Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

15 Maio 2012 | 03h08

A Delta e o mensalão

Deve ter sido um choque para Dilma, Lula e PT a amplitude da importância da empreiteira Delta nos assuntos de Carlinhos Cachoeira. A enorme quantidade de obras do PAC e de governos estaduais envolve não só ministros, governadores, funcionários públicos e políticos, como elevados valores e grande número de contratos com irregularidades. Isso tem o potencial de se tornar um dos maiores escândalos políticos nacionais. Superaria até o mensalão, tanto em valores quanto em pessoas importantes implicadas. Daí a necessidade urgente de dar um destino à empresa, tirando-a do foco da crise política, e da imprensa em particular. Essa talvez tenha sido a maior consequência negativa de o ex-presidente e o PT terem apoiado a CPI do Cachoeira. Se o partido não conseguir conduzir a comissão adequadamente, não é impossível que a presidente venha a ter grandes dificuldades para governar. Pode-se dizer, então, que a sorte da nossa presidente depende do BNDES e da pretensa compradora da empreiteira, a JBS. É estranho o governo apressar-se a negar que tenha influído no encaminhamento da compra da empresa.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Recompensas

A JBS, da holding J&F, doou R$ 12 milhões para a campanha de Dilma Rousseff de 2010. Agora chegou o momento de ser recompensada pelo gentil, digno e amável gesto, facilitando a aquisição da Delta Construções, envolvida com a mãe do PAC, para continuar as obras paralisadas. Sem dúvida, liberando novas verbas - do nosso rico dinheirinho.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Trabalho suado

Se um político lhe contar que ficou rico com o trabalho, pergunte: com o trabalho de quem?

PEDRO PAULO SOUZA

pedrinhopsouza@hot.mail.com

São Paulo

De safadezas

Vem de muito longe a necessidade fundamental de políticos que pensem, em primeiro lugar, no Brasil e, secundariamente, em seus interesses políticos - e outros. Ao concederem primazia a estes, gastam pessimamente o que consideram deles. São juros que não conseguem zerar, são "buracos" nas previdências, são safadezas de toda ordem e todo volume. Consequentemente, não conseguem oferecer qualidade no atendimento às necessidades básicas da população e muito menos baixar a carga tributária.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

POLÍTICA ECONÔMICA

Hora de dar o exemplo

A presidente Dilma partiu para a ofensiva, pressionando os bancos do País a reduzirem as taxas de juros. Segundo a presidente, não é admissível que os bancos continuem cobrando as mais altas taxas de juros do mundo. Todos nós concordamos com isso, porém, como o exemplo deve vir de cima, cabe também ao governo reduzir os altos impostos que cobra dos contribuintes, sufocando o produtor e o trabalhador. Só para se ter uma ideia, o imposto sobre a produção/comercialização de veículos e o Imposto de Renda cobrados no país de Dilma estão entre os mais altos do planeta. É hora de o governo também fazer a sua parte.

PAULO RAMON GIMAEL

ramongimael@hotmail.com

Arealva

Juros bancários

A nova política de juros praticada por alguns bancos e apoiada pelo governo federal vai gerar uma bolha de crédito, com recorde de inadimplência e queda brutal dos lucros bancários. É uma falácia acreditar que o sistema bancário brasileiro, sendo o mais lucrativo do mundo, conseguirá sobreviver com metade de seus lucros. Certamente, quando os clientes estiverem endividados e com as contas atrasadas, os bancos vão recorrer ao governo federal, exigindo capital para não quebrarem o País.

DANIEL MARQUES

danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

Sem contestação

Nossa ilustre "presidenta" demonstra aprender rapidamente as lições das nossas vizinhas Venezuela e Argentina - sem falar no guru máximo da ilha de Cuba - no que se refere a qualquer contestação a seus atos ou palavras. Dona Dilma não suportou o comentário do economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que serena e profissionalmente analisou o potencial efeito dos juros baixos sobre a oferta de crédito. Tanto não gostou que exigiu a retratação da entidade, ao melhor estilo da sua colega argentina Cristina Kirchner e seu amigo venezuelano Hugo Chávez. E mais: como informou o Estadão (9/5, B1), a "presidenta" mandou dizer que "não quer ouvir outras manifestações políticas da Febraban contra o governo". Fico a pensar o que fará dona Dilma se essa entidade ousar comentar qualquer ato, pronunciamento, palavra ou pensamento palaciano no futuro. Declarará intervenção? Mandará fechar a federação? Mandará prender seus representantes? E, depois disso, será a vez dos jornais? E, logo, dos outros órgãos de comunicação? Afinal, até onde vai o poder da "presidenta"? Dúvidas, dúvidas...

AUGUSTO M. DIAS NETTO

diasnetto@terra.com.br

São Paulo

Pequeno investidor

Há mais de um século o pequeno investidor confia na poupança e tem agora sua confiança abalada. Quem não quer prosperidade econômica? O que ninguém quer é inflação de volta. A saída é definir um rumo, afastar entraves ao crescimento continuado e seguro, fazer reformas modernizantes, dar seguimento a um programa de governo de verdade, com prioridades e metas. Isso faz enorme diferença e falta ao governo Dilma. Reduzir impostos depende da disposição do governo de conter seus gastos. O câmbio segue os caminhos da economia no resto do mundo e os juros... Precisa mais do que demonizar banqueiros.

CARLOS IUNES

canhoba@bol.com.br

Bauru

Dólar

O ministro Mantega diz que não está preocupado com a superalta do dólar. Então, tá bom... Quando essa alta chegar ao pãozinho e à bomba de combustível, e vai chegar, a gente conversa de novo!

DORIVAL MUNHOZ JUNIOR

junhaomunhoz@terra.com.br

Curitiba

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

CARINHO PELA DEMOCRACIA

No governo Lula, ela muito colaborou com nossa autossuficiência em petróleo. Toda vez que a imprensa divulgava notícias sobre a descoberta de falcatruas e ilícitos na esfera federal, o governo anunciava a descoberta de novos poços de petróleo. Se verdade fosse, o litro da gasolina custaria hoje R$ 0,20 o litro. Coincidência ou não, logo após a descoberta "sempre pela imprensa" de ligações da empresa Delta, principal executora das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com Carlinhos Cachoeira, a presidente Dilma vem a público anunciar o programa Brasil Carinhoso. Se a imprensa vai novamente colaborar com mais algum benefício fictício ou real ninguém  sabe, mas uma coisa é certa: a imprensa trata nossa democracia com o devido carinho, oferecendo-lhe sempre a verdade.

Peter Cazale   Pcazale@uol.com.Br

São Paulo *

BRASIL CARINHOSO

O que vemos é mais um ato do governo para tornar os brasileiros (pelo menos os mais pobres e ignorantes) escravos de uma migalha que lhes será paga e que iludirá os coitados, achando que estão sendo beneficiados, ficando, no entanto, dependentes eternos disso. Considerando que mencionada "ajuda" do programa Brasil Carinhoso será paga a mães que têm filhos de até 6 anos, com certeza o número de grávidas também aumentará, já que com isso haverá possibilidades de que mães pobres deste imenso país possam receber a "ajuda". No entanto, não se está criando efetivamente um novo plano, mas dourando o plano Bolsa-Família. Por sua vez, não serão mais R$ 70,00 que irão resolver o problema de tais pessoas, mas, sim, a melhoria de creches, escolas e, principalmente, da saúde publica, já que nos Estados onde deve haver maior concentração de necessitados, as crianças morrem pela falta de atendimento médico - tanto elas quanto as gestantes. Pesquisa demonstra que nas Regiões Norte e Nordeste estão 78% das crianças e seus problemas. Por sua vez, é exatamente em tais regiões que ocorre o maior desvio de dinheiro público. Então, é necessário que se façam outras medidas para resolver a questão, não apenas dar R$ 70,00 para cada mãe.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto *

DISFARCE

A presidenta, em rede nacional de TV, lembrou do Dia das Mães. Parabéns, bonito e obrigada. Aproveitou também para divulgar mais um disfarce petista para obter votos, afinal as eleições municipais estão próximas. Objetivo é beneficiar mais de dois milhões de famílias, com o lançamento do programa Brasil Carinhoso e caridoso, mais uma "esmola" semelhante ao que chamaram o programa Bolsa-Escola do governo FHC, que passaram a chamar de Bolsa-Família cujo assistencialismo lhes renderam as reeleições, que bom! Percebe-se que o espírito petista é deixar os mais humildes na ociosidade, melhor "seria ensinar a pescar do que dar o peixe", não é mesmo? Com o dinheiro de todos os brasileiros, atinge-se o que intere$$a, o voto, para permanecerem no poder, enquanto continuam se servindo do país... Quem quer dinheiro? No país da impunidade, compra de votos deixou de ser "estelionato eleitoral", então o que é? Valeu o "disfarce".

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

DESESPERO

A presidente não sabe mais o que fazer para melhorar o desempenho da nossa economia, que capenga e o PIB novamente ficará fraquinho em 2012... Como falta criatividade para convencer o Congresso para realizar reformas constitucionais como a tributária, por exemplo, e também a incapacidade de alavancar os investimentos em infraestrutura, a Dilma a cada semana anuncia uma novidade, como a queda dos juros até aqui uma verdadeira balela, ou seja, só para quem tem conta robusta nos bancos, ou, Bolsa-auxílio estiagem, ou ainda reforço dos atuais, como Bolsa-Família, "Brasil-Carinhoso", para crianças de 0 a 6 anos. E não satisfeita, e pela necessidade imperiosa do petismo  ficar exposto na mídia a qualquer custo, também autoriza reajustes para o funcionalismo público, que vai consumir mais de R$ 1,5 bilhão. Mas, para os aposentados que ganham acima de um mínimo Dilma dá uma banana... Este desespero do governo de tentar criar pseuda-boas notícias à custa do erário vem custando milhões de reais! Porque os meios de comunicação não vivem sem faturamento... E nós brasileiros, tolos, pagamos pela incompetência e ganância política destes do Planalto!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos *

DIA DAS MÃES

No Dia das Mães, Dilma lançou "Brasil Carinhoso". No Dia dos Pais vai lançar "Lula Queridinho".

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

São Paulo *

SUBEMPREGO

Pronto! Mais um pacote social lançado pelo governo! O "Brasil Carinhoso" da presidente Dilma chega apenas a um mês do início das campanhas para as eleições municipais. Se for continuar nesse ritmo com o Brasil lançando um programa social eleitoreiro a cada dois anos, em uma década o Brasil estará quebrado e a quadrilha para sempre nos governando. Enquanto isso a educação, saúde, transporte e outros itens necessários para que a infraestrutura acompanhe o crescimento do país anda a passos de cágado. Mais dez anos nesse descompasso o Brasil vai parar, já que continuam preferindo dar o peixe em vez de ensinar a pescar. Aos brasileiros como única opção restará apenas o subemprego.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo *

BALAIO DE GATOS

O País transformou-se em um imenso balaio de gatos. Estamos às voltas com a CPI do Cachoeira, o julgamento do mensalão, enquanto o STF distribui benesses aos bandidos, traficantes, bicheiros, etc.; e a presidente Dilma instala uma comissão da verdade que cria uma tremenda desconfiança, já que na história da humanidade quando se quis apurar a verdade acareou-se os dois lados da questão, e essa comissão que está sendo instalada só tem um lado. Acrescente-se aí julgamento do assassinato do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, onde acredita-se arrumaram bodes expiatórios para empanar a verdade. Além do mais, estão criando uma forma de elevar o ex-presidente Lula com a concessão de títulos honoríficos, criação de institutos e museus com seu nome. E nessa tentativa desesperada de elevar o nome deste senhor é tão desvairada, que surgiu uma conversa que pretendem dar seu nome a uma das avenidas paulistanas. E a escolhida foi a Marginal Tietê. A meu ver só existe aí uma coerência, pois a avenida passaria se chamar Marginal Luis Inácio Lula da Silva.

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte*

BURROS

A subprocuradora Cláudia Sampaio, que por uma casualidade é mulher do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, alegou não ter tido elementos suficientes contra Demóstenes Torres para ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), pois as gravações sigilosas em seu poder só mostraram conversas relevantes no aspecto "político" e "ético". Portanto, não caracterizaram nenhum tipo de "crime". Mudou-se no País a definição da palavra "crime". Ainda alega no seu comentário que os "parlamentares não são burros e sabem que o MP agiu corretamente". Que os parlamentares não são "burros" é de conhecimento de toda a população, pois os únicos burros somos nós mesmos.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo*

NÃO COLOU

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, está sendo alvo dos membros da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para prestar depoimento, pela demora em apresentar os resultados da investigação no caso do contraventor de Carlinhos Cachoeira. O procurador-geral não tem obrigação alguma de depor, e isso os membros da Comissão deveriam saber, pois têm sustentação legal, e uma eventual convocação só teria sentido em caso de "prevaricação" o que não aconteceu. Tente outra, PT!

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas*

TAPETE PEQUENO

A pressão dos líderes do PT contra o Roberto Gurgel? Amaral só tem uma finalidade: Blindar os governadores supostamente envolvidos, assim como outros políticos ligados à base do governo, no sentido de evitar que eles chafurdam ainda mais nessa lama que cobre Brasília. A sujeira deixada pelo governo anterior enlameia tudo e os aliados estão desesperados tentando por tudo embaixo do tapete. Ocorre que o tapete é muito pequeno para tanto lixo.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo*

APOCALIPSE PETISTA

A recente descoberta em um sítio arqueológico maia, de um calendário que desdizeu a previsão - também maia - de que o mundo acabará em 2012, não foi lenitivo para o desesperado Partido dos Trabalhadores (PT), cada vez mais empenhado em usar de ardis enviesados, principalmente na CPI do Cachoeira, para desqualificar o processo do mensalão. O PT sabe que, dependendo do resultado do iminente julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), daquele que é considerado o maior escândalo de corrupção da história política brasileira, o apocalipse, pelo menos para a agremiação política do ex-ministro José Dirceu et caterva, acontecerá, real e impiedosamente, em 2012.

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte*

MENSALÃO

O tal poder - de a CPI convocar o procurador-geral da República para depor sobre sua denúncia à vista desse escândalo - deve ser extensivo às Câmaras Municipais, para que o promotor de Justiça e, quiçá, também o juiz, sejam questionados sobre escândalos nas comarcas. Aí, sim, este país poderá deitar eternamente no berço esplêndido da corrupção, arrumado direitinho pela Constituição.

Renato Guimarães Jr. renatogjr@yahoo.com

Campinas*

FILOSOFIA DO PT

"Quem parte, reparte e não fica com a maior parte, ou é bobo ou não sabe fazer arte". Desconheço o autor da frase acima, tampouco a data em que foi mencionada pela primeira vez. Porém eu a ouvi de um petista, cujo nome não vem ao caso. Contudo, parece que o PT leva ao pé da letra, depois que vem vindo à tona o triste caso do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel.

Isael Coleone isael.coleone@itelefonica.com.br

Indaiatuba*

CELSO DANIEL E O MENSALÃO

A frieza dos ex-companheiros é persistente em considerar crime comum a morte do Celso Daniel. Como é recorrente a hipótese de "acidente de percurso", pelo sim pelo não, que o presidente do STF, o ministro Ayres Brito, seja previdente. Faça cercar de segurança os ministros do Supremo. Afinal nem todos podem ter a coragem e a independência do ex-prefeito de Santo André e do ministro Joaquim Barbosa.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo*

SÓ DE TEATRO VIVEM OS PARLAMENTARES

Não é possível que com uma carrada de notícias a respeito da compra da Delta pela J&F, a oposição não se disponha a enfrentar a picaretagem desse governo, que faz de trouxas os brasileiros todos os dias. Noticia-se que o BNDES, emprestou bilhões à empresa J&F para que ela se tornasse o maior frigorífico do mundo. A J&F também está construindo a Eldorado em Mato Grosso, tida como a maior fábrica de celulose de eucalipto do mundo. Do DBNDES recebeu R$2,7 bilhões, e a empresa tem como sócios os fundos de pensão da Petrobrás (Petros) e  Caixa Econômica Federal (Funcef). O Banco Original que também é da empresa recebeu R$ 850 milhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para comprar o Banco Matone. Tudo dinheiro do contribuinte... A imprensa fornece tudo bem mastigadinho e nada acontece? Se o papel da oposição é fiscalizar o governo, vamos muito mal mesmo.  Imagine essas notícias nas mãos dos petistas! A presidente usa o mesmo teflon do Lula, quando vê o circo pegando fogo se afasta e não se queima. Na arena uns poucos parlamentares ensaiam que estão brigando por alguma causa. Tudo teatro. Pobre Brasil!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo*

ADITIVOS EM CONTRATOS COM O GOVERNO

Dentre as irregularidades levantadas nas relações do construtora Delta com os governos estaduais, mormente o do Rio de Janeiro, estão os perniciosos aditivos. Chamo a atenção da Promotoria Pública do Estado de São Paulo para os aditivos na concessão de rodovias, hoje presidida pela Artesp. Constituem-se, principalmente, dos adiamentos de obras, chamadas de readequações e reequilíbrio financeiro. Se não bastasse, a concessão que era originariamente por vinte anos, teve um aditivo para trinta. Não questiono o aspecto da legalidade, pois hoje no Brasil dá-se fundamentação legal para qualquer tipo de falcatrua (produzir artifícios para enganar), inclusive. Solicito à Promotoria avaliação do principio da moralidade pública, desses aditivos, atentando para o fato de que nesses dez últimos anos levei, penso eu, provas concretas de graves irregularidades, nessa concessão, sem atitude efetiva por parte da Promotoria Pública do Estado de São Paulo. Porque não sei! E as irregularidades continuam só que desanimei de levá-las ao Ministério Público do Estado de São Paulo. Apenas por coincidência, penso eu, o Promotor Público que levei denúncias, por aproximadamente seis anos, nunca me respondeu nada, tendo sido exonerado do serviço público por prevaricação e enriquecimento ilícito.

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto*

EMPREITEIRAS

Será que a Delta é a única a utilizar-se de meios escusos para ganhar licitações? E Goiás, alguém acredita ser o único suspeito no envolvimento de maracutaias com empreiteiras?

Frederico Fontoura Leinz fleinz@terra.com.br

São Paulo*

MAIS UM GOIANO

Como Henrique Meirelles consegue ficar fora da mira, num caso tão estranho quanto a aquisição da Delta Construções? Afinal Meireles é presidente do conselho da J&S.

Walter Coronado Antunes w-coronado@uol.com.br

São Paulo*

ENGANAÇÃO

A Justiça do Distrito Federal bloqueou os bens de Carlinhos Cachoeira. A pergunta que não quer calar é a seguinte: Conhecendo o currículo do Sr.Cachoeira, alguém em sã consciência acredita que os bens, digo, o dinheiro vivo desse homem estaria depositado numa continha corrente qualquer de um banco comercial? Me engana que gosto.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo*

BOBOS DA CORTE

A CPMI, que investiga o bicheiro Carlinhos Cachoeira, a exemplo das anteriores, está caminhando para mais um "fiasco", pois os integrantes, tanto situação com oposição, estão covardemente fugindo dos objetivos à que foi constituída. O Partido dos Trabalhadores (PT) está fazendo de tudo para obstruir as investigações, como lhe é contumaz, para proteger seus pupilos especialmente o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz e outros da coligação para que não sejam expostos às maracutaias. A "oposição", infelizmente alinhada com o PT, se desdobra para proteger o governador de Goiás, Marconi Perillo, flagrado 247 vezes em conversas com integrantes do esquema Cachoeira, a quem o governador trata carinhosamente de "liderança" e na ocasião do aniversário do contraventor, só faltou cantar os parabéns a você, pelo telefone. Ou seja, Marconi Perillo, está, até que prove o contrário, atolado nesse lamaçal fedorento até o pescoço. E o PSDB, através do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), integrante da CPMI, pressupõe inocência do governador, por ele se colocar à disposição para depor perante a comissão de inquérito. Como podemos confiar nos integrantes dessa CPMI se até a oposição que tanto esbraveja, é conivente com a bandidagem que impera no Brasil. Pelo andar da bicharada, tentarão uma vez mais nos fazer de "bobos da corte".

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmai.com

Jundiaí*

'MATEMÁTICO'

O traficante conhecido como "Matemático" pode ter sido uma vítima colateral da CPI do Cachoeira. Tendo em vista que Sérgio Cabral está com alguns aspectos negativos de sua personalidade em indesejada evidência, nada melhor do que a polícia carioca criar um fato positivo com a eliminação do tal "Matemático". Ainda mais sabendo-se que a localização do mesmo sempre foi conhecida. Muito melhor para o Cabral seria solucionar problemas endêmicos do Rio, como o da saúde - não sei por que um Estado rico como o Rio de Janeiro precisa de 6 hospitais federais, os quais a exemplo dos estaduais e municipais não funcionam e são fonte de corrupção.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo*

REI INGÊNUO, MENDIGO DESTRONADO

O senador amazonense Alfredo Nascimento, ex-ministro dos Transportes, deverá ser seguido por outros Ministros demitidos pela Presidente Dilma Rousseff: tudo não passou de denúncias infundadas de uma revista malsã, cuja fonte era um conhecido contraventor. Escusa que transforma a Presidente e todo seu aparato informativo marionetes de um esquema canhestro e sórdido. O rei ingênuo, objeto de vasta ficção literária, logo se transformava num mendigo a vagar pelos caminhos de seu antigo império.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo*

MINHA CASA, MINHA DECEPÇÃO

Desde o final de março estou morando em um sobradinho da Cohab-Curitiba (Minha casa, minha vida) depois de estar inscrito na Cohab ha mais de 15 anos, vários problemas ocorrem desde falta de acabamento como ausência de caimento na parte do chuveiro do banheiro, falta de muros, pois o conjunto foi construído no meio de um matagal, e bichos adentram as casas, paredes rachadas, goteiras no telhado, chove dentro mesmo, entre outros problemas que mais de 200 famílias do conjunto Moradias Boa Esperança 1, localizado na rua João Goulart, 1361, bairro Tatuquara, periferia de região sul de Curitiba enfrentam desde quando foram se mudar a este novo local, projeto do governo federal, financiado pela CEF e gerenciado pela Cohab-Curitiba. Fotografei os problemas e relatei junto a CEF de Curitiba, juntamente co toda documentação burocrática, e com resumido orçamento sobre eventuais despesas para sanar em parte os problemas de mau acabamento da casa. Agora a CEF de Curitiba ao invés de resolver o problema exige que seja enviado 3 (três) orçamentos diferentes, de lojas de materiais de construção diferentes , de 3 pedreiros diferentes com carimbo, CPF etc. etc. É um absurdo mesmo! Ao invés do governo fiscalizar estas obras mal feitas, mal gerenciadas, deixam por conta e risco de empreiteiras terceirizadas "concluir" as obras habitacionais e depois quando algum mutuário resolve reclamar eles enchem as mãos do pobre cidadão de papelada para preencher, com vários itens de documentação, fotografias do que eles chamam de "sinistros" para acionar o seguro de uma construção que não foi concluída corretamente!

Célio Borba borba.celio@bol.com.br

Curitiba*

POEMA DE UM JOVEM

A corrupção em nosso país já se tornou endêmica e tem sido o pior exemplo de que as nossas "autoridades" estão passando a todos os brasileiros, principalmente para os mais jovens. Recebi de um amigo poema escrito pelo seu filho, que votará pela primeira vez. Muito boa a sua crônica sobre a nossa presidenta, o que vocês acham?  Ordem e Progresso? / Já estive até na prisão. / para estender minha visão / fui à Brasília para dar uma lição - aquele quem aprendeu fui eu, eles não: "Essa é a grande máquina da industrialização"! / - Não via operador ou operação. / "Este será o futuro da nação"? / - Não vejo futuro ou aceleração, / voltei e tomei minha decisão: / vou lucrar um milhão, / levar a esperança e trazer decepção, / enchendo a poupança tirando da população, / com minha nova criação: / a corrupção, que satisfação! (Luca Bongiovanni Gonçalves, aluno da segunda série do segundo grau, 16 anos de idade). Parabéns, Luca! Continue escrevendo os seus poemas.

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo*

VEREADOR NA SUÍÇA

Estive trabalhando por uns dias na Suíça na casa de um amigo, em um vilarejo perto de Zurique. Como fiquei enfurnado praticamente todo o tempo no porão da casa, o filho de meu amigo me convidou para jantar na cidade. Eu sabia que ele era vereador da cidade e estranhei o fato de ele vir com um carro com logotipo de uma empresa de telecomunicações nas portas. Perguntei se a cidade não oferecia carro "oficial" como acontece aqui, e ele disse que o carro era da empresa onde ele trabalha. Aí eu perguntei: - "Peraí, como assim "trabalha", você não é vereador?" Sua resposta foi: - "Não dá para viver com salário de vereador, eu ganho por sessão que participo e no máximo dá uns mil euros por mês, quando dá. Então eu tenho um trabalho fixo que permite que eu falte para participar do trabalho como político." Igualzinho aqui, né? Ou seja, além de ser vereador, trabalhar em uma empresa de telecomunicações, ele faz faculdade. Mais ou menos como nossos vereadores e políticos em geral. Contei sobre as falcatruas que acontecem aqui, tipo desvio de verbas, quantidade de assessores (na maior parte inúteis como o próprio político), carros oficiais usados por familiares, etc. Ele disse que lá é impossível, que ele não tem assessor algum, e que qualquer pessoa do mundo pode acessar o que a câmara faz e como utiliza o dinheiro dos impostos dos cidadãos. Quem sabe daqui uns 200 anos o Brasil chega lá...

Marcus Coltro marcuscoltro@hotmail.com

São Paulo*

PARTIDOS POLÍTICOS

A avaliação de Sebastião Ventura da Paixão Jr. sobre os partidos políticos é pertinente (Do flagelo partidário ao ocaso da oposição, 14/5, A2). No entanto, faltou a consideração de que na Constituição de 1988 foi previsto o parlamentarismo, daí a profusão de partidos. Com a derrota dessa proposta pelo plebiscito e aprovação do presidencialismo, parte da estrutura constitucional não foi (e não poderia ser) alterada, permanecendo a discrepância. Da mesma forma são os instrumentos da medida provisória e da iniciativa do executivo em vários projetos de lei. Curioso também no texto, foi uma discussão não nominal dos partidos atuais, com exceção do PSD, que foi substituído pelo seu representante maior (ou menor?) Kassab. Ato falho ou proposital?

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena*

CRISE NA EUROPA

Fiquei triste (e brava) quando li a entrevista de Alain Touraine (Au revoir, Sarkô, 13/5, J4), mas imagino que ele deve ser um francês mal humorado, como a maioria deles, caso contrario ele pensaria duas vezes ao dizer que os gregos não são europeus ou que os turcos são mais europeus que os gregos. Respeito o povo turco e acho alguns lugares da Turquia lindos, mas falar que a Grécia não é Europa (palavra grega alias) e que os gregos deviam ser chutados do Euro (palavra grega também), foi de uma indelicadeza e burrice que me surpreendeu tratando-se de um sociólogo, que não deve gostar de filosofia já que disse que Platão, Sócrates e Aristóteles não são argumentos. Os gregos nunca usam os filósofos como argumento, isso sim é lamentável, mas acho que eles pensam no hoje, no agora e com certeza não querem sair do sossego deles para entrar na linha de produção chinesa dos alemães só para "merecer" estar no euro. O Sr. Touraine como sociólogo que é, devia respeitar a cultura individual  de cada país. A grande e estrondosa maioria dos gregos tem casa própria e também casa na praia ou no campo e fizeram seu pé de meia depois da 2ª. Guerra quando foram devastados pelos alemães, (algo mais ou menos como está acontecendo agora) por terem defendido a Europa livre. O povo grego não tem culpa e não concorda com o fato do governo ter gasto mais do que podia ou ter roubado mais do que devia e eles demonstraram isso nas eleições recentes. Povo que sabe castigar pelo voto, assim como os franceses. A vez da Merkel vai chegar... Se o sociólogo em questão acha que a Turquia é que devia estar na CE, devia dar uma volta pelo interior do país para ver a "Turquia Europeia".  E também se aprofundar na história grega recente, nas mazelas sofridas pelos gregos durante os 400 anos de ocupação Turca.   Ele vai constatar que  sair do Euro não vai ser nada perto do que o povo helênico  já sofreu. O lema deles durante a resistência aos turcos sempre foi "é melhor um dia de vida livre do que 40 anos de prisão e escravidão" (em grego uma bela rima). Não é de Sócrates nem de Aristóteles. É do povo mesmo. Eles, os gregos, continuam assim. Nada nem ninguém vai tirar isso deles...

Maria Ramundo mmdesign@uol.com.br

São Paulo*

O DINHEIRO DO VIZINHO

Atribui-se a ex-primeira ministra Margareth Thatcher a frase de que o socialismo só é bom enquanto o dinheiro do vizinho não acaba, numa crítica ao socialismo, que se aproveita do vizinho capitalista. Em contra partida o que estamos vendo hoje, principalmente na Europa, países em crise, riscos de calote, de quebra de instituições bancárias, desemprego, protestos, etc. enfim, a Europa está um caldeirão, o que prova também por outro lado, que o capitalismo, defendido pela ex-primeira ministra, também não foi capaz de proporcionar aquilo que o povo deseja, frustrando-lhe suas aspirações. A França voltou ao socialismo, dando uma prova que o capitalismo lá não deu certo. Na Grécia há um problema seriíssimo onde não se consegue consenso para formar um novo governo e já há manifestações radicais contra os estrangeiros. Portugal, Espanha, Irlanda do Norte, e até  a Inglaterra, que não aderiu ao euro, estão muito mal economicamente. Será que o modelo se exauriu? Ou houve incompetência e exageros em algumas decisões, como por exemplo, aceitar a Grécia na zona do euro? Não era hora e a Grécia não tinha nenhuma condição de aderir ao euro.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

MARATONA FINANCEIRA

Nem Filípides  chegaria a tempo para avisar a Europa e sobre a iminência de uma "falência selvagem" dos gregos. Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)*

CONVITE À REFLEXÃO

Em 1980, diziam as pesquisas eleitorais americanas que a vitória do democrata Jimmy Carter sobre o republicano Ronald Reagan era esperada. O histórico eleitoral americano dava ao então presidente Carter certa tranquilidade, pois dificilmente a maioria do eleitorado daquele país vota contra um presidente em exercício de mandato, acontecido no pós-guerra em três ocasiões apenas. Coube então, ao ex-governador da Califórnia, Ronald Reagan, mudar o rumo político daquelas eleições e contrariar as projeções das tais pesquisas. No debate político entre ambos, realizado em outubro, perguntas finais direcionadas por Reagan aos milhões de telespectadores que os acompanhavam - e intensamente divulgadas pelo restante da imprensa nos dias posteriores - calaram a voz de Jimmy Carter, conduzido então pelas urnas à condição de ex-presidente, no mês seguinte. Ronald Reagan provocou os americanos naquilo que mais lhes é sensível: o bolso e a autoestima. Ao incitar a análise da situação econômica dos EUA e da eficácia da política de segurança adotada pelo governo Jimmy Carter, Reagan provocou uma reflexão profunda sobre o quanto estavam satisfeitos, ou não, os eleitores, depois de quatro anos sob a tutela de Jimmy Carter. Teria seu oponente correspondido aos anseios e expectativas de toda a nação? O comportamento administrativo, político e ético de Carter, correspondeu ao que se deseja de um governante eleito democraticamente? Sem reação, Jimmy Carter emudeceu diante do questionamento fatídico: "Os EUA hoje, são mais respeitados pelos demais países quanto a quatro anos atrás?" Na história mais recente vimos, nos último 24 meses, Islândia, Irlanda, Grécia, Portugal, Reino Unido, Eslováquia, Romênia, Espanha, Itália e Holanda derrubarem seus governos, por causa da crise político econômica, em alguns casos moral, destes países. Na França, Sarkozy experimenta o gosto amargo da derrota e da rejeição do eleitorado francês. A democracia proporciona a igualdade e a liberdade, porém somente o peso do voto nos dá a mesma medida, importância e independência. Tratar o momento eleitoral com desdém, ou simplesmente ignorá-lo, nos remete à condição de "analfabetos políticos". Exemplos de nações estagnadas, consumidas pela indelével mancha do discurso popularesco de políticos com vocação suspeita, não nos falta. Como também a história mundial mostra superações heróicas de povos oprimidos que, com união e perseverança, retomaram as rédeas de suas vidas, sempre em busca da democracia. Acreditar que todos os políticos se igualam em ações e intenções, ou que o estabelecido assim está e não se muda nem o perfume, é assumir a incapacidade plena, seja por resignação ou cumplicidade. Político eleito ali se encontra pelo voto de quem o elegeu. Esquecer-se disto é hipocrisia. Desistir da participação política novamente nos remete ao "analfabeto político", o que favorece a mesmice.  A evolução humana, em todos os aspectos, foi forjada na tentativa e acerto. Tentamos. Erramos. Tentamos até o acerto. Evoluímos. O que é a democracia se não a possibilidade de, apesar do erro, acertar e evoluir. Se considerarmos a não repetição do mesmo erro, o erro novo é aceitável, pois logo teremos novas opções. Omissão política é a negligência do próprio futuro. As coisas não mudarão se todos os dias fizermos tudo igual, já nos disse Chico. Tentamos. Erramos. Desistimos. Regredimos. Um político custa milhares de reais pagos por todos nós, eleitores ou não. Fiscalizá-lo é obrigação de todos. Se a lei eleitoral permite reeleições, barrar um mau político é extremamente fácil: bastar optar por outro. Para tanto se faz necessário o acompanhamento de seus atos. Esquecer-se dele, depois das eleições, é dar importância menor ao próprio destino. Assim como Reagan, convido-os a refletir o quanto estão contentes com a condução política de suas vidas, nossas vidas na verdade, nestes anos todos. Será que aqueles que receberam nossos votos correspondem às nossas expectativas?  Será que a confiança que depositamos nos políticos que hoje administram novas vidas, teve o devido reconhecimento e respeito? Os políticos que elegemos, representam dignamente nossas famílias e a forma com que educamos nossos filhos e filhas? Seríamos nós, de olhos vendados, fiadores das promessas feitas por aqueles que escolhemos como detentores do futuro de nossos entes mais amados? Ou então, sejamos práticos: custo / benefício. Aquele político que votamos, justifica o salário e as verbas que recebe? Fosse à sua empresa, valeria ter um funcionário como ele? Este é um convite à reflexão, somos democraticamente livres para decidir os caminhos e as formas. O medo da renovação não justifica a manutenção do erro. Renovar, assim como a vida, não é preciso, porém ousar é sobreviver. Apesar de alguns, amanhã sempre será outro dia. Pois bem, posso ter errado, mas não serei omisso nem negligente. Não serei um "analfabeto político". Tentarei novamente, não sem antes analisar o novo, independente da idade. Ao novo com ideias novas, a minha atenção. Ao novo que não passa de mais do mesmo, minhas desculpas, mas hoje não tem pão.

Fernando Penteado Villar Félix amopsj@gmail.com

São Paulo*

FHC PREMIADO

Parabéns ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, verdadeiro doutor honoris causa, por ter recebido o Prêmio John W. Kluge, o Prêmio Nobel das ares sociais, concedido pela Biblioteca do Congresso Americano, como noticiado pelo Estadão. É um grande orgulho para o Brasil  ter primeiro e único estadista a receber esse prêmio e título muito importantes. Ao contrário do outro ex-presidente, o Lulla, que precisa dos puxa sacos e os PeTralhas oportunistas de plantão para receber um insignificante, vergonhoso e irrisório titulozinho de honoris causa de universidades públicas brasileiras, controladas por petistas energúmenos. Elle deve estar se roendo de raiva... Carlos Alberto Ramos

Soares de Queiroz soaresqueiroz@hotmail.com

São Paulo*

MÉRITO

Em meio a  doutoramentos falsos ou interesseiros e descabidos, é uma satisfação tomar conhecimento de que, no exterior, um ex-presidente da Nação esteja sendo honrado e premiado por mérito.

Leonardo Giannini leogann930@terra.com.br

São Paulo*

SEM ENCOMENDA

Quero cumprimentar o professor de sempre, o verdadeiro estadista brasileiro Fernando Henrique Cardoso, pela honraria recebida por seus próprios méritos como reconhecimento por sua contribuição pela sua obra acadêmica, sua ativa produção intelectual no campo das humanidades como também por seu significado na vida pública do País. O "Prêmio John W. Kluge", que se iguala ao Nobel, é entregue para acadêmicos que dedicaram a vida à pesquisa em várias áreas importantes do conhecimento humano. Parabéns, o Brasil se orgulha de homens que contribuem com uma parte importante de sua História. Estávamos cansados de conviver, ultimamente, com prêmios, honrarias e títulos encomendados com cunho meramente político sem a menor anuência aos méritos e com a realidade dos quais são apontado.

Leila E. Leitão

São Paulo*

ORGULHO DO BRASIL

Nunca antes na história "dechte" país um brasileiro havia ganho o prêmio Kluge. Agora, já. Parabéns, Fernando Henrique.  Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo*

COMISSÃO DA VERDADE

Finalmente Dilma escolheu os Sete Sábios da República incumbidos de revelarem ao  Brasil e ao mundo a "verdade" dos idos do ciclo militar. Escolheu, como era de se esperar, apenas nomes notoriamente identificados com a defesa de uma certa ideologia ou com  personagens que defenderam integrantes da insurgência armada - entre os quais se vê a própria advogada da então guerrilheira Dilma. Os nomes escolhidos não deixam dúvida sobre qual será o DNA  do rebento que virá a luz ao fim dos trabalhos. Na apresentação dos nomes, Dilma pontificou: "Não podemos deixar que no Brasil a verdade se corrompa com o silêncio". E acrescentou:  "A verdade interessa muito, às novas gerações (...) interessa, sobretudo,  aos jovens que hoje têm o direito à liberdade e devem saber que essa liberdade é preciosa e que muitos lutaram por ela e pereceram".  Lindas palavras vindas de quem, ainda outro dia, estava em Cuba confraternizando-se com a ditadura castrista que tanto despreza as liberdades civis e políticas, e financiou, de todas as formas, os movimentos clandestinos que lutavam para tomar o poder no Brasil. Como se sabe, Dilma, como outros de seu tempo - muitos aninhados em seu partido, o PT - confrontaram a ordem estabelecida a partir do movimento de 1964, o qual destituiu um governo (Jango) que só fazia jogar gasolina na fogueira do movimento comunista internacional - inspirado por Cuba e sob o patrocínio chinês e soviético, ambos marxistas-leninistas, preparando o terreno para a revolução comunista no Brasil.  Àquela altura da história (1964) o comunismo  estava a um passo de dominar o Palácio do Planalto - a história está aí para quem quiser se inteirar dos fatos. Com o golpe de 1964 - contragolpe, melhor dizendo -  os comunistas levaram a breca em sua 2ª intentona em menos de 30 anos (a primeira fora em 1935). Mas não desistiram: constituíram mais de 2 dezenas de organizações armadas clandestinas (Colina, MR-8, FLN, etc.) e partiram para o "tudo ou nada", no que ficou conhecido como "guerra suja" ou "anos de chumbo" - uma refrega claramente desigual, já que estado, por óbvio, tinha os melhores armamentos e aparatos, e, assim, lhes era superior em tudo. Usando a força, desbarataram a insurgência vermelha. Assim, os grupos armados perderam,  e felizmente, diga-se de passagem, porque, "liberdade" para o povo não era, definitivamente o que aquelas forças radicais do marxismo-leninismo (entre os quais militava a atual presidente da República) tinham em mente para o Brasil. Todos os grupos que pegaram em armas contra o estado brasileiro tinham orientação comunista - todos! E, como se sabe, o comunismo é  doutrina claramente liberticida. Logo, com o devido respeito, neste momento em dá por escolhido o grupo incumbindo de revelar os fatos daquele momento histórico,  falta com a verdade a Sra. Dilma Rousseff, partícipe direta da luta pela implantação do regime comunista no Brasil nos anos 1960-1970. Uma comissão composta por membros que claramente enxergarão apenas um lado da verdade não pode jamais ser intitulada "Comissão da Verdade". No máximo, poderia se chamar  comissão da "meia verdade". Ou da verdade que "convém".  Melhor faria Dilma se  a compusesse  com representação paritária de todas as forças em confronto naqueles idos:  as forças comunistas e as que lutaram contra os comunistas.  Em verdade, melhor faria se deixasse a História para os historiadores.

Silvio Natal  silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo*

LEI DA ANISTIA

A Comissão da Verdade, que tomará posse em 16 de maio, seguirá as instruções do Planalto com o objetivo de resgatar a memória nacional, contribuir para a pacificação nacional, esclarecer as violações dos direitos humanos... A sociedade brasileira deseja sucesso total na reconstrução da história, e também respeito à Lei da Anistia (n.º 6.683), sacramentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto de 1979.

Márcio Rosário daril_old@hotmail.com

Leme*

MEDO

Essa Comissão da Verdade já começou a assustar. A declaração do jurista Dipp de que irão averiguar "doa a quem doer" é uma ameaça velada de que vem chumbo grosso por aí. Se os juízes do STF fizessem uma declaração semelhante no processo do mensalão, os réus já estariam antecipando seu pré-julgamento. Uma outra integrante da Comissão já sentenciou antecipadamente um coronel como "reconhecido torturador". A advogada Rosa Maria defendeu a presidente Dilma durante o regime militar. Essa Comissão irá averiguar o VAR-Palmares, a Libelu e outros? Será mesmo que farão uma pesquisa isenta? Por que não incluíram nela alguém do"outro lado" e somente opositores ao governo militar? O receio é de que essa Comissão não atue em clima de Fla-Flu, mas sim de Fla-Fla ou de Flu-Flu.

Regina Ulhôa Cintra reginaulhoa@uol.com.br

São Paulo*

REVANCHISMO

Essa Comissão da Verdade, cujo objetivo, segundo a presidente Dilma Rousseff, é apurar os acontecimentos, ou seja, os atos cometidos pelos militares na época da ditadura, não passa de um revanchismo. Desta maneira, caso a Comissão queira provar o contrário, que trate de investigar e trazer a luz da verdade, também, aqueles que praticaram atos de terror para, na época, implantarem uma ditadura do proletariado. É estranho que o italiano Cesare Battisti não faça parte dessa Comissão.

Valdy Callado valdypinto@hotmail.com

São Paulo*

COMISSÃO SEM MILITARES

Os sete membros da Comissão da Verdade foram nomeados pela presidente Dilma, sem que dela conste um representante das Forças Armadas. Para o diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, a Comissão "não tem que punir". A Lei da Anistia é o obstáculo que os revanchistas encontram para que não possam levar a cabo as suas reais intenções. A investigação dos bem remunerados investigadores se estenderá do ano de1946, abrangendo o período da ditadura militar (1964-1985) e terá prazo de dois anos para concluir seus trabalhos. Essa Comissão não poderá, salvo mudança na Lei de Anistia, encarcerar cidadãos octogenários, mas os levarão a execração pública porque atendendo ao clamor da sociedade brasileira deixaram seus quartéis para arrebatar de mãos terroristas a bandeira vermelha da foice e do martelo que empunhavam. Acusações mentirosas surgirão e caberá à Comissão filtrar o que de fato seja verídico daquilo que se pretende como lucros indenizatórios e pensões como muitas que já ocorreram, a maioria absurdas. O Movimento Levante que molestou os militares que compareceram ao Clube Militar, no dia 29 de abril deste ano, é apenas uma amostra da Sturmabteilung, tropas de assalto da Alemanha, esteio do poder político de Adolf Hitler.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)*

COMISSÃO DA 'VERDADE' ADQUIRIDA

Esses pseudohistoriadores deveriam começar toda essa "inquisição" pelo Cabo Anselmo... Que serviu aos dois lados da questão (revolução e os fãs do Stalin) e ainda está bem lúcido para dar pareceres...

Sanderson Murilo sandersonm0@gmail.com

São Paulo*

A HISTÓRIA BRASILEIRA

Ao instalar-se a Comissão da Verdade, vale lembrar Giordano Bruno quando dizia "que a verdade não se elimina pela violência, nem se corrompe pela antiguidade, não se diminui pelo ocultamento, nem se dispersa pela comunicação. Porque o sentido não a confunde, o tempo não a enferruja, o lugar não a esconde, a noite não a interrompe, a treva não a oculta". A Nação espera que tenham sucesso em seus trabalhos!

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo*

EGO ALIMENTADO

Uma comissão encarregada de investigar o comportamento das torcidas organizadas e constituída apenas por sócios  da Gaviões ou da Independente seria mais confiável e muito mais barata do que a da "Verdade". Os torcedores, muito provavelmente, se disporiam a trabalhar de graça, enquanto os preocupados-com-a-História custarão, só em salários e encargos, quase R$ 4 milhões. Se somarmos o inevitável turismo (conhecido também como viagens a trabalho) chegaremos a R$ 10 milhões ou mais. E tudo isso apenas para mexer com quem está quieto, criar problemas e alimentar o ego de meia-dúzia de revanchistas. Mario Silvio Nusbaum  mario_silvio@hotmail.com

São Paulo*

LEI DO SILÊNCIO

Muito oportuno o artigo do General Romulo Bini Pereira (Lei do silêncio, 17/5, A2).  Já disse alguém que o que o impressiona não é a falta de pudor no procedimento de alguns.  E, sim, o silêncio de quem os rodeia. Daí a necessidade que o general proclama de se quebrar esse "gritante" silêncio. E, se os militares da ativa não podem falar e os da reserva, ao se reunirem pacificamente, são atacados e vilipendiados pela turba orientada pelos  "vencidos" - mas que agora, em face da anistia, ocupam funções de "vencedores" -, que nós, civis, aproveitemos todas as oportunidades que nos oferecem para defender a dignidade de uma organização que sempre esteve na vanguarda dos ideais de patriotismo e de amor à Pátria. Não é pelas exceções que dizem ter ocorrido que se julga uma instituição sempre voltada para os legítimos interesses do País.

José Etuley Barbosa Gonçalves etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

O QUE VEM PELA FRENTE

Estimado General de Exército Romulo Bini Pereira, parabéns pelo artigo escrito no Estadão. Infelizmente, muitos de nós não estamos prestando atenção nas imposições que estão nos colocando, lei do silêncio, comissão da verdade de mão única, lei da imprensa e outras que virão. Sou um trabalhador civil e pagador de impostos, mas anos atrás tive o prazer e a felicidade de vestir o verde oliva e servir à Pátria! "Anos de chumbo"? Eu entendo como período de gestão militar.

Milton Campos mcc.323@hotmail.com

São Paulo*

APELO

A exortação do General Bini para rompermos a Lei do Silêncio equivale ao histórico "Sigam-me aqueles que forem brasileiros", bradado pelo Duque de Caxias. Caso caia no vazio tal apelo, justificado por motivos irrefutáveis, a Nação como um todo haverá de arrepender-se futuramente.

 

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo*

DEMOCRACIA Brilhante e muito apropriado o pensamento do Gaeneral Romulo Bini Pereira. Chegou a hora  para os reais patriotas brasileiros se erguerem contra esse grupo de esquerdistas corruptos e  oportunistas que hoje estão importunando a democracia que foi conseguida pelos militares lutando contra eles. Os militares, que impediram que os comunistas/marxistas dominassem este país para transformá-lo na eterna democracia cubana, albanesa ou norte-coreana, hoje são alvo desses grupelhos de guerrilheiros, terroristas e aproveitadores que se apossaram do governo através da enganação do povo. As pessoas de bem deste país precisam levantar vozes contra o movimento "totalitário" que se aproveita da democracia.

João Cesar Ribeiro cesar.ribeiro8@hotmail.com

São Paulo*

ROMPENDO O SILÊNCIO

Meus cumprimentos ao General Romulo Bini Pereira pelo seu excelente e oportuno artigo Lei do Silêncio no Estadão de 12/5. Essa turma que tentou tomar o poder através de guerrilha, terrorismo e com ajuda de países comunistas para instalar aqui uma ditadura do proletariado, e que foi fragorosamente derrotada pelas Forças Armadas do Brasil, no cumprimento de suas funções institucionais, hoje no poder, graças à Lei da Anistia e muita enganação, mostram a que vieram. Corrupção, destruição das instituições, negligência com verdadeiros problemas nacionais e nos conduzindo a uma inevitável crise política, econômica e institucional. São mantidos no poder, onde pretendem perpetuarem-se, através de um eleitorado ignóbil que se vendem, uns por bilhões,  outros por tostões, numa verdadeira afronta à inteligência nacional que infelizmente é minoria, mas é quem realmente trabalha, produz e paga a conta. E que conta!

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com

Bebedouro*

SILÊNCIO DOS MILITARES Justamente a "lei do silêncio dos militares", quando entregaram a Presidência da República aos civis, foi o grande erro estratégico, imperdoável, de quem, até então, eram os donos do poder. Foi o cadinho onde as forças subversivas usaram da alquimia da mentira para impor à nação brasileira tudo de ruim e perverso contra esses mesmos militares. O próprio presidente Figueiredo ao deixar o Palácio da Alvorada pela porta dos fundos, disse: "esqueçam-me", como se a nobre função de presidente do Brasil fosse uma coisa vergonhosa. O certo, seriam os militares entregarem o fardo aos civis e ficar puxando os cordões de amarra, como se faz com as marionetes e, não, se omitirem como se estivessem cometido algum ato indigno. Seria de bom alvitre que os militares tivessem passado as funções administrativas burocráticas e, não, o poder. O poder na mão de safados só poderia gerar a podridão que estamos assistindo sem podermos estancar a hemorragia das altas patifarias em todos os campos da administração pública, principalmente contra os próprios militares, que dormiram no ponto.

 

José Batista Pinheiro, coronel reformado batistapinheiro30@yahoo.com.br

Fortaleza *

ILUSÃO

O artigo Lei do silêncio, publicado na página A2 de sábado, de autoria do general de Exército Bini, presta um grande serviço de esclarecer a urgência de reforma dessa instituição que se esclerosa a olhos vistos. O senhor Bini fala a mesma linguagem de energúmenos dos tempos tenebrosos como Milton Tavares. E tome "velhos soldados, ilustres chefes, instrutores, professores e outros de carreira e vida exemplares." O senhor Bini identificou-se como general de Exército, e que foi chefe do Estado Maior da Defesa. E que mais? Quantas divisões (ou seriam pelotões) tem o senhor Bini? Pretende lançá-los às ruas para conter o nojo que sentimos de gente como ele?  O senhor Bini mais nos parece um personagem saído das páginas melancólicas do livro de Dino Buzitti, O Deserto dos Tártaros, um personagem dedicado obstinadamente a objetivos ilusórios. Em pleno século 21 ainda temos de conviver com esses fantasmas errantes. Haja saco!

Paulo Nascimento paulo.actual@gmail.com

Santos*

SEM RADICALISMOS

Sem "barulho" nenhum o General de Exército Romulo Bini Pereira deu recado certeiro em seu ótimo artigo Lei do Silêncio (Estadão, 12/5, A2).

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava*

BICICLETEIROS

 

A campanha do governo encorajando o uso de bicicletas como uma alternativa de transporte em São Paulo não passa de mistificação para  tirar de foco o vergonhoso estado dos transportes públicos. A cidade é acidentada e com exceção das marginais, já congestionadas e algumas avenidas, não se presta para o uso de bicicletas, diferentemente do que acontece em cidades da Holanda, Dinamarca, etc. Os bicicleteiros já ostentam atitude de motoqueiros: assaltam na Av. Paulista, trafegam nas marginais á noite, na contramão e sem luz, morrem as dúzias por mês, etc.. Um problema, travestido de solução, esta sendo criado e se não for cortado pela raiz agora, engrossará a lista dos problemas paulistanos sem solução.

 

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo*

CICLISTAS E CICLOVIAS

Fico chocado quando o poder público muda a regra do jogo e, depois de priorizar os automóveis em São Paulo por 512 anos, querem, de 1 dia para outro, colocar milhões de carros em sintonia com ciclistas nas nossas ruas e avenidas. Estão desenterrando leis de trânsito para multarem os motoristas aumentando ainda mais a indústria de multas. Nesse domingo, Dia das Mães, levei uma hora e meia para percorrer cerca de 8,5 km para visitar a minha mãe, passando pela praça Panamericana e ponte da Cidade Universitária. Quero ver até onde isso vai. Talvez até o final do contrato com o patrocinador, que aliás, tem muitas outras opções de mídia e não precisaria denegrir a sua imagem com essa péssima opção. Eu proponho aumentarem a malha de metrô e também os corredores de ônibus primeiro. Depois disso ficará mais fácil tirarem os carros das ruas, colocarem pedágios urbanos, incentivarem o ciclismo e a boa saúde. Assim sou a favor. Nesse dia viraremos uma Amsterdã.

Cássio Ricardo Reina cassio@ponto4.com.br

São Paulo*

BICICLETAS, NÃO

Vou ser bem polêmico: bicicletas devem ser proibidas em São Paulo. Esta é uma cidade de 20 milhões de habitantes, sem absolutamente nenhuma estrutura para bicicletas. Façam as leis que quiserem, nada vai evitar um numero alto de mortes de ciclistas. O governo exige que usemos cinto de segurança nos carros, para nos proteger? Deveria proibir bicicletas! Para que mais ciclistas possam viver!

Mauro Wjuniski maurow@lynxar.com

São Paulo*

FUTEBOL E F1

Parabéns a todos os santistas por mais um titulo, é prazeroso ver o Santos jogar, o jogador Neymar faz a diferença. Sempre esperamos dele uma jogada de habilidade, é um show! Além do que é decisivo, foi artilheiro com 20 gols! E fazendo jus ao hino, quem dá a bola realmente é o Santos! Já na Fórmula 1 (F1), a surpresa do ano, o piloto Venezuelano, Pastor Maldonado (Willians) venceu o GP de Barcelona. E como de costume, o brasileiro Felipe Massa foi decepção. O carro da Ferrari realmente não ta competitivo, mas seu parceiro de equipe é líder do mundial. Isso que dizer que menos competitivo é o brasileiro! Isso há quanto tempo?

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré*

SANTOS, TRI-CAMPEÃO PAULISTA

Um é bom, dois é melhor, tri é ótimo e tri-tricampeão é santástico! Santos, sempre Santos. Viva o centenário Peixe!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo*

CBF

É revoltante que o novo presidente da CBF, José Maria Marin, tenha aumentado seu próprio salário para R$160 mil mensais. Até quando iremos aturar esse tipo de coisa no Brasil ? O presidente da CBF deveria ser eleito pelo povo, através de eleições diretas. O futebol brasileiro é dominado por uma verdadeira máfia, por pessoas que usam e abusam do futebol em causa própria. Não podemos continuar como reféns de dirigentes oportunistas, que prejudicam o futebol brasileiro, que é a maior paixão popular nacional. Não surpreende que os clubes estejam quebrados, com dívidas milionárias, enquanto os dirigentes estão cada vez mais ricos e não querem largar o osso de jeito nenhum.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo*

QUAL A FORMA DE FAZER ISSO? Venho, por meio deste comentário, me manifestar surpreso com a ignorância e imprudência do Sr Bernardo Paz quando afirma que a Arte Moderna não tem importância, e que não foi e nem continua sendo educadora. Não apenas foi e continua sendo,  na mesma medida que como ele mesmo manifesta, que a mesma só foi possível pós a invenção da fotografia, que a Arte Contemporânea que ele tanto eleva, também só foi e continuará sendo importante, exatamente pelo processo inerente de alterações na produção cultural de qualquer sociedade ao longo dos tempos. Portanto, a Arte Moderna teve e continua tendo sim seu papel, não apenas Educador para o conhecimento Humano mas também Estético. Assim como, para se entender a importante Arte Contemporânea, é fundamental que continuemos valorizando em todos os sentidos aquilo foi produzido em outras épocas. A Arte Moderna assim como a Arte Contemporânea não se anulam em absoluto.  Com mensagens como esta do Sr Paz, daqui há pouco vamos acabar instruindo nosso filhos para não estudarem o passado da(s) civilização(ões) e só olharmos para o presente. Aproveito a oportunidade para parabenizá-lo por Inhotin. Um lugar maravilhoso!

Paulo Segall p.seg@trie.com.br

São Paulo*

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