Fórum dos Leitores

MENSALÃO

O Estado de S.Paulo

04 Agosto 2012 | 03h08

Lula e a fábula de Esopo

Tal qual a raposa da fábula, ao não reconhecer as próprias limitações, Lula, diante da realidade do julgamento do mensalão, disse aos jornalistas que o questionaram sobre sua atenção aos debates no Supremo Tribunal Federal (STF): "Tenho mais coisas para que fazer do que isso. Quem tem de assistir são os advogados". Derrotado em suas muitas tentativas de desmentir a existência do mensalão, achou melhor dar a perceber que as uvas estão verdes.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Pressão

"Tenho mais coisas para fazer"... Interessante que Lula não tenha achado a mesma coisa na ocasião em que, num jantar em Brasília, pressionou o ministro Gilmar Mendes, do STF, pelo adiamento do julgamento do mensalão.

ESTHER BRITO M. DE AZEVEDO

lmma@terra.com.br

São Paulo

Preocupado

Essa declaração de Lula me faz lembrar a historieta de um avô que foi ao zoológico com seu netinho. Lá pelas tantas, em frente ao local onde estava um leão, o animal deu um urro. O netinho, então, puxou o avô pela mão, dizendo: "Vovô, vamos embora que você está com medo do leão".

MARIO HELVIO MIOTTO

mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

Não está vendo?!

Duvido que Lulla I - e último, se Deus quiser - não esteja acompanhando o julgamento do mensalão, a "obra de ficção" criada por Roberto Jefferson e pela imprensa imperialista brasileira. Pelo menos deve estar roendo as unhas e sendo abastecido de informações o tempo todo. Esta, sim, é a verdadeira Olimpíada brasileira, e não a fantasia de Londres ou do Rio de Janeiro. Nossa realidade é bem mais triste que a de outros países. Não temos dinheiro para apoiar os esportes, para garantir uma boa educação nem para acabar com as filas do SUS, aquele sistema que está "à beira da perfeição", porém é solenemente desprezado pelo nosso excelentíssimo, salve, salve, ex-presidente, que prefere entrar pela porta dos fundos e ser recebido pelos melhores médicos do País numa ilha de excelência chamada Hospital Sírio-Libanês. Temos dinheiro em Jersey - de outro que disse que nunca desviou um centavo -, na Suíça, com certeza, e em outros paraísos fiscais, surrupiado sem escrúpulos por alguns de nossos par(a)lamentares. Triste país, lamentável a nossa sina de sermos coadjuvantes em várias modalidades esportivas, porém campeões na falta de moral e de ética, na corrupção, nos desvios de conduta e de dinheiro. Esta outra Olimpíada é exclusiva nossa e, infelizmente, nela ninguém nos bate nesses quesitos. Somos medalha de ouro, como convém àqueles que tanto gostam desse metal.

RENATO CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

Acompanhamento

Felizmente, temos uma "Comissão da Verdade" que acompanhará atentamente o processo do mensalão no STF e dará suas conclusões ao povo brasileiro.

LÍGIA MARIA VENTURELLI

lmfiora@uol.com.br

São Paulo

Ditadura petista

O partido de Lula, mostrando mais uma vez sua vocação reacionária e opressiva, agora quer retaliar o relator da CPI dos Correios (2005), deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), por ele ter dito, em entrevista ao Estado, que na época a comissão não se aprofundou mais nas investigações do mensalão porque o PT não permitiu, com a atuação de sua "tropa de choque". Ou seja, diante dessa afirmação do probo deputado paranaense, certamente muitos outros petistas deveriam fazer parte da "quadrilha" que está sendo julgada no STF. Lamentável! A penalidade pretendida para Serraglio é a perda da vice-liderança do governo na Câmara. Mas nem com essa estúpida ameaça petista o deputado se curvará às picaretagens costumeiras dos comandados de Lula. Essa gente do PT pensa que todos os aliados são seus serviçais! Se Osmar Serraglio deixar esse cargo no Parlamento, quem perde é o Brasil, tão necessitado de pessoas sérias e comprometidas com a Nação. Aliás, nós só perdemos com o PT no poder...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

MERCOSUL

O papo do bufão

No ingresso do ditador venezuelano no Mercosul, a trágica figura, para se destacar e exibir o que não possui, alardeou a aquisição de seis aviões fabricados pela nossa Embraer, o que, na realidade, não passa de engodo, pois se realmente tivesse intenção de comprá-los se dirigiria aos escritórios da empresa para formalizar o negócio, e isso ainda não ocorreu. A compra é fictícia, como tudo o que advém de demagogos e oportunistas, como Evo Morales, Cristina Kirchner, Lula, José Mujica... E não podia ser diferente. Se Chávez, de fato, tenciona adquirir os aviões, como grande aproveitador do nosso governo, ele o fará por doação, via BNDES, que nas mãos dos petralhas se abre para os extremistas. Dos brasileiros eles apenas esperam os votos.

WALTER GASTALDI

waltergastaldi11@hotmail.com

Londrina (PR)

BNDES e Chávez

O BNDES é instrumento político ou instituição de fomento à indústria brasileira?

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

MEMÓRIA

Fauze Carlos

A sociedade perdeu, em 20 de julho, um grande médico e político dedicado à saúde pública: Fauze Carlos, falecido aos 91 anos. Conheci-o nos anos 70, quando ele era diretor do Instituto Butantan. Com intensa atuação política, foi secretário municipal e estadual da Saúde de São Paulo, deputado estadual por quatro mandatos e deputado constituinte. Seguiu os passos do irmão, o grande tribuno deputado Emílio Carlos, imortalizado com seu nome dado a uma avenida na zona norte da cidade. No meu livro Libaneses e Sírios que Fazem o Brasil (Editora CLC), que lançarei segunda-feira no Ciee, lembro a ligação de Fauze Carlos com a história do Hospital do Coração (HCor), referência no setor. Foi ele que, em 1968, aproximou as diretoras da Associação do Sanatório Sírio de seu colega Adib Jatene. Elas queriam construir um hospital de cirurgias torácicas no bairro do Paraíso, repetindo o sucesso do sanatório de Campos do Jordão, mas Jatene ponderou que, com os avanços no tratamento, era cada vez mais rara a necessidade de internação de pacientes de tuberculose. Sugeriu, então, que o hospital fosse dedicado a cardiopatias, pois só havia um no gênero em São Paulo, o Dante Pazzanese, onde Jatene trabalhava. Sugestão aceita, fez-se intenso esforço para adaptar o prédio, já com as estruturas prontas, ao que seria o HCor. O sanatório foi desativado em 1984, transformado no Museu da Tuberculose.

CARLOS ABUMRAD

sintoniatotal@uol.com.br

São Paulo

 

 REGRA DO JOGO

No início do emblemático mês de agosto, o julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal é, significativamente, importante. O fundamental seja qual for o resultado é que seja o mesmo acatado pela sociedade brasileira. Essa é a regra do jogo democrático que jamais poderemos fugir, sob pena de não podermos no futuro evitar eventuais desvios de conduta, como estão sendo agora julgados.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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BATE-BOCA

É o fim da picada a Nação ter de assistir a mais um deplorável bate-boca entre ministros do Supremo Tribunal Federal sobre um assunto ainda mais de rotina: se um determinado processo deve ou não ser desdobrado. Se esse assunto já havia sido decidido anteriormente, o presidente do tribunal deveria ter simplesmente dado o caso por encerrado e ponto final, e não permitir mais discussões sobre o assunto. Ou os membros desse tribunal não seguem regras de procedimentos?

Domiciano de Souza Dias domicianodias@hotmail.com

Brasília

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JULGAMENTO

Ao chegar ontem ao prédio do Supremo Tribunal Federal, o advogado de Roberto Jefferson, Luiz Francisco Correia Barbosa, usou metáforas futebolísticas para tentar desqualificar o trabalho do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, autor da denúncia contra o presidente do PTB e outros réus no caso do mensalão. Gurgel leu ontem sua acusação. Já o advogado Antonio Carlos de Almeida, o Kakay, disse que Gurgel é "ruim de retórica". O STF julga 38 réus acusados de envolvimento no suposto esquema do mensalão; veja quem são. "Além desse atacante (Gurgel) não jogar nada, é ruim de bola", ironizou. Para Barbosa, o estágio atual do processo é de "um jogo de futebol sem goleiro nem zagueiro, com um centro-avante (Gurgel) que joga sozinho. Ou seja, cada um quer se defender do jeito que der,se gritar pega ladrão não sobra um, meu irmão. Espero que o Lewandowski fique do lado certo. Ele foi indicado pelo Lula, por isso, onde passa boi passa boiada. O diabo veste PT e saudações.

Que se expliquem, mas não se compliquem, pois está tudo mais claro do que a água. O poder pelo poder não tem escrúpulos nem valor, só ambição e ganância.

Antonio José G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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LEWANDOWSKI

Tenho certeza que a maioria do povo brasileiro que assistiu o primeiro dia de julgamento do mensalão ficou boquiaberto como eu, no momento em que o ministro Ayres Britto queixando-se da demora ouviu Lewandowski dizer que "a vida, a honra e a liberdade" dos réus do mensalão estavam em jogo e mais: “o senhor quer impedir que eu faça o voto?", perguntou Lewandowski ao ministro Ayres Brito. Ministro Ricardo Lewandowski, a honra e a liberdade dessa turma do mensalão já foi para o beleléu. A vida dessa turma deve ter continuidade na cadeia. Esperamos que o senhor e o ministros Marco Aurelio Melo tratem bem dessa turma lá no xilindró.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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CALENDÁRIO APERTADO?

Não se sabe como o julgamento do chamado “mensalão", nome genérico do processo em que se julga como o dinheiro público foi criminosamente usado para que o projeto de poder de um partido fosse levado ao sucesso e dos meios escusos que foram usados para isso, acabará. Mas seu começo certamente já nos deu uma visão do que pode acontecer, principalmente quando juízes se acham no direito de abusar da paciência das pessoas que assistem e que participam do processo... E foi isso que o ministro Lewandowski fez quinta-feira ao falar por 80 minutos sobre um assunto já anteriormente abordado e julgado pelo tribunal, com palavras claramente provocativas, sem contar que já tinha redigido toda essa falação, quer dizer, já sabia e esperava que o pedido feito pelo advogado Márcio Thomaz Bastos fez, não sem antes fazer elogios e salamaleques à este, colocando-o acima dos outros advogados. Tal manobra foi claramente para enrolar e procrastinar o julgamento. O ministro não só já tinha 70 páginas escritas como, sem citar nenhum dos crimes a serem julgados, reclamou da pressa no julgamento. Talvez ele esteja vivendo em outro planeta, pois o caso aconteceu em 2005 e sete anos depois ele vem falar de "calendário apertado"?! Alguns dos crimes julgados como, por exemplo, o de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva fazem parte dos piores que nos afligem.

Será que este senhor não os considera deletérios para o Brasil?

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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AGORA JÁ SABEMOS

Bem, pelo menos agora já se sabe o que Lewandowski estava fazendo que não entregava logo a revisão do processo do mensalão: ele estava trabalhando diuturnamente na elaboração de medidas protelatórias com a clara intenção de adiar e tumultuar o julgamento. Nada como um dia atrás do outro, né, ministro?

Rodrigo Borges de Campos rodrigonetto@rudah.com.br

Brasília

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JOGO SUJO

Logo na abertura do esperado julgamento mensalão, o ministro Ricardo Lewandowski do STF ressuscitou uma questão já resolvida por mais de duas vezes pelo próprio tribunal. Como se não bastasse o incompreensivo atraso da entrega de seu trabalho de relator do processo, o ministro irritou seu colega Joaquim Barbosa. Parece que há um acordo oculto entre o advogado dos réus, Márcio Thomaz Bastos e Lewandowski, para favorecer a prescrição de uma grande parte da quadrilha. Essa parte dos réus não teria direito ao julgamento no STF e deveria ser objeto de julgamento num tribunal inferior. Esse fato certamente favoreceria à prescrição e consequente frustração da maioria da população brasileira. Aceitamos uma defesa legítima e limpa, mas este caso parece mais um golpe sujo de jogador de futebol desleal, em jogo decisivo de final de campeonato.

Mario Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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VAI DAR EM ALGO?

Há sete anos espera-se pelo julgamento, há seis meses, pela revisão do juiz Lewandowski e perde-se o primeiro dia com inúteis bate bocas sobre a competência do STF para julgar o caso? Infelizmente vai ser difícil mudar a sensação de que todo esse circo foi montado para uma grande encenação com nenhuma consequência. Se penas houverem, não serão cumpridas e o dinheiro roubado não será devolvido. Melhor seria se esse julgamento também não acontecesse. Assim, pelo menos não teríamos de nos sentir diariamente debochados, roubados e ridicularizados por esse punhado de escroques amigos do rei.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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PICADEIRO DOS TOGADOS

O primeiro dia do julgamento do mensalão foi patético: o ministro Ricardo Lewandowski, amiguinho da megacafona ex-primeira dama Maria Letícia Lula da Silva, com o suspeito ministro José Antonio Dias Toffoli, defendendo ferozmente os interesses de Lula e dos mensaleiros petistas. Uma Corte típica de país de Terceiro Mundo, pilhas de processos aparecendo atrás dos ministros, advogados “pop star". Enfim, será um circo em que os palhaços e o povo brasileiro mais uma vez terão a certeza de que impunidade é uma instituição genuinamente brasileira. Já o ex- presidente Lula disse: “Tenho mais o que fazer" ao ser questionado se iria assistir ao julgamento do mensalão. Não tenho dúvida nenhuma, que tinha mesmo mais o que fazer como: contar os dividendos proporcionados pela “quadrilha” que ele comandou, tomar vinho com Duda Mendonça, verificar as ações na bolsa de uma companhia telefônica que tudo leva a crer é sócio junto com o filho, arquitetar uma difamação contra José Serra. O legado lulista já começa a ser taxado pela população menos esclarecida, como corrupto, por meio do mensalão, esse é o grande pavor de Lula da Silva.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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UMA PENA

O ex-presidente Lula afirmou que, por estar trabalhando, tinha "mais o que fazer", por isso não assistirá às sessões do STF sobre o mensalão. Uma pena, pois talvez perca a última oportunidade de tomar conhecimento de todos os acontecimentos lamentáveis que, em pleno exercício de seu governo, dizia desconhecer, origem das investigações sobre o maior esquema de corrupção política que se tem notícia na História do Brasil. Por outro lado, "trabalhar", no que lhe diz respeito no caso presente, significa exercer influência com fins eleitorais e de poder, por todos os meios, inclusive junto à suprema Corte, bem distante de atividades que deveriam fortalecer os princípios, hoje meio desacreditados, do PT, do qual é figura principal.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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O GURGEL ‘TOFFOLOU’

Pois é, começou o circo do "mensalão" e já saiu a primeira defecção e de quem menos esperávamos, do procurador Gurgel que montou a acusação e cabia a ele o pedido de impedimento do ministro Toffoli, que será o fiel da balança e adivinhem para qual lado penderá? Não gostamos quando dizem que o Brasil não é um país sério, mas querem exemplo maior dessa razão para nos criticar do que esse absurdo de um ministro da Justiça amanhã decidir culpar ou inocentar réus de sua convivência de muitos anos? Não passamos mesmo de Terceiro Mundo, uma “lulândia”.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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JÁ COMEÇOU MAL

Se a primeira impressão é a que fica, o julgamento do mensalão já ficou mal. A impressão foi de algo ensaiado. Dois ministros levaram os votos já preparados, um a favor e outro contra, uma questão de ordem que, se planejada pela defesa, não deveria ser do conhecimento dos juízes. O que foi contra, pelos antecedentes seria esperado que fosse a favor e vice-versa. Infelizmente pode ainda não ser desta vez que a corrupção deixará de ser endêmica "neste país"...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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O PRIMEIRO DIA

Do primeiro dia de julgamento pode-se dizer que Márcio Thomaz Bastos e o ministro Lewandowski mostraram a que vieram, gastaram um tempo precioso defendendo tese já indeferida antes, mas não atingiram seus propósitos, a menos o de empurrar esse julgamento com suas barrigas; que o ministro Joaquim Barbosa foi firme na sua posição e nada deselegante, como insinuaram desafetos e que se o ministro Ayres Britto não for mais firme na condução dos trabalhos e não mantiver o foco... Esse julgamento se estenderá até 2014, como querem Lula e os demais mensaleiros.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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CIRCO ARMADO

Depois de mofar por sete longos anos nas mesas empoeiradas do poder judiciário, finalmente na tarde da última quinta-feira (2/8), iniciou-se o julgamento do escândalo do emblemático mensalão, mácula no governo petista ocorrida no primeiro mandato do governo Lula, escândalo que envolve grande parte dos principais mandatários do Partido dos Trabalhadores. Momento decisivo que pode quebrar o paradigma histórico brasileiro de que o crime político tem impunidade garantida, de que não há punição para os canalhas nacionais, que enriquecem à custa da desgraça e do sofrimento da maioria da população sem acesso a uma melhor educação, saúde e segurança. 38 réus, dentre os quais algumas figuras de peso, como o ex-todo poderoso e arrogante José Dirceu, antes "Daniel" (Casa Civil), apontado como mentor do esquema de corrupção; o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o marqueteiro Marcos Valério, figuram no processo. O julgamento é só mais uma peça de ficção, como redenção da Justiça, já que, depois do mensalão, muitos casos, como desvio de verbas, de caráter e mentiras, fraudes e tantos outros crimes dentro do governo vieram a tona e, após grande alarde da mídia, parecem ter caído no esquecimento, como tudo que acontece no Brasil, se tratando de crimes, dos poderosos de colarinho branco ou de políticos. A situação de impunidade é tão assustadora no Brasil que Delúbio Soares, na maior cara de pau, afirmou à época em que o caso parou na mídia, que "era só ter calma, e em três ou quatro anos tudo seria esclarecido e esquecido, e acabaria virando piada de salão". Será que Delúbio estava certo? O fato concreto é que após sete anos, o circo está armado no STF. Entretanto, o julgamento já começa desacreditado, pelo fato de um dos ministros ter sido ex-advogado do principal réu do mensalão, o deputado cassado José Dirceu, ministro José Antônio Dias Toffoli. Em 2005, Toffoli, era assessor jurídico da Casa Civil da Presidência, ministério então ocupado por José Dirceu na época em que deixou o cargo justamente, por ocasião do escândalo, que acabou deixando uma mácula interminável nos oito anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A namorada de Toffoli, que também é advogada tem envolvimento com um dos envolvidos no processo do mensalão, das quais 50 mil páginas do processo podem sair, se Deus, e vossas excelências quiserem, fixará por mais de mil anos de prisão aos 38 envolvidos do maior esquema de roubo e desvio de dinheiro público da história do Brasil. Para os larápios o xilindró agora é o que menos importa. A condenação menos ainda, já que existe e será propalada pelo tempo. O tempo é maior que a próprio democracia, ou a ausência dela. Esse julgamento veio em boa hora, a poucos menos de 70 dias das eleições,é o que pode mudar o voto de milhares eleitores, dependendo do que ocorrerá no decorrer do processo no STF. O que servira de reflexão para aproximadamente 139 milhões de eleitores. Você não concorda comigo?

Turíbio Liberatto Gasparetto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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COINCIDÊNCIA

Fazendo mera elucubração, foi muita coincidência a proposição da questão de ordem suscitando o desmembramento da ação penal 470 (do processo do mensalão) pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, com o voto favorável, preparado previamente, e demorado do ministro Lewandowski. Faltou ao ministro Joaquim Barbosa atentar para isso, em sua impugnação à tese. Praticamente toda a sociedade brasileira está atenta a esse julgamento e ao posicionamento de cada magistrado de nossa Corte Suprema.Não ousem duvidar de nossa inteligência.

Pedro Paulo Castelo Branco Coêlho pedropaulo@nwi.com.br

São Paulo

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VOTO VENCIDO

O primeiro dia do julgamento do mensalão não mostrou muita coisa, a não ser a discussão entre o relator e o revisor, com este argumentando que tem o direito constitucional de se manifestar. Todos têm. Mas sobre uma questão que a Corte Suprema já tinha decidido há dois anos e na qual o revisor estava presente? Não importa que posição ele tomou na ocasião. Foi voto vencido. Como o foi agora. O pedido de desmembramento do processo foi, mais uma vez, rejeitado por 9 a 2. A atitude dele agora só serviu para tumultuar a seção, lamentavelmente. Alguns analistas acham que isso mostra uma tendência do revisor pró réus. Eu não vejo assim. Prefiro acreditar que todos que estão naquela Corte Suprema estão com o espírito de fazer valer e defender a Constituição julgando com isenção. Qualquer coisa fora disso os torna indignos de serem membros daquela Casa. Talvez eu esteja sendo muito pio, mas ainda prefiro acreditar que algo se salva neste país.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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MINISTRO DEFENDE OS RÉUS?

Pode ser que não seja o que as pessoas deduziram do início do julgamento do mensalão. Ou os leigos não perceberam alguma nuance jurídica não aparente e insuficientemente clara aos desinformados ou havia alguma combinação. Pareceu que a questão de ordem solicitada pelo advogado Thomaz Bastos estava sendo esperada pelo ministro Lewandowski que tinha um amplo arrazoado à mão para defendê-la. Ainda que ambos soubessem da impossibilidade do desmembramento ser aceito, o atraso intencional no julgamento é um fator que provavelmente ajudará aos réus. Com isso paira uma imensa dúvida sobre a postura do referido ministro. Com Toffoli, citado na imprensa como partidário e amigo dos acusados, fica a impressão de que eles terão dois votos a seu favor.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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TRAÍRA

Na quinta-feira, a máscara do ministro Ricardo Lewandowski finalmente caiu e se percebeu claramente para quem ele presta "relevantes" serviços, já que está na mais alta Corte de nosso país, não por seu grande saber jurídico, e sim indicado que foi pela sra. Marisa Letícia (Lulla), que foi muita amiga da falecida sra. Sofia, mãe do ministro. Nem precisa o brilhante ministro Joaquim Barbosa declarar a "deslealdade" do ministro Lewandowski, pois esse não foi desleal, foi sim um traíra. Lembro-me, quando a excelência alegava que não tinha tempo para fazer a revisão do processo do mensalão, para que esse fosse julgado neste mês de agosto, alegando estar assoberbado de trabalho. Fato que comprovamos na quinta-feira, quanto ao advogado do diabo – Márcio Thomaz Bastos - levantou a questão de ordem, pedindo o desmembramento do processo. Lewandowski, prestativo, defendeu o pedido do seu patrão, lendo "trocentas" páginas previamente preparadas, sem dúvida com a prestativa ajuda de muitas mãos, cumprindo o que previamente foi combinado entre ele e o "brilhante" advogado/petralha Márcio Thomaz Bastos, que navega em águas pra lá de turvas.

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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CREDIÁRIO LULOPETISTA

Aos poucos, aqui e ali, devedores do lulopetismo vão tentando pagar suas contas. D. Ana Arraes tentou pagar uma alta prestação na boca do caixa do TCU. Azar! O cheque utilizado foi devolvido por falta de fundos jurídicos. Quinta-feira foi o ministro Lewandowski, cujas promissórias formam o carnê denominado "Plano Prescrição", teve a sua primeira prestação rejeitada, pois a moeda de resgate era moeda fora de circulação. Pelo empenho demonstrado pelo ministro Lewandowski, outros truques deverão ser utilizados no objetivo de prolongar o julgamento para além da aposentadoria compulsória do presidente Ayres Brito e do ministro Peluso. Daí, estariam afastados dois quase certos votos por condenação. E ensejaria a nomeação para o Supremo de figuras afinadas e amestradas no lulopetismo, a exemplo do advogado Toffoli. Aguardemos. Serão muitas emoções.

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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VERGONHA

Como cidadão comum que paga os impostos em dia e está cansado e indignado de tanta barbaridade e roubalheira, sinceramente, creio que o julgamento do mensalão será apenas um exercício burocrático e cumprimento de agenda pelas altas cortes do País. Não acredito que o STF tenha coragem e moral para julgar e condenar essa turma de envolvidos e se os condenarem, não haverá prisão nem devolução do dinheiro público usado. Esse dinheiro que poderia ser usado em hospitais já foi gasto por um monte de bandidos (funcionários públicos, autoridades etc.) e nunca será recuperado. Que vergonha! E falamos mal de países como Paraguai, Venezuela, Coréia do Norte e outros. E o Brasil? É o quê?

André L. O. Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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ILUSÃO

Se alguém acreditou na possibilidade do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli pudesse ser afastado do julgamento do mensalão, sob suspeição, pode tirar o cavalinho da chuva. Afinal, quem foi que o indicou e o impôs, não foi o Lula que comanda o país há dez anos ?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ENTÃO...

O ministro Toffoli não se declarou impedido e não foi contestado por nenhuma das partes...

Helcio Silveira heldiasilveira@gmail.com

São Paulo

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CLÁUSULA PÉTREA...

... que deveria estar na Constituição Federal: ''Nenhum ministro que tenha tido qualquer relação pessoal ou impessoal com um réu a ser julgado pelo STF pode participar do julgamento''.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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É PRECISO ACOMPANHAR

A revista britânica The Economist qualificou como um progresso o fato da ação penal 470 conhecida como "mensalão" ir a julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De fato é um momento muito importante tanto do ponto de vista jurídico, político e para toda a sociedade brasileira. O cidadão deve acompanhar o desenrolar do julgamento, não para pressionar o Supremo Tribunal Federal, mas para uma série de discussões que poderão surgir até o final do julgamento. Eu pessoalmente torço para que o STF não decida que essa compra de votos seja caracterizada como Caixa 2 ou recursos não contabilizados, pois Caixa 2 não é crime e aí todos os envolvidos seriam absolvidos e seria uma frustração geral.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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DE QUE LADO ESTÃO?

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski e Antonio Dias Toffoli, por sinal muito bem pagos pelos contribuintes brasileiros; o mínimo que poderiam fazer em benefício da Justiça e da honra, seria se declararem impossibilitados de participarem do julgamento do processo do mensalão. Suas participações é um contrassenso a quem deseja ter a justiça imparcial para todos os brasileiros.

Benone Augusto de benone2006@bol.com.br

São Paulo

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SUSPEIÇÃO

Quanto tempo deveria demorar a questionar a presença do ministro Dias Toffoli no julgamento do mensalão? Ex-advogado das campanhas do PT, assessor da bancada do PT na Câmara, subchefe para assuntos da Casa Civil quando José Dirceu, o acusado de ser o chefe do mensalão, era ministro e poderia estar operando o esquema. Certamente, julgar a suspeição de Toffoli demoraria muito menos que a leitura de seu voto, contribuindo com mais isenção no julgamento.

Carlos Avila c.avila@modusoperantis.com.br

São Paulo

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CHEGA DE BANDIDAGEM !

A bandidagem, nunca antes na História deste país, esteve tão impune, livre, solta e triunfante. O julgamento do mensalão vai nos revelar de forma cabal, de que lado está nossa Suprema Corte. Do Brasil do bem ou do Brasil do mal? Só nos resta fazer figa.

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com

Bebedouro

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ÉTICA

Bem atuou o eminente causídico, criminalista Márcio Thomaz Bastos, ao deixar a defesa do Carlinhos Cachoeira, quando se sentiu constrangido pelo corretor zoológico, valendo lembrar que advogado não é capanga, mas defensor da parte, dentro dos limites do Código de Ética da profissão. De outro lado, o ministro Dias Toffoli, insistindo em participar do julgamento da Ação Penal 470 (mensalão), quando foi advogado de Lula, do PT, amigo de José Dirceu, e muitos etc., estaria praticando a ética necessária a um magistrado da Suprema Corte? Ou está desejando que a gratidão ao benefício seja demonstrada plenamente? Outrossim, não seria o caso de a OAB nacional questionar a participação do ministro? O pleno do STF não resolveria o eventual impedimento, pela parcialidade patente? Não seria uma boa lição de Ética para todos os brasileiros?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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ABSURDO

Toffoli é a raposa no galinheiro...

Gil Carvalho gil@gilcarvalho.arq.br

São Paulo

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O PIOR DE TODOS OS TEMPOS

Está muito enganado o ministro Marco Aurélio em afirmar que nem Lula e o Supremo estarão em julgamento, o Supremo já vem sendo julgado pelos equívocos nos julgamentos dos últimos anos, tais como, Raposa Serra do Sol, Palocci, liberação da apologia às drogas, abortos de anencéfalos, abrigo ao assassino italiano e alguns outros que nem me lembro agora, Lula pela mentira em afirmar que não sabia de nada, mesmo sendo o maior favorecido pelo esquema de compra de votos de deputados e senadores. Por tudo isso, tanto Lula e o Supremo farão parte negativa na História do Brasil e serão condenados a serem lembrados como os piores brasileiros de todos os tempos.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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PARA QUE SERVE?

Na minha santa ignorância, um presidente da República é e deve ser o comandante em chefe do País. Sendo assim, deve responder por todos os acontecimentos e fatos que ocorrem no País. Por que Luiz Inácio Lula da Silva não está sendo julgado junto com os 38 acusados em sua grande maioria por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, peculato e outros delitos? Todos em suas empresas ou as donas de casa devem e são responsáveis por tudo que lá acontece. Como no caso do marido traído, Lula deve ter sido o último a saber. Meu pobre País não consegue passar a ser um pais melhor,um pais que eu meus filhos e minha família possamos nos orgulhar. Atenção, pizzarias do Brasil! Vocês vão servir pizzas mensalão e mensalinho?

Cecilia M. Dale cecilia54dale@gmail.com

São Paulo

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ESTRANHEZA

Lamento e manifesto publicamente minha estranheza de que os réus tenham comparecido ao Tribunal sem as devidas algemas após desembarcarem de carros de luxo quando deveriam ter sido conduzidos em camburões, lá atrás, no "chiqueirinho"! Não se enganem com os ternos e as gravatas; são todos perigosíssimos!

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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NAÇÃO E OPINIÃO

Agradeço a Washington Novaes por trazer à discussão do julgamento do chamado mensalão ora iniciado para a conceituação que é realmente importante: a de exercício da cidadania sem clamores por vinganças políticas ou por ritos sumários de condenação ou absolvição em seu artigo A apatia paralisante desde o velho Braga (3/8, A2). Queremos saber o que realmente aconteceu e incomoda muito ministros juízes que querem aparecer ou condenações prévias sem avaliar as provas existentes nos autos. Condenação política, de certa forma, já houve e é a verdade que deve vir à tona, condenando ou absolvendo, frustrando ou confirmando, mas sempre trazendo a segurança jurídica.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

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VIRANDO AS COSTAS

Quando questionado se iria acompanhar o julgamento dos mensaleiros, o ex-presidente Lula disse que teria outras coisas para cuidar e que,só os advogados do processo deveriam ter interesse nesse julgamento . Já imaginaram se a maioria dos supostos quadrilheiros não fossem seus “cumpanheros”?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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PREFIRO A NOVELA

A exemplo de Lula, também não estou ligado nesta pantomima instalada no STF, chamada de mensalão. Trata-se de uma autêntica farsa, um dramalhão de quinta categoria. Tudo montado e planejado pelos adversários de Lula, do PT e de Dilma. Acreditam que com o picadeiro instalado na Suprema Corte vão fragilizar Lula e companhia nas próximas eleições. Lula afirma que não dar a mínima ao teatrinho chamado mensalão armado no STF. Tanto que pelas pesquisas da CNT, se as eleições fossem hoje, Lula venceria disparado para a Presidência da República. Na segunda colocação, bem longe, aparece o senador tucano Aécio Neves. E, em terceiro, mais distante ainda, o governador Eduardo Campos, que se repente resolveu botar as manguinhas de fora e encarar, que audácia, Dilma e Lula. Lula tem razão, é melhor, é mais agradável, assistir a novela Avenida Brasil, realmente excelente, e as olimpíadas de Londres, do que perder tempo ouvindo o bolorento lero-lero do pretensioso justiceiro de plástico, o procurador-geral Roberto Gurgel.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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PAÍS DAS MARAVILHAS

Além das infindáveis notícias que ouvimos, lemos e assistimos acerca de personagens nefastos como Carlinhos Cachoeira, Delúbio Soares, José Dirceu, Lula, Dias Toffoli, Marcos Valério e o escambau, nossa televisão oferece programas de baixo nível, como o BBB, A Fazenda e ainda os cinemas exibem filmes chulos tipo E aí...Comeu? Assim este pobre País não tem mesmo jeito.

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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PRÉDIO ILEGAL

Quero parabenizá-los pela reportagem da edição de sexta-feira sobre obras irregulares aprovadas pela Prefeitura de São Paulo. No caso, o destaque é para o Prédio ilegal em via sem saída -Condomínio Provence. A reportagem conseguiu colocar todas as irregularidades desta obra de forma concisa e bem esclarecedora.

Resido na rua ao lado de onde esta aberração está sendo levantada, participei de todos os protestos, ações e movimentos que pudemos fazer. Foram vários, mas não tivemos nenhum sucesso. A empreiteira ainda nos alertou que nossos esforços eram inúteis, pois eles pagariam para quem fosse necessário. Hoje temos um monstro ao lado de nossas casas, vem causando vários desconfortos de ordem barulho e sujeira, como também já provocou rachaduras em nossas casas, das quais eles não se responsabilizam, apesar da vistoria e fotos que tiraram antes da obra. "Só agora o MP concluiu que a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente jamais poderia ter liberado um empreendimento em área a ser recuperada ambientalmente?! Será que ainda resta alguma solução, depois de tantos estragos?

Elizabeth Trivelli elizabeth.muzzi@yahoo.com

São Paulo

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IRREGULARIDADES

É lamentável lermos todo os dias nos jornais frases como "Mais um prédio irregular está sendo concluído na Granja Julieta". Bem, a responsabilidade por esta reportagem para por aí? Não há interesse em punir os culpados? Se foi construído irregularmente, por que o mesmo não será demolido? Quem é mais corrupto, neste caso? A empresa que construiu? Os órgãos públicos que sabiam que estava irregular, mas mesmo assim aprovaram? A imprensa que sabia que estava irregular, mas se limitou a divulgar o fato? Ou todos juntos?

Daniel Peres Ramon danielramon.spread@petrobras.com.br

São Paulo

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PARABÉNS

Gostaria de dar os parabéns pela matéria de ontem sobre o prédio irregular na Granja Julieta. Um absurdo! Vamos aproveitar a época do mensalão e também julgar esses bandidos, pois em área de córrego, só constrói prédio quem é bandido.

José Francisco Agostini roxo@bhsbrasil.com.br

São Paulo

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GRANJA JULIETA

Nunca na história deste país presenciei uma demolição de uma obra que não podia ser construída por irregularidade como uso de ocupação de solo.

Tenho certeza que o dia que isto vier a acontecer,não teremos mais Arefs .

Renato Antonio Nauff renato.nauff@gmail.com

São Paulo

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NOSSOS DIREITOS

Enquanto Aref (Aprov) fica rico, eu fiquei mais pobre e sem luz, sem sol, sem ventilação e sem privacidade com a aprovação irregular de seis prédios a uma distância de 3 metros da nossa frente. Agora, tenho o fundo de um prédio gigante no lugar do Parque Linear. Tenho 70 anos, economizei a vida toda e agora meu patrimônio está reduzido em 40%. Onde está o nosso direito de cidadão honesto?

Maria Theresia Miller theresiamiller@hotmail.com

São Paulo

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DEFESA DA HONRA

Nossos atletas da Olimpíada lutam pela conquista da glória em Londres, espertos maquinam pela conquista da "burra" do dinheiro publico, mas quem roubou a cena na semana foi o pai que lutou com todas as forcas para provar a honradez do filho morto e ... venceu. Uma maratona emocionante e uma vitória merecida. Sua luta mereceria destaque na mídia por maior tempo ante os malfeitos noticiados no cotidiano.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

 

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