Fórum dos Leitores

MENSALÃO

O Estado de S.Paulo

25 Agosto 2012 | 03h05

Imagem do ano

A imagem estampada na primeira página do Estadão de ontem mostra a incontida alegria dos advogados dos mensaleiros no dia em que, de forma lamentável, o ministro revisor do processo absolveu o acusado João Paulo Cunha. É, disparada, a mais forte candidata a foto do ano.

AGUINALDO ZÁCKIA ALBERT

zackia.albert@uol.com.br

São Paulo

Bem na foto...

Vendo a foto dos advogados dos mensaleiros em plenário, sorridentes e descontraídos, assim como a notícia sobre a "festa democrática", já sabemos o que esperar sobre quem sairá bem na foto ao final de tal julgamento.

MÁRCIO LUONGO

marcioaluongo@gmail.com

São Paulo

Vergonha!

Essa foto me fez sentir um misto de nojo, vergonha, repulsa e dor. Como podemos conviver com tamanha desfaçatez, falta de pudor e de respeito pela grande maioria deste povo sofrido, que jamais teve acesso a R$ 50 mil para pagar dívidas? E, caso tivesse, provavelmente seria condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e peculato, ao contrário do honorável senhor que de tudo isso foi eximido. Tenho vontade de chorar...

EUNICE MARIA BASTOS

eunicemariabastos@gmail.com

Mogi das Cruzes

Emblemática

A foto dos defensores dos mensaleiros é emblemática. Gargalham do povo brasileiro, que paga os impostos que desaparecem com a corrupção desenfreada, dinheiro que faz falta à saúde, à educação, à segurança, ao transporte. Aliás, para que investir em educação, não? Um povo educado significa um basta aos políticos mequetrefes que aí estão. Então, para o bem do PT e de seus advogados, que continue tudo como está no nosso pobre país. Socorro!

DEBORAH MARQUES ZOPPI

dmzoppi@uol.com.br

São Paulo

Deboche

As gargalhadas dos eminentes advogados registradas na foto da capa do Estado soam como deboche para quem espera justiça no caso do mensalão.

ADELINA BITELLI DIAS CAMPOS

adelinabitelli@uol.com.br

São Paulo

'Máscara Negra'

Pasmem, quanta descontração! Resta-nos também lembrar trecho da marchinha de carnaval Máscara Negra, de Zé Kéti: "Tanto riso, oh, quanta alegria/ mais de mil palhaços no salão" - salão Brasil. Que foto vergonhosa! Será que os advogados dos réus do mensalão já sabiam do voto do ministro Ricardo Lewandowski?

MIRIAN TERESA PEREIRA

mimiteresa@ig.com.br

São Caetano do Sul

Descontração

Uma descontração de causar inveja. Os advogados estão certos: estão faturando alto, os réus serão absolvidos e uma grande pizza já está fatiada para ser degustada com caríssimos vinhos. Este é o nosso Brasil.

ARIOVALDO J. GERAISSATE

ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

Pizza

É uma decepção ver a foto dos milionários advogados de defesa dos envolvidos no mensalão já comemorando a esperada pizza.

SILVIA M. REZENDE DE ANDRADE

naborandrade@yahoo.com.br

São Paulo

À moda da casa

Saiu a primeira pizza! Outras estão em banho-maria e as demais ainda estão assando no forno.

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

Barbada

A pizzaria já está funcionando. Tinha como a barbada do ano, pule de dez, que teríamos pizza de todas as qualidades. Que beleza!

NATAL SAPIA

n.sapia@hotmail.com

Guarujá

STF inova cardápio

Pizza regada a uísque: essa redonda tem tudo para fazer a alegria dos aloprados e mensaleiros.

PAULO ISAMU UEHARA

ttakara@uol.com.br

São Paulo

Nova carreira

Não sei quando o ministro Lewandowski vai se aposentar, mas pelo que se nota em seu voto no julgamento do mensalão ele está se preparando para ser o maior pizzaiolo do Brasil assim que sua aposentadoria chegar.

LUIZ FELIPE MIGUEL

luizfemig@ig.com.br

São Paulo

Invenção da mídia

Assisti a muitas sessões do STF pela TV Justiça e Lewandowski raramente dava a impressão de votar com imparcialidade. A partir de anteontem, firmei minha convicção de que ele fará o possível para demonstrar que o mensalão foi inventado pela mídia!

ENEIDA BAPTISTETE MATARAZZO

eneidabm@uol.com.br

São Paulo

Jogo do contente

Passei a tarde de quinta-feira diante da televisão, vendo e ouvindo o ministro Lewandowski inocentar João Paulo Cunha. Data venia, o ilustre ministro deveria chamar-se Poliana...

AUGUSTO M. DIAS NETTO

diasnetto@terra.com.br

São Paulo

Declaração de voto

O voto do sr. Ricardo Lewandowski já era conhecido, afinal, ele foi colocado lá pela dona Marisa Letícia, esposa do Lulla, por serem amigos de São Bernardo do Campo. Agora o voto do sr. Dias Toffoli também já pode ser declarado. Afinal ele já foi advogado do PT e funcionário de José Dirceu. Alguma dúvida? Aliás, se o sr. Toffoli pode participar do julgamento do mensalão, por que o sr. Cezar Peluso não pode ficar mais um mês no cargo? Isso seria inadmissível num país honesto.

ANTONIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Suspeição

Diz a colunista Dora Kramer que por vezes se tem a impressão de que estão sob o crivo da suspeita, no julgamento do mensalão, os magistrados, e não os réus (Não usaram black-tie, subtítulo Calma no Brasil, 24/8, A6). Eu já digo com convicção que estão mesmo sob a minha suspeita pelo menos dois ministros, Ss. Exas. Ricardo Lewandowski (ou seria Lullandowski?) e Dias Toffoli - este, por questão de ética, deveria ter-se declarado impedido.

VANDERLEI SABURI

vande.saburi@drogareal.com.br

Santo André

 

JOÃO PAULO CUNHA, INOCENTE

O voto do ministro revisor da Ação Penal 470, Ricardo Lewandowski, pela absolvição do mensaleiro João Paulo Cunha das acusações a ele imputadas, causou frustração e tristeza ao cidadão honesto deste país. Deixou de ser um julgamento técnico para ser um julgamento dirigido para livrar um petista de uma inevitável derrota nas eleições para a prefeitura de Osasco. Confiemos nos demais ministros para que acompanhem o voto do ministro relator.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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PORTA DE CADEIA

Vergonhoso, escabroso e nojento o ministro Ricardo Lewandowski defendo o réu João Paulo Cunha, envolvido nas práticas de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro na Ação Penal 470, mais conhecida como mensalão. O ministro deixou-nos a imagem de um advogadozinho de porta de cadeia. Aquele que está sempre bem preparado para defender qualquer tipo de criminoso. Caro ministro, gostaria de saber se, depois de absolver João Paulo Cunha, quando o senhor chegou a casa, teve coragem para abrir a porta dos quartos onde dormem sua esposa, seus filhos, netos, e olhar no rosto de cada um deles. Diante de tantos detalhes, só faltou o senhor dizer que a idoneidade das pessoas e das empresas citadas é inconteste, que João Paulo Cunha é santo, santo e santo. Acorde, ministro. O povo não é otário.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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MOSTRANDO A QUE VEIO

Como já era previsto, se depender do voto do ministro revisor Ricardo Lewandowski, o dono da lavanderia Marcos Valério e seus comparsas serão absolvidos. O Brasil não é um país sério.

Paul Forest paulforest@uol.com.br

São Paulo

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PIZZARIA

Pizzas sob encomenda. Pizzaria “Leviandowyski”.

Rua J. PT Cunha, 171. Brasília – DF.

Miguel Politi miguel.politi@uol.com.br

São Paulo

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VAIDADE PESSOAL

É lamentável que um julgamento tão importante, feito pela mais alta Corte do País, possa ser influenciado por vaidades pessoais.

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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COMO É QUE É?

Deixa ver se entendi. Então, se a tese do ministro revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, for aceita, deixando o colega Cezar Peluso, um linha-dura, sem o direito de antecipar seu voto, como deseja também o pelotão de advogados dos réus capitaneados por Márcio Thomaz Bastos, em caso de empate, o chefe da quadrilha e seus comparsas ficarão livres e impunes, contrariando o desejo de 90% da sociedade para que se faça justiça?

Amâncio Lobo Amancio lobo@uol.com.br

São Paulo

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UMA VERGONHA

Por mais de 1 hora acompanhei ao vivo, através da TV Justiça, o voto do revisor da ação penal 470 sobre duas das acusações a que responde o mensaleiro João Paulo Cunha, aquele que mandava a mulher receber as propinas na boca do caixa em um banco em Brasília. Um discurso vergonhosamente direcionado em defesa de um bandido. Verdadeiro desrespeito à cidadania e que causa nojo e náuseas a qualquer cidadão de bem. Meu Brasil é merecedor de uma Corte Suprema com ministros que não desonrem a toga e desmintam com seus atos a corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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NADA DE SURPRESA

Alguém tinha alguma dúvida de como iria votar o ilustre ministro Lewandowski, e de como votarão Luiz Fux e Toffoli?

Orlando Cesar de O. Barretto ocdobarr@usp.br

São Paulo

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ESCÁRNIO

É um escárnio à sociedade não somente o voto do ministro Lewandowski, como também a fotografia publicada ontem no Estadão (primeira página), onde os senhores advogados dos réus do mensalão, às gargalhadas, debocham do cidadão honesto e da justiça. Aliás, de onde vem o dinheiro para pagar tantos "luminares" do direito, com seus assistentes a tiracolo, inúmeras viagens à Brasília, hotéis e restaurantes cinco estrelas, etc., sem contar com os honorários que, com toda certeza, são impagáveis para qualquer outra categoria de réu?

Frederico Fontoura Leinz fleinz@terra.com.br

São Paulo

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A FOTO DE CAPA

Realmente, uma imagem vale mais do que mil palavras. As palavras do voto do revisor da ação penal 470, o famoso mensalão, ficaram sintetizadas na foto de capa da edição de hoje, captando a reunião dos advogados de defesa, que parecem estar gargalhando. Rindo de nós, cidadãos honestos. Que cidadão honesto iria mandar a mulher buscar R$50 mil num banco, onde nem é correntista, só porque algum amigo mandou? Mas para o ex-presidente da Câmara dos deputados, do PT, isso é coisa normal.Mas por que declarou que sua mulher só foi pagar uma conta? Por que não assumiu lá atrás que não era nada demais? Se os demais ministros entrarem nesse barco, o País afundará mais rapidamente. Que vergonha!

Ana Lúcia Amaral, procuradora regional da República aposentada anamaral@uol.com.br

São Paulo

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HUMILHAÇÃO

A foto dos advogados dando gargalhadas após o voto do juiz importado (da União Soviética, talvez) reflete exatamente quem manda neste país e com certeza não é a nossa Suprema Corte. Que humilhação...

Romeu Paula romeu.paula@ig.com.br

São Paulo

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A ELITE DA ADVOCACIA

Uma foto estampada na primeira página dos dois principais jornais do País (O Estado de S. Paulo e O Globo) mostra bem a elite da advocacia brasileira dando risada da nossa cara. Aquela elite que recebe honorário proveniente de roubo, portanto dinheiro ilícito, roubado dos cofres públicos pela quadrilha que os contratou.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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FORMAÇÃO DE QUADRILHA

Emblemática, sugestiva e preocupante é a foto, publicada na capa do Estadão de 24/8, que flagrou um grupo de famosos advogados festejando, antecipadamente, o voto do ministro Ricardo Lewandowski, pela absolvição de João Paulo Cunha e outros quadrilheiros do mensalão.

Décio Celidonio decioml@uol.com.br

Atibaia

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DE QUE RIEM?

A significativa foto do Estadão (24/8) dos honoráveis (ou honorários?) advogados dos réus do mensalão, fez-me imaginar que fosse ela parte de um teste de múltipla escolha a inevitável pergunta séria: De que riem desbragadamente tais defensores? As alternativas para resposta: A) Da absolvição de João Paulo (PT) das acusações que lhe eram imputadas, pelo ministro Levianowski (ou será Desviandowski?), que muito cedo já mostrou como será farta s distribuição de "fatias" de pizza pelo supremo (mais do que minúsculo). B) De como será fácil absolver todos os outros acusados, principalmente o guerreiro brasileiro Zé, neste verdadeiro circo que foi armado. C) Da cara de palhaços de 20% da população, que não joga no time dos petralhas, não recebe bolsa e não são alienados morais e éticos. D) Do futuro voto do imparcial Dias Toffoli. E) Todas as alternativas anteriores. E viva o supremo do molusco.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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BEM VESTIDOS

A foto de capa da edição de 24/8, mostrando os sorridentes advogados que defendem os réus do “mensalão” em regozijo pelo vergonhoso voto do ministro Lewandowski absolvendo o deputado João Paulo Cunha, contrasta com as frequentes imagens de assaltantes recém presos – normalmente de cabeça baixa e escondendo o rosto. Qual será a razão pela qual é tão fácil execrar bandidos comuns, mas não os “mensaleiros”, nem seus advogados e nem juízes que votam ao sabor de seus interesses pessoais? Na verdade todos eles são assaltantes da mesma laia, só que alguns andam mais bem vestidos.

Claudio Janowitzer cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro

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PALHAÇADA

Na foto de capa do Estadão de ontem, os advogados de defesa do réus do mensalão riem a bandeiras despregadas – a piada de salão de Lewandowski divertiu a galera.

Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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NO ALTAR DA PÁTRIA

Agora os políticos do mensalão se transformaram em "santinhos", falta somente construir o Altar da Pátria e reverenciá-los. Em Roma há, junto da Piazza Venezia, o Altar da Pátria para homenagear os seus soldados defensores. Em Brasília, tudo pode acontecer. Veremos!

Antonio Carniato Filho antoniocarniato@gmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

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A VEZ DO TUBARÃO

A mim, não passou de fumaça jogada em nossos olhos o comportamento do ministro Lewandowski ter votado pela condenação dos primeiros réus, na terça-feira. São arraias miúdas. Quero ver quando chegar a vez do tubarão Zé Dirceu.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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NO LIMITE DO RIDÍCULO

O julgamento do mensalão esta ultrapassando todos os limites do ridículo. O que o Brasil está assistindo é uma quadrilha criminosa sendo julgada por membros da própria quadrilha! É o PT julgando o PT. O julgamento só esta ocorrendo por pressão popular e nos últimos dias antes da prescrição dos crimes. Diante do evidente e inquestionável envolvimento de vários juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) com os réus, sugiro que o julgamento fique a cargo de um tribunal militar, que terá competência e isenção para fazer um julgamento justo e rápido.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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CHAPA QUENTE NA POLÍTICA

Mal começou a propaganda eleitoral nas ruas e já podemos perceber o acirramento entre os candidatos. O povo não quer mais saber de promessas vazias, o político verdadeiro é aquele que é zeloso e tudo faz para que o município fique cada vez mais limpo, bonito e agradável para quem nele vive. Isso significa dizer que zela com carinho pelo bem estar de seu povo. Não tenho dúvida de que quem desrespeita a cidadania agora, desrespeitará depois. A grande ironia de tudo isso está no fato de que muitos dos políticos agredir sonora e visualmente o meio ambiente, ruas, avenidas, praças e calçadas, são os mesmos que em suas políticas públicas prometem cuidar do meio ambiente e da felicidade dos cidadãos. Na capital o clima segue quente entre os candidatos a prefeitura. Principalmente ente os postulantes do PRB, Celso Russomano, e o tucano José Serra, que até então era considerado imbatível, e agora está com uma rejeição altíssima. Pesquisa Datafolha revelou que o republicano está pela primeira vez na frente do candidato do PSDB, com 31% da preferência, contra 27% do ex-governador do Estado. O fato é que Serra e o PSDB andaram vacilando, recebendo apoio do prefeito Gilberto Kassab, que tem uma rejeição altíssima na cidade, e as consequências estão aí. Acho que a população está começando a perceber que está na hora de dar uma reciclada, de ter uma mudança pontual na política nacional. Quero ressaltar que não estou defendendo A ou B, apesar de nutrir grande simpatia pelo candidato do PSDB, pelo seu histórico político. Mas precisamos de fato renovar o cenário político e dar uma chance a candidatos que pensam em algo melhor para a maior e mais rica cidade do País. Também não sou favorável de que um determinado partido fique anos e anos no poder como querem os petistas em relação ao governo federal. Inclusive, acho que a lei eleitoral deveria impor um limite de que um partido, como no caso de prefeitos, governadores e presidente não fiquem no poder por mais de dois mandatos, assim o eleitor terá mais opções de mudança de comando. Todos devem dar sua contribuição na cidade, estado ou país e, portanto, depois que o partido completou seu ciclo, ficaria quatro anos sem disputar nenhum dos cargos já citados. Acho que renovação na política é o melhor caminho para uma mudança significativa, mesmo porque política não é profissão como pensam maiores dos políticos profissionais. O povo deveria observar esses detalhes na hora do voto, em 7 de outubro.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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HILÁRIO POLÍTICO

É mesmo hilariante, o horário político iniciado em 2008 é gratuito, ou melhor, somos nós que pagamos com a elevada carga tributária. Não há quem não reclame desse horário, as emissoras de rádio e TV abominam, claro porque nada recebem, mas nós ouvintes ou telespectadores recebemos uma enxurrada de propagandas políticas, antes e depois do horário obrigatório, essas são pagas pelos candidatos ou partidos. Como não bastasse, rádio e TV promovem entrevistas diárias com os candidatos em quase todos os noticiários, sem esquecermos que ainda promovem debates políticos, é muito, mas muito mesmo para qualquer cidadão que não possua assinatura dos canais de TV a cabo ou internet para suportar. Será que os institutos de pesquisa já fizeram algum estudo para confirmar quantos eleitores prestam atenção a esse "programa"? Se fizerem vão se surpreender pela quantidade insignificante de ouvintes ou telespectadores interessados em perder o seu precioso tempo, salvo para dar muitas risadas pelos absurdos que esses atores humoristas prometem e falam, confirmando tratar-se mesmo de hilários políticos.

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2m2.com.br

São Paulo

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TAREFA DE ELEITOR

Horário eleitoral já começou. Mas em quem votar? Grande maioria vota sem pensar. Por isso o País está do jeito que está. Educação de baixíssima qualidade, e o governo sem se importar. Essa é a grande oportunidade que temos para eleger alguém competente para governar nosso país. Pesquise sobre o candidato antes de qualquer coisa e, se nenhum for de agrado, vote nulo, assim serão obrigados a mudar de candidatos. Melhor perder tempo pesquisando o passado de um candidato do que perder anos sendo governado por ele.

Laura Oliveira huhufazacoruja@hotmail.com

Jataí (GO)

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QUESTÃO DE INTENÇÃO

Se a intenção de muitos candidatos político fosse as mesmas daqueles que neles votam, com certeza estaríamos vivendo num país bem melhor...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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EM CADEIA

Começou a propaganda eleitoral obrigatória e gratuita (aliás, de gratuita não tem nada, pois a TV abate totalmente do Imposto de Renda o valor das transmissões) que traz ao menos uma satisfação aos brasileiros: oportunidade de ver políticos em cadeia. Isso vale muito...

Plínio Zabeu pzabeu@uol.com.br

Americana

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FESTIVAL DE MENTIRAS

Começo o festival de mentiras do PT na TV. Em 2010, vimos um petroleiro singrando os mares, orgulho do ex-presidente Lula. Depois, soubemos que o navio João Cândido sequer conseguiu navegar. Assim foi também com as fantásticas imagens de hidrelétricas e da Transposição do Rio São Francisco. Pura fantasia! Agora, Fernando Haddad afirma ter criado o Prouni. Na verdade, quem criou o Prouni foi o então ministro da Educação, Tarso Genro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deveria baixar uma medida proibindo os candidatos de mentirem e inventarem feitos, com o fim de enganar o eleitor menos informado. É desleal, sujo, desonesto e cruel.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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OLHO VIVO

O eleitor precisa ficar alerta quando for votar nessa e nas próximas eleições. Os candidatos que aí estão nem sequer usam seu nome verdadeiro. Cuidado para não levar gato por lebre, ou melhor, pirateado por original!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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UMA DROGA

Analisando a qualidade dos políticos brasileiros e dos trambiques que eles têm feito impunemente, comparando-se com suas promessas de campanha aos eleitores no horário eleitoral gratuito (para eles) – que não têm nenhuma intenção de cumprir –, acho que seria mais indicado que essas propagandas fossem feitas onde se acham drogas: nas bocas de fumo, nas cracolândias e nas drogarias.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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HORÁRIO POLÍTICO

Com a proximidade das eleições municipais eu gostaria de sugerir ao TSE modificar o formato do programa obrigatório (em uma dita democracia) eleitoral. Ao invés de ficar passando aquelas caras patéticas de candidatos e falando de promessas, muitas delas esdrúxulas, outras cômicas e incabíveis. Por que não convocar os candidatos e colocar pessoas, tais como, professores, economistas, médicos, psicólogos, advogados, donas de casa, empresários a sabatiná-los. Avaliar os seus conhecimentos a respeito das funções e obrigações dos cargos pleiteados, apurar os seus conhecimentos sobre as leis orgânicas dos municípios, as interposições entre leis municipais, estaduais, federais. Entender o mecanismo de seus raciocínios lógicos dedutivos, avaliar o que cada candidato conhece sobre as necessidades dos seus municípios e suas populações. Acho que seria muito mais proveitoso, propiciaria aos eleitores desenvolver critérios consistentes de avaliações para a escolha de seus candidatos com muito mais segurança que permite o atual formato do programa.

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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REFORMAS

Para êxito numa reforma política deveríamos começar exigindo curso superior para vereador, prefeitos, deputados, senadores e presidente da República. Nenhuma empresa que se preze possui em seu quadro administrativo funcionários sem curso superior. Imaginem um país! Do jeito que está qualquer iletrado sobe ao poder e começam as práticas de terceiro-mundismo, uma vez que o povo em sua maioria não tem o poder de discernir por falta de estudo. A educação no Brasil deveria mudar a grade para, a cada dia, uma matéria específica. A mistura de várias matérias num mesmo dia tem confundido e dificultado a absorção do ensino. O ideal seria um dia somente para matemática, outro para português, outro para física... e assim por diante.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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ONDE ESTÃO OS PROJETOS?

Esta semana iniciou a campanha eleitoral municipal gratuita pela televisão e rádio em todo o território nacional. Em São Paulo, nenhum dos candidatos chega a despertar o entusiasmo dos eleitores, a não ser da sua equipe e amigos próximos dos candidatos. Se os candidatos fossem escolhidos pelos eleitores, seriam os mesmos? Pelo menos da minha parte, não. Seriam todos reprovados. Eles estão usando um horário que dizem ser gratuito, mas não é. Isto é pago pelos contribuintes, falam o que bem entendem, nenhum deles até agora apresentou um projeto viável para solucionar o trânsito paulistano... E nós eleitores, porque não temos também um horário idêntico para cobrar posturas ou contestar as abobrinhas faladas pelos candidatos a nossa custa?

Benone Augusto de Paiva benone2006@bol.com.br

São Paulo

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SEM MODÉSTIA

Lula, manifestando-se no horário político gratuito, que somos obrigados a engolir goela abaixo, pedindo votos para seu pupilo, Fernando Haddad, candidato a prefeito na cidade de São Paulo, alegando conhecê-lo muito bem e o mesmo ter sido “o melhor ministro da Educação que o País já teve”, serve para equiparar e nivelar por baixo a capacidade política dos homens e mulheres que nos governam. Aliás, nada mais poderíamos esperar de Lula, se ele mesmo, com toda a sua "modéstia", considerou-se o melhor presidente que o Brasil já teve.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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