Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

29 Maio 2012 | 03h08

Impeachment de Lula

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello diz que Lula poderia sofrer impeachment se ainda fosse presidente por tentar interferir no julgamento do mensalão. Na verdade, o ex-presidente deveria ter sido processado por crime de responsabilidade e sofrido impeachment ainda em 2005, durante seu primeiro mandato, por ter sido o chefe do mensalão. A Procuradoria-Geral da República errou ao apontar José Dirceu como o comandante do escândalo de corrupção. Ele apenas o operou, com a anuência do chefe do Executivo. Lula autorizou e estava ciente do esquema que subornava a base aliada em troca de apoio no Congresso Nacional. A prova disso é que foi avisado várias vezes dos pagamentos a parlamentares e não tomou providências.

IVO PATARRA

ipatarra@hotmail.com

São Paulo

Boa reflexão

"O episódio revela um comportamento eticamente censurável, politicamente atrevido e juridicamente ilegítimo", declarou Celso de Mello sobre a tentativa de chantagem no caso mensalão/CPI.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Nunca antes...

... na História deste país se viu tanta confusão causada por uma certa pessoa em diferenciar o público do privado. Pensando que o Palácio do Planalto fosse uma filial do sindicato que presidiu, tentou fazer o mesmo com o País, apesar de o mensalão, segundo ele, ser uma obra de ficção da imprensa brasileira. O outrora paladino da ética e da moral se vê envolto em episódios que fariam corar o mais puritano dos beatos. Que baixaria de sua alteza! Ainda bem que temos Poderes independentes, como apontado pelo ministro Celso de Mello. Que outras bobagens ouviremos agora desse cidadão?

RENATO CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

Exacerbação

"Vou falar com Pertence para cuidar dela." A megalomania impune toma ministro do STF por "viúva de sindicato"...

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Mensalão

Já passou da hora de o espertalhão de São Bernardo explicar publicamente que diabo de "traição" foi aquela de 2005. CPI nele!

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

O limite da impunidade

Quando se pensa que já se viu de tudo na afronta sistemática à ética, ao bom senso e ao respeito à Constituição, eis que o ex - que "limpou" os palácios na volta para casa, carregando tudo o que pertencia ao cargo - faz cair, como uma pedra tumular, sobre a cabeça do cidadão o ataque ao STF, forçando a palavra dos ministros e acenando com ameaça descarada de que teria informações privilegiadas ou o controle do submundo imundo que construiu. A cartada alucinada só poderia vir de quem veio, acostumado a mandar e desmandar, via pagamentos bilionários aos comparsas feitos com o dinheiro suado pago pela sociedade. Com certeza, nossa legislação tem capítulo apropriado para punir a tresloucada atitude, caso não sejam bastantes a revolta e o desprezo que qualquer um tem o direito de manifestar. É crime hediondo que precisa ser punido por "honoris causa" da decência e da manutenção da ordem neste país.

RONALDO PARISI

rparisi@uol.com.br

São Paulo

Intromissão

O prazo dado pela população ao ex-presidente Lula para cumprir o seu mandato já venceu. Ele não está com nenhum poder. Então, por que ouvi-lo quando mete o bedelho no STF e na CPI do Cachoeira? Os ministros do STF e os parlamentares envolvidos no andamento da CPI têm de dar um basta nessa intromissão. Ou estarão todos comprometidos?

ALBERTO NUNES

albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

Ou processa ou assume

Lula ou Gilmar Mendes, com quem está a verdade? Nesse affair só vejo duas atitudes possíveis do ex-presidente: processar o ministro do STF por injúria, calúnia e difamação, sem perda de tempo, ou assumir o fato. Inadmissível será o seu silêncio ou um simples desmentido.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Fundo do poço

Não faz sentido a hipótese de que o ministro Gilmar Mendes, do STF, simplesmente tenha inventado a escabrosa história de que foi vítima de chantagem do ex-presidente Lula, interessado - dando até sinais de desespero - no adiamento do julgamento do mensalão. Ademais, são incoerentes os relatos do ex-ministro da Defesa no governo Lula, Nelson Jobim, acerca do encontro: à revista Veja, que publicou a "bomba", disse que não ouviu tudo o que foi conversado entre os dois; mais tarde, afirmou que presenciou o diálogo em tempo integral e que em nenhum momento se falou no processo do mensalão. Dadas as evidências, amplamente noticiadas pela imprensa, de que Lula e o PT vêm pressionando os responsáveis pela apreciação judicial do maior escândalo de corrupção da História deste país, é óbvio que o relato de Gilmar Mendes se afigura muito mais como fundamentado em fatos reais do que como mera obra de ficção. E, sendo um fato, Lula deve ser processado criminalmente pelo que fez. A degradação institucional que o dono do PT impôs ao Brasil se arrasta desde 2003 e com esse episódio chegou ao seu fastígio. É hora de frear Lula e enquadrá-lo nas leis do País. Caso contrário, é ele que enquadrará todo o aparelho legal brasileiro aos moldes do anacronismo totalitário de seu ego e de seu partido.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Advertência

Ou as instituições democráticas do Brasil acabam com a vilania e a maquinação do ex-presidente Lula, ou a vilania e a maquinação do ex-presidente Lula acabarão com as instituições democráticas do Brasil. A democracia brasileira, ainda com saúde, adverte: Lula pode causar totalitarismo.

TÚLLIO MARCO S. CARVALHO

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

O BANDIDO FICOU NU

A notícia, confirmada, de que o ex-presidente Lula solicitou a postergação do julgamento do mensalão ao ministro Gilmar Mendes foi um sopapo no rosto do cidadão. Mostrou que não há respeito pela justiça, pelas leis e muito menos, pelo povo do País. Quem tem poder muda leis a seu bel prazer, segundo o ex-presidente demonstrou. Fica claro para a sociedade que há, de fato, uma espécie de bandidagem no poder da República em que se determina a conveniência ou não de CPIs e, agora, de julgamentos, mesmo sendo réus indiciados por corrupção, uma atividade bem afeita a bandidos no poder. Fica a expectativa de que o Judiciário não se deixe corromper e que neste episódio o bandido fique não só nu, mas também só.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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FALTA DE PUDOR

Deste indecoroso encontro entre Lula, Gilmar Mendes e Nelson Jobim ninguém se salva. De Lula não se poderia esperar mesmo nenhum caráter, compostura ou um comportamento diferente do apresentado, as o que falar dos outros dois participantes? O que falar de Jobim, então, que, não sejamos ingênuos, sabia muitíssimo bem o objetivo do pedido feito por Lula para que ele promovesse um encontro com o juiz Gilmar. O assunto só poderia ser um: o mensalão. Logo ele, um ex-ministro e ex-presidente do Supremo fazer um papel desses, de comparsa na perpetração de um crime de chantagem a um ministro do Supremo em exercício... Não nos venha dizer de que não sabia das intenções de Lula. Essa não cola, Jobim. E o que dizer do comportamento do ministro Gilmar Mendes em aceitar ir ao encontro de Lula numa reunião quase secreta? Com o julgamento do mensalão prestes a se iniciar? Aqui também jamais poderá alegar que não sabia do que ia ser tratado neste encontro. Essa não cola, Gilmar. A única surpresa a que o ministro poderá alegar é não ter sido submetido no encontro à chantagem do ex-presidente Lula de aliviar para ele, para protegê-lo/blindá-lo na CPI do Cachoeira. Um desastre moral para os dois e apenas mais um para o notório Lula, agora também adicionando o crime de chantagem a se somar à sua já extensa folha corrida.

Fernando Pierry

fernando.pierry@uol.com.br

São Paulo

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O DONO DO BRASIL

O depoimento de Gilmar Mendes à revista Veja, verdadeiro ou não, deixa porém bem claro uma coisa: quem manda no Brasil ainda é Lula da Silva e quem administra é a presidenta Dilma Rousseff. Assim foi acordado desde sempre. O controle total sobre a CPI do Cachoeira e a maneira como demonstrou tê-lo sobre os dados da Polícia Federal em relação a fatos, como uma viagem a Berlim, por exemplo, demonstram isso cabalmente. Só não vê quem não quer ou não se questiona se vivemos numa democracia de fato. Duro é ter vivido tantos anos sob ditadura militar, sob a tutela do Estado e agora isso! Mas tal anomalia política é parte da síndrome do subdesenvolvimento, fazer o quê? O País ainda tem um IDH incapaz de fazer frente a isso. A baixa capacidade de avaliação de grande parcela da população a respeito de valores republicanos é o que permite que coisas tão vergonhosas ainda persistam. Ou reagimos contra isso bravamente ou descambaremos num sistema no mais clássico estilo chavista.

Eliana França Leme

efleme@terra.com.br

São Paulo

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COBRANÇA DE FATURA

A matéria da página A7, da edição de 27/5/2012 do Estadão, repercutindo a entrevista do ministro Gilmar Mendes à revista Veja, leva à pergunta: se o mensalão nunca existiu, foi tentativa de golpe, nas palavras do ex-presidente da República, em que o julgamento, antes da eleições, pode afetar o partido que está no poder há dez anos? Por outro lado, esse tipo de "abordagem" escancara a necessidade de mudança na forma de nomeação de ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF): procura-se ex-ministro do STF que foi ministro de Estado em governos diferentes; procura-se um jurista que pediu a escolha de amigo, e um outro ex-ministro do STF que patrocinou a indicação de uma ministra do STF. Pode até parecer "cobrança de fatura".

Ana Lucia Amaral

anamaral@uol.com.br

São Paulo

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SINAL VERMELHO

O Estadão falou e disse: Jobim falou com Lula, que prometeu falar com o ex-ministro Sepúlveda Pertence, para que este falasse com a ministra Carmem Lúcia; falaram, ainda, com o ministro Gilmar Mendes, que falou com o ministro Carlos Ayres Brito, que "acendeu o sinal amarelo", que falaram de Celso Antônio Bandeira de Mello, que foi sócio de Michel Temer, pra que ele fosse "menino de recado", que falaram da CPMI e que falaram do mensalão, pra que este silenciasse e aquela madornasse. Não é hora de a sociedade brasileira acender o sinal vermelho e enquadrar a súcia que quer impor a sua vontade e viver (sempre) à custa do poder e dos dinheiros públicos?

Ruy de Jesus Marçal Carneiro

ruycar88@uol.com.br

Londrina (PR)

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A HISTÓRIA NÃO PODE FICAR ADORMECIDA

A reportagem da revista Veja sobre a tentativa de Lula de provocar o adiamento do julgamento do mensalão não pode passar em nuvens esbranquiçadas, pelos seguintes motivos: 1) pela primeira vez na história um ex-presidente, às escâncaras, pressiona ministros do STF; 2) a atuação direta de Lula foi pensada, em favor do partido e do governo, já que ele não sofre mais penalidades políticas; 3) adiar um processo penal é conseguir prescrição e extinção da punibilidade do réu, em várias hipóteses; 4) além disso, esconderia o fato dos eleitores nas próximas eleições; 5) uma tentativa do tipo, partida de um advogado, e não de um cidadão comum, daria cadeia, e não a indiferença britânica que os ministros têm demonstrado; 6) Gilmar Mendes foi chantageado; 7) foi um plano antirrepublicano cuidadosamente elaborado, a começar do local (escritório de advocacia de um ex-ministro e presidente do STF) e uma estratégia para cada um dos ministros, fundada na origem de suas indicações e nomeação - uma cobrança de membros da Suprema Corte que não se faz em nenhum regime democrático.

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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CHEGA DE ENROLAÇÃO!

Mensalão da era Lula/PT, julgamento já! Chega de enrolação! Aos culpados, punição imediata! Devolução aos cofres públicos de todo o dinheiro do povo brasileiro envolvido naquelas tramoias. Cadeia para os bandidos mensaleiros, corruptores e corruptos, políticos, ou não.

Mauricio Miguel

petrosinoarq@ig.com.br

São Paulo

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O DESPUDOR DO IMPERADOR

Positivamente, Lula, aparentemente fora da Presidência, confirma o que todos sabiam, mas escondiam por covardia ou interesse: a sua falta de caráter e ética, adjetivos que nunca teve diante de seu constante pisoteamento em nossa Carta Magna com a subserviência do Legislativo e do Judiciário. O Brasil é um país de espertos, em detrimento de uma minoria honesta, mas que, por menor que seja e por mais castrada que esteja, mantém-se de pé, de prontidão, diante de tantas mazelas e agressões desse lupanar que é nossa política. A atitude de Lula diante do ministro Gilmar Mendes é a mais baixa e rasteiro a que alguém pode recorrer na vida, principalmente um dito ex-presidente, tão endeusado. Que tal fato não deixe de constar em seu pretensioso "Museu da Democracia".

João Roberto Gullino

jrgullino@oi.com.br

Petrópolis (RJ)

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NOSSA FRÁGIL DEMOCRACIA

Estarrecedoras as notícias que vêm sendo veiculadas, dando conta de que o ex-presidente Lula estaria influenciando os ministros do STF no sentido de adiar o julgamento do mensalão, visando a não prejudicar os candidatos do PT nas eleições municipais que se aproximam, havendo até, segundo alguns órgãos da imprensa, tentativas de troca de favores, eufemismo para chantagem, com alguns ministros que supostamente teriam alguma ligação com o poderoso e silencioso Carlinhos Cachoeira. Urge que o ex-presidente, em nome do legado de seu governo e mesmo correndo risco de escancarar seu inconveniente papel, do qual a sociedade já suspeita, de agente de coxia do atual governo, esclareça ou cesse essa tentativa de pressionar a Corte máxima, fato inusitado na história da República e que pode ter graves consequências para nossa frágil democracia.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

São Paulo

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LULA JAMAIS SE EXPLICARÁ

Tendo havido ou não uma conversa entre o ex-presidente Lula com o ministro do STF Gilmar Mendes no sentido de postergar o julgamento do mensalão, sabe quando o senhor Lula vai se explicar? N.U.N.C.A! Primeiro, porque ele nunca deu nem nunca dará qualquer explicação de nada que tenha havido de errado durante seu governo. Segundo, porque ele não se cansa de dizer que o mensalão jamais aconteceu. Ponto final.

José Marques

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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LULA E O CÓDIGO PENAL

Embora Lula, com sua "chantagem", tenha infringido o Decreto Lei n.º 2.848, art. 344, do Código Penal, será muito difícil ser enquadrado, pois até então ele já infringiu até a Constituição e ninguém deste país teve a coragem de enquadrá-lo. Porém... Quem sabe? De tanto o vaso ir à fonte, um dia pode se quebrar. Está mais do que na hora.

Leila E. Leitão

São Paulo

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TARADO

Eu já tinha lido sobre gente que molesta criança em parque, mulher no ônibus lotado, atriz de cinema, a filha do vizinho ou ainda adolescente impúbere, agora sobre gente que gosta de molestar juiz do STF é a primeira vez!

Paulo Boccato

pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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OS TROPEÇOS DE LULA

Por que será que de uns tempos para cá as coisas não correm exatamente como Lula planeja? Seria pelo fato de ele estar, ao menos oficialmente, fora do cargo de presidente ou estará passando por um inferno zodiacal? Afinal, antes suas ordens e vontades eram obedecidas estivessem dentro, fora ou ao largo da lei. Aliás, a lei se acomodava à sua vontade. Assim foi quando ele proclamou que sua decisão sobre manter Battisti no Brasil era soberana, muito embora esse criminoso, um comprovado assassino de quatro cidadãos italianos, tenha sido condenado à prisão perpétua na Itália depois de o processo haver percorrido todas as instâncias. Lula decidiu mantê-lo livre e junto de nós, o STF acatou sua vontade soberana, e ponto final! Agora as coisas não correm tão lisas, existem tropeços com os quais Lula não contava: ele foi o maior incentivador da criação da CPI do Cachoeira, pois através dela queria vingar-se do governador Marconi Perillo, que o desmentira quando alegou nada saber do mensalão. Aliás, ele pretendia, com esta CPI, também provar que o mensalão nunca existira... e deu-se muito mal. Os fatos se desdobraram e atingiram pessoas diretamente ligadas aos governistas, como Sergio Cabral e Fernando Cavendish, a construtora Delta e o PAC de Dilma - e imagina-se que vem mais coisa por aí. Além disso, como se a desgraça de não conseguir fazer decolar a candidatura de Haddad em São Paulo fosse pouca, ainda vem a reportagem da revista Veja escancarar o fato de que Lula tentou praticar obstrução da justiça quando usou de seu peso político para tentar cooptar e até chantagear o ministro do STF Gilmar Mendes. Lula nem deve achar que agiu errado, pois para ele essa é uma atitude corriqueira, mas o caldo entornou, e feio. Quem sabe um banho de sal grosso, um despacho numa encruzilhada em Brasília...

Mara Montezuma Assaf

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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LULA, O MENSALÃO E O SUPREMO

Lula é acusado de conspirar para favorecer os implicados no mensalão durante o julgamento. Com isso, passa a deve urgentes explicações e - mais que isso - a tomada de medidas concretas que esclareçam definitivamente o seu envolvimento no malcheiroso episódio. O Supremo Tribunal Federal, como instituição colocada na berlinda, também tem de agir para esclarecer o caso e, principalmente, preservar sua credibilidade perante a Nação. O povo espera o mais claro posicionamento de ambos. Na basta apenas a declaração do ministro Ayres Britto de que "ainda está para aparecer alguém que ponha uma faca no pescoço dos ministros do STF". É preciso ação e reparação. O mensalão é um dos episódios mais repugnantes da cena política brasileira das últimas décadas. A sociedade espera, com seu julgamento, ter a oportunidade de passar o Brasil a limpo e que cada um dos envolvidos receba a mais justa e severa punição, na medida exata de sua participação e envolvimento...

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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POR QUE SÓ AGORA?

O ex-presidente Lula é denunciado pelo juiz Gilmar Mendes do STF e o assunto vai ocupar durante algum tempo as manchetes e espaços na imprensa. Segundo consta, o objetivo do ex-presidente era tentar adiar o julgamento do mensalão. Mas fica uma dúvida, ou seja, ao que consta, o encontro entre os dois foi acompanhado por uma terceira pessoa. E mais, se deu em 26 de abril. Por que apenas agora, quase um mês depois, é que o assunto vem a público? Quem pode dar uma explicação?

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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O SUPREMO NÃO É SINDICATO

Após reflexões, esta é uma conclusão minha: se o cidadão Gilmar Mendes não tomar qualquer das providências que um cidadão do bem e de bem tomaria quanto ao que ele, Gilmar Mendes, diz ter ouvido de Lula - é óbvio que Jobim, presente ao "rendez-vous", como anfitrião, também ouviu -, de duas uma: ou ele não procede com a verdade ou tem o rabo preso com Lula. Somente seu procedimento doravante quanto ao fato é que pode deslindar o enigma. Muito bem dito pelo ministro Marco Aurélio: que "o Supremo não é Sindicato"! E eu completo: sindicato dos Metalúrgicos do ABCD!

João Guilherme Ortolan

guiortolan@gmail.com

Bauru

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ESCOMBRO MORAL

Você pode enganar muita gente por muito tempo, porém não enganara toda gente por todo o tempo. O desesperante quadro de assistir a vários amigos delle saírem do tribunal algemados (Dirceu, por exemplo) é que levou o ex-presidente a cometer o maior desvario da sua vida - se bem que ele já tem uma vasta coletânea de absurdos, mas este veio coroar o final da sua trajetória política. E assim ficamos, na expectativa da próxima absurdez.

Ivan Bertazzo

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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ALGUÉM ESTÁ SURPRESO?

Surpresa Lula ameaçar o ministro Gilmar Mendes? Nenhuma! O único objetivo de Lula, desde que se tornou ex-presidente, tem sido provar que o mensalão não existiu. Ele declarou que assim faria. Agora, livre das amarras que tinha como presidente - tinha de manter as aparências, na linha do "decoro" -, vem chutando literalmente o pau da barraca na tentativa de desmoralizar os representantes de nossas instituições, e elas, por consequência. Já tentou manchar a reputação do procurador-geral da República e de sua esposa, denegrir a atuação da imprensa livre e agora ataca de Judiciário. Está desesperadamente tentando proteger suas crias companheiras, e a ele próprio, o que supõe-se natural. Mas imoral! Na forma, no conteúdo, na simples intenção. Porque o que tem a proteger são crimes contra a sociedade. O mínimo que aconteceria, fosse este um país minimamente sério, diante desse descabido e escandaloso intuito de coação a um ministro da Suprema Corte, seria o ex-presidente levar um bom processo nas costas. Ou cadeia.

Myrian Macedo

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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LULA QUER MANDAR EM TUDO

Embora não tenha nenhum cargo oficial no governo, Lula se acostumou a ser obedecido e a mandar em tudo. Não lhe caiu a ficha de que não é mais o "cara" e que só manda no PT e nas centrais sindicais. Quem deve teme...

Mário A. Dente

dente28@gmail.com

São Paulo

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PEGO NA RATOEIRA

Quer dizer então que El Cappone, não confiando em seus interlocutores, foi "negociar" diretamente? O rato esperto acaba roubando o queijo da ratoeira sem se deixar pegar por algum tempo, mas quando fica muito confiante disso, pode ser fatal. Quando Duda Mendonça, na época do mensalão, disse a verdade, teria sido motivo mais do que suficiente para um impeachment. Até onde eu sei, tentativa de suborno a uma autoridade dá cadeia. O que estão esperando?

Heloisa A. Martinez

heloisa_martinez@hotmail.com

São Paulo

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GRITA

A Nação, estupefata, acaba de constatar uma inaceitável tentativa de intimidação do mais alto poder da República, por parte de um fanhoso político, que agora mais do que nunca deveria jubilar-se, já que a grita se alevanta ao céu, da gente...

Caio Augusto Bastos Lucchesi

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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INCONVENIENTE

Depois reclamam que não somos reconhecidos como uma nação de Primeiro Mundo. Quanto se vê um ex-presidente da República agir de maneira tosca com relação aos membros da mais alta corte do Judiciário, o que se pode dizer? É de fato uma "republiqueta de bananas". Infelizmente, porque potencial é o que não nos falta. Mas sobra quem nos atrapalhe.

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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O BRASIL PRECISA DE HONESTIDADE

Como há muito se sabe, Lula pensa que é infalível e inatacável. Pensa que pode fazer qualquer coisa, que sempre sairá vencendo, que o povo o admira demais para que sofra qualquer consequência de seus atos. Lula pensa que pode comprar qualquer pessoa e que terá qualquer um nas suas mãos. Basta oferecer um bom dinheiro, cargos ou ameaçar contar para a imprensa fatos indecorosos desta pessoa, como decerto já deve ter feito muitas vezes com êxito. Daí ter ousados isso com o ministro Gilmar Mendes. O que o ministro relatou é prova de que ele está fora da realidade e que considera poder influenciar até os ministros do STF. Se isso acontecer, poderemos dizer que o Brasil acabou de vez e que não temos mais instituições decentes. Lula exagerou ao tentar chantagear o ministro Gilmar Mendes, que não se acovardou e relatou a indecorosa conversa para o presidente do STF e para a imprensa que não foi cooptada pelo partido que comanda a Nação. Lula governou o Brasil do mesmo jeito que mandava nos sindicatos e é lamentável que depois de tantos anos ainda não saiba o que é um comportamento ético e o que é ilegítimo. Este episódio escancara aos brasileiros o mal que seu modo de agir faz ao Brasil, o mal que a falta de respeito aos valores mais caros e importantes faz aos que nele confiaram. A impunidade e até a criminalidade que grassa no Brasil é consequência de atitudes como esta, do palavrório que vemos todos os dias na imprensa negando que o mensalão existiu e enaltecendo os mais vis políticos que se vendem por um pouco mais de poder e dinheiro. O Brasil precisa de exemplos decentes, de pessoas éticas e honestas no seu comando, e não desta corja que se apoderou do País inteiro.

Maria Tereza Murray

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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FORÇA AO SUPREMO

O Brasil está sendo governado pelo Partido dos Trabalhadores, não necessariamente por trabalhadores. É um partido basicamente composto por pessoas que abdicaram da labuta diária numa empresa para ficar articulando negociações ou negociatas em nome dos "de fato" trabalhadores. Digo isso com base no que vem acontecendo nestes dez anos de governo deste partido: só corrupção explodindo em tudo quanto é ministério/ONGs, protegidos e etcs. Os costumes de negociatas não terminaram com a chegada ao poder, só as aperfeiçoaram, veja-se o mensalão do PT! Culpa dos políticos corruptos e da impunidade, pois bastou o ex-presidente dizer que não sabia de nada para ficar oito anos no poder acobertando a corrupção e, o que é pior, com as suas hemorragias verbais enganou o povo menos esclarecido a ponto de colocar no poder uma ilustre desconhecida. Crente na impunidade e na sua longa experiência em negociatas, o ex-presidente Lula tenta agora fazer negociatas com o Supremo Tribunal Federal. Numa reunião, acompanhado por um cúmplice o ex-ministro do Supremo e da Justiça sr. Nelson Jobim, que tentou acobertar com suas negativas as falcatruas do ex-presidente, é muita falta de vergonha. Acreditando que os ministros do Supremo não se renderão às tentativas de cooptação. Desejo a eles força e rapidez na resposta ao ex-presidente para ele entender que cara de pau tem limite.

Humberto Afonso Freitas

humberto_freitas@uol.com.br

São Paulo

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LULA, O PINOCCHIO

Stendhal (Henri Bayle), em Memórias de Napoleão, até parece ter dedicado um parágrafo já prevendo dos esquerdopatas petistas: "A arte de mentir cresceu de forma singular nos últimos anos. Não exprimem-na em termos explícitos, mas produzem-na por meio de formas de linguagem vagas e genéricas" - eu não sei de nada, não falei nada, (sic) Lula e grifo meu -, "difíceis de serem reprovadas e sobretudo refutadas em poucas palavras".

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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O JULGAMENTO DO MENSALÃO

No caso do noticiário de que o ex-presidente Lula teria tentado influenciar de forma não republicana, sobre o adiamento de julgamento pelo STF do processo do mensalão, opto pela tese de que ele ainda está sob efeito de remédios que toma contra o câncer que o acometeu. Creio que tal opção é a melhor postura, que nossas maiores lideranças devem tomar, para evitar-se uma crise política que em nada beneficia a nação brasileira, deixando-se para os historiadores o julgamento dessa eventual postura do ex-mandatário, caso ela tenha ocorrido.

José de Anchieta Nobre de Almeida

glorianobre@globo.com

Rio de Janeiro

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CAUDA PRESA?

Pergunto: Caso um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) escolhido pelo presidente "de plantão" (ou ex) votar contra a sua vontade pode ser demitido? O cargo não é vitalício? Temer o quê?

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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JOBIM NA LINHA DE TIRO?

...foram tratadas apenas questões "genéricas", "institucionais"... E quer coisas mais genéricas e institucionais do que o mensalão? E o "cara" apareceu "por acaso" na reuniãozinha dos "donos da justiça"?

Ariobaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Camp

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CARA DE PAU

Para o ex-presidente Lula, o caso mensalão foi um momento em que tentaram dar um golpe no País para destituí-lo, porém ele já tratou de conseguir uma liminar, para não depor como testemunha nesse caso - Tribunal Federal da Segunda Região do Rio de Janeiro e Espírito Santo -, e também estaria procurando os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF, para convencê-los a protelar o julgamento para o ano que vem. Então por que toda essa preocupação com o mensalão que ele jura não saber de nada? O ex-presidente é forte candidato para o título Doutor Honoris "Cara de Pau" Causa.

árcio Rosário

daril_old@hotmail.com

Leme

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SERVOS DO PLANALTO

Acostumado a oferecer espetáculo gratuito à sociedade, o Congresso vem ganhando destaque nas primeiras páginas dos jornais e revistas e diversos comentários na mídia quando o assunto é falta de caráter, honradez, corrupção e toda ordem de malfeitos praticados contra o país e seus cidadãos. Para não ficar sozinha nessa exposição desavergonhada, o Executivo mostra sua cara revelando a sujeira dos bastidores. O então ex-presidente Lula foi desmascarado. Influencia e vem pressionando ministros do STF a postergar o julgamento do mensalão. Mas Lula estaria preocupado com o quê? Não foi ele mesmo quem disse que o mensalão não existiu? A pressão ora revelada pela revista Veja evidencia o que todos sabem, a indicação dos ministros pelo presidente da República tem uma finalidade: servir ao Palácio do Planalto. Ao que tudo indica, o julgamento do mensalão será a cobrança da fatura. A conferir. Depois querem botar culpa na imprensa por vazar a "maracutaia" petista. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ACENDEU A LUZ VERMELHA

1º Ato: Gilmar Mendes e o amigo Demóstenes se encontraram em Berlim, supostamente, com despesas pagas por Cachoeira. E daí? Se não houve nenhum favorecimento em troca, o que deve ser profundamente investigado, não haveria motivo para o ex-presidente oferecer "proteção" na CPI do contraventor. Aliás, o simples fato do ministro do STF denunciar a pressão recebida de forma velada, num "encontro casual" com o ex-presidente, para que atrase o julgamento do escandaloso mensalão, "que nunca existiu", é um sinal claro de que nada teme. 2º Ato: O ex-presidente, julgando-se acima do bem e sentado no mal, comentou que tem controle sobre a CPI do Cachoeira, o que mostra a vergonhosa composição do nosso Congresso, completamente desacreditado pelo povo. Oposição e situação. 3º Ato: Que os demais ministros do STF, que não se sentem intimidados pelo ex-presidente, cumpram seu dever e abrilhantem suas carreiras, apenando pesadamente essa quadrilha do mensalão, tão perigosa e nociva ao país quanto a do contraventor.

lavio Marcus Juliano

opegapulhas@terra.com.br

Santos

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A HORA DA OPOSIÇÃO

Lula continua achando que pode tudo, mete o bedelho no atual governo, nos demais poderes e sabe-se lá mais onde. A Presidência é pouco para ele, talvez queira ser o Rei do Brasil ou Imperador, enfim, o título que lhe der maior poder. Ameaçar é coisa de escorpião, que não pode negar a sua natureza. Gilmar Mendes, se tiver algo a esconder, mesmo assim, deve resistir, pois, do contrário, desmoraliza o STF todo. Quanto a Nelson Jobim, se tem pretensões futuras, não deveria ter sediado o encontro. Esse é o Brasil atual e a oposição continua adormecida em berço esplêndido. É preciso acordar e tentar salvar a Pátria, antes que tenhamos um mal maior.

lvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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RESPONDEM OU FECHAM

Quarenta e oito horas é o tempo razoavelmente aceitável para que duas instituições do governo possam dizer para todo o país e para o mundo, que o Brasil não é governado, nem é propriedade desse crápula de nove dedos, nocivo à sociedade e tão peçonhento que nem a natureza está conseguindo exterminá-lo. As duas instituições a que me refiro são: o Congresso Nacional que, há muito desmoralizado, recebeu a pá de cal no encontro de um ministro de STF com o abominável ex-presidente, quando o mesmo afirmou que tem o total controle sobre a CPI de Cachoeira a ponto de blindar o próprio magistrado contra qualquer possível acusação, em troca de postergar o julgamento pela corte do bando de ladrões que ele comandou . A outra instituição é o próprio Supremo Tribunal Federal que teve um de seus membros chantageado e que, após confirmar o teor da conversa, está há 24 horas sendo chamado de mentiroso pelos gigolôs do governo, além de ataques da imprensa a soldo do governo que tenta desmoralizá-lo. Necessário se faz um veemente pronunciamento oficial dos dois poderes ou chegou a hora de ambos fecharem para balanço, confirmando assim a minha opinião de que hoje somos governados por uma mega quadrilha.

umberto de Luna Freire Filho

hlffilho@gmail.com

São Paulo

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'LULA ME FEZ UMA VISITA'

Gilmar estava lá. Não se falou sobre o mensalão", afirma Nelson Jobim, ex-deputado federal, ex-ministro da Justiça de FHC, ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ex-ministro da Defesa no governo de Lula e, também, no de Dilma. Ninguém pode por em dúvida a palavra de um cidadão dessa estatura. Mas foi muita coincidência o ex-presidente Lula ir chegando em seu escritório sem avisar e encontrar o Gilmar que estava lá. O respeitável Estadão (27/5/2012) relata: "Segundo a revista (referindo-se à conceituada Veja), Gilmar confirmou o teor dos diálogos e se disse ‘perplexo’ com as ‘insinuações’ do ex-presidente. Lula teria perguntado a ele sobre uma viagem a Berlim, aludindo a boatos sobre um encontro do ministro do STF (Gilmar) com Demóstenes na capital alemã, supostamente pago por Cachoeira". Jobim nega a afirmação de Gilmar Mendes, ex-advogado geral da União, ex- procurador-geral da República, ex-presidente e, atualmente, ministro do Supremo Tribunal Federal, além de mestre e doutor em Direito pela famosa Universidade de Münster, na Alemanha. Segundo a Veja, Gilmar Mendes sofreu "constrangimento" para agir em favor da postergação do julgamento do mensalão. Lula, que todos nós conhecemos, seguramente vai dar a explicação final sobre esse encontro "casual" após consultar seu ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, famoso criminalista, hoje ocupado em defender Carlinhos Cachoeira. Seria interessante que a presidente Dilma fosse perguntada o que ela acha desse encontro casual de Lula com Gilmar Mendes, que mais parece uma bomba verbal que poderá explodir em seu governo. Nós, cidadãos comuns, aguardamos o resultado: será desativada? Ou explodirá, gerando mais instabilidade em nosso país? Em qualquer das duas hipóteses quem assumirá a culpa pelo malfadado encontro e seus desdobramentos? Nelson Jobim, Gilmar Mendes ou Lula? Ou será uma armadilha que explodirá no colo da revista Veja em cuja reportagem aparecem mais detalhes sobre encontros casuais (ou não) de Lula com outros ministros do STF e seus amigos em favor da postergação do mensalão?

Eduardo José Daros

daros@transporte.org.brSão Paulo

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ANTES E DEPOIS DO PODER

Esse é o verdadeiro cara, agora ele pressiona o ministro Gilmar para adiar o julgamento do mensalão - aquele que segundo o próprio não existiu... Se, como ex-presidente, não tem mais o poder, a conversa teria ocorrido no escritório do ex-ministro Jobim, dizendo que o julgamento seria inconveniente e teria feito uma oferta "velada". Dá para imaginar o que foi feito quando o mesmo era presidente e tinha todo o poder? Tinha?

Roberto Gomes Fernandes

crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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VAGABUNDOS X PAGADORES DE IMPOSTOS

Lula, com sua inteligência a favor do PT e só do PT, não me causou surpresa em querer interferir no julgamento do mensalão, pois desde que assumiu a Presidência, mais de 60 mil cumpanheiros entraram no governo, e participam com 10% do seu salário para o PT. Esses ele não considera aloprados. Sendo assim e vendo seu grande guru José Dirceu, o Golbery da época moderna, em perigo, partiu para a luta e logo para cima de um ministro indicado pelo FHC. Por quê? Porque os outros indicados por ele imagina que não tenha muito trabalho para os convencer? Aonde vamos parar com tanta vergonha e cara de pau? Posso hoje dizer sem nenhuma dúvida que Lula realmente é o cara, mas no sentido de levar vantagem e usar o nosso rico dinheirinho para distribuir a criar mais vagabundos no País, em vez de cidadãos pagadores de impostos.

Kaled Baruche

kbaruche@bol.com.br

Belo Horizonte

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‘NEW LOOK’

O "new look" do Lula é de um Don da Mafia "a la Brasiliana". É nosso Don Lula

Renzo Orlando

renzoorlando@uol.com.br

São Paulo

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LULA AUTORITÁRIO

Todos sabemos quais os métodos pouco convencionais e antiéticos que o apedeuta utiliza para conseguir o que pretende. O mesmo aconteceu com o recado que enviou a Marin, da CBF: não mexam com o espanhol (no caso, o ex-presidente do Corinthians). Sem governar, Lula ainda é o chefão do governo lulopetista, manda e desmanda, é procurado, faz e desfaz tudo nesse esquema político podre que vemos atualmente no Brasil. A CPI do Cachoeira saiu pela culatra do PT, e ele está querendo esvaziar essa CPI, sabe-se de que forma, nos bastidores. Quando será que nos livraremos dessa gente? Será que poderemos ter um dia governantes que realmente governem e que deixem de lado seus próprios interesses e de seus seguidores? Continuamos no aguardo, quem sabe através das urnas consigamos esse feito.

Carlos E Barros Rodrigues

cbrodrigues@hotmail.com

São Paulo

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A PRESSÃO LULISTA

Pelo dedo se conhece o gigante. Quem tem a ousadia de pressionar ministro da Suprema Corte para adiar julgamento, pode ousar muito mais. Não é só o STF que deseja o julgamento do mensalão, mas a nação brasileira que requer, com a maior brevidade possível, o desenlace final do rumoroso caso. Relembre-se que, se Lula ainda fosse presidente da República, a sua absurda intervenção poderia resultar em impeachment, com a perda de seu mandato, o que, por certo, colocaria o País no rol mundial de nações onde a falta de ética é exercitada pelo próprio Presidente da República. De outro lado, se o mensalão nunca existiu para o Lula, por que, então, agora, deseja o adiamento do julgamento do caso? É medo da apreciação das maracutaias!

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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A VENDETA DE LULA

Lula, depois de admitir a existência do mensalão em entrevista de 2006 no exterior, agora mudar de ideia, negando. Depois das denúncias graves de corrupção em que resultaram na saída de sete ministros da antiga equipe de "Lula", inclusive Nelson Jobim, este último, por protestar contra a situação que assistia no ministério. Depois de por métodos discutíveis na sua moralidade e legalidade obter de aluguel maioria absoluta de um congresso. Depois de indicar oito ministros dos atuais componentes do supremo, inclusive nomes discutíveis como o advogado do PT Toffoli e o amigo de dona Marisa Levandowski e mesmo assim não conseguir dominar a maioria do tribunal. Já que o Supremo, pressionado pela opinião pública e por felizmente existirem ministros que mesmo indicados por Lula são fiéis a sua consciência, como Joaquim Barbosa e outros, segundo os comentários da imprensa, o tribunal hoje condenaria os envolvidos no mensalão. Por isso, através de uma CPI fajuta, Lula tenta, para controlar o Judiciário, métodos "nunca antes vistos neste país", como chantagear o ministro Gilmar Mendes e até o procurador-geral da República, Gurgel, neste ultimo caso usando até o neoamigo Collor. Tenta ainda realizar segundo seus métodos totalitários e chavistas uma vingança contra tudo e todos que ousaram dizer que o mensalão existiu, como Marcondes Perillo. Ainda tenta calar a imprensa revivendo o fantasma do controle social da mídia, negado pelo governo Dilma, mas sempre lembrado pelos "cumpanheiros" como Falcão e todo o baixo clero adesista e disposto a prestar qualquer serviço sujo para ser compensado com negócios escusos bancados pelo Tesouro.

Márcio M. Carvalho

mmcoak@hotmail.com

Bauru

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EM NOME DA QUADRILHA

O ex-presidente Lula mal se livrou de uma importante enfermidade, agora também quer livrar seus camaradas denunciados no STF, pelo evento do mensalão, agindo como se fosse o chefe desta quadrilha. Explico: na última edição da Veja, e também confirmado pelo Estadão, foi publicado que o ex-presidente tentou convencer o ministro do Supremo Gilmar Mendes, para que ajudasse a adiar o julgamento do mensalão, marcado para junho. Em troca, livraria Mendes de ser chamado a CPMI do Cachoeira, pela suposta amizade dele com o Demóstenes Torres. Ou seja, o Lula não está preocupado, aliás, como jamais em tempo algum esteve, com a ética, apenas por afinidade quer livrar a cara de seus camaradas corruptos! E para tal ameaça, um ministro do STF com possível exposição dentro da CPMI. Esta iniciativa do ex-presidente é no mínimo uma ação sórdida, e excrescente! Coisa igual só vindo mesmo das máfias... Assim como muitas existiram no seu governo: o dos sanguessugas, do mensalão, das obras superfaturadas, dos dossiês fajutos, e até da Delta, a que mais fatura obras no PAC. E justificando este triste episódio, está certo o PSDB, em querer convocar o Lula para depor neste Conselho de Ética, e até propor uma acareação com Gilmar Mendes! Já que o Lula, não aprendeu nada com FHC, que como ex-presidente dignifica o Brasil fazendo palestras inclusive no exterior, e jamais se prestaria a defender larápios...

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ENGAVETAMENTOS

Gilmar Mendes, do Supremo, acusa o ex-presidente Lula de pressioná-lo para atrasar o julgamento do escândalo do "mensalão". Essa declaração não nos causa nenhuma estranheza, muito menos surpresa, pois, além dessa, já conseguiu convencer nossa "justiça" em geral a "camuflar", "engavetar" e "manipular" inúmeros processos, entre eles os dos prefeitos Celso Daniel, de Santo André, e Toninho do PT, de Campinas...

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PALAVRA SEM VALOR

Cabe a Nelson Jobim justificar o que um ministro do STF fazia em seu escritório, como também a coincidência de, estando com Gilmar Mendes, receber no mesmo momento a visita do Lula ou provar que esse encontro já estava agendado por ele. O mesmo vale para o ministro Gilmar Mendes, uma pessoa com larga experiência no trato com políticos, do por que não ter gravado o encontro com Jobim e o Lula, porque é mais que óbvio que o tema seria o "mensalão". Não adianta agora sair denunciando sem uma prova concreta, porque sua palavra será um zero absoluto contra a do apedeuta somada à do Jobim.

Laércio Zannini

arsene@uol.com.br

São Paulo

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MAIS UMA DESMORALIZAÇÃO

A CPIM do Cachoeira, diante do famigerado caso mensalão, e pela declaração do ministro do Supremo Gilmar Mendes, fez com que o líder do PSDB, senador Álvaro, da oposição, considerando como grave tal procedimento, suscitasse ao seu partido a convocação de Lula para dar explicações a respeito. Tem toda razão o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) quando diz, entre outras verdades, que "parece que não estamos diante de um caso policial, mas de manicômio judicial". É uma grande verdade. Quem deveria pedir explicações através de uma sindicância seria o presidente do STF, pois quem foi ofendida foi esta alta corte de Justiça, e não a referida CPI, que seria, mais uma vez, desmoralizada pelo deboche calado do convocado. E também não tem poderes para julgar nem para condenar ninguém. Quanta ingenuidade ou...

Antonio Brandileone

abrandileone@uol.com.brAssis

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POLÍTICA ECONÔMICA

Neste ano teremos eleições. Fará Dilma, como Sarney fez, um estelionato eleitoral, para consagrar "aliados", deixando para depois do sufrágio universal a decisão de fazer mudanças na política econômica? Já é mais do que hora de "moucar" seus ouvidos ao "grã-mor-tutor", agora cidadão comum, igual a mim. Guido Mantega já era! Não é aconselhável incentivar o consumo perdulário, neste momento de crise financeira internacional, fazendo com que o endividamento excessivo da nova classe econômico-social brasileira atinja os limites do bom senso. É hora de poupar, para se investir em ações que renderão muito mais frutos no futuro. Restrição ao crédito e austeridade, deve ser, desde já, e não após as eleições de outubro, o objetivo, pois a meta é o crescimento alicerçado em condições economicamente saudáveis, pois que então serão sustentáveis! Aí, sim, os juros cairão. Apenas seis meses para financiamento de qualquer bem de consumo durável! Pode, tal atitude, de imediato, significar pequena retração no PIB, mas apenas momentaneamente, pois os recursos financeiros serão redirecionados para obras que criarão aumento de produção e de melhorias na infraestrutura, com consequentes aberturas de novas frentes de trabalho e de tempo para a educação, que se faz com os jovens sentados em bancos escolares, e não em movimento pelas ruas, avenidas e rodovias congestionadas com seus "novos incluídos pais".

Carlos Leonel Imenes

climenes@ig.com.brSão Paulo

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PRIORIDADE ZERO

Como o voto é o que interessa, reduziram o IPI, reduziram o IOF, reduziram os juros e aumentaram os prazos para pagamento para melhorar a venda de carros populares e outros, para dentro de seis a 12 meses um novo aumento da inadimplência, cujos níveis já estão elevados. Aumentando o número de carros em circulação, os carros não sairão do lugar, o trânsito nas grandes cidades está estrangulado pela falta de espaço, pior com as greves eleitoreiras dos transportes coletivos, no desgoverno do PT a "prioridade = zero", a propaganda enganosa só prejudica o povo... O eleitor que se lixe!

Maria Teresa Amaral

mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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BRIOCHES

O país não cresce? Comprem um carrinho! A inflação saiu do controle? Compre um carrinho. Não achou vaga na UTI? Compre um carrinho! Os carros zero são os brioches dos governos do PT.

Maria Cristina Rocha Azevedo

crisrochazevedo@hotmail.com

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ENDIVIDAMENTO E POUPANÇA

onsiderando que o IBGE afirma que o endividamento do brasileiro está chegando a um limite perigoso e que o governo anuncia que os depósitos na caderneta de poupança estão aumentando, devemos concluir que o povo está pegando dinheiro nos bancos para aplicar em caderneta de poupança. São as verdades paradoxais que nos cercam nos dias de hoje.

J. Treffis

jotatreffis@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PACOTE OU EMBRULHO

A afirmação da presidente Dilma Rousseff de que o Brasil está 100%, 300% preparado para enfrentar a crise financeira internacional se contrapõe veementemente ao pacote econômico divulgado há poucos dias, que contemplará especialmente os setores automobilístico e financeiro, e aumentará sobremaneira o endividamento da população, que já registra alto nível de inadimplência.

Sergio Saraiva Ridel

sergiosridel@ig.com.br

São Paulo

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A NOSSA BOLHA

Vejam o desespero de 14 milhões de famílias aqui, no Brasil: o jornal O Estado de S. Paulo, edição de 27 de maio de 2012, estampa em sua primeira página a manchete 14 milhões de famílias já comprometem um terço de sua renda mensal só com dívidas (caderno Economia). Já nas páginas B4 e B6, eram estampadas outras chamadas como: "Renegociação de dívida cresce mais rápido que calote"; "Comprar outro carro? Nem pensar." "Veículo é a principal razão do endividamento da classe C"; "Carro de consumidor inadimplente é vendido por menos que uma bicicleta"; "Inadimplência recorde é resultado da bolha inflada em 2009 e 2010". Esse foi um crime (de lesa-povo) que o nosso ex-presidente sr. Lulla cometeu. Iludiu, pela sua falácia populista, 14 milhões de famílias a se endividarem. Isso para beneficiar as montadoras de automóveis, da linha branca e os bancos. Acredito que foi a contrapartida, dada por ele, pela "contribuição" recebida para o eleger e alimentar mensalões, dólares na cueca, etc., etc. Como o povo é facilmente enrolado por pessoas que não pensam na dor e no sofrimento dessas famílias, de que adianta dar bolsa esmola (dinheiro que deveria ser aplicado para dar emprego e educação) com uma mão e tirar o dinheiro dessas famílias com a outra? Um quarto da população brasileira foi vítima deste golpe, e hoje sofre. Quantas famílias! Isso é uma punhalada nas costas daqueles eleitores incautos, que acreditaram na falácia fácil do palanque. Mas ao que consta dinheiro não é problema para a família dele. O dinheiro entra fácil. Nos Estados Unidos foi a bolha imobiliária ocasionada pelo crédito fácil que quase quebrou aquele país, e o Brasil não aprendeu a lição. Agora somos a bolha da vez com a "bolha dos automóveis", ocasionada pelo incentivo de alguém que deveria ter vergonha, pois traiu o seu povo. Lulla e PT nunca mais. Obrigado, jornal O Estado de S. Paulo, que nos mostra a crueldade que fizeram com aqueles brasileiros que hoje perdem aquilo que muito lhes custou, pois sabemos que, mesmo devolvendo os bens comprados, ainda ficam devendo aos bancos. Se Dona Dilma, que recebeu uma monumental herança maldita, quiser ser uma estadista, que haja enquanto é tempo, salvando mais famílias brasileiras do que aquelas ora beneficiadas pela bolsa esmola. Acredito que, mais uma vez, temos de ir às ruas para ajudar estes desfavorecidos e discriminados pela má-fé de um dirigente. E ainda querem doar terreno público (do povo de São Paulo) para que se continue enganando. Estamos de olho nestes maus políticos.

Claudio Szulcsewski

claudio@trainnet.com.br

São Paulo

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