Fórum dos Leitores

POLÍTICA ECONÔMICA

O Estado de S.Paulo

09 Março 2012 | 03h07

Câmbio e impostos

A arrecadação tributária aumentou, apesar da redução da atividade econômica, em razão da implantação de notas fiscais eletrônicas e do Sped, sistema que controla a movimentação contábil das empresas e que aumentou a formalização do mercado. O que temos agora são mais empresas pagando o que as empresas honestas sempre pagaram, sofrendo com a concorrência desleal patrocinada pelo próprio fisco. Quando essa formalização se completar se verá que a mordida é bem maior do que 40% do produto interno bruto (PIB). Se o governo federal parasse de se preocupar com o câmbio e reduzisse a tributação, faria um bem muito maior para o País.

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

*

PIB x arrecadação

Em 2011 foi de 2,7% o crescimento do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo Brasil naquele ano. E o crescimento real da arrecadação do governo no mesmo período foi de 10,1%. Conclui-se que os contribuintes e as empresas transferiram para o governo, via impostos e taxas, mais do que ganharam proporcionalmente. Pergunta-se: ocorreu ou não um violento aumento de impostos? Para onde está indo nosso dinheiro tão suado? Para hospitais, escolas, creches, segurança...? Para nós só chegam contas e poucos e maus serviços. É triste ver os brasileiros pagarem preços tão altos para quase nada! E, por favor, não ponham a Copa e a Olimpíada no meio, porque aí o bicho pega.

JOSÉ DARCI FARIAS BRESSAN

beiraltelhas@gmail.com

São Paulo

*

Detergir para emergir

Se apesar da obscenidade dos juros o PIB continua impotente e o câmbio ainda arranha nas trocas, não culpem a economia emergente, pois o problema da nossa economia é detergente - de ter gente sonsa, ou pior, atrás do caixa...

STANISLAW CORDEIRO

ratles2@hotmail.com

São Paulo

*

Quem avisa amigo é

O candidato à Prefeitura de São Paulo José Serra há muito vem alertando para o fato de o Brasil estar se desindustrializando. Foi aos jornais, enviou milhões de e-mails.... Não deu outra: o crescimento de nosso PIB em 2011 foi pífio porque, entre outras coisas, a indústria andou para trás. Dona Dilma, não foi por falta de aviso, e de um adversário seu, hein?!

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

*

Voo de galinha

Não adianta continuar nesse joguinho de baixar e aumentar juros conforme a inflação sobe ou desce. É inútil e desgastante. Não conseguiremos crescer sem inflação se o governo não fizer as reformas previdenciária, política e, principalmente, tributária. O Brasil continuará no voo de galinha.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

*

Queda dos juros

E não é que o estafeta top, top estava bem informado?!

GUTO PACHECO

daniguto@uol.com.br

São Paulo

*

COPA DO MUNDO

Contagem regressiva

Faltam 2 anos, 12 estádios, 1 seleção, 1 técnico, 30 hotéis, 14 aeroportos, 120 mil km de rodovias, 2 mil km de metrô, 6 trens-bala, 115 favelas pacificadas, 33 mil soldados preparados, 2 mil restaurantes e 150 mil motoristas de táxi falando inglês. Seja "otimista" como o governo, porque realizaremos isso com facilidade...

ORDÉLIO AZEVEDO SETTE

osette@azevedosette.com.br

Belo Horizonte

*

Pão e circo

A Copa é nossa! O copo também. Cada Legislativo tem o povo que escolhe para governar. Desprovidos de capacidade de se indignar, nossos torcedores já se beneficiaram de leis que aprovam feriado em dia de jogos do Brasil e cerveja nos estádios ao longo do torneio. Como era pouco, já foi aprovado também, por deputados e senadores, o uso de recursos do FGTS nas obras da Copa do Mundo de 2014. Panis et circensis!

GILBERTO MARTINS COSTA FILHO

marcophil@uol.com.br

Santos

*

CRISE DOS COMBUSTÍVEIS

Faltou um estadista

A crise do abastecimento em São Paulo exige uma análise mais ampla. Os caminhoneiros rebelaram-se alegando prejuízo porque teriam de esticar seu dia de trabalho ao precisarem fazer duas viagens, pela manhã e ao fim do dia. Os sindicalistas, sempre oportunistas, aproveitaram-se para justificar seu feudo, esquecendo-se de esclarecer onde estavam, e que posição prévia tomaram, quando o assunto começou a ser discutido. Na ponta, a população, pasma e refém da situação. Na verdade, tudo começou com a decisão da Prefeitura de restringir o uso das Marginais. Como sempre, ouviu pouco a população, ponderou menos ainda e se omitiu no seu papel conciliatório em relação às partes envolvidas. Sem dúvida, faltou um estadista nessa história.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

*

TV CULTURA

Aparelhamento à vista!

Merece destaque a posição do ex-ministro Almir Pazzianotto no artigo Fundação Padre Anchieta - o destino (7/3, A2). Não sei se intencional ou não, mas o fato é que transformar a única entidade brasileira genuinamente estatal em governamental será um retrocesso estrutural sem precedentes. Será igualá-la, em termos de aparelhamento, corrupção e desvirtuamento, às estatais federais. Nos países do Primeiro Mundo mecanismos institucionais preventivos freiam o descarado apetite dos políticos desonestos. Na França, por exemplo, nas empresas com capital majoritário do Estado o Executivo só pode indicar um terço do conselho de administração. Os demais membros, por dispositivos legais, são representantes da sociedade com alguma ligação científica ou funcional com a estatal. Dessa forma, como são os conselhos que elegem os seus diretores, tais empresas se tornam profissionais, distantes da vida partidária, atreladas aos objetivos permanentes do Estado, e não dos governos no poder. Pazzianotto, vislumbrando as graves consequências da iniciativa, tem fundamentadas razões para se preocupar. E, neste caso particular, a democracia idem!

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

São Paulo

*

ILUSÃO E REALIDADE

Eu sempre procurei entender o que existe de realidade na campanha do governo que visa a enfiar na cabeça do brasileiro que nós somos economicamente autossuficientes e não dependemos de ninguém para fazer sucesso. A filosofia da base política que sustenta o governo deve estar ancorada na ideia de que o povo não pode perder o otimismo e a mania de grandeza. Somos e sempre seremos os maiores do mundo, este é o lema. Lula cansou de dizer em alto e bom som que o tsunami que acontecia nas outras economias chegava aqui em forma de marolinha. A nossa pobreza recebe ajuda de todos os lados e isso é muito bom. É sinal de que temos dinheiro sobrando. Todos no Brasil são grandes consumidores. Parece que todo mundo pertence a um novo modelo de classe média virtual. O governo apoia todas as campanhas que pedem ao povo para gastar, pois só assim o Brasil não vai ficar igual a Europa e EUA. Você não tem dinheiro? Os nossos bancos estão sólidos e cheios de dinheiro para emprestar. A agiotagem oficial é a coisa mais lucrativa por aqui. Emprestar dinheiro dá mais lucro que explorar petróleo, minério, vender comida e outra coisa qualquer. Os banqueiros e especuladores internacionais estão entupindo o Brasil de dólares porque o juro que pagamos é um verdadeiro oásis para os especuladores. Em 2010 o nosso crescimento foi de 7,5%. Festejaram em Brasilia. A champanhe rolou à vontade. Os economistas do governo repetiam que a crise mundial não afetava o Brasil. Mas, quando descobriram que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 foi de apenas 2,7%, o teto de vidro do Palácio do Planalto desabou. A desilusão é a visita da realidade. Neste momento os filósofos da economia da base do governo caíram no mundo real e descobriram que estamos mais colados do que nunca com o resto do mundo.

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

*

PIB – LIQUEFAÇÃO

O PIB ficou como promessa de ministro lullopetista: derreteu como "mantêga".

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

*

COISA ESQUISITA, SÔ!

Esse tal de PIB da Dona Dilma diminuiu tanto que ficou pequeninim ansim... ó. Ela diz que é tudo culpa dos homi lá de cima, os branquelo dos óio azul. Só uma coisa num intendo; se ficá um bucadinho maior, tamém é por causo deles? E nóis onde entramo nessa, sô?

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

*

LIVRO DOS PORQUÊS

Já que o governo está preocupadíssimo com o pibinho de 2011, com destaque negativo para o desempenho da indústria, pergunta-se: 1) por que não se fomenta a indústria náutica, diante de um litoral imenso, rios, lagos, lagoas, represas, quando um mísero motor de popa custa o preço de um carro e uma lancha custa tanto quanto um apartamento? O ministro da Pesca poderia ajudar a por essa minhoca no anzol; 2) por que não se dá condições da nossa pujante indústria têxtil competir com os produtos chineses? Como corrupção, circunvenção, subfaturamento e outros ilícitos não fazem parte dos interesses do governo, talvez a explicação não esteja no câmbio embora nosso governo goste de andar em marcha a ré; 3) por que não se investe pesadamente em Educação – como na China! – e faça o ensino público voltar a ser o que era nos anos 60/70, quando nos orgulhávamos dos professores do ginásio e do científico? Seria o tesouro da juventude, sem necessidade de se comprar diploma pela internet em quatro vezes, nem ser agraciado com mestrado, doutorado, honoris causa sem sequer merecê-lo.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

*

MENTIRA TEM PERNA CURTA

Da falação derramada pelos governantes sobre as maravilhas de nossa economia a única verdade é que “elles” pensam que somos aparvalhados. A mentira tem pernas curtas e já estamos cansados das falácias deste método inútil que nos persegue há nove anos. Jeitinho petista inescrupuloso de governar.

Leila E. Leitão

São Paulo

*

JOGO DE NÚMEROS

Com o corte decidido pelo Copom em 0,75 ponto, Selic cai a 9,75% e fica em um digito, pela primeira vez desde 2010, como se isso fosse resultado de um ato heroico das autoridades do Banco Central. Seriam verdadeiros heróis se conseguissem administrar a economia brasileiras com taxa de juros inferiores a um digito, como ocorre com a economia dos EUA.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

*

JUROS S/A

É inadmissível e inacreditável que os nossos economistas não conseguem enxergar quão pernicioso e nefasto são os juros alto, mais de 70% da nossa economia é gerida pela micro, pequena e media empresa e quando ela procura uma instituição financeira geralmente lhes são reservadas as taxas mais altas do mercado, isto quando não tropeça com uma agiotagem pela sua jornada desesperada, após esta rotineira desventura o nosso herói tenta colocar no preço de venda a despesa financeira e ai provoca a maldita inflação, já cansado de trabalhar espoliado pelos 40% de carga tributária vêm mais 12% ou 15% de juros, e ai então vem a grande tristeza e decepção

não sobrou nada mal consegue alimentar a família e a empresa sufocada, cara Presidente este é o quadro nacional, desanimador não é? sei perfeitamente que não foi a Senhora que criou esta armadilha e é por esta razão que não queremos pacotinhos de bondades e sim reformas para sairmos da beira do abismo.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

*

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMBATE A FOME

Excessivamente foi discutido o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e até Bill Gates enfatizou em Assembléia na ONU a importância da internet na agricultura e doou US$ 200 milhões para desenvolvimento tecnológico da produção rural  no combate a fome no mundo. Entretanto, as áreas rurais brasileiras são carentes de serviços básicos de telecomunicações e nas cidades do interior o custo dos serviços é alto e a qualidade é ruim.  Assim, é imprescindível que haja uma mobilização para a universalização e o barateamento das telecomunicações para o Brasil conseguir manter-se como sexta maior economia do mundo.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

 

*

O BRASIL GLOBALIZADO E O BARRIL DE PÓLVORA

 

Tem-se a globalização como algo moderno, até decorrência da internet. Mas ela ocorre desde que os povos começaram a atravessar os continentes à pé e o oceano em rudimentares embarcações. No Brasil, deu-se com a abertura dos portos (às nações amigas) decretada por d. João VI, em 1808; a instalação da siderurgia, promovida por Vargas em 1942; a indústria automobilística, por Juscelino, em 1956/7 e, sem dúvida, a abertura da economia promovida por Fernando Collor (1990). Essas pedras de toque deram elementos para as ações, decisões e políticas intermediárias, que nos deram o Brasil de hoje. O legado é o país de economia pujante (a sexta do mundo), mas de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) sofrível. Somos o 84º entre os 187 países pesquisados. É uma enorme dívida social que, não resolvida, ainda pode levar ao caos. Convivemos com a falta qualificação para o indivíduo alcançar o seu lugar no mercado de trabalho. A educação é deficiente, a saúde pública é caótica, a segurança é insuficiente e o discurso dos governos diz que vivemos um momento maravilhoso. Todos os dias chegam ao povo noticias de corrupção onde os autores ficam impunes. O barril de pólvora existe. A tarefa mais imediata é evitar sua detonação. A grande obra, no entanto, é fazer com que as riquezas aqui produzidas sejam empregadas na vida sustentável da população. Para isso os governos e a sociedade têm de eliminar todos os focos de corrupção e maus exemplos e punir rigorosamente os seus autores. A Ficha Limpa é um grande começo. Espera-se que os errantes sejam punidos e jamais possam se beneficiar do vergonhoso “jeitinho brasileiro”...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                           

*

PT X PMDB

Traduzindo em miúdos, “os meninos honestos” do PMDB estão querendo que os meninos “não menos honestos” do PT dividam em partes iguais o bolo da festa da “gastança” generalizada do governo, até então, em partes mais generosas em prol do PT. Só passar a mão na cabecinha, conforme falou Manoel Moreira (PMDB-RS), chefe dos rebeldes, não resolve mais. Estamos de bronca e daqui pra frente tudo será diferente. O grande chefe dos menos agraciados (Michel Temer) – convidado de honra desta festona – disse (saindo pela tangente) que o nobre deputado está correto. O resultado deste confronto todos nós sabemos: os projetos pendentes de votação em nosso “paralítico Congresso” só serão analisados e aprovados pela insaciável base aliada, se os "refrigerantes e as fatias do bolo" forem iguais (ou mais justas). Adivinha quem vai patrocinar este “plus” na festinha?

João Batista Piovan jb@reunidaspiovan.com.br

Osasco

*

BATATAS ASSANDO

O vice-presidente Michel Temer defende o PMDB, acusando o PT de manobras para ultrapassá-los em números de prefeituras. Para nossa infelicidade é o PT querendo monopolizar politicamente o País. As batatas estão assando, vamos ver qual queima primeiro, né?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

GOVERNO DILMA

Os sinais são claros. Dilma perde força, junto ao ocaso de seu criador. O molusco prometeu uma pérola, mas por enquanto é apenas ostra...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

*

PERDEU, DILMA

Na verdade, toda a força do governo lulo-dilma-petista, reside na força da bancada do PMDB, seja na Câmara e  no Senado. O  partido do vice Michel Temer, quem diria, liderou a rebelião no Congresso e impôs uma derrota que pode ser avaliada co mo um ''ponta pé'' emblemático no traseiro do governo, sempre onipotente dando cartas a seu bel prazer. Nada como um dia atrás do outro, com uma noite no meio.Insatisfeito com o excessivo poder dos petistas e a escancarada coadjuvância do PMDB, os caciques do partido, apoiados de forma velada pelo vice Michel Temer, protagonizaram o que parecia ser improvável. Foi, talvez, a primeira derrota de Dilma Rousseff no Senado, que viu rejeitada a recondução de Bernardo Figueiredo, seu assessor de confiança, para a direção-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Mesmo com a coragem injetada pelo voto secreto a recondução foi recusada por 36 votos contra 3l e uma abstenção. De imediato, o clube da Luluzinha tratou de aparar o chute e encontrar meios para a liberação de verbas para as bancadas rebeladas. A concorrência petista não agrada ao PMDB, e o PDT e o PR reclamam não terem indicados os ministros que queriam. Ao governo não resta outra alternativa, a não ser abrir os cofres e os cargos para os insurretos. Senão... sei lá.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

       

*

A FRAUDE CHEGOU AO PROFESSOR

Indignada, decepcionada e revoltada leio a notícia dando conta de que professores da rede pública dão  aulas com diplomas falsos em São Paulo. Considerando que o professor é o cidadão que tem o papel de educar, ensinar, formar caráter e conscientizar os alunos de seus direitos e deveres, qual a moral que uma pessoa que falsifica documento tem para enfrentar uma classe de adolescentes e ou crianças e passar conceitos que servirão para a vida toda, quando ela mesma não pratica o que prega? Em que mãos os pais  e o governo estão entregando seus filhos?  Por culpa do MEC que também não fiscaliza as universidades, das secretarias de Educação que no desespero contratam qualquer pessoa para os alunos não ficarem sem aulas, estamos incorrendo no grande erro que é colocar um professor farsante para nossas crianças. O resultado tem sido o que vemos nas escolas, pessoas despreparadas, sem compromisso com o ato de ensinar, que estão ali apenas porque recebem  salário. Está aí a comprovação: um salário de fome que não atrai pessoas competentes e envolvidas com a educação, atrai falsários para um  espaço onde não há lugares para amadores e incompetentes. Vender uma educação de qualidade está cada vez mais difícil para o governo de São Paulo, que bastaria fazer uma visita em algumas escolas e tentar um diálogo com os professores que estão nas salas de aula. Saiam de seus gabinetes e visitem in loco o que ocorre nas escolas. Então verão que a marginalidade,  as drogas e a violência  que tomaram conta das escolas tem explicação. Não sejamos ingênuos e hipócritas,  se em SP o quadro é esse  podemos imaginar no resto do país. O pouco trabalho desempenhado por aqueles que ainda resistem no ofício de ensinar é o que mantém as portas das escolas abertas. Se nada for feito, as escolas públicas virarão verdadeiras Febem. Ajam enquanto é tempo, pois com o trabalho da imprensa que incansavelmente  denuncia, as mazelas da Educação ficam expostas e não há porque adiar a solução desses problemas. Basta o Ministério Público investigar a fundo e verá que há muitos caciques para poucos índios. Assim de denúncia em denúncia, as escolas públicas vão se tornando lugares onde as crianças menos desejam estar. Por culpa de quem? Dos poderes públicos, dos pais e da sociedade que não se mobiliza para exigir educação de qualidade.  Fica tudo no papel e na discussão subjetiva. O ensino só vai melhorar no dia em que o discurso virar prática. Mas a quem mesmo interessa escolas boas, alunos que aprendam e cidadãos conscientes de suas obrigações? Voltamos ao surrado ditado, o  professor finge que ensina, o aluno finge que aprende e o governo finge que paga. Pelo que se nota, aqueles que cansaram de fingir passaram a agir, vou fraudar porque preciso de dinheiro. Muito diferente do que vemos no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas, nas Câmaras Municipais, no Executivo e Judiciário cujos piores exemplos são mostrados diariamente? O que escandaliza é constatar que até o professor foi cooptado a fraudar. Chegamos ao fundo do poço. Como disse Rui Barbosa; "Há tanto burro mandando em gente de inteligência que às vezes fico pensando que a burrice é uma ciência".

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

PROFESSORES E ALUNOS

Mais dados nada animadores sobre a Educação, desta vez em São Paulo. Mais da metade dos alunos saem das escolas sem saber matemática. É hora de considerar isso pelo o que é, de fato: um crime! Professores que não sabem e nem querem ensinar, deveriam ser postos no olho da rua. Afinal, a responsabilidade de ensinar é deles. Se não o fazem, e os resultados estão aí para provar que não, cometem um crime inominável, arruinando o futuro de milhares de crianças e jovens. Menos proselitismo e militantismo político e mais profissionalismo é do que precisamos.

 

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

*

ELEIÇÕES 2012 – SÃO PAULO

O pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, não tem moral para criticar o ex-governador José Serra, ao assinar a carta-compromisso com o desenvolvimento sustentável de São Paulo, alfinetando o tucano por "assumir compromissos e não honrá-los e dizer mal da gestão de Kassab "que ficou aquém do razoável". Ele esqueceu-se, que durante os quase sete anos no comando do MEC, sua gestão foi marcada por polêmicas. Houve falha no ensino médio, onde o número de matrículas é insuficiente e persiste o analfabetismo na zona rural. Em 2009, sua administração foi marcada pelo roubo de provas do Enem, ocasionando grandes prejuízos aos cofres públicos pelo cancelamento e remarcação das provas. Já em 2010, outra polêmica: erro nas impressões das provas, perguntas repetidas e sequências erradas e, em 2011, o episódio do vazamento das provas. Ainda foi envolvido e criticado pelo kit batizado de Escola sem Homofobia e pelos livros didáticos distribuídos pelo (des)governo às escolas públicas com erros de gramática e concordância ("nós pega o peixe", "os menino pega o peixe"), defendido pelo ex-ministro como forma de o aluno familiarizar-se da linguagem popular. Ainda bem que o paulistano sabe discernir.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

  

*

TSUNAMI FEDERAL

Caso não haja nenhum contratempo, o candidato a prefeito José Serra é o virtual vencedor da eleição para prefeito de São Paulo. Ele precisará de toda sorte do mundo para enfrentar o quê virá pela frente. Que ninguém se iluda com qualquer tipo de amenidade por parte do PT (Partido dos Trabalhadores). A retaliação virá via Palácio do Planalto (governo federal), que fará de tudo para infernizar e dificultar a vida do prefeito na ante véspera de dois grandes eventos: Copa do Mundo e eleição para presidente. É esperar para ver.

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

*

CABRESTO, NÃO

Interessante. "Eduardo Campos vai a São Paulo para enquadrar o PSB, para evitar apoio ao Serra. Moro e sou eleitora em Curitiba e é bom que Campos saiba que muitos eleitores pensam como eu. Vamos enquadrar o candidato dele (atual prefeito de Curitiba) apoiado pelo nosso governador que é do PSDB. Tenho certeza de que aqui e em São Paulo não existe voto de "cabresto".

Marilena Ribeiro Leite marilena@hotmail.com

Curitiba

*

EDUARDO CAMPOS EM SP

Só faltava essa – agora até o governador de Pernambuco vem se meter em nossos assuntos internos?  Eduardo Campos já passou um tempão viajando p emplacar a mãezinha dele no Tribunal de Contas e agora, de olho na vice-presidência com Dilma em 2014, vem fazer média com o governo federal vindo até SP para tentar emplacar o candidato biônico do PT.   Governador cuide de seu próprio estado, aquele que através de seu protegé, recebeu a maior parte das verbas do ministério da integração nacional em detrimento dos estados do sudeste.

Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com

São Paulo

*

MAKING OF

Fernando Haddad entra na fila da maquiagem. A seguir, deve polir barba, cabelo e bigode para acordar de mãos dadas com Marta Suplicy. Resta saber, como em certa propaganda de loja popular, "quanto quer pagar" o povo de São Paulo. E se vai querer pagar, diga-se.

 

Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

*

INOVAÇÃO: A VENDA DE PARASITAS

 

A ideia de vender parasitas de tão nova e inteligente deveria ser adotada pelo governo com a doação dos muitíssimos parasitas que gravitam no entorno do governo sugando as forças vitais da nação.

 

Franco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

*

HADDAD, O SÍRIO-LIBANÊS E O LULA

A candidatura de Haddad só vai continuar dentro da disputa à Prefeitura de São Paulo, se o Sírio Libanês mantiver o Lula fora do hospital...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

*

CENÁRIO

Pelo andar da carruagem tudo indica que o cenário político para a disputa presidencial em 2014 já está se definindo: Serra versus Lula, se a saúde do último permitir!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

*

TRAVA-LÍNGUA

À Haddad será dado um haddock de pescado.

 

Mara Fonseca Chiarelli mara.chiarelli@ig.com.br

Mogi Guaçu

*

GETÚLIO E LULA

 A história se repete. Getúlio, pai dos pobres e mãe dos ricos, transformou-se na década de cinqüenta, após curto período de ostracismo, na maior referência eleitoral da época. Era cortejado por políticos de todos os matizes que corriam a São Borja e depois ao Rio de Janeiro para ter sua benção, ávidos para aproveitar o prestígio que conseguira graças à sua singular política, uma miscelânea de fascismo, pelego-trabalhismo, populismo e capitalismo. Do bolso do seu colete saiu Jango, um ilustre desconhecido, considerado um político sem a mínima estrutura para chegar aonde chegou. O destino agora é São Bernardo onde pontifica o papa petista, pai do “sui generis” comuno-populismo-capitalismo tupiniquim que, ao arrepio da competência, transformou os três Poderes da Republica num vulgar balcão de barganhas e interesses políticos. De um dos seus bolsos, não sabemos qual deles, nasceu a Dilma que, abertamente, ele monitora. Agora é o Haddad, o seu mais novo favorito – gestado à força para o desespero da Marta – por meio do qual pretende lançar diretamente os tentáculos sobre a cobiçada Prefeitura de São Paulo, passo decisivo para a consecução do seu maior sonho – o domínio do Governo do Estado de São Paulo. 

Arnaldo Amado Ferreira Filho amado1930@gmail.com

São Paulo

*

ESTELIONATO ELEITORAL

É sabido que o brasileiro não sabe votar, como provam os Tiriricas da vida, mas eu pensei que sabia. Votei no Russomano, no Kassab e no Chalita buscando renovação, pessoas honestas e idealistas, mas, lamentavelmente, esses senhores me enganaram com suas mentiras. Vivas ao estelionato eleitoral! Votei no DEM e o Kassab aliou-se ao PT (de quem sou ferrenho opositor) com seu “Partido Sem Direção”. O Chalita, já mudou de partido e agora alega que esta próximo do PT e do PSDB (quanta enganação e  oportunismo!). O Russomano então, além de mudar de partido, ficou sem nenhuma opinião a não ser se arrumar na vida através da demagogia. Tenho certeza de que tentei melhorar o Brasil, mas não deu certo. A corrupção, o estelionato político e  aliados à impunidade falam mais alto. Da próxima vez vou votar no Cacareco, no Tiririca e  no  Abin Laden, pelo menos deles eu sei o que esperar.

João Cesar Ribeiro cesar@iamm.com.br

São Paulo

*

O CIRCO DO  PT

                    

Há nove anos funcionando no País, o arcaico, enganoso e mal assombrado Circo do PeTralhas, onde os artistas meliantes são os conhecidos fichas sujas, que se revezam no picadeiro, distribuindo vale gás, vale transporte, vale refeição e vale voto. O público é garantido, desde que a entrada é franca e o circo não tem mais porteiro, que está enfermo, encostado no INPadece, pois engoliu espinho de tubarão, que está encravado na garganta, aguardando o Fidel Castro remeter-lhe "Run 51", para os bochechos. As palhaçadas continuam perturbando a Nação, com os mistérios na Petrobrás, os milhões desperdiçados no "PAC", a saúde no caos, o salário de fome, o roubo nos proventos dos aposentados com mais de um salário, a comissão da vingança, a corrupção imbatível e, como se isso não bastasse , as duas mágicas do circo, com o aval da domadora, resolvem dar um passe no Tigre, que estava na reserva e este não gostou e rugiu. Agora é tomar cuidado, para ele não se alterar, senão... nhoc!

Walter Gastaldi waltergastaldi11@hotmail.com

Londrina (PR)

*

COMBUSTÍVEL

Ano eleitoral, começou a guerrilha Petralha, serão muitas greves em serviços essenciais, atrapalhando não o rico mas o pobre que necessita desses serviços. Esse é o modo de agir dos Lullas, Dirceus, Berzoinis, Genoinos, quadrilheiros, etc. Nem o carnaval ele ganhou, mesmo com a maior torcida nacional, quanto pior melhor para eles, mas o povo paulistano é inteligente e conhece essa cambada toda. para esperar o mentiroso no hospital 3 a 4 médicos na porta (quanta safadeza) eu mesmo com plano de saúde ótimo, fico mais de 2 horas para ser atendido, imagine o pobre como é atendido. nem no STF podemos acreditar, pois ele é um órgão político, e não judiciário. Eliana Calmon para presidente.

Roberto Tavares robertocps45@hotmail.com

Campinas

*

NOSSOS HERÓIS

A eleição, por larga margem de votos,  de ícones do passado, como o rinoceronte Cacareco, o mais votado nas eleições para vereador em São Paulo em 1959, e, recentemente, de indivíduos exóticos como o recordista Tiririca, enche de indignação grandes parcelas da sociedade que, perplexas,  colocam a culpa desse  verdadeiro escracho eleitoral no baixo nível educacional do povo, o que, face ao descaso com que a educação sempre foi tratada no país,  não deixa de ter uma considerável parcela de verdade. Mas a real raiz do problema reside no profundo desprezo que o eleitor nutre pela classe política cujos cardeais,  preocupados tão somente com a manutenção do poder e a consolidação dos privilégios particulares,  frustram os mais legítimos anseios do povo. Ou eles se convencem da necessidade de uma ética que vise ao bem público ou continuaremos constrangidos diante do mundo civilizado, a mostrar quem são nossos verdadeiros heróis.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

   

*

RATOEIRA

Lendo sobre política fico indignada. Então vou parodiar Cazuza: “Quero uma ideologia para o povo brasileiro viver com dignidade e a política está cheia de ratos". Nossa política está um nojo. Não sei por que tantos partidos; P disso, P daquilo, se todos têm uma única ideologia: o poder. São tantos acordos entre os ratos, que comem a melhor parte do queijo, deixando para o povo a crosta dura e rançosa. Sabemos que no meio dos ratos existem "os gatos "políticos bons”, que querem fazer alguma coisa, mas os ratos são tantos e tão fortes que os "gatos" ficam acuados. Minha dúvida: em quem votar para não cair na ratoeira?

 

Therezinha Stella Romualdo there.stella@hotmail.com

Santos

*

‘DICAS’ PARA A OPOSIÇÃO

 

Está mais do que evidente o projeto lulopetista de ampliar e perpetuar seu poder. O que causa desalento a quem não partilha sua ideologia é a desagregação dos partidos de oposição, principalmente do PSDB, que polariza com o PT os pleitos eleitorais. Deixam a impressão de que não podem ou não querem barrar essa pretensão. Ao invés de agirem para impedir tal intento, não têm discurso uniforme, foco e não fazem, sabe-se lá por que, o óbvio, que é de conhecimento geral: insistir na reparação histórica de que o desenvolvimento econômico e social que o país vem conquistando não começou com a eleição de Lula, PT e aliados, mas com Itamar Franco, que implantou o Plano Real que trouxe a estabilidade econômica, e com Fernando Henrique Cardoso, que implantou programas de modernização do Estado, como as privatizações, que os petistas e aliados abominam, mas mantém e ampliam, e programas sociais específicos que se tornaram, unificados pelo governo Lula na bolsa-família, o maior programa oficial de compra de votos do mundo. Enfatizar que o fato de nos tornamos a sexta economia mundial se deve mais à crise de países da zona do euro do que pelo “espetáculo de crescimento” da nossa economia. Mostrar que o nosso IDH permanece menor do que o desses países e o quanto permanecemos longe deles em renda, educação, sistema de saúde e infraestrutura, apesar de nossa elevada carga tributária. Que o nosso PIB continua abaixo dos exibidos por Argentina, Uruguai, Venezuela e outros. Explorar o pouco caso com as leis que fazem membros e aliados do governo ao acobertar ou minimizar as contravenções que praticam (e reduzem a “malfeitos” quando essas afloram). Repudiar quando instigam pobres contra ricos, norte contra sul, povo contra “azelite”, “nóis” contra eles, como se não fossemos todos brasileiros e iguais em direitos e deveres. Denunciar a ligação de membros e aliados do governo com ONGs, foros e movimentos espúrios, cujo interesse vai de encontro à lei, a ordem e aos interesses da nação e fomenta uma diplomacia seletiva por afinidade ideológica que se mostra irrelevante, não influi nas decisões globais, mas causa prejuízos para o país. Combater o aparelhamento do Estado e sua patrulha ideológica que afronta valores, a ética, a língua-pátria, a história e até as regras elementares de Matemática. Questionar a lógica perversa que leva o Estado a gastar mais, todo mês, com um indivíduo na cadeia do que com um aluno na escola, ou destinar à Saúde menos da metade do que o gasto médio com recursos próprios de seus usuários. Apresentar e defender um programa que exiba maior competência gerencial do que o atual governo tem e, no mínimo, estanque a sangria de mais de R$ 5 bilhões por ano por corrupção, extinga ministérios desnecessários, os mais de 30 mil cargos de confiança, as emendas ao orçamento, os subsídios a fundo perdidos, cancele projetos questionáveis e perdulários como a transposição do rio São Francisco e o do trem-bala, abra as caixas-pretas dos cartões corporativos e das estatais e defina uma política realista de segurança pública e de defesa da nossa soberania contra as verdadeiras ameaças de nosso tempo: crime organizado, narcotráfico, contrabando e terrorismo.

É tarefa factível e, se nem assim lograr êxitos eleitorais, ao menos os partidos de oposição, pela atitude e coerência, farão jus aos votos de seus eleitores, que não são objeto nem elementos passivos da vida político-social do país, mas sim, financiadores, fundamento e fim da mesma.

 

Adriano Luchiari afluchiari@bol.com.br

São Paulo

*

KASSAB E A GREVE EM SÃO PAULO

Boa, Kassab, quis puxar o saco do paulistano melhorando o trânsito para turbinar o ano eleitoral, mas te puxaram o tapetinho, hein?

Ricardo Guerrini ricguerrini@hotmail.com

São Paulo

*

SÃO PAULO SEM COMBUSTÍVEL

É bom alvitre lembrar que o sr. Kassab manteve reuniões com petistas em Brasília, fora vaiado, e retornou a São Paulo. Entretanto, não sabemos se fora cooptado pelos petistas a ponto de trabalhar desfavoravelmente contra o sr. José Serra, provocando um imbróglio no trânsito de São Paulo e a revolta dos paulistanos com a falta de gasolina que, certamente, favorecerá a campanha petista.

 

Alberto Nunes Alberto albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

*

PIMENTA

É claro que, como consumidor – e no meu caso aposentado –, se fosse a um posto de combustível e encontrasse a gasolina a R$ 4,00 iria achar um abuso! Que o dono do posto estaria tirando proveito da situação para expropriar os consumidores! Mas… E se fosse eu o dono do posto que vê que irá ficar alguns dias sem o produto que comercializa e sem ter como diminuir os custos fixos (funcionários, aluguel, impostos, etc.)? Como pagaria essas contas sem aumentar a margem bruta sobre o estoque da mercadoria que tem para vender? Moral: pimenta nos olhos dos outros não arde!

Jorge Alves jorgersalves@estadao.com.br

Jau

*

FRACO

Sou contra greve safada. Administração pública é coisa para técnico, e não para político. Se os caminhões tanques tiverem de circular por necessidade de abastecimento para a cidade, então que seja autorizado exclusivamente para caminhões tanques uma faixa única na Marginal – apesar de se perder uma faixa – pelo menos os tanques poderiam circular no período de rodízio da parte da manhã ou à noite – pelo menos num período – desde que respeitassem a faixa única e exclusiva. Esta sugestão poderia resolver esse impasse ridículo, absurdo e criminoso. Kassab é muito fraco. Tenho saudade do ladrão do Maluf, acreditem.

Jorge Luiz Andrade andradejorgeluiz@yahoo.com.br

São Paulo

*

CAMINHONEIROS

Quando ouvi e li alguns dos argumentos que os  grevistas alegaram para sua paralisação; de que não poderiam ficar tanto tempo em casa com suas famílias no fim do dia, lembrei dos médicos, professores, garçons, e muitos comerciários, que quase nunca estão com suas famílias, mas trabalham muito e nos prestam um serviço fundamental para todos nós e para os caminhoneiros. Portanto, senhores, gostaria que soubessem que na maioria das cidades importantes do mundo não se veem caminhões durante o dia abastecendo postos ou comércios, há horários para estes serviços, pois ordem e disciplina, é o que  faz, com que todos nos respeitemos e cumpramos nosso papel na sociedade, se este trabalho não lhes agrada, há alternativas, a maioria da população não pode ser punida por estes argumentos.

 

Francisco da Costa Oliveira fco.paco@uol.com.br

São Paulo

*

EGOÍSTAS

O direito de reclamar é legal, agora o que os entregadores de combustíveis estão fazendo é nojento e digno de ser punido com demissão, e o governo pare de ser pateta e chame o Exército para distribuir o combustível, o povo já está cheio de ser punido por conta da briga alheia, e, quanto aos postos que cobram mais caro o combustível, multa e cadeia sem fiança ao responsável. Ou o governo faz isso, ou não inventa lei que depois não consegue encarar. A população está cansada de pagar impostos absurdos, preços estratosféricos e ter de aturar deboche de categoria egoísta, e governo frouxo.

Roberto Moreira da Silva  rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

*

KASSAB EM QUEDA LIVRE

O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab está cada vez mais arrogante e prepotente com suas leis absurdas. Primeiro a lei das sacolas plásticas, se São Paulo tivesse centro de triagem. Para os recicláveis coisa que não tem, no máximo atende 50% os outros 50% vão para aterro comum daí com sua miopia administrativa o prefeito proíbe As sacolinhas. Agora lá vem ele com a restrição dos caminhões nas marginais. O que ele (prefeito) conseguiu? Ah, conseguiu mudar o horário do trânsito nas Marginais 11da manhã do dia 6/3/2012 os caminhões quase que estacionados na Marginal, a Cidade de SP quase sem combustível só falta agora o prefeito. Falar que o protesto é político. E a justiça, ah a justiça, não pune político vai determinar que mesmo prejudicados os donos dos caminhões deva ir trabalhar. E quem vai ressarcir as perdas dos caminhoneiros? E por que a justiça não exige solução entre as partes? Ao invés de apoiar a todos, a justiça apoia apenas as decisões políticas.

 

Paulo Rodrigues de Moura paulorodriguesmoura@hotmail.com

São Paulo

*

GREVE E MULTA

A greve dos caminhoneiros autônomos na cidade de São Paulo  está na contramão do que é praticado nas grandes cidades do mundo. No Brasil, greve é direito constitucional, mas há direitos  outros  que, dada a sua essencialidade, “prevalecem”  (da população),  quando em confronto com o interesse de alguns poucos, no caso os caminhoneiros.                       (Segurança Jurídica) A  justiça estabeleceu uma multa de um milhão de reais por dia, para o sindicato da classe, se os caminhoneiros não cumprirem a ordem judicial de volta ao trabalho. Será que essas multas judiciais serão pagas mesmo? Em países desenvolvidos, onde a greve é declarada ilegal, o prazo é de 24 horas para o retorno do serviço, sob pena de prisão, frise-se "prisão", de todos os líderes do movimento grevista.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

*

AS PREFERÊNCIAS DE LULA

Os últimos dias com a greve dos transportadores de combustível, a cidade de São Paulo e a Grande São Paulo viraram um verdadeiro caos. O automóvel é priorizado, por extrema necessidade de locomoção, daqueles que fazem uso como ferramenta de trabalho. E por que isto é necessário, porque não temos transportes coletivos, quanto a isso temos que agradecer O ex-presidente Luis Inácio Lulla da Silva, que preferiu fazer Metrô em Cuba do que em São Paulo. Também o Rodoanel não teve verbas do governo federal à época do Sr. Lulla, que preferiu fazer estradas em Cuba. Creio que logo, este senhor se transferirá para Cuba, primeiro para ocupar o lugar de Fidel Castro, e segundo para gozar as delicias de uma “verdadeira” democracia, como ele sempre alardeia. Nos aqui de São Paulo, continuamos sofrendo, pelos desmandos daqueles que foram nossos governantes e pouco fizeram pelo nosso povo. Obrigado, Sr. Lulla, por nos causar tamanhos transtornos em nossas vidas, nós não nos esqueceremos deste “presente” nas próximas eleições.

Claudio Szulcsewski claudio@trainnet.com.br

São Paulo

*

ÔNUS DE UMA METRÓPOLE

Esta rebelião dos caminhoneiros que interrompe a distribuição de combustível em São Paulo, devido às restrições impostas pela prefeitura na circulação destes veículos em horários de pico, certamente vem causando transtornos para os mais de 10 milhões de paulistanos. Agora, querer criticar o prefeito Kassab por esta situação é um exagero. Porque o diálogo esteve aberto por meses, e até então não houve discordância. Por esta razão que, não tenho dúvidas de estar existindo        interesses políticos num ano de eleição.  E com provável patrocínio do partido da estrela vermelha, que hoje infelizmente está alojado no Palácio do Planalto. E como o Gilberto Kassab, será o fiel da balança deste pleito, porque como um bom administrador, teve a coragem ao longo de seus mandatos de tomar muitas medidas até impopulares, como o da Cidade Limpa, retirada dos camelôs de vias importantes, entre outras e com sucesso, e agora esta citada restrição aos caminhoneiros que certamente irá beneficiar milhares de motoristas que circulam pelas marginais do Tietê e Pinheiros, o partidão do Lula angustiado faz qualquer negocio!  E o enredo é o mesmo de outras eleições...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

A GREVE DOS CAMINHONEIROS

Por volta de 1958, quando a cidade tinha poucos automóveis e o transporte básico estava a cargo dos coletivos (bondes e ônibus), coadjuvados pelos taxis, os taxistas resolveram fazer uma greve, por aumento de tarifas. Enquanto as autoridades buscavam solucionar o problema, verificou-se que o espaço viário antes ocupado pelos taxis passou a ser utilizado pelos ônibus, que ganharam velocidade e eficiência a ponto de a população não se incomodar muito com a paralisação dos taxis. Em três dias, a greve se foi, sozinha. Mas o mundo dá voltas. Em 1978 – 20 anos após – eis que os transportadores de combustíveis resolveram entrar em greve. Eu era diretor da CMTC, na Gestão Olavo Setubal, que tinha como Secretário dos Transportes o eng° Olavo Guimarães Cupertino. Foi um corre-corre para assegurar os combustíveis para o transporte coletivo, que dependia significativamente dos ônibus, no que contribuiu muito o então delegado Romeu Tuma. Mas àquela altura, o transporte de pessoas na Cidade dependia já – e muito – dos automóveis. Então, realizaram-se discussões em torno do que fazer. Lembro-me de uma delas, no gabinete do Prefeito, em que fiz uma proposta inusitada acerca do problema: não fazer nada. Ante o espanto geral, ponderei: essa será a melhor experiência a se realizar na Cidade, com a “mão do gato” (sem envolver as autoridades). Sem os automóveis, eu dizia, o espaço viário sobrante permitirá duplicar a velocidade comercial dos ônibus e, portanto, a sua capacidade do transporte, o suficiente para que a população, salvo casos muito especiais, fique atendida. Todos se entreolharam, fizeram comentários jocosos acerca de se estar propondo uma atividade pública inerte, mas logo se encontrou um desfecho para não deixar os automóveis parados. Como agora. Em 24 horas o judiciário intimou os caminhoneiros a voltar ao trabalho, sob pena de multas pesadíssimas. O que não acontece, via de regra, quando as greves ocorrem nos transportes coletivos... São passados mais 34 anos. Ah, como seria elucidativo se somente os automóveis parassem. Responsáveis por 45% dos deslocamentos na Região Metropolitana, ele ocupam espaço público 30 ou 40 vezes maior do que os ônibus, para circular ou estacionar. Já tive ocasião de analisar o que ocorreria se o transporte por automóveis fosse reduzido a 30% dos deslocamentos urbanos motorizados: seriam gigantescas as economias de combustíveis, de energia e de tempo, a redução da poluição, a diminuição dos acidentes de trânsito e do stress urbano, etc., etc. E se fosse reduzido, num passe de mágica, a quase zero? Deixe os homens fazerem a greve, prefeito, assegurando apenas o transporte do óleo diesel. E a Cidade ganhará, além dos benefícios já citados, a redução do próprio transporte de combustíveis.

Adriano Murgel Branco, ex-secretário de Estado dos Transportes ambranco@uol.com.br

São Paulo

*

MINISTRA ELIANA CALMON

 

As mulheres, de uma maneira geral, são muito mal representadas em todas as esferas dos Três Poderes. São mulheres que chegaram onde chegaram, mas, sem nenhuma voz ativa. Estão subjugadas ao poder de algum partido, algum grupo, ou, simplesmente, a um único nome (masculino, é claro). A ministra Eliana Calmon tem mostrado que a força feminina pode ser competente e respeitada sem aquele "cabresto" que tanto as deixa inferiorizada. Sonia Racy mostrou (D2, 5/3) o que até hoje nenhum outro jornalista conseguiu: trazer a público o lado pessoal e afetivo dessa mulher que tem nos enchido de orgulho e esperança com a ponta do iceberg contra a malfadada corrupção brasileira. Nem "animal jurídico", nem "colibri". Ministra Eliana Calmon, no momento, está mais para a "Flor de Lótus", elevada e intacta na lama do Judiciário.

 

Mirna Machado mirna.machado@hotmail.com

Guarulhos

*

XÔ, PORTUGA!

Segundo o Estadão, o secretário de Cultura de Portugal, um certo Viegas, deseja efetuar novas alterações na reforma ortográfica. Pronto: estragaram meu dia! Estou puto da vida com esse noia... Se eu tropico nesse fulano numa esquina, faço o enfadado ver com quantos palavrões se manda um sujeito pra UTI! Já penso em viajar até Lisboa só para ministrar-lhe uma sova de vara de marmelo. Ele que prepare a cacunda! O gajo, não tendo mais o que fazer, deseja mostrar serviço aos seus patrícios e resolve mexer com nossa veneranda língua, outra vez. O Brasil precisa dar um basta nessa palhaçada. Acadêmicos tupiniquins e lusitanos já firmaram um acordo que em nada beneficiou a nossa pátria. Tiraram o charme do “voo”: o circunflexo foi despejado sem motivo justo; nossa “ideia”está sem a aura do acento agudo; a “linguiça”, sem a identidade do trema, virou um enguiço e o “para” já não sabe se deve parar mesmo ou se é para dar alguma coisa a alguém! Algumas palavras perderam a magia do hífen e assim por diante. Ora, gentil leitor, quem essa gente pensa que é para ficar espinafrando o nosso vernáculo? O idioma falado no País não é um manequim de porta de loja pra mudar de roupa conforme as conveniências do momento ou o chilique de um escriba qualquer d’além-mar! Por lá, Camões e Pessoa devem estar se revirando no túmulo e por cá, Assis que nos livre de mais essa! Tantas mudanças ortográficas em nada ajudam a cultura do País e só prejudicam o aprendizado dos nossos alunos.  Coitadinho do estudante! Na sala de aula é obrigado a conviver com um dinossauro, o Almeida-Rex Garret e aí, mal começa a se acostumar com os segredos da gramática, aparece um burocrata, lá do fundo das masmorras de “Dona Maria, a Louca” que, num surto de “estrelismo”, quer mudar a nossa escrita! O MEC precisa abrir os olhos e proteger nossas escolas antes que seja tarde e o país inteiro se torne analfabeto funcional! O caso é grave! Está faltando “Semancol” para o secretário de Cultura do “país das sardinhas”! Se nas farmácias da península ibérica o remédio está em falta, o Brasil poderá exportar. Temos esse medicamento em comprimido, injeção e, para o caso específico desse secretário aparecido, há quem diga que já existe em tamanho Extra G, o “Semancol” supositório! Chega de mexer com nossa língua. O português falado no Brasil é mágico porque tem cores do tupi guarani, que bandoleiros navegantes esfolaram ao chegar neste rincão. Nosso dicionário enfeita-se com o canto dos povos negros que a gente de ultramar escravizou por estas bandas e fez sangrar a golpes de chicote. A “Flor do Lácio”, que também desabrochou no maior país da América Latina, é sonora, deslumbrante e faceira!  Cabe a ela determinar seu próprio ritmo. Naturalmente... Estou com tanta raiva desse tal de Viegas que, se dependesse só de mim, chamava o embaixador brasileiro de volta e expulsava o lusitano do consulado. Não contente com isso, impedia a entrada de todo Joaquim em nosso território e declarava “estado de Guerra”! Portugal que nos esqueça. Dom Pedro I já declarou independência em 1822, lembram-se? Mexer com a nossa língua é mexer com a nossa Pátria! Portugal anda muito engraçadinho. Xô!

Benedito Madaleno Mendes beneditomadalenomendes@yahoo.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.