Fórum dos Leitores

ECONOMIA

O Estado de S.Paulo

24 Abril 2012 | 03h07

As 'amarras'

Dilma está acordando, disse que juros e impostos altos são "amarras" contra o desenvolvimento do País (21/4). Quem sabe, com o tempo, ela descubra também a falta de infraestrutura, os encargos, a legislação trabalhista, o alto custo dos insumos, o protecionismo governamental, etc.

ULYSSES F. NUNES JUNIOR

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

Dilma está quase certa

Ao afirmar que "taxa de juro, câmbio e impostos altos são as três amarras do País", Dilma esqueceu outras quatro: educação, saúde, segurança e infraestrutura. Necessitamos de ações fortes e eficazes nessas áreas não financeiras para que tenhamos os ingredientes mínimos para um desenvolvimento social e econômico adequado. Para que possamos realmente integrar o grupo das potências. Na situação atual, o futuro não é nada promissor, muito ao contrário, caminhamos para uma situação muito preocupante.

EDISON ROBERTO MORAIS

ermorais@uol.com.br

São Paulo

Desatar os nós

Se são "amarras", por que não desamarrá-las, se ela tem o poder nas mãos? No Brasil qualquer nó é "desamarrável"...

JAIME EUFRASIO SANCHES

jaime@carboroil.com.br

São Paulo

As verdadeiras

Dona Dilma, as verdadeiras "amarras" são a corrupção e a impunidade! O resto o País resolve.

EDUARDO A. DE CAMPOS PIRES

eacpires@terra.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Nas asas da Delta

Na reportagem de 21/4 (A4) que trata da intenção do governo federal de proibir novos contratos com a Delta, empresa que estaria ligada ao esquema de Carlinhos Cachoeira, um trecho chama a atenção pelo absurdo da situação: "Como o Estado mostrou no último sábado, desde 2007 a CGU identificou problemas em ao menos 60 obras tocadas pela Delta no Dnit, seu principal cliente. O valor dos contratos com falhas alcança R$ 632 milhões". Ora, se desde 2007 a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou problemas em obras da Delta, não tem cabimento que só agora, em 2012, o governo pense em suspender a empresa de futuras licitações públicas. Decorreram nada mais, nada menos que cinco anos, com o governo federal deixando a banda passar. E mais: a empresa recebendo a incumbência de realizar obras sem a devida licitação pública, como ocorreu com o puxadinho do aeroporto de Cumbica. É o que o saudoso Sérgio Porto poderia classificar como samba do crioulo doido, mas, a sério, é mais uma grande roubalheira dos cofres públicos.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Polícia na manifestação

Sobre a manifestação na Avenida Paulista em 21 de abril, considerei absurda e desnecessária a intervenção da polícia. Tratava-se de um protesto justo, que, sem dúvida, expressou uma vontade de todo o povo brasileiro. Por alguma razão não fiquei sabendo, senão estaria lá também. Nessa avenida ocorrem tantas manifestações, mesmo em horário comercial, prejudicando o trânsito de quem nada tem que ver com tais eventos, até com proteção policial. Agora, num feriado, sábado à tarde, em que o movimento é bem mais fraco e o assunto, com certeza, expressa a vontade de todos os brasileiros, a polícia se envolve dessa maneira?! Que democracia é esta? A vontade popular não se pode manifestar? E aos policiais é bom lembrar que eles também fazem parte do povo, o dinheiro roubado é de todos nós. Está mais do que na hora de dar um basta nessa roubalheira!

WALTER MARCON

w.marcon@bol.com.br

São Paulo

Oportunidade perdida

Os policiais perderam uma grande oportunidade de, em vez de atirar balas de borracha nas pessoas que protestavam contra a corrupção e a demora no julgamento do mensalão, se juntarem à marcha contra a corrupção, demonstrando que também não aceitam mais tanta safadeza dos políticos.

JOÃO RICARDO SILVEIRA JALUKS

jr.jaluks@estadao.com.br

São José dos Campos

CÓDIGO FLORESTAL

Ditadura em marcha

Causa estranheza a atitude ditatorial da presidente Dilma Rousseff querendo impor a sua vontade à Câmara dos Deputados no caso do Código Florestal. Afinal, a Câmara não tem liberdade para votar? É preciso alinhar-se à vontade da presidente? O que é isso? Onde estamos? Isso é democracia? Ah, sim, desculpem: é a democracia do PT.

JUVENCY CASTROO

juvcas6@gmail.com

São Paulo

O BRASIL NA ONU

O sexto membro

Em vista da limitada bibliografia brasileira sobre as organizações internacionais, é muito bem-vindo o lançamento do livro O Sexto Membro Permanente - O Brasil e a Criação da ONU, de Eugênio Vargas Garcia. No artigo/entrevista sobre o livro publicado (22/4), o autor refere-se à intenção de Roosevelt de incluir o Brasil como o sexto membro permanente do Conselho de Segurança (CS) da ONU. É verdade que Roosevelt chegou a considerar a inclusão do Brasil, mas consta que isso só ocorreu depois que as negociações referentes aos cinco membros permanentes já estavam fechadas. Portanto, ou a intenção de Roosevelt foi apenas fazer um agrado político a Getúlio Vargas e seu governo, ou, se a ideia chegou a ser apresentada, ela teria certamente sido rejeitada pela URSS, pois o Brasil seria mais um voto aliado aos EUA. Quanto à tradição de caber ao Brasil fazer o primeiro discurso no Debate Geral da Assembleia-Geral da ONU, quando fui diretor da Assembleia não encontrei nenhuma informação oficial a esse respeito; em termos da memória institucional, o que consta é que nenhum Estado-membro queria ser o primeiro a falar e o Brasil aceitou a incumbência. Mais tarde essa "tradição" seria disputada, particularmente, pelos EUA, que são o segundo país a falar, mas o Brasil não abriu mão de sua prerrogativa. Como os EUA são o segundo na lista de oradores, o Brasil é privilegiado com uma das maiores audiências no Debate Geral.

GILBERTO B. SCHLITTLER, ex-subsecretário-geral da ONU

gschlittler2@me.com

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

DELTA E DNIT

A Construtora Delta, segundo matéria do Estadão de domingo (22/4), obteve aumentos de preço em 60% dos contratos que mantém com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), sendo 52 sem licitação.   Nisso tudo Carlinhos Cachoeira e muita gente de Brasília estão envolvidos. Se a Amazônia é o pulmão do Brasil, Brasília é o intestino grosso.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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OMISSÃO

Impressionante o fato de, apesar de a Controladoria-Geral da União (CGU) ter identificado uma sequência de irregularidades envolvendo a Delta, essa empresa tenha firmado numerosos contratos com a administração pública federal e estadual. Contratos exigem a assinatura de pelo menos duas partes. Houve, assim, no mínimo, desconsideração para com a CGU e omissão. Duas obras vinculadas à Copa do Mundo de 2014 localizam-se no Rio de Janeiro. A Delta já saiu do Maracanã. Mas falta sair da Rodovia Transcarioca.

 

 

Francisco Pedro do Coutto pedrocoutto7@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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DNIT, O FRACASSO

 

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deveria ser chamado de Departamento de Nenhuma Infraestrutura de Transportes. Nos primeiros anos do governo Lula nada estava sendo feito na recuperação das estradas até que, após muito clamor popular e da imprensa, Lula lançou o malfadado programa "Tapa Buracos" que, a elevadíssimo custo, "remendou" várias estradas sem que houvesse melhoria significativa de sua qualidade. Agora uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revela que 6.612 viadutos e pontes das estradas federais brasileiras estão abandonados. Pior, segundo o TCU o Dnit não tem sequer informação sobre a situação de pontes e viadutos no país. Apenas 25% do total dessas estruturas estão cadastradas e desde 2004 o banco de dados não sofre atualização, além dos graves erros de cadastramento, como uma ponte que tem 12 vãos e está registrada com 6 vãos. Entre 2003 e 2004 das 139 estruturas em estado crítico que foram identificadas naquele banco de dados, apenas 5 (isso mesmo, CINCO) passaram por obras. Esse descaso tem custado centenas (talvez milhares) de vítimas fatais e com ferimentos graves além do prejuízo ao patrimônio de bilhões de reais. Agora que o assunto se tornou público, o Dnit promete lançar um novo programa para reforma de viadutos e pontes. O programa lançado no ano passado foi um fracasso e foi abandonado. O sofrido povo brasileiro pouco pode fazer contra essa incompetência e omissão.

 

Edison Roberto Morais ermorais@uol.com.br

São Paulo

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A EMPREITEIRA DO PAC

Por acaso há necessidade em expressar nossa opinião sobre como a Delta Construções conseguiu ser a principal empreiteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), trajetória que começou na era Lula e continua na da Dilma? A empresa ganhou 52 obras sem a necessidade de licitações e ainda obteve aumentos de preços em 60% dos contratos firmados com o Dnit, até em obras ainda a iniciar...

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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JOGO DE CENA

O governo petista continua como sempre foi: sem-vergonha, incompetente, mentiroso, mas eficiente na propaganda. Depois de se lambuzar durante anos em contratos que beneficiaram a Delta, a principal executora do PAC, agora anuncia que vai "barrar" a empresa, como se estivesse seriamente empenhado em acabar com um escândalo do qual só agora teria tomado conhecimento, apesar do verdadeiro e prolongado festival de obras superfaturadas que o caracteriza. A real providência governista, no entanto, está sendo efetivada do outro lado da praça, onde os valetes são escolhidos a dedo para preparar uma abordagem mais do que seletiva dos assuntos que serão objeto do CPI, impedindo, assim, que transpareçam fatos que, entre outras coisas, carimbem o principal programa do desgoverno como o que ele sempre foi na verdade: uma enganação.

José Benedito Napoleone Silveira nenosilveira@aim.com

Campinas

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GOVERNO ESTUDA PROIBIR CONTRATOS COM A DELTA

Não sei se estou delirando ou se já não consigo mais entender a lógica" governamental do meu querido Brasil. O governo, depois de inflar os cofres da "principal" empreiteira do PAC com alguns míseros bilhões de reais, estuda agora proibir contratos com a mesma depois de conhecer(?) o tamanho de seu "rolo compressor". Acho que estava correto um certo general e presidente francês. Isso me faz recordar uma atriz e comediante brasileira que dizia: "Fala sério". Com a palavra, o ilustre senador Lindenbergh Farias.

Saulo Antonio Melo Siqueira  saulomelosiqueira@uol.com.br

Cássia (MG)

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DECISÃO TARDIA

 

Lemos com certo constrangimento que o governo quer proibir novos contratos com a Delta Construções. Por que essa empresa não foi auditada antes, com  verificação de sua idoneidade, seus contratos anteriores, enfim sua credibilidade para habilitar-se em concorrências de obras estatais? Esse  procedimento errôneo é costumeiro no Brasil. Após a porta ser arrombada é que se providencia a fechadura. Uma decisão  tardia que certamente não evitará prejuízos imensos ao erário.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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PAGAR PRA VER

Enquanto a CPI do Cachoeira caminha a passos de tartaruga, a criação demorou uma eternidade e para a instalação vai outro tanto, a gangue dos envolvidos "voa baixo" e mais uma vez chegará à frente. Constituídos de advogados e equipados de calhamaços de papeis para consultas, vão estar preparados, como de costume, para negar tudo que lhes for perguntado. Assim como em comissões anteriores vamos nos deparar com muita hipocrisia, ouviremos os mesmos questionamentos e as caras sisudas tentarão uma vez mais nos passar honestidade e comprometimento com a verdade. Vamos outra vez "pagar pra ver".

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

  

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CACHOEIRA

Tudo leva a crer que José Dirceu vai se fazer passar por sacrificado nessa CPI do Cachoeira, uma vez que já foi cassado mesmo - e acabou até se dando melhor como empresário,  pelo tanto que tem de livre trânsito nas altas esferas.  Se aceitar o papel de bode expiatório,  será por ter sido consultor da Delta, e tido um assessor, Waldomiro Diniz, que foi flagrado pedindo propina a Cachoeira. O papel  do advogado de defesa, Márcio Thomaz Bastos,  que foi o ex-ministro da Justiça de Lula, e que cobrou R$ 15 milhões do Cachoeira,  deverá ser o de instruí-lo a não entregar gente do governo e aliados, e contar os podres só da gente da oposição.  E assim caminha o surrealista país chamado Brasil. 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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CPMI REVELADORA

Diversas matérias mostraram que a corrupção que grassa nesse país tem sua origem nas licitações. São obras superfaturadas e bilhões despejados nas contas de empresas que estão atreladas aos governos. O golpe é simples, elas ganham a licitação e depois devolvem em bônus alguns milhões àqueles que as beneficiaram lá atrás. Como se vê nada de novo. O que surpreende é que os órgãos fiscalizadores não são capazes de ver nada, antes que a mídia torne públicas as falcatruas. Munidos de documentos vazados então o Ministério Público (MP), Tribunais de Justiça e Tribunais de Contas sinalizam que é preciso investigar. Pelo que se sabe muitos estão envolvidos no negócio milionário e não têm o menor interesse que tais licitações sejam investigadas. O ex-presidente Lula, o grande malfeitor da República, deu a senha para o assalto aos cofres públicos, ao usar o termo governabilidade para roubar com tranquilidade. Arrumou tantos adeptos que agora fica difícil saber quem não faz parte do esquema. A Comissão Parlamentar Mista de Investigação (CPMI) poderá revelar alguns segredos ainda escondidos, caso algum adepto não seja contemplado devidamente. A conferir. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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RESPINGOS

A CPMI muito provavelmente irá respingar em vários partidos políticos (faxina geral): será que não é momento para se começar a pensar seriamente na Reforma Política?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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PESQUISA E REALIDADE

O Datafolha divulgou uma pesquisa de avaliação da Dilma, indicando que seu governo tem 67% de aprovação dos eleitores, como uma gestão ótima e boa. E nesta mesma pesquisa foi perguntado aos quase 3 mil entrevistados quem deveria sair candidato do PT a eleição presidencial em 2014. Deu Lula na cabeça com 57% da preferência. Agora, se perguntarmos para esses mesmos eleitores qual foi a obra de grande envergadura inaugurada pelo petismo no poder que nestes últimos dez anos, provavelmente ninguém se lembrará.  Mesmo porque não houve nenhuma... Assim também se perguntarem a esses mesmos entrevistados qual foi o presidente que introduziu o real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, as privatizações, o Bolsa-Escola (clonado pelo PT como Bolsa-Família), a renegociação das dívidas de estados e municípios, criação do Proer, etc., provavelmente a maioria também não vai se lembrar que foi FHC.

Ou seja, o foco do eleitorado bem ou mal é a comida na mesa e emprego garantido. E é o que está acontecendo neste momento. Mas, o eleitor brasileiro, infelizmente não está preocupado com as futuras gerações. Ou, com os efeitos positivos das reformas estruturais mencionadas acima do período de FHC, e que graças a isso, hoje colhemos seus múltiplos benefícios. A grande diferença, que a pesquisa não constata, mas é real, é que o Lula, por exemplo: astuto, populista e até demagogo, age como político, igual a um camelô que vende produtos piratas, camuflando incompetência como estadista. Já a oposição (entendam o PSDB) mesmo com produto genuíno e de relevantes serviços prestados não consegue por total deficiência de comunicação convencer as massas. E desta forma, só nos resta até 2014, assistir no País somente à inauguração de pedra fundamental...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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MANIPULAÇÃO

O povo pode até não ser manipulável; já quanto aos institutos de pesquisa, existiria ciência social capaz de avaliar quão sujeitos à manipulação podem $er?

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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PESQUISA, PODEROSA ARMA DE QUEM?

As 2.588 pessoas que o Instituto Datafolha diz ter ouvido, na mais recente pesquisa avaliando o governo da presidente Dilma como ótimo ou bom (64%), me faz pensar porque agora, a apenas 1 ano  3 meses e 17 dias foi feita? Essa pesquisa, como qualquer outra, deveria ser transparente, publicada nos grandes jornais, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que pudéssemos avaliar quais Estados e cidades foram pesquisadas. Além do tipo de eleitor, suas idades, escolaridade pesquisados, e quais perguntas foram feitas para as respostas obtidas (manipuladas  ou não pelo entrevistador). Senão percebe-se que são apenas pesquisa$ encomendada$ para impressionar. Como podemos aceitar que apenas 2.500 e poucas pessoas, se ouvidas, já que esses institutos são braços do governo (Ibope/Data Census/ CNI e & Cia.) podem avaliar por todos os demais brasileiros esse ou qualquer outro governo? Como podem esses institutos ter credibilidade se não são isentos? Portanto, sempre que leio e vejo essas pesquisas, recebo com muita cautela, porque ouço entrevistas nas rádios, TVs e mesmo com pessoas nas ruas, e quando o assunto pesquisa vem à baila, ninguém foi pesquisado, e falo da cidade de São Paulo, não de uma bimboca qualquer.  E, finalizando, que tipo de pergunta foi feita para obter essa resposta; que 57% dos pesquisados conforme a Datafolha querem o "homi" de volta? Será que os entrevistados não sabem que o "homi" tem uma doença grave, e que só após 5 anos (2017), saberemos se estará curado ou não? Como podem querê-lo em 2014, se essa resposta não foi manipulada, vê-se que os eleitores/pesquisados ignoram a grave doença do "homi", e que é falta de responsabilidade querê-lo nessas circunstâncias. E penso, também, que a pesquisa, se verdadeira, fez uma intimidação à  pupila do "homi".

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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NOVO RECORDE DA PRESIDENTE

Segundo pesquisa atual noticiada ontem (23/4), a popularidade da presidente Dilma Rousseff cresceu de 59%, em janeiro, a 64% de aprovação até ontem. Se continuar batendo todos esses recordes, com certeza chegará aos próximos meses com 100% de aprovação dos brasileiros. Permita-me: Alguém acredita? Eu não!

Benedito Raimundo Moreira br_moreira@terra.com.br

Guarulhos

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VENTRILOQUISMO PRESIDENCIAL

Apesar de seu recorde de aprovação, a presidenta não é a preferida do povo para concorrer em 2014. É que o ex-presidente perdeu a voz, mas é bom ventríloquo.

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

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O QUE TEM DE MUDAR

A penúltima pesquisa que avaliou o desempenho do governo da presidente Dilma Rousseff também apontou aqueles itens que a população acha que devem ser corrigidos e é aí que Dilma deve concentrar seus esforços para conseguir a quase unanimidade dos eleitores. A presidente Dilma deve prestar atenção nos dados abaixo transcritos e fazer os necessários acertos nesses itens: A área com pior avaliação é a de impostos. A carga tributária brasileira foi desaprovada por 65% da população, seguida pelas áreas de saúde (63%) e segurança pública (61%). As altas taxas de juros cobradas nos empréstimos também é motivo de profundo descontentamento para aqueles que têm de fazer empréstimos em estabelecimentos financeiros. No Brasil, o spread bancário é altíssimo,o que inclusive desestimula a poupança e é sabido que nenhum país consegue ter uma economia autossustentável sem uma poupança interna robusta. Os bancos brasileiros cobram dos tomadores de empréstimos, juros de agiotas e remuneram os poupadores com taxas ridículas. Quanto aos juros praticados pelos bancos brasileiros, Dilma já deu a resposta quando determinou a redução dos mesmos por parte dos estabelecimentos governamentais, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, medida que já foi posta em prática com total apoio da população. A presidente já começa a tomar algumas medidas, embora ainda muito tímidas no que diz respeito a nossa carga tributária, uma das mais altas do mundo, com o agravante e que a população tem um péssimo retorno daquilo que lhe é cobrado por parte do governo. Realmente nossos serviços públicos de educação, saúde e segurança são de péssima ou nenhuma qualidade e são uma verdadeira ofensa a todo o povo brasileiro. São esses os pontos que o eleitor brasileiro gostaria que o governo fizesse com urgência a correção devida e sinceramente acho que o povo está coberto de razão e não está pedindo muito.

José Carlos Werneck jc_werneck@hotmail.com

Brasília

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REALIDADE

O último índice de aprovação da Dilma reflete a ignorância do povo brasileiro. Infelizmente.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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PADRÃO MUNDIAL

Se for verdade que a luta deste governo contra a corrupção está estabelecendo um padrão mundial, com uma penca de senadores supostamente envolvidos com a contravenção - fora deputados, funcionários, servidores, autoridades policiais e judiciárias, teúdas e manteúdas -, acho que 21/12/2012 está um pouco longe. O Brasil já está acabando e os maias nem se deram conta.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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E O CORRUPTOR?

Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) apurou que a corrupção custa aos cofres públicos R$ 84 bilhões/ano, e ai eu pergunto: o que a Fiesp está fazendo para combater o empresário "corruptor"? E o Supremo Tribunal Federal (STF) está fazendo o quê para puni-los com rigor? Corrupção deve ser considerado crime hediondo... ou não?

 

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

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MARCHAS CONTRA A CORRUPÇÃO

Marchas contra a corrupção da forma que foram feitas no fim de semana pelo Brasil é um ato inútil, pois a corrupção deve ser combatida em seu foco, e onde esta este foco? Com certeza está no governo! Já está passando da hora de os caras-pintadas voltarem às ruas para combater essa desgraça do Brasil e, se for preciso, trocar os atuais representantes dos Poderes, pois, na melhor das hipóteses, são omissos.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim 

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REFLEXÃO

Uma reflexão: um chinezinho parou um tanque de guerra para protestar contra o regime na China. No Brasil, o povo para o trânsito em marcha contra a corrupção e a impunidade e recebe gás de efeito e bala de borracha.  Que país é este?

Marisa da Silveira Cruz marisa.s.cruz@gmail.com

Cotia

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'OS LADINOS, OS BOBOS E A ESPERANÇA'

O editorial de domingo (22/4/2012, A3)  me fez escrever-lhes o seguinte: nasci no Brasil e não penso em mudar-me. Meu dever foi o de ser um bom brasileiro e cumprir com todos os meus deveres e obrigações. Quem me forneceu a base disso foram meus pais. Tudo o que fizeram tinha como referência a honra. Para eles a honra era mais do que integridade financeira, significava também educação,  respeito aos outros, dever  e amor à Pátria. Desde muito honra e dever não significam nada para  os nossos políticos. Quando atividades que costumavam ser profissões se tornam negócios elas se voltam naturalmente para o lucro e isso acaba com os padrões  profissionais. Esses padrões ficam comprometidos o que, por sua vez, reforça a ausência de valores e revela o caráter das pessoas. O lucro deles provem da única mercadoria possível de vender: eles próprios. Eles deveriam dar o exemplo, como homens públicos, de que o seu dever de  brasileiro seria de servir com honra.  Não se pode amar pela metade nem ter honra pela metade. Honra, dever e Pátria são três apanágios sempre ligados e que deveriam estar no DNA dos políticos. Como todos eles não têm nem honra, nem dever, nem patriotismo, temos o Brasil nessa situação. Para mim, dos anos que me restam, fica tão somente a  esperança.

Alberto Martinez alberto.martinez@terra.com.br

São Paulo

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DEMOCRACIA

Como a filosofia, proporcionada pela vida em sua sabedoria, a democracia é o fruto filosófico de um sistema de governo, que acaba por fazer entender qualquer povo errante em redimir e a mudar seus propósitos e pensamentos, consequentemente, seus rumos, através das urnas, errando e acertando, aprendendo, elegendo, e obrigando-os a agir de forma mais correta, obedecendo aos critérios da lei natural. A honestidade não é uma virtude e sim uma obrigação. É uma lei natural que quando contrariada, não dão certo as coisas, e é o que está acontecendo em nosso país onde a criminalidade prevalece. Diz a sabedoria popular que a opinião de dois é sempre melhor do que a de um só. Logo, um governo democrático, (do povo), deve saber mais sobre os interesses da nação do que um regime ditatorial. Se não procede como tal, é por estar com a mentalidade corrompida, como no caso dos brasileiros de modo geral, e que tem noção do certo e do errado. Após um período de ditadura, que destrói os valores democráticos e patrióticos de um povo, culminado com o grau proporcionado de analfabetismo político do povo, é preciso um tempo maior ou menor para "depuração", que dependerá de nós mesmos, a nos ajudar. 

Cesar Maluf malufcesar@googlemail.com

São José do Rio Preto

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SERÁ A REVOLUÇÃO ÉTICA E MORAL?

 

Queda de ministros, a apuração de supersalários e mordomias (inclusive no Judiciário), a CPI do Cachoeira, a promessa de julgamento do mensalão, e até a queda dos juros, apontam para a possibilidade de um novo e sustentável Brasil. Dão até a sensação de que já começou uma revolução ética, destinada a consertar a máquina pública, estancar a corrupção e criar condições objetivas para que cada instituição ou cidadão cumpra com seu dever.            Aguarda-se, ansiosamente, que todos os "malfeitos" sejam julgados e devidamente punidos, a imprensa investigativa não seja importunada, e que os dispositivos de fiscalização e controle do Estado tenham a liberdade para agir de forma republicana, apurando e denunciando as irregularidades sem levar em conta a identidade dos praticantes. O pais precisa abandonar o cinismo e a impunidade. Chamar aos tribunais os responsáveis por atos de corrupção, sonegação e descumprimento das normas vigentes e jamais tolerar o crime e a contravenção em qualquer de seus formatos. No dia em que os todos tiverem a certeza da punição, poucos serão os que ainda assim arriscarão a prevaricar ou agir na  ilegalidade. Diminuirão a corrupção, a sonegação, o contrabando, a lavagem de dinheiro, a violência e outros males hoje endêmicos. Aí, o país estará pronto para marchar rumo ao sonhado grande destino entre as nações. A pesquisa, que aponta o governo de Dilma Rousseff com 64% de aprovação, suplantando as marcas de Lula (38%) e FHC (30%) em igual período de seus mandatos, demonstra a aprovação popular ao seu discurso moralizante e à, ainda tímida, "faxina" no governo. O clima é favorável. Está na hora de mudar (para melhor) o Brasil...

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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QUEM NÃO DEVE NÃO TEME!

Foi com uma mistura de surpresa e desconfiança que li a reportagem Governo aberto é tendência, mas ainda não é realidade, publicada no jornal O Estado de S. Paulo de 23 de abril: 55 países se reuniram em Brasília para discutir sobre o Open Government Partnership, que visa a implementar políticas de transparência e combate a corrupção. Desde que sou pequena meus pais sempre me ensinaram aquele velho ditado: "Quem não deve não teme". Penso que o mesmo pode ser perfeitamente aplicado a esta situação, uma vez que, o nosso ilustre e exemplar governo, aprovou a Lei de Acesso à Informação, que entrará em vigor a partir do dia 16 de maio. Afinal, nosso país apresenta raros casos de corrupção, cassações de ministros e deputados, entre outros, e escândalos como estes, não é mesmo? Não vejo motivos para esta política não ter sido adotada antes... Estou muito ansiosa para realizar diversas perguntas, tais como: "Quanto um deputado federal realmente ganha?", "Qual a porcentagem da totalidade de impostos que é investida em educação e qual é utilizada para pagar a máquina governamental?". A questão é, será que todas as dúvidas serão esclarecidas? A população poderá ter acesso a essas informações e dados, ou alguns serão censurados para evitar escândalos? Penso que todas as informações deveriam ser divulgadas, assim realmente teríamos uma política "transparente". Mas, se assim fosse, será que os senhores deputados, senadores, ministros, entre outros membros do governo iriam dormir tranquilos até a validação da lei? Será que todos, cujo tenho o orgulho de dizer que representam a nós, brasileiros, não tem nada a temer? Acho que essa é a minha maior dúvida...

Isabella Villar Cury isavc97@hotmail.com

São Paulo

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CRISE INSTITUCIONAL

A que ponto chegamos... Os Três Poderes mostrando os piores exemplos ao povo brasileiro, fazem e desfazem a bel prazer dos intere$$e$ pessoais, se aproveitam do país quando lá estão para servirem o país. Até o Judiciário dá mostras que participam da imoralidade reinante? Seria algum preconceito o que está ocorrendo na Suprema Corte? Um ministro do STF, Joaquim Barbosa, acusa o outro ministro, Cezar Peluso, de "ridículo, brega, caipira, corporativo, desleal, tirano, pequeno e manipulador de resultados", é grave, muito grave! Como já não bastassem as inúmeras irregularidades apuradas e levantadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por intermédio da ministra Eliana Calmon, e agora como fica, o que fazer? Mais parece uma questão de "estrelismo" para que alguns processos fiquem no esquecimento e prescrevam ou seria mesmo uma crise institucional, até no Supremo Tribunal Federal (STF)? Como ficam a retidão e a honra dos seus representantes e das nossas instituições?

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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DEGRINGOLOU

É uma tristeza para nós, brasileiros, ver esta "troca de gentilezas" entre os ministros do Supremo. Que saudades dos tempos de um Hannemann Guimarães, um Ribeiro da Costa e tantos outros daquele tempo. Depois que o PT subiu no poder as coisas estão degringolando por todos os lados.

Gilberto Junqueira Meirelles gilberto@castanhal.com.br

São Paulo

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'QUE LEGADO DEIXA?'

Li no Estadão (A8) da semana passada a fala do ministro Peluso, que deixa claro que há desrespeito à Constituição até mesmo pela presidente Dilma, sem que o STF, disso sabendo, bem pudesse tomar as providências cabíveis, mas se omite. E se não tomou, por que foi? Dias atrás o STF também fez descumprida a Constituição quando ignorou, no caso do Instituto Chico Mendes, exigência prévia de aprovação de Medida Provisória. Ou seja, está lá, na Carta, a regra, mas..., se outras MPs não a atenderam..., fica assim mesmo. Agora sobre a ministra Eliana Calmon, ao contrário do que o ministro Peluso pressupõe, está sim a Corregedora abrindo caminhos, contra muitos interesses, para que o Judiciário não se perca. Vejam o caso dos precatórios em São Paulo, a grita contra o tribunal é ampla, e, ao que parece, sem solução imediata, prejudicando os credores, mesmo com a atuação da ministra Eliana Calmon que busca dinamizar o cumprimento da obrigação a que a Corte se mostra incapaz.

Horácio Roque Brandão hbrand@globo.com

São Paulo

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SELEÇÃO DE MINISTROS DO STF

Ante os pronunciamento cada vez mais estapafúrdios,  e cada vez mais constantes e casuístas por parte de alguns ministros ou alguns desembargadores em defesa própria ou dos malfeitos da justiça, podemos chegar a conclusão que estes deveriam passar por um concurso público para ocupar seus cargos, e não serem simplesmente nomeados politicamente como os atuais, pelo governante de plantão. Nomeado politicamente (tanto ministros como desembargadores) poderia significar que alguns durante sua vida profissional, poderiam já ter prestado algum serviço aos interesses do poder nomeante, e assim a tendência  seria continuar a servi-lo até sua aposentadoria. Isso não pode ser uma boa norma para a administração de uma justiça independente e isenta. Dada a elevada importância da profissão que exercem, estes deveriam passar por um exames periódicos,  psicológico e psicotécnico na admissão, e a cada 5 anos, além de limitar a idade para sua aposentadoria aos 55 anos ou aos 60 anos conforme o resultados de tais exames, para constatar sua sanidade senil, principalmente se passaram por algum percalço (hoje muito comum para qualquer cidadão), durante sua vida, como por exemplo: separação, nova namorada ou nova esposa, com seus filhos,  vício ou de enfermidade sua ou de sua família, e os consequentes problemas financeiros advindos. Não há nenhuma crítica nem demérito nisso, pois, como "alma humana" todos somos vulneráveis a este tipo de problemas, e  temos conhecimento de que sua atividade ao longo de sua vida é muito complexa, delicada, monótona, estafante, muito visada e cobrada.

Sebastião C. Pereira jardins@oadministrador.com.br

São Paulo

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OS CARGOS COMISSIONADOS DO TJ

Na página A3 de 17/4, li o editorial com esse título, onde são citadas as palavras do desembargador Paulo Dimas, quais sejam:

"A idéia é trazer alguém de confiança para somar e produzir. O comissionado não vai fazer produção burocrática, mas dar 'apoio diferenciado' ao magistrado, que precisa ter uma estrutura maior de trabalho para vencer os processos". Isso me leva a pensar: 1) É uma confissão explicita de que os funcionários da Justiça não trabalham. Salvo as exceções da regra, entraram  para a carreira para assinar o ponto e esperar a boa aposentadoria; 2) E por que não trabalham? Porque não há chefes (os próprios magistrados) que exijam trabalho e respeito pela coisa pública; 3) Infelizmente, a nossa Democracia não é formada pelos três poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário.  Há muitos decênios que existe um quarto poder - o "funcionalismo público", que permeia os outros três poderes, emperrando toda a máquina administrativa. Onde estão os chefes de caráter? Políticos ou funcionários de alto escalão, salvo as mesmas exceções da regra, lá estão só para se satisfazerem. Nem é preciso praticar o ilícito - o alto cargo lhes dá mordomias que sugerem o dolce fare niente. 4) Quem me garante que esses tais "alguéns de confiança", depois de algum tempo de casa, não vão se amoldar a esse marasmo endêmico? Finalizando, entendo que, desde o Império, o funcionalismo público brasileiro (seja municipal, estadual ou federal) vem criando uma 'cultura' própria, que pode ser resumida na seguinte frase - "Isso não é comigo" - todos sabem "passar a bola adiante" e não há, sempre com as devidas exceções da regra, quem se responsabilize por alguma coisa. Penso que, mais uma vez infelizmente, o autor da frase que encabeça o editorial está perfeitamente dentro do contexto.

Hoover Americo Sampaio hoover@mkteam.com.br

São Paulo

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ABORTO DO LEGISLATIVO

Analisando a relação custo x benefício - no meu entender, negativa -, não seria interessante nosso país "abortar" pelo menos até resolver os problemas de saúde, educação, segurança, infraestrutura. Etc. o Poder Legislativo? Como o Poder Judiciário vem exercendo o papel do Congresso, onde existem muitos anencéfalos, haveria necessidade de continuar existindo? Apenas para citar um exemplo: em Minas Gerais esse poder (?) custa para os contribuintes R$ 965 milhões. Reflitemos!

Emílio Carlos dos Santos kkrodeo@hotmail.com

Barretos

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OS JULGAMENTOS NO STF

Os quilombolas que me perdoem, mas o expurgo das poupança estava na frente!

 

Gustavo Guimarães da Veiga  gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

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ELEIÇÃO NA FRANÇA

A eleição presidencial na França foi vencida pelo candidato socialista François Hollande, com vantagem de 1,5% dos votos, o que obrigará a realização de segundo turno. A perspectiva de vitória de Hollande deixa eufóricos os esquerdistas de todo o mundo. Afinal, a França poderá voltar a ser governada por um socialista que, no entanto, para vencer no segundo turno, terá que acariciar a extrema direita, surpreendentemente bem votada, visando à captação de votos adicionais, já que a extrema esquerda teve desempenho medíocre. Como tal paradoxo será explicado à esquerda internacional? Talvez se lembrem de um certo ator brasileiro, esquerdopata, ao justificar a pororoca de corrupção do governo Lula, quando declarou que, para se fazer política, é necessário meter a mão na m....

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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A FRAQUEZA DE SARKOZY

As eleições na França vão dar uma lição ao fraco fantoche Nicolas Sarkozy. Além de fraco e sem nenhum carisma, pesou sua última atitude em plena Place de Vendome - quando percebeu a imprensa, tentou dar uma de miguel e tirar do pulso um relógio de 100 mil euros, para dar uma de humilde pobre. Pelo andar da carruagem, ele vai sumir do mapa, pois  a derrota é o único caminho que ele merece.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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A CRISE EUROPEIA E A ULTRADIREITA

A extrema direita, liderada por Marine Le Pen, obteve um marco histórico ao conquistar cerca de 19% dos votos. Os momentos de crise econômica correspondem ao crescimento das posições radicais. No plano conservador,  ganham corpo as propostas selvagens, contrárias ao estado do bem-estar social, adeptas do liberalismo démodé e ofensivas ao humanismo. O nazismo medrou em momento de crise profunda. Raramente a ultradireita alcança esse patamar, ele é representativo de um preocupante cisma na Europa, em que o consenso da social democracia ficou soterrado sob as dívidas levianas assumidas pelos Estado para manter um conforto surreal da classe média. Em contraposição à esquerda, igualmente radical e desprovida de propostas factíveis.  Resta ver como esses votos extremistas servirão como pêndulo no segundo turno das eleições presidenciais francesas.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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PRECIPITAÇÃO DA RECEITA FEDERAL

A Receita já bloqueou 148,6 mil declarações. Conforme publicado no Estadão dia 21/4/2012, a Receita já havia bloqueado 148,6 mil declarações de 2012, com indícios  de fraudes. Essa notícia seria alvissareira se fosse revelada após a Receita ter esgotado  todos os recursos de que dispõe para fazer o cruzamento de dados do contribuinte com os prestadores de serviço. Infelizmente não é o que está acontecendo; mesmo antes de pessoas físicas, como médicos, dentistas, fisioterapeutas, etc. entregarem suas declarações, a Receita, possivelmente através de um programa de consistência de dados, já coloca o contribuinte , indiscriminadamente, em procedimento de malha, alegando que "Foi constatada a necessidade de comprovação documental das despesas médicas declaradas como pagas a pessoa física". O prazo para entrega da declaração desses profissionais, pessoa física,  só terminará no dia 30/4/2012. Do exposto, considero precipitada a Receita vangloriar-se de sua eficiência e deixar a responsabilidade de comprovação documental para o contribuinte. Nestes casos, o mais lógico seria a Receita esperar o prazo final de entrega das declarações de pessoas físicas, e só depois cruzar os dados dos contribuintes sob suspeita de fraudes com despesas médicas. Se assim procedesse teríamos a certeza de que estaria utilizando com eficiência o computador de ultima geração, alem de diminuir a carga de trabalho dos auditores e amenizar o sofrimento e gastos para o contribuinte.

Rubens Stock rsstock@uol.com.br

São Paulo

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CAMPEONATO PAULISTA DE FUTEBOL

Não sou corintiano, mas foi uma injustiça o Corinthians ter sido eliminado do campeonato paulista após ter feito uma campanha espetacular: 14 vitórias, 4 empates e 1 derrota. Dos times considerados grandes a derrota do Palmeiras foi normal e as vitórias do São Paulo e Santos também. O que não pode continuar, como está sendo realizado, é os times disputarem ao mesmo tempo Paulistão, Copa Brasil e Libertadores. Não há clube e jogador que suportem e aguentem. O calendário precisa ser revisto, urgentemente.

Olympio F. A. Cintra Netto ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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REGULAMENTO IMPRÓPRIO

A culpa pelo desastre futebolístico ocorrido nas quartas de final do Campeonato Paulista, envolvendo Corinthians e Palmeiras, deve ser imputada, única e exclusivamente, aos seus respectivos presidentes que, excessivamente confiantes, concordaram com um regulamento que estabelecia um perigoso mata-mata entre as oito melhores equipes classificadas na primeira fase.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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GRANDES TIMES

O que dizem agora os colunistas esportivos que apregoavam que o verdadeiro campeonato paulista de futebol começava nas quartas-de-final, uma vez que os times "menores" apenas faziam número? Um time campineiro será no mínimo vice-campeão, superando ao menos dois dos chamados grandes da capital. Talvez "grande" aqui não seja apenas alusão ao tamanho das torcidas, mas sim, à dimensão de seus problemas contratuais, financeiros e dos escândalos nos quais estão envolvidos muitos de seus jogadores.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

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O SANTO NÃO PROTEGEU

Dia 23 de abril é dia de São Jorge, e o Corinthians perdeu para a Ponte Preta (tem gato preto no 'pedaço').

 

Francisco Antonio Diniz Junqueira fadjunqueira@hotmail.com

Ribeirão Preto

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A PONTE QUEBROU O CORINTHIANS

 

Os mesmos "experts" em futebol que elogiaram Tite e seu Corinthians da  melhor defesa do "paulistinha"  e  uma equipe coesa composta de uma série de "craques", agora derrotado pela Ponte Preta desculpam o  timão comparando  a Ponte com o Chelsea e o alvi-negro um  Barcelona. Elogiam o esquema ponte-pretano como muito bom e motivo da derrota do  Corinthians. Pura bobagem, desde quando é difícil marcar um dos piores ataques do campeonato ? Essa turma de deslumbrados com a defesa corintiana esqueceu que o timão ganhar de 2 X 0 já era goleada e aqueles tidos como "craques",  não passam de refugos de outras equipes que não queriam mais arcar com salários altos sem retorno! O time sofre de "titesa", mal  que traduzido significa anemia de gols. A goleada  contra o  Tachira não podia servir de referencia para uma possível mudança porque foi como enfrentar um time de quarta divisão.  Agora sobra para o goleiro que desde que passou a titular, falhou várias vezes mostrando  defeitos básicos de formação, que até parece o time não ter um treinador de goleiros. Quanto ao futuro, melhor rezar para São Jorge pedindo por um milagre na Libertadores.

 

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça       

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DEJA VÙ

O "timão" apequenou-se, os discursos intermináveis do Tite ficaram na beira do campo, os títulos programados para o preparo da inauguração do estádio ficaram no passado, o colega verdão, que usa camisa de qualquer cor, foi parelho no fracasso. Venceram no futebol paulista os ataques, a criatividade, a vontade de jogar bonito. Santos e São Paulo honraram a tradição do belo esporte, enquanto os retranqueiros medrosos caíram diante dos bravos campineiros. Contra a arrogância e a prepotência corintinana-lulista  e a péssima gestão palmeirense, falaram mais alto as jogadas ousadas dos meninos da vila e do Morumbi. Recado ao Mano, aquele filho da gestão lulocorintiana, no golpe já impetrado por sobre a CBF. A vida ensina e não deixa errar, basta que o consumidor não se deixe enganar por esta publicidade toda enganosa, vote no jovem que faz gols, no time feliz, e, descarte o engodo, o velho e o medíocre.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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O QUE É PIOR?

Se no "Timão", vítima do lullopetismo, tudo é curto, dos braços do goleiro à criatividade dos jogadores, no "Palestra" temos um time de cotocos, com um técnico anencéfalo e dirigentes tucanos!

Marco Aurélio Cattani cattani@uol.com.br

São Paulo

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PALMEIRAS

Um alvinegro derrubou um outro e um outro verde derrubou o meu verdão. Já passou da hora da diretoria  tomar atitudes drásticas para que o Palmeiras volte a ser campeão...

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

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F1 E FUTEBOL

Na Fórmula 1 o brasileiro Felipe Massa (Ferrari) conquistou a nona posição no GP do Bahrein, isso rendeu elogios do amigo narrador. Após 4 corridas Massa já soma 2 pontinhos. No futebol, a alegria foi para os torcedores campineiros. Nas quartas de finais, a Ponte Preta desbancou o favorito Corinthians, vencendo o jogo por 3 x 2. E pelo mesmo placar, o Guarani venceu o Palmeiras. Parabéns a macaca e ao bugre que vão se enfrentar nas semifinais. Observação esportiva: o "piloto" Felipe Massa e "goleiro" Júlio Cesar do timão, ambos podem se aposentar e começar a jogar baralho, e o jogo seria paciência!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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APELAÇÃO

Que apelação foi essa da TV Globo exibir num horário nobre dominical uma entrevista com o jogador Adriano? Para levantar a bola dele? E para acrescentar o quê? Nada. Como se já não tivesse dito, o que disse, centenas de vezes e não cumpriu. É abusar e desrespeitar o telespectador. Fica uma imagem, para quem assistiu, que ele vai se recuperar, jogar no Flamengo, voltar a seleção, etc., etc.. No Corinthians disse a mesma coisa. E qual foi o final? Ainda diz que faltou a 67 sessões de fisioterapia todas avisadas e liberado pelos médicos. Claro. Alguém acha que os médicos do Corinthians são babás de alguém? O cara liga uma, duas, três, dez vezes dizendo que vai faltar. Ora os médicos ao concordarem é como se estivessem dizendo para ele: faça o que quiser. Esta revista dominical está perdendo seu foco. Está muito sensacionalista e jogando para a plateia.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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RESGATE SOCIAL E AMBIENTAL DE GRAMACHO 

Sou André de Oliveira Dias, tenho 16 anos e aluno do Colégio Visconde de Porto Seguro do 1º ano do Ensino Médio. Escolhi a matéria Rio desativa maior lixão do continente para evitar uma tragédia ambiental, porque considero este jornal uma referência renomada para o meio educacional pois desperta sempre uma boa discussão ética. O texto ficou bastante claro, pois explica a localização do aterro, o que há no entorno, os rios e a  Baia de Guanabara  demonstrando o projeto de recuperação do aterro, o que me ajuda a compreender, a geografia e o sistema de drenagem para coletar e tratar o chorume. Compreendi também o problema ambiental causado pelo chorume que vaza, para a Baia de Guanabara e os rios. Outra questão destacada é o risco eminente para os aviões em razão do sobrevoou dos urubus causando colisões. Com o fechamento do aterro outro grande impacto será na renda dos moradores do bairro que dependem do lixo para seu sustento. Esse foi o ponto no qual me chamou mais a atenção por saber que cerca de 1,4 mil catadores ficarão sem renda podendo passar por necessidade. E estamos falando do básico para sobrevivência de um homem ou de uma família, a sobrevivência de maneira digna (alimento e moradia). Temos depoimentos, inclusive, de famílias inteiras que se sustentam do lixão. Por isso é importante saber que se divulgam histórias sobre as necessidades sociais e econômicas, por exemplo, do aterro do Gramacho, provocando uma indignação da opinião publica e articulação  dos governantes para melhor solução para população alvo e a  recuperação ambiental da região. Assim sendo, agradeço as informações contidas nesta matéria que me ajudaram a ampliar meu conhecimento de mundo.   

André Oliveira Dias andre.unico@hotmail.com

São Paulo

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TRAGÉDIA AMBIENTAL

Prezada Clarissa Thomé, foi com grande repugnância que li a reportagem Rio desativa maior lixão do continente para evitar tragédia ambiental (domingo, 22 de abril). A mesma despertou certa curiosidade sobre mim, afinal quem iria acabar "sentando" sobre tais 60 metros de lixo como aquele? Além disso, podemos não ser vítimas de uma espécie de avalanche de sujeira, mas sabemos como é ser vítima de uma avalanche cheia de mentiras. Não é a primeira vez que encontramos a prefeitura negligente em seus atos, pois não estamos tratando apenas de impactos ambientais sérios, mas também do que isso representa para nossa população e para a educação de hoje. Lembro-me bem de ter aprendido sobre os danos dos aterros sanitários antes mesmo de fazer 12 anos. E agora me pergunto, será que aprendi errado? Ou a prefeitura que deve estar de recuperação? Seja qual for a solução encontrada, sinto muito pelos trabalhadores da região e também pelos seus moradores.

 

Carolina Bartholi Guimarães carolbartholi@hotmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA PÚBLICA EM SÃO PAULO

Fico cada vez mais surpreso e boquiaberto com a distancia que os  políticos e autoridades publicas e alguns de seus parceiros "privados", tem da população, ignoram o cidadão e ironizam os princípios básicos da legalidade e segurança. Fico também perplexo com a capacidade que essa gente tem em desrespeitar qualquer principio básico da ética e do direito. Fico alarmado com a impunidade,  com a falta de respeito e com desconhecimento da vida comunitária, da obrigação na prestação serviços  para população que paga o imposto mais caro do mundo, não só os serviços básicos mas todo aquele que é de responsabilidade publica, incluindo segurança. Todos nos  sentimos traídos, maltratados, e enganados, por essa "gente" , mas senti na pele e no coração a intensa falta de respeito a centenas de mães e jovens na cidade de São Paulo durante o show da cantora Demi Lovato  na ultima sexta-feira, fui levar minha filha e duas amigas, todas com idade entre 15 e 16 anos. Começamos a sentir a falta de segurança nas proximidades e dentro do evento no Credicard Hall, nenhum policiamento preventivo,  nem sequer de guardas de transito para organizar a o caos que instalara na chegada, mesmo com duas horas de antecedência, na entrada o que se via era o descaso, a desorganização e a total falta de respeito com o público ali presente. Uma das jovens necessitava de uma cadeira de roda pois estava operada de um pé e o local não oferecia. Como se não bastasse esse cenário, o pior estava por vir. Na saída as meninas que, esperavam pelos pais, foram expulsas pelos seguranças da parte interna da casa de shows que precisa fechar e ficaram na calçada perigosa pela total ausência de seguranças e da polícia. Não havia  nenhum taxi na área interna e nem na externa, suficiente para atender a demanda e o desespero dos pais que estavam no travado trânsito da região. Foi  a imagem da noite. Outra cena deplorável era a de jovens andando pela marginal do Rio Pinheiros por falta de transporte naquele horário. Sem segurança, transporte e organização a cidade de São Paulo está refém do mal uso de nossos impostos. Dinheiro tem, mas quando não é mal usado está nas páginas de corrupção na imprensa. Até quando vamos permitir que nossos jovens sejam reféns do mal exemplo, da insegurança e todas as falhas do nosso poder público e privado? Quando  os  grandes grupos de entretenimento, como o Credicard Hall, vão entender que entreter começa por cuidar das pessoas dentro da área física de sua responsabilidade.

Flavio Rezende rezende@dpz.com.br

São Paulo

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PALAVRA DE PREFEITO VOLTA ATRÁS?

Precisamente no dia 14/4/2008, enviei a esse fórum uma carta intitulada Ajude-nos, Sr. prefeito, que foi publicada praticamente na sua íntegra no Estado. A referida missiva tratava da tentativa espúria e recorrente dos grandes especuladores imobiliários de tentar destruir o entorno do Parque do Ibirapuera usando todos os artifícios subterrâneos para conseguir, através de caminhos políticos tortuosos, "destombar" o restante de área ainda tombada no bairro da Vila Nova Conceição. Trata-se de um caminho já percorrido pela região da Vila Uberabinha, cujo englobamento pela famigerada "Operação Nova Faria Lima" (que se estendeu à Av. Hélio Pelegrino por motivos insondáveis) deteriorou todo o trânsito a região com a construção de edifícios imensos em ruas estreitas onde antes simpáticas casas formavam um conjunto belíssimo tombado como entorno do Parque. Como explicitado então, não é segredo para ninguém do bairro que grandes construtoras compraram diversas outras casas que estão abandonadas esperando a brecha que privilegie seus negócios em detrimento da cidade e do bem estar de seus moradores. Quatro dias depois da publicação da minha carta em 2008, o prefeito Kassab mostrou indignação com o caso e, através do então assessor de imprensa José Francisco Pácola, publicou resposta no mesmo espaço desse respeitado jornal afirmando que "Não podemos permitir o adensamento e a verticalização de uma área tão importante como é o entorno do Parque Ibirapuera." E ainda: "Decidi encerrar a discussão que se esboçava, enviando à Câmara um projeto de lei determinando que sejam mantidas as restrições vigentes nessas áreas." (cartas, 18/4/2008). Isso posto, como cidadão e morador do bairro, fiquei muito surpreso ao saber que o assunto do "destombamento" voltou à baila na Prefeitura. Fica aqui, portanto, a minha indignação e indagação: é viável que uma autoridade do porte e da estatura do Prefeito Kassab comprometa-se de tal forma junto à população, num veículo de peso como o Estado, e depois fique o dito pelo não dito? O que leva o Conpresp, um órgão público que deveria zelar pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural da cidade, defender a sua destruição? O que está por trás dessa ação criminosa que beneficia meia dúzia de proprietários de imóveis térreos na região a especulação imobiliária em detrimento de toda a população da cidade?

Walter Costa walaco@uol.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DE MOBILIDADE, NÃO DE CONTABILIDADE!

 

Com relação à carta de Lucila Lacreta e Ros Mari Zenha, Os impactos dos empreendimentos imobiliários na cidade devem ser arcados unicamente por quem os gerou, os recursos monetários do Sr. Torre não devem sensibilizar a população com matéria regiamente paga, menos ainda o comportamento estranho do Sr. prefeito que, por coincidência ou não, vem fazendo pronunciamentos infelizes a respeito do episódio. Se está mal assessorado ou mal intencionado, não se sabe, mas fato é que o Alcaide não recebeu da população seu mandato das urnas para malferir a coisa pública nem os interesses maiores dos citadinos. Sua Excelência, o prefeito, contraria inclusive posição de seu secretário de transportes e profissionais de engenharia de tráfego. Faz coro com o mercado imobiliário, já muito beneficiado nas várias investidas (bem-sucedidas) de rasgar o plano diretor de São Paulo e aplicar o plano imobiliário das grandes incorporadoras, que, aliás, mantêm seus agentes nos vários colegiados dos órgãos deliberativos da Prefeitura de São Paulo, na aplicação da legislação de uso e ocupação do solo e do código de obras. Para isto, aliás, já é tempo de providências, para abrir à sociedade civil seu devido espaço na gestão compartilhada da cidade. Se não houver sensibilidade do jornal em proporcionar o espaço devido, não terá espaço também na Promotoria.

 

José Carlos de Freitas, promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital jcfreitas@mp.sp.gov.br

São Paulo

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PACAEMBU

O presidente Fernando Henrique Cardoso enganou-se ao dizer no documentário da TV Câmara, que na década de 1940 a área do Pacaembu ainda era de terra. Em 1945, ao término da Segunda Guerra, nossos Pracinhas desfilaram pela Avenida Pacaembu até ao Estádio, onde o povo compareceu em massa. Não havia carroças. Tudo era igual ao que é hoje.

José Raphael Contatore raphaelcontatore@hotmail.com

Atibaia

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