Fórum dos Leitores

PODER JUDICIÁRIO

O Estado de S.Paulo

21 Abril 2012 | 03h06

Supremo constrangimento

Abre-se o pano, os protagonistas entram no palco. Joaquim Barbosa afirma que Cezar Peluso foi tirânico, imperial e conservador, manipulou resultados de julgamento. Peluso criticara Barbosa por se orientar pela opinião pública. Esse bate-boca não ocorreu numa despreparada Câmara Municipal de algum dos mais paupérrimos municípios do sofrido sertão nordestino. O entrevero aconteceu num tribunal federal intitulado "Supremo", onde são decididas as mais sérias pendências judiciais. Época sui generis atravessa o nosso país. Os ministros da Suprema Corte despem as suas togas e se equiparam a adolescentes que no recreio da escola tiram as suas diferenças. Esse é o país que nós, trabalhadores, construímos, mas, infelizmente, está à deriva, com o que há de pior e que, nos últimos tempos, diz respeito ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário. O Supremo Tribunal Federal (STF) representa o supremo baluarte da aplicação da justiça entre os homens e quando esse baluarte padece de infecção generalizada a esperança do cidadão agoniza.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Atritos públicos

A Corte Suprema em qualquer país civilizado marca a sua presença com atuação e manifestações discretas de seus integrantes. Mas a entrevista do ministro Peluso, que está deixando o STF, provocou reações de outro ministro, Joaquim Barbosa. Ele se sentiu ofendido com alguns procedimentos e afirmações do colega. E usou do mesmo método, fazendo declarações a um órgão de imprensa que não são nada simpáticas ao outro magistrado. Por certo algo precisa ser feito para que esses atritos não se repitam publicamente. A não ser que os procedimentos sejam incorretos. Neste caso, as providências regimentais serão divulgadas?

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Novo presidente do STF

Tomou posse nesta quinta-feira como presidente do STF o ministro Carlos Ayres Britto, em solene e concorrida sessão que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff e das mais altas autoridades dos Poderes da República, com discursos que são verdadeiro apanágio da vida e da carreira do recém-empossado. Há a destacar o pragmatismo do discurso do presidente nacional da OAB - à qual tenho a honra de pertencer desde 1946 -, Ophir Cavalcante. Corajosamente, ele pediu com firmeza que a Suprema Corte julgue rapidamente o malfadado mensalão, no que foi muito aplaudido pelos presentes ao evento. Cumpre salientar, também, que no discurso de posse do novel presidente Ayres Britto uma só frase sintetiza a sua futura gestão e é uma esperança para que a dignidade política volte a reinar na administração pública brasileira. Disse ele, em outras palavras, que todas as noites, ao se deitar, pede a Deus que não o deixe "cair em tentação". Foi aplaudidíssimo! Seu pronunciamento também foi uma verdadeira aula de Direito Constitucional e de como deve um magistrado agir com independência no exercício do seu apostolado, respeitando sempre o casamento indissolúvel entre a Justiça e o Direito, para que a sociedade viva em paz e harmonia.

ANTONIO BRANDILEONE

abrandileone@uol.com.br

Assis

Esperança

Estamos confiantes e satisfeitos com a posse do dr. Carlos Ayres Britto na presidência do STF, pois temos a convicção de que nada pesa sobre a sua correção de caráter. Por suas declarações no momento da posse pudemos sentir que nada o impedirá de pôr em julgamento todos e quaisquer processos que estiverem ao seu alcance. Nossa esperança é que a notada lentidão do ministro Ricardo Lewandowski em analisar o processo dos mensaleiros, tão aguardado pelos cidadãos brasileiros, não se estenda até cair no tal decurso de prazo (prescrição). Estamos dependendo deste sr. magistrado para que a Justiça desfaça essa vergonhosa artimanha dos políticos da gestão federal passada.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Sinal de avanço

De fato, o dr. Ayres Britto, ao tomar posse na presidência do STF, jogou no ar uma grande esperança para o Brasil e seu povo. Em especial quanto à exigência do cumprimento da Constituição da República. Mas será difícil cumprir tal promessa, pois as nossas autoridades públicas, federais, estaduais e municipais, já se acostumaram ao desrespeito à nossa Carta Magna. Isso pode até parecer pouco, mas não é. Se o novo presidente do Supremo conseguir essa façanha, estejam certos os brasileiros, nosso país mudará para um trato mais justo com todos os cidadãos. É um grande sinal de avanço da Justiça brasileira. Vejo nisso uma grande luta para o ministro Ayres Britto, mas estarei torcendo fanaticamente para o seu sucesso.

BENONE AUGUSTO DE PAIVA

benone2006@bol.com.br

São Paulo

Qual Constituição?

Ao assumir a presidência do STF, o ministro Ayres Britto propôs ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário um pacto de respeito à Constituição. Curioso. O artigo 2.º da nossa Lei Magna determina três Poderes "harmônicos e independentes". Entretanto, o que ocorre é a "dependência" do Judiciário e do Legislativo em relação ao Executivo. Isso é muito claro no relacionamento, em que há também uma dependência do Judiciário em relação ao Legislativo, uma aparente troca de favores, como divulgado no recente processo de Jader Barbalho em que teve o mandato devolvido. O que mais chama a atenção, porém, são as relações capitaneadas pelo Executivo, que nomeia os ministros do STF e, aparentemente, obtém vantagens, geralmente em impunidades. Consta, ainda, que na Justiça só 5% dos funcionários públicos processados por improbidade e corrupção recebem penas e não passa de 2% a recuperação de valores desviados em todos os processos. No que respeita ao Legislativo, há visível domínio do Executivo, que expressa sua força maior na distribuição de recursos, principalmente por meio das famigeradas emendas parlamentares, com elevado porcentual desviado para políticos e partidos. Por último, é certamente ilegítimo deputados e senadores ocuparem cargos no Executivo - como ministros, por exemplo -, Poder que deveriam fiscalizar. Aguardemos para ver de que pacto ou de que Constituição se está falando.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

BOAS NOTÍCIAS

Gostei da série de boas notícias concentradas em uma mesma semana, a saber: 1) o Brasil não tem mais a mais alta taxa de juros reais do mundo (a Rússia é a líder); 2) o sistema bancário reduz os juros a empresas e a pessoas físicas, sob a força de mecanismos de mercado – ao contrário dos procedimentos autoritários de La Señora K –, facilitando o crédito e o investimento e, portanto, fortalecendo o desenvolvimento do mercado interno; 3) o Congresso Nacional aprova, por mais do que o dobro dos votos necessários, unindo governo e oposição, uma CPI para examinar um escândalo de corrupção que envolve políticos e administradores públicos de vários partidos políticos, empresários, contraventores e outros que ainda vão surgir; 4) o real se desvaloriza, melhorando nossas exportações, facilitando o fluxo de turistas estrangeiros – embora dificultando o turista brasileiro no exterior. É claro que tudo poderia ser ainda melhor e que isso é pouco; é claro que mais coisas boas poderiam também acontecer (algumas já aconteceram, e não foram muito noticiadas, como a regulamentação dos fundos de aposentadoria dos futuros funcionários públicos, ou como a criação do programa Ciência Sem Fronteiras), mas, na minha opinião, há alguns bons indícios de aperfeiçoamentos das instituições.

Sergio Lopes sergio.lopes940@gmail.com

São Paulo

*

CPI DO MENSALÃO E DO CACHOEIRA

Essa "CPI", não adiantará em nada. Primeiro, porque não tem poder de polícia. Segundo, porque é bandido julgando bandido.

Francisco Teixeira da Silva francisco44teixeira@gmail.com

São Paulo

*

VAI DAR EM NADA

Dizer que a CPI do Cachoeira não vai ser política, mas vai mudar a corrupção no Brasil, é algo no mínimo mentiroso. Colocar mestres do faz-de-conta-que-existem-leis e levam vantagem a torto e a direito como os nobríssimos Renan, Jucá e outros menos cotados é para nos fazer morrer de rir ou, talvez, chorar, pois parece que o Brasil é um feudo desses políticos profissionais que vieram para a vida pública para fazer de seus Estados uma verdadeira privada de horrores. Esses nobríssimos senhores, que se tratam em São Paulo por nos seus Estados não terem feito nada para construir um hospital digno, só querem é aparecer na mídia e vender uma imagem de paladinos da verdade e da dignidade, algo de que eles se esqueceram há décadas. Não precisaríamos de nenhuma CPI, mas de leis que não favorecessem os políticos e os enquadrassem como a todos os cidadãos deste nosso país infeliz, marcado por tantos escândalos.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

*

JOGO EMBOLADO

Como perguntar não é ofensa, esse Carlinhos Cachoeira não é o mesmo Cachoeira que estava envolvido com Waldomiro Diniz na época do governo Lula? Se esse Cachoeira for o mesmo Cachoeira, na época do governo Lula o ministro da Justiça não era Márcio Thomaz Bastos, que hoje é o advogado defendendo o Cachoeira? Durma com um barulho desse... se puder, é claro

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

DO MENSALÃO AO DELTADUTO

A Delta Construções ganhou asas e decolou ao contratar Zé Dirceu, o chefe dos mensaleiros.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

*

BESTIALIDADE

O Congresso Nacional aprovou a CPI mista para averiguar os movimentos e ligações de Carlinhos Cachoeira, e apurar seu envolvimento com a corrupção que hoje assola o Brasil. Essa CPI será composta por 32 membros, dentre eles Collor e Jucá, mais uns tantos "fichas sujas" envolvidos em processos judiciais e outras lambanças, sendo que mais da metade dos membros têm pendengas judiciais. Será que dentre esses membros existe algum com envolvimento com Cachoeira? Que moral tem esses mais de 50% de fichas sujas para compor uma CPI? E estão tentando abafar o caso para que o governo federal não seja envolvido nomeando o relator e o presidente membros do PT e PMDB, isto é, o PT (partido do governo) e o PMDB, o maior partido da base aliada. Estamos realmente no fim da picada, e vem a Sra. Hillary Clinton dizer que a presidente é um exemplo a ser seguido pelo fato de estar combatendo a corrupção. Será que ela sabe que em seu primeiro ano de mandato a corrupção foi bem maior do que no último ano do governo Lula, quase o dobro? Quanta bestialidade.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

*

CURRAL

A única diferença entre o PT e o DEM é que, no curral do senador Demóstenes Torres, manda-se matar quem vazou informações sobre a Operação Monte Carlo, e no curral do PT executa-se a ordem. Eles mataram o Celso Daniel. Eles são mais competentes. Disseram e fizeram.

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Bento do Sapucaí

*

CASA DE NOCA

Nesta semana, no Hospital Sírio-Libanês, o ex-presidente Lula recebeu vários parlamentares para discutir a CPI do Cachoeira. Reservadamente, ele despachou com Chinaglia, Vaccarezza, Argello e Calheiros. E a vigilância, o controle e a prevenção de infecções hospitalares, estão fora da rotina do Sírio? Nas eleições de 2010, a falta de bom senso e ética também evidenciou-se quando o Palácio do Planalto virou o bunker do PT e os eventos oficiais se transformaram em palanques de propaganda política. O lado pior dessa história é a cegueira do eleitor que nada ouve, nada fala e nada vê.

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

*

QG

O Hospital Sírio-Libanês virou o Quartel General do PT e do PMDB, tendo como anfitrião o sempre dedicado às causas doutor Roberto Kalil Filho. Pode-se aproveitar para , além das reuniões políticas que lá acontecem, fazer um check up da saúde. É o Brasil preocupado com o bem-estar de seus políticos para que melhor administrem seus rincões.

Regina Ulhôa Cintra reginaulhoa@uol.com.br

São Paulo

*

DOA A QUEM DOER?

Lula da Silva recebeu vários parlamentares esta semana no Sírio-Libanês, onde despachou. Como assim? O hospital virou seu gabinete presidencial? "Doa a quem doer", ainda recomendou ele aos líderes sobre a CPI recebidos em "audiência", do alto de sua conhecida "imparcialidade" e "intolerância" com os malfeitos. Talvez a mídia não tenha ouvido o resto de suas edificantes admoestações: mas que doa mais na oposição e quase nada nos companheiros, afinal Waldomiro Diniz recebendo propina de Cachoeira foi apenas uma invencionice, uma espécie de alucinação da mídia e o mensalão, um notório delírio desencadeador de intrigas... intrigas... e mais intrigas.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

*

TRISTE E IMORAL

É triste, além de imoral, o que hoje se vê no Hospital Sírio-Libanês. Começa a circular foto de Luiz Inácio Lula da Silva ao lado de um leito de UTI, cercado de equipamentos, todos desligados, segurando a mãozinha de José Sarney. Sim, aquele mesmo Sarney que outrora foi classificado por ele, Luiz Inácio, como sendo o maior ladrão do Brasil. É o sacerdócio da ciência, sendo desmoralizado, ao render homenagem à podridão da política nacional com o aval de profissionais que deveriam defendê-lo.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

*

LULA, SARNEY, ETC.

O que mantém viva a política retrógrada no Brasil é o Hospital Sírio-Libanês!

Carlos Alberto Roxo roxo_7@terra.com.br

São Paulo

*

O QUE VAMOS COMEMORAR?

O tetrapresidente do Senado internou-se no Hospital Sírio-Libanês dizendo que seria antecipação de exames médicos... O "homem" não estava bem. No dia 24 vai comemorar os seus 82 anos, e nós, o que vamos comemorar? Tudo a ver com o Cachoeira? Ou é a "sujeira" da cachoeira, que já se transformou em catarata e vai deixar inúmeros políticos afundando, não é não? Tomara...

Luiz Dias lfd.silva@bol.com.br

São Paulo

*

ESCAPE

E a história da CPI fez o "seu" Sarney tirar "o dele" da reta direitinho. Ni mim, não!

Celia Henriques Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

*

ABUSADO

Afinal, quem se elegeu para a Presidência do Brasil? Da forma como Lula está conduzindo reuniões políticas de dentro do "Circo Libanês", a CPMI do Cachoeira, tratando Dilma como coadjuvante, e de todas as vezes que a mesma se dirige ao seu criador para tomar decisões, fica para os espectadores a impressão de que a criatura sempre será um poste. Total insegurança "dela" e falta de respeito "dele" para com a ocupante do mais alto cargo da República.

Leila E. Leitão

São Paulo

*

PORTAL DA JUSTIÇA

Eu estou achando que o Hospital Sírio-Libanês, além de excelente hospital, está se tornando a figura marcante na solução de muitos dos problemas brasileiros.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

*

PRESIDÊNCIA DO STF

Ao tomar posse como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ayres Brito mostrou ser um grande filósofo, poeta e humorista, humor que tinha de lançar mão para se fazer entender principalmente por membros do Executivo e Congresso que estavam ali presentes, aos outros, como seus familiares e jornalistas, pôde gastar a vontade os dons da grande cultura que possui e mostrar a que veio e seus objetivos, como sabia que através de palavras difíceis não se faria entender é que usou de metáforas, parábolas e ditados populares, mas mesmo assim, para que a mais alta autoridade ali presente compreender e deixar bem claro tudo que pretende, é que mandou distribuir um exemplar da carta magna a cada um, e quem sabe a presidenta venha se inteirar de seu conteúdo e use os dois lados do cérebro,principalmente o lado direito para governar, respeitando os direitos constitucionais e legítimos de alguns setores que sofrem descriminação por parte deste governo, desta Democracia Bizarra que resultou da Constituição de 1988.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

*

OS OLHOS DA JUSTIÇA

O ministro Ayres Britto lava com as águas transparentes da poesia o Supremo Tribunal Federal (STF). O momento não poderia ser mais oportuno. O reino mágico da poesia, porém, permite que façamos o jogo das contas de vidro. Se a consciência do juiz permite o terceiro olho, a venda nos olhos da Justiça é o arquétipo que se encontrou no gênio do inglês Brooke: "E lá, depois de mortos, (...) veremos, não mais cegados por nossos olhos", que nos faz lembrar o mito de Demócrito, o arrancar dos olhos num jardim para pensar.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

JOAQUIM BARBOSA

Gravíssimas as acusações do ministro Joaquim Barbosa contra o ministro Peluso. Trata-se da mais alta corte do Brasil. Cadê a corregedoria da Justiça, que não se manifesta? Se não tomarem providências para esclarecer rápido as acusações, podem colocar o Judiciário na lata do lixo.

Marcos Oliveira mate3266@gmail.com

São Paulo

*

A APOSENTADORIA DE CEZAR PELUSO

Ministro Cezar Peluso, que legado o senhor deixa? O legado do corporativismo e da defesa do indefensável, é claro! Só o senhor não enxerga o resultado do trabalho da ministra Eliana Calmon!

Clelia Helena Luna Villa Nova Aidar cleoaidar@hotmail.com

 

São Paulo

*

LIXO DEBAIXO DA TOGA

Acreditava ser o Poder Judiciário, morada altaneira à manutenção do Estado Democrático. Ledo engano, que digam os Tribunais de Justiça de São Paulo e do Rio Grande do Norte e outros que tais. Se esse lixo fosse reciclável não haveria usina para tanto.

Vitorio Pasqual Soldano soldano@uol.com.br

São Paulo

*

ESCÂNDALO NA EMBAIXADA IRANIANA

A Embaixada Iraniana protesta e culpa a mídia brasileira de perseguição pela divulgação do escândalo envolvendo um alto funcionário daquela embaixada, acusado de acariciar crianças (meninas) em um clube de Brasília. A Embaixada se defendeu dizendo ter sido mal entendido por divergências "culturais"! Ora! Do que interessa ao Brasil estreitar relações culturais com o Irã, país que considera "normal" homens acariciarem crianças (meninas) em suas partes intimas, apedrejamento de mulheres, a não aceitação do Holocausto e o desejo de "apagar" Israel (país democrático) do mapa? Não nos esqueçamos que Ahmadinejad vem aí com a benção da presidente Dillma e leais ministras dos direitos das mulheres!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

*

SILÊNCIO ENSURDECEDOR

É ensurdecedor o silêncio das Ministras Eleonora Menicucci e Maria do Rosário em relação ao diplomata do Irã, flagrado abusando de crianças em uma piscina de Brasília. Mais que ensurdecedor, é estarrecedor e inexplicável.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

*

ARMAS NUCLEARES, VETORES E O CS

Dona Dilma, que a exemplo do ex-presidente Lula vive choramingando por um assento permanente no Conselho de Segurança (CS) da ONU, ainda não se convenceu de que, para tanto, teria de arrombar a porta, como o fez a República "Nuclear" da China, com o apoio da Rússia, em 1970, tomando o lugar de Taiwan, considerada "Joãozinho do passo certo" com relação aos EUA. Historicamente os cinco mandões do conselho permanente sempre tiveram muita coisa em comum. Eram vencedores da 2ª Grande Guerra Mundial, tinham grande influência política e, principalmente, ou haviam conseguido ou estavam prestes a testar uma bomba atômica, sem a qual nunca haveria salvo-conduto para novos sócios nesse seleto clube de poderosos. A Índia, superpopulosa e com bomba atômica, agora capaz de ser lançada sobre Europa e sobre as principais cidades da sua rival China – incluindo Pequim –, tem muito mais chance do que o Brasil de conseguir essa proeza. Se o ex-presidente Collor de Mello não tivesse jogado uma pá de cal no sonho nuclear tupiniquim, talvez a história fosse outra.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

*

ELDORADO DOS CARAJÁS

Em 17 de abril de 1996 um numeroso grupo de desocupados tidos como trabalhadores rurais, mas sem nenhum vínculo com a classe, munidos de foices e facões, avançaram intimidando furiosamente a diminuta força policial que recuou e, no desespero, acuada, num instinto de sobrevivência defensiva, atirou, redundando na morte de 19 agressores. A TV repetiu inúmeras vezes tal cena. Ponha-se no lugar dos policiais, representantes da lei e, honestamente, diga qual seria a sua reação?

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

*

ABRIL VERMELHO

Todo ano, no mês de abril, o Movimento dos Sem Terra (MST) realiza o protesto "abril vermelho" com invasões em prédios públicos, interdição de estradas etc. e, conforme programado, agora em 16/4, cerca de 1.500 militantes, de várias partes do País – acho que vindos em voos fretados –, ocuparam a sede do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Brasília, e "exigem" uma audiência com a presidente Dilma Rousseff. Até quando o governo federal irá permanecer nessa passividade e deixar de aplicar as leis do País? Que tal a presidente Dilma Rousseff comemorar o evento da invasão de Brasília, com o tradicional boné vermelho?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

 

Campinas

*

ABRIL PICARETA

O chamado abril vermelho não tem a menor valia nos dias de hoje. Realmente, ao ver as capas de jornais e revistas, vemos um bando dentro de uma piscina, que gostaria de ver fotografada o dia seguinte, como sempre no Brasil, se privilegia quem é vagabundo, estes sujam fazendas e propriedades que não saberiam manter, destroem plantações que alimentam o Brasil e o exterior, a agropecuária no Brasil nos enche de orgulho e ainda mantém o Brasil com alimentos a preços suportáveis, só que estes bandidos que invadem, nada é feito para os parar, agora estes " eco chatos" com tantas regras, e leis, que em nome de um apocalipse imaginário, vão trazer muita miséria de verdade, afinal é como o governo quando começa criar regras que agridem o individual, sempre em nome de um suposto bem maior, multas, impostos, estes eco chatos, estão atazanando e pior, conseguindo criar tanto empecilho para a criação de gado, plantação de tudo, que por conta de tanta ignorância, travestida de preocupação com um futuro sombrio, nos trará de fato um futuro sombrio, lamentável, gente sem noção e desqualificada, fazendo lei.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

 

São Paulo

*

MST

O movimento mais antipático jamais criado para reivindicar alguma coisa, não consegue diálogo nem com seus maiores defensores: o próprio governo petista. Se não é o PT que financia esse movimento, já passou da hora de se verificar quem o faz...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

 

São Paulo

*

IDEIA

Ideia para os índios e MSTs: Em vez de invadir propriedade alheia, que produz, que ajuda na economia do país, por que não vão fumar o cachimbo da paz e tomar banho nos lagos de Brasília? Assim, como querem, serão vistos. Deixem o trabalhador brasileiro trabalhar! Não destruam o que levaram anos de suas vidas para conseguir, pagando altos impostos! Isso não é ser brasileiro!

Tânia Pinotti tkita@uol.com.br

 

São Paulo

*

REFORMA AGRÁRIA

MST, PAC, bolsas, etc. são meros artifícios eleitoreiros para garantir a pobreza. Imagine um partido tipo PT sem a pobreza campeando por aí!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

*

SABOTAGEM NA CPTM

Governo de São Paulo suspeita de sabotagem nas linhas da CPTM. Até o Chapolin Colorado já teria dito "suspeitei desde o início". E agora, quem poderá nos ajudar?

Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br

Cotias

*

ELEIÇÃO E TERRORISMO

É rotina sabotagens na CPTM e metrô em ano de eleição. Isso é terrorismo! Até agora os trens geralmente param. Um dia pode ser que não pare e morram muitos inocentes. A Polícia Federal deve ficar alerta encontrar o grupo responsável e, principalmente, o mandante.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

 

Osasco

*

DEU A LÓGICA

Conforme publicado hoje no caderno Metrópole (20/4/2012) motos estão sendo flagradas pelos novos radares móveis em velocidades de até 139 Km/h na Av. Paulo VI e em outros logradouros de São Paulo. Faz anos que venho alertando a CET quanto ao total desrespeito por parte da enorme maioria dos motoqueiros os quais não seguem e obedecem quaisquer dos itens vigentes em nossa lei de trânsito. Além da alta velocidade também andam sobre as calçadas, na contra-mão, avançam sempre o sinal vermelho sem respeitar os pedestres e a preferência em cruzamentos, passam por você com aquelas buzininhas irritantes querendo passar mesmo por onde não há espaço e quebram seus espelhos retrovisores, amassam seus carros e ainda, caso ocorra algum acidente por culpa destes, se juntam num grupo de bandidos para te agredirem moral e fisicamente, fato já ocorrido comigo em 2008 na Bernardino de Campos somente porque pedi para um destes infratores ficar longe de meu carro. O fascínora desceu de sua moto, chutou me carro e ainda me agrediu fisicamente evedindo-se imediatamente após o delito. Tanto a CER bem como a nefasta gestão Kassab sempre foram extremamente condescendentes com todos estes delitos e infrações sem tomar quaisquer tipos de atitudes para coibir estes abusos e ilegalidades, parecendo ser coniventes com tudo isto! O Contran devia disciplinar os motoqueiros para que estes devessem jamais circular entre os demais veículos e sim dentro das mesmas faixas de rolamento dos demais meios de transportes, assim evitar-se-iam todos estes acidentes e brigas de trânsito em todo o país mormente em São Paulo e aqueles motoqueiros que fossem pegos pilotando sobre calçadas, no contra fluxo, atravessando sinais vermelhos, avançando sobre pedestres, etc., deveriam ter suas licenças cassadas em definitivo e caso fossem flagrados dirigindo uma moto sem suas habilitações presos por pelo menos dez anos, sem redução de pena sob quaisquer alegações ou situações.

Boris Becker

São Paulo

*

IMPACTO DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS

Estarrecedora, vexatória e autoritária é a entrevista publicada ontem, dia 20 de abril de 2012, no Estadão, caderno Cidade/Metrópole, página C9, do empresário Walter Torre que, do alto do seu inquestionável poder econômico não hesita em vir a público para tentar intimidar o Poder Judiciário, através de ataques ao Ministério Público e à Justiça de primeira instância. Pretende o empresário que seja relevado o cumprimento daquilo que está estabelecido claramente em lei para beneficiar o andamento dos seus negócios particulares permitindo-lhe que seja inaugurado o luxuoso Shopping JK sem que tenham sido realizadas as obras relacionadas pela Secretaria Municipal de Transportes, necessárias para mitigar o enorme impacto de vizinhança pela abertura de mais um shopping center em local onde o sistema viário não comporta nem mais um veículo sequer, quanto mais o fluxo informado de 20.000 pessoas/dia. Apesar da negativa do Tribunal de Justiça, com base estrita da lei vigente, o Sr. Torre continua utilizando-se de todos os estratagemas para abrir o seu Shopping JK de qualquer forma, inclusive apelando para o Prefeito Kassab que como ele diz "está tentando ajudar". De que tipo de ajuda se trata? Cabe lembrar que é prerrogativa do prefeito – de forma isenta – também fazer com que a lei seja cumprida, observando o estrito interesse público. Apresentamos publicamente nossa solidariedade e reconhecimento ao imprescindível trabalho – tanto do Ministério Público, quanto do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – cujos membros tem atuado na maioria das vezes de maneira firme para que a lei seja cumprida por todos e têm enfrentado com a autoridade que lhes cabe os desmandos do poder econômico, garantindo a nós cidadãos comuns o direito a uma cidade ambiental e urabanisticamente equilibrada. É mais um empreendedor que acredita que a lei é para os outros e que basta investir no Brasil para estar liberado de qualquer contrapartida estabelecida em lei, por menor que seja. Só faltou bradar o tradicional "sabe com quem está falando?" àqueles que ousaram exigir-lhe o cumprimento da lei, ou seja, ao Poder Judiciário. Inacreditável, inclusive, é a alegação de que "a Prefeitura só nos disse que precisaríamos fazer esse viaduto e as demais obras de contrapartida da segunda fase em 25 de maio". Esta alegação de desconhecimento feita por um empresário do porte do Sr. Torre que, em seguida diz que "4 mil funcionários ficarão em casa e que investidores estrangeiros ficarão decepcionados com o país", soa, no mínimo pueril. Mais uma vez ocorre a atitude muito utilizada pelos poderosos de se criar um fato consumado, qual seja, a de investimento imobiliário privado de muitos milhões de reais para se obter o aval automático da liberação do cumprimento de normas urbanísticas ou outras de qualquer natureza. A justificar sua ira pelo impedimento da abertura de seu Shopping Center, alega o Sr. Torre que "depositamos essa fiança, que é de R$ 84 milhões, o dobro do valor estimado para esta segunda fase". Ora, todos sabemos que depósito de dinheiro em banco não mitiga impacto viário, mesmo porque não está claro que o montante depositado seria o dobro do valor das obras do viaduto e da quarta faixa da Marginal que ainda estão pendentes de execução, entre outras. O Movimento Defenda São Paulo, entidade que congrega inúmeras associações de moradores, tem acompanhado este caso desde o início dos anos 90 quando a Eletropaulo aprovou o mega edifício no mesmo local onde hoje funcionam escritórios do Banco Santander. Naquela ocasião foi estabelecida a contrapartida da execução de aproximadamente 2.500 casas populares, além de várias obras viárias. O negócio não foi adiante ficando a estrutura do edifício inacabada. Anos mais tarde, a W Torre adquiriu o "esqueleto da Eletropaulo", alterou o projeto utilizando as prerrogativas da Operação Urbana Faria Lima e agora tenta inaugurar o Shopping JK sem cumprir as contrapartidas que há muito lhes cabem. Lembramos que – no caso do prédio do Banco Santander, no mesmo terreno onde se localiza o Shopping JK – foi necessário estabelecer quatro turnos de entrada e saída de seus funcionários devido ao enorme congestionamento que ocorria dentro das suas garagens, ficando muitas vezes o cidadão preso durante 40 minutos sem poder entrar ou sair dos estacionamentos dada a falta de espaço para manobrar os veículos, tanto interna quanto externamente ao edifício. A sociedade paulistana assiste ao triste espetáculo cotidiano da perda de mobilidade na cidade que afeta o seu bem estar, sua saúde e qualidade de vida sem que as autoridades sequer tomem as mais comezinhas providências para gerenciar de forma minimamente satisfatória uma das principais causas desta paralisação das nossas vias que é a super utilização do solo da cidade pelos edifícios geradores de tráfego aprovando empreendimentos que, de antemão, já sabem que seus impactos serão de impossível reparação, cuja mitigação deveria ser arcada unicamente por quem os gerou. Alentadora é a decisão da Promotoria de Habitação e Urbanismo do Ministério Público, divulgada recentemente, de abrir inquérito civil para investigar oito shoppings centers que estão a abarrotar o sistema viário da metrópole gerando tráfego intenso e delegando para toda a coletividade os problemas por eles gerados sem nenhuma intenção de solucionar.

Lucila Lacreta, arquiteta urbanista, diretora executiva do Movimento Defenda São Paulo; e Ros Mari Zenha, geógrafa, diretora de Meio Ambiente do Movimento Defenda São Paulo defendasp@superig.com.br

 

São Paulo

*

TIRADENTES

Aos 40 anos de vida, posso dizer que sou da época em que os dias 21 e 22 de abril eram feriados nacionais. O primeiro, em homenagem a Tiradentes, e o segundo, pelo Descobrimento do Brasil. Os anos passaram e, para a surpresa de muitos, apenas o primeiro resistiu. Mas quem foi o personagem capaz desse feito? Nas minhas lembranças da escola estão as músicas e os relatos sobre os feitos do Mártir da Independência... Não há como não recordar das aulas de História do Brasil, em que entusiasmados professores comentavam sobre as passagens daquele ourives das Minas Gerais, que utilizava as suas elaboradas ferramentas de trabalho para atuar, além dos limites das joias, como um destacado "dentista prático" – uma vez que não existiam escolas de odontologia naquela época... Na Faculdade de Odontologia, aprendi que o ourives fora escolhido patrono da odontologia brasileira. As nossas associações e entidades de classe citam Tiradentes como um símbolo de pioneirismo aos inúmeros brasileiros que – como eu – optaram por dedicar a sua vida a essa profissão da saúde. Mas Tiradentes não se tornou esse mito pelos feitos, até aqui, descritos. Seu lugar na história é assegurado por integrar e liderar um movimento contra os abusos na cobrança de taxações pela coroa portuguesa – a nossa "mãe gentil" na ocasião. Tão gentil, que violentamente reprimiu as "bravatas dos reclamões" liderados pelo senhor Joaquim José da Silva Xavier. Não demorou muito ele foi preso, condenado e, finalmente, enforcado em praça pública no dia 21 de abril de 1792. "Que sirva de exemplo aos que tentarem enfrentar a poderosa coroa portuguesa", declararam os amigos da "dona do pedaço" na ocasião. Os anos passaram. E os alicerces das reclamações de Tiradentes & Cia foram desfeitos – um a um. Aboliu-se a escravatura, veio a independência do Brasil, caiu a monarquia, nasceu a República, vieram as ditaduras, voltamos à República democrática, chegou o século 21, o Brasil cresceu... Os anos passaram e os Tiradentes de hoje evoluíram muito. São estudados, capazes de salvar e devolver dentes perdidos. Muito além disso, podem colaborar com a beleza dos sorrisos, oferecer qualidade de vida e auxiliar as outras profissões de saúde a salvar vidas. O mundo evoluí, a história cresceu, nossas perspectivas melhoraram. Mesmo assim não há como "tapar os olhos e os ouvidos" ao mal que insiste em perdurar: a síndrome do colonialismo que nos assola. Após todas as vitórias e conquistas nominadas, ainda vivemos à mercê das vontades de um rei sem coroa, muito mais rico, cruel e disfarçado do que enfrentou Tiradentes. Esse "novo reinado" é dividido por alguns privilegiados brasileiros, escolhidos para defender os interesses da nação e que se esquecem disso quando chegam lá. Boa parte deles atua nas esferas de poder legislativo e executivo dos estados, municípios e da federação, legitimados pelo voto obrigatório, embora suas vidas pregressas não obrigatoriamente precisem de comprovação sobre a idoneidade. Os novos reis são tão hipócritas que quando buscam se eleger criticam taxas e impostos, mas quando lá chegam não abrem mão do crescimento da arrecadação de impostos, conforme mostram os bilhões e bilhões de reais que não param de subir nos registros do painel do impostômetro, no centro da cidade de São Paulo. O drama é que arrecadam o nosso dinheiro e não nos devolvem na forma de saúde, transporte público, saneamento e educação a contento – conforme o previsto pela constituição e bom senso (coisa rara nos dias de hoje). Para piorar destinam, sem consulta pública a nação: aos seus próprios bolsos; para amigos da onça, como a Fifa e seus torneios de futebol; para operações não contabilizadas das cachoeiras e mensalões da vida; aos pagamentos das taxas absurdas de juros aos créditos que contraímos para o seguimento das nossas vidas. Boa parte das verbas que trabalhamos, de janeiro a maio de cada ano, para pagar aos cofres da "coroa brasileira disfarçada de República democrática", são administradas por incompetentes bem piores do que aqueles da coroa portuguesa. Piores pois roubam de cidadãos que repartem o mesmo solo e a mesma pátria desses bandidos de colarinho branco que seguem no centro das decisões, livres de punições e que não estão nem aí se a corda da forca segue nos pescoços repletos de impostos e juros para pagar. Se Tiradentes volta-se ao mundo, seria capaz de salvar dentes e devolver sorrisos pelas grandes evoluções da nossa odontologia, mas igualmente incapaz de impor dignidade aos sem alma que continuam no poder. Neste 21 de abril, desejo mais Salvadentes e brasileiros, com aquele espírito de indignação!

Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes rodrigoguerreirobuenodemoraes@gmail.com

São Paulo

*

ONTEM E HOJE

O herói da inconfidência sacrificado pelo amor à Pátria, enquanto nossos políticos além de não cumprirem os mandatos para os quais foram eleitos, se permitem ganhos extraordinários com alianças espúrias e novas CPIs paralisando o grave momento pelo qual atravessa o País. Que se lembrem do líder da Inconfidência e parem de sugar os cofres públicos, para resgatarmos os valores ausentes nesta lamentável quadra da história brasileira.

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.