Fórum dos Leitores

COMISSÃO DA VERDADE

O Estado de S.Paulo

16 Maio 2012 | 03h05

Pela metade

Membros da Comissão da Verdade querem apurar somente ação de agentes do Estado é o título de reportagem de ontem no Estadão (A8). 'Nenhuma comissão tem essa bobagem de dois lados', título de entrevista e declaração explícita, publicada na mesma página, do diplomata e ativista dos direitos humanos sr. Paulo Sérgio Pinheiro, também membro dessa comissão. Não seria melhor, então, mudar o nome para Comissão da Meia Verdade? Pelo menos não seria tão cínico e faria jus à inteligência dos leitores.

EMILIO GOMES

emiliogomes@terra.com.br

Curitiba

Meia-boca

Se os membros da Comissão da Verdade querem apurar só a ação de agentes do Estado, logo, ela será, de fato, uma Comissão da Meia Verdade. Ou, se quiserem, uma Comissão Meia-Boca.

FLÁVIO JOSÉ R. DE AGUIAR

flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

Um só lado da moeda

Uma comissão que apura apenas um lado da História não pode ser honestamente denominada Comissão da Verdade. Na melhor das hipóteses, considerando que seja formada por homens isentos e minimamente dignos de confiança, será realmente, no máximo, uma Comissão da Meia Verdade. Essa tal Comissão da Verdade passa a ser automaticamente mentirosa quando fixa suas investigações num único lado da moeda, pois quem viveu aqueles "anos de chumbo" sabe que existiam "bandidos" dos dois lados da "guerra suja". Ao se negar essa verdade absoluta, partindo do pressuposto de que todos os excessos foram única e exclusivamente cometidos por um lado dos combatentes, faz-se uso da "má-fé" como principal instrumento de trabalho. Por outro lado, não custa lembrar que muitos dos que hoje defendem a dita comissão são os mesmos que antes, na hora em que queriam perdão para seus crimes, desfilavam pelas ruas clamando por "anistia ampla, geral e irrestrita"!

JÚLIO FERREIRA

julioferreira.net@gmail.com

Recife

Crimes são crimes

Causa surpresa que a tão esperada Comissão da Verdade vá apurar apenas os crimes cometidos pelos militares, classificando, nas palavras do eminente líder, dr. Paulo Sérgio Pinheiro, como "bobagem" querer-se saber também sobre violações dos direitos humanos eventualmente cometidas pelos revoltosos. Sabe-se que em qualquer conflito armado atos criminosos são sempre cometidos pelas duas partes, em proporções diversas. Pelo entender do dr. Pinheiro, as famílias dos agentes do Estado que tiveram membros vítimas de excessos dos revoltosos não têm o direito de saber o que aconteceu com eles, como morreram. Seriam vítimas de segunda classe. Sem dúvida, uma posição que enfraquece muito a nossa comissão, pondo em dúvida a isenção do seu trabalho antes mesmo de ser iniciado.

NELSON CARVALHO

nscarv@gmail.com

São Paulo

Bobagem?!

"Nenhuma comissão da verdade teve ou tem essa bobagem de dois lados, de representantes dos perpetradores dos crimes e das vítimas. Isso não existe", declarou o diplomata nada diplomático Paulo Sérgio Pinheiro, acerca da Comissão da "Verdade". Seria ele corajoso o suficiente para olhar nos olhos de um dos familiares do soldado Mário Kozel Filho e dizer que a morte dele é uma bobagem? O trecho "... de representantes dos perpetradores dos crimes e das vítimas..." deixa claro que, para o diplomata, as bombas, os assaltos, os sequestros e os assassinatos cometidos pela esquerda não foram crimes. Comissão da Verdade? Ahã, acredito...

JEFFERSON NÓBREGA

jeffersonnobrega@gmail.com

Ceilândia (DF)

Algozes da esquerda

Vivi intensamente os anos 1964 a 1985 e me recordo bem dos acontecimentos de então. O suficiente para entender que o ilustre sr. Paulo Sérgio Pinheiro não tem o direito de estabelecer uma única verdade. Aliás, pelo que me lembro, esse senhor tem a característica de ser intransigente quanto às suas opiniões. Os atos dos que pregavam um Brasil ditatorial de esquerda têm de ser elucidados. Foram também algozes.

JOHNNIE FERNANDES BAPTISTA

i.uby@hotmail.com

São Paulo

Democracia de araque

A atividade dos terroristas que agiram no período da ditadura não será analisada pela Comissão da Verdade. Matar, roubar, etc., não são crimes, desde que praticados pela turma que está no poder. A nossa democracia é uma democracia de araque.

RONALD MARTINS DA CUNHA

ronald.cunha@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Teor de vingança

Quando um grupo de pessoas se junta, forma uma comissão e a denomina Comissão da Verdade, porém se presta a investigar só um lado da História, ela passa a ter caráter de meia verdade e toma teor de vingança. Defendo a ideia de que tudo seja investigado à exaustão, mas sem unilateralismo. Ambas as partes têm de ser expostas para que a verdade seja eternizada com probidade.

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

Garras à mostra

Que essa comissão ia ser parcial, disso poucas dúvidas havia. As declarações oficiais, as promessas de imparcialidade, o período de abrangência eram para encobrir o verdadeiro objetivo: vingança contra os militares. O que surpreende é que, mesmo antes de instalada, as garras já estejam à mostra: ao só investigar os crimes de agentes do Estado, os guerrilheiros assassinos estão promovidos a "vítimas". Disse bem a professora Rosa Cardoso: "Eles preferiam que não houvesse a criação dessa justiça de transição". Ato falho, talvez, mas põe à mostra que o objetivo não é esclarecer, é justiçar. A comissão é só um passo intermediário. Apontados os militares "culpados", passarão à próxima fase: derrubar a Lei da Anistia. Tudo fora do sistema judiciário. Os depoentes não se verão obrigados a dizer a verdade, não haverá garantias, direito ao contraditório e a ampla defesa. Os guerrilheiros podem aparecer e acusar, tranquilos, pois já estão blindados de antemão. E, no processo, desmoralizar as Forças Armadas.

ALBERTO FUTURO

carlos_futuro@viscondeitaborai.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

IDELI, A GATA DE SETE VIDAS

A ministra Ideli Salvatti parece uma gata de sete vidas. Quando pensamos que dessa vez ela cai em decorrência de falcatruas e improbidades administrativas, não é que ela sobrevive? O Conselho de (falta de) Ética acaba de inocentá-la mais uma vez. Enquanto isso as águas vão rolando - e levando as inúmeras lanchas compradas, superfaturadas e até hoje sem nenhuma utilização -, enquanto ela sobrevive lépida e fagueira sem nunca precisar responder por nenhum processo. É assim que funciona o Brasil do PT, enquanto não temos uma oposição forte e eficiente!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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DECORAÇÃO

Esta comissão de ética é mais que uma mãe. A ministra aprovou o pagamento de uma conta de um produto que ela ao comprou, não sabia onde estava, não sabia se estavam usando, não sabia para que servia. Pelo que parece, ela era uma figura decorativa e estava apenas aproveitando uma boquinha e defendendo os seus interesses pessoais e do PT, e assinava qualquer coisa que colocavam em sua mesa... Em qualquer empresa séria, ela estaria no meio da rua por justa causa.

José Thomaz Filho thomaz.filho@terra.com.br

São Paulo

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IGNORÂNCIA OU PREVARICAÇÃO

Bem estranha a argumentação do Sr. Sepúlveda Pertence para livrar a cara da notória Sra. Ideli Salvatti. A questão é se essa senhora sabia ou não que seu Ministério não pode exercer a fiscalização de nossa costa com o uso de lanchas. Se sabia, não deveria ter pago o que pagou e deveria ter imediatamente aberto sindicância. Então, prevaricou. Se não sabia, santa ignorância! Também o que se pode esperar dessa luminar?

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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RIDÍCULO

É inadmissível, incompreensível e surreal a decisão absurda da Comissão de Ética de simplesmente livrar Ideli Salvatti do caso das lanchas, alegando que, pelo fato de ela só ter pagado parte dos R$ 31 milhões, nada a incrimina. Ou seja, a partir de agora, as condenações e incriminações serão proporcionais aos valores pagos por cada um, e não mais pelo ato ou fato em si.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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SELO DE GARANTIA

Ideli Salvatti tem o selo de garantia do PT. Por isso foi absolvida pela "comissão de ética" (?) do governo. Ela, como os seus companheiros, pode agir livre, leve e solta, que nada acontecerá. Hoje no País existem os que podem deitar e rolar e dos que ficam assistindo a toda a bandalheira, e de cabeça baixa. Enquanto isso, as lanchas...

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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DESDÉM

Se alguém tinha alguma dúvida de que a ministra Ideli Salvatti iria ser condenada pelo Conselho de Antiética em mais um caso de total desdém com o dinheiro publico, pode se sentir lesado, "nunca antes neste país" se viu tanto desprezo pela correção nos atos públicos.

Leila E. Leitão

São Paulo

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CACHOEIRA NÃO VAI

O criminalista Márcio Thomaz Bastos conseguiu evitar o comparecimento do seu polpudo cliente Carlinhos Cachoeira à CPI. Ainda bem! Ver o poderoso contraventor, negando-se a abrir a boca, "de pleno direito", seria bem pior...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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ASSANDO

A CPIzza do Cachoeira foi para o forno...

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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SEM PRAZO

O ministro Celso Melo, ao conceder liminar a Carlos Cachoeira, forneceu a ele, que se encontra preso, um relógio sem ponteiros. O despacho foi para antes de comparecer à CPI lesse as acusações que lhe pesam. Porém não fixou prazo para a leitura. Quer dizer que a liminar é por tempo indeterminado, um absurdo. Isso de um lado. De outro a medida cria uma segunda contradição. A juíza Ana Cláudia Barreto quebrou o sigilo bancário e fiscal de Cachoeira. Como esta decisão não foi suspensa por Celso Melo, a CPI pode ter acesso às operações financeiras do personagem, mas não pode tomar seu depoimento. Essa não.

Francisco Pedro do Coutto pedrocoutto7@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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O ALVO

O objetivo do PT agora é desqualificar a subprocuradora Cláudia Sampaio, esposa do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, também encarregado de julgar os mensalão . Do jeito que as coisas andam , em breve a Policia Federal poderá atribuir ao casal-inimigo nº1 dos mensaleiros o título de Bonnie and Clyde , inimigos do povo "PT".

Amâncio Lobo Amancio lobo@uol.com.br

São Paulo

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AS CRECHES DE DILMA

A "presidenta" continua cantando o que os lulopetistas sempre disseram. Quase nada do que foi prometido por ela e seu antecessor foi cumprido. E o que foi sempre teve seus custos muito alterados. Agora ela resolveu, talvez para ganhar mais votos e aguçar a crendice popular, dar uma bolsinha de R$ 70 a quem é paupérrimo e tem filho de menos de 6 anos. Mas, o pior, vai começar (disse) a construir e financiar creches, que prometeu fazer milhares em sua campanha e, na verdade, muito poucas estão funcionando, e graças às prefeituras e governos estaduais. Não dá para acreditar nos governos petistas, mas a turba multa ainda aprova a gestão deles... coisa realmente surreal.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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VOCÊ SABE COMO PRENDEM JAVALIS?

A caçada aos javalis é muito perigosa, pois eles investem em bandos sobre os caçadores. Então, a estratégia é aprisioná-los, e a ação é feita da seguinte maneira: os caçadores colocam rações em uma clareira da floresta. A princípio os javalis aproximam-se lentamente, mas com o passar dos dias eles se acostumam e voltam. Aí, os caçadores levantam uma só parede perto da ração. Os javalis olham desconfiados, aproximam-se cautelosamente, e como nada acontece a eles, acostumam-se com aquela parede e voltam todos os dias. Aí, uma segunda parede é erguida, os javalis se acostumam, e logo depois vem a terceira parede. Quando os javalis estão habituados com aquela situação, então é instalado um portão de ferro que fica escondido nas laterais de duas paredes. Aí, em um belo dia, quando se fartam de ração, os caçadores rapidamente fecham os portões e os fazem prisioneiros. Mais um passo é dado, com a estratégia do assistencialismo através do lançamento do programa "Brasil Carinhoso", que nada mais é do que uma nova parede em torno desse pobre povo brasileiro, que quando acordar estará aprisionado em um sistema ditatorial comunista ferrenho.

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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BRASIL CARINHOSO É SAMBA?

Carinhoso foi um samba que fez sucesso, cantado por Nelson Gonçalves e outros famosos. O governo faz sucesso sendo carinhoso com os políticos, construtoras e seus malfeitos: nenhum vai preso ou devolve do dinheiro obtido desonestamente. A Delta, maior "operadora" do PAC, foi vendida e não se fala mais nos desvios e nos trambiques - parece que eram a sua maiores obras em andamento. Os desvios parecem ter sido resolvidos, mas ninguém foi processado nem devolveu a bufunfa. O caso das lanchas - em que o sobrepreço foi "pescado" - acabou arquivado pela carinhosa comissão de étitica da Presidência e a Ideli foi salvatti de ser penalizada: virou um roubo sem autor. Esse governo tem sido uma interminável sucessão de carinhos com malfeitores. Os contribuintes cantam assim: Meu coração/não sei por que/bate infeliz/quando te vê na TV...

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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BRASIL CARINHOSO

Com esse projeto populista a presidente Dilma mais vai manter as pessoas na pobreza... Dar migalhas é fácil, quero ver é executar projetos de relevância que além de tirar as pessoas da miséria, devolvam e mantenham sua dignidade. Um exemplo... A presidente Dilma poderia sobrevoar os grandes reservatórios de água existentes no Nordeste e mandar executar as obras de distribuição dessa água para o povo afetado pela seca... Água existe, assim como projetos engavetados. Depois, dar condições para as pessoas plantar e criar animais para sua subsistência. Agora, é preciso sair do gabinete e ter coragem e senso de dever cívico.

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

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A FORÇA DA DENÚNCIA

Como o cidadão teve tempo para enriquecer! Sete anos no cargo de diretor responsável pela aprovação de grandes e médias construções em São Paulo- capital. O senhor Hussain Aref Saab vai convencer quem de que seus 106 imóveis foram adquiridos com seu salário, renda de estacionamento e uma herança? Para quê existe o Imposto de Renda neste país, para pegar trouxas? A Receita Federal quando quer, sabe direitinho onde encontrar o dinheiro de quem quer que seja, além disso, como nenhum órgão da Prefeitura percebeu o enriquecimento ilícito desse senhor? Basta verificar quantas e quais obras ele aprovou e confrontar com os imóveis do esperto ex-diretor de Kassab. Para cada obra aprovada, a propina estava garantida. É bom lembrar que se não fosse por uma denúncia anônima essa falcatrua iria longe. Mais uma vez, o trabalho da imprensa tem de ser louvado, pois graças à ela, chega-se aos corruptos que sabem muito bem se defender. O que o cidadão não Saab é que a escolha do advogado é a garantia do sucesso de suas aquisições. Vamos conferir mais adiante, mas quem arregimenta um patrimônio rapidamente e sem muito esforço também tem uma historinha montada para tapear os idiotas que o contestarem e certamente, dinheiro não será o problema. Vemos esse filme diariamente.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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IMPUNIDADE

Foi descoberto mais um dentre tantos "ladrões" do povo, ex-funcionário de Kassab, Hussain Aref Saab, diretor responsável pela aprovação de grandes e médias construções na capital paulista, durante sete anos conseguiu adquirir 106 imóveis, ao todo possui 118 imóveis, dos quais 24 são vagas extras de garagens, tudo adquirido com uma renda mensal declarada de vinte mil reais, sendo nove mil e quatrocentos reais de salário da Prefeitura mais aluguéis, esperto hein? Só perceberam agora, só e$$e? São tantos funcionários públicos que nos "roubam", cuidam mais dos seus intere$$es, são mantidos nos seus cargos e pior ficam impunes. O mínimo a fazer é tornar indisponíveis os seus bens até que se apurem todos os seus atos ilícitos, desvios e improbidades com o dinheiro público, o quanto antes possível. E nós os cidadãos de bem é que sustentamos toda e$$a "roubalheira" com a maior carga tributária do planeta, sem o devido retorno. Os corruPTos existem em nosso país em razão da impunidade reinante.

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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UM ESPANTO

É espantoso que um assessor e homem de confiança do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, tenha adquirido mais de 100 imóveis e um patrimônio de mais de R$ 50 milhões nos últimos seis anos, atuando na Prefeitura (PMSP) e intermediando a venda de licenças e alvarás para imóveis na cidade. Então Kassab escolhe e nomeia esse funcionário e não sabe de nada? Só a Velhinha de Taubaté acreditaria nisso. Talvez, nem ela. É revoltante como as coisas funcionam no Brasil, país da corrupção e da impunidade. Kassab está sob suspeita e deveria ser imediatamente afastado do cargo devido ás suas ligações comprometedoras com um bandido que amealhou grande fortuna desviando dinheiro público durante a sua gestão desastrosa na PMSP.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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PRIMAVERA PAULISTANA

O sr. Hussein Saab soma ao seu patrimônio 106 imóveis, garfados em 7 anos, enquanto chafurdava numa boquinha da prefeitura do sr. Kassab. Enquanto isso malignas perversidades eram cometidas contra a cidade, vitima da especulação imobiliária, da cupidez do poder público ( ah! essa excrescência chamada "outorga onerosa") e da indecente e criminosa atuação imobiliária. Maluf, o maléfico, D. Marta, a gaiteira de vermelho e esquisito sr Kassab! Maldição eterna pelos crimes cometidas contra a urbe com a cumplicidade de legislativos municipais incompetentes e viciosos. Afinal, "que pasa"? Primavera paulistana?

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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AGIR

No momento em que o Ministério Público possuir delegação em todos os municípios, a questão do enriquecimento ilícito com a "liberalidade" na área da construção civil vai criar um caos administrativo.

Carlos Delphim Nogueira da Gama Neto carlosgama@croniquetas.com.br

Santos

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SUBFATURAMENTO

O ex-diretor da Prefeitura de São Paulo Hussain Aref Saab comprou, em 2008, por R$ 242 mil, apartamento que em 2005 havia sido vendido por R$ 1,2 milhão. Esse negócio (da China!) foi feito com o empresário David Carlos Antonio que tinha processo de anistia parado na prefeitura há cinco anos. E, surpresa (sic): quatro meses depois o processo passou a tramitar com o alvará sendo concedido um ano depois pelo departamento chefiado por Aref. Ou seja, um "agrado" de R$ 800 mil foi o que custou o tal alvará. É o subfaturamento em ação. Será que agora a justiça vai comprovar o enriquecimento ilícito do sr. Saab? E quantos, pelo Brasil afora, estão usando esse esquema para enriquecer a custa do contribuinte e dos municípios?

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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HUSSAIN

O sujeito é,realmente,uma "fera", ou seja, aref ao contrário.

Carlos Augusto Pereira Lima guto@fazendamutuca.com.br

São Paulo

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NUNKASSAB

O nobre prefeito Kassab, agora, depois de uma carta anônima, demite o seu assessor de sete anos, com um pequeno patrimônio de R$ 50 milhões e mais de 130 imóveis - e ele apenas aprovava projetos de construção na cidade de São Paulo.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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ESTÁDIOS VAZIOS

Concordo plenamente com o que li na coluna de Paulo Vinicius (E3, 13/5) sobre o esvaziamento dos estádios paulistanos. Enquanto os estádios europeus lotam completamente, ao ponto de cambista, na Espanha, pedir 800 euros por um ingresso. Sou Palmeirense e tive a honra de sempre ir ao Pacaembu assistir os grandes ídolos da época, Jair da Rosa, Gilmar, Coutinho, Pepe, Dijalma Santos, Beline, Baltazar, o cabecinha de ouro, Julinho, Luizinho, o pequeno polegar, inclusive tive o prazer de assistir a estreia do garoto Pelé. Vestia a camisa do Palmeiras e assistia tranquilamente os jogos, na geral, disputados com garra e amor a camisa por todos os jogadores. Eu e outros Palmeirenses ficávamos no meio da torcida corintiana, santista ou são-paulina torcendo pelos nossos times e o mais que sofríamos era uma vaia e sorrisos marotos. Na saída, mesmo com a derrota ou vitória do Palmeiras, não sofríamos pancadarias ou tiros, ninguém rasgava nossas camisas, muito pelo contrário, os perdedores pagavam a cerveja. Não havia violência dentro e fora dos estádios como hoje. O brasileiro, não somente torcedor de futebol, está extremamente violento, querendo se vingar perante seu próximo de seus próprios fracassos e falta de oportunidade. É uma pena que a maioria se aproveita da ida aos estádios para praticar vandalismo. Hoje em dia, eu e muitos outros torcedores não temos coragem de ir aos estádios. O comportamento de alguns dos nossos torcedores é vergonhoso, não condiz com o País que já se intitulou o país do futebol. Daí a razão da baixa frequência. Precisamos não apenas arrumar os estádios, mas, educar o nosso povo. Bolsa-Família não educa ninguém, muito pelo contrário, inibe o crescimento psicológico, intelectual e a autoestima do cidadão. Vejam as imagens dos acontecimentos na final do campeonato cearense: uma verdadeira batalha campal.

Valdy Callado valdypinto@hotmail.com

São Paulo

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QUEDA DE JUROS DEVE SER RETROATIVA

O governo lança a cruzada pela sonhada redução dos juros. A economia nacional está na expectativa do resultado da queda dos juros como fôlego para o mercado. Os juros elevados quebraram muitos negócios e pessoas. São os responsáveis por boa parte das dívidas e da inadimplência alta. Além de reduzi-los nas operações futuras, o governo e o mercado também precisam promover a desoneração das operações já realizadas. Com isso, muitos negócios que hoje estão cambaleantes poderão readquirir equilíbrio, assim como boa parte dos inadimplentes readquirirá meios de liquidação de seus débitos e voltará ao mercado. A desoneração dos juros, taxas e demais penduricalhos já é hábito nas negociações das recuperadoras de crédito que, para liquidar dividas, fazem qualquer negócio. Melhor seria, antes de chegar a esse patamar extremo, adotar uma política de redução do "spread" já consolidado, em benefício de todos os devedores. Poder-se-ia adotar tabelas que expurguem automaticamente os gravames, sem a necessidade de requerimento ou burocracia. É importante reabilitar o inadimplente. A inadimplência é um acidente de mercado a ser evitado e jamais cultivado como opção de faturamento. Temos de manter o equilíbrio e as condições para os contratantes cumprirem integralmente e na data aprazada os compromissos assumidos. Inadimplência baixa ou inexistente é sinal de vitalidade econômica...

Dirceu Cardoso Gonçalvesaspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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DILEMA

A cruzada presidencial pela redução dos juros bancários pode ter como efeito colateral a alta da inflação, o aumento dos preços e a consequente redução do consumo e queda da economia. O dilema hamletiano é um desafio aos economistas de plantão no planalto central: "Se correr, o bicho pega; se ficar, come."

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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TENTATIVA E ERRO

O sistema de tentativa e erro é válido, mas não pode ser recorrente. Este governo é um laboratório de pesquisas e segue o refrão: Eu não sei se vou ou se fico.Eu não sei se fico ou se vou! Os bancos oficiais alardeiam em peças publicitárias terem reduzido os juros em x %, e isso já aconteceu inúmeras vezes desde que começou a cruzada. A "presidenta" pode obrigar bancos chapa branca reduzirem os juros sem fazer o seu dever de casa, mas não pode obrigar os demais bancos atenderem o seu - eu quero e pronto!

É, dona Dilma, os tempos ditatoriais já passaram!

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br

São Paulo

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JUROS, INFLAÇÃO E POPULISMO

De repente, como que por encanto (ou seria desencanto?), a guerra santa do governo Dilma contra os bancos pela baixa na taxa de juros simplesmente acabou. Ninguém mais fala nisso. O que a poderosa Febraban não conseguiu, a inflação de 0,64% em abril (o triplo da de março) conseguiu com a maior facilidade. Isso mostra várias coisas. A primeira delas é que o governo colocou no campo de batalha um arsenal tremendo e desperdiçou uma munição fantástica - sobretudo de credibilidade - para combater o inimigo errado ou, pelo menos, na hora errada. Em segundo lugar, e infelizmente, a sociedade embarcou junto nesse barco furado, de forma acrítica, e a oposição (existe?) simplesmente se calou. Justiça seja feita à Febraban, que em duas ocasiões tentou manifestar-se contra essa iniciativa desvairada do governo, mas em ambas teve que humilhar-se e retratar-se diante do trator Dilma. Justiça seja feita também a alguns economistas, sobretudo Celso Ming, que em sua coluna neste jornal diversas vezes alertou para o abandono das metas de inflação pelo Banco Central, focando exclusivamente a baixa dos juros. O mesmo colunista reiteradamente mostrou também a falta de coerência e continuidade nas ações de política econômica do governo, com freqüentes mudanças de direção e de prioridade. Ficamos a imaginar para onde se voltará agora a biruta populista desse governo, tendo perdido o mote dos juros. Mas a coisa mais grave que essa cruzada sem sentido mostrou é que 77% de popularidade (não sabemos como esses números foram obtidos) nas mãos de Dilma Rousseff são um enorme perigo para nossa trôpega democracia.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

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A GUERRA DOS JUROS

É fato que por muito anos vivemos num sistema bancário, privado e estatal de juros que estavam mais para agiotagem que coisa de mercado, agora ter que ler opiniões de leitores que estão considerando o BB e a Caixa como se fossem os bons mocinhos da queda de juros, sem observar de onde estes bancos do estado captam o capital, FGTS (Caixa), e pelo tesouro (BB), assim fica fácil captar capital de custo baixíssimo e repassar a juros outra vez de maneira quase agiota, na proporção. É bom lembrar que dinheiro sempre tem origem, alguém sempre paga, seja via iniciativa privada ou estado, a origem é a população.

Francisco da Costa Oliveira fco.paco@uol.com.br

São Paulo

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A ECONOMIA E AS ELEIÇÕES

Os analistas de economia observam que o governo faz atualmente uma "economia política" e não uma "política econômica". Todos os atos visam efeitos nas eleições que se realizarão em Outubro, daí a incompreensão com algumas medidas. Não se pode entender redução de juros, por exemplo, em uma economia com visível elevação da inflação que neste ano deverá superar os 5%, segundo estimativas. Igualmente difícil entender o chamamento a empresários para mais investimentos objetivando alcançar inatingíveis 4,5% do PIB, oferecendo somente algumas medida pontuais e parciais enquanto o pais enfrenta desindustrialização. Nesse aspecto chama a atenção não ter o governo dado passos em direção às reformas, sabendo-se que o "custo Brasil" induz novas indústrias que se instalaram na área automotiva, por exemplo, dedicarem-se exclusivamente ao mercado interno, por falta de competitividade do país para exportar. O programa de "economia política" em andamento tem, também, desencorajado inúmeros investimentos anteriormente planejados, como uma grande demonstração de falta de confiança na atual administração. O Brasil está sendo governado segundo a programação eleitoral e não as demandas reais da nação.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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SUGESTÃO

Gostaria de deixar minha opinião e sugestão sobre a redução da taxa de juros: Que tal reduzir o IOF " na cabeça" de 0,38% de cada movimentação nos empréstimos bancários, contas garantida, Cheques especiais,que tanto prejudica os usuários do sistema financeiro, chegando ao cúmulo, que as vezes é preferível não cobrir a conta garantida e cheque especial,pois o custo desta operação, dependendo do prazo,fica mais cara que o juros do banco. Este IOF de 0,38% foi instituído com o objetivo do governo não perder arrecadação com o fim da CPMF, que já foi enterrada a tanto tempo, mas o governo esqueceu de definir uma data para extinção. Esta " pequena " taxa de 0,38% de cada movimentação, se capitalizada em 22 dias úteis representa 8,70% no mês - bem maior que as reduções divulgadas pelos bancos oficiais.

José de Abreu Filho jaf07@terra.com.br

Piracicaba

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ECONOMIA

Durante muito tempo os economistas e jornalistas da área bastião na tecla que o real valorizado estava prejudicando os exportadores; agora, o real não está tão valorizado e os importadores já estão reclamando;durante muito tempo reclamação geral por causa dos juros elevados; os juros caíram, o governo incentivou o consumo e a inflação chegou alta; historicamente quando os juros caiam as bolsas subiam; agora, os juros Selic, dos bancos oficiais e particulares caíram e as bolsas não subiram, pelo contrário, está caindo bastante.Como os leigos, em economia, vão entender,se nem os "experts" estão compreendendo.

Olympio F. A. Cintra Netto ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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JUROS DA POUPANÇA

Parece-me que os bancos estão calados quanto a nova sistemática de juros para a poupança pois a lucratividade deles aumentam uma vez que eles irão pagar menos pela captação, porém continuarão recebendo as mesmas receitas sobre os empréstimos antigos pois somente os novos empréstimos serão efetuados a taxas inferiores. Portanto nossa presidenta vai aumentar o lucro dos bancos e não reduzi-lo como ela afirmou em pronunciamentos recentes.

Renzo Orlando renzoorlando@netpartners.com.br

São Paulo

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POUPANÇA X CONFIANÇA

Sr ex-ministro Mailson da Nóbrega antecipou em seu tempo que um calote da divida publica seria um trauma que não seria esquecido em uma geração. Cada vez que vejo o governo mexer artificialmente nos rendimentos e regras da poupança volta tudo em minha cabeça. Um trauma, e não entendo como insistem em mexer no que seria um Porto seguro do pobre poupador sobrevivente das alquimias econômicas do nosso passado recente. Nos acostumamos a ver alquimias artificiais serem injetadas em uma economia moribunda nos anos 80 e 90 . Agora vemos o mundo lá fora em desespero entrando na mesma experiência . O movimento da Sra. Dilma mostra que estamos no mesmo hospital e que logo teremos mais notícias da moribunda. Mexer artificialmente nos juros sem antes fazer a lição de casa de ser mais eficiente nas contas publicas e continuar a pagar juros altíssimos para financiar a farra fiscal, não será mais do que demagogia.

Joao Junqueira jonjunq@gmail.com

São Paulo

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CORREÇÕES NA POUPANÇA

Segundo afirmou o presidente nacional do PT, Rui Falcão, em encontro realizado em Embu das Artes (em "Carcará" e Falcão..., de José Nêumanne, 9/5, A2), "este é um governo que tem compromisso com o povo e que tem a coragem para peitar um dos maiores conglomerados,dos mais poderosos do País,que é o sistema financeiro ou bancário..." Sugiro à poderosa d. Dilma que mande os bancos pagarem ao povo, já cansado de esperar, as correções da poupança que há muito aguarda. Os bancos protelam, o Supremo adia o julgamento, mas ninguém protela ou adia as dívidas de inúmeros brasileiros que, como eu, foram surrupiados nos diversos planos que corrigiram a poupança. Queremos o que é nosso, e já, com as devidas correções pelo tempo em que os bancos usaram esse dinheiro e, por isso, mais os juros exorbitantes apresentam lucros escorchantes

Delpino Veríssimo da Costa dcverissimo@gmail.com

São Paulo

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REPUBLIQUETA

Nêumanne, parabéns pelo artigo. Brasil não é uma republiqueta, mas tem gente querendo transformá-lo numa!

Minoru Takahashi minorutakahahsi@hotmail.com

Maringá (PR)

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FALTA INVESTIMENTO

Dilma cobra investimentos das empresas, mas pouco investe; exige dos bancos redução nos juros, mas não reduz a carga tributária; carece de poupança externa para fechar as contas, mas não incentiva a poupança interna. A baixa da Selic diminui os juros governamentais na rolagem da dívida (vão sobrar mais recursos para aumentar ainda mais a roubalheira ao invés de investir ou reduzir a dívida interna). Os heróicos e persistentes empresários brasileiros aos poucos são alijados da competitividade devido à pesada carga tributária, ao elevado custo Brasil. O governo teima em não reduzir a máquina a um nível civilizado, privatizando, ao invés de investir, daí as negativas perspectivas futuras.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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MERECIDO PRÊMIO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso proporcionou a muitos brasileiros, como informou a jornalista Paula Bonelli, do conceituado Estadão, "é o primeiro brasileiro a receber o Prêmio Kluge concedido pela Biblioteca do Congresso Americano pelo conjunto de sua obra acadêmica, sua ativa produção intelectual no campo das humanidades e também por seu significado na vida pública do País". Milhares de brasileiros, como eu, alegramo-nos com a merecida homenagem.

João Alfredo Mendes Filho iolandaapneves@uol.com.br

Capivari

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PRÊMIO KLUGE

FHC venceu o Prêmio Kluge, concedido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, por ter se destacado pela sua produção acadêmica na área das ciências humanas. Já o ex Lula será agraciado pelo prêmio "51" por ter se destacado no incentivo ao consumo de famosa bebida produzida no Brasil.

Dario A. Passarella dario.passarella@gmail.com

Mairiporã

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JUSTO

O professor Fernando Henrique Cardoso, mais do que merecidamente, ganhou o prêmio a que fez jus. Ele sim, colaborou com as mudanças importantes no país, para que chegássemos onde estamos hoje. Este, sim, é um prêmio justo!

Tânia Pinotti tkita@uol.com.br

São Paulo

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A CAMPANHA DE HADDAD

O pré-candidato à Prefeitura de São Paulo Fernando Haddad não dispensa a presença de Lula em sua campanha. Sem o ex-presidente ele não tem vez nem voz... Vejamos como se comportará à sombra do seu guru!

Ruth de Souza Lima e Hellmeister rutellme@terra.com.br

São Paulo

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MISSÃO IMPOSSÍVEL

Com Lula ainda fraquinho e em recuperação, fica difícil tentar carregar esta mala de chumbo e sem alça, que é o Haddad.

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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OS PROBLEMAS DA CAMPANHA DO PT

Não está em o criador (Lulla) esperar algo da criatura (Haddad) mas sim, a criatura estar à esperar algo do criador.

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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ELEIÇÕES

Adoro aquele período que antecede as eleições porque me sinto respeitado. Dezenas de pessoas que jamais vi, e que sei que são importantes, pois muitas delas vão ocupar cargos de relevância na política, vem falar comigo, pedir minha opinião, ouvir meus conselhos e me prometer coisas que eu jamais conseguiria sem sua ajuda. Não sei se todos vocês se sentem como eu, mas é muito boa a sensação de ser ouvido, de poder expressar sua opinião e receber aquele sorriso simpático de quem está te escutando. Está certo que, passadas as eleições, jamais consegui reencontrar alguma dessas pessoas, principalmente os que foram eleitos. Mas compreendo que, com tanto trabalho a fazer pela população e pelo País, essas autoridades não poderiam mesmo dispensar mais tempo comigo, um simples cidadão que trabalha e ganha um pequeno salário, já descontados os impostos, para o sustento da família. Acredito que nas Câmaras, Assembléias e Congresso, os políticos devam tratar de temas da maior relevância, como construção de estradas, pontes, viadutos, hospitais, de implementação de infraestrutura portuária e ferroviária para escoação de safras e incremento nas exportações, tratar de educação, saúde, saneamento e segurança, inclusão social sem apelos ideológicos e tantos outros assuntos importantes. Realmente não entendo porque essa imprensa insiste em publicar escândalos e mais escândalos, gente graúda recebendo propinas e a corrupção grassando solta, se está mais do que claro que é tudo invenção, uma vez que a Justiça não mantém ninguém preso. Se fossem culpados, estariam presos. Pois se a Justiça consegue prender até uma mãe de família que pegou uma lata de leite no mercado, como não conseguiria elucidar e chegar aos responsáveis por crimes grandiosos cometidos pela nata da sociedade e políticos poderosos, e que são amplamente provados e divulgados pelos jornais. É por isso que acho que este Brasil não vai pra frente tão cedo. Em vez de acreditarmos que os políticos são honestos e estão lá para nos ajudar, ficamos procurando chifre em cabeça de cavalo. Não é porque o cavalo faz "múúú" que vamos desconfiar dele. É ou não é?

Percy de Mello Castanho Junior percy@clubedoscompositores.com.br

Santos

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OBAMA E O CASAMENTO GAY

Acho que Barack Obama deu um tiro no pé ao declarar-se favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele esqueceu-se de que o casamento é a instituição mais fundamental da civilização e estaria ameaçada de ser mudada para sempre. O casamento é vínculo conjugal entre um homem e uma mulher e assim é aceito pela sociedade e pela igreja no mundo todo. A convivência entre pessoas do mesmo sexo não é proibida nem censurada pela legislação e a questão da divisão de bens pode ser resolvida por um simples contrato de união estável ou por um testamento mútuo. Mas, por trás de tudo certamente há interesses políticos, porque homossexuais também votam.

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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EM BUSCA DE VOTOS

Obama tem se evidenciado por tiradas de "maritaca", exatamente como aquela em que ele chamou "o cara". Agora se diz "adepto do casamento gay", e o que significa isso nos EUA? Presidente faz leis, como no Brasil? Na realidade pode estar procurando caçar uns "votinhos" entre os gays!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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INHOTIM

Sobre a reportagem Tenho pavor de arte moderna onde entrevistaram o idealizador do Inhotim, acredito que o título da reportagem e a postura do próprio Sr. Berrnardo Paz, não são condizentes à sua criação. Vou esquecer o que li. Eu como milhares de brasileiros queremos agradecer a oportunidade de termos este museu à céu aberto, um dos maiores espaços culturais que o Brasil tem hoje em qualidade , seriedade e criatividade. Visitem! E ao Sr. Bernardo Paz, deixo um recado, fique feliz e em paz, pois o senhor com o Inhotim, já modificou o interior de muitos seres humanos, para melhor. Não precisa pensar no Inhotim, daqui a mil anos, ou o que o senhor ainda tem que fazer. O Inhotim já é, já cumpri ao objetivo por que foi criado, desenvolvimento cultural e educacional de uma nação. Parabéns!

Silvana Piccinini de Azevedo silvanaa@br.inter.net

Campinas

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COMISSÃO DA VERDADE

Com perplexidade é que vimos na edição de ontem a entrevista do membro da "Comissão da Verdade" Paulo Sergio Pinheiro, numa fala no mínimo esdrúxula, quando afirma que "nenhuma comissão tem essa bobagens de dois lados". Será que entendi direito? Como um cidadão, que se presume culto, embaixador de carreira aposentado, portanto, conhecedor das lei do país, sai com um disparate desses? Será o diplomata quis dizer que direitos humanos só é reconhecido de um lado? Doutor Paulo, lembre-se da nossa soberania, art. 1º, inc. I, da Constituição Federal, reafirmada pelo art. 4º, inc. I, que da trata da independência nacional, também da CF; lembre-se da dignidade da pessoa humana (art. 1º, inc. II, CF), da igualdade entre os brasileiros, caput do art. 5º, da Constituição Federal. Portanto, pela equivocada e obtusa visão de Vossa Excelência, apenas e tão somente um lado - daqueles que se insurgiram, armados e que praticaram crimes hediondos como sequestros, assassinatos a sangue frio, justiçamentos entre os próprios "militantes", roubos, etc., cujo objetivo era instalar um ditadura de esquerda nos moldes de Cuba, Irã de hoje, e de antanho da Albânia, União Soviética, só para citar alguns - serão isentados da busca da verdade, ou seja, trazer aos conhecimento dos jovens a verdade dos fatos, ou essa "Comissão" será, apenas e entrará para a história como uma "Comissão da Meia Verdade". Acorda, Brasil!

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

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TODA A VERDADE

Suponho que os agentes públicos tenham cumprido ordens e à legislação vigente à época, abusos à parte, que nos envergonham. Entretanto, se a Comissão da verdade quer honrar sua designação, deve à nossa história todas informações sobre as pessoas envolvidas, inclusive a presidente, e seus eventuais ilícitos. Meia verdade, não é verdade.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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MENTIRA

Só quero ver se a Comissão da Verdade vai colocar o nome de algum ex-guerrilheiro e de seus atos praticados na relação que irão criar. É evidente que tanto Dilma como alguns de seus ministros e dos de Lula atuaram fortemente, sequestrando, matando e roubando. Se o nome deles não aparecer em nenhuma lista, essa Comissão da Verdade se denominada a Comissão da Mentira.

Antonio Ranauro Soares antonioranauro@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

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