Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

18 Julho 2012 | 03h08

Brasil empacado

No primeiro semestre as despesas federais aumentaram R$ 40,6 bilhões, quase equivalentes aos recursos reservados para o PAC. Por essas e outras é que o Brasil que trabalha e produz está cada vez mais sufocado com impostos, taxas, tarifas e outros custos embutidos no consumo. Com a inflação se manifestando e as indústrias encolhendo, acho que não haverá "pacote de bondade" federal que desempaque nossa economia. A melhor solução é a apresentada por Arnaldo Jabor em sua excelente coluna As ideias não correspondem mais aos fatos (17/7, D10): é necessário "o enxugamento de um Estado que come a nação, com gastos crescentes, inchado de privilégios e clientelismos. (...) Só um choque de livre empreendimento pode mudar o Brasil". Chega de gastos inúteis, PACs e pacotes! Precisamos de menos governo e mais verbas em educação, saúde, transportes, segurança, etc. Devolvam o Brasil aos brasileiros que trabalham!

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

EDUCAÇÃO

Analfabetos funcionais

Dominado pela propaganda oficial de que nunca antes na História deste país tantas universidades foram criadas, quem acreditou nisso ajudou a eleger a atual presidente, ungida pelo inefável Lula, que não se cansa de falar inverdades sobre a situação do País. Agora, depois da divulgação de pífio PIB, vem ela dizer que o que importa é o futuro das crianças e dos adolescentes, como se fosse possível dissociar um do outro. O expressivo aumento de universidades sem qualidade, professores competentes e instalações adequadas só serviu para fins eleitoreiros. E ainda nos querem impingir como prefeito de São Paulo o ex-ministro da Educação que não soube nem administrar sua pasta em tempos de vacas gordas! Que tipo de futuro teremos com analfabetos funcionais (que não conseguem interpretar um texto lido)? O que esperar quando 38% dos universitários são incapazes de dominar a leitura e compreensão de textos em português?

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

A universidade petista

Não é para desanimar, rapaziada, que 38% dos universitários brasileiros não atendam ao requisito básico da alfabetização. Estudem como o Lula e terão a chance de chegar à Presidência, ser doutor honoris causa e entender de economia com a profundidade de dona Dilma. Ser alfabetizado não significa nada em "terras do PT".

ALEXANDRE DE MACEDO MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Greve das federais

Há 60 dias os professores exercem seu direito constitucional de greve. E há 60 dias os responsáveis pela área, a presidente capitaneando, de forma leviana e afrontosa ao interesse público pagam o ócio remunerado da categoria, enquanto 1 milhão de estudantes têm o ensino irremediavelmente comprometido. Fazer greve é direito do trabalhador, assim como é dever do empregador cortar o ponto e não pagar pelos dias não trabalhados. Vergonha dizer que o PIB não importa e fazer esse escárnio com a sociedade brasileira, prejudicando os alunos.

NELSON G. AFFONSECA JUNIOR

nelsonaffonseca@uol.com.br

Cordeirópolis

Procura-se

O titular da pasta da Educação, um sr. Aloizio Mercadante, que sumiu após delegar a responsabilidade de solucionar a greve dos docentes do ensino federal à ministra do Planejamento.

FLAVIO BASSI

flavio-bassi@uol.com.br

São Paulo

IMPOSTOS

Recolhimento x vendas

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo considera importante esclarecer os pontos abordados no editorial Fisco e resquício inflacionário (14/7, A3). Acreditamos que os dados abaixo poderão contribuir para o posicionamento correto acerca do assunto. De acordo com a legislação tributária, o pagamento do imposto está vinculado ao fato gerador do tributo (saída da mercadoria do estabelecimento), independentemente do recebimento pelo contribuinte dos valores decorrentes de suas vendas. Além disso, como o ICMS é um imposto que incide sobre o valor agregado em cada fase de sua cadeia de industrialização e comercialização, o crédito do ICMS pela entrada de mercadoria num estabelecimento é admitido no momento dessa entrada. Isso se dá independentemente de ter ocorrido a quitação da obrigação comercial ou o pagamento do ICMS pelo remetente da mercadoria. Os eventuais casos de inadimplência do cliente, em que parte das vendas a prazo do contribuinte não for paga no vencimento, em nada interferem na obrigação principal, pois o fato gerador do imposto se caracterizou com a saída da mercadoria. Por outro lado, a legislação tributária não prevê a definição de prazos de pagamento de imposto atrelados aos prazos de recebíveis acordados pelas empresas na esfera privada. Esses prazos são fixados com ampla liberdade entre as partes e, presumivelmente, com dispersão significativa entre setores e contribuintes de diferentes portes. A estrutura de prazos de pagamento do ICMS prevista na legislação teve suas linhas gerais definidas há anos. No âmbito do regime de apuração periódica, a legislação estabelece que o tributo apurado em determinado mês deve ser pago, de acordo com a atividade econômica do contribuinte, no período contido entre o 3.º dia útil do mês seguinte e o 10.º dia do segundo mês subsequente à apuração. Este último prazo, definido em convênio Confaz por deliberação de todos os Estados brasileiros, limita a ação do legislador paulista. Houve, no entanto, significativa inovação no estabelecimento do prazo de recolhimento do imposto de produtos submetidos ao regime de substituição tributária. Desde 2008 a legislação paulista tem fixado como prazo de recolhimento o último dia útil do segundo mês subsequente à apuração, o mais alongado possível dentro da estrutura de recolhimento de ICMS do Estado. O dilatado prazo, que vale até 31/12/2012, é suficiente para a liquidação de recebíveis pelos contribuintes, bem como, na maioria dos casos, pela realização das vendas ao consumidor final. Além das restrições impostas pelas deliberações do Confaz - que quando não observadas caracterizam benefício fiscal irregular -, as decisões sobre a fixação de prazos de recolhimento do ICMS devem levar em conta as repercussões orçamentárias no caixa do Estado. Do ponto de vista orçamentário, a concessão de prazos maiores de recolhimento de ICMS impõe um custo financeiro não desprezível ao poder público, que poderia levar à necessidade de se realizarem operações de crédito no mercado financeiro, com custo para toda a sociedade.

JAIME SOARES DE ASSIS, coordenador de Comunicação

jsassis@fazenda.sp.gov.br

São Paulo

N. da R. - As informações acima em nada modificam a opinião expressa no editorial. É de lamentar, apenas, que o missivista não tenha percebido que o que ele chama de "posicionamento correto acerca do assunto" já vem provocando grandes custos para a sociedade.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CINCO ANOS DE UMA TRAGÉDIA

Hoje, após se completarem cinco anos da tragédia do voo TAM JJ3054, os ensinamentos apreendidos são praticamente nulos. Um aeroporto de importância vital para a cidade tampouco recebeu melhoria técnica alguma. Continua com pista curta e perigosa, que precisa ser fechada em dias de chuvas mais intensas. Todos os técnicos sabem que há viabilidade de ampliar a pista em pelo menos 600 metros (da ordem de 300 em cada cabeceira), mas até agora nenhuma providência foi adotada. Um memorial às vítimas foi construído, mas, se nada mais for feito, esperamos que não sejam necessários outros...

Roberto Cardieri Ferreira roberto1283@terra.com.br

São Paulo

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JUSTIÇA SÓ A DIVINA

Nada mais justo que fazer um monumento às vítimas do voo TAM JJ3054. Mas a Justiça brasileira nem ouvir os supostos responsáveis ou "bois de piranha" é uma afronta às famílias dos mortos. Com certeza não vão chegar a um culpado. O provável réu será São Pedro: que, segundo as investigações, foi negligente ao abrir em excesso as torneiras divinas, ocasionando chuvas torrenciais em Congonhas. O que nos resta é aguardar uma nova tragédia e um novo monumento.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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O DESPREZO NO ACIDENTE DA TAM

Passaram-se cinco anos. 199 mortes, dor e tristeza para os familiares, amigos e cidadãos em geral. Exceto um: Marco Aurélio Garcia, o assessor esquerdista fanático admirador do Fidel, Chávez, Morales, Lugo e outros de triste lembrança, que se preocupou tão somente com a eventual responsabilidade do lulopetismo pelo acidente. Diante do explícito desprezo aos mortos, top top Garcia mereceria estar no panteão dos "heróicos" cubanos.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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CONGONHAS

É lamentável ver um órgão público como a Advocacia-Geral da União atuar contra o próprio povo que deveria estar protegendo. Esse argumento de que o aeroporto foi feito antes da urbanização é ridículo, pois comprova que está tudo errado! Quando o aeroporto foi feito, pousava um DC-3 a cada dia, e era um evento, hoje pousa um monstro que pesa, no mínimo, cinco DCs-3 a cada dois minutos. Não é possível não verem que o aparelho urbano não condiz com seu movimento e interfere não só no entorno, mas também em bairros afastados, como Lapa, Pinheiros e Jardins, que sofrem com esse movimento absurdo. A cidade cresceu e os aviões, também, só o aeroporto continua o mesmo, pequeno e ultrapassado. Muda daí, Congonhas! Vai ser feliz em outro lugar!

Joao Bráulio Junqueira jonjunq@gmail.com

São Paulo

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ANAC EM GREVE

Pilotos e comissários do Brasil, alegrem-se: os funcionários da Anac estão em greve! Essa é a única maneira de não sermos mal atendidos pela Anac. Melhor não ter atendimento do que ter atendimento de péssima qualidade. Aproveito a oportunidade para me dirigir aos diretores da agência: por favor, entrem em greve também, mas permanentemente! Entreguem seus cargos a quem entende de aviação. Só assim deixaremos de nos irritar com tanta incompetência e com tantas decisões absurdas que vocês nos impõem.

José Alfredo Andrade, piloto capitol7878@yahoo.com.br

São Paulo

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MERCOSUL

Ao ler o editorial Defendendo o indefensável (15/7, A3), sobre o baixo nível de nossa diplomacia, pergunto-me: até quando o Brasil terá de ficar à mercê da vontade de um grupo que não representa os ideais democráticos da maioria dos brasileiros? O golpe de Mendonza, que suspendeu o Paraguai e admitiu a Venezuela no Mercosul, é um claro sinal da simpatia e apoio que nossa governante vem nutrindo por esse regime antidemocrático. Essa simpatia me faz refletir sobre até onde vai a verdade sobre a luta armada da ex-guerrilheira Estela para derrubar a ditadura militar e instalar uma democracia. Durante o regime de exceção que o Brasil viveu, os militares justificaram sua atitude em face do perigo comunista. E hoje? Por que todo esse apoio a ditadores de esquerda como Fidel e Chávez, defensores da ditadura do proletariado? Será que os militares estavam com razão? O Chile após a ditadura de Pinochet viveu uma prosperidade invejável em sua transição para a democracia. Já na Venezuela, umbilicalmente ligada a Cuba, a democracia agoniza sob o comando de Chávez, que está levando seu país à ruína, criando uma divisão entre seu povo que está fazendo a criminalidade bater recordes, com a inflação e a falta de alimentos. Qual dos dois países os brasileiros aprovariam como modelo a ser seguido? Chile? Erraram. Nosso governo elegeu a Venezuela como parceira ideal e modelo democrático. O único meio para nos salvar do desastre a caminho são as urnas. Fora Fidel, Chávez, Morales e PT!

Amâncio Lobo lobo@uol.com.br

São Paulo

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DECIFRANDO O ENIGMA

Para entender os motivos que levaram a diplomacia brasileira a suspender do Mercosul o Paraguai, um país de razoável estabilidade democrática, trazendo para o bloco um país de esquerda como a Venezuela, é só retroceder no tempo até 1961 e constatar quais eram os ideais dos militantes - hoje governantes - de organizações radicais de esquerda, como MR-8, Colina e Val-Palmares, que agiam em nome da democracia "cubana e soviética". O ar de reverência que Lula demonstrou quando esteve em Cuba e na Venezuela, visitando seus ídolos Fidel e Chávez, não deixa dúvida sobre nossas escolhas diplomáticas atuais e para onde estamos caminhamos, se as eleições não interromperem esse perigoso rumo que o Brasil, sob o comando do PT, está trilhando.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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CHÁVEZ, PARCEIRO DE ASSAD

Sabemos que pela imposição da "presidenta" Dilma o nosso chanceler Patriota teve de amargar a expulsão do Paraguai e a entrada da Venezuela, o que já está a dar uma amostra dos estragos que causará. O que será que nossos diplomatas teriam a dizer diante das atitudes do mais novo e provável membro do Mercosul, Hugo Chávez, que está fornecendo a preço de banana, quase de graça, carregamentos do óleo diesel a título de parceria econômica com o regime fratricida do presidente da Síria, Bashar Assad? Parabéns a Dilma e a Cristina Kirchner pelo mais novo parceiro, um autêntico democrata!

Leila E. Leitão

São Paulo

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É PERIGOSO COMETER GAFES

Relações Exteriores (Itamaraty) são uma função de Estado, não de governo. Os diplomatas sempre sabem mais a respeito do assunto que o presidente, a menos que o presidente de um país tenha vindo dessa área. Não é o nosso caso atual. Entre o Itamaraty e o governo atual existe um "assessor da Presidência para Assuntos Internacionais", na figura do sr. Marco Aurélio Garcia. Provavelmente, um cargo criado para acomodar um colaborador petista, aliás, como muitos outros que estão no governo. Em termos de Relações Exteriores, a presidente Dilma deveria acatar e seguir as recomendações de quem conhece o assunto. É prejudicial ao País quando gafes internacionais são cometidas. Ser voluntarioso(a) nesse assunto não conta. É melhor deixar para quem sabe.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Com referência à reportagem do caderno Metrópole (16/7, C4) que trata da retirada de nomenclatura de viaduto que leva o nome do general Milton Tavares de Souza, dá a impressão que a Prefeitura não tem outros problemas mais urgentes a serem resolvidos. Além do que uma troca dessas provoca transtornos e dificuldades aos moradores e comerciantes do local. E, para justiça, espero que sejam trocados outros logradouros com o nome de assaltantes de banco - docemente chamados de expropriadores -, sequestradores e autores de mortes de inocentes, como Carlos Marighela e seu bando, já que há uma homenagem a esse terrorista no bairro dos Jardins, na capital de São Paulo. Ou Carlos Lamarca, autor de uma morte, de forma cruel, contra um guarda-civil que operava um sinal de trânsito, na década de 60, na esquina das Ruas Piratininga e Visconde de Parnaíba. A justificativa para essa morte foi a de que o desertor-herói testava sua pontaria com a arma de fogo. Também li no caderno Metrópole (16/7, C3) que se os Policiais Militares que participam do combate a ladrões, autores de latrocínios, traficantes, incendiários e estupradores, continuarem a sair das ruas para o tal "tratamento psicológico", logo teremos de compor a força pública de segurança, com grupos de experts e solidários aos grupos de criminosos. A saber: indivíduos de várias ONGs, padres, políticos e inúmeros jornalistas. A atrocidade criminosa só dói quando nos atinge ou a alguém da nossa família ou amigos.

Ademir Relva Câmara arelvacamara@uol.com.br

São Paulo

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TROCA DE NOME DE VIADUTO

Li no Estadão que o prefeito Kassab promulgou lei que retira o nome de um militar de um viaduto da cidade de São Paulo. Ora, mais vale ter o nome de um militar (tenha ele sido linha-dura ou "bonzinho") em sua rua do que ter simplesmente um número, como é o caso da rua onde moro, na região do Grajaú, na zona sul. Isso causa muitos transtornos, pois sempre que preciso comprar algo que exija entrega em domicílio tenho de dar o endereço do meu trabalho (pequenas compras). Quando se trata de móveis, por exemplo, os entregadores têm enorme dificuldade para localizar a rua, mesmo informando vários pontos de referência.

José Vanaldo Dé vanaldo1512@gmail.com

São Paulo

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REVANCHISMO

É um absurdo quererem apagar o passado por decreto. Enquanto removem dos logradouros nomes de cidadãos leais à Pátria, usam nomes de subversivos como Lamarca e Marighela em outros. Visões revanchistas de ex-guerrilheiros não podem sobrepujar-se à memória de honrados militares e presidentes do Brasil.

Aldo Dórea Mattos Aldo aldo@aldomattos.com

São Paulo

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ATÉ QUANDO?

As notícias sobre alguns assassinatos que são cometidos em nosso Estado exigem uma reflexão. Em certo momento, os policiais militares são as vítimas, já que os criminosos atacam quartéis e delegacias. E organismos policiais militares matam suspeitos de ações criminosas. São ocorrências de várias regiões do Estado. Para a população fica a impressão de que se trata de uma luta entre facções criminosas e o policiamento. Até quando isso vai continuar acontecendo? E em se tratando de um Estado com um grande poderio econômico, por que não sai a determinação para que organismos especializados avaliem os acontecimentos e implementem regras básicas para que sejam feitas investigações, adotadas medidas preventivas e, mais, a integração da polícia, em todos os níveis, com as comunidades, independentemente de seu nível social? O que não pode é continuar uma situação que dá a impressão de que estamos num campo de batalha. E o pior, como possíveis vítimas.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

São Paulo

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POLÍCIA E BANDIDOS

Diariamente lemos nos jornais que a Polícia Militar matou um ou mais bandidos. Na segunda-feira, lia-se no Estadão (C3) uma acusação, em letras garrafais, contra a PM. É importante dizer que, quando o policial enfrenta bandidos, ele está cumprindo o seu dever e protegendo a população contra criminosos armados. Na mesma página, uma pequena notícia mostra que um policial foi assassinado por bandidos. Assim é incoerente o fato de que, quando a polícia cumpre seu dever, a acusação errônea é mostrada, mas quando o policial é morto, poucas palavras são publicadas.

Roberto Banhara Dias Cardoso rbdc@terra.com.br

São Paulo

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EM ANO DE ELEIÇÃO...

"Criminosos armados queimam ônibus no Jaraguá, zona norte de São Paulo." Todo ano de eleição é esse inferno em São Paulo. Quem será que promove esses criminosos em ano eleitoral? Com toda a certeza não são os partidos que estão governando a cidade de São Paulo há vários anos.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Paulo

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PASTEL

A campanha está na rua. E não é que os marqueteiros, até agora, se esqueceram de um grande eleitor: o pastel de feira?

Fausto Ferraz Filho Fausto faustoferrazfilho@hotmail.com

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METRÔ CARIOCA - LUBRIFICANTE

No metrô carioca, os novos trens são mais largos que os túneis, mas isso não é problema - em regime de urgência, já providenciaram uma licitação pra vaselina.

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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COMO MUDAM OS TEMPOS!

Antigamente, quando se fazia um bom negócio, costumava-se dizer: fulano fez "um negócio da China". Hoje, dá-se justamente o contrário. Haja vista o que aconteceu com a compra de trens chineses para o metrô-Rio (19 novas composições), na qual foram investidos R$ 320 milhões. Esse negócio foi bom para a China, mas para o Brasil, péssimo. Foi tão ruim que, segundo noticia o Estadão, terão de ser reformados túneis, trilhos e estações. Portanto, só será aproveitado o "buraco". Que vergonha! De duas, uma: ou os "técnicos" do Metrô são incompetentes ou estão metidos num negócio da China!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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ENGENHARIA CARIOCA

Interessante o raciocínio dos gestores do dinheiro público na cidade do Rio de Janeiro... Constroem metrô incompatível com as medidas do trem a ser utilizado. Parece burrice, mas não é. As obras para adaptação certamente encherão os influentes de outras "cachoeiras" e ficará como "um Rio que passou em nossa vida"... Cambada de incompetentes associados a espertalhões de plantão!

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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RESPONSABILIZAÇÃO

Pelo menos em respeito ao povo contribuinte, a pessoa responsável (ou irresponsável) pela compra de trens chineses teria de arcar com seus atos.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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MARACUTAIA CHACOALHATIVA

Residindo no interior de Minas Gerais, não me atrevo a comentar sobre assuntos publicados no caderno Metrópole, mas hoje vou ser obrigado a abrir uma exceção sobre a matéria Compra de trens chineses obriga metrô do Rio a reformar túneis e estações. O alarme do meu desconfiômetro soou intensamente ao ler a reportagem de Heloisa Aruth Sturm e Marcelo Gomes, aos quais recomendo irem mais a fundo no assunto, pois pode ter havido alguma maracutaia na compra dessa chacoalhativa composição de vagões made in China.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

O Metrô de São Paulo anunciou (9/7, C1) que nove miniestações estão previstas - pasmem! - para daqui a 18 anos. Aliás, com o ritmo do nosso metrô de 74 km, enquanto, no mesmo tempo, o México fez 204 km, podemos esperar as miniestações para daqui a pelo menos 28 anos. Anunciar obras para daqui a 18 anos não vale a pena, pois pode gerar "pânico futuro": imaginem os proprietários que terão seus imóveis desapropriados, mesmo que poucos. Seus imóveis "micaram" desde já, não valem mais nada. "Parabéns" ao Metrô, isso é que é planejamento estratégico de longo prazo. Mas vai que daqui a 28 anos já tenhamos um novo e mais eficiente meio de transporte...

Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

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BIKES EM SÃO PAULO

O Instituto Parada Vital deveria dar uma parada vital. Para pensar sobre a vida. É insensível e desumano estimular o uso de bicicletas num meio urbano caótico, que produz os resultados revelados pelo Estado, com a média de nove acidentes por dia, uma morte e lesões corporais graves e definitivamente incapacitantes. Tanto é criticável não fazer, como fazer de modo precipitado e temerário. Editorial do Estado dá o exemplo de centros urbanos desenvolvidos, como Copenhague, onde não apenas as ciclovias superam proporcionalmente em muito as poucas que temos, como há uma educação para o uso da bicicleta desde tenra idade. Se o instituto, juntamente com a Companhia do Metrô e a Secretaria do Verde e Meio Ambiente, divulga o crescimento de 20% no uso de bicicletas neste primeiro semestre, que explicite também o crescimento do número de acidentes com os ciclistas. A base da demagogia política são as meias-verdades; diz-se ao povo que as pingas foram tomadas, mas não os tombos levados.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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CHAMA O JUQUINHA

Quer resolver os problemas do Metrô? Chame o Juquinha! Ele ficou oito anos roubando o sistema ferroviário sob as rédeas do Lula e mais um ano e meio com a presidenta. Agora ele saiu da cadeia e pode ser contratado.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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COMO TOCAR OBRAS

O Exército Brasileiro, apartidário, dá uma lição de moral ao petismo, porque, mesmo fora de suas funções-fim, toca muitas obras para o governo federal, inclusive do PAC, entregando com qualidade, antes do prazo prometido e - acreditem! - com preço até 30% menor do que o programado! Aleluia! Pois é, esses dados, que são números oficiais, constam do editorial do Estadão O bom exemplo do Exército (16/7, A3). São 34 obras, sendo 25 do PAC, num valor total de R$ 2,4 bilhões. Para se ter uma ideia dessa competência, a obra de terraplanagem que o Exército está realizando no aeroporto de Cumbica, e que será entregue com 15 meses de antecedência, foi orçada em R$ 417 milhões, mas os probos membros do nosso Exército conseguiram reduzir seu preço para R$ 287 milhões. Ou seja, 31% de economia, ou R$ 130 milhões. Certamente todo esse dinheiro que foi economizado, se fosse pelas vias normais - como, por exemplo, tocado pela construtora Delta - seria distribuído como propina aos camaradas e aliados do Planalto. É bom lembrar que do PAC existem ainda, desde 2007, R$ 59 bilhões alocados para as suas obras que não são utilizados porque os projetos não conseguem sair do papel, ou porque há indícios de superfaturamento. Nesse caso, já imaginaram: se as obras programadas para utilização desses R$ 59 bilhões fossem tocadas por empresas que não se curvassem à sanha picareta por propinas desses políticos ligados ao Planalto, os ganhos de 30% de economia, ou R$ 18 bilhões, poderiam sobrar para o caixa do Tesouro, ajudando o superávit primário, ou construindo estradas, ferrovias, aeroportos, hospitais, escolas profissionalizantes, etc.?! Infelizmente, é um sonho inatingível. E o Exército é um só! Mesmo porque civilidade, ética e prioridade ao bem comum não fazem parte da agenda desses lotados no Planalto... A única saída para solução dessa gatunagem está nas mãos da nossa silenciosa e inerte classe média.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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BOM EXEMPLO

O editorial O bom exemplo do Exército aborda o principal problema que ocorre nas obras públicas, ou seja, a eficiência do servidor público quando não sofre influência interna descabida, ao mesmo tempo que respeita a disciplina hierárquica e o Estatuto do Servidor. Já nos demais órgãos do governo federal os servidores sofrem pressão direta de chefes e chefetes de cargos comissionados, ocupados por pessoas alheias aos setores, que aparecem por serem apadrinhados dos políticos da base de sustentação do governo. E geralmente aparecem exatamente para propiciar ao seu padrinho as vantagens que este entende como interessantes para os seus interesses. E são esses que decidem as licitações de obras, por exemplo, e nos levam às Deltas da vida, cujas negociatas agora vieram a público. Se os cargos de decisão em nível de terceiro escalão fossem ocupados por funcionários de carreira, ainda que escolhidos pelos governantes de plantão, isso aliado à saudável prática de exonerar dos quadros efetivos quem se atrevesse a perpetrar um ilícito, com certeza a corrupção não teria atingido o nível da atualidade. E não se faz necessária nenhuma nova lei para tanto, apenas honestidade e vontade política.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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DESASTRE

A presidente Dilma está concluindo, só agora, um plano nacional para prevenção de desastres naturais. E ouve, principalmente, o governador do Rio, Sérgio "Guardanapo" Cabral, em cujo Estado morreram 905 pessoas em janeiro de 2011 e nada fez, nem fará, sem a ajuda da madrinha, que provavelmente lançará o PAC Tragédias, para mais superfaturamentos, num Estado especialista no trato do dinheiro público. Com todo o respeito, será que não informaram à presidente que o verdadeiro desastre é ela?!

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@terra.com.br

São Paulo

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EDUCAÇÃO, PRIORITÁRIA OU NÃO?

O governo afirma que a proposta de reajuste dos professores universitários custará R$ 3,9 bilhões aos cofres públicos nos próximos três anos. Afirma que sua proposta é definitiva, pois não teria de onde tirar mais dinheiro. Que tal, então, rever todos os contratos, em especial os da construtora Delta, de obras do PAC, da Copa e da Olimpíada, sabidamente superfaturadas, como as obras do Pan, rever os contratos prejudiciais ao Brasil, como os com a Bolívia, Argentina, etc., etc...?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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DELTA E 'SEU' CABRAL

Acho extremamente louvável, embora corporativista, a atitude dos caciques do PT querendo envolver o governador de Goiás, a todo custo, na CPI do Cachoeira. Mas isso não é para "ferrar" o peessedebistas, e sim para tentar esconder o grande e colossal escândalo do mensalão, algo que é a vergonha desse partido, dito ético num passado muitíssimo distante. O PT sempre foi assim, joga no ventilador dos outros e sai correndo para não pegar neles, pois, se pegar, cola, e como! Espero que tanto um como outro que tiverem culpa no cartório sejam condenados e execrados da vida pública. Só assim podemos ver uma pequena e mínima luz no fim do túnel da bandalha e da corrupção que assola o grande país chamado Brasil e que um dia queremos livre dessa maldita chaga do "deixa que eu meto a mão". E, sem nenhuma dúvida, o parasita do Lula e Sérgio Cabral vão, mais cedo ou mais tarde, estar mais enrolados que sucuri no cio.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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MENINADA NO PODER

O governo do PT é realmente uma piada. A presidenta Dilma declarou que o PIB não é importante para o Brasil, pode? A presidente da Petrobrás, Maria da Graça Foster, afirmou que não tinha ideia do que estava fazendo numa das maiores empresas petrolíferas do mundo. Ela declarou que o Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás, é um menino e ela, hoje presidente da mesma empresa, é uma menina. Brasileiros, sintam que não há diferença na gestão administrativa da Petrobrás. Ambos são crianças, logo, são incompetentes para gerenciar uma empresa dessa magnitude e complexidade. Estamos no mato sem cachorro... SOCORRO!

Edward Brunieri patricia@epimaster.com.br

São Paulo

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RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

"Para ser médico é preciso gostar de gente". Parabéns ao professor Antonio Carlos Lopes pelo excelente artigo A importância da relação médico-paciente (17/7, A2), no qual li essa frase.

Affonso Renato Meira, professor emérito Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e presidente da Academia Medicina de São Paulo armeira@usp.br

São Paulo

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HUMANIZAÇÃO

Concordo plenamente com o professor dr. Antonio Carlos Lopes, que admiro e cujo trabalho observo com entusiasmo. O professor Luiz Décourt dizia que o diagnóstico é 80% interrogatório e exame físico, 10% são exames complementares e 10%, inconclusivos. Mestres de uma época anterior aos cateterismos, coronariografias, ressonâncias, etc., porém competentes ao diagnosticar e ter soluções. Antes o ensino médico era pessoal, professores atendiam nos ambulatórios, e não os internos, estagiários e residentes, como hoje. Alunos de antes aprendiam com os mestres a arte do interrogatório, da observação, do diagnóstico. Como é o atual professor de medicina? Um jovem recém-graduado, com "mestrado" e ou "doutorado", sem experiência médica suficiente, embora seja um bom técnico em interpretar exames (em sua maioria, normais) e soluções terapêuticas temporárias, suas aulas seguem o acrônimo Medicina Baseada em Evidências (MBE), no qual a informação imediata e técnica da internet "dispensa" a cultura médica. Nas visitas às enfermarias, antigamente, exigia-se a memorização do nome e dos dados do paciente, hoje o aluno carrega o tablet no bolso de seu "jeans", (roupa e sapato brancos, jamais) com os dados, porém não sabe o nome do paciente. Outro problema é a escolha do professor titular de algumas bancas examinadoras que priorizam a capacidade do candidato à captação de recursos financeiros, e não a sua capacidade proposta. A solução para esses impasses é anacrônica, teríamos de voltar ao passado, voltar a cátedra vitalícia, impossível. Felizardo é aquele paciente cujo plano de saúde indica um médico (livre escolha?) experiente e interessado em ajudá-lo. São raros, mas existem.

Neilton G. Prado ngprado@triang.com.br

Uberlândia (MG)

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DEDICAÇÃO

Muito corretas e verdadeiras as colocações do diretor da Unifesp sobre a relação médico-paciente. Oxalá motive alguns médicos a atenderem seus pacientes com a dedicação que eles merecem. Mas erra ao atribuir a pressa aos doentes. A pressa vem dos médicos que ouvem a queixa, pedem uma lista padronizada de exames e dispensam o cliente sem sequer tocá-lo. Os convênios pagam mal? Saiam dos convênios ou passem a cobrar preços mais justos.

Eurico C. de Oliveira euricodo@hotmail.com

São Paulo

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ANAMNESE

Sou do tempo do médico de família e gostei muito do que li. Recomendo a leitura a todos os médicos. Hoje é raro o médico que faz uma perfeita anamnese, mesmo porque o tempo é curto, tanto dos médicos dos seguros saúde como do SUS. E com os aparelhos e exames modernos, eles logo pedem tomografia, ressonância magnética, ultrassom, exame de urina e uns 20 exames de sangue. E quando o paciente retorna com os resultados, eles medicam e pronto. E no SUS, então, não existe ligação nenhuma com o paciente, porque, quando ele retorna, outro médico vai atendê-lo.

Olympio F. A. Cintra Netto ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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PSICANÁLISE

Quero parabenizar o professor Antonio Carlos Lopes pela escrita clara e de uma informação excelente, principalmente para mim, como psicanalista, que ainda acredito numa anamnese, fundamental para o diagnóstico do paciente. Talvez as filas do SUS não fossem tão grandes assim, como a espera para as consultas, pois creio que a causa, por exemplo, "de uma depressão" seja a falta do ouvir a principal queixa do paciente, que vem carregado de problemas sociais, familiares e pessoais. O biopsíquicossocial do indivíduo.

Alberto Moreno da Costa, psicanalista reeduc_reeduc@zipmail.com.br

São Bernardo do Campo

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ATITUDE HONESTA E HUMANITÁRIA

Conheço o dr. Antonio Carlos Lopes há muitos anos e o admiro muitíssimo, não só pela sua impressionante competência profissional, mas também por sua atitude honesta e humanitária ao lidar com seus pacientes. Ele é a imagem perfeita da anamnese que preconiza em seu artigo.

Shiniti Sakuragui shinmid@uol.com.br

São Paulo

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TRANSTORNOS E DESORDENS

Quem leu a crônica de João Ubaldo Ribeiro, que dispensa apresentações, intitulada Transtornos e desordens (15/7, D6) tem a prova de que não só de política e economia vive o bom jornalismo, mas também de escritos inteligentes, humorísticos e, além disso, com assuntos da ordem do dia. É isto, João Ubaldo, o busílis da questão: não tenho preguiça, "há transtornos e desordens de atenção, motivação, de interação social, de tudo o que se possa imaginar." Faço meus as palavras e o humor fino de João Ubaldo, que nunca soube reduzir o escrito: o que escreveu está bem encaixado em nossos dias de tomar um comprimido de "abestalhol" quando me sentir "normal".

Wander Cortezzi w.cortezzi@uol.com.br

São José do Rio Preto

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LER E ESCREVER

Quem lida com pessoas sabe que elas sempre procuram demonstrar mais conhecimento do que realmente têm. A causa disso está demonstrada na reportagem No ensino superior, 38% dos alunos não sabem ler e escrever plenamente (Vida&, 17/7). A causa é a deficiência do ensino, a começar do fundamental (antigos primário e ginasial): professores ruins, inexperientes e, sobretudo, desinteressados. Daí ser necessário indagar do candidato ex-ministro da Educação: o que fez, durante sua estada naquela pasta para reverter a situação noticiada? Que providências determinou para que as crianças fossem estimuladas a desenvolver suas habilidades de leitura e escrita?

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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A GREVE DAS FEDERAIS

O sindicato dos professores das universidades federais, que estão em greve desde 17 de maio, não aceitou a proposta de aumento salarial do governo, que varia de 22% a 45%, conforme a titulação. E eles não pretendem interrompê-la, fortalecidos pelo fato de seu ponto não ter sido cortado e continuarem a receber seus salários normalmente. É um bom momento para se fazer uma reflexão e comparação com as greves dos professores do ensino fundamental e médio. Esses já passaram por várias greves também por aumento de salários, reestruturação de carreira e melhores condições de trabalho, porém não foram tão longas, por três motivos principais: os professores ficam preocupados com os prejuízos que as greves causam aos alunos; a comunidade de forma geral não aprova e não apoia; os professores, que em sua maioria não pertencem às classes abastadas, dependendo dos seus baixos salários para sua sobrevivência e de sua família, por temor do corte do ponto, voltam às salas de aula, recebendo do governo estadual aumentos irrisórios, que raramente chegam a dois dígitos, humilhantes para sua condição de educadores. A educação não é, infelizmente, prioridade no Brasil

Lenir Olyntho lenir.olyntho@hotmail.com

São Paulo

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'BOLSA-CALOTE'

As Regiões Norte e Nordeste do País, as mais contempladas com a poderosa e anestésica bolsa-esmola e o verdadeiro paraíso das pesquisas de aprovação governamental, são as que apresentam os maiores índices de inadimplência. Prevê-se para breve o lançamento da bolsa-calote por lá, como uma das armas do governo federal para dinamizar o vibrante comércio dessas regiões. Já em Brasília, quem deve não teme.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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HAVELANGE E TEIXEIRA

A Justiça suíça divulgou que os brasileiros João Havelange (ex-presidente da Fifa) e Ricardo Teixeira (ex-presidente da CBF) receberam suborno da ISL, empresa falida de marketing esportivo. Havelange recebeu subornos de US$ 1,5 milhão, enquanto Teixeira ficou com mais de US$ 14 milhões. É uma vergonha para o Brasil termos dirigentes esportivos corruptos e venais como esses. Curioso que somente na Suíça essas coisas foram provadas e divulgadas. Aqui, no Brasil - país da corrupção e impunidade -, Havelange e Teixeira seguem intocáveis, estão livres, leves e soltos e ainda são bajulados pela mídia chapa-branca. O lugar de gângsteres perigosos como esses é na cadeia.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ROSANE COLLOR, UM FIASCO

Não sei o que levou a Globo a entrevistar Rosane Collor no Fantástico, que não assisti porque, de antemão, já era de esperar que a dita cuja nada teria a dizer. Mas acertei pelas reclamações dos que perderam tempo esperando novidades e o que viram foi uma ex usar o horário em rede nacional para reclamar da pensão baixa, segundo ela, que o senador alagoano lhe paga. Quem assistiu se decepcionou não só com a entrevista, como também com o programa em geral, que de há muito tem de melhorar sua "qualidade". Seu baixo índice de audiência reflete bem isso.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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PROGRAMA ERRADO

Se a dona Rosane Collor queria pedir aumento da pensão, deveria ter ido ao Programa do Ratinho. e não ao Fantástico. Errou por muito, mas ficar tanto tempo calada é coisa de algum interesse maior que isso, aí tem.

Antonio José G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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MAGIA QUASE NEGRA

Parece que toda aquela magia negra praticada por Fernando Collor na Casa da Dinda não conseguiu afastar da sua vida os preocupantes ecos de seu passado, presente e futuro. Sua ex-mulher que o diga. Aliás, falou um monte no Fantástico do último domingo.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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MIXARIA

E a pensãozinha de R$18 mil, ó!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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