Fórum dos Leitores

COTAS RACIAIS

O Estado de S.Paulo

29 Abril 2012 | 03h07

Na universidade

"O racismo é proibido pela Constituição", declarou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto. Como tal, o estabelecimento de cotas, bem como ações afirmativas similares, deve ser caracterizado como uma forma de racismo.

FLÁVIO J. RODRIGUES DE AGUIAR

flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

Decisão política

Mais uma decisão política do STF, e por unanimidade. Se a Constituição diz que todos são iguais perante a lei, o STF está nos dizendo que uns são mais iguais que os outros. O problema central do País não é o racismo, mas a situação social. A base de tudo é o ensino básico, a formação. Se o governo, por conveniência, não investir na base, como fizeram Coreia do Sul, China e outros, nunca chegaremos à condição de igualdade. Mas como agora tudo neste país visa à manutenção do poder, investir num conflito de classes dá muito voto. Apenas uma pergunta: para ingressar numa universidade púbica branco pobre não pode e negro rico pode? É esse o entendimento.

ANIBAL FILLIP

aniverofil@uol.com.br

Santos

Incompetência

Diante da decisão unânime do STF de tornar o Brasil um país racista, sugiro que o sistema seja estendido à saúde, obrigando os hospitais a reservar 20% das vagas para negros e pardos. A questão de cotas só serve para acobertar a secular incompetência do governo em cumprir o seu dever e oferecer saúde e educação de qualidade a todos os brasileiros.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Prejuízo inevitável

Sou amplamente favorável ao regime de cotas aprovado pelo STF. Entretanto, entendo que tal regime deveria ser implementado no início da vida estudantil (ensino básico), e não em cursos superiores. A condição de igualdade deve ser aprovada desde o início da vida das pessoas. Caso contrário, os professores universitários terão de reduzir a qualidade de seus ensinamentos, pois as diferenças no nível de preparo dos estudantes, em razão dos seus diferentes níveis de formação, serão claras, óbvias e indiscutíveis. E isso terá negativa repercussão tanto nos alunos de classes menos preparadas como nos oriundos de classes mais elevadas, com inevitável prejuízo da qualidade geral da educação superior no País.

PAULO DE ALBUQUERQUE

pjcalbuquerque@uol.com.br

São Paulo

Ação afirmativa

A repercussão da decisão histórica do STF de que as cotas raciais em universidades são constitucionais evidencia, mais uma vez, as visões contrárias e as favoráveis à questão. Ao considerar que o debate é o melhor produto da ação afirmativa até o momento, destaco que, aos poucos, a sociedade brasileira está sendo desafiada a tomar parte nessa discussão e buscar alternativas para a superação das desigualdades sociais. E tendo em vista que o objetivo da ação afirmativa é superar as desvantagens que atingem os grupos historicamente discriminados e promover a igualdade entre os diferentes, meus parabéns ao Movimento Negro, que soube fazer valer o "princípio da igualdade", garantido pela Constituição, para consolidar na agenda política o tema das ações afirmativas em favor dos afrodescendentes.

PAULO F. CAMPBELL FRANCO

pfcfranco@uol.com.br

Santos

LEGISLATIVO X JUDICIÁRIO

Ideia 'brilhante'...

Deputados querem mudar decisões do STF... Quando a gente pensa que já viu de tudo vindo do Congresso Nacional, aparece essa. Inacreditável! A novidade é suprimir o Poder Judiciário, aos poucos, por meio de emenda constitucional. E quem precisar recorrer a algum órgão jurisdicional que se dirija à Corte Internacional de Haia. Nem a Cristina Kirchner teria uma ideia tão brilhante. Só mesmo o PT.

GLADYS CASTANHO

glad-is@ig.com.br

São Paulo

Corrupção legal

Agora, quando parecia que algo iria mudar, até com a capitulação como crime do enriquecimento ilícito (normalíssimo no Brasil desde 1940), eis que alguém "lá de cima" teve uma excelente ideia: projetou uma nova lei para poder controlar definitivamente o Judiciário caso os do Legislativo, do Executivo e companhia ilimitada sejam de alguma forma prejudicados por decisões dos juízes. Sem ninguém mais para atrapalhar e com a permanência definitiva no comando, eles levarão sempre vantagem, à custa de um novo modelo de corrupção bem disfarçadinha. Sorte para eles. Mais e mais problemas e despesas para nós, que os custeamos a peso de diamante. Começo a duvidar que Deus seja realmente brasileiro, como sempre acreditei.

PLÍNIO ZABEU

pzabeu@uol.com.br

Americana

Desfaçatez

A que ponto chega a desfaçatez dos nossos nobres congressistas! O STF existe justamente para julgar a constitucionalidade das causas e a decisão se torna jurisprudência até virar lei. Se o Congresso tomar para si essa autoridade, para que servirá o STF? Se assim for, vamos extingui-lo, economizar milhões dos cofres públicos, e o Legislativo assume o Judiciário. Que país é este? O que realmente pensam os nossos políticos? Até onde eles, de fato, querem defender o interesse da população? Dias sombrios se avizinham.

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

Cláusula pétrea

Não é incomum os legislativos brasileiros das diversas unidades federativas desfilarem com elefantes brancos de seis presas, privativos de nossas digressões oníricas. É a única classificação possível para a proposta de revisão parlamentar das decisões do STF. Uma insólita lei que assim dispusesse - e certamente não passaria do crivo presidencial -, se viesse a lume, seria declarada inconstitucional pelo próprio STF. A divisão dos Poderes é cláusula pétrea, portanto não pode ser alterada, nem mesmo por emenda constitucional. Ao ilustre parlamentar que disse que, afinal, foram eles que fizeram a Constituição, não seria demais lembrar que as normas não têm proprietários: feitas, voam soberanas.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

O DESMONTE DA DELTA

Estamos assistindo ao desmonte do “aparelho” da Delta. A construtora responsável pela maior parte das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) simplesmente se retira das mais importantes delas, afasta seu principal operador, Fernando Cavendish, e sai de cena de mansinho. O mais interessante é que ninguém tenta impedi-lo! A Polícia Federal (PF) continua a vazar seletivamente a transcrição dos grampos da investigação a conta-gotas, mas nada efetivo aconteceu com a principal peça do esquema. Miriam Belchior, a ministra do Planejamento, simplesmente diz que “se a Delta quebrar, não temos nada com isso”. Como não? E os sobrepreços pagos, a dinheirama desviada, quem autorizou? Quem, afinal de contas, deu à Delta 31 contratos de obras do PAC neste governo, mesmo depois de a Controladoria-Geral da União (CGU) e da PF terem denunciado irregularidades em obras da construtora no Ceará? O governo tem tudo que ver com isso e, se a Delta quebrar, leva com ela o dinheiro roubado de nós, contribuintes. Em tempos de declaração de Imposto de Renda e do acerto com o Leão, é bom nos lembrarmos disso. O governo não pode simplesmente lavar as mãos e fazer como “se não tivesse nada com isso”.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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O GOVERNO TEM DE EXPLICAR

A ministra Miriam Belchior disse que, se a Delta Construções quebrar, é problema da empresa. Não é bem assim, ministra. Em parte é, mas não podemos esquecer, conforme divulgado, que a Delta ganhava as licitações com preço abaixo das concorrentes e depois pedia reajuste através de aditivos concedidos pelo governo. Ora, se pedia reajustes através de aditivos, é porque não poderia executar no preço que ela ofereceu. O governo, neste caso, não deveria conceder. Deveria exigir que ela cumprisse o que se propôs. Deveriam anular a licitação, fazer outra ou declarar a segunda colocada como vencedora. Deveria, ministra, isso, sim, o governo responder a estas e outras questões, como por exemplo por que não foi afastada das obras do governo. Mas é compreensível. Esperar sair algo inteligente da boca de petista é querer demais.

Panayotis Poulis poulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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FÁCIL E IRRESPONSÁVEL

Então as obras do PAC, empacado, da Dilma têm 32 contratos com a irregular empresa Delta, que já levou milhões do nosso dinheiro e a “sinistra” do Planejamento, Miriam Belchior, diz que, se a empresa falir, “o governo não tem nada com isso”? Vivemos a era das desculpas esfarrapadas de um governo nas mãos dos corruptos e dos corruptores. Quando não sabem de nada, não tem nada que ver com o fato. Mentem sem o menor constrangimento e sonegam informações que deveriam fornecer aos cidadãos pagantes. Fácil e irresponsável governar desta forma.

Leila E. Leitão

São Paulo

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CARLINHOS CACHOEIRA

As inúmeras gravações do Sr. Cachoeira dão conta que o mesmo vive dependurado ao celular, tal qual as comadres de outrora, entretanto o assunto gira em torno de milhões de reais.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

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O PÂNTANO PÚBLICO-PRIVADO

Por hipótese, a Delta Construções, concluídas as investigações policiais e as averiguações da CPI, poderá receber um certificado de idoneidade, seus diretores serem inocentados, Carlinhos Cachoeira idem, e todos os administradores públicos envolvidos declarados servos da retidão dos negócios públicos. Inobstante essa possibilidade – muito mais hipóstase que hipótese – os brasileiros, já exaustos, sentem a repugnância do odor pútrido da administração estatal, na União e em diversos estados federados, sob o ângulo da moralidade, mais aberto que o do direito e, sobretudo, do direito penal.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ANALOGIA

Um rio originalmente limpo é poluído por cachoeira planaltina e termina em uma cidade capital, num delta de mau cheiro e podridão. Qualquer semelhança com o sistema político de um Bric terá sido mera coincidência.

Geert J. Prange prange@sul.com.br

Paranaguá (PR)

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ÁGUAS ESCURAS

A cachoeira promete inundar muitos gabinetes, muitas águas escuras em Brasília, porém o fim promete ser o de muitos escândalos neste país, como uma novela que sempre acaba da mesma maneira. Nosso país se acostumou com a corrupção e, no mês em que não houver um escândalo, o povo talvez faça uma passeata exigindo o direito de ser enganado. O Brasil só será um país sério quando o povo deixar de fazer piada com seus algozes. Enquanto isso não acontecer, vamos continuar rindo, hienas. Rá, rá, rá...

Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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INCOERÊNCIA

Incoerências do Brasil, enquanto a seca aumenta no Nordeste e, pasmem, agora no Sul, sobra cachoeira nas primeiras páginas dos jornais, em Brasília. Mas, convenhamos, desta cachoeira a água é podre, como a maioria dos políticos, imprópria para o consumo, a não ser para o bolso deles. E viva o mensalão!

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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CPI SOB CONTROLE

Se alguém tivesse dúvida quanto à hipótese de o governo exercer controle sobre os trabalhadores de uma CPI, depois de ler a entrevista publicada anteontem de Andressa Mendonça, casada com Carlos Ramos Cachoeira, sentiria logo que é impossível. Pois ela afirmou frontalmente que seu marido sente-se um bode expiatório, abandonado por antigos aliados, e admite a perspectiva de prestar um depoimento bombástico à Comissão Parlamentar de Inquérito. Ao contrário do que muitos pensam, há exemplos na história concretos de fortes consequências de investigações parlamentares: a CPI do jornal Última Hora que abalou o governo Vargas, a CPI Fernando Collor-PC Farias, a CPI do Mensalão, que levou Lula a demitir José Dirceu da Casa Civil e culminou com a cassação de seu mandato de deputado. Dirceu, aliás, chutou o destino fora. Não fosse a CPI, hoje, seria ele, e não Dilma Rousseff, o presidente da República.

Francisco Pedro do Coutto jpamaral@furnas.com.br

Rio de Janeiro

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É O CIRCO PEGANDO FOGO

Para o ex-presidente Lula, a CPI do Cachoeira já deixou de ser necessária. O que interessava era Marconi Perillo (governador de Goiás/PSDB) estar envolvido até o pescoço com o dito Cachoeira. Um dia é da caça (Marconi e o mensalão) e outro é do caçador (Lula assistindo de camarote ao envolvimento de Perillo com Cachoeira). Já basta ao ex-presidente Lula com certeza. O circo pode pegar fogo.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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GOVERNO SINDICAL? É POUCO

Leio dois ou três jornais (do PIG, segundo elles) diariamente e, atônito, fico a me perguntar: de quantas quadrilhas são compostos os Três Poderes da República Federativa (ou sindical?) do Brasil? E mais: em que será que conseguiram, o PT e seus satélites, transformar nossa "pátria amada, idolatrada... salve, salve" (Joaquim Osório Duque Estrada)?! A resposta me vem ao tino, com o título de um ótimo filme da época de minha saudosa adolescência: num verdadeiro "sindicato de ladrões"! Por isso, senhores leitores, se a "cumpanhera" Rousseff quer se eximir a tempo ainda da pecha acima – que não só eu, mas todos os homens de bem imputamos ao poder central –, que mostre, com atos, ações e palavras que deplora a roubalheira generalizada que grassa no imo de seu governo, graças ao legado de seu antecessor. Que aja logo sob pena de, assim não procedendo, ser apontada, amanhã, como continuadora dos parâmetros de governo de Lula. Embora por conveniências excusas não seja este o raciocínio da imprensa marrom – órgão oficial do PT e adjacências – o Brasil sério, honesto e trabalhador não espera dela outra atitude! Afinal, já em 1822 D. Pedro I (autor da melodia do nosso Hino da independência) nos recomendava que: "Não temais ímpias falanges/que apresentam face hostil. /Vossos peitos, vossos braços/são muralhas do Brasil!". Viva o Brasil honesto e honrado que há de prevalecer!

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

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BRASÍLIA, A CAPITAL PIZZA

Passaram-se 20 anos desde a CPI de Paulo Cesar Farias, cujo principal foco foi o processo de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. Essa CPI só deu resultado porque houve um grande apoio popular, e os políticos, para não ficarem com uma imagem negativa contra sua vontade, apoiaram os protestos da população e consequentemente cassaram o mandato do hoje senador (Fernando Collor de Mello), mas, se no Brasil as leis fossem sérias, este senhor jamais voltaria à vida pública. Já no mensalão (2005) não houve grande protesto popular, só da imprensa, pois a imprensa sempre divulgou com precisão as roubalheiras dos políticos. No Brasil, o problema é que o brasileiro não gosta de ler e uma sociedade ignorante e o que os políticos mais gostam. Uma CPI resulta em milhares de páginas de papel e em alguns meses de trabalho, mais o maior problema é a morosidade do Judiciário Superior Tribunal Federal (STF), a prova é que o mensalão só agora está na pauta do STF e perto de ter o prazo expirado. Será que, se os ministros do STF fossem concursados, e não indicados pelo o presidente da República, não seriam mais independentes? Agindo assim a Suprema Corte mostra-se fiel ao partido do governo que indicou os ministros. A população espera que a CPI do Cachoeira não seja usada para esquecer o lamaçal do mensalão – não custa nada lembrar que o partido do governo é o mesmo da época do mensalão, aliás, Brasília deveria se chamar a capital da pizza.

Paulo Rodrigues de Moura paulorodriguesmoura@hotmail.com

São Paulo

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DE CPI PARA CPI

Este não é um "furo", mas "rabisco" que o Brasil esteja melhorando! Ué... Collor, o deposto por uma CPI, agora quer CPI para depor. Ou será essa notícia, burlada a lei, também "falsa"?

Renato Guimarães Jr. renatogjr@yahoo.com

Campinas

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COLLOR

Jamais poderia imaginar que o ex-presidente Collor, que no passado fora cassado, hoje chegaria à condição de julgador e que ainda esteja tão preocupado em manter total sigilo sobre o julgamento e falando em proteção da lei maior. Enfim, vejam a que ponto chegou o Brasil. O que mais falta acontecer? Ah, já ia me esquecendo, ele ainda citou as palavras métodos desonestos. Estamos “bem” representados no Senado...

Washington Beraldo beraldowashington@terra.com.br

Sumaré

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A HERANÇA DE COLLOR

Apesar de todos os males que causou, o ex-presidente Collor de Mello deixou um bom legado para o Brasil, seu vice Itamar Franco, que iniciou o processo de recuperação do Brasil, nomeando como ministro da Fazenda o seu sucessor, Fernando Henrique Cardoso, criador do Plano Real, que estabilizou nossa moeda, criador das bolsas (que Lula encampou como suas) e tantas outras coisas que Lula chamou de herança maldita. Todos sabemos o que FHC fez pelo Brasil, e sabemos toda a corrupção que tomou conta do País com o lulopetismo.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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MAIS EFEITO TOSTINES

O debate acerbo em torno de um novo efeito Tostines não parece perto de se esgotar. A inadimplência está crescendo por causa dos juros altos, ou os juros não podem cair drasticamente por causa do aumento da inadimplência? É claro que nesse debate ovo-galinha é difícil ter razão. Os inadimplentes há mais de 90 dias poderão renegociar, encontrar condições mais favoráveis etc., mas darão lugar àqueles que hoje estão inadimplentes há mais de 60 dias e assim por diante. A fila continua andando, mesmo se debaixo da marquise chove menos. Uma explicação possível que não agrada aos nossos dirigentes é que o fenômeno vem de longe. Poderia ser chamada de “síndrome do crédito farto”, solução encontrada para estimular a demanda e tirar-nos, com sucesso, do atoleiro que a marolinha 2.0 poderia ter causado. O endividamento das famílias dobrou, e esse fato não ocorreu de forma linear , e sim, justamente nas faixas de renda mais vulneráveis. Um cartão de crédito deveria vir com a advertência: “O uso exagerado pode fazer mal à saúde”. Não é o caso de esperar que o comprador de um carro financiado em 60 meses termine de pagar (se conseguir) a última parcela, mas a inadimplência não desabará de um dia para o outro. Há ainda muita ‘sujeira’ no pipeline, ou seja, na tubulação. Tenha dito ou não o presidente da Febraban que “a bola está com o governo”, não deixa de ser uma verdade, pelo menos parcial, e como toda verdade (até sendo parcial), incomoda. É inegável o efeito da ação dos bancos públicos diminuído os juros, mesmo que na propaganda da Caixa apareçam ressalvas em letras miúdas, mas convém lembrar que esses têm por trás o funding do Tesouro. A menos que se queira estatizar o sistema financeiro, o melhor caminho não é o da mão pesada. É fácil dizer que a expansão do crédito dará escala, permitindo compensar perdas, mas como toda sentença baseada na “administração por adjetivos”, é preciso ter cuidado. Nossos bancos estão a anos-luz de distância dos problemas enfrentados em outras plagas, mas não são invulneráveis. A presidenta Dilma diz não entender que em países com alto grau de endividamento, déficits fiscais estarrecedores, e níveis de inadimplência absurdos se pratiquem juros menores. Mas será que nesses países alguém já ouviu falar em CSLL, Cofins e depósitos compulsórios como os aqui praticados?

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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USURA

No Brasil não tem eco falar da usura dos bancos, o quarto poder.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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E A REFORMA TRIBUTARIA?

O governo está fazendo remendos o tempo todo, deveria é fazer a reforma tributária, fazendo com que produtos nacionais ganhem competitividade no mercado. Ao incentivar o crédito para aquisição de veículos se cria outro problema, pois terá que investir em infraestrutura para dar vazão a quantidade de veículos nas ruas. O financiamento realmente é muito importante, mas o problema é mais complexo. Os automóveis no Brasil são caros e as estradas e cidades não evoluem na mesma proporção da quantidades de veículos. Nem a copa do mundo fez com que o Brasil evoluísse na sua infra-estrutura, não será apenas o corte de juros que o fará. Eu até concordaria em pagar altos impostos se estes voltassem na forma de mais segurança, infra-estrutura, saúde pública decente, etc... e o que sobrasse dos ganhos pudessem ser usados para se viver melhor. Pense bem! O que se paga junto com o carro além dos impostos de venda: IPVA, seguro obrigatório, seguro do veículo (quase obrigatório devido aos furtos), preços exorbitantes na confecção de carteira de condutor, entre outras coisas que não me lembro no momento. Olha, sai muito caro ter um automóvel no Brasil.

Antônio Dias Neme antonio.neme@superig.com.br

São Paulo

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CALOTE NOS BANCOS

Na reportagem Calote em alta limita nova queda dos juros, diz Itaú (B5 de 25/4), o Sr. Calderon, executivo do Itaú, tem tido dificuldade para entender a alta do calote nos últimos trimestres. Esclarecemos que essa alta realmente é pelo excesso de endividamento das famílias pela facilidade do crédito nos anos 2009 e 2010, como também está se formando uma cultura de não pagamento de empréstimos contraídos, principalmente com renegociações de dívidas, agravado neste momento pelos bancos oficiais. Prática essa sempre acompanhada de bons advogados.

Mauro Roberto Ziglio mrziglio@hotmail.com

Ourinhos

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NOVOS TEMPOS

PIB baixo, setor industrial em decomposição, investimento público que não irrisório, corrupção em alta, e uma CPI do Cachoeira que certamente vai rondar o Palácio do Planalto, em andamento, faz com que o governo Dilma procure ser um pouco mais racional, e mire um dos nossos cancros maiores, os juros altos! Além dos bancos estatais, os privados também iniciaram embora de forma mais moderada a redução das taxas cobradas dos seus clientes. E agora a Caixa anuncia a redução dos juros no financiamento de imóveis. Uma boa notícia! De 10% ao ano cai para 9%. Ou, num financiamento de R$ 200 mil, uma economia de R$ 150,00 por mês na prestação, o que representa 20% do valor de uma compra razoável mensal de supermercado. Nada desprezível! A preocupação é com aqueles clientes que já consolidaram financiamento imobiliário com a Caixa, e não terão direito a este benefício de uma taxa menor. Certamente o nosso já abarrotado judiciário será acionado, e com razão, porque se todos são iguais perante a lei, como reza a nossa constituição, porque o governo petista faz esta discriminação...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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CADERNETAS DE POUPANÇA

É só uma questão de tempo para Dilma Rousseff reduzir o rendimento das cadernetas de poupança, sacrificando o pequeno poupador, em especial os aposentados que dela dependem com os recursos para poder sobreviver um pouco mais decententemente. Mediante o massacre e roubo que fizeram contra os aposentados miseráveis, em que fomos reduzidos em menos da metade do que recebíamos nesses últimos 11 anos de governo "corrupto", “medíocre", "desonesto", composto pelo "PT" e "companhia aliada".

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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É COMPLICADO

Política econômica não é como jogo de xadrez que para mexer numa única peça, o jogador se obriga prever, antecipadamente, a reação do seu adversário nos próximos lances até o pretendido xeque mate. “Mexer” em juros implica em reações atemporais, imprevisíveis.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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PEGADINHA

Os clientes que procuraram nos bancos informações sobre as novas taxas de juros se decepcionaram. A redução de juros “imposta” pela presidente Dilma não passa de um engodo,uma autêntica “pegadinha”, numa concorrência desleal ao ator Ivo Holanda,do SBT. Da rompança de Dilma até a mesa do gerente, o cliente se depara com a realidade. Cada banco tem a sua exigência para o cliente. No Banco do Brasil é preciso estar no negativo,usando mais de 50% do limite há dois meses; no Bradesco foi anunciado que a taxa de 0,97% ao mês para financiamento de carro só vale se o pagamento for dividido em quatro prestações; no HSBC os percentuais de juros do cheque especial caíram, mas em função da queda da taxa Selic; no Itaú, a taxa caiu para 0,9% ao mês,mas apenas para correntistas que têm pelo menos um ano de conta ativa no banco.Só os abestados Heremildos de Pindorama acreditaram que os bancos iriam sacrificar os seus “suados” lucros para atender tamanha demagogia. Se o objetivo de Dona Dilma é aliviar a carga fiscal, deveria começar pela maior carga tributária do planeta, verdadeira sangria que entrava o desenvolvimento do país, para sustentar uma corte de nababos jamais vista. Até como “pegadinha” foi fraca.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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AMARRAS

Sim, presidenta Dilma, juros altos, real valorizado e impostos altos são amarras ao desenvolvimento. Entretanto, estas não são as causas em si, são consequências de outras amarras maiores: são dois exemplos a degradante corrupção que corrói e deseduca a sociedade brasileira e a falta de competência de ocupantes de cargos de comando guindados por pressões políticas. Desatando estes grandes nós, as soluções para as outras amarras virão à tona por via de consequência.

Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br

São Paulo

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BENESSES CORPORATIVAS

A presidente Dilma mostra que realmente pertence ao grupo privilegiadíssimo da esquerda brasileira – a que está à esquerda do povo para continuar conseguindo benesses corporativas. Ela lutou com afinco para baixar as tarifas bancárias, que todos sabemos baixam conforme o mercado, mas foi bom. Já o que está em suas posses e que ela deveria dar prioridade visando permitir ao Brasil dar um salto de qualidade para finalmente deixar de ser o eterno país do futuro, seria baixar a 15ª maior carga tributária do mundo dos seus 40% – se contarmos com o déficit público para os justos 26% – carga de países com igual desenvolvimento do Brasil. Mas aí ela teria que fazer reformas – o que iria contrair suas bases, acabar com a imensidão inexplicável de privilégios e com a podridão dos achaques aos cofres públicos. Quanto a isso, só blá, blá, blá. Assim, a 6ª maior economia do mundo vive com IDH de paupérrimos – 86ª posição. E temos de aturar mais uma que só faz o país crescer em seus discursos.

Artur Larangeira Filho artur_larangeira@uol.com.br

Rio de Janeiro

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MAU USO DO DINHEIRO PÚBLICO

Ao me deparar com o site do Ministério da Cultura, algo muito interessante me veio à tona: falo dos projetos relacionados ao programa Ponto de Cultura, que ao que me consta, tem como objetivo promover a diversidade cultural por meio do fomento e incentivo aos artistas, grupos artísticos independentes e pequenos produtores culturais, sendo ainda, responsáveis por articular e impulsionar ações que já existem na comunidade. É certo que a iniciativa desses Pontos de Cultura é algo com que o país só tem a ganhar, pois a realização de ações envolvendo arte, educação e cidadania com cultura é algo com que os brasileiros só têm a ganhar. Falo sobre esse programa, porque o considero um trabalho de extrema importância, e é por isso que venho denunciar um falso ponto que recebe toda verba do governo (consultar o portal da transparência) e, no entanto, não tem serviço algum prestado à comunidade. Esse "ponto" se encontra em Nova Palmeira, no estado da Paraíba, que nada pôde ganhar com esse programa, visto que ninguém sabe o que é feito desse dinheiro. O falso ponto não tem sede própria, como é exigido pelo Ministério da Cultura e tão pouco realizou alguma ação de destaque. Antes, as responsáveis pelo Ponto de Cultura, Sandra e Valéria Medeiros, utilizavam o espaço de uma escola pública como sede, e quando precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam, saiam procurando eventos alheios pela região, ou até mesmo na referida cidade, e simplesmente fotografavam essas produções para que constassem como se fossem projetos de sua autoria. Diante de tudo isso, eu quero apenas fazer uma pergunta: é justo que o nosso dinheiro seja gasto com futilidades, que pessoas tão oportunistas desfrutem de uma verba que na realidade é nossa? Quero com esta carta expressar toda a minha indignação perante o mau uso do dinheiro público e solicitar que seja feita uma auditoria, pois nós, cidadãos palmeirenses, merecemos uma explicação acerca dessa roubalheira descarada que está acontecendo. Vale mencionar que esta carta também circula por vários outros meios eletrônicos e que nós não abriremos mão de que a justiça seja feita. Aguardamos resposta.

João Arantes novapalmeiraapela@gmail.com

São Paulo

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64% DE APROVAÇÃO

Ao mesmo tempo que 44 das 55 obras da Copa estão atrasadas ou não saíram do papel, que os professores de escolas públicas permanecem em greve a quase dois meses, que o julgamento do escandaloso mensalão, está prestes a virar pizza por pressão do governo e que um novo caso de corrupção envolvendo os três poderes governamentais é descoberto um dia sim outro também, a aprovação do governo Dilma bate novo recorde e atinge 64%. Das duas uma: ou a pesquisa ou o pesquisado não sabem do que estão falando.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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BRASIL ANÃO ACÉFALO

“O Brasil está na contracorrente. É um País que tem visão clara da importância da melhoria de vida da sua população. De fato, país rico é pais sem pobreza, mas país sem pobreza é país que precisa de várias oportunidades para sua população, precisa da casa própria, acesso a serviços de saúde e educação, precisa de renda”, discursou Dilma (AE). Discurso inacreditável! Quem mora no Brasil e sabe o quanto paga de impostos sem nada em troca, como pode manter a aceitação da "presidenta" acima de 70 por cento? E eu pensava que Demóstenes e Cachoeira é que teriam discursos inapropriados, querendo tapar o sol com a peneira! A anencefalia deverá ser discutida em breve com relação a boa parte da população que não foi abortada. Tiririca errou! Está ficando pior!

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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TIRO NO PÉ

Alguns mercados em São Paulo já caíram na real e voltaram a distribuir as sacolinhas, consideradas as vilãs do ambiente pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), Procon, Prefeitura, governo do Estado e Secretaria do Meio Ambiente. Deram um tiro no pé. O resultado dessa medida estapafúrdia será sentido com o crescimento dos pequenos mercados em breve, pois os clientes que estão agora sofrendo ao fazer suas compras e sendo humilhados, diante dos caixas e na hora de carregá-las começam a entender que tudo não passou de um acordo para favorecer os donos dos grandes supermercados que sempre cobraram pelas sacolas e agora fingem que elas eram de graça. Ocorre que os pequenos mercados sabem que se não derem sacolas fecharão suas portas, em contrapartida, os grandes continuam a pressioná-los. Não podemos e não devemos apoiar uma campanha que é demagógica e não salva o planeta, visto que tudo que compramos vem em embalagens de plástico. Um acordo vale mais que uma lei? Só se for a promessa de uma boa verba ao prefeito e ao governador de SP que seduziu os governantes dessa cidade tão maltratada e cheia de regras somente para o contribuinte.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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EVOLUÇÃO

A partir do dia 3 de abril, todos os mercados de São Paulo estarão proibidos de fornecer sacolas plásticas para seus clientes, e para aqueles que desobedecerem a lei, terão de pagar multas. O mais engraçado é que as sacolas que os mercados estão vendendo são de fabricação chinesa... No meu ponto de vista, isso é um excelente negócio, para os chineses, é claro.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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DERROTADOS

No fim das contas, os derrotados fomos nós, os consumidores – aqueles que pagam pelos produtos, e votam nos governantes – nesta questão das sacolas plásticas; fomos tapeados pela aliança entre o governador Alckmin e os donos de supermercados, pois agora somos obrigados a comprar sacolas para carregar os produtos que compramos; ou então temos que nos conformar em carregar alimentos em caixas velhas de detergente, por exemplo, nada mais anti-higiênico; caixas que andaram pelos caminhões de transporte e pelos depósitos, sujeitos à ação de insetos e roedores. A velha sacola de papel kraft, que era usada nos armazéns de antigamente, não existe mais por aqui; só nos EUA, país de gente civilizada. Só nos resta acompanhar, em futuras eleições, quais serão as contribuições dos supermercados para o partido do governador Alckmin. Que vergonha! Em tempo: dentro dos supermercados, continuam proliferando as mesmas sacolinhas plásticas, aquelas que foram banidas dos caixas, e que são utilizadas usadas para guardar batatas, uvas, maçãs e demais produtos in natura. Que cinismo!

Sergio Lopes sergio.lopes940@gmail.com

São Paulo

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MEUS DIREITOS

Ate quando o consumidor será humilhado e tratado como lixo nos supermercados do estado de SP? Até quando pessoas sem nenhum escrúpulo como o deputado Bruno Covas e o Sr. Abílio Diniz, irão atrapalhar tanto a vida do consumidor, impedindo-o de levar aquilo que compra nos supermercados em sacolas limpas e descartáveis, pelo qual ele paga junto com os produtos que comprou? Quando o Ministério Público, o Procon e os representantes do povo irão acabar com este acordo ridículo e devolver ao povo o direito de ter sacolas descartáveis e de não ser acusado, injustamente, de poluir o planeta? Ta na hora de acabar com a hipocrisia e respeitar os direitos do consumidor!

Luiz Claudio Zabatiero zabasim@ig.com.br

São Paulo

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O BRASILEIRO SEM EDUCAÇÃO

Infelizmente, a melhoria financeira do brasileiro não veio acompanhada de uma evolução educacional, basta ver o povão aplaudindo até quando é feito de bobo, como agora no golpe das "sacolinhas". O "pachecão" enche o peito posando orgulhoso de defensor ambiental, mesmo obrigado agora a carregar suas compras em "sacolinhas" pagas ou caixas de papelão infectas, sem perceber o olhar irônico do gerente do supermercado. Mostra ser longa a distancia entre países de Terceiro e Primeiro Mundo.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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VOTO DA SACOLINHA

Em outubro a população de São Paulo pode dar uma lição inesquecível para os vereadores que votaram a favor da proibição do fornecimento de sacolinhas plásticas em supermercados. A indústria que fabrica as sacolinhas gritou, bateu os pés dizendo que seria um baque, haveria desemprego mas por outro lado a sua produção de sacos para lixo aumentaria pois as sacolinhas dos supermercados tinham como destino final o ensacamento do lixo doméstico. Ganharam os grandes supermercados, a indústria de plásticos vai passar um pequeno período com o faturamento abaixo do normal e com o início da fabricação dos sacos para lixo tudo volta ao normal. Quem perdeu foi o povo representado por vereadores preocupados com o meio ambiente e votaram por entenderem que as sacolinhas eram a causa de todos os males. Pergunto e as garrafas pet? Não são muito mais prejudiciais ao meio ambiente? Com certeza são, mas desafiar a indústria de bebidas é causa perdida. É mais fácil se aliar aos supermercados e proibir as sacolinhas, sem pedir nada em troca, sem doação de campanha, um dinheiro por fora. Não! Tudo pelo meio ambiente, totalmente honesto e transparente. O povo agora deveria se unir e mandar confeccionar 20 milhões de sacolinhas grandes, com os nomes dos vereadores que votaram a favor da proibição e distribuir no dia da eleição em cada local de votação e lembrar o papel de idiotas do povo saindo dos mercados com caixas e sacolas. Transformaram-nos em palhaços, nada mais justo do que fazer com que eles se tornem ex-vereadores. Só depende de nós.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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FORMAÇÃO DE QUADRILHA

É uma vergonha o que essa Associação Paulista de Supermercados (Apas), mancomunada com o Procon e ambos apoiados pelo Sr. Alckmin estão fazendo com a população já tão espoliada e sofrida desse pais. Onde estão os Paulistas do “Non Ducor Duco”? Isso é que é formação de quadrilha! Com a suspensão da distribuição das sacolinhas nos supermercados a cena chega as raias do ridículo, com pilhas de infectas caixas de papelão empilhadas em frente a cada caixa, “embelezando” o supermercado, um luxo para os turistas que visitam o nosso país, que perplexos sairão fazendo malabarismo com as laranjas incautamente adquiridas. As compras de ultima hora, aquelas feitas quando o infeliz cidadão sai do trabalho, a caminho do ponto de ônibus, não existirão mais, bem feito! Quer economizar a sacolinha? Fique com o produto na prateleira. Sem contar os clientes que passarão a prestigiar os estabelecimentos que vendem e permitem que esses clientes embalem os produtos comprados de forma descente. Estou com vergonha de ser paulista, uma terra que suporta calada essa quadrilha merece passar por coisa até pior!

Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

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CONSTATAÇÃO

Já está acontecendo o que era previsível... Ao fazer compras no Carrefour no domingo (22/4), fui informado de que não existiam caixas de papelão para acomodar as compras! Sacolas "retornáveis "e "recicláveis", estas, sim, existiam aos montes, expostas acintosamente nas proximidades dos caixas. O que causa perplexidade é que na área de hortifruti, sacos de plástico são usados de maneira corriqueira... Esses sacos plásticos são diferentes dos outros? Esses não alteram o ecossistema? Mas é melhor calar, senão vão retirar também esses, e aí seremos obrigados a levar as compras nas mãos... ou, então, comprar as sacolas com os logotipos dos supermercados, fazendo propaganda dos mesmos e aumentando ainda mais os seus lucros!

Agostinho de Souza Bitelli asbitelli@yahoo.com.br

Santo André

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JORNALISTA ASSASSINADO

Causa preocupação o assassinato de quatro jornalistas em 2012 no Brasil. A imprensa livre corre perigo no Brasil. A Polícia Federal precisa investigar esses crimes e punir os criminosos.

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

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CENSURA, MIL E UMA NOITES

Um elefante incomoda muita gente..., mas aquele "quadradinho negro" no jornal incomoda muito mais...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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CIDADANIA

Leio sempre o Estadão e fico a par do que está acontecendo diariamente no Brasil e no mundo. Vi um artigo que me chamou a atenção: "Ação pela cidadania." Se existissem mais mulheres com essa fibra, o Brasil estaria muito melhor. Quanto ao mensalão me preocupo muito, pois se prescrever que Deus não ouça, será uma vitória para o governo e para a corrupção. Minha filha e eu fizemos um abaixo assinado contra a prescrição do mensalão que está on-line. Já tem algumas assinaturas, pois faz poucos dias que o fizemos. Gostaríamos que houvesse mais divulgação. Temos divulgado, mas é um tanto difícil, sendo que Brasil é muito grande. Poderíamos fazer um apelo às brasileiras para que colaborassem!

Maria de Nazaré Braga Carneiro mnbcarneiro@gmail.com

Peruíbe

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EUA NÃO SÃO BRASIL

Paulo Maluf e seu filho, Flávio, pediram a retirada de seus nomes do alerta vermelho da Interpol, que sinaliza serem dos mais procurados em todo mundo. Seu pedido foi negado pela Suprema Corte de Justiça do Estado de Nova York. É, Estados Unidos não são Brasil mesmo! Aqui, Maluf brada que não tem e nunca teve conta no exterior e a Justiça acata como verdade, nunca consegue provar que ele levou de São Paulo milhões e o homem ainda consegue ser deputado, representando parcela irresponsável e ignorante da população que votou nele. Paulo Maluf e Flávio ainda pediram o afastamento do promotor americano que os incluiu na lista da Interpol, vejam vocês, como ele ousou fazer isto com um Maluf, que petulante! O fato é que nem sair do Brasil eles podem, pois correm o risco de serem presos e extraditados para os Estados Unidos. O negócio é gastar os milhões roubados aqui mesmo. Que sorte a deles serem brasileiros!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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PROCURADO PELA INTERPOL

Justiça americana não se curva à corrupção de Maluf.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2012 – A MELHOR DEFESA É O ATAQUE

Lula promete entrar de vez na campanha para prefeito de Fernando Haddad em maio. Preparem-se, que se iniciarão aos demais candidatos as "agressões", "difamações", "baixarias", etc. Maneira prática sempre utilizada pelo "PT", para quem o lema é "a melhor defesa é atacar"!

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES?

A cidade de São Paulo, por ser a maior do Brasil e da América Latina, representa a síntese do desenvolvimento que a conduta da politicagem impõe aos cidadãos. Falência de sistema, falência de gestão, falência de soluções aos cidadãos. A precariedade do sistema de transportes é aviltante, a pouca rede publica de atendimento é presa fácil dos agitadores, mormente em ano eleitoral, Pior, a rotina da incompetência demonstra o desrespeito da autoridade administrativa para com o contribuinte, este que paga 40% a mais de reajuste para obter menos. As manobras politiqueiras, rasteiras e oportunistas movem estes servidores de araque para contribuir para a falência da cidade. Entravam o desenvolvimento, praticam a defesa de interesses privados, não cuidam do interesse público, enriquecem, e, muito, e a cidade sofre todas as consequências, desde alagamentos, engarrafamentos, má gestão do sistema viário e de transporte, insegurança publica generalizada e falência total do atendimento de saúde e da educação, ridícula, que degringola ano a ano. Pergunto, para que eleger outro político para administrar isso? Não seria melhor aposentar os políticos e delegar a cidade aos técnicos bem formados que temos? Quem, ainda, precisa ou acredita em políticos, essa raça em extinção necessária? Vote no seu vizinho, seu amigo, seu colega de trabalho bem formado, idôneo e responsável, a cidade agradecerá.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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CARA DE PAU

É impressionante a cara de pau do candidato Fernando Haddad em dizer que vai eliminar a taxa da inspeção veicular – quero ver como essa inspeção será feita, será bancada pela Prefeitura? É muita hipocrisia para ganhar votos, apesar de já estarmos acostumados com essa atitude do PT....

Marcus Coltro marcuscoltro@hotmail.com

São Paulo

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RATEIO DE BENS PÚBLICOS

O sonho do PT em construir uma gigantesca estátua de Luís Inácio Lula da Silva no estilo Kim Jong-il, está perto de se concretizar e sem custo para o partido. Será em São Paulo, basta que o candidato José Serra do PSDB, vença as eleições municipais. Ele acaba de apoiar a doação de um terreno público na região da cracolândia, feita pelo atual prefeito e aprovada pelos seus asseclas da Câmara Municipal, para que o ex presidente lá construa a sua droga.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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INSTITUTO LULA

Até tu, Serra?

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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POLÍTICOS E MORAL

Para costurar um apoio pessoal, o político entrega sua alma e o que mais for preciso para consegui-lo. Hoje, para Serra, “não há nada de errado a Câmara aprovar a proposta de Kassab de doar um terreno público para o Instituto Lula, de direito privado, desde que ele o apóie”. Será que nenhum Procurador do município de São Paulo vai tentar impedir que mais essa “maracutaia” política se concretize?

Raul S. Moreira raulmoreira@mpc.com.br

Campinas

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EM QUEM VOTAR?

Os eleitores paulistas e paulistanos que contam com políticos amigos e confiáveis como Geraldo Alckmin e principalmente José Serra e Kassab, não precisam se preocuparem com os inimigos. Temos aqui. O sr. governador Alckmin, no episódio das sacolinhas plásticas lembrou apenas em proteger os empresário e punir os consumidores e jamais teve um princípio de defesa ao meio ambiente. Se fosse verdade essa sua intenção, proibiria o uso de todas embalagens plásticas usadas pela indústria e comércio. Já o prefeito Kassab e o pretendente do seu lugar, José Serra, acaba de mostrar de que lado está: do Lula e não do povo paulistano. Se realmente quisesse defender o seu povo, não apoiaria um absurdo que é esse Instituto Lula a custa do município e contra as necessidades prementes do munícipes, favorecendo quem nem se quer é de São Paulo, e seu povo fica a ver navios no Rio Tietê. Pensando bem, quem tem amigo desse quilate, não precisa de inimigo.

Benone Augusto de Paiva benone2006@bol.com.br

São Paulo

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FÓRMULA INDY

Realizar a Fórmula Indy, num fim de semana de "feriadão" no Anhembi, usando um bom pedaço da Marginal do Tietê, pertubando e desviando o transito é um absurdo.

Olympio F.A.Cintra Netto ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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