nome de uma excepcionalidade, é um precedente perigoso. Isso não pode nem deve ser permitido. A excepcionalidade do evento não pode ferir as leis do País. Se um dos maiores patrocinadores da Fifa é um fabricante de cervejas, problema dela. Não podemos mostrar postura de país submisso ou de republiqueta de quinta categoria. Temos de nos impor e mostrar que temos leis que devem ser respeitadas. Espero que os plenários tenham mais juízo e não capitulem. Um país que capitula dessa maneira não é país. Não merece o respeito de ninguém. Amanhã ou depois qualquer um poderá, em nome de outra excepcionalidade, reivindicar o mesmo tratamento. Por onde passa um boi passa uma boiada.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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 COPA 2014

Jerome Valcke foi muito grosso, mas Aldo Rebelo respondeu-lhe com elegância. Até que Marco Aurélio "top-top" Garcia entrou na discussão e soltou o verbo como o barraqueiro que sempre foi. Menos de 24 horas depois, "top-top" resolveu dar palpites sobre taxas de juros, assunto sobre o qual é um profundo e imbecil neófito, e levou um "cala-boca" da presidente. A arrogância mórbida de Marco Aurélio Garcia é o espelho do governo que ele representa. Leão

 

Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

 

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 SOBERANIA NO LIXO

Não sabemos o que nos envergonha mais: o chute no traseiro, simbólico, que o cara da Fifa deu nos nossos governantes ou a lei aprovada que contraria lei já existente que proibia bebidas alcoólicas no estádios. Jogaram a soberania do País na lata do lixo? Afinal as leis estão aí para serem cumpridas e não para agradar a gregos e troianos.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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VAGABUNDO

Tendo o secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke, pedido desculpas ao governo brasileiro e se retratado por ter mandado "dar um chute no traseiro" dos organizadores brasileiros da Copa, cumpre esperar para ver se o 'assessor especial da Presidência', o gorila Marco Aurélio Garcia, também irá pedir desculpas por rotulá-lo de 'vagabundo'. Aliás, logo quem para atribuir-lhe tal rótulo...

 

Paulo Busko paulobusko@terra.com.br

São Paulo

 

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CHUTE NO TRASEIRO DE QUEM MERECE

A discussão em torno da frase do secretário geral da Fifa, recomendando um “pé no traseiro” do Brasil, repercutiu pela imprensa dos quatro cantos do mundo. Na edição de 7/3 de O Estado de S. Paulo, já se comenta sobre como perdoá-lo... Pelo jeito, a atitude “firme” do ministro do Esporte do Brasil, que declarou não mais discutir temas da Copa com esse “interlocutor da Fifa”, mostrou que o secretário da Federação Internacional de Futebol estava “coberto de razão”… Não por agredir toda a nação, deixando de nominar os verdadeiros merecedores dessa agressão; Não por ofender milhões de brasileiros sérios que trabalham, de janeiro a abril de cada ano, para pagar a alta carga tributária que o país impõe e não devolve na forma de bons serviços públicos, e sim na forma de “futuras arenas de futebol”; Não por in(voluntariamente) destinarmos dinheiro público para a construção de estádios de futebol em 12 cidades carentes, cada qual em seu tom: – de segurança, mobilidade urbana, saúde, educação e saneamento básico; Não pelas negociações impostas para mudar as leis do Brasil, baseado nos interesses de uma “entidade de futebol” e que, para piorar,seguirão em curso mediadas por esse desbocado secretário. Na realidade o representante da Fifa tem razão quando, respondendo ao ministro do Esporte do Brasil, diz que a resposta do governo é infantil… Infantil, por não ver que mesmo diante do “chute proposto”, continuaremos tolerando que a nossa arrecadação de impostos seja tragada pelas obras das “inflacionadas” arenas de futebol da Copa do Mundo, conforme comprovam os documentos enviados pelo caderno de encargos do Brasil a Fifa, como se fossemos liderados pelo Xerife de Nottingham – aquele da Fábula do Robin Hood; Infantil, pois apenas o Ministro dos Esportes, tal qual um anãozinho abandonado, respondeu a atitude invasiva e agressiva do Gigante Gulliver da Fifa – que seguirá entrando, saindo,deixando de recolher impostos, ditando regras e impondo procedimentos ao povo e ao seu governo, tratados como verdadeiros cidadãos de Lilliput. Infantil, pois seguiremos cortando bilhões em verbas de investimento na saúde e com índices de educação de Terceiro Mundo, como divulgado pela imprensa, enquanto o COL, a Fifa, os Estados, as prefeituras e o governo federal, seguirão trabalhando na aprovação das leis para a liberação da “poção mágica”. Com isso ela voltará a ser livremente consumida nas “Florestas Encantadas”, aqui chamadas de Arenas de Futebol, pelas “brancas de neve” que visitarem nossas praças esportivas. Antes que alguém se ofenda, peço perdão pela “classificação fabulosa”, proposta para as pessoas de bem, de todo o mundo, que pretendem assistir aos jogos do mundial. Mas reitero que ela não exclui os eventuais “barra bravas”, “hooligans” e quantos outros que visitarem o país, para se juntarem aos nossos grupos organizados – que conseguiram tirar o consumo de álcool da rotina dos estádios, pelos exemplos de vandalismo e violência registrados nas praças esportivas do Brasil; Aos políticos e governantes que optarem pelo seguimento das negociatas com a Fifa, pela ameaça de perdermos uma Copa e que prosseguirem negligenciando o que, de fato, importa ao País, só nos resta confirmar a expectativa do contador de fábulas, Sr. Valcke. Que tal adotarmos a atitude pueril de punirmos todos eles? Proponho a substituição dos nossos votos obrigatórios (nas eleições municipais, estaduais e federais), pelo envio de votos para se juntarem ao bando de um tal Ali Babá, bem longe daqui, lá nas mil e uma noites…

 

Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes rodrigoguerreirobuenodemoraes@gmail.com

São Paulo

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O ‘PIBINHO’ DE 2011

Desde que o PT se tornou governo com a eleição do Lula, tudo o que acontece de bom é mérito da maneira petista de governar, mas se deu errado é resultado de alguma herança maldita, ou culpa da conjuntura mundial. Além disso, minimizam os seus erros e supervalorizam os acertos. Esse Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% em 2011, que acabou de ser divulgado e que foi visto como um pibinho por críticos isentos, foi considerado uma vitória para o governo petista. O ruim nisso tudo é cerca de 80% da população acaba acreditando nessa propaganda enganosa, e permite a aberração dessa elevada aprovação do governo.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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O BODE EXPIATÓRIO

Era claro e evidente que Dilma já tinha seu "bode expiatório" para justificar a baixa do PIB no Brasil. A crise global foi a vilã. Esqueceu, porém, que o governo foi sempre enfático em afirmar que éramos imunes e suficientemente fortes para não sermos atingidos. Ou não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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 DISCURSO POLÍTICO

Carlos Alberto Sardenberg está certíssimo no seu artigo Tudo  culpa deles (5/3, B2). A falsa guerra fiscal no Brasil não passa de  uma cortina de fumaça. Enquanto a chanceler alemã Angela Merkel peita os países na crise europeia, no Brasil, o discurso de Dilma tem  um fundo meramente  político. Segura a entrada de dólares e barra as importações na tentativa de desvalorizar o real. E por que a moeda brasileira valoriza mais que as outras? Por conta da nossa taxa de juros que é  muito alta. Isso é culpa dos outros? Não, é culpa nossa. Mas culpar os ricos, como fazia Lula é o  tom apelativo usado por Dilma para seguir tapando os olhos do povo com uma peneira.  O alto custo Brasil responsável pelos péssimos índices de produtividade, carga tributaria entrevada, uma infraestrutura do atraso e educação de quinto mundo. Eis   alguns entraves   que  não são visíveis a olho nu pela população.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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 ÀS MIL MARAVILHAS

O desgoverno teria ficado "ofendido" pelo fato da Serasa Experian ter divulgado a informação de que cresceu 35,29% as falências requeridas em Fevereiro/2012 em comparação com 2011? Se considerarem as falências decretadas o aumento foi supeior a 200%, e ninguém se ofendeu? Estamos às mil maravilhas... O brasileiro Eike Batista é a 7ª pessoa mais rica do mundo, que contraste hein? Que em definitivo não venha a Copa/2014, para não aumentar o número de ricos e a desgraça do povo brasileiro. Brasil, sil, sil...

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

 

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ERA SÓ O QUE FALTAVA!

Destaque da página B1 de 6/3 do Estado: (na Alemanha), "Dilma promete proteção ao real, e Merkel critica 'protecionismo' unilateral". "Ora, ora, ora...vejam só!"(sic Arrelia e Pimentinha).  Quer dizer, então, que o Brasil, sozinho, não pode e não deve proteger sua moeda contra um ataque europeu/norte-americano conjunto, segundo a chanceler alemã;  entretanto, por não ser unilateralmente, o conjunto dos "estourados" europeus/norte-americanos pode atacar o nosso Real como, quando e da forma pela qual optarem. Só que o ataque não pode ser... unilateral. Tem que ser um conjunto de países viciados na emissão  do Dólar e do tal... Euro.  Será isso? Era só o que faltava! Alguém, por favor(pode ser até o Obama) avise a senhora Merkel que a primeira e segunda guerras mundiais já terminaram há muito tempo.  Aliás, todos sabemos de que forma. A Alemanha e sua primeira ministra devem ter certeza de que não somos a Grécia e que falamos o português do Brasil. Verstehen wir? (estamos entendidos?)

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

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TSUNAMIS E JUROS

Cara presidente Dilma, pergunte, por favor, aí aos alemães, se eles mandariam algum euro ao Brasil caso nossas taxas de juros fossem iguais ao do resto do mundo. Suponho que não. Então, a senhora possivelmente esteja exagerando um pouco ao falar de tsunamis. A tal avalanche de dólares e euros é o que tem salvado a economia deles. E eles são responsáveis só pela economia deles. A nossa tem outra responsável.

 

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo 

 

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JUROS

Com graça, Noel Rosa enalteceu, no samba Conversa de Botequim, o abusado que pedira ao garçom dinheiro emprestado para pagar a conta,  porque o dele deixara com o bicheiro. Em igual cenário de   botequim,  correm versões populares  a respeito do assessor internacional do governo,   Marco Aurélio Garcia: “um porralouca”,    ouve-se de uma mesa,  a lembrar o gesto obsceno com que reagira ante noticiário da imprensa tempos atrás,  e agora, ao chamar de vagabundo o cara  da Fifa, valendo-se de mesmo linguajar impróprio, bem como revelando, sem competência funcional própria,   futura decisão, ainda sob exame, do Banco Central referente a  baixa de   juros.  “Sobre juros quem fala é o Tombini”,  “pitou”  a Presidente, referindo-se ao Presidente do BC. “Baixa esse pinta, pô!”, nova graça,  ouve-se de outra mesa.

Marden Braga  mardenbraga@bol.com.br

São Paulo

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 ISRAEL E IRÃ

Quer dizer então que Israel pode ter mais de 200 ogivas nucleares sem ser signatário de nenhuma Tratado de Não-Proliferação Nuclear, nenhum tratado que se compromete com a paz mundial, continuar cometendo as diárias atrocidades e violações dos direitos humanos ao povo palestino, além de ter em seu histórico invejável currículo de participação em guerras e até apoio ao Apartheid na África do Sul, conforme comprovados recentemente, e no final das contas quem são os terroristas são os iranianos? É no mínimo patético!

Judson Clayton Maciel judson@judsonline.com

Rio de Janeiro

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CAMINHÕES EM SÃO PAULO

Com razão o editorialista (Chantagem dos caminhoneiros, 7/3, A3), pois chantagem é o nome correto para a ação criminosa do Sindicam. A restrição de circulação na Marginal Tietê era anunciada há tempo. Só que este ano é ano eleitoral, e não seria de estranhar se soubermos, em breve, que partidos políticos estão participando dessa chantagem. Mais que melhoria do trânsito, é preciso reconhecer que os caminhões, exatamente por serem veículos de maior porte, acabam por causar mais vítimas em acidentes com outros veículos. Já tive o meu veículo arrastado por uma carreta na Marginal Tietê pois, segundo o motorista, eu estava "no ponto cego do veículo". Não respeitam o uso da faixa devida, empreendem velocidade além da permitida, aterrorizam os demais motoristas. "Profissionais" desse tipo devem ser tratados como caso de polícia.

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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KASSAB, O GAROTO TRAVESSO

Parece que Kassab, o garoto travesso, quer piorar o resultado das eleições favorável a José Serra, pois estão juntos nessa. Se faltar gasolina, é Serra quem será prejudicado.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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FALTA DE BOM SENSO

Caminhões proibidos de transitar na Marginal do Tietê às 5h da madrugada podem às 9h. Ridículo.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo 

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QUESTÃO DE SEGURANÇA MUNICIPAL

A Prefeitura da cidade de São Paulo não tem razão. Os caminhões que distribuem combustíveis não só deveriam ter acesso livre a qualquer lugar  da Região Metropolitana, independentemente de horário, como, também, deveriam transitar equipados com sirenes especiais para que todos os motoristas que circulam pelas ruas lhes facilitassem a passagem.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG) 

 

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INFERNO NA PAZ

Dizem que Deus é brasileiro, rogo que seja mesmo. Já imaginaram se em nosso país houvesse  problemas do nível daqueles que ocorreram recentemente no Japão? Aqui, só pelo motivo de o prefeito impor restrições no horário de circulação de caminhões nas marginais, já transformaram São Paulo em um verdadeiro inferno, além, é claro, de alguns "gerente" de alguns postos de combustível que aumentaram em até 100% o preço de seus produtos. Tudo bem que alguns gerentes de postos de combustível foram presos, porém por quantos minutos irão permanecer presos? Pressuponho que pagarão uma pequena fiança e ficará tudo certo.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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CARRO MOVIDO A AR

Esta paralisação na distribuição de combustível tem o seu lado positivo pois mostra claramente que, através da postura desses trabalhadores, fica evidente onde está o poder que emana do povo... o poder de dizer não... o poder do boicote e, o que é melhor, deixa transparecer as inovações existentes, tal como a existência do carro movido a "ar comprimido", em teste desde 2008 na cidade de Brignoles – França. Agora chegou a hora dos "interessados" acessar o Google e procurar por "Carro a Ar" e ver com seus próprios olhos que já não precisamos de combustível fóssil para movimentar os veículos e que podemos inclusive, ajudar a salvar esse Planeta. E povo precisa usar o seu poder para cobrar esta medida!

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

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 O PAPEL DOS CONSUMIDORES

A atual situação dos postos na Capital Paulista é, em grande parte, pelo próprio comportamento do consumidor que logo após acompanhar ao noticiário se dirigem aos postos no desespero e acaba fazendo da situação a calamidade que se viu. Por outro lado alguns comerciantes, aproveitando da condição, elevam os preços a patamares absurdos demonstrando uma total falta de respeito ao consumidor. Alguns desses postos foram multados, gerentes detidos... mas o importante seria que os consumidores afetados pela exploração  nunca mais voltassem a abastecer nesses exploradores.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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ROUBO NOS POSTOS GASOLINA

Registro que anteontem à noite fui abastecer meu carro e, por causa da bagunça que reina no País, quase mais ninguém respeita as leis, os postos de gasolina estavam em toda a cidade cobrando o preço que queriam. Pergunto: onde estão o Decon, o Procon, a Agência Nacional do Petróleo, etc.? Quem vai botar ordem nessa bagunça? O governo privatizou a responsabilidade e se eximiu com a criação dessas agencias reguladoras para fugir da cobrança direta e do desgaste de imagem pois elas só servem para cabide de emprego.

Wilson Vieira wilsonricardovieira@hotmail.com

São Paulo

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 JUDICIÁRIO

O presidente do Tribunal de Justiça de  São Paulo (TJ-SP) Ivan Sartori, acusou a imprensa de  denegrir a imagem do Judiciário. Ele se esqueceu que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) já constatou que os maiores descalabros estão no TJ-SP, e a imprensa está sempre atenta  para esclarecer à população que paga as “despesas” dos magistrados. A pressão  para conseguir vantagens a qualquer custo é notória, e é só lembrar que os juízes fazem pressão até para ressuscitar auxílio para alimentação (direito adquirido), para juízes federais e do Trabalho (21/1, A4). Quer maior “gozação” para com a população?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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  RESPOSTA

O jornal O Estado de S. Paulo, na sua coluna Notas & Informações de 6/3, deu um belo de um cala-boca em Ivan Sartori, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), em resposta à crítica na qual ele acusa a imprensa de campanha para denegrir a imagem da corte.  Francamente, presidente Ivan, conta outra!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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  PRECATÓRIOS

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo declarou que o tribunal recebe valores dos bancos referentes ao dinheiro depositado para  pagamentos de precatórios; acredito que os juros e outros rendimentos aplicados sobre estes valores pertencem aos credores e se o tribunal esta usando este dinheiro, mesmo que para melhoria de sua infraestrutura, está o presidente do Tribunal praticando o crime de apropriação indébita, visto que está fazendo uso de bem que não lhe pertence e o Ministério Público, a OAB, ninguém faz nada, é um verdadeiro escárnio sobre a sociedade.

José Renato Nascimento jrnasc@gmail.com

São Paulo

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  ASSUNTO PARA ELIANA CALMON

Minha empresa é credora de saldo de um precatório devido por uma prefeitura do interior de São Paulo e do qual já foram pagas 9 (nove) parcelas. A décima e última parcela do débito foi recolhida à Fazenda Estadual em dezembro de 2010 e até agora não nos foi paga por que o Tribunal de Justiça está retendo indevidamente esse dinheiro, apesar do pagamento ter sido determinado por sentença do Supremo Tribunal Federal e cumprido rigorosamente pela prefeitura devedora até a 9ª parcela. Como já se sabe, essa retenção imoral foi determinada pela presidência do Tribunal de Justiça com expressa autorização do Governo do Estado a fim de fazer caixa nos bancos, embolsar os juros e usar esse dinheiro para fins políticos. Com a palavra a excelentíssima Dra. Eliana Calmon...

 

João Natale Netto natale@natale.com.br

São Paulo

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  TJ-RS E OS SÍMBOLOS RELIGIOSOS

Cumprimento a decisão do TJ do Rio Grande do Sul de retirar os crucifixos e símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha. Tal decisão deveria valer em todo o território nacional e incluir todos os prédios e espaços públicos. Num Estado laico e republicano, como é o nosso, estão separados expressamente Estado e religião, uma importante conquista que deve ser respeitada.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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  ABAFANDO O CASO

O caso do juiz Nicolau dos Santos Neto, do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), não foi o único na Justiça do Trabalho. No TRT do Rio, o servidor Rogério Vieira, acusado de movimentar R$ 282,9 milhões em 2002, entrou de licença médica, e por causa disso, a sindicância foi interrompida. Se for definitivamente abafada,  é sinal de que correu  propina pra todo lado.

 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

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  QUEM GOVERNA ESTE PAÍS?

A recente preocupação do vice-presidente, Michel Temer, em relação ao clima de insatisfação entre o PMDB e o PT bem como dentro das próprias hostes deste último evidenciam que este País carece de um Governo na acepção do termo. O que se nota é a tentativa de hegemonia do PT em governar, embora fazendo união com outros partidos porém sempre objetivando o controle da política. Isso nos lembra o livro Revolução dos Bichos de George Orwell e ao mesmo tempo causa realmente preocupação quanto aos rumos de nossa política. Onde se tenta, sorrateiramente, controlar todos os pontos chaves do Governo e dos Ministérios, do Estado e dos municípios, seja de qual partido for, fica a duvida quanto o real objetivo disso. Infelizmente essa metástase atingirá o País caso não haja da parte do povo uma conscientização de que caminhamos para uma ditadura velada, onde o poder ficará apenas na mão de uma ideologia e os detentores desse poder dominarão e comandarão o Brasil. Quando uma Presidente precisa do ex-presidente para apagar as chamas dos incêndios que suas ministras provocaram (alias mesmo convalescente e sem poder falar Lula fica sendo assediado pelos companheiros) e quando os próprios membros de seu governo ou partido mostram descontentamento é o caso de paramos para pensar. Que efetivamente os homens cultos e livres possam, nas próximas eleições, seja para o Governo Federal, Estadual ou Municipal, ter o discernimento de que este País é grandioso e não pode de forma alguma ser deixado na mão de corruptos, barganheiros, fraudadores e mensaleiros.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

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  GOVERNABILIDADE

Na próxima visita de aconselhamento da presidente Dilma ao ex-presidente Lula, será a vez do PMDB fazer suas escolhas e palpitar, como ambiciona, em troca da retirada da candidatura do partido à prefeitura de São Paulo. Mas será que a presidente Dilma nunca vai tentar, por ela própria, cuidar da política interna, sem ouvir Lula? Os brasileiros merecem conhecer políticos com propostas concretas para o verdadeiro desenvolvimento do país, e não endeusar personalidades dúbias.

Magda Maciel Montenegro mmm.rick@gmail.com

São Paulo

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  VOTO DE OPINIÃO

Caro Ricardo Salles, parabéns pelo seu artigo, na página A2 do Estadão de ontem, Fim do voto de opinião ou da opinião em si?. Excelente a forma como aborda esta questão da falta de compromisso dos candidatos com opiniões que envolvam valores e princípios que alegam defender. Tem toda razão, caro Ricardo e coloco aqui a frase com que finaliza seu brilhante artigo: "A sociedade ressente-se da escassez de verdadeiros líderes, que se comportem como homens capazes de inspirar, empolgar e conduzir seus eleitores para determinada direção propositalmente escolhida. Sem isso não há realmente espaço para o voto de opinião." Não é por outro motivo que tenho defendido com veemência que esta geração de 'veteranos' abra espaço para os mais jovens como você,  cheios de ideais, força e valores democráticos; para que consigam abrir novos caminhos a percorrer em  meio a esse emaranhado e confuso desenho de poder, repleto de conceitos ultrapassados e muitas vezes, equivocados, para dar lugar a uma visão mais 'clean' e moderna, avançada e desenvolvida, da nossa vida pública brasileira. Você surge, a meu ver, como um grande valor que desponta nesse horizonte muitas vezes desalentador que se nos apresenta nos dias de hoje. Não sou daquelas pessoas que se sentem descrentes da classe política como um todo. Acredito que temos ainda muitos bons valores. Mas todos envelhecemos e temos por obrigação ceder lugar aos que, como você, desejam fazer da política algo maior, tomando-a com o significado que ela realmente deve ter.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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  ACIDENTE EM BERTIOGA

É muito difícil de ser entendido o fato de o delegado de Bertioga Rony da Silva Oliveira concluir que ninguém seria indiciado no escandaloso caso da morte da pequena Grazielly Almeida Lames, de 3 de idade, causada por um jet ski desgovernado no dia 18 de fevereiro em Bertioga, como mostra a matéria "Jet ski: caso de Bertioga troca de delegacia" (7/2, Cidades/Metrópóle, Pág. C5). Afinal o adolescente causador da tragédia foi identificado, bem como seus familiares. Seria esse um caso tão complicado a ponto de estar além da capacidade investigativa de um bacharel em direito concursado?   

 

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

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  BOLA PRETA PARA A LINHA AMARELA

Além do grave problema do dia 6 de março, às 8h30, na Linha Amarela do Metrô de São Paulo, que prejudicou mais de 20 mil pessoas, não foi essa  a primeira vez que ocorreu essa pane em seus seis meses de funcionamento da Linha Amarela, pois já havia acontecido antes, na parte da tarde. Nesse dia, os ônibus que circulam pela Estação Butantã não suportaram tantos passageiros e todos se atrasaram em seus empregos, assim como eu. Os problemas na Linha  Amarela não se referem somente a panes eventuais, mas ao sistema. Por exemplo, na Estação Butantã, mal planejada, os responsáveis se preocuparam em blindar as cabines da venda de bilhetes, mas economizaram no principal: só têm duas cabines. Por isso, pela manhã (é só conferir), a fila para a compra de bilhetes fica superlotada de gente impaciente pela inoperância do atendimento. Há manhãs que a demora para se adquirir a passagem passa de 15 minutos (um exagero e falta de respeito ao usuário).  Faz-se urgente colocar mais uma terceira ou quarta cabine. Além de tudo isso, os bloqueios são obsoletos e foram muito mal escolhidos, pois é necessário colocar o bilhete numa cavidade, e esperar que seja ejetado e retirado, e aí se abre uma porta de vidro, e isso faz com que o tempo dessa operação seja o dobro do tempo das demais linhas que usam outro sistema de bloqueios, e isso atrasa e impacienta o usuário. Fora isso, notei que houve falta de informações ao usuário, pois foram diferentes as respostas de cada atendente. Por fim, a Linha Amarela, a mais “moderna”, continua amarelando.

 

Waldecy Antonio Simões netsimoes@terra.com.br

São Paulo

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  OMISSÃO E VERGONHA

É preciso que uma adolescente morra na Torre Eiffel "Tupiniquim" do Hopi Hari para que só agora os dirigentes resolvam interditar a cadeirinha?! Até quando continuarão fabricando mentiras e mascarando a verdade para se livrarem da óbvia incompetência e triste covardia? Espero que o Ministério Público demonstre pulso firme com os responsáveis diretos por mais este Circo de Horrores cotidianos que só envergonham a nossa cidade afugentando turistas e famílias que só queriam curtir a vida numa boa. Os personagens mudam, mas as histórias de tragédias anunciadas lamentavelmente se repetem todos os dias em nossa desamparada São Paulo que sofre com os desvarios e descalabros dos burocratas da omissão!

Eleonora Bettiol Prado da Silva noraprado@greco.com.br

Embu das Artes

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  HOPI HARI

O parque Hopi Hari admite erro crasso na morte de Gabriela Yokuri Michelari. O parque deixou em funcionamanto, por 10 anos, um brinquedo defeituoso. Por que não consertou? Por que não interditou? Por que não comprou outro? Agora vai jogar a responsabilidade num funcionário da manutenção ou de um que trabalhava no brinquedo. Não, não, não! A responsabilidade é dos proprietários do parque, será que seus filhos frequentam o parque ou só vão para a Disney? Infelizmente ninguém responderá pelo crime, aqui é o Brasil onde quem pode mais chora menos.Sugiro aos pais de Gabriela Yokuri Michelari que peçam um indenização bem maior do que a anunciada, pois a vida de um filho não tem preço mas para os donos do parque a punição deverá ser bem dolorida no bolso.

Deborah Marques Zoppi dmzoppi@uol.com.br

São Paulo

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  TRAVA DESTRAVADA

Tenho acompanhado com atenção as notícias referentes ao lamentável acidente ocorrido no Hopi Hari. Periciando, periciando, surge uma pergunta: A trava existente na cadeirinha do brinquedo, e a forma de sua instalação, permitiriam que uma adolescente de 14 anos conseguisse destravá-la durante a queda do carrinho? Se não era possível, o que deduzir?

 

Gilvan de M. Guedes Pereira gilguepe@uol.com.br

São Paulo 

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   PARADIGMAS

A negligência do Hopi Hari que provocou a morte de Gabriella é mais um caso entre centenas que ocorrem em atividades de turismo e lazer no país. A precariedade e falta de estrutura dos serviços prestados está criando um contingente – não existe na língua portuguesa um termo que defina os pais que perderam seus filhos – de pais órfãos? Enquanto os prestadores de serviços não forem punidos pelo judiciário, naquilo que mais dói... seu bolso, esses “acidentes” continuarão a ocorrer. Faço parte desse contingente e  estou suportando os caminhos e descaminhos de um processo de danos morais contra o Hotel Salinas de Maragogi há 10 anos. A decisão em 2ª instância estipulou um décimo do valor inicial com o argumento de enriquecimento ilícito. No meu entender ilícito é matar crianças por negligência imprudência e imperícia; ilícito é o enriquecimento de alguns desembargadores... De alguma forma precisamos quebrar esses paradigmas.  Família Nichimura, muita força e muita luz nesta batalha.

 

Silvia Maria Basile sbasile@feriasvivas.org.br

São Paulo

 

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  PREFEITURAS NÃO FISCALIZAM

O acidente no Hopi Hari, que custou uma vida no nascedouro, é a comprovação irrefutável da incapacidade das prefeituras em fiscalizar e proteger a população dos riscos e incômodos das atividades que ela própria autoriza. Isto ocorre porque os prefeitos estão sempre mais preocupados em ações e obras que lhe garantam sua sobrevivência política, além da arrecadação de impostos para esconder déficits gerados por gestão incompetente. Só há um objetivo: o voto, e fiscalizar não dá votos, ao contrário. Esta é a razão das fiscalizações municipais, totalmente desestruturadas, só atuarem após tragédias, como a Hopi Hari. Sem dúvida, precisamos modificar a legislação, de forma a responsabilizar direta e imediatamente o gestor público municipal pela omissão e riscos que nos expõem ao emitirem autorizações de atividades. Todos nós somos vítimas potenciais desta situação inaceitável.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto 

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   DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Elas, sempre elas... Que nos acolhem com seus sorrisos, olhar terno e sensual. Elas, nossas mães, avós, tias, professoras, vizinhas, chefes, enamoradas! Que na dor camuflam suas angustias! Nos sonhos querem respeito e justiça. Seus degraus são mais amplos, mas não murmuram. Seus dias muito mais longos e enfadonhos... E ainda assim, mesmo filhos delas vacilamos, e nem sempre reverenciamos! Dia Internacional da Mulher, parabéns sempre...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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  VERBO VIDA

Eu sei. Tu sabes. Que sem ela não haveria nós, vós nem eles. 8 de março, Dia Internacional da Mulher. É bom saber.

 

Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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 MULHERES

Hoje é comemorado o dia Internacional das Mulheres. A história relata que desde o início do século 20 houve muitos protestos por todo o mundo, onde as mulheres lutavam por melhores condições de vida, trabalho, direito ao voto, igualdade em relação aos homens. Passado mais de 100 anos, as mulheres em sua maioria se tornaram independentes! As “Amélias” (vovó e mamãe) são coisas realmente do passado (muitos homens “ainda” não aceitam a independência feminina). No planeta terra, não há nada mais meigo, doce, amável, sensível, compreensível, tentador, atraente, apaixonante, etc. do que as mulheres! Existe? Parabéns Mulheres por todas as conquistas!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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  ELAS NO ‘FÓRUM’

Em qualquer atividade a presença da mulher esta cada vez mais  presente. Nos meios de comunicação, principalmente na TV, as mulheres estão dominando até mesmo aquela área que era restrita aos homens: o futebol. Não quero ser machista mas não estou gostando dessa invasão. Noticiários, reportagens, entrevistas só dá mulheres e mulheres bonitas! Na musica cantoras jovens e promissoras, enquanto que os homens só revelam sertanejos (Argh!). Empresas são lideradas por mulheres de notável competência. Como leitor do Estadão, noto que no Fórum dos Leitores a presença delas é cada vez mais numerosa. Emitem opiniões, criticam políticos, tergiversam sobre todas as áreas, etc. Cito algumas que estão sempre presente no Fórum, enriquecendo o jornal com suas opiniões admiráveis. Deixo para o Estadão homenageá-las.  Merecem, são talentosas: Maria Cristina Rocha Azevedo (Florianópolis); Maria Teresa Amaral (São Paulo); Izabel Avallone (São Paulo); Leila E. Leitão (São Paulo); Myrian Macedo (São Paulo); Yvette Kfouri Abrão (São Paulo); Mara Montezuma Assaf (São Paulo); Tania Tavares (São Paulo); Beatriz Campos (São Paulo); Maria Tereza Murray (São Paulo); Deborah Marques Zoppi (São Paulo); Marina B. Maluf (Olimpia); Maria Luiza Amaral de Oliveira (São Paulo); e outras.

Diodi Okamoto diodiookamoto@gmail.com

São Paulo

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  HOMENAGEM

O porquê de tantas comemorações pelo mundo e a importância que é dada ao dia internacional da mulher. É uma homenagem a um fato trágico que ocorreu nos Estados Unidos, em 1857, quando mulheres que trabalhavam numa fábrica de tecidos em Nova York se insurgiram contra suas condições aviltantes de trabalho. Foi um ato inédito em que as mulher se uniram pela primeira vez para pleitear reivindicações de melhorias sociais. Mas á revolta foi reprimida violentamente, vitimando 129 tecelãs, que morreram carbonizadas dentro do estabelecimento. Mas foi somente em 1910 que surgiu a idéia de se criar uma data para homenagear as operárias e marcar o dia de luta feminina. O dia internacional da mulher passou então a ser comemorado em todo mundo, a partir de 1975, depois de um decreto da organização das nações unidas (ONU). No Brasil as mulheres conquistaram o direito de votar, com a constituição de 1934. A primeira governadora do país foi eleita 60 anos depois. hoje temos na presidência do país uma mulher, e tantas outras que se destacaram na política e na iniciativa privada. De 1981 a 1998, o crescimento das mulheres economicamente ativas no país foi de 111%, enquanto que o dos homens foi de 40%. Hoje, a parcela feminina representa 45% da população economicamente ativa, com pouco mais de 30 milhões de mulheres no mercado de trabalho. No setor educacional, a ascensão da mulher revela-se na presença de 58% em estudantes do 2° grau e ensino superior. Só nos últimos 10 anos o chamado sexo frágil, vem dando um baile nos homens em todos os sentidos. De acordo com a ONU até 2007, 25% das brasileiras eram vítimas constantes de violência no lar. Até 2011 esse quadro mudou muito para melhor. Segundo o ministério da previdência social existem atualmente cerca de 10 milhões de donas-de-casa no Brasil. Até mesmo as cerca de 40 milhões de mulheres que ocupam posto no mercado de trabalho, formal ou informal, acabam desempenhando atividades domésticas. Ou seja, no mundo contemporâneo ainda cabe, ao sexo feminino, a tarefa de cuidar do lar e da família. Comemoramos no dia, 8 de março, o dia internacional da mulher. Hoje são muitos os desafios ás mulheres, sejam como dona de casa, mães de famílias ou estudantes e profissionais. Em qualquer circunstância cabe na data de 8 de março parabenizar as mulheres, especialmente as empreendedoras que valorizam assim o dom da vida. Não cabe no mundo atual a concepção competitiva entre homens e mulheres, mas precisamos entender que a relação entre ambos deve ser de complementaridade e não de disputa. Por natureza, há diferença entre o homem e a mulher, que devem se completar na riqueza da diversidade e das possibilidades de cada um, buscando o mútuo respeito. Queremos sempre que o homem e a mulher, juntos, possam com seus valores e qualidades, contribuir para um mundo melhor, mas justo e solidário. Parabéns a todas as mulheres neste dia internacional da mulher.   

  

Turíbio Liberatto Gasparetto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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  FIBRA

Parabéns às mulheres pela sua semana internacional! Parabéns Dra. Eliana Calmon de Sá pela sua fibra ao enfrentar o clube do bolinha de nossa justiça, sem generaliza, pois todas as profissões têm os bons e os maus profissionais (jornalistas, advogados, médicos, engenheiros, economistas, contadores etc. etc.). Maus profissionais não são reserva de mercado somente de alguns juízes, não é mesmo?

 

Sebastião Pereira jardins@oadministrador.com.br

São Paulo

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  CACHAÇA

O artigo Cachaça boa, ‘marvada’ pinga, de autoria de Xico Graziano e publicado por este jornal na edição de 21 de fevereiro último, contém equívocos. Em primeiro lugar, o processo de destilação continua em colunas de aço inoxidável permite um rigoroso controle de produção onde componentes indesejáveis são eliminados do produto final. Cada fabricante define o perfil do produto dirigido a seu público consumidor, sempre em conformidade com boas práticas de produção e a legislação vigente. Outro equívoco é associar a cachaça apenas ao alcoolismo, além de comparar a bebida a drogas como o crack. O álcool, consumido com moderação pela maioria da população, está associado a momentos de lazer e de convívio social. O alcoolismo é indesejável, e a Associação Brasileira da Indústria de Bebidas (Abrabe) e suas associadas, entre as quais nos incluímos, realizam várias iniciativas para alertar sobre esta perniciosa e indesejável doença.  Isto, lamentavelmente, não foi destacado pelo autor do artigo.

 

Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Companhia Müller de Bebidas (fabricante da Cachaça 51) sam@ciamuller.com.br

Rio de Janeiro

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  VOTO DE PESAR – DANIEL PIZA

Às vezes, precisamos de uma teologia mais abrangente para entender a perda de alguém tão jovem como Daniel Piza. Este filho de nossa cidade ostentava uma cultura eclética e generosa, compartilhada em seus incontáveis livros e interessantes colunas. Seu amor pela família era uma qualidade que Daniel nunca deixou de alardear. Não se pode falar deste renomado jornalista e autor sem que se cite seu amor pelo clube das multidões, o Corinthians. Desta sua breve jornada entre nós, só o que temos a fazer é enaltecer seu caráter, sua visão, e nos alimentarmos de seu legado literário. Que sua família possa encontrar o consolo no exemplo de integridade que pautou sua carreira e sua vida. E é com pesar que eu, vereador Floriano Pesaro, tomo a iniciativa de prestar essa homenagem em nome de todos os vereadores da Casa Legislativa de São Paulo, enviando meus sinceros sentimentos e minha solidariedade.

 

Floriano Pesaro, vereador Twitter: @Floriano45

São Paulo  

 

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