Fórum dos Leitores

PIB E OUTROS RANKINGS

O Estado de S.Paulo

14 Julho 2012 | 03h07

A nova lorota do PT

Os petistas passaram boa parte do período Lulla se ufanando de que o produto interno bruto (PIB) da primeira década do século 21 (sob Lulla) foi superior ao do governo de Fernando Henrique Cardoso - como se fosse honesto comparar conjunturas tão distintas como as vividas pelos dois ex-presidentes. Deu certo: Lulla reelegeu-se, elegeu sua sucessora e os petistas convenceram muitos desavisados de sua suposta supremacia. Só que é impossível enganar todos o tempo todo e, agora que a demanda global já não dá aquela "mãozinha", o que se vê é... morro abaixo! A cada dia novas projeções indicam números pífios para o B do Brics. Então, como o PIB não ajuda, o jeito é "olhar para outros rankings" (como diz Dilma) e neles procurar algo que justifique algum otimismo - particularmente neste ano eleitoral. É isso que está por trás do último discurso da "mãe do PAC", que acaba de minimizar a importância do crescimento do PIB, tentando persuadir-nos a olhar para outros indicadores - quem sabe, mais vantajosos. Considerando, contudo, a péssima posição do País no IDH, no índice de Gini, no ranking da Unesco, entre outros rankings consagrados, vai ser difícil encontrar algo de positivo que sirva como consolo pelo novo "pibinho" que se descortina no horizonte. Para o Brasil alcançar os países desenvolvidos em 2050 (renda per capita anual de US$ 75.130), nossa renda per capita teria de aumentar 5,3% ao ano. Para isso o PIB brasileiro teria de crescer mais que 6% ao ano. O que, então, seria (para Dilma) a "capacidade do País, do governo e da sociedade de proteger o seu presente e o seu futuro"? Com o atual ritmo de crescimento de nossa economia, muito inferior ao dos demais emergentes, a que "futuro" se refere a "presidenta"?

SILVIO NATAL

silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

RECONHECIMENTO

Um prêmio pra valer

Em meio às notícias de cassação, mensalão e todo tipo de ações corruptas vividas e veiculadas na última década, o nome e a imagem de um ex-presidente brasileiro, Fernando Henrique Cardoso, surgem discretamente na mídia, como foi em seus oito anos de governo, sem populismo, como agraciado com o Prêmio John Kluge. Prêmio esse similar na área de Ciências Humanas ao Nobel, e com um valor também similar (US$ 1 milhão), entregue em Washington ao grande estadista que mudou a economia do País, pela sua contribuição teórica (como sociólogo) e política (como presidente). Isso, sim, enobrece o País e nos leva a acreditar que um dia ainda poderemos ser vistos, aqui e lá fora, como um país sério. Basta saber votar.

NEIVA PITTA KADOTA

npkadota@terra.com.br

São Paulo

AINDA DEMÓSTENES

De volta ao MP

Depois da cassação, o ex-senador reassume seu cargo no Ministério Público de Goiás, com salário de R$ 24 mil. É assustador vivermos num país onde a corrupção foi institucionalizada. Nossas instituições estão falidas. E alguém acha que com os réus do mensalão será diferente? A cada dia tenho menos orgulho deste país.

JUDSON CLAYTON MACIEL

judson@judsonline.com

Rio de Janeiro

Exigências do cargo

O ex-senador Demóstenes Torres tem de devolver o gabinete no Senado e o apartamento posto à sua disposição em razão do cargo para o qual fora eleito. E voltar às suas atividades anteriores. Mas eis que surge a questão: para exercer o cargo de procurador criminal no Ministério Público de qualquer Estado o cidadão tem de comprovar conduta ilibada e correta. Como, então, esse cidadão, acusado de atitudes incorretas que motivaram sua cassação, vai exercer agora o cargo de procurador no Estado de Goiás? E quem vai exigir que ele siga as determinações previstas na Constituição em relação a esse cargo? É uma situação que exige efetivo acompanhamento, para que ele não se beneficie de forma irregular.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Cheval Blanc

Agora, sim, o dr. Demóstenes Torres, após ser cassado pelo Senado, poderá degustar o seu Cheval Blanc, vinho de R$ 30 mil a garrafa, cuidadosamente guardado em sua adega. Ao assumir novamente seu posto de procurador do Estado de Goiás, ainda terá direito a licenças-prêmio que poderão render-lhe R$ 200 mil. O Estado noticia mais benesses que ainda poderão ser conferidas ao dr. Demóstenes em razão de seu cargo. Em qualquer país civilizado o impoluto cidadão estaria preso, submetido a inquérito e aguardando julgamento por seus vínculos com um famoso contraventor. Mas, em se tratando de Brasil, as coisas ficam mais fáceis para corruptos de colarinho branco.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

ATAQUE AOS PAULISTAS

Brizola Neto

O ilustre desconhecido ministro do Trabalho, Brizola Neto, dia 9 de julho, em congresso da CUT, aqui, em São Paulo, tratou-nos como inimigos do trabalhador e, daí, também à Revolução de 1932 - da qual, aliás, um gaúcho, Borges de Medeiros, foi um dos artífices. Quem é esse cidadão, de onde surgiu e que autoridade tem esse derrotado nas eleições legislativas para criticar São Paulo? Neto de Leonel Brizola (El Ratón, segundo Fidel Castro), melhor seria continuar no anonimato.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Preconceito

É inacreditável como o sr. Brizola Neto, atual ministro do Trabalho, pôde declarar publicamente, perante a CUT e perante São Paulo, que a Revolução Constitucionalista de 1932 foi um movimento da elite paulista para impedir a ampliação dos direitos do trabalhador (Folha de S.Paulo, 10/7). Para começar, a CLT veio exatamente dez anos depois da Revolução de 32. Segundo, o povo paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que fazia oposição ao PRP, apoiaram a Revolução de 1930, liderada por Getúlio Vargas, que prometeu ao País todo que se vencesse a revolução haveria democracia. Este, que era natural do Rio Grande do Sul e encarnava a própria elite - pois era advogado, fora três vezes deputado estadual, deputado federal pelo seu Estado e duas vezes ministro da Primeira República - ganhou a Revolução de 30, mas se esqueceu da promessa, até que os paulistas pegaram em armas, fazendo-o lembrar-se. E a Constituição foi concedida em 1934. Aliás, Vargas acabou imbuído de ideais nazi-fascistas, visto o golpe que deu, representado pelo Estado Novo, que fez dele um ditador e, como tal, ocupou o poder de 1937 a 1945. Perguntamos: o ministro revelou preconceito, ignorância ou falta de tato político?

MARIA CECÍLIA NACLÉRIO HOMEM, membro do Conselho da Sociedade Veteranos de 32 MMDC, do IHGSP e da Comissão Cívica e Cultural da Associação Comercial mcecilianh@gmail.com,

São Paulo  

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

IDH BRASILEIRO

Presidente Dilma, realmente a sra. tem razão quando disse que um país não se mede pelo PIB, pois já temos alguns indicadores mais dignos, mas, pelos dados que temos atualmente concluímos que: o Brasil é a sexta economia do mundo - dado que depende fundamentalmente do seu povo trabalhador, e não dos enganadores, encostados, ou dos sanguessugas; tem a 14.ª maior carga tributária do mundo sem prestação de serviços condizentes com sequer com um décimo do imposto pago (vai quase tudo para o ralo da corrupção e dos infindáveis privilégios inexistentes em países ricos), e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na 84.ª posição - dado que depende deste Estado sanguessuga e malfeitor, inimigo do povo. Quanta tristeza e certeza que caminhamos em direção ao abismo quando analisamos essas informações. Tem muito trabalho a ser feito e, nem o Lula nem a senhora, fizeram ou estão fazendo o que deveria ser feito, ou seja, reformas em favor do povo, assim, hoje, o Brasil cresce como rabo de cavalo: para baixo, enquanto poucos se locupletam à custa dos 99% dos brasileiros.

Artur Larangeira Filho artur_larangeira@uol.com.br

Rio de Janeiro

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NO TOPO

Indiscutivelmente, Dilma Rousseff "viajou na maionese" quando disse que uma grande nação não é medida pelo seu "PIB". Talvez então seja medida pelo seu índice de corrupção, aí que, com certeza, estamos em primeiro lugar no mundo.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PIB INFANTIL

"Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz para as suas crianças e adolescentes e não pelo PIB", disse a presidente Dilma Rousseff. Se a situação já estava feia olhando apenas pelo avanço do PIB, agora se formos medir nosso desenvolvimento pelas políticas sociais, especialmente às voltadas aos jovens, o futuro, quer a médio ou longo prazos, apresenta-se sem perspectivas. Se alguém ainda achava que não poderia piorar, agora não há mais ilusão.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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ESTIMO MELHORAS

Presidente Dilma parece feliz ao dizer "país vive uma realidade nunca antes vista" durante inauguração de plataforma da Petrobrás. Certamente estava comemorando os três anos em que a empresa não consegue atingir suas metas e o atraso nos programas de exploração de petróleo, além das alvissareiras notícias sobre o PIB que ficará abaixo dos 2%, a indústria e as exportações em queda livre, o desemprego recomeçando e o infeliz IDH em 84.º lugar. Realmente, uma realidade nunca antes vista, graças a Deus. Encontrou algo sobre "grandeza", quase cômico. Felizmente para o PT a maioria dos brasileiros não sabe o que é IDH, no qual estamos na 84.ª posição entre 160 países. Dessa maneira, podemos realmente ver a "grandeza de uma nação" e que é a nossa grande vergonha.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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PIB NÃO É MEDIDA?

Na campanha eleitoral Dilma usou e abusou do PIB dizendo que o Brasil crescia a ritmo chinês. Agora o PIB não é medida. Desde o golpe que ajudou a dar no Paraguai, ela não é a mesma. Será uma crise de "lulite" aguda?

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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GRANDE NAÇÃO...

Nos tempos de vacas gordas, com o PIB crescendo a mais de 7% - o que, registre-se, só se deu em 2010, ano eleitoral, durante a administração petista - o governo alardeava o forte crescimento e exaltava o surgimento de um novo País, construído, evidentemente, por Lula e sua turma. Agora, em época de vacas magras - o Brasil é o lanterninha dos Brics, e a expansão do nível de atividade deve ficar abaixo de pífios 2% em 2012 - Dilma afirma que "uma grande nação não se mede pelo PIB". O mais incrível disso tudo é que, quando pensamos que os petistas já haviam esgotado seu estoque de bravatas e cinismo, eles nos surpreendem novamente e mostram que suas bravatas e seu cinismo são intermináveis. Bom, sendo assim, sra. Dilma, quais são os critérios que o governo irá elencar para continuar dizendo que, com o Brasil, ninguém pode? Caso a sra. não se lembre, destaco que o nosso País está pessimamente situado também em rankings de indicadores sociais, como o IDH, da ONU. É, acho que, após nove anos de PT, o Brasil ainda não virou uma "grande nação"... O governo insiste em ampliar crédito de curto prazo, estimular consumo, alimentar a inadimplência e mascarar a verdade, vituperando que está trabalhando pelas crianças e adolescentes do País... Ao mesmo tempo em que não consegue cumprir sequer metas de construção de creches! Santa incompetência!

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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ENTRETENIMENTO VERBAL

Em recente pronunciamento, Dilma Rousseff, por momentos assume as mágicas de Guido Mantega e sentencia que o PIB não é o que mede a grandeza de um país. Então, qual a razão do Brasil fazer parte do Brics, senão pela até então pujança da economia? Será que Dilma considera o IDH, em que o Brasil assume a vergonhosa posição de 84.º lugar como medida de grandeza? Usando o discurso verborrágico e nervoso aprendido com seu "criador". O que vale, diz, é o que o País faz pelas crianças e adolescentes e a proteção ao seu presente e futuro. Não fala do passado. Idosos e aposentados estão fora do seu guarda-chuva de benesses.Discurso veemente, é verdade, mas incoerente porque deveria, isso sim, promover mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Lei 12.403/11 que protege o menor, na maioria das vezes, contra a sociedade. O Brasil está ameaçado de sair do grupo dos Brics se não melhorar a sua posição no PIB e, mais ainda, acabar com a galopante corrupção que assola o País. Discurso vazio e iracundo edulcorado de mais uma promessa, também vazia, de construir 60 mil escolas integrais até 2014. Engana-me... Que eu não gosto!

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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PIB NÃO É TUDO

Tenho profundas diferenças com o PT, mas confesso que me deixa orgulhosa ouvir a presidente Dilma Rousseff vencer respeitos mundanos e dizer com clareza que o PIB num país não é tudo. O materialismo moderno tem levado a sociedade alienada a entender que só a taxa Selic, a inflação, o preço do dólar, entre outros indicadores da economia, é que devem ser levados em consideração. É claro que existe uma relação direta entre as coisas, mas a inversão de valores que se prega e se pratica hoje é muito preocupante. Aqui em Ribeirão existe um caso, entre muitos outros, de uma mulher que trabalha o dia todo numa casa de família, porque o companheiro alegando depressão não pega no batente, e que por falta de escola gratuita ela precisa deixar sua filha de oito anos com o padrasto no período da manhã, em casa, juntos. Não há necessidade de grandes malícias para saber o que se pode acontecer num caso destes. Meus cinco filhos entraram na USP não porque são mais inteligentes do que os outros, que isso é uma grande bobagem, mas porque nasceram numa família bem constituída,cujos pais fizeram das tripas o coração para dar a eles condições psicológicas e materiais mínimas para que fossem bem formados. Mas, em inúmeros casos o governo tem de tentar suprir essas deficiências das famílias menos favorecidas, procurando agir como pensa agora a nossa presidente Dilma Rousseff.

Marisa Stucchi marisastucchi@hotmail.com

Ribeirão Preto

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ECOMOMIA (PIB) - VULGATA

No dilmês, traduzido, a coisa fica bem simples: pra compensar o PIBinho, basta abrir berçários, creches...

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MISTURA 'PERFEITA'

Salta aos olhos e ouvidos porque o sr. Mantega nunca foi economista de destaque. Junta-se com a "gerentona", incompetente nesse sentido, e perdemos todos nós. Lastimável.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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PETROBRÁS E SUA COMPRIMA NOS STATES

Será que o Ministério Público Federal não vai dar uma investigadazinha nessa negociação que houve na compra da Refinaria nos EUA? Vai ficar por isso mesmo? Ainda bem que não sou mais acionista dessa pobre empresa que gasta um bilhãozinho de dólares comprando "bilhete premiado".

Ivan de Abreu Aureli aurelivan@gmail.com

São Paulo

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CONTA DE ENERGIA

A presidente Dilma Rousseff deve anunciar no mês que vem a desoneração da conta de energia para grandes empresas. A alíquota do PIS/Cofins, que incide sobre a conta de energia elétrica, será praticamente zerada. A redução no preço da energia tem urgência na agenda de prioridades de Dilma. E, do outro lado da moeda, em minha última conta de energia, descobri que paguei "apenas" 40% de impostos. Em uma conta de R$ 119,36, pago R$ 34,11 de impostos, mas isso só passará a ser um caso de urgência quando se aproximar a nova corrida ao Palácio da Alvorada.

Jatiacy Francisco da Silva jatcar@ig.com.br

Guarulhos

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SARAVÁ!

O suplente do ex-senador Demóstenes Torres, Wilder de Morais, nem esperou a cadeira esfriar e ligou cedinho para os integrantes da mesa do Senado. Rapidinho assumiu seu lugar, em cerimônia com três gatos pingados: Ciro Nogueira (PP-PI), que lhe deu posse, Roberto Requião (PMDB-PR), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Ana Amélia (PP-RS) justo numa sexta-feira 13. Saravá! Tomara que também tenha o mesmo fim do seu antecessor, já que chega com suspeitas de grande envolvimento com Cachoeira, que até a mulher lhe tomou.

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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SENADO FEDERAL

Cassado Demóstenes Torres, entra o suplente Wilder Morais,ambos dirigidos por Carlinhos Cachoeira. É o mesmo que trocar um pneu careca por outro.Perigo à vista:a derrapagem será inevitável na próxima curva da "Avenida Brasil"

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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RÁPIDO NO GATILHO

Rápido no gatilho, Wilder Morais, suplente do Senador cassado Demóstenes Torres, tomou posse menos de 48 horas após a cassação do titular. A vida oferece compensações: depois de perder para o amigo Cachoeira o posto de titular no casamento, ganhou agora, sem ter recebido um voto sequer, o posto de Senador da República. E, de lambuja, começou bem, pois irá receber salários durante o recesso do Senado. Viva a República!

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@mail.coM

São Paulo

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DISCRETO JURAMENTO

Na presença de apenas três senadores, o agora senador Wilder Morais (DEM/GO) tomou posse. Aproveitou uma sexta-feira, dia de pequeníssimo quórum, dado que os agora novos e nobres colegas já voltaram para seus Estados de origem. Com pouca presença de senadores na "Casa", o risco de ser arguido por sua ligação com Carlinhos Cachoeira seria risco zero, e como de fato foi. Agora, uma coisa é verdade, se pudesse ter feito o juramento via "nextel" até que seria melhor, nem apareceria por lá.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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'A ZONA BRAZIL'

Demóstenes Torres reassumiu o cargo de "promotor" de Justiça do Ministério Público de Goiás, com salário de R$ 24,2 mil por mês. O "homem" foi cassado por envolvimento ou associação com o contraventor Cachoeira. Como pode um ser dessa natureza voltar a exercer um cargo tão magnífico como de promotor de justiça? O irmão de Demóstenes é procurador-geral do Estado, portanto, o chefão! O suplente que vai assumir seu lugar não obteve votos, ele é indicação do cassado, isso é lei! O novo senador é ex-marido da atual mulher do Cachoeira e a Polícia Federal já tem gravações comprometedoras entre os dois. Conclusão: esse Cachoeira mais parece um tsunami. Reflexão: "Brazil" se escreve "z" de Zona. (a zona em questão não é do "prazer", e, sim, da desordem ou do caos público).

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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JÁ COMEÇOU BEM

Em flagrante desrespeito a todos nós eleitores e também com falta de decoro parlamentar nunca visto , o sr. Wilder toma posse como senador sem fazer juramento, ou seja, com a mão esquerda já no bolso da calça. Começou cedo.

José G. Santinho msantinho@uol.com.br

Campinas

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VÃO CONCORRER?

Demóstenes Torres já reassumiu o cargo de procurador de Justiça no Ministério Público de Goiás, com salário de R$ 24,2 mil mensais e outros "direitos" que somam R$ 200 mil reais. Como pode um "senador pilantra" continuar gozando de tantos privilégios?! E o suplente - herança maldita -, Wilder Morais (DEM- GO), que mal tomou posse já está envolvido em denúncias ?! Será que com o governador Marcelo Perillo (PSDB-GO), Demóstenes Torres, Wilder Morais (DEM-GO), Carlinhos Cachoeira (Papuda-GO)... O Estado de Goiás está a fim de competir com o Maranhão da família Sarney?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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ESCÁRNIO E CINISMO

O desassombro com ares de escárnio, com que um ex-senador cassado "reassumiu" o cargo de procurador de Justiça, após 24 horas de seu afastamento do Senado, mostra a face cínica, de parte de nossas elites. Compete agora a nós, opinião pública e eleitores, via voto nos próximos pleitos, higienizar a estrutura do mundo político, sem esmorecer na luta ao lado da mídia responsável, na fiscalização e denúncia de eventuais atuações antiéticas da gestão pública entre nós.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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SOMENTE NO PAÍS DA 'BANÂNIA'

Somente na Pátria da "Banânia" um cara que foi colocado pra fora do Senado por uma série de crimes pode reassumir seu cargo de procurador da Justiça. Retorna com regalias e alto salário. Como um contraveniente terá credito para estabelecer, por exemplo, qualquer ação para proteção do patrimônio público do qual se aproveitou, enquanto senador, dos bens públicos? O MP de Goiás deverá tomar as devidas providencias em relação ao sr. Demóstenes Torres se não quiser ser desmoralizado. Seu julgamento deveria ser em júri popular sem nenhum privilégio.

Leila E. Leitão

São Paulo

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COMO ASSIM?!

Será que este país não tem jeito mesmo e que este povo não merece mais respeito algum? Então um político como Demóstenes é cassado por evidente uso de seu cargo de senador para favorecer e fazer crescer a organização criminosa chefiada por Cachoeira, e no dia seguinte leio nos jornais que ele, Demóstenes, reassume suas funções de procurador de Justiça no Ministério Público de Goiás, emprego vitalício e pleno de regalias!? Como que um homem que se mostrou sem brio e caráter e um excelente artista até que a máscara caiu, pode agora trabalhar pelo efetivo respeito aos Poderes Públicos, promover ação civil pública para a proteção do patrimônio público e social, requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial... Somente algumas das múltiplas funções inerentes ao cargo que volta a ocupar? Por favor, o único lugar que Demóstenes merece ocupar é um espaço dentro de uma cela com grades... Aliás, gozando da companhia daqueles 19 senadores que votaram contra sua cassação! Se assim não for, fica manchado e desacreditado todo o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público Federal e Estadual!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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A VOLTA DE DEMÓSTENES

Se Demóstenes, agora o procurador, ou seja, não perdeu nada, voltar em 2027 ao Senado, adivinhem quem ele vai encontrar no mesmo local e na mesma cadeira? Sarney o censor de jornais e que não deixam abrir o baú da trambicagem, pois se for aberto, a cachoeira vai parecer uma pequena bica de podridão e da vergonha. Não volte, Demóstenes!

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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MEMORIAL DA TAM (CONGONHAS)

Acho profundamente lamentável numa área tão nobre e tão carente de verde, não terem plantado árvores nesse local, pois poderia ser refúgio de pássaros, idosos, e, porque não, crianças. São Paulo está carente de verde, mas a área deve ser cuidada e manter-se segura, senão vamos ter péssimas notícias logo após a inauguração. Fica aqui um aviso e uma dica.

Antonio José G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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UM NOME PARA A PRAÇA

A edição de sexta-feira (13/07, C4) informa que será inaugurada a praça com o memorial em homenagem às 199 vítimas do acidente com o avião da TAM, em 2007. Apesar de já ter sido batizada de Praça Memorial 17 de Julho, entendo que um nome mais adequado seria o de "Praça da Negligência Criminosa". O texto informa, ainda, que nenhum dos responsáveis pelo acidente foi condenado pela Justiça, estando o processo parado há mais de um ano. Acredito que a punição, como de costume, nunca ocorrerá.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

 

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TRÁFEGO AÉREO EM SÃO PAULO

Lendo a matéria Especialista defende maior altitude de voo (12/7, C3) entendi que esse conceituado jornal, de maneira precipitada, endossou alguma desinformação repassada aos leitores. É comum depois de cada acidente aéreo a mídia recorrer rapidamente a "especialistas" em aviação, muitos dos quais já se tornaram conhecidas "figuras carimbadas" cujas opiniões, por vezes, chegam ao ridículo. Pelo que me consta, o citado diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas não é profissional de carreira como comandante de aviões ou de helicópteros. Embora nos quadros daquele sindicato, certamente, exista profissionais de cada segmento representativo dos aeronautas, de cujos conhecimentos poderia se valer para emitir uma opinião técnica desse nível, acredito que se mantenha no cargo apoiado por uma maioria cuja especialização em tráfego aéreo não vai além do que se refere ao movimento dos carrinhos de serviço de bordo pelos corredores das aeronaves. Vindas de um órgão da magnitude desse sindicato, esse tipo de matéria pode assustar e desinformar ainda mais os leigos ou desqualificar o próprio órgão que representa. Se a matéria terminasse no título, estaria correta. Todo aviador aprende no berço que voar mais alto é mais seguro, principalmente no caso de uma emergência, não sendo preciso nenhum membro de qualquer sindicato defender isso. Ao comparar o movimento de São Paulo com o de Nova York, ou mesmo com Londres, demonstra desconhecer a geografia, o posicionamento dos aeroportos e o trafego aéreo peculiar a cada uma. Pode até conhecer um pouco do Rio de Janeiro, mas, se conhecesse melhor, saberia que está ainda mais longe de servir de comparação com a situação de São Paulo. Alardear, entre outras coisas, que o "helicóptero pode tudo" é mais um desserviço demonstrado por alguém que realmente não é do ramo. Voar sobre a cidade na mencionada altura e existir um controle especial para os helicópteros não é um defeito em nosso tráfego aéreo, sendo uma solução para conciliar as diversas necessidades de movimento aéreo que lhe é peculiar. Há até quem defenda a diminuição ou a saída de Congonhas da área urbana, mas é outra característica da cidade visando atender o interesse de seus usuários. Em São Paulo emprega-se o equilíbrio entre o ideal e o possível dentro do que preconizam os manuais. É sabido que o trafego aéreo em São Paulo é muito complexo, a exemplo de outros meios de transporte da cidade, que esse assunto já foi debatido anteriormente e tenho certeza que esse jornal é capaz de procurar profissionais qualificados entre os diversos setores envolvidos na busca de uma solução, evitando especulação de "especialistas" de plantão.

Edison Ribeiro Pereira, Tenente-Coronel Aviador da FAB (inativo), qualificado Piloto de Linha Aérea de Avião e Helicóptero, atuando há vinte anos na Aviação Civil com base em São Paulo edisonribeiro@hotmail.com

São Paulo

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AMAPÁ E A DEPENDÊNCIA DA AVIAÇÃO COMERCIAL

Um Estado inteiro e seus cidadãos estão reféns de duas companhias aéreas. Essa é a realidade do Amapá, cuja população soma quase 700 mil habitantes em 16 municípios, com 500 mil vivendo em Macapá e Santana. Todos dependem do avião para se conectarem ao mundo. Porém, poucos conseguem - nesta época do ano - sair de Macapá rumo a Belém do Pará, que é a Capital mais próxima e rota obrigatória de aviões comerciais. Embora a aviação seja algo estratégico, e que não deveria se submeter às leis de mercado, no Amapá, as duas únicas companhias aéreas que possuem concessão do governo para voarem cobram o que querem, põem o número de voos que elas acham conveniente e ninguém pode contrariá-las. Para quem não sabe, o Amapá é cercado de um lado pela densa e impenetrável Floresta Amazônica, e do outro, pelo gigante Rio Amazonas, além de um labirinto de pequenos braços de rios, cuja travessia é perigosa e quase impossível. O braço esquerdo do Delta do Amazonas contorna toda parte oeste, sul, sudeste e leste do Amapá e tem na foz do Rio a Ilha do Marajó do outro lado como vizinha. A viagem mais curta de barco até Belém leva 24 horas. Uma passagem aérea entre Macapá e Belém, pasmem, está custando nesta época do ano, em média, R$ 1.200 cada perna, ou seja, ida e volta pode chegar a R$ 2.400. Mais caro do que um bilhete São Paulo/Nova York, ida e volta. O mesmo trecho (40 minutos de voo) entre Belo Horizonte e o Rio de Janeiro custa R$ 89. Entre Curitiba e São Paulo, as mesmas companhias aéreas cobram R$ 90. Ambas não escondem o duopólio e cobram tarifas por vezes iguais até nos centavos, saindo de Macapá para qualquer destino do Brasil, em especial para Belém. Se isso não bastasse, nos próximos 15 dias, mesmo que o passageiro queira pagar R$ 1.200 pelo trecho Macapá Belém, ele não vai conseguir. Todos os voos estão lotados. Milhares de cidadãos amapaenses, pobres e ricos, dependem de Belém para tratamentos de saúde, já que o Estado do Amapá tem um dos piores IDHs do País e um sistema de saúde extremamente precário. Eles dependem de Belém também para compras e para o acesso a estradas que lhes permitem conexão ao restante do país por terra, já que o Amapá não possui estradas ligando o Estado ao Pará e nenhum outro destino dentro do Brasil. Ninguém consegue sair do Amapá se não for de barco, avião ou a nado. Portanto, aviação é algo estratégico, que não deve se sujeitar única e exclusivamente às leis de mercado, cujo único objetivo é o lucro (combinado, inclusive). Fica o alerta para o MP e para os políticos que ainda se preocupam com os interesses do povo, mesmo sabendo que esses quase não existem mais.

José Aparecido Ribeiro jaribeirobh@gmail.com

Macapá

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JUÍZES, AUTORITARISMO E CIDADANIA

A desembargadora Yara Ramires da Silva de Castro, referindo-se aos policiais que a pararam durante uma blitz da lei seca, afirmou que "... eles desconhecem completamente o que é um desembargador, senso de hierarquia". Quem demonstra desconhecer a lei é a própria declarante. Na ocorrência citada, os policiais fardados e devidamente identificados, exerciam autoridade constitucional que lhes é atribuída. Mesmo não sendo da lide jurídica, ao contrário da senhora, conheço meus direitos e deveres de cidadão e, por essa razão, quero lembrar-lhe que é igual a todos nós, portanto obrigada a se submeter às autoridades, quando necessário ou solicitado. Também faz parte do exercício da cidadania deplorar publicamente manifestações autoritárias, principalmente quando originárias de juízes.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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'COLONOS SUÍÇOS'

Em seu artigo publicado na terça-feira (10/7,A2), o sr. Xico Graziano trata de um tema pouco conhecido mesmo pelos estudiosos de nossa História. Como bisneto de família suíça, que veio com os primeiros colonos para Ibicaba, cumprimento-o por recolocar o tema em pauta. Porém, seu artigo trata o senador Vergueiro e seu grupo de escravagistas com uma condescendência desmerecida e, ao mesmo tempo, não deixa claro o desastre do "sistema Vergueiro" denunciado por Thomas Davatz em seu livro Memórias de um Colono no Brasil (1850). A publicação do livro de Davatz levou à paralisação da imigração de europeus para o Brasil, que só seria retomada anos mais tarde, depois de esforços do governo brasileiro para mudar a imagem escravagista do País. Diga-se de passagem, que, se a imagem mudou, permanecem ainda manifestações dessa mentalidade colonial por aqui. Seria oportuno que a obra de Davatz, com o excelente prefácio de Sérgio Buarque de Holanda, fosse reeditada. A única edição, ao que me consta, data de 1980.

Gilberto Bueno Schlittler Silva gschlittler2@mac.com

São Paulo

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OGRO PILANTRÓPICO

Gostei muito do texto do sr. Ricardo Vélez Rodriguez publicado (9/7, A2) no Estadão, em que desmascara o caráter populista, patrimonialista , malufista e macunaímico do Lula. O perfil do Luis XIV tupiniquim pouco a pouco se revela para as massas endividadas e inadimplentes. Quem acredita nas boas intenções do líder petista em meio a tantos escândalos e desvios do erário deve se lembrar do dito popular: "De bem-intencionados o inferno está cheio".

João Paulo Haddad Ribas jpribas@terra.com.br

São Paulo

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'LULISMO, MALUFISMO, PATRIMONIALISMO'

Quero parabenizar o Estadão, bem como o autor Ricardo Velez Rodriguez, pela qualidade e lucidez do artigo acima mencionado no qual escancara e desmascara esses anos de governo petista e os danos causados à Nação por esse tipo de politicagem. Pena que esse artigo não seja lido por todos os brasileiros para que tomassem consciência dos malefícios que ocorreram em nosso País desde 2002.

Sergio Bradaschia Penteado penteado.sergio@ig.com.br

São Paulo

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DISSERTAR E APROFUNDAR

Respeito a opinião do sr. Alexandre Barros em Dissertação - você tem de fazer uma! E agora? (13/7, A2), mas talvez os dissabores de sua experiência estejam atrelados ao fato de atuar em Humanidades, onde o texto em si é tão ou mais importante que o assunto pesquisado. Na área em que atuo, a questão não é dessa forma, porque o importante é o conteúdo da pesquisa realizada, sempre definido conjuntamente por aluno e orientador. Seminários semanais de grupo fazem o papel de discutir os rumos da pesquisa entre os alunos. Mas o articulista ganha seus minutos de fama e seguidores, como tudo o que passa pela internet e é efêmero. A grande discussão, quer seja em humanidades, exatas ou biomédicas, é a profundidade daquilo que é pesquisado.

Adilson Roberto Gonçalves, professor universitário priadi@uol.com.br

Lorena

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MÉTODOS CIENTÍFICOS

Li um livro de um médico psiquiatra, acho que era do escritor Augusto Cury, que descrevia um método que ele desenvolvia em seu consultório, desde que formado. Quando resolveu fazer pós-graduação alguns anos depois em Porto Alegre e teve que apresentar a "minuta" de sua tese, a banca de sábios cientistas não quis receber e sequer ler a minuta, porque a mesma não tinha "bibliografia". Bibliografia de quem, se estava expondo seu próprio método? Quer dizer, como nas igrejas, o ritual é mais importante do que o conteúdo. Isso ele conta em um dos capítulos, "arrumou" um bibliografia e conseguiu fazer sua pós-graduação! A ciência se tornou "dogmática" até mais do que a religião, sem seguir o "modelito", nenhum texto é aceito como "científico", seguindo, qualquer bobagem pode ser considerada "científica". Outro dia, lendo um livro de biologia de aproximadamente 300 páginas, havia mais de 30 em letras miudinhas só para bibliografia e explicações importantes editoriais. Alguém de fato lê essas bibliografias, se até mesmo os autores sequer leram o que apresentam? Mas é o ritual da ciência, ou melhor, de cientistas equivocados e mal-informados. Os escritos religiosos pelo menos nunca adotaram essa ritualística de pajelança ancestral, que é do "reducionismo científico". O que está no texto é algo semelhante. A bem da verdade, escrever é corolário de ler, nossos estudantes são formados sem lerem praticamente nada, e é claro que também não escrevem nada. Mas se cumprirem a "pajelança" dos sábios, recebem seus diplomas. Sem mais.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PARABÉNS, FHC!

Pelo recebimento do Prêmio Kluge no valor de U$1.000.000 outorgado em 10/7 pela Biblioteca do Congresso Norte Americano. É o coroamento do seu grandioso trabalho intelectual no campo das ciências sociais, propondo idéias brilhantes visando a harmonia entre as nações e a felicidade dos povos. Tal prêmio é merecido também por sua grande obra como grande estadista que foi ao exercer por dois mandatos a Presidência do Brasil.

André Miguel Fegyveres andrefegyveres@yahoo.com.br

São Paulo

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PRÊMIO KLUGE

O ex- presidente FHC, o primeiro latino-americano a ganhar o prêmio Kluge dado pela Biblioteca do Congresso dos EUA às pessoas reconhecida mundialmente pelo seu saber. Chupa, Lulla!

Hamilton Penalva hpenalva@uol.com.br

São Paulo

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DISCURSO DE FHC

O discurso do ex-presidente, agradecendo no Congresso norte-americano, o recebimento do Prêmio "Kluge", mostra a sua humildade e os grandes méritos de verdadeiro estadista! Fatos como esse nos restauram o orgulho de ser brasileiro!

Newton Castagnolli ncastagnolli@gmail.com

Jaboticabal

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FHC X LULA

A FHC a realidade do prêmio da Biblioteca do Congresso do EUA. A Lula o sonho de um prêmio da Tipografia do Congresso dos EUA, longe das prensas tipográficas, para preservar-lhe outro dedo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO

Belo exemplo do casal morador de rua que devolveu o dinheiro encontrado por eles. Segundo eles, aprenderam com seus pais a não ficar com nada que não lhes pertencesse. Nossos homens públicos de Brasilia não tiveram a mesma orientação de seus pais, ou estes já lhes ensinaram a ficar com o dinheiro alheio (educação de berço)?

José Geraldo Tavares tavares.geraldo@hotmail.com

São Paulo

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HONESTIDADE

Ainda acredito que, um dia, o Brasil será uma grande potência quando vejo um exemplo de dignidade e honra como o do casal morador de rua, Rejaniel e Sandra, que entregou à polícia grande soma em dinheiro achada na rua. Valores morais andam tão em baixa que seria mais do que oportuno a Câmara de Vereadores, aproveitando o momento, condecorar o ilustre casal pelo gesto nobre, que me deixa orgulhoso como brasileiro.

Marcelo de Lima Araújo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Mogi das Cruzes

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É TUDO CULPA DO 3.º MUNDO

João Havelange criou uma entidade corrupta, a antiga CBD, e atual CBF, depois, ele próprio implantou o esquema na Fifa, tendo o atual presidente Joseph Blatter como subalterno e Ricardo Teixeira no comando da ramificação no Brasil. É um caso de exportação de corrupção brasileira, de extremo sucesso, por mais de 20 anos na Suíça e no mundo. Que só foi revelada porque a ganância de Ricardo Teixeira em ser presidente da Fifa contrariou os interesses dos europeus, que colocaram 100% da culpa no pessoal do terceiro mundo, abaixo do equador .

José Francisco Peres França josefranciscof@uo.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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HAVELANGE E TEIXEIRA

Longe de mim querer ser um novo dom Quixote às avessas.Contudo, jamais, seguirei a linha agressiva, ressentida e insultuosa daqueles que preferem canalizar ódio e desprezo ao quase centenário cidadão João Havelange e ao ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Ambos têm vasto currículo de bons serviços prestados ao futebol brasileiro e mundial. A meu ver, agora é cômodo e covarde que os habituais parasitas que nunca ergueram um tijolo em benefício do futebol e da seleção brasileira saiam da sarjeta fantasiados de paladinos da moral, da ética e dos bons costumes, atirando em Havelange e Teixeira. Não faz muito tempo, Havelange e Teixeira eram saudados e elogiados por essa mesma tropa de vestais grávidas como figuras que trouxeram para o Brasil a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Fique claro que a própria Fifa, por meio do presidente Joseph Blatter, esclareceu que a Justiça da Suíça não considera crime o episódio pelos quais são acusados Teixeira e Havelange. Para Blatter, "não podemos medir o passado com os padrões atuais sob pena de fazer um julgamento moral. Então, não poderia ter tomado ciência de um delito que não existia".

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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