Fórum dos Leitores

CONGRESSO NACIONAL

O Estado de S.Paulo

14 Março 2012 | 03h09

Liderança

Muito interessante a manchete de ontem Após derrota, Dilma decide trocar líderes no Congresso, pois sempre tive para mim que líder se faz surgir por sua liderança nata, e não por nomeação. Aqui os políticos conseguem tudo, até inverter a lógica natural da vida.

LUIZ FELIPE MIGUEL

luizfemig@ig.com.br

São Paulo

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Ficha Limpa

O editorial A privatização do Senado (13/3, A3) expôs as mazelas resultantes dos cargos comissionados no âmbito dessa Casa do Congresso. Essas mazelas se multiplicam em todas as esferas do poder público. Uma iniciativa que poderá minimizar esse problema é a PEC n.º 6/2012, que tramita no Senado, de autoria do senador Pedro Taques, estendendo a Lei da Ficha Limpa a todos os cargos de confiança e comissionados. A sociedade civil organizada precisa pressionar o Legislativo para obter sua rápida aprovação.

ROBERTO PEREIRA DA FONSECA

roberfon@uol.com.br

São Paulo

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PROFESSORES

Piso salarial

Com relação ao editorial O piso nacional do professorado (12/3, A3), não podemos concordar que tenha havido açodamento na implantação do piso salarial dos professores. Ao contrário, a luta de muitas décadas dos educadores brasileiros só em 2008 foi contemplada em lei e, ainda assim, governadores e prefeitos se recusam a cumpri-la. Por outro lado, diferentemente do que diz o editorial, a lei assegura recursos da União para os entes federados que demonstrem incapacidade financeira para pagar o piso. Mas muitos Estados e municípios não conseguem demonstrar essa incapacidade, o que é exigido para terem direito ao complemento.

MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA, presidenta da Apeoesp

brandino@apeoesp.org.br

São Paulo

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Reposição da inflação

Li o editorial O piso nacional do professorado. Pois bem, como não desejamos amargar a situação de ter nas mãos um punhado de cinzas, entendemos que o governo do Estado não se pode furtar a conceder aos profissionais da educação a reposição da inflação passada. Não estamos sequer falando em aumento real, que seria a inflação mais um porcentual, aí, sim, de aumento salarial. Estamos reivindicando aquilo a que todos os trabalhadores têm direito: a manutenção do poder de compra. E este só se mantém com a reposição da inflação, que corrói os salários sem dó nem piedade. Os preços dos bens e serviços não são diferentes para o professor porque ele ganha pouco. Essa é uma realidade que não pode ser ignorada. O Centro do Professorado Paulista (CPP) continuará insistindo com o governo do Estado mais rico deste país para que respeite seus mestres, começando por não permitir o confisco de seu salário, determinando a reposição do índice inflacionário referente ao ano de 2011, já.

JOSÉ MARIA CANCELLIERO, presidente do CPP

assessoriajp@cpp.org.br

São Paulo

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MÁFIA DA MERENDA

Indignação

Às vezes penso que não terei energia suficiente para alimentar a indignação com essa reiterada exposição do meu nome, envolvido numa investigação iniciada em 2008 e, ao que tudo indica, sem data para acabar. Refiro-me à reportagem 'Máfia da merenda' é denunciada por corrupção e lavagem (10/3, A12). Indignação ampliada pela impotência, pois enquanto há apenas a investigação não há defesa possível. Não há como exercer o direito de defesa porque não há acusação, não há processo judicial. Sou "atualizado" quando procurado pela imprensa para repercutir informações a que "nosso jornal teve acesso". Evidente que a imprensa não tem as obrigações do Judiciário, então, mesmo nas reportagens mais sóbrias, todos os citados acabam no rol dos "culpados mesmo que provem o contrário", e não de "inocentes até prova em contrário", independentemente do histórico de cada um. Contraditoriamente, a ação para quebra de sigilo fiscal e bancário e a denúncia encaminhada pelo MPE permitem, pela primeira vez, que eu apresente minha defesa, daí a forte recomendação do meu advogado de que não devo me manifestar sobre o caso em si, que está sendo apreciado pelo Judiciário e em cujo resultado eu confio. É difícil acatar a recomendação depois de ter liderado o enfrentamento deste e de outros cartéis, como o do fornecimento de 1,5 milhão de toneladas mensais do leite em pó aos alunos da rede municipal, cujo preço por quilo derrubamos, em 2006, de R$ 9 para R$ 5,94. É difícil para quem só foi ouvido uma vez ao longo dessa investigação, em abril de 2010, na qualidade de testemunha, e agora aparece como "suspeito de receber propina" em matéria que questiona a contratação de merenda terceirizada feita em 2001, no governo Marta Suplicy, mas parece centrada nos dois anos e meio que estive à frente da Secretaria de Gestão. Impressão reforçada por erros formais, como dizer que "em 2006, ao vencer licitação, as empresas (...) pagaram propina" ou que em minha gestão se acumularam reclamações contra "as empresas contratadas pelo Pregão n.º 73/2006", quando não houve licitação em 2006, foi em 2007 e o contrato, feito em julho daquele ano. Pouco depois fui para a Secretaria da Saúde, portanto, não acompanhei a execução do contrato. Recebi um nome honrado de meu pai, um orgulhoso torneiro mecânico, e tenho uma vida de trabalho pela modernização, moralização e maior efetividade do serviço público, com resultados reconhecidos em todas as funções que exerci. Claro que isso não me confere qualquer imunidade, mas esperava que reforçasse meu direito de ser considerado inocente até prova em contrário e que não sucumbisse tão facilmente diante de alegações de um primeiro alguém que ouviu de um segundo alguém, que este segundo alguém teria ouvido de um terceiro alguém que eu estaria envolvido em ações escusas, apresentando como prova um papelucho que nada diz, apreendido na casa do segundo alguém e que o primeiro alguém "reconhece" como sendo registro de propina que eu teria recebido.

JANUARIO MONTONE

jmontone08@uol.com.br

São Paulo

N. da R. - Há uma acusação formal do Ministério Público do Estado (MPE) contra o sr. Januário Montone, acusado perante a 10.ª Vara Criminal da Capital de corrupção passiva (artigo 317 do Código de Processo Penal). No dia da publicação da reportagem, sua Assessoria de Imprensa informou apenas que recebeu a notícia da denúncia com "grande indignação". Além disso, os trechos citados entre aspas não constam da reportagem.

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QUEDA DE BRAÇO

 

Dilma Rousseff resolveu implantar o terror entre os seus comandados. Essa troca de líderes no Congresso Nacional é um recado explícito para ser entendido por todos aqueles que quiserem permanecer em seu governo, daqui para a frente. Ou seja: mijou fora do penico, está fora. Vamos aguardar para ver as reações dos envolvidos nessa queda de braço entre Dilma e o Congresso.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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NO SENADO

 

Romero Jucá, que perdeu a condição de líder do governo no Senado, será o relator do orçamento na mesma Casa. Deve estar esfregando as mãos e dizendo: "Me aguardem".

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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PROMOÇÃO AOS MALFEITOS

 

De nada adianta a presidente Dilma espernear, os peemedebistas entraram na briga e não vão dar trégua. Ou a presidente faz o que o PMDB quer ou não governa. O trio que manda em Brasília, Renan, Sarney e Jucá manda também no governo. É bom perceber que Jucá deixa de ser líder do governo no Senado, mas continuará dando as cartas. Para provar o poder da base aliada, Renan indicou o senador Eduardo Braga para ser o novo “líder” no Senado. Assim o governo pacifica a relação com o partido. Será?  O senador que foi prefeito em Manaus foi acusado de improbidade administrativa, e que peso tem essa acusação? É um plus a mais no seu currículo, visto que o trio de caciques coleciona vários deles e lá estão livres, leves e soltos. Mais uma prova de que quanto mais “malfeitos”, mais promoções. Simples assim.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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BRASIL DAS MARAVILHAS

 

O Brasil de Dilma realmente se parece com o País das Maravilhas, onde a Rainha, quando contrariada ou insatisfeita por algum súdito, decidia: Cortem-lhe a cabeça! Cortem-lhe a cabeça!  Caiu o eterno Jucá, e até líderes petistas cairão. Portanto, que Eduardo Braga execute a vontade de Dilma pianinho, pianinho, senão...

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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FAÇAM BOM PROVEITO

 

Totalitarismo (ou regime totalitário) é um sistema político no qual o Estado, normalmente sob o controle de uma única pessoa, político, facção ou classe que não reconhece limites à sua autoridade e se esforça para regulamentar todos os aspectos da vida pública e privada, sempre que possível. O totalitarismo é caracterizado pela coincidência do autoritarismo (onde os cidadãos comuns não têm participação significativa na tomada de decisão do Estado) e da ideologia, com um esquema generalizado de valores promulgado por meios institucionais para orientar a maioria, senão todos os aspectos da vida pública e privada, como faz o governo do PT. Os regimes ou movimentos totalitários mantêm o poder político através de uma propaganda abrangente divulgada através dos meios de comunicação controlados pelo Estado, um partido único que é muitas vezes marcado por culto de personalidade, o controle sobre a economia, a regulação e restrição da expressão, a vigilância em massa e o disseminado uso do terrorismo de Estado, mesmo que através do uso de “dossiês”, de “operações policiais” . É marcado pelo patriotismo, ufanismo e chauvinismo exacerbados, paranóia social e patrulha ideológica.  Este sistema politiza tudo que é espiritual e humano. Aspirando ao domínio total da população em regimes pautados por teorias conspiratórias e uma realidade fictícia criada em meio a um desprezo pela realidade dos fatos, a propaganda totalitária é essencial para, num primeiro momento, a conquista das massas e arregimentar em torno de si uma enorme quantidade de simpatizantes, e, principalmente, para mantê-las sobre controle posteriormente, e dão realidade às afirmações fictícias do regime. Desta forma, o uso da propaganda nos regimes totalitários é tido como parte da violência, e vice-versa, sendo ambas complementares. Façam bom proveito!

 

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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RODÍZIO

 

Começou nas churrascarias gaúchas se espalhando pelo Brasil até fazer fama internacional. Em Brasília, com a dona Dilma, que também já foi gaúcha, virou moda nos ministérios, na Câmara e até no Senado federal.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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AVEXADOS

 

Presidente Dilma, dê um agrado ao pessoal. Mande servir queijo de coalho cortado, na bandeja, e bote prá votá o que quisé. Acalma na hora...

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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PARTIDO DE SEGUNDA CLASSE

 

Quanta diferença o PMDB de hoje com o MDB do tempo do governo militar quando era formado por homens que se opunham realmente aquela situação e contribuíram para transição ao governo democrático, atualmente o PMDB é um partido embora composto de pessoas com muito mais cultura que os petistas, se comportam como capachos e vassalos do governo, não dando nenhuma esperança de que um dia mudarão esta situação de inferioridade, lançando candidatos próprios até para Presidência da Republica. Será que este partido não possui nenhum grande homem?

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

 

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A GRANDE FAMÍLIA

 

Essa família explora o País em todos os sentidos, a começar pelo "imortal" tetrapresidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP), onde tudo acontece mas não acontece nada para o próprio. Êta família unida para usurpar e dilapidar o patrimônio público, além de incentivador da corrupção instalada no atual desgoverno. Desta vez liberou verbas da Câmara para empresa do seu neto, Gabriel Sarney, filho do deputado federal Sarney Filho (PV/MA), sobrinho da governadora do Estado do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB/MA). Todos vão negar tudo, vão dizer que é perseguição política, ou que é "direito" do seu cargo, ficando para as "calendas gregas" qualquer tipo de penalização. A grande família unida jamais será vencida... Brasil, o país da impunidade.

 

Luiz Dias lfd.silva@bol.com.br

São Paulo

 

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CENSURA COM CORRUPÇÃO

 

É nítida a intenção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de proteger Fernando Sarney, na tentativa de anular provas contundentes, obtidas na Operação Boi Barrica, que incriminam o filho do oligarca José Sarney. Todos os crimes que envolvem a família Sarney há mais de 50 anos são extintos, engavetados, enfim, nunca há condenação para esse clã mafioso. O fim dessa corja é a corregedora do CNJ, Eliana Calmon, resolver investigar os juízes/sarneyzistas, que, aliás, não são poucos.

 

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br   

Espírito Santo do Pinhal

 

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JUSTIÇA?

 

Será que teremos uma moralização da Justiça brasileira em que o Ministério Público (MP) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de salvar as provas obtidas contra Fernando Sarney Filho, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), na Operação Boi Barrica? No recurso, o MP contesta o fato de o STF em setembro do ano passado ter simplesmente anulado todas as provas colhidas durante a investigação por terem sido obtidas com quebra de sigilo "bancário", "fiscal" e "telefônico", supostamente sem a fundamentação necessária. Ou seja, com ou sem fundamentação, o resultado apurado que comprovou todas as irregularidades, maracutaias, desvios, etc., não valem nada? Não esquecendo que o Estadão está sob censura há 958 dias. Simplesmente "vergonhoso"!

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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E O VALOR AGREGADO?

 

A pujante Terra de Santa Cruz  tem metade das suas exportações baseada em seis produtos – minério de ferro, petróleo bruto, complexo de soja e de carne, açúcar e café. Enquanto os nativos ficam embasbacados com produtos de alto valor agregado vindos de fora, o que faz nosso medíocre governo para fomentar a produção e exportação de itens com esse valor? Nada! Absolutamente nada! E a crise da indústria se agrava e assusta, mas os chinesinhos continuam a invadir o nosso mercado via Paraguai e Uruguai sem serem molestados, com alto valor de ilícitos agregado.

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

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SEIS PRODUTOS

 

Como sexta potência do mundo, ainda somos meros exportadores de commodities e extrativos, como já éramos como colônia ou império, depois como republiqueta das bananas, que na realidade ainda somos.

 

Ariovaldoa Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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ERROS NA ECONOMIA

 

Excelente o artigo É preciso mudar, de Amir Khair, no Estadão (11/3). O pequeno crescimento do PIB em 2011 é um claro reflexo da falta de ousadia e dos erros do governo federal, sobretudo no que diz respeito á manutenção dos juros mais altos do mundo e da altíssima taxa Selic. O Brasil é um país continental, com mais de 190 milhões de habitantes, caminha para se tornar a 5a economia mundial e, por isso mesmo, precisa adotar uma política pública voltada ao crescimento e que favoreça a produção, o mercado e o consumo internos. Precisamos urgentemente no País de juros baixos, desburocratização e redução da carga tributária. Temos tudo para termos um crescimento forte e sustentável, mas isso só irá ocorrer se o governo tirar o pé do freio e parar de fazer o jogo dos banqueiros e especuladores do mercado financeiro.

 

Renato Isnard renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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PIBINHO

 

Enquanto se discute se é infraestrutura, tsunami de dólares, corrupção, ou o BBB12, fiquei imaginando que só Amir Khair poderia falar a verdadeira razão do nosso pibinho. E aconteceu no jornal deste domingo em matéria irretocável. Enquanto o cidadão brasileiro for extorquido em impostos e 90% da população do País pagar mensalmente de 10 a 13% de juros, não haverá salvação. O governo vive de promessas de baixar os juros de seus bancos para puxar a fila. Vou deixar aqui um desafio para que o Banco do Brasil inicie uma nova era de anúncios de bancos: “Venha para o Banco do Brasil e faça empréstimos a 3% ao mês”... Aí a Nossa Caixa anunciaria 2,7% ao mês, e assim por diante. Mas não, e como diz Amir, ainda vão pegar dinheiro do BNDES (nosso) para dar a grandes empresas... criar mais um JBNDS.. é de chorar.

 

Paulo Tilelli de Almeida ptilelli@gmail.com

Bebedouro

 

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INFLAÇÃO E JUROS

 

Na experiência brasileira recente se tornou uma evidencia que juros altos reprimem ( não sei se controlam) a inflação. O problema é o tsunami monetário despejado nos bancos dos países desenvolvidos, que, não tendo nada o que fazer com ele nas suas economias estagnadas e de juros negativos, vêm buscar os nossos (muito) maiores juros do mundo, valorizando o real e derrubando a competitividade internacional do país e as próprias vendas internas da nossa indústria. O dilema – que nas condições vigentes não parece falso – é que se baixar muito os juros a inflação volta. Medidas pontuais, como compra de dólares pelo BC, estímulos a setores industriais e taxações, não têm surtido muito efeito; na economia globalizada querer blindar o país contra a enxurrada de dólares e euros é algo próximo de não quere que as cinzas de um vulcão externo nos atinjam. Por outro lado, toda essa dinheirama externa dever ia é ser muito bem-vinda se, em lugar da especulação com os diferenciais de juros, fosse para reforçar nossa fraca poupança interna no investimento produtivo, diante de um oceano de carências. Não temos porque não querer capital dos outros, na economia globalizada a soberania está nas instituições e não na nacionalidade do dono da fabrica. A verdade é que o cavalo está passando selado à nossa porta e, ao invés de enxotá-lo, devíamos é montá-lo por meio de um grande salto do mercado interno. Nas isso só seria possível com a “refundação” do salário mínimo em linha com a ‘produtividade-padrão” da economia, coisa de umas quatro vezes o atual. Isso pode ser feito sem descontrole inflacionário e sem desorganização da produção, desde que dentro de um plano no recorte do Plano Real que realinhasse os preços relativos em torno dessa nova referencia salarial, claro que com o Tesouro subsidiando o impacto nas folhas de pagamento das empresas dur ante o período de ajuste (os quatro meses da URV do Plano Real) o que absolutamente não foge das possibilidades financeiras de quem US$ 350 bilhões de reservas. Mexe com preconceitos arraigados, mas, por favor, não tem nada de “tirar do rico para dar ao pobre”, mas de crescer muito mais para todos, dentro de um novo equilíbrio macroeconômico em que, aí sim, a inflação seria controlada e não apenas reprimida. O maior problema, além da ousadia da proposta ( Getúlio não comprou café para queimar, Itamar não fez o Plano Real?) é fazer os políticos deixarem de lado suas barganhas de cargo e favores paroquiais, para o que julgam que foram eleitos, para enfrentarem questões como essas...

 

Rogerio Antonio Lagoeiro de Magalhães rogeriolagoeiro@gmail.com

Teresópolis (RJ)

 

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PARA OS CIDADÃOS NADA?

 

O Ministério Público Federal (MPF) quer processar militares por supostos crimes ocorridos há 40 anos e, agora, por "crime de opinião" (sic). E o outro lado, guerrilheiros ladrões e assassinos, nada? E a Lei da Anistia, nada? Com tantos crimes ocorrendo na atualidade e com os políticos malfeitores, empreiteiras corruptoras, e a impunidade geral e irrestrita, nada? E os casos de criminosos com fichas de vários metros liberados por um juiz e presos em seguida cometendo novos crimes, nada? Que tal tentar influenciar os Congresso a mudar as leis dos processos contra os criminosos contumazes? Foi o Planalto e o PT que mandaram o MP se meter nessas frias? Por que não se preocupam em investigar os autores dos 50 mil assassinatos que ocorrem no País anualmente e 95% dos autores não são descobertos pelas Polícias? Disso, que ocorre atualmente, o MP não se ocupa?

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

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ENTRE MILITARES E MILITANTES

 

Com todos os militares e ex-guerrilheiros perdoados pela lei da Anistia de 1979, a começar pela atual Presidente da Republica, é chegada a hora da sociedade avaliar, com a normalidade democrática em pleno vigor, e com o PT começando seu terceiro ano de mandato, quais dos dois lados desse contencioso “militares x governo federal” tem boas intenções em relação a sociedade e ao país. De um lado, militares insatisfeitos com a instalação da comissão da verdade que tenta punir só um dos lados, atropelando a lei da anistia de 1979 e determinação do STF que em 2010 entendeu que ambos os lados se beneficiaram com a anistia. Por outro lado, a atual cúpula do poder em Brasília formada por ex-militantes de esquerda com suas incansáveis tentativas de se  impor a sociedade o cerceamento à liberdade de expressão “via democratização da imprensa”e outras armadilhas antidemocráticas ,  além da simpatia por regimes autoritários de esquerda como os de Cuba Venezuela e Irã, desde Lula até a atual presidente, que recentemente entregou em mãos ao mais velho ditador das Américas “Fidel” cheques no valor de R$ 700 milhões. Desde Sarney até Fernando Henrique Cardoso, passando por Collor, o papel dos militares sempre foi defender a Pátria. Passados oito anos no poder o PT não se cansa de enaltecer ditaduras de esquerda. Em quem você confiaria?

 

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

 

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DOIS PESOS...

 

Acho que não é mais hora de manifesto e sim de ação dos militares. Em momento algum falam dos crimes praticados pelos marginais covardes que mataram, roubaram, sequestraram e hoje são indenizados por suas ações criminosas.

 

Antonio Ranauro Soares antonioranauro@bol.com.br

Sete Lagoas (MG)

 

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DE MÃOS DADAS

 

O Criador premiou o Brasil com braços e mãos fortes. Numa delas abençoou o povo miscigenado, suas tradições, as belezas e as riquezas naturais, delegando  ao segmento militar a tarefa de defender  a liberdade da nação usufruir  um território tão  generoso.  Na segunda mão consagrou os valores da pátria e as demais instituições, incumbindo os homens públicos e a justiça o dever primordial de preservá-las. Ao longo da evolução da sociedade brasileira, essas mãos ora se juntaram, ora se estranharam, mas o Brasil sobreviveu grande e forte, apesar dos “malfeitos”. Não é justo maquiar o passado ao sabor de conveniências momentâneas, sob pena de fragilizar o futuro.  É preciso olhar adiante, guardar o passado, limpar o presente e aprender com a história. D. Pedro I foi o primeiro governante do Brasil. Absolutista na alma executou o Frei Caneca e com a popularidade ladeira abaixo foi forçado a abdicar, derrotado por  uma revolta popular conduzida  pela aristocracia com  apoio do  Exército Imperial . Pedro II, tempos depois, deu as costas aos soldados após a Guerra do Paraguai, negligenciou as “questões militar e religiosa” e perdeu o trono, enterrando consigo a monarquia brasileira. Os presidentes Artur Bernardes e Washington Luís envolveram-se com os Barões do Café, esqueceram o tenentismo e sucumbiram ao final da República Velha. Depois da II Guerra Mundial, a Ditadura do Estado Novo de Getúlio não suportou os ventos da liberdade impregnados nas fardas dos pracinhas vindos da Itália e ruiu sem lutas, com a “aquiescência” dos generais Goes Monteiro e Dutra.  João Goulart apaixonou-se por Che Guevara e o Fidel, visitou a China, deixou o Brasil numa balbúrdia incrível e foi deposto por um movimento nacional liderado por um marechal.  Desses fatos emerge um detalhe crucial: no enfrentamento das grandes questões do país os militares ombrearam com o povo, dividindo anseios e aflições, jamais foram intrusos.  Tanto é assim que, em 1889, os políticos unidos aos militares implantaram a República, proclamada por Deodoro e depois consolidada por Floriano Peixoto, o “marechal de ferro”. Infelizmente, hoje em dia a segunda  mão, doente,  padece  do mesmo “mal das nulidades”  diagnosticado  por Rui Barbosa  no início século passado,  e num embate com a outra poderá se machucar, como aconteceu com as  personalidades  acima citadas, que não cuidaram das mãos do nosso querido Brasil. Portanto, aqui vai um manifesto àqueles que desconsideram a realidade da nossa trajetória: a missão de um  estadista   é fazer com que essas mãos se entrelacem  na busca de uma nação melhor. É temerário privilegiar apenas uma delas, de modo a que depois venham a lutar boxe, uma contra a outra. Não exigimos nada, somente respeito.

 

Haroldo Amorim hbamor66@ibest.com.br

Curitiba

 

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O MANTO PROTETOR DA DEMOCRACIA

 

Como integrante da geração universitária dos anos 60, que lutou contra o arbítrio dos anos de chumbo, vejo o atual movimento de personalidades militares basicamente da reserva, que repudiam a instauração da Comissão da Verdade, com muita tranquilidade. A luta exitosa que possibilitou a retorno da democracia entre nós, permite agora que alguns expoentes do antigo regime, possam agora sem temores se expressar livremente, coisa inadmissível quando estavam no poder.

 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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ATAQUE À SOBERANIA BRASILEIRA

 

No rumoroso julgamento da demarcação das terras indígenas "Terra do Sol", proferido pelo Supremo Tribunal Federal, muitos não compreenderam o aparente paradoxo da posição do então Deputado Aldo Rabelo, contrário ao domínio e à posse concedidos aos silvícolas. No entanto, ele apresentava um argumento poderoso, que foi acolhido por um voto enciclopédico do Ministro Marco Aurélio Mello, porém vencido. As comunidades indígenas ficariam irrefratárias à malandragem estrangeira. O exemplo está aí,  na venda de uma área equivalente a 16 vezes o tamanho da Cidade de São Paulo pela etnia mandurucu a uma tal de "Ce lestial Green Ventures" ("sic") da Irlanda. O pagamento de 120 milhões de dólares será parcelado em 30 parcelas  de US$ 4 milhões ("O Estado, A/22, 11/3). Enquanto não se vencem as prestações, a sagaz empresa comercializará seus direitos integrais sobre a área no mercado europeu de carbono. E a terra dos mandurucus representa apenas 10% dos propósitos dessa ave de rapina, que, antes de efetuar os pagamentos a que se obrigou, faturará bilhões de dólares. O principal executivo da "Celestial Green", Ciaran Kelly, não corou em dizer que os indígenas agiram sob "rigoroso processo de consentimento livre". Ainda é tempo, graças ao trabalho jornalístico de O Estado, de o governo brasileiro intervir, anular o contrato e impedir que outros sejam firmados. E não se resumir ao "jus sperniandi" do Presidente da Funai, Márcio Meira, que recebeu informações desde 2011 e, pelo que se depreende, permaneceu em choradeiras. Será que ele desconhece o que dispõem o art. 231, parágrafos 4º e 6º da Constituição do Brasil?

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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QUE O GOVERNO ACOMPANHE

 

Atualmente no Brasil há  110 milhões de hectares de terras indígenas já demarcadas e homologadas, o que equivale a 13,5% do território nacional para uma população  entre 450/500 mil indígenas (Estadão,16/1). Na minha opinião, os contratos entre as comunidades indígenas com grupos estrangeiros, em plena floresta amazônica com finalidades sobre "benefícios" sobre a biodiversidade, tem de ter acompanhamento urgente do governo federal. É inacreditável a passividade da Fundação Nacional do Índio (Funai) diante de uma questão tão importante (11/3, A22).

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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RESERVAS INDÍGENAS

 

Quem achava que as reservas indígenas seriam algo sério, caiu do cavalo. Nunca duvidei que isso iria acontecer desde que, há décadas, foi colocado em órbita pelos Estados Unidos o primeiro satélite com o objetivo de levantar todas as riquezas do solo e subsolo existentes no planeta Terra. A partir daí é que surgiram as reservas indígenas no Brasil, bem em cima dessas riquezas. Pilantragem premeditada desde a origem! O pior é que a moda vai pegar e não existe legislação para impedir. Onde estão os defensores das reservas indígenas e os ambientalistas que ainda não se pronunciaram? Com certeza dividindo os dólares da corretagem da "venda" da terra indígena. Bando de pilantras que, infelizmente, conseguiu levar grande parte da população brasileira no bico! A minha posição contrária a reservas indígenas, por saber o "porque" das suas implantações, sempre me levou a ser taxado de "politicamente incorreto" por esses pilantras. A verdade dói, principalmente no bolso deles e das ONGs safadas, ditas defensoras do meio ambiente e das causas indígenas, mas que na realidade estão no nosso país para se apropriarem dessas reservas!

 

José Luiz de Andrade Figueira Figueira jlafigueira@hotmail.com

São Paulo

 

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BOLSA VERDE

 

Há "presidenta" Dilma Rousseff, aprovou   lei  que concede  aos nossos  Indígenas  uma ajuda denominada Bolsa-Verde, quem sabe, com essa força que nossa mandatário concedeu  há nossos  nativos, pressuponho que nossas florestas estarão  mais protegidas, até porque o Novo Código Florestal continua na planilha, e sabe Deus até quando.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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AINDA A ANVISA

 

Meus cumprimentos ao professor Denis Rosenfeld (Liberdade às avessas, 12/3, A2), que uma vez mais, qual voz que clama no deserto, denuncia o viés ideológico totalitário da atuação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pergunto-me se o "politburo ideológico totalitário" em que o órgão se transformou não constrange os tantos que batem no peito proclamando, contritos, os seus ideais republicanos. Onde está o Ministério Público Federal, o Congresso, a OAB, as associações corporativas de farmácias, laboratórios e médicos, a imprensa não cooptada, que a tudo assistem como se as maquiavélicas manipulações, nascidas das fermentações ideológicas do politburo da saúde, fossem coisas naturais. Talvez o silêncio dos maiores interessados  tenha as suas compensações; vultosos tapa-a-boca, via política de preços e margens que fazem deste setor um eldorado "como nunca na história deste país". O patamar do preço dos medicamentos, sobre o qual incidem gregorianamente os índices de aumento, estão em nível  absurdo. Que tal o Ministério da Saúde, junto do o de Planejamento, fazerem um estudo nas planilhas de custo dos laboratórios? Só para lembrar. Os preços foram equalizados quando o dólar era três (3) vezes mais caro e as matérias primas custavam  2 a 3 vezes mais. Talvez isso explique o temor reverencial em denunciar a Anvisa e os seus comissários. Ei, sra. "presidenta"! Que tal um ataquezinho de nervos, uma irritação à moda, para enquadrar os "comissários" da Anvisa e o resto da malta?    

 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

 

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‘LIBERDADE ÀS AVESSAS’

 

Um dia depois da publicação do artigo Liberdade às Avessas, matéria do Estado, na seção Vida,  noticiou-se Jovens Brasileiros que começam a fumar preferem cigarros com aditivos. Esses jovens fumam mais e com maior frequência que aqueles que escolhem cigarros "sem aditivos". Eu não me importo que haja mais desemprego, seja de agricultores familiares, seja de trabalhadores nas indústrias e na cadeia produtiva do fumo, forçando os consumidores a entrar no mercado negro. O que é mais prejudicial para os nossos jovens? Eles tem realmente alguma "liberdade" de escolha ou são habilmente conduzidos a depender de uma substância cancerígena que enriquecerá ainda mais os "espertalhões" que tão bem conhecem como funciona a procura pelos seus produtos e os seus disfarces, todos tão bem bolados? Como educadora, dou ponto para a Anvisa, se ela decidir pela proibição destes aditivos. E pelo maior controle na publicidade das cervejas também, visto que, o alcoolismo é o maior vício que acomete o ser humano e, ele começa, inocentemente no período da adolescência.

 

Leni Santinelli Miglorancia lenimiglorancia@yahoo.com.br

São Paulo

 

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LIBERDADE EM EXCESSO, TALVEZ

 

Tenho a maior admiração pelos filósofos, embora nem sempre seja capaz de atinar com seus elevados pensamentos. É o caso do artigo de Denis Rosenfeld no Estado, de segunda-feira. Ele reclama da falta de liberdade dos brasileiros no tocante, principalmente, à medicação que decidem tomar e insurge-se contra a Anvisa, o órgão oficial de controle de drogas em nosso país. A mim parece que a liberdade individual necessariamente é limitada, quando cotejada com as escolhas coletivas. Se uma pessoa decide se suicidar, ou, pior, lutar MMA para ficar rico e famoso na TV, acho que alguém, a sociedade provavelmente, deveria conferir se realmente ela está em seu juízo perfeito, e, se for o caso impedi-la. Barrar sua liberdade quando ela estiver demonstrando uma escolha sem pé nem cabeça. Isto sempre foi assim, aliás. A sociedade impõe regras para quê? Para regular aquilo que supostamente é mais civilizado. Mais algum filósofo discorda? Acho que vão chover críticas.

 

Antonio do Vale

adevale@uol.com.br

São Paulo - SP

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MAIS DO QUE LAMENTÁVEL

 

Mais do que lamentável, é incompreensível que o Estadão se preste continuamente a porta-voz da indústria do tabaco através de seu colunista Denis Rosenfeld. Na edição de segunda-feira (12/3/2012), fomos brindados mais uma vez por argumentos requentados e já totalmente refutados que parecem ter sido ditados pela indústria tabagista. O articulista (e o jornal, por consequência) vai na contramão de todas as conquistas adquiridas após intensa mobilização de diversas entidades no país por anos, que tem resultado em ganhos incomparáveis na saúde da população e tornado o Brasil um líder na área de controle de tabaco. Pelo bem da lógica (se não da saúde), atualizem o discurso!

 

Ilana Pinsky, vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos em Álcool e outras Drogas (Abead) natalia@assessoraonline.com.br

São Paulo

 

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GUERRA CIVIL SÍRIA

 

Sobre a guerra civil na Síria, nosso diplomata junto a ONU, Paulo Sérgio Pinheiro, disse, enquanto que milhares de civis são massacrados pelas forças do regime do ditador Assad, que não é sensato entregar armas aos rebeldes, pois geraria mais violência. Senhor diplomata, não se preocupe, porque as armas não sairão do Brasil, pelo fato de nós não termos armas. Sua posição a típica do brasileiro, covarde e omissa.

 

Luiz Fabiano Alves Rosa fabiano_agt@hotmail.com

Curitiba

 

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ESTADO LAICO SOB AMEAÇA DE TERRORISTA

 

A visão que temos da Síria é míope. Não se trata de um mero ditador maluco como Hugo Chávez ou a Família Castro em Cuba. Lá a coisa é muito diferente. Não existe uma oposição consistente e os que querem derrubá-lo não estão nem aí com o povo, querem o poder para instalar mais um Estado Teocrático e Terrorista. Na verdade querem amarrar o povo em nome de Alá mantendo-o cativo e atrasado com o intuito claro de usar todo o poder do Estado Sírio, o qual não é pequeno, para intimidar o ocidente com suas idéias retrógradas e carregadas de ódio. A verdade é que a aquela primavera árabe está ficando cada vez mais com cara de renascimento de impérios de Estados teocratas se distanciando do ideal inicial de uma democratização no mundo árabe.

 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

Cotia

 

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LÍBIA E SÍRIA, QUAL A DIFERENCIA?

 

Tanto o governo líbio o sírio cometeram e comete (a Síria). Atos de extrema violência. As armas do ditador líbio eram obsoletas, e mesmo assim fizeram muito estragos naquele país. Já a Síria tem armas modernas com tecnologia russa e chinesa, daí se ver o governo, que devia proteger seu povo, o está destruindo.   Mas e as lideranças internacionais que foram até a Líbia e ajudaram a derrubar seu ditador não vão fazer nada pela população da Síria? Não vão porque na Síria não tem petróleo, como tem na Líbia.

 

Paulo Rodrigues de Moura paulorodriguesmoura@hotmail.com

São Paulo

 

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PAZ MUNDIAL

 

Um  tema da maior importância, como a paz mundial, deveria  ser abordado pela  ONU com total  imparcialidade. No caso da crise na Síria, as vítimas são apenas oposicionistas? E por que não têm destaque os ataques da Força Aérea israelense na Faixa de Gaza? Esse assunto não é abordado de forma ampla, levando em conta toda a região. Para completar, até quando tropas americanas continuarão no Iraque e Afeganistão? E mais, com que direito? Como se pode constatar, os problemas são muitos, mas as distorções também. E são contribuições negativas para a paz de que o mundo precisa.

 

Uriel Villas Boas  urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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DESINFORMAÇÃO

 

Ataques de Israel a Gaza matam 18 em 3 dias. Quem lê se revolta, claro a desinformação reina, basta começar a ler um pouco mais (coisa que a maioria não faz) para entender o que houve de fato, "Entre os mortos estão um adolescente de 13 anos e um comerciante de 52, as duas primeiras vítimas civis da ofensiva. Desde a sexta-feira, 18 pessoas morreram e 26 ficaram feridas, a maioria militantes ligados ao Hamas." OU seja, lastimavelmente dois civis foram mortos, porem a enorme maioria era de "militantes palestinos" leia-se terroristas. Os ataques de Israel são unicamente destinados a acabar com os lançamentos de mísseis palestinos que são disparados diariamente ha anos contra Israel. O Exercito israelense usa o que ha de mais moderno (gastando enormes quantias para minimizar ao máximo perdas de inocentes) mirando apenas os terroristas, enquanto estes miram propositadamente nas zonas mais populosas de Israel a fim de atingir o maior numero de civis, poucos são atingidos graças a investimentos incessantes por parte de todos os governos de Israel e são protegidos por abrigos antiaéreos e sistema de interceptação de mísseis. Mas o que mostram na grande maioria das mídias do mundo é apenas um lado da historia. Por que tanta desinformação? Por que tanta falácia? Por que não mostrar a história completa? Depois dizem que os judeus que controlam a mídia. Quanta hipocrisia!

 

Ariel Krok arielkrok@gmail.com

São Paulo

 

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ISRAEL

 

Israel continua matando palestinos sob o silencio complacente e cúmplice do Ocidente, que hipocritamente protesta contra a matança que o ditador Assad está promovendo na Síria contra o seu próprio povo e desconhece cinicamente a campanha de extermínio que Israel leva a cabo em Gaza e na Palestina. Quer estrangular economicamente o Irã entravando ou até mesmo impedindo, se conseguir, suas exportações de petróleo, ao mesmo tempo em que finge não saber das 200 ou 300 bombas atômicas que Israel tem armazenadas, sobretudo os EUA, mesmo depois de os analistas de inteligência americanos afirmarem que não há provas suficientes de que o Irã esteja desenvolvendo armas nucleares. Um dos argumentos usados é que o Irã abertamente proclama o extermínio de Israel e eu contraponho, Israel não proclama, vai lá e extermina.

 

Paulo Afonso de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo

  

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JAPÃO, UM ANO DEPOIS

 

Depois de um ano, foi comovente e muito satisfatório constatar o poder de superação do Japão após a tríplice catástrofe que atingiu o país. É a prova de que, um trabalho realizado em conjunto por um governo sério e empenhado em dar todo o suporte necessário,com um povo determinado em dar a volta por cima,produz resultados impressionantes e incríveis em tão pouco tempo. O país asiático,que,em menos de 100 anos enfrentou seis grandes tragédias entre catástrofes naturais e provocadas pela guerra,demonstrou ao mundo mais uma vez, o quanto as adversidades podem mudar e unir ainda mais um país.

 

Thiago Luiz Teixeira Sousa fabricioharket@yahoo.com.br

São Carlos

 

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JAPÃO E BRASIL – UM ANO APÓS O SISMO

 

Espetacular o texto do embaixador do Japão no Brasil, Akira Miwa (10/3, A2). Em palavras claras e concisas, mostra com grandeza o agradecimento e a sensibilidade do povo da terra do sol nascente pela ajuda merecida que seu país recebeu após o tsunami que arrasou Fukushima. Revela a rápida capacidade de recuperação de sua gente, a incrível volta à normalidade das suas indústrias, a proposta de recuperação do meio-ambiente e a ajuda, a todo o mundo, com a programada, para dezembro, Conferência Internacional sobre Segurança Nuclear. E deixa novamente publicada em O Estado a proposta de o Japão continuar a colaborar com o desenvolvimento do Brasil. Amigo embaixador Akira, o senhor é um brasileiro-nato!

 

Samuel Carvalho contato@noticia.radio.br

Franca

 

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QUE INVEJA DO JAPÃO!

 

O noticiário do fim de semana, muito embora muita pouca pessoas leram, ouviram ou viram na televisão, posto que esse povinho só pensa em Carnaval e Futebol, é o destaque ao Japão, que completa um ano desde o terrível terremoto que destruiu parte daquele país. O incrível de tudo isso é ver que, depois de tão pouco tempo, o País está praticamente recuperado em termos de infraestrutura. Ou seja, as rodovias, ferrovias, aeroportos, está tudo funcionando como um reloginho. Quer dizer, se fôssemos fazer um comparação com o Brasil, graças a Deus que não temos esse tipo de catástrofe aqui, conhecendo a nossa capacidade de construir ou reconstruir, essa normalidade não chegaria jamais. Nós não conseguimos erguer um estadiozinho, uma rodoviazinha, um hospitalzinho e por aí a fora. Trem Bala? Isso é coisa para daqui a 50 anos. O mais grave é que a Copa do Mundo e a Olimpíada já estão batendo às nossas portas. Que Deus nos ajude!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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CBF

 

Tardiamente mas enfiem foi extirpado da CBF, Sr. Ricardo Teixeira, um câncer. Falta-nos tirarmos o câncer do Senado Federal, o cidadão José Sarney e suas mazelas. Dúvida quanto a razão que levou quase "eterno" Ricardo Teixeira renunciou à hereditária presidência da CBF, dada por seu sogro? penso que o mesmo quer "usufruir" do conforto suas coberturas, mansões de Angra dos Reis (RJ), adquiridas com dinheiro surrupiados dos cofres da CBF ao longo dos 23 anos. Grana alta, o suficiente para pagar a aos bons escritórios de advogados por quaisquer processo que lhe venha a suceder. Isto se não deixar o país passar a residir em outra nação, dinheiro para isto não lhe falta e certamente jamais será preso. Enquanto isto outro câncer no Senado Federal, locupletando-se dos pobres do Maranhão e do Amapá, continua escrevendo bobagens, como os seus marimbondos, sob égide dos imortais da ABL. Conclusão: Quem rouba muito torna-se importante e inatingível pela justiça, jamais serão presos.

 

Raimundo Félix Silva rfelixdasilva@yahoo.com.br

Niterói (RJ)

 

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TROCA DE PRESIDENTES

 

O Sr Ricardo Teixeira, após 23 impondo seus métodos de eleições e administrações na entidade maior do futebol brasileiro, muito contestados e duvidosos chegou ao pico da intolerância pública brasileira. Agora, assume o seu posto o ex-governador de São Paulo, sr José Maria Marim, também, raposa velha do futebol brasileiro... O que deverá mudar para o bem do futebol? Ummmmmm sei não! Tenho a impressão que para melhor nada será mudado, pior ainda seria com os outros vices, cruz credo! Imaginem Fernando Sarney nesse lugar, faria da CBF o mesmo que estão fazendo com o Maranhão. Não acredito que o método de eleições da CBF venha mudar, eleitores amigos e bem recebidos no Rio para aquela festança e linda férias de verão. Qual o presidente de federações e clubes que dispensarão essas benesses? Tenho certeza que quem mais ficou triste com essa mudança foram os eleitores que de hora em diante terão que amansar a fera novamente. Vamos aguardar, o tempo poderá mudar o panorama e até modificar minhas previsões.

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

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MARIN, A ‘MÃO NA RODA’

 

Ao surrupiar medalha da Copa São Paulo de Futebol Júnior, Marin provou ter assimilado os ensinamentos do grande mestre Maluf, a quem sucedeu no governo de São Paulo.  Na CBF, tendo por professor o mestre Ricardo Teixeira, Marin familiarizou-se com as modernas técnicas da corrupção aplicada às competições futebolísticas. É, portanto, a  pessoa certa  para dar o fatídico pontapé no traseiro do povo brasileiro a fim de agilizar e administrar o desvio das vultosas verbas que o governo supostamente destinará às obras da Copa.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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PRESIDENTE MEDALHISTA

 

Com José Maria Marin presidente da CBF, espero que o Brasil não suba no pódio na Olimpíada ou corre-se o risco de faltar alguma medalha.

 

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

 

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OLHO VIVO

 

Não podemos nos esquecer de que o atual presidente da CBF roubou, isso mesmo, roubou, a medalha na entrega da taça São Paulo. Por isso temos que ficar espertos, como os escoteiros. Trocar seis por meia dúzia não resolve nada. Precisamos realmente acompanhar o dia a dia desse nobre senhor.

 

Antonio Jose Justino anjogoma@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

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EXEMPLO A SER SEGUIDO

 

Depois da renúncia de Ricardo Teixeira, por que Carlos Nuzman não faz o mesmo e larga o filé mingnon que ele toma conta há tanto tempo no COB? Sr. Nuzman, pegue o seu banquinho e saia de mansinho ... Fica o "convite" do povo brasileiro em nome da transparência e lisura.

 

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

 

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RENÚNCIA

 

Até quando a renuncia servirá como carta de alforria no Brasil? Até quando teremos que assistir aos políticos acusados de corrupção colocarem uma pedra sobre o assunto com a renuncia aos tão preciosos cargos? Cadeia? Devolver o dinheiro desviado? Nem pensar! Afinal, ele renunciou, o que no Brasil redime tudo e todos! Até quando?

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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COMO NOS MINISTÉRIOS

 

A mudança do presidente da Confederação Brasileira de Futebol foi como a reforma ministerial da presidenta Dilma: trocam-se corruptos profissionais por iniciantes ladrõezinhos de medalhas...

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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JÁ FOI TARDE

 

O futebol e a CBF se livram de Ricardo Teixeira, que já foi tarde demais.

 

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

 

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PODE VIRAR MODA

 

O Sr. Ricardo Teixeira (ex-presidente da CBF) pediu demissão do cargo. Será que o Sr. Sarney (ex-presidente da República) também pedirá? Vai que a moda pega...

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

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SELEBRÁS

 

A Seleção Canarinho, "a Pátria de chuteiras", tem tamanho peso e importância na história e na vida dos brasileiros que poderia até ser uma estatal (Selebrás) para não virar refém de interesses particulares de quem quer que a dirija.Alguma seleção no mundo é propriedade privada?! Bola pra frente, Brasil!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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‘HISTÓRIA E GASTRONOMIA’

 

Louvo o Estadão e seu repórter Edison Veiga pela  reportagem História e gastronomia (C6, 13/12). Eis que, quando estudante de Direito da famosa Faculdade do Largo de São Francisco, frequentei o tradicional "Ponto Chic", nos idos anos de 1941/1945, e até hoje localizado no Largo Paissandu.  Como relata a reportagem, o jornalista Ângelo Iacocca, em seu livro Ponto Chic – um bar na história de São Paulo, explica como  foi inventado o "mais famoso sanduíche do País", que, por ter o seu criador o estudante de Direito Casimiro Pinto Neto, nascido na cidade de Bauru, dito lanche tomou o nome de bauru que, até hoje, é objeto de 500 pedidos por dia. Realmente, é um alimento saboroso que exige uma técnica para sua feitura e tempo certo para ficar pronto, como é feito no aludido bar. Cumpre salientar que o nome "Ponto Chic" é assim chamado porque, na época de sua fundação, era frequentado somente por universitários, notadamente de Direito, todas as noites, numa comunhão de amizade estudantina. Parafraseando o poeta: Oh que saudades que eu tenho, da minha vida universitária, que os anos não trazem mais!

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

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