Fórum dos Leitores

OLIMPÍADA

O Estado de S.Paulo

31 Julho 2012 | 03h09

Fogueira das vaidades

Incompreensível e injustificável a reação do governo em face do convite feito à ex-ministra Marina Silva para participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. Certamente o COI também não precisou pedir nem obter a concordância de ninguém para convidar os demais participantes, o secretário-geral da ONU, o maestro Daniel Barenboim e os ganhadores do Prêmio Nobel. Se Marina foi convidada, é porque nela foi reconhecido algum mérito por sua atuação em defesa do meio ambiente, em particular da floresta amazônica. Oportuno lembrar que esse foi o motivo por que ela foi defenestrada do ministério, com o apoio e o incentivo da chefe da Casa Civil na época, porque estava prejudicando interesses poderosos. Quanto à ironia de Aldo Rabelo, é tão desbotada quanto sua até agora amorfa atuação na vida pública. Reflete, talvez, um pouco de inveja de quem até hoje só conseguiu relacionar-se com os "bantustões" de Maceió, São Luís e São Bernardo do Campo, entre outros menos cotados Brasil afora. E, mesmo assim, tendo de renegar seu passado de "guerrilheiro" e os princípios que justificaram, no início, a existência de seu partido político.

ELIAS DA COSTA LIMA

preussen@uol.com.br

São Paulo

Governo pequeno...

... ministro menor ainda. Acredito que a maioria absoluta dos brasileiros que assistiram à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos ficou agradavelmente surpresa e orgulhosa com a participação de Marina Silva. Naquele momento, em excelente companhia, ela representava todos nós, brasileiros. A reação do ministro Aldo Rebelo, mesquinha e inadequada, fala com clareza do caráter de um homem pequeno, que tem a grande responsabilidade de preparar nosso país para a Olimpíada de 2016. O importante Ministério dos Esportes deveria ter na sua condução um líder que entendesse o significado do espírito olímpico.

ISRAEL ARON ZYLBERMAN

aronz@uol.com.br

São Paulo

Mediocridade

Que ministro pequeno, num país tão pequeno! Que comentário mais idiota fez Aldo Rebelo ante a participação da sra. Marina Silva na abertura desta Olimpíada. Ela simplesmente atendeu ao convite do Comitê Organizador dos Jogos de Londres para entrar carregando a bandeira olímpica na festa. Quanta inveja...! Talvez o ministro (representante oral da presidente Dilma na reclamação) quisesse ver na cerimônia, no lugar da sra. Marina Silva, um tal de Lulla, um tal de José Dirceu ou, quem sabe, um Mercadante ou outro qualquer, desde que fosse um lídimo representante do governo petista. Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, que lhe mandou um chute na... - e o ministro, ficou bravíssimo, mas logo depois contemporizou, sempre pensando na "governabilidade" do governo petista -, deve estar morrendo de rir com tamanha mediocridade do governo brasileiro em plena Olimpíada de 2012.

ANTONIO SOTELLO

tomsotello@uol.com.br

São José do Rio Preto

Que deselegância!

O ministro dos Esportes, sr. Aldo Rebelo, foi deselegante ao mencionar que Marina Silva "sempre teve boas relações com a aristocracia europeia". Quem o ministro gostaria de ver carregando a bandeira olímpica? O ex-ministro Orlando Silva, longe do governo por ser suspeito de desvio ético? Quais relações têm caracterizado o governo brasileiro nos últimos tempos e envergonhado uma nação inteira? Parabéns, Marina Silva, por ter boas relações com gente de bem e, principalmente, pela maneira discreta como tratou o assunto. Assistir à abertura da Olimpíada e vê-la carregando o símbolo maior do esporte me encheu de orgulho em saber que a senhora é brasileira.

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

Parabéns a Marina

O povo brasileiro, em sua maioria com vergonha na cara, ficou muito feliz e orgulhoso ao ver o prestígio de uma conterrânea do porte de Marina Silva, escolhida por um organismo internacional para a abertura da Olimpíada. Não fique triste, Marina Silva, com os comentários, a inveja dos incompetentes é assim mesmo: deixa os cotovelos sangrando.

JOSÉ LUIZ TEDESCO

tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

Sabedoria x esperteza

Marina Silva não deveria causar mal-estar entre ministros desta republiqueta. Deveria, sim, causar frustração em todos eles. Coerência e fidelidade a princípios ainda são bem vistas no "velho mundo" novo!

JOSÉ JORGE RIBEIRO DA SILVA

jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

MENSALÃO

Contagem regressiva

O Brasil está na torre de lançamento e a contagem regressiva já começou. Nesta quinta-feira o botão será acionado pelo STF e o País poderá finalmente atingir a velocidade de escape que o colocará em órbita após séculos de tentativas. Nunca houve uma oportunidade como esta. Mais do que uma Assembleia Constituinte, os 11 ministros e ministras têm o poder da Justiça para fazer História. Espera-se que, acima de tudo, sejam justos!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

O grande teatro

A dramaturgia brasileira apresentará a partir desta semana um de seus maiores espetáculos: o julgamento do mensalão. O palco está armado e os atores, afinados. Será imperdível, e o público... Ora, o público não interessa.

NEI SILVEIRA DE ALMEIDA

neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

Julgamento

Estamos vivendo História. Talvez o momento mais adequado e importante, em nosso período democrático, para conhecer e avaliar o grau de eficácia (sic) dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo.

ULYSSES F. NUNES JUNIOR

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

SANTAS CASAS

Agonizando

Apreciamos o editorial A agonia das Santas Casas (29/7, A3). De fato, a comprovada deterioração de sua situação financeira vai contribuir, cada vez mais, para a falência do atendimento filantrópico e gratuito dessas centenárias entidades. A situação da Santa Casa de São Paulo, o hospital que mais atende enfermos do SUS no País, não é diferente. Tradicionalmente, o reembolso do SUS não cobre os custos reais de hospitalização e tratamento. Urge que o poder público adote os procedimentos cabíveis com vista à solução do gravíssimo problema.

LUIZ GONZAGA BERTELLI, diretor da Santa Casa de São Paulo e presidente Executivo do Ciee

lgbertelli@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

INJUSTIÇA COM MARINA

Uma grande surpresa para nós, brasileiros, foi ver Marina Silva, juntamente com outras celebridades, conduzindo o pavilhão das Olimpíadas, na solenidade de abertura dos jogos. A presidente Dilma nós sabíamos que estaria lá assistindo à abertura, ao lado de outros governantes, mas Marina estava no palco, participando desse grande evento esportivo que congrega, num ambiente de paz, todas as nações. Em 2016 será aqui, no Brasil, mas antes disso, teremos eleições para presidente em 2014. A presença de Marina na abertura da Olimpíada seria uma alusão à próxima realização no Brasil, em 2016, ou prenúncio de alguma outra coisa? O ministro dos Esportes, senhor Aldo Rebelo (PCdoB-SP), tem uma certa dificuldade de se expressar e vez por outra abre a boca para dizer asneiras. Desta vez ele ironizou a participação da senhora Marina Silva, sem partido, na festa de abertura da Olimpíada de Londres. Ao criticá-la, disse que Marina "sempre teve boa relação com as casa reais da Europa e a aristocracia europeia" (27/7, A10). A crítica a Marina, por certo, atinge também quem a convidou. O ministro já criou problemas com a Fifa, estará querendo criar problema também com o comitê olímpico? A tentativa de "apequenar" a participação de Marina, que foi uma grata surpresa para todos nós, não surtiu e não surtirá efeito, porque ela estava lá, ao lado de outras pessoas importantes, e foi vista por todo mundo. O ministro, não sei por que razão, não está imbuído do espírito olímpico. É um despropósito a sua atitude, portanto, vai ter de ser punido e pedir desculpas à senhora Marina e aos organizadores da Olimpíada de Londres. Em termos internacionais, é sempre bom tomar muito cuidado com o que se diz.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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A PEQUENEZ DO MINISTRO

Quando assistia à abertura da Olimpíada de Londres, vi Marina Silva entre as pessoas que carregavam a bandeira olímpica. Minha reação inicial foi de surpresa e, em seguida, de orgulho, como acredito que a grande maioria do nosso povo, pois era uma brasileira escolhida entre tantas personalidades do mundo a receber tal honraria. Mas, pelas notícias que lemos no Estadão, o governo petista não gostou e pelo menos o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, demonstrou a sua grande contrariedade pelo fato. Cometeu o despropósito de dizer que uma das políticas mais respeitada deste país "sempre teve boa relação com as casas reais da Europa e a aristocracia europeia", dando vazão à sua contrariedade. O ministro, que colocou a sua desavença política acima de tudo, a ponto de ser desrespeitoso mais do que lhe permite a dignidade do cargo que ocupa, ganharia a medalha de ouro se na competição olímpica houvesse a disputa da prova "dor de cotovelo explicita".

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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COMENTÁRIO INFELIZ

Frase infeliz do ministro dos Esportes, dizendo que Marina Silva "sempre teve bom relacionamento com a aristocracia europeia". Ótimo! Isso deveria ser motivo de orgulho, e não de ironia, movida pela inveja. Pior seria se ela tivesse bom relacionamento com os irmãos de Cuba ou com Chávez, da Venezuela. Ministro, mude para Cuba, os brasileiros agradeceriam!

Coly de Aguiar Campos colyacpieri@uol.com.br

Avaré

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NÃO FIQUE TRISTE, MARINA!

Inveja e olho gordo fazem mal para quem sente. Nós, brasileiros, tivemos muito orgulho em vê-la representando nosso país verde e amarelo. Agora, se se incomodaram... Azar!

Célia Henriques Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

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CONSTRANGIMENTO

Será que só eu, na minha completa ignorância psicológica, é que vejo disfarçado constrangimento da presidente Dilma, na foto estampada na edição de sábado do Estadão?

Aloisio Arruda de Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

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JECA NA CORTE

Dilma Rousseff comandou uma "caravana Rolliday" a Londres, pelo fato de ser o Brasil o local da realização da próxima Olimpíada, em 2016. Cultivando toda a megalomania da sua turma, imaginou que seria recebida pela rainha e que a convidaria para dar uma sentadinha no trono. Seria a glória tupiniquim. Acontece que Marina Silva, a convite do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres, entrou carregando o pavilhão olímpico na festa de abertura e, para acirrar mais ainda o ciúme da nossa presidente, Marina estava ao lado de nomes internacionais como Haile Gebrselassie, o maior fundista mundial, Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, Shami Shakrabarti, chanceler da Universidade de Oxford, e Mohamed Ali, o maior boxeur de todos os tempos. Não havia razão para tanto constrangimento da nossa presidente, afinal, se forem avaliadas internacionalmente a influência e a importância das duas, é fácil concluir: Dilma é mundialmente conhecida como a guerrilheira que queria cubanizar o Brasil e foi colocada como uma marionete manipulada por Luiz Inácio da Silva. Dilma deve a Marina, em parte, a sua presença no Palácio do Planalto. Marina entrou carregando a bandeira olímpica numa justa homenagem ao seu incansável trabalho em defesa do meio ambiente. Imagine o que acontecerá no Brasil, em 2016, se essa patuleia não for defenestrada.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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A PRESÇENÇA DE MARINA

A presença da Marina foi um pontapé nos traseiros do PT, do governo petista e seus ministros puxa-sacos que nunca se preocuparam com o meio ambiente, e sim com a posição politicamente correta. Parabéns, Marina! Quem é bom não precisa de apoio de ninguém.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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BRASILEIROS ORGULHOSOS

Parabéns, Marina Silva! Os brasileiros ficaram orgulhosos pela escolha. Aos demais restam as dores no traseiro e de cotovelo.

Jorge Wiszniewiecki jatw@terra.com.br

São Paulo

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SAIA-JUSTA PARA O GOVERNO

Se bem conhecemos o modus operandi dos nossos governistas, tão afeitos a vinganças, em nossa futura abertura da Olimpíada nada estranharemos se na presença de autoridades do governo britânico um membro oposicionista for convidado a ocupar o mesmo lugar que Marina Silva ocupou na abertura da Olimpíada de Londres. Quem disse que o COI precisa de autorização dos governos para homenagear grandes benfeitores reconhecidos pelo mundo? Parabéns a Marina, ficamos honrados com a escolha, representando o que há de melhor no Brasil.

Leila E. Leitão

São Paulo

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JILÓ SEM TEMPERO

A ciumeira absurda provocada na comitiva brasileira em Londres pelo reconhecimento dado pelo comitê londrino à ex-ministra Marina Silva durante a abertura dos Jogos Olímpicos de 2012 demonstra a falta de visão e de espírito republicano de um governo que tem Aldo Rebelo como ministro dos Esportes e Mercadante na Educação, Patriota nas Relações Exteriores e Celso Amorim como ministro da Defesa. Nenhum deles com nenhum carisma ou história se comparados a Marina, mas dependentes da sombra do ex-presidente Lula e cujo prestígio anda baixo, junto com a economia e os tropeços recentes do seu patrono. Petistas burgueses que suspiram de saudades de um socialismo do tipo esquerda festiva que nunca existiu e, se existisse, eles rapidamente desistiriam. Dá uma ideia do que se tornou o governo brasileiro atual, com uma equipe que mesmo com sete demissões é ainda de fazer inveja à de Sarney ou Collor, seja no quesito honestidade ou capacidade e, principalmente, carismáticos como um prato de jiló sem tempero.

Márcio M. Carvalho mmcoak@hotmail.com

Bauru

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RECONHECIMENTO JUSTO

Parabéns a Marina Silva por ter representado o Brasil na festa olímpica. Ela mereceu estar lá por seu exemplo de vida (quem não conhece sua biografia deveria conhecer) e pelo seu trabalho em prol do meio ambiente.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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SURPRESA

Num país que tem o rei Pelé, o rei Roberto Carlos e a rainha Hortência é, no mínimo, surpreendente ver a ex-ministra Marina Silva representando o Brasil na cerimônia de abertura dos jogos Olímpicos de Londres. Mas, pensando bem, quem já assistiu ao "doutorado" do ex-presidente Lula da Silva na Universidade de Coimbra não se surpreende com nada mais nesse mundo de Deus.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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EMOCIONANTE

Dilma Rousseff levar sete ministros em sua viagem aos Jogos Olímpicos de Londres, além de um absurdo, é um disparate. Principalmente se levarmos em consideração que existem delegações de países participantes que não levam tal número de atletas. Foi emocionante, arrepiante e quase levou às lágrimas a cena que presenciamos em que Dilma Rousseff foi recebida em Londres com beijos e abraços pelo bispo Edir Macedo, dono da Igreja Universal. Onde também desvendou uma placa comemorativa nos estúdios da Record, da qual ele igualmente é dono.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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NÃO É MOLE, NÃO

A Record está dando azar porque os brasileiros favoritos em alguns esportes já estão voltando para casa, ou seja, a audiência vai desabar. Para a coisa ficar pior, o pastor está enfrentando a concorrência de quatro canais da Globo, ou seja, se ficar o bicho come, se correr o bicho pega. Espero sinceramente que o Brasil ganhe medalhas, pois o que estamos gastando não é mole, não. Além do mais, o que o Sérgio Cabral gastou também não é para a coisa acabar logo. Que as franquias da Universal cubram as despesas, pois o que o povão dessa igreja doou não é mole, não.

Antonio José Justino anjogoma@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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SUFOCADOS PELA MODÉSTIA

A abertura no Rio será melhor, garante nossa presidenta - afirmação que nosso ex-presidente não teria deixado de fazer. Questão de estilo. Naturalmente os aduladores fizeram coro. Teremos uma escola de samba - de escola entendemos, os ministros da Educação, o anterior e o atual, que o digam. Sem contar que o ápice poderá ser alcançado com um salto de paraquedas de Luiz Inácio Lula da Silva. Podemos ficar tranquilos, pois já temos mais uma promessa.

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

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OLIMPÍADA 2016

A presidente Dilma Rousseff afirma que com uma escola de samba faremos melhor abertura da Olimpíada em 2016. Concordo. Um desfile com o tema mensalão contaria toda a História do Brasil, já que fomos criados em 2003. Ali Babá como o grande destaque e a deputada-dançarina como porta bandeira! Ah... E o Rio não ficaria atrás de São Paulo, pois, como se sabe, o estádio do Corinthians vai mesmo se chamar Mensalão, em homenagem ao seu grande torcedor.

Rubens Tarcisio da Luz Stelmachuk rtls@bol.com.br

São Paulo

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GROSSERIA PRESIDENCIAL

Causou grande tristeza aos brasileiros que assistiram ao Jornal da Band, no sábado à noite, ouvir o arrogante pronunciamento da presidente Dilma. Perguntada pela repórter se gostou da cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres, ela respondeu: "No Rio faremos melhor". Com isso ela não só não retribuiu a gentileza do convite da rainha Elizabeth para a cerimônia no palácio, como ao próprio Comitê Olímpico Internacional por recebê-la com honras. Também não representou os brasileiros, que certamente não cometeriam tal grosseria. Para muitos foi mais justa a homenagem feita pelo COI a Marina Silva, convidando-a para carregar a bandeira olímpica. Embora possa ser discutível em suas posições em ambientalismo, representou bem o Brasil como uma importante personalidade nacional, com um igualmente importante traço de caráter, a modéstia.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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ARROGÂNCIA

Impressionantes a prepotência, arrogância e falta de educação do brasileiro representado em Londres pela presidente Dilma Rousseff. Depois de ver a maravilha da festa de abertura, onde eles puderam mostrar a evolução de sua história do campo para a indústria, a contribuição literária para todos os gostos, a riqueza musical com os insuperáveis Beatles, Rolling Stones, Queen, etc., uma surpresa no acendimento da pira, que quebrou todos os apostadores profissionais, e finalmente o sir Paul McCartney ao melhor estilo Wilson Simonal regendo mais de 80 mil pessoas por muitos longos minutos. Dona Dilma, no dia seguinte, ao ser questionada disse que o Brasil vai fazer muito melhor, "vamos colocar uma escola de samba no gramado e arrebentar". Depois dessa só me resta uma expressão: "Meu Deus!".

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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POSTE NÃO DOBRA A ESPINHA

A prepotência arrogante da presidente ficou clara no cumprimento à rainha por ocasião da queda do leque real, quando não esboçou o mínimo gesto para apanhá-lo, até mesmo quando a própria majestade se curvou para pegá-lo. Senão pela coroa, ao menos pela idade da régia senhora.

Renata Velludo Junqueira rvjun@hotmail.com

São Paulo

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CONVIDADOS TRAPALHÕES

Peter Sellers, Dilma Rousseff e Galvão Bueno, não convidem esses três para a mesma festa de congraçamento. O primeiro, se vivo fosse, repetiria o desastre do filme Um convidado bem trapalhão (The Party), em que quase põe abaixo a mansão de um milionário produtor de cinema (alguém se lembra?). Os outros dois agiriam de maneira desdenhosa, como fizeram na abertura da Olimpíada de Londres, afirmando que a festa do Rio em 2016 será muito melhor. O tempo vai provar se têm razão ou não, mas não vai apagar de forma alguma a indelicadeza totalmente fora de propósito. Uma pena. Desperdiçaram ambos uma boa oportunidade para ficar calados.

Clodomir de Jesus Redondo clodoredondo@bol.com.br

Araçoiaba da Serra

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SARAH OURO

Sarah Menezes, a nossa Antares. Parabéns, Piauí!

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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MEDALHAS

O governo disse que espera do COB mais medalhas que nas Olimpíadas anteriores, considerando os recursos financeiros que o Comitê terá. Não adianta. Boa parte da verba para a Olimpíada é para viagens das autoridades e políticos. Viajam à custa do dinheiro do povo. Viram a quantidade de políticos na comitiva da presidente Dilma? Alguém ali pagou do próprio bolso? Claro que não. Então, como querem mais medalhas? Só se for para pendurar no pescoço dos políticos.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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SENHORA OBAMA

A Olimpíada de Londres tem uma estrela. Estrela por ser a primeira-dama do país que é, sem dúvida, o exemplo de democracia. Estrela também por sua atitude única de entrar em campo e participar com os demais presentes de uma brincadeira de futebol. A primeira-dama dos Estados Unidos da América, Michelle Obama. é, sem dúvida, uma pessoa fantástica.

Paulo Francisco Siqueira dos Santos paulof.santos@hotmail.com.br

Santa Rita do Passa Quatro

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QUEM PAGA A CONTA?

A presença de Marina Silva não deveria ser motivo de disputas políticas ou de ciumeira, pois o governo brasileiro se fez representar na abertura e os dividendos das reuniões não foram noticiados. Em meio a grave crise e às vésperas do julgamento do mensalão, a presidenta deixa o País e na sua companhia leva a filha. Espero que o contribuinte não esteja pagando a conta.

Yvette Kfouri Abrão abraoc@uol.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DE GOSTO

Roberto Cardinalli, turista brasileiro, dono de um restaurante no bairro de Perdizes, em São Paulo, capital, pagou a nota preta de £ 2.500 só para assistir à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos em Londres, e gostou. Achou que foi uma noite absolutamente inesquecível. Dona Dilma, nossa "presidenta", que deve ter sido convidada para a festa, esnobou, achando que os brasileiros poderão fazer melhor em 2016. Para dar mais ênfase ao caráter esportivo, desestimulando exagerados interesses comerciais, o Barão de Coubertain, criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, devia ter incluído no seu estatuto a exigência de que somente os países classificados até o 15.º lugar na última competição poderiam habilitar-se a sediar a seguinte. Com isso os governantes dos países interessados se preocupariam em investir mais na formação e no aperfeiçoamento de atletas do que na infraestrutura das instalações esportivas ou na produção do espetáculo da cerimônia de abertura das competições.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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GASTOS

O governo acaba de autorizar mais R$ 698 bilhões para custos de obras para a Copa. Definitivamente, essa é a Dilma que Lula e os companheiros corruptos sempre sonharam.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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CHEGOU A HORA

No Brasil, quando a população puder ser comparada ao mesmo nível de educação e cultura dos outros países, com certeza as organizações criminosas especialistas em assaltar os cofres públicos serão quase inexistentes. Os governantes seguirão o bom exemplo deles, pedirão perdão pelos seus delitos cometidos e reagirão contra a tentação de reincidir. Agora, finalmente chegou o momento tão esperado pelo julgamento dos réus do "mensalão", que maliciosamente, com as novas declarações, tentam confundir, para, na dúvida, conseguirem a absolvição.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

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MENSALÃO DO PT

A arca que não é de Noé - do Tesouro? - desliza na calmaria do esquecimento, dando tempo ao tempo, mas de leve navega no canal da impunidade, como sói acontecer. De 2005 a 2012. Agosto do fato, agosto do julgamento. É o que parece, mas não o que sociedade espera. Rolam notícias de "cantadas" aos ministros abafadas pelas caudalosas cachoeiras e clarinadas dos telejornais em alvos compensadores da oposição. Ações secundárias e ataques diretos conjugados. A decisão do Tribunal de Contas da União, baseada em voto da ministra Ana Arraes, mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), base do governo, considerou regular o contrato da agência de Marcos Valério com o Banco do Brasil. Bombástica e oportuna na tentativa de anular o ilícito já apontado no desvio de recursos públicos. Mas não há como esconder as evidências diante do depoimento de Lula (ago/2005): "Eu me sinto traído, traído por práticas inaceitáveis,... nós temos de pedir desculpas. O PT tem de pedir desculpas. O governo, onde errou, tem de pedir desculpas". Desculpas que não substituem julgamentos e penas judiciais; confessadas irregularidades. Como causa, a refletir sobre impunidades, algumas amarras estão presentes nos tribunais, a criar fragilidades nos julgamentos pelas nomeações políticas e não técnicas, mas de acordo com a Constituição. Ao abordar o Poder Judiciário nos princípios básicos do Estatuto da Magistratura, impõe que o ingresso na carreira, será como juiz substituto e através concurso público. O Supremo Tribunal Federal, a quem compete processar e julgar o presidente da República, os membros do Congresso Nacional, etc., tem os seus ministros escolhidos dentre cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada, nomeados pelo presidente da República. O STJ conta com um terço, em partes iguais, dentre advogados do notório saber e reputação ilibada, indicados pelos órgãos de classe e membros do Ministério Público Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, nomeados pelo presidente da República. Idem relativamente aos Tribunais Regionais Federais, aos Tribunais dos Estados, com um quinto dos seus lugares preenchido por membros de carreira do Ministério Público, e de advogados do notório saber e reputação ilibada, indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes, enviada ao Poder Executivo para nomeação e, no Tribunal Superior do Trabalho, 1/5 dos seus membros de advogados/MPT, do notório saber e reputação ilibada, nomeados pelo Presidente. O Tribunal Superior Eleitoral tem, além dos três do STF, mais dois advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo próprio STF e, nomeados pelo presidente da República. Tribunal com poder elevado nas questões políticas, pois são irrecorríveis as suas decisões, com poucas exceções. Os Tribunais Regionais Eleitorais contam com dois dos seus juízes, oriundos de indicação do Tribunal de Justiça, advogados do notável saber e idoneidade moral, por nomeação do presidente da República. O Superior Tribunal Militar tem três ministros civis, advogados "com os mesmos atributos", escolhidos pelo presidente da República. O Congresso Nacional, para exercer o controle externo, dispõe do Tribunal de Contas da União, com dois terços dos seus ministros escolhidos pelo próprio Congresso, possuidores de idoneidade moral, reputação ilibada, notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública. Não se pode aferir o conhecimento ou o caráter dos nomeados por imposição legal e por incapacidade de aferir-se o conteúdo das consciências. Entretanto, a exigência do concurso público, como um dos fundamentos para o exercício da atividade com independência, difere dos critérios da indicação. Nesse caso, a gratidão dos nomeados pode pesar na decisão que os verdadeiros independentes repugnam. O normal é a ascensão na carreira, aperfeiçoamento, experiência por muitos anos e filtros, dedicação e mérito. Imperfeitos, mas os melhores.

Nem podem os tribunais içar a bandeira de partido político.

Ernesto Caruso egcaruso@gmail.com

Campo Grande

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ÉTICA

O mês de julho chega ao fim... E o julgamento do mensalão já vai começar. Quando será que o exmo. sr. José Antonio Dias Toffoli, "ex-advogado do PT, ex-assessor de José Dirceu, ex-integrante do governo que inventou o mensalão, ex-sócio do escritório que defendeu três mensaleiros e até hoje amigo de alguns dos mais destacados réus do processo", segundo a Veja, vai brindar o Brasil com sua renúncia à participação nesse processo? Será que esse senhor ainda desfruta um resquício de decência?

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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SUSPEITO NÃO, CÚMPLICE

O ministro José Dias Toffoli, do STF, não deveria mesmo julgar o mensaleiro José Dirceu, entre outros criminosos do mensalão, não por ser considerado "suspeito" no tocante à toga, mas por ter sido advogado do chefão público da "quadrilha" (existe o chefão oculto, um que tem nove dedos) e indicado por esse mesmo réu ao cargo que hoje ocupa, ou seja, entrando pela porta dos fundos na magistratura, o sr. Toffoli tem tudo é para ser cúmplice mesmo...

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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MENTOR DO MENSALÃO?

No fato (coletivo de cabras) do PT, José Dirceu é bode expiatório.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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BENIGNO E MALIGNO

Graças a Deus o tumor encontrado no pâncreas de Roberto Jefferson não é maligno. O mesmo não se pode dizer daquele encontrado no Senado Federal. Chamado de mensalão, além de maligno, está disseminado em toda a corporação. E é uma grande bobagem ficar especulando sobre qual será o resultado de seu julgamento. Se o atual poder constituído quiser, leia-se PT, dará o resultado que bem lhe aprouver. Com certeza não serão culpados. E ponto final.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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INVENÇÃO?

Pode até ser que Roberto Jefferson tenha inventado o "mensalão", como apresentou a defesa do dito mandante, Zé Dirceu. Poderia ter sido pezão, maozão, golpezão, afanão ou qualquer outro adjetivo que mostrasse o roubo aos cofres públicos cometido pela "quadrilha" e seu mandante. O nome realmente não importa, mas a população precisava de uma referência para não esquecer a maior tentativa de golpe contra a nossa democracia depois da ditadura militar!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O JULGAMENTO DO POVO

Eliana Calmon declarou que o STF será julgado pela opinião pública. Foi, logicamente, criticada pelo comentário. Indo além, quem realmente será julgado é o povo brasileiro. Se o julgamento acabar em pizza, qual será a reação do povo? Qual será a capacidade de mobilização pelo desejo de justiça? Ficaremos indignados o suficiente para parar o País pedindo justiça? Também serão julgados todos da geração cara-pintada usados como instrumento pelo ex-presidente Lula, via PT, hoje homens e mulheres maduros e suficientemente informados para repetirem o ato acompanhados de seus filhos, ainda crianças ou adolescentes. O julgamento do mensalão será um divisor de águas, da água límpida e da do esgoto. Os réus alegam que não existem provas da existência do mensalão, mas existem provas de que parlamentares, esposas de parlamentares e laranjas retiravam mensalmente dinheiro na boca do caixa. Se cara de pau fosse crime, estariam todos na cadeia!

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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O COMEÇO DO FIM

Nunca antes neste país uma "quadrilha" foi tão organizada e levou tanto de tão poucos. Nunca antes neste país até o filho do "cara" levou a mixaria de 5 milhões da Telemar por ser um gênio. Nem Colombo, que pôs o ovo em pé, recebeu algo similar. Agora a jogada dos Ali Babás do poder paralelo e da compra desenfreada de tudo e de todos, quer por que quer que o filhinho do chefe Lula seja tirado fora do mensalão, afinal de contas, o garoto, de tão importante, tinha até passaporte diplomático. Nunca antes neste país os filhos de um presidente após sair do cargo tinham feito isso. Ou seja, em matéria de ética, Lula e o PT estão mais para Venezuela do que para Brasil. Espero que o "Lulinhagate" se arrebente e mostre a que veio essa corja. E que devolvam os valores, atualizados, para podermos ter mais bolsas-esmola com o dinheiro deles.

Kaled Baruche kbaruche@bol.com.br

Belo Horizonte

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PIZZARIA PLANALTO

No anonimato, impunemente, o mentor articula a absolvição dos envolvidos no mensalão. Alguém vai ter de ser o boi de piranha, mesmo que levemente, haverá punição. Não tem como escapar diante de insofismáveis provas. Biblicamente o julgamento foi protelado durante sete anos de vacas gordas, agora chegou o momento das vacas magras, mas o beneplácito da Corte, serviçal ao padrinho, terá mão leve, embora a sociedade, a fim de dar um basta na impunidade que grassa no País, clame por exemplar punição. Na encenação, para atender à sociedade, os mensaleiros, que nunca foram presos, finalmente serão libertos para "dormir o sono dos justos", diante da comunidade atônita.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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LULA

O que a Nação gostaria de saber é: por que Lula está dedicando

tanto empenho à absolvição de alguns implicados no mensalão?

Não seria o caso, pelo menos a bem da justiça, que ele mantivesse

Posição neutra, uma vez que se diz inocente e ignorante de tudo?

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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ABSURDO

Diz o ditado popular: "quem não tem cão, caça com gato". Mutatis mutandis, a defesa de Dirceu, à míngua de argumentos, no STF vai negar que o mensalão existiu. Que absurdo! É o mesmo que negar que a água que bebemos e a que forma os mares e os oceanos não é uma combinação de dois gases (H2O). É negar a prova inquestionável da prática de crimes por 38 réus, comprovados à saciedade pelos elementos existentes nos autos, como também por fatos públicos e notórios. Negá-lo (o mensalão) robustece a acusação. Pois contrairá o termo e a locução latinos jurídicos, que a justiça dos tribunais sempre acolheu - non probandum factum notorium, ou um fato notório não deve ser provado. Esclarecendo: "não deve" é o mesmo que "não precisa". Perdido, truco!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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APENAS EU?

Será que sou o único cidadão brasileiro que não concorda que o julgamento do mensalão seja chamado, neste momento, de o grande acontecimento para a História do Brasil? Apenas eu rejeito o título de grande duelo do século 21, como a grande Yvonne Magiee chamou o ponto final do escândalo que começou em 2005? Para blindar os ataques ostensivos que essa opinião possa fustigar, e como o dito popular sempre clamou, é melhor não contarmos com o ovo no... da galinha. A despeito de exemplos passados, antes que qualquer réu seja julgado, podemos, sim, afirmar que esse julgamento tem força para marcar a História do Brasil como um divisor imaginário do antes e depois da ladroagem política nacional. Que o justo e o certo prevaleçam na mente dos julgadores.

Pedro Beja Aguiar Pedro pedrobejaaguiar@gmail.com

Rio de Janeiro

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MAIS UMA?

Tenho certeza que o mensalão não revelará outra quadrilha criminosa: a Judiciária!

Helio Fausto de Carvalho Leistner leistner1@terra.com.br

São Paulo

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COBERTURA DO MENSALÃO

Quero parabenizar o Estado pelo encarte do dia 29/7 sobre a história do mensalão, colocando em sua primeira página o José Dirceu, executor. Mas faltou o chefão Luiz Inácio "Lulla" da Silva. É uma pena que poucos sejam os que lêem o Estado, e muitos já se esqueceram dessa "quadrilha". O "Lulla" ainda tem a cara de pau de temer pelo resultado do julgamento, preocupado que essa decisão manche seu governo. Eu vou responder a "elle": seu desgoverno já está manchado desde a sua entrada em 2003. A partir dessa data, os valores morais do País foram afetados pela corrupção, pelo toma lá, da cá, pelas mentiras, pela falta de capacidade de empreender, de investir na educação, na saúde, no bem-estar da população. Hoje o que se vê é um povo endividado pendurado nos bancos e nas esmolas do governo. Logo, sr.

"Lulla", seu governo e o da sua sucessora já estão manchados pela corrupção, pelas greves e pela desindustrialização. Vocês acabaram com o Brasil e desiludiram o jovem brasileiro que via no PT um caminho para o desenvolvimento. Ledo engano, vocês do PT só pensaram nos "cumpanheiros", encheram os bolsos, vomitaram mentiras, omitiram a crise e mais uma vez o crescimento do PIB será zero. Só esperamos que esse julgamento seja imbuído de retidão e que os homens de capa preta ajam com honestidade, embora saibamos que o Toffoli é amiguinho de alguns dessa "organização criminosa". Ao povo brasileiro peço que reze para que Deus ilumine a cabeça de cada juiz no julgamento desses corruptos.

José Saez jsaez2007@gmail.com

Curitiba

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PALHAÇOS

Parabéns ao fotógrafo do Estadão, pela sua arte fotográfica e pelo senso crítico de mostrar o que pensa o criminalista José Luis Oliveira Lima do povo brasileiro: idiotas e palhaços.

João Ricardo Silveira Jaluks jr.jaluks@estadao.com.br

São José dos Campos

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VAMOS ESPERAR

O dr. José Luís de Oliveira Lima, advogado de José Dirceu no processo de julgamento do mensalão e que se transformou, agora, em verdadeira pantomima, adota a mesma tática (ou técnica?) de repetir, repetir e repetir, sempre, a mesma mentira, até que o próprio mentiroso acredite ser a mentira a legítima expressão da verdade. Aliás, a mesma técnica de Lula, Dirceu, Delúbio, Erenice, Genoino, Tarso Genro, Berzoini, toda a cúpula do PT e do centro duro do governo e, last but not least, Hitler, Goebels, Speer, Himmler, etc. Esse negócio de que "o mensalão não existiu" ou "o mensalão é uma farsa" já está prá lá de Marrakesh! Faz até lembrar "alguém" que iria pôr os pingos nos is e não colocou sequer a cedilha nos cês. Será que esse pessoal do PT ainda não aprendeu que com a verdade não se brinca? Já nos ensina há muito tempo o velho refrão: "se tu mentes, sai da frente! A verdade vem atrás..." Tenha-se paciência! Basta esperar que termine esse tal... julgamento, tranquilamente.

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

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SÓ A VERDADE

O advogado do ex-ministro José Dirceu surpreende com a tese de que o "mensalão" não existiu (Estado, 30/7). Seria apenas fruto da vingança do ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, que teria inventado a história só para derrubar o ministro. A prevalecer esse argumento, será necessário repensar todo o processo jurídico brasileiro e também o sistema de relações políticas e institucionais. Se o mensalão não existiu, os órgãos policiais, o Ministério Público e o próprio Supremo perderam sete anos de seu precioso tempo e uma vultosa soma de dinheiro público. Também teriam sido injustamente prejudicados os dois cassados - os próprios Dirceu e Jefferson -, o operador petista Silvio Pereira, que já cumpriu pena, e os outros 36 réus do processo. Não havendo o crime, toda essa gente poderia, até, pleitear algum ressarcimento de danos econômicos e, principalmente, morais. E o empresário Marcos Valério, que já esteve preso e teve sua reputação destruída, que reparação mereceria? Há que lembrar, ainda, que o mensalão foi denunciado a partir da filmagem do diretor dos Correios, que recebia propina do empresário e bicheiro Carlinhos Cachoeira. Se prosperar a tese de negativa de existência do crime, não poderemos estranhar se, em breve, também se venha a dizer que tudo o que se falou de Cachoeira é mentira e ele venha a ser posto em liberdade, como pedidos oficiais de desculpas e o direito de reclamar indenização...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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FICARAM RICOS?

Tenho na memória a trajetória do PT. Nunca aderi, mas observei. Já se vão os tempos em que vendiam bottons, panfletos e outros objetos para arrecadar fundos, visando a manter o partido funcionando. E o que se vê hoje? Campanhas eleitorais milionárias, banca de advogados renomados e caríssimos à disposição do "comando" e inúmeras mordomias. Os militantes recebem bandeiras e bonés para inflar a imagem no horário eleitoral gratuito e os mais sortudos ganham um "cabide" no serviço público, pago pelo contribuinte, evidentemente. E assim segue o Brasil de todos.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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AMIGO DO DIRCEU

Um povoado rural do centro do México declarou guerra ao homem mais rico do mundo, o magnata mexicano Carlos Slim. A causa é impedir que Slim explore, por meio de sua mineradora, algumas jazidas de ouro e prata na região, o que pode levar a riscos ambientais. As jazidas estão localizadas na montanha La Espejera, em Tetela de Ocampo, no Estado de Puebla, onde a mineradora Frisco, de propriedade de Slim, obteve uma concessão para explorar jazidas minerais por 50 anos. Se o Slim está levando, espero que sobre algo para o Zé Dirceu, na verdade, o cara escondido atrás do Lula. Que a justiça seja feita e todos esses mensaleiros sumam da vida pública e entrem de cabeça na privada.

Antonio José G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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INGERÊNCIA IDEOLÓGICA

Como cidadã de São Paulo - Estado e cidade mais ricos, maiores e mais importantes do País - dispenso veementemente todo e qualquer tipo de ingerência de toda e qualquer esfera federal, em especial se ligada aos PeTralhas, ideologicamente ou não. Nós, aqui, temos governo. Queiram os senhores ou não. Não precisamos nem de "unidades pacificadoras", nem de nada do tipo. Repito: temos governo. E governador. O recado das urnas é claro há duas décadas: PT aqui, não! Nossa Polícia Militar não é perfeita, mas é modelo. A enorme maioria de seus integrantes é composta de policiais não violentos, que se arriscam por nós em troca de um salário de miséria e condições de trabalho difíceis, para dizer o mínimo. Em vez de atacar a corporação, alvo do ranço delirante das esquerdas nostálgicas, cuide o procurador do Ministério Público Federal do que lhe compete: talvez investigar por que a cada eleição nossos PMs são fuzilados, atacados e enxovalhados ; talvez polir sua própria imagem, arranhada por um processo de improbidade administrativa.

Marly N. Peres lexis@uol.com.br

São Paulo

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A FEIRA DA PRAÇA ROOSEVELT

Domingo parece ter sido o último dia da tradicional feira da Praça Roosevelt, no local que foi seu endereço, aparentemente, durante 47 anos (na verdade, ela esteve na Rua João Guimarães Rosa durante a maior parte desse tempo e nos últimos meses, na Rua Gravataí). Ao passar no domingo por ali, vi um mural em que estão afixadas páginas de jornal com as notícias sobre a transferência da feira. Os moradores da região não foram consultados, os feirantes tampouco. Foram feitos abaixo-assinados e passeatas contra a mudança de lugar. Por que a arbitrariedade de transferir a feira? Durante todos esses anos a praça esteve ali e a feira, também. Agora que a praça está "bonitinha e elegante", nosso prefeito quer mover a feira para a Rua Major Quedinho, segundo ele, "a apenas dez minutos a pé" - para quem só anda de helicóptero é fácil falar. Em nossa vizinhança há muitas pessoinhas idosas, para quem esses minutos a pé não se resumirão a "apenas dez", carregando sacolas ou arrastando carrinhos (e na volta, é subida!), o que acabará impossibilitando a ida à feira. Além disso, a Rua Álvaro de Carvalho é perigosa, sempre há assaltos por ali. O que foi que mudou? Na praça já tivemos um supermercado, que muito nos faz falta hoje. Depois, ela esteve invadida pelos skatistas, que não deixavam ninguém andar a pé por ali, e já esteve dominada por traficantes. Mas a feira nunca saiu dali. Por que transferi-la agora? Será que o pessoal que frequenta a praça não terá vontade de comer um pastel? Nesta região não temos um sacolão decente (o mais próximo está no meio de uma escadaria, entre as Ruas Augusta e Avanhandava, que, além de ser perigosa para os idosos, é um banheiro a céu aberto), nem supermercado próximo, ao qual ir a pé, sem ter de atravessar a Consolação ou subir a Frei Caneca. Se for absolutamente necessário transferir a feira, acho que seria excelente e inteligente usar o tramo do Elevado Costa e Silva que desemboca na Consolação. Aos domingos, o Minhocão está fechado, e essa feira é pequena, poderia perfeitamente ser ali. Quem quiser andar de bicicleta, fazer caminhada ou passear com seu cachorro poderá usar o outro tramo, é só passar pela "ilha". Fica a sugestão. A Major Quedinho é longe demais.

Lia Zalszupin lia.z29@gmail.com

São Paulo

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DITADURA DISFARÇADA

A estratégia usada pelos governos numa desapropriação é jogar o preço do imóvel lá em baixo, informa o advogado Ventura Pires (23/7, B1 e B3). Já que os juízes quase sempre autorizam ao Executivo a imissão de posse, temos um comprovante de que quase sempre o Judiciário está a favor do Executivo. Ora, quem precisa do Judiciário são as pessoas físicas e jurídicas que estão sujeitas às arbitrariedades dos governos, e não o Executivo - que tudo pode. Tenho, portanto, três perguntas interligadas: os três Poderes são independentes? Para que serve o Judiciário? Estamos numa ditadura? Se há uma democracia neste país, há necessidade de independência nos julgamentos e urgente lei federal disciplinando o pagamento pelos valores reais do mercado no ato da desapropriação - incluindo a suspensão de desapropriações no País até a promulgação da necessária legislação.

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br

São Paulo

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'TROTE'

Levantei cedo e fui para a internet tratar as pendências e receber mensagens do exterior, que praticamente sempre são em inglês. Feito isso, peguei meu jornal e continuei lendo sem perceber que estava lendo também o Estadão em inglês. Li quase toda a primeira página, achando ótima a definição de "dazzling" para o passe de calcanhar de Neymar, convertido em gol a seguir. Só nas notícias de rodapé me dei conta de que estava lendo tudo em inglês, no excelente trabalho conjunto da redação do Estadão e da Ogilvy. Levei trote do anúncio mais bem-humorado do ano e envio parabéns a todos os envolvidos, inclusive ao anunciante Red Balloon.

Pedro John Meinrath telemake@terra.com.br

São Paulo

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