Fórum dos Leitores

SEGURANÇA PÚBLICA

O Estado de S.Paulo

25 Junho 2012 | 03h07

Ataques a PMs

Ano de eleição e o crime organizado ataca a força pública, na figura da Polícia Militar (PM) do Estado que não aceita eleger candidatos do governo. Coincidência?

ANSELMO CARLOS FIORINI

a.fiorini@ig.com.br

São Paulo

Crimes relacionados

Embora a Secretaria da Segurança de São Paulo negue, parece haver alguma relação entre os vários assassinatos de policiais militares ocorridos nos últimos dias. Antes que a Rota saia por aí disparando a esmo, é bom adotar medidas de inteligência, como escutas nas prisões onde estão os líderes do tal Primeiro Comando da Capital (PCC), vigilância redobrada dos parentes e advogados de criminosos ligados ao PCC, etc. Outra medida seria organizar uma campanha que acabasse com este pensamento que a sociedade tem de que os líderes do tal comando são pessoas inteligentes e organizadas. Se isso fosse verdade, eles não estariam presos. Quanto à Polícia Civil, só vemos algum trabalho forte nas chamadas "delegacias especializadas", mas e as numerosas delegacias de bairro? Servem para quê? Como cartórios para emissão de boletim de ocorrência? Ponham os investigadores para investigar! Combater o crime é tarefa árdua, mas não há crime que resista a um trabalho intenso e dedicado.

NESTOR RODRIGUES PEREIRA F.

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

Reação legítima

Lamentável a prisão, sob alegação de "excesso doloso" e reação desproporcional, do comerciante que matou dois ladrões que invadiram sua loja de informática na zona sul de São Paulo. Há alguns dias uma idosa no Rio Grande do Sul também matou com três tiros um ladrão que a ameaçava dentro de casa - e será processada por isso. Excesso pode ocorrer numa discussão de trânsito, numa briga de bar ou numa briga de família, mas contra dois ladrões que invadem uma propriedade, anunciam o assalto e rendem a vítima mediante ameaça de morte, qualquer reação é absolutamente legítima.

FRANCISCO BACCELLI

fbaccelli@hotmail.com

São Paulo

Exagero?

Então uma pessoa defende seus bens, sua vida, a vida de uma funcionária e comete exagero? Acredito que exagerada é a falta de bom senso da polícia e dos nossos magistrados. O que temos de fazer, então? Esperar que atirem para depois nos defendermos? Nas mãos de quem estamos?

ELAINE NAVARRO

elainenavarro.pa@hotmail.com

São Paulo

'Não reaja'

A lei brasileira parece dar aos cidadãos de bem um único direito: o de ser assaltado, roubado e assassinado por bandidos. Qualquer reação é punida como a da velhinha que matou um bandido dentro de casa ou a do comerciante em São Paulo. O fato de a palavra de ordem das autoridades ser "não reaja" dá a impressão de que as verdadeiras autoridades são os bandidos. Acho que está na hora de mudar a lei, ou a interpretação da lei.

TEREZA SAYEG

tereza.sayeg@gmail.com

São Paulo

SACOLAS PLÁSTICAS

O bom uso

O Conselho Superior do Ministério Público (MP) rejeitou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que permite aos supermercados não fornecer sacolas plásticas aos consumidores. Com isso, os estabelecimentos terão de voltar a ofertar gratuitamente a embalagem, sob pena de infringir o Código de Defesa do Consumidor. A Associação Paulista de Supermercados (Apas) estuda propostas alternativas à volta das sacolinhas. Infelizmente, vivemos num país onde o oportunismo e o xiitismo de alguns leva ao desconforto e ao prejuízo geral. Em vez de sonegar a sacola, sob o insustentável lema "tirar o planeta do sufoco", os donos de supermercados e sua associação de classe fariam melhor se direcionassem a campanha para o uso correto das sacolas e o descarte adequado. Jamais poderiam ignorar a comodidade que a embalagem plástica proporciona a sua clientela. O plástico é uma realidade em todo o mundo. Erram os que tentam impedir o seu uso. Exija a sacolinha, pois ela é um direito seu.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

Acordo de cavalheiros

Merece elogios a decisão do MP de São Paulo de não homologar o TAC que acabava com a distribuição gratuita de sacolas plásticas nos supermercados. Lúcida, também, foi a posição da Câmara Especializada de Engenharia Química do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-SP), ao recomendar que "pelo menos os produtos alimentares adquiridos nos supermercados ou em quaisquer outros estabelecimentos devam ser embalados convenientemente, em perfeita higiene, pelas próprias lojas e em embalagens inéditas antes de serem entregues aos clientes". Espera-se, agora, que os supermercados revejam sua posição unilateral, para alívio dos consumidores, que foram deixados nas mãos deste triste acordo de cavalheiros.

JOSÉ E. W. DE A. CAVALCANTI

cavalcanti@novaambi.com.br

São Paulo

Autoridades demoraram

A provável volta do fornecimento das sacolinhas plásticas gratuitas nos supermercados é comemorada, mas ficou provado que as autoridades que deveriam estar ao lado do consumidor para que a medida proibitiva não entrasse em vigor demoraram muito para perceber que estavam do lado errado e corrigir o erro. Antes tarde do que nunca.

JOSÉ MILLEI

j.millei@hotmail.com

São Paulo

Retrocesso

Depois de um período sem ter de ver centenas de sacolinhas nas ruas entupindo bueiros e sujando as ruas - porque a maioria da população as joga fora indiscriminadamente -, tenho de ler que há gente feliz em ver as ruas novamente emporcalhadas pelas sacolas. Na Europa elas foram abolidas, em Belo Horizonte também, mas os paulistas só agem como civilizados fora do País. Aqui, é como Terceiro Mundo mesmo.

FRANCISCO DA COSTA OLIVEIRA

fco.paco@uol.com.br

São Paulo

Empacotadores

Ninguém falou, até agora, de uma das espertezas embutidas no acordo dos supermercados: sem sacolinhas, não precisaram mais dos empacotadores. Onde estão eles? Eu darei preferência aos estabelecimentos que continuarem fornecendo sacolinhas gratuitas.

ALBERTO FUTURO

carlos_futuro@viscondeitaborai.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

AINDA AS SACOLINHAS

O senhor Joel Siqueira em evento da APAS disse ser um retrocesso a volta das sacolinhas aos supermercados na cidade de Sorocaba. A cidade de São Paulo ainda aguarda uma decisão do TJ sobre o mesmo assunto. Retrocesso é o banimento das sacolinhas dos supermercados, ferindo o direito do consumidor de ter suas compras embaladas. Por que somente as sacolinhas foram retiradas dos mercados? Os lobistas donos de mercados estariam satisfeitos com o lucro que tiveram todos esses anos quando distribuíam sacolinhas e cobravam por elas? Que acordo espúrio é esse que só tem um lado? As pesquisas revelam que os consumidores não aprovam tal medida. O senhor Joel certamente não faz compras em supermercados e desconhece o descontentamento dos consumidores. Cada eleitor, em cada cidade onde a lei autoritária ainda impera, poderá dar a resposta nas urnas, pois prefeitos e vereadores que apoiam essa campanha mentirosa de "tirar o planeta do sufoco" terão de sentir na própria pele o descaso com o inferno que foi feito na vida de quem precisa ir ao mercado. Concordo em salvar o planeta, mas não me deixo enganar pela conversa de lobistas que acertaram a propina para o caixa dois dos parlamentares.

Izabel Avallone Izabel izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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É SÓ CONVERSA

Que confusão criou o governo estadual de São Paulo com essas sacolinhas de supermercados. Que saco gente! Com tantos arrastões e total falta de segurança à sua população, é sacola prá cá e sacola prá lá. Gente sem competência essa que nos governa.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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UMA PIADA A VOLTA DAS SACOLINHAS

Porque no Brasil a justiça nunca consegue ser efetivamente clara e sempre deixa dúvida, mesmo quando há uma usurpação visível aos direitos do consumidor como no caso das "sacolinhas"? O Ministério Publico de São Paulo deu uma "decisão" sobre o assunto ao declarar inválido o acordo APAS-Alkmin-Kassab-PROCON que se estendeu a todo o Estado e determinou que "...eles devem encontrar uma forma de proteção ao consumidor...". A mim parece mais uma decisão covarde, apenas para "...tirar o seu da reta..." como diz o vulgo ditado e também ficar bem com governo e supermercados. Porque simplesmente não invalidar o acordo e obrigar a partir dessa "decisão", todo comerciante ter a obrigação de fornecer embalagens para o consumidor levar o produto comprado em seu estabelecimento ? Deixar a quem nos trata mal dar uma solução, parece mais uma piada infame ! Minha indignação contra os supermercados e comércio em geral é o fato de nunca respeitarem nossos direitos, visto sermos a razão de sua existência, aquele que entra em sua loja para comprar e deixar lucros imensos, não fosse isso verdade, haveria redes com centenas de lojas país adentro ?

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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INDIGNADO

Por vezes fico bestificado com raciocínios simplistas como os da Leitora Maria Carmen Del Bel Tunes. Ao ler o Fórum dos Leitores do OESP me deparei com seu ponto de vista, que concorda com a volta das sacolinhas plásticas a serem usadas em supermercados.Para não dizer que sou totalmente contra suas exposições, concordo com a necessidade de melhor a educação, não só ambiental, da população Brasileira. Mas a pergunta que paira é; como alguém pode ser favorável ao uso de um agente poluidor como são as tais sacolinhas? Estas demoram, segundo o site www.lixo.com.br, até 450 anos para serem decompostas. Enquanto isso vão poluindo rios e lagos e também entupindo bueiros de Silvas e não de sobrenomes nobres como o seu. As famigeradas sacolinhas, das quais a senhora tanto gosta, trazem um imenso prejuízo para a sociedade, muito maior do que o pretenso problema muscular às costas da delicada senhora. Mas veja como seu ponto de vista é equivocado e carece de bases sólidas, já que beira o senso comum e flerta com o interesse pessoal. Diz a senhora;"E quem não concordar comigo está convidado a carregar minhas compras, pois minha coluna está prejudicada por ter de carregar peso excessivo em sacolas de tecido ou em caixas de papelão.". Oras, acredito que a senhora não tenha boas noções de Física. Pois vamos aos fatos. Se a senhora faz uma compra que totalize uma massa de 5 Kg, qual a diferença em transportá-la em sacolinhas plásticas, sacolas de tecido ou caixas de papelão? Se a massa é a mesma o trabalho será o mesmo para uma mesma distância a ser percorrida. Segundo a Física, trabalho é igual ao produto da força pela distância. Procure livros de ensino médio e entenderá o que estou dizendo. Aproveite seu tempo livre e preocupe-se com causas mais nobres, a educação de péssima qualidade, por exemplo, que é imposta aos nossos jovens. A propósito, para sua dor na coluna, pratique exercícios físicos e de cidadania. Diga não à volta das sacolas plásticas!

Marcos Roberto da Silva vanmarcos@hotmail.com

Campinas

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SACOLINHAS E EDUCAÇÃO

A leitora Maria Carmen Del Bel Tunes fala sobre a volta das sacolinhas,o que nunca deveria ter acontecido.Nós fazemos reciclagem no nosso prédio e já escrevi varias vezes a Prefeitura de São Paulo por meio do caderno Metrópole. A resposta é sempre a mesma:fazem reciclagem dos materiais recolhidos na rua onde moro.O detalhe é que cada órgão dá uma resposta de modo diferente e nunca condiz com a realidade.Cada resposta difere da próxima e a verdade é que em São Paulo 1,5% do lixo é reciclado e o restante vai para lixões ou aterros impróprios.Se insistirmos, vamos ter como resposta "Antes não tinha,agora tem".Vamos acreditar em quem?O que vemos é um prefeito muito preocupado em formar um novo partido, pois já não chegam os 30 que já temos!Senhor prefeito: mude esse mote de campanha e inclua educação da maneira mais didática possível, pois assim não dá!

Maria de Mello Nina nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

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ECONOMIA PARA QUEM?

O Procon-SP, juntamente com o Ministério Público Estadual-SP, quer que os supermercados façam ajustes para não lesar os consumidores quanto às sacolinhas plásticas. Segundo esses órgãos, deve haver equilíbrio entre fornecedor e consumidor, para que o consumidor não seja lesado, já que o ônus de ter que proteger o meio ambiente ficou só para o consumidor. Só o consumidor é que ficou com a desvantagem. O Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos calcula que os supermercados economizem por ano R$ 200 milhões!

Iracema Palombello cepalombello@yahoo.com.br

Bragança Paulista

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ACABOU A FARRA

Eu entrei com uma petição junto ao Ministério Público daqui de Atibaia solicitando a proibição da venda das sacolinhas plásticas pela rede de supermercados tão logo a medida entrou em vigor. Em manchete de jornal, de quinta-feira (21/6), li com satisfação, que a sementinha que plantei, germinou e está crescendo. O Ministério Público - passados três meses, do Termo de Ajuste de Conduta, que permitia a cobrança das sacolas plásticas pelos supermercados do Estado de São Paulo - considerou que tal prática colocava o consumidor em desvantagem. Objetivamente cancelou o "acordo", cabe agora, aos supermercados decidirem se voltam ou não a oferecer gratuitamente (já está embutida no preço dos produtos). Na verdade, cabe a nós, consumidores, exigirmos a oferta das sacolinhas plásticas, para acondicionarmos nossas compras. Chega de pagar e chega também de levar para dentro de nossas casas embalagens de papelão, com excremento de insetos, ratos, ovos desses insetos e outros que tais. Vamos nos unir e só comprarmos do supermercado que fornecer o acondicionamento adequado. Juntos somos fortes.

Wilson Solani Brinkmann wsbrink@gmail.com

Atibaia

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REAGIR OU NÃO REAGIR

Nossa população parece não seguir à risca as recomendações das autoridades policiais no que diz respeito a não reagir quando for vítima do crime de roubo (assalto). No dia 11 deste mês, no Rio Grande do Sul, uma anciã de 87 anos, matou com três tiros um ladrão - armado com uma faca - que invadiu seu apartamento enquanto ela dormia. Dona Odete usou um revólver que tinha em casa há trinta e cinco anos e que sempre pertenceu à família. No DIA 16/6, um aposentado de 72 anos matou um ladrão que invadiu sua casa em Birigui, interior de São Paulo. O idoso entrou em luta corporal com o bandido, conseguiu desarmá-lo e o baleou. No dia 19, o agricultor Akira Uetuno Miya de 84 anos matou um dos quatro assaltantes que invadiram seu sítio em Mogi das Cruzes e haviam rendido sua esposa Saeko de 81 anos. Os bandidos fizeram a mulher deitar no chão da cozinha e um deles disparou quatro tiros. O agricultor revidou com um tiro de espingarda que atingiu a cabeça do ladrão Thiago Cleber Olímpio de 26 anos. Os demais fugiram levando o comparsa, mas o abandonaram a pouco menos de um quilometro do local. No dia 20, dois ladrões invadiram um comércio na Capital e após ameaçar o proprietário de morte, este reagiu disparando contra os assaltantes que morreram no local. Esses episódios recorrentes demonstram dois aspectos importantes. O primeiro deles, é que a população está cansada de sofrer nas mãos dos bandidos e da impunidade decorrente da frouxidão das nossas leis penais. No Brasil bandido não vai preso! Por isso essas pessoas resolveram não mais posar de gado que vai mansamente para o matadouro e reagiram, no sagrado exercício da legítima defesa de suas vidas. A arenga de que não se deve reagir não pode ser absoluta. Nesse último caso mencionado, a vítima contou que um dos ladrões tinha o revólver engatilhado e dizia que iria matar todo mundo; sendo que ao se ver na iminência de morrer, reagiu, porque entendeu que era sua última chance de sobreviver. O outro aspecto é a ineficiência e incapacidade do Estado em garantir a segurança da população. E tem mais, além de não prover nossa segurança, o Governo ainda procura nos subtrair os instrumentos de defesa, que são as armas de fogo. Isso se dá com a dificuldade em obter legalmente uma arma, em virtude dos obstáculos que esse mesmo governo nos impõe. O cidadão de bem tem o direito inalienável de possuir e portar arma de fogo, como resultado do Referendo de 2005, em que 64% da população brasileira decidiu que não abriria mão desse direito e que o Governo insiste em desrespeitar . A legislação penal precisa ser revista com urgência para que os bandidos sejam punidos e não as vítimas e o cidadão tenha seus direitos respeitados. É bem possível que as vítimas que reagiram e mataram os ladrões - em legítima defesa - estejam presas. O nosso Código de Processo Penal é de 1942, tem quase 70 anos e está completamente defasado e pelos seus dispositivos, não dá à autoridade policial a possibilidade de deixar quem se defende em liberdade. O artigo 23 do vetusto Código Penal dispõe que não há crime quando o fato é cometido em legítima defesa. Ora, apenas em juízo é que se irá analisar se essa excludente ocorreu ou não e enquanto isso, a pessoa que apenas se defendeu é mantida encarcerada. É preciso mudar isso com urgência. Com a palavra os legisladores.

José Carlos Scalambrini Carneiro ze_ca@terra.com.br

São José do Rio Preto

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LEGÍTIMA DEFESA

Após oito assaltos, comerciante mata dois assaltantes,e é preso?Onde esta a legítima defesa? No Brasil está tudo errado e o incompetente do delegado ainda fala o seguinte: "O bandido deu um tiro e o comerciante oito?". O dr. delegado deve estar em outro mundo ou muito estressado,o comerciante ia esperar o bandido dar mais tiros para o acertar?O sr. delegado conta outra e solta o cara. Bandido bom é bandido morto e o sr. se entende de defesa sabe que nunca se deve só dar um tiro numa situação dessas e sim descarregar o pente e só depois ver o que aconteceu. Que esses bandidos e outros vão todos para o inferno com a ajuda dos direitos desumanos. Porque esses competentes cidadãos não vão ajudar o comerciante preso

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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MIMAR OS BANDIDOS OU PROTEGER A POPULAÇÃO?

Após ver e ouvir duas notícias sobre assassinatos, fiquei pensando: primeiro o governo concluiu que a população não podia estar armada. Já pensaram o que seria daquela senhora, idosa e moradora lá em Porto Alegre, que se deparou com um marginal dentro de seu apartamento? O que teria acontecido com ela se não fosse aquele revolver (de família) que estava guardado no guarda-roupa? A outra situação foi o caso daquela advogada que estava no carro com sua prima, quando chegaram os marginais. De acordo com a versão da prima ela não esboçou nenhuma reação de que iria agredir o marginal. Ela somente tentou fugir dali, o que em momento algum representou qualquer perigo ou ameaça aos bandidos, mas mesmo assim foi assassinada. Desta situação temos muitos exemplos. Os marginais matam para que a polícia continue a informar a população para que não reajam. Tratem bem ao bandido. Quem sabe ele te deixa vivo. Mas não é isso que estamos vendo. Concluindo, no primeiro caso ficou viva a pessoa que estava armada e defendeu-se como pode. Já no segundo, estando desarmada e só tentando fugir da situação, essa morreu. Será que está certo desarmar a população e mimar os bandidos?

Alcides dos Santos Ribeiro fapems7@gmail.com

Campo Grande

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DONA ODETE

Louvável a atitude de Dona Odete, 85 anos, ao exterminar um bandido que iria assaltar sua residência e provavelmente tirar-lhe a vida. Se ao menos metade das vítimas reagissem e matassem os bandidos, teríamos 50% a mais de vagas nos presídios, metade do serviço na polícia, no Judiciário e reduziria drasticamente os custos com a criminalidade.Todos os animais possuem alguma defesa, seja veneno, espinhos, picadas ou mordidas, logo o ser humano deve possuir as suas defesas, direito constitucional e inalienável de preservar a própria vida ou de outros. Portanto, a população brasileira precisa repensar o armamento geral e irrestrito para a defesa pessoal, visto que o desarmamento apenas tornou o cidadão vulnerável e indefeso.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

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AQUI, O CERIME COMPENSA

Notícia requentada; "criminoso preso em flagrante já havia sido preso x vezes e tem extensa folha corrida". Devido ao prende/solta, compensa ser criminoso: a liberdade é garantida para gastar o roubado. Por que os bandidos põem roupas e objetos etc. para não mostram a cara? Acho que os cidadãos têm o direito de conhecer as caras dos criminosos para evitar que, no futuro se os encontrarem possam se precaver para evitar serem roubados ou mortos. Isso sem falar nos criminosos políticos e funcionários públicos.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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VIOLÊNCIA E CORRUPÇÃO

São estes, nos dias que correm os destaques de grande parte do noticiário da nossa imprensa. Arrastão, agora praticado também por adolescentes, assassinatos, muitos com requinte de bestialidade, um retrato melancólico da falta de civilidade principalmente da nossa juventude mal alfabetizada, e portanto despreparada para a convivência social. Compondo esse quadro tétrico temos ainda a corrupção, essa tortuosidade moral praticada por alguns políticos e autoridades de todos os níveis. Sinal dos tempos. A violência vem de fatores diversos como a desagregação de famílias, a falta de educação desde o ensino básico e a consequente desqualificação para o mercado de trabalho. Carecem de medidas que são de longo prazo. Mas, em curto prazo essa guerra terá que ser enfrentada com prioridade absoluta. Primeiro, guarnecendo as nossas imensas fronteiras com policiais treinados, bem remunerados, mas, substituídos periodicamente por motivos óbvios e, segundo, o desarmamento geral da população. Parece utopia, pois reconhecemos ser tarefa difícil, mas necessária, imprescindível e inadiável. Se continuarmos admitindo que a solução para essa guerra, está no aumento do efetivo policial ou mesmo no seu rearmamento e adestramento, seremos forçados a admitir que não faltará o dia em que teremos que destacar um policial para cada cidadão. É uma anormalidade gritante e inadmissível essa quantidade de armas em poder até de crianças e adolescentes. Confiamos pois, na sensibilidade, no patriotismo e no senso do dever de oficio dos nossos legisladores e demais autoridades. Allea jacta est.

Miguel de Souza miguel.dsz@gmail.com

Iguape

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ARRASTÕES

Os donos de restaurantes tentam justificar a queda no movimento com os arrastões à mão armada, mas se esquecem de que há outro que ocorre há muito: o do arrastão nas contas. Os preços estão estratosféricos e injustificáveis: como se explica uma pizza custar R$ 60,00? Qual a explicação para que um prato com um peixe que custa R$ 15 o quilo na Ceasa passe a valer R$ 70 em um restaurante?

Cacalo Kfouri cacalo.kfouri@uol.com.br

São Paulo

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PRA QUE SE ESCONDER?

O garoto de 16 anos que lidera arrastões em restaurantes de São Paulo sempre os faz sem máscaras para esconder seu rosto. Tem a certeza da impunidade: vai lá, rouba os clientes dos estabelecimentos, aparece nos vídeos, é reconhecido e levado à Fundação Casa e solto graças ao Estatuto da Criança e do Adolescente, que isenta os delinquentes juvenis de qualquer punição responsável, e, trágico, sem recuperação assistida. Volta às ruas e se especializa em técnicas de delinquência, fazendo da população sua vítima. O interessante é que este garoto, que tem a certeza de que não será punido, age igualzinho, sem tirar nem pôr, aos nossos maravilhosos políticos, que montam suas estratégias delinquentes para blindar aliados políticos corruptos na frente de uma câmera de televisão. Se pegarmos este caso da CPMI do Cachoeira, sem disfarces ou incômodos, a base aliada do governo em especial "combina" deixar de fora a Delta para proteger" companheiros de jornada no roubo ao erário público". Delinquência pura, banditismo explícito, à vista de absolutamente todos. Gente, pensa bem, para que máscaras se nunca ninguém é punido mesmo!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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VERGONHA

Resta ao cidadão brasileiro contratar dois seguranças para ir à padaria, ao restaurante, ao trabalho e andar de carro. É isso, o Brasil tornou a vida uma perigosa aventura, com risco diário e intermitente. Ao rigor da desconsideração de todos os governos, sejam federais, estaduais ou municipais, o cidadão brasileiro agora é o refém, a vitima, o próximo "Mané" a pagar com celular, relógio, carteira e cartão de credito tudo que a besta da esquina pretender. A regra é não haver segurança pública, a mais, não haver justiça que a coíba, não haver policial que não o defenda se não houver pagamento de mensalidade, é o novo mensalão, tão velho como a proteção dos mafiosos. Por outro lado, já se diz, por aí, que em ano eleitoral tudo fica pior na metrópole, na capital maior, na vingança maior que o petismo insufla, certo da derrota certeira. Aposta-se que os arrastões dos meninos marginais são encomenda, dão-lhes os endereços da classe media verdadeira, das pizzarias , dos bares, das cantinas que frequentam os psdbistas supostos, das pessoas que tem o que falar e falam, da opinião que pesa, e , como gesto complementar, lhes assaltem casas, apartamentos e condomínios, posto que a rede do crime implantada com ferocidade pelo petismo radical que quer o controle ditatorial se apoie nos meios dos magnânimos presidiários, traficantes e suportes do crime da gravata e do colarinho branco . A campanha do PT é mais que abrangente, é surripiadora dos emblemas morais, das fragilidades humanas, é a verdadeira guerrilha do mal que não perdoa o inimigo, mesmo que este seja aleatório. O tamanho da raiva e da agressão é proporcional da derrocada que já sabem que vão ter de engolir, é a prova da inferioridade que lhes é segura, ao menos nesta terra de gente lúcida e inteligente. A insegurança promovida pelos agentes da fraude política no país é razão mais que obrigatória para que os brasileiros, a começar por São Paulo, sejam os artífices da nova realidade do país que deve ser alcançada, o país vive à beira do caos pré-guerra, revolução, mesmo que desarmada, mas em consistente estado de calamidade publica acobertada pela fúria de uma publicidade alucinada e enganadora que entorpece a cabeça dos mais fracos.Ao cidadão já não interessa mais votar, nem se pode mesmo confiar naquela urninha safada que qualquer hacker poderia manusear, nem crer mais em qualquer gesto desta corja que assolou os poderes públicos, afogados em juros escorchantes, nas entrelinhas de contratos e tarifas demoníacas bancarias, dos discursos estapafúrdios da corriola ignorante que se traveste de representação política, nada mais resta a ouvir ou ver estes lamentáveis atores deste teatro chulo e vagabundo que tomaram nossos cenários de respeito, já basta de afrontas e culminação de crimes, este país não precisa ser a voz do crime, a fonte da ignorância, nem , mesmo , a terra-mãe dos bandidos escrotos da vida.As eleições de 2012 devem ser vetor de mudança para a derrocada destas bestas apocalípticas que sangram nossos bolsos e nos enchem de vergonha.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA

As ações de quadrilhas nas mais diferentes regiões do Estado exigem uma reflexão e, sobretudo, o planejamento e a implementação não de ações pontuais por parte dos organismos de segurança pública. O problema é muito sério. E por certo começa com as dificuldades que a policia civil e militar enfrentam em termos de efetivos,equipamentos e remuneração adequada, fatos já constatados e que não mereceram a devida atenção. Na baixada santista, por exemplo, os prefeitos solicitaram ações do governo do Estado e a resposta foi evasiva. Agora, com os arrastões na capital, que se estendem para outros municípios, o governador do Estado tenta envolver as comunidades, os "vizinhos", para colaborarem no sentido de denunciar algum movimento suspeito. Até quando os paulistas vão conviver com essa insegurança? Mais do que nunca se faz necessária a ação comunitária, para pressionar o poder público a tomar providências. Sob pena de termos de conviver com mais insegurança ainda.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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A REINCIDÊNCIA CRIMINOSA

A prática banalizada de soltar o criminoso tem o mesmo grau de responsabilidade e de periculosidade quanto ao crime daquele que reincide. Portanto, se o indivíduo comete novos crimes estando livre da cadeia por ordem judicial, a responsabilidade é da justiça que deveria responder pela liberdade de um facínora que retorna ao mundo do crime. Todos sabemos que a maioria dos crimes praticados são efetuados por indivíduos soltos pela justiça que não respondem pelos danos cometidos a sociedade por esses mesmos indivíduos. Assim só temos um culpado? O criminoso que saiu da cadeia para matar? E quem mandou soltar o bandido não comete um crime?

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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O ANTEPROJETO DE NOVO CÓDIGO PENAL

O anteprojeto de novo Código Penal, concluído para apreciação dos parlamentares, em nosso modesto entendimento, merece alterações nos seguintes tópicos: os crimes hediondos não mereceriam o regime progressivo no cumprimento da pena; a lesão ao meio ambiente não deveria ser apenada de forma mais branda que o abuso de animais. No mínimo, deveriam ter o mesmo tratamento; se a comissão optou pela permissão do aborto de feto que não tenha mais de doze semanas, errou ao dizer que o fato pode ser atestado por um único médico ou psicólogo; o jogo do bicho é do gosto do povo brasileiro e deveria ser descriminalizado, ao invés de converter-se em crime a contravenção; é um erro achar que o esse jogo é a porta do crime organizado. É enquanto for ilícito penal.

Amadeu Garrido amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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O X DO PROBLEMA

Antes de pensar em reformar o Código Penal, o governo precisa investir pesado na construção de presídios para alojar todos os criminosos, condenados a cumprir penas sem progressões ou atenuantes.

Sergio S, de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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OS BOBOS DA CORTE

Estacionamento em São Paulo custa R$650 a mensalidade. Turistas em SP têm dificuldades para se comunicar nos hotéis e pontos turísticos por não ter profissionais habilitados; enquanto isso, o salário mínimo engatinha; pagamos impostos de Primeiro Mundo; educação em frangalhos; segurança zero, o próprio cidadão tem de andar com apito contra arrastões, pagar seguros de carro, vida, incêndio, para respirar. Ainda, as "autoridades" pedem para o cidadão andar com a bolsa acorrentada ao braço. A ideia não é a de o Estado proteger o cidadão? E ainda vamos fazer Copa em 2014. Só para um povo bobo e alegre, como o brasileiro, para aceitar tudo isso.

Luiz Fabiano Alves Rosa dienekes@pop.com.br

Curitiba

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ESTACIONAMENTOS

O gravíssimo problema dos estacionamentos em São Paulo revela a omissão do poder público e o ganho fácil dos empresários. Quando o cidadão não é achacado por um flanelinha, ele precisa colocar o carro e pagar mais de um salário mínimo mensal,a ação do Estado é necessária para construir vagas ou montar parcerias público privadas,pois que nos últimos dois anos,houve um aumento superior a 50% e ninguém se dispõe a repensar a matéria que virou um transtorno na vida daquele que se locomove de carro.

Carlos Henrique Abrão abraoc@terra.com.br

São Paulo

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FILME TRISTE

Há tempos não frequento salas de cinema, até porque está muito caro. Por curiosidade, quis saber quanto custa ver um filme hoje em dia. Para meu espanto, deparei-me com preços que variam numa mesma sala, entre R$ 21, e R$ 52,00. Quem não acreditar, basta dar uma olhada na seção de cinemas de qualquer jornal. Eu e os donos dos cinemas estamos fora da realidade nacional.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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A VIDA É BELA APESAR DAS PESSOAS

O responsável pela defesa civil da capital, diz em alto e bom som: "O prédio antigo na Brigadeiro,um hotel,não corre nenhum perigo de desabamento,mesmo com fendas enormes,pois estão construindo um novo prédio ao lado". Para surpresa de todos,no dia seguinte, o prédio cai e por sorte ninguém se machucou. Por que colocam chutadores em cargos vitais? Porque não analisar as coisas antes de aparecer nas TVs e rádios se achando alguém de conhecimentos técnicos se não os tem? E se morresse alguém?Claro, nada iria acontecer e como tudo,iria ficar no esquecimento?O que deu a queda do buraco do metrô em Pinheiros anos atrás?Quem foi responsabilizado efetivamente?Sem falar nos malditos "di menores" que matam a rodo e a lei só os favorece

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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METRÔ

O metrô da cidade do México começou pouco antes que o nosso e tem hoje 203 km, o de São Paulo tem 74 km. As obras da linha amarela estão paradas em vários pontos, diante desses fatos, então qual será a prioridade para o transporte público? Por que será que as coisas aqui não andam e custam no mínimo o dobro?

Gustavo Guimarães Da Veiga gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

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MOTO X CARRO

Os motociclistas parecem ser uma "espécie" à parte: abusam do excesso de velocidade, andam na contramão, atravessam tranquilamente o farol vermelho, trocam de faixa como se trocassem de boné e, com tudo isso, ainda têm a cara-de-pau de "mandar" os motoristas de automóveis saírem da frente (acho que os "atrapalham"!). Será que existem regras de trânsito diferentes para as motos e para os carros? Gostaria de saber quais são elas.

Irineu Wajntraub irineuw@yahoo.com.br

São Paulo

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MOTO NÃO É BRINQUEDO!

O número de motos no interior do Ceará aumentou muito nestes últimos anos. Acontece que os motociclistas, na sua maioria, não possuem habilitação e muitos são menores de idade. No Hospital IJF, em Fortaleza, chegam acidentados de motos do interior e os resultado são mutilações e mortes. Jovens desfilam nas cidades do interior com o capacete no braço. O lugar do capacete é na cabeça, que deveria respeitar as leis do trânsito. Ou educamos esta população, ou teremos mais acidentes fatais e vítimas da falta de fiscalização e educação.Moto não é brinquedo! A lei da ação e reação diz que se plantamos motos e motociclistas sem educação e fiscalização no trânsito, colheremos mortes e choro. A dor da perda é maior que o trabalho na educação para a vida!

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br

Fortaleza

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ÁRVORES URBANAS

Belas, mas sofridas e abandonadas. Expostas ao abate clandestino ou às podas mutiladoras, constituem permanentes riscos de tombamento sobre casas, veículos e pessoas. Em conjunto representariam importante floresta. Isoladamente, porém não

merecem tratamento adequado dos poderes responsáveis .

Paulo de Castro Rezende paulocastrorezende@gmail.com

São Paulo

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ESCRAVIDÃO

Sou um escravo de propriedade do governo, pois tudo que recebo vai para o governo em forma de impostos. Não recebo: segurança, saúde ou mesmo educação. Há mais de 80 anos recolho imposto de renda , mas não tenho renda.

Antonio C. F. Rainho caipiramoderno@ibest.com.br

São Paulo

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GOVERNO ESTIMULOU AS FAMÍLIAS A SE ENDIVIDAR

Continuamos macacos que copiam o que não presta. O crédito indiscriminado ocasionou a crise de 2008, e agora os petistas embarcam na mesma pajelança, desta vez, feita com o dinheiro público.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PETROBRÁS

Com a melhora do poder de compras de uma boa parte da população brasileira, o consumo de combustíveis no País, em especial a gasolina, vem crescendo a cada ano, e acabou forçando a Petrobrás a importar a gasolina, pois a capacidade das refinarias da empresa já não conseguem atender o mercado interno. Com a variação do preço internacional do produto, a Petrobrás foi impedida de reajustar o preço para não aumentar a inflação, e o governo federal acabou optando pela diminuição de imposto para compensar as perdas. Por outro lado, afetou a rentabilidade e a consequente produção do etanol contrariando assim a orientação da Rio +20, que é estimular o álcool que é um combustível mais limpo. Agora o plano de negócios da Petrobrás recomenda um reajuste de 15 % no preço de seus combustíveis, - o último aumento foi há onze anos -, para financiar o plano de investimentos no pré-sal que já está atrasado. Será que esse aumento irá direto para o consumidor, ou o governo federal optará outra vez pela diminuição de impostos da Petrobrás e desestimular ainda mais o etanol ?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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GREVES

Talvez a greve não possa surgir tanto efeito quando queremos lutar por melhorias! Entretanto, a greve é a ultima opção que pode ser validada e de fato impor direitos, e lutar por melhorias. Hoje a maior parte das universidades e instituições aderiram em massa o movimento grevista, a luta maior não é contra o direito pessoal, contra os policias, principais liberalista, mas, sim, contra o MEC, contra o governo federal, que em vez de apresentar principais propostas que agradem ao sindicato dos professores, tende a fugir, atrasando mais ainda o acesso a educação de muitos alunos que estão fora de sala. Não podemos simplesmente ficar parados, enquanto o governo cancela ali e aqui as reuniões. Como um todo, temos direito a educação e melhorias. Digo como um todo, pois não engloba somente aos professores, mas também aos estudantes que são os maiores prejudicados por terem as atividades acadêmicas paralisadas.

Glaucia Ignácio de Queiróz glaucia.queiroz_sp@hotmail.com

Americana

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