Fórum dos Leitores

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

O Estado de S.Paulo

10 Setembro 2012 | 03h04

Blá-blá-blá

Toda eleição é o mesmo blá-blá-blá: promessas não factíveis, venda de ilusões, sorrisos e abraços nos humildes da periferia. Mas depois de apurados os votos... Nenhum candidato informa quem serão seus secretários (principalmente para transporte, educação e saúde). E eles parecem dotados de poder ilimitado, pois tudo será resolvido se eleitos. Será que ainda vai surgir algum postulante já em campanha com ideias modernas, mostrando aos eleitores quem serão seus auxiliares e um verdadeiro programa de governo? Já passou da hora de esse papo-furado sumir das campanhas.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

Promessas de campanha

Nenhum candidato a cargos políticos deveria fazer promessas que são impossíveis de cumprir. Principalmente aqueles que se escondem atrás de placas de igrejas...

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Prenúncio do caos

É deplorável que em São Paulo uma pessoa desqualificada lidere as pesquisas. Bacharel em Direito, tentou e não conseguiu ser aprovado no Exame da OAB. Na sua ficha corrida constam os seguintes fatos públicos: afastamento do Detran por irregularidades, abuso de utilização de passagens aéreas, admissão de funcionária fantasma, liberação de verba para ONG que presidia, processo por falsidade ideológica, tentativa de chantagear multinacional em prol do seu sócio, dono de firma com enorme passivo tributário, e, para coroar, possível envolvimento com Carlinhos Cachoeira. Em catastrófico caso de vitória, seu patrono, o bispo Edir Macedo (da Igreja Universal do Reino de Deus), influenciará na aplicação do orçamento de R$ 40 bilhões anuais da Prefeitura paulistana. Imaginem o caos!

VALDENICE SANTANA SANTOS

santosvaldenice@ig.com.br

São Paulo

Muletas de candidatos

Na falta de qualidades próprias, candidatos a prefeito em diversas cidades se valem do famoso QI, o apoio na televisão, no rádio e nos jornais de Lulas, Dilmas, Malufs, igrejas evangélicas... E eleitores deixam-se influenciar por esses "indicadores", como se fossem eles os candidatos. Apoio de Lula, cujo governo foi o mais corrupto/corruptor, "como nunca antes", deveria ser considerado contra o candidato, para quem enxerga um palmo à frente.

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

Macambúzio...

O ex-presidente anda meio macambúzio com o processo do mensalão, de que ele nega ter sabido, dizendo que não existiu. Muitos já foram condenados e vários ministros, no julgamento do item 2, falaram de documentos assinados por Delúbio e Genoino, e até mencionaram Dirceu. Do jeito que a coisa vai, tudo nos leva a crer que todos os petistas serão condenados. Com isso, Lula começou a descer a ladeira, perdendo dia a dia o seu prestígio, mesmo gastando horrores na campanha para eleger Fernando Haddad em São Paulo - segundo publicado, a mais cara do Brasil.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Só falta o papa

Ele foi lançado pelo Lulla bem antes do horário político. Como não decolou, chamaram a "ministra do relaxa e goza". Como até a última pesquisa também não decolou, resolveram chamar a presidenta Dillma. Depois dela, só chamando o papa. Quanto ao líder nas pesquisas, ele aprende também com o Lulla paz e amor.

MOISÉS GOLDSTEIN

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

Sede de poder

Como uma fera ferida por causa do artigo de FHC, Dilma entra na campanha de Haddad, em 3.º lugar na disputa pela Prefeitura. Com seu guru, quer levar a todo custo o petista a eventual 2.º turno. A volúpia do poder é uma constante nas hostes petistas - e todos sabemos que a tomada do poder pelo PT foi um grande negócio, em especial na era Lula. Os postulados éticos da democracia pressupõem que um presidente no exercício do cargo não se deve envolver em campanhas eleitorais. Mas a sede de poder do PT sempre fala mais alto e, assim, a presidente sedimenta sua presença na campanha em São Paulo.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Confusão institucional

Dilma é presidente dos brasileiros ou só dos petistas? É papel de uma chefe de Estado alavancar a campanha de um partido? Lamentável essa confusão institucional.

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

Uso da máquina federal

Não nos parece correta a entronização da presidente na campanha de Haddad, porquanto, com certeza, seus compromissos não permitem que conheça os reais problemas da capital paulista. E não ser ela deste Município a leva a maior desconhecimento. Mais ainda, por ser óbvio o uso da máquina federal para influir numa eleição municipal, embora se trate da cidade sem a qual o Brasil estaria em outro estágio e longe de ser tido com a sexta economia do mundo. Melhor seria - embora a fogueira das vaidades tenha criado uma intransponível utopia - uma trégua nas divergências, em vista do 2.º turno, com apoio àquele que o acessar, para se contrapor à figura que galgou o primeiro lugar nas pesquisas por força do voto negativo emocional.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Eleitor cansado

Fernando Henrique Cardoso incide em erro crasso ao admitir "cansaço do eleitor com o PSDB na polarização da disputa com o PT" (6/9, A5). O eleitor que sempre votou no seu partido está cansado é do discurso medíocre e frouxo, destituído de teor ideológico e vigor político, que enfrente o lulopetismo populista, que está desmoralizando as instituições brasileiras. Os líderes lulopetistas, fiéis a seu viés ideológico, dizem o que querem sem resposta à altura de seus apagados opositores. Haja vista as contumazes manifestações do ex-presidente e a recente declaração grosseira e radical, culminada com ameaça, do presidente do PT. Eles nada temem. Não temos mais os líderes combativos de outrora. Estamos órfãos.

ARNALDO A. FERREIRA FILHO

amado1930@gmail.com

São Paulo

Acachapante

"Ridículo por ridículo, vote no Talarico". Essa tem sido a aberrante tônica de quase todos os postulantes à vereança. Triste país o nosso. Ou melhor, delles.

KLAUS REIDER

vemakla@hotmail.com

Guarujá

BONDADES SETEMBRINAS

Com toda a emoção cujo aprendizado foi adquirido com o “criador”, a presidente Dilma Rousseff transformou o 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, em 25 de dezembro, dia do Natal, tantas foram as promessas em forma de presentes que a presidente anunciou. Corte na tarifa de energia, para residências e para indústrias; redução do teto de tarifas cobradas nas ferrovias, quando se sabe que o modelo brasileiro elegeu o transporte rodoviário como prioritário; etc. Note-se que essas bondades prometidas só serão anunciadas oficialmente no próximo ano, isto é, depois de conhecidos os resultados das eleições municipais de outubro próximo. Nada sobre programa de reformas, nada sobre a defasagem salarial em todos os setores, menos no governo, nada sobre o massacre dos aposentados e pensionistas. Enfim, Dilma mostrou em rede nacional de rádio e televisão um humor que não lhe é peculiar, nem mesmo em rede nacional. Nada como a proximidade de uma eleição, numa etapa ruim para o seu partido, que ainda tem de assistir à condenação de seus companheiros envolvidos no mensalão.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

ACIMA DA INFLAÇÃO

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 2010, 88,1% das categorias conseguiram reajustes acima da inflação medida pelo INPC, em 2011 foram 85,1% que conseguiram o mesmo e em 2012 só no primeiro semestre 96,6% das categorias também conseguiram reajustes acima da inflação. Diante disso podemos concluir que os preços muito provavelmente acompanharam ou até superaram esses reajustes, enquanto os aposentados, que ficaram só com o INPC, viram seus benefícios perderem poder aquisitivo, é justo?
 
Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com 
São Paulo

POVO ENDIVIDADO

Nenhuma nação no mundo conseguirá aquecer sua economia quando seu principal plano de crescimento estiver atrelado ao endividamento do seu povo.
  
Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul ((PR)

SÓ TER FÉ NÃO ADIANTA

A presidente Dilma agora tem sobre sua mesa no Planalto a imagem da “Santa Desatadora de Nós”!  Nada contra! Mas, se o objetivo é ter a ajuda da santa citada para desatar os nós que vem afligindo a presidente no comando do País, a tarefa cristã não será nada fácil. Primeiro, porque a fé de forma isolada nada resolve! Para alcançar as graças solicitadas, é necessário determinação e competência, e até aqui Dilma não vem demonstrando eficiência no cumprimento de suas promessas. Porque em 21 meses de governo só vem colecionando derrotas. Ora, corrupção epidêmica instalada no Executivo, herança maldita de Lula! Ora, pelo segundo ano de queda brutal do PIB (2,7%, em 2011, e possível 1,3%, em 2012)! Ou ainda, porque como mãe do PAC, estas obras não se concluem, e algumas tampouco foram iniciadas. Oxalá, os petistas que vivem de intrigas com os próprios companheiros venham a colaborar, para o bem do Brasil, com a Santa Desatadora de Nós.  Agora, de jeito nenhum a Dilma deveria pedir ajuda à santa para interceder no Supremo, no caso mensalão. Lula, o dito todo-poderoso, tentou, e deu no que deu...  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

SOB CONTROLE

A instabilidade e as oscilações do PIB brasileiro não nos devem preocupar nem devemos dar muita importância a elas, pois no Brasil não é por ele que se mede a evolução de crescimento, conforme manifestação de Dilma Rousseff. Contudo, já caímos de 6.° para 7.° lugar entre as dez maiores economias do mundo, e continuando dessa forma regrediremos cada vez mais. Mas não se preocupem, pois, segundo o governo, está tudo sob controle.  

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

SAFRA RUIM

Este governo parece uma vitrine grotesca que expõe ministros invisíveis como Brizola Neto, que, diante das greves que paralisaram a Nação, ninguém sabe, ninguém viu; ilusionistas como Guido Mantega, que, a despeito de o Brasil ir de mal a pior (0,4% de crescimento do PIB), assegura sempre “uma melhora no próximo semestre”; cínicos como Ideli Salvatti, sempre envolvida em doações fraudulentas – lanchas no Ministério da Pesca e nas declarações de Pagot na CPMI do Cachoeira; chefes de aloprados como o Mercadante; de ideias e testa curtas como Celso Amorim; estrategistas da corrupção como José Eduardo Cardoso; todos presididos por um poste e liderados por um mentiroso que “não sabia de nada” e de que “tudo era caixa 2”, velhacarias que estão sendo reveladas no julgamento do mensalão! Enfim, trata-se da mais perversa safra política que proliferou no Brasil!

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br 
Campinas 

APESAR DE VOCÊ

Apesar de o governo financiar os bandidos do MST, o agronegócio continua dando sua grande contribuição ao PIB, que seria negativo sem ele.
 
Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 
São Paulo

OCUPAÇÕES MODERNAS

Foi educativo o artigo de Fábio Ulhoa Coelho O agronegócio e o interesse nacional (5/9, A2). Não avalio pelo caráter exclusivamente econômico, e sim pelo funcional. Mostra-nos o quanto “evoluímos” para uma sociedade onde o periférico é mais importante que o central. Onde cada qual procura justificar sua existência atuando e criando atuações em áreas consideradas, agora, fundamentais, sabendo que haverá o respaldo por aqueles que fazem a base – ou o serviço sujo, no popular. Analistas de mercado, operadores do direito, estrategistas – todos são importantes para o agronegócio, sem dúvida. Mas se a semente deixar de germinar e a terra deixar de produzir, nada adiantará essa cadeia diplomada e engravatada.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br 
Lorena

REFORMAS

A Fazenda e o Planejamento anunciaram aumento do Imposto de Importação para, desde logo, 100 produtos e, para mais tarde, aumento para outros tantos. É a incompetência técnica aliada à ideologia retrógada e o apoio ou orientação superior que induzem a tais disparates. Se o objetivo é aumentar a competitividade da economia nacional, o que se tem a fazer, e há muito tempo, é promover as reformas: fiscal, trabalhista, educacional, eleitoral e do aparelho do Estado. Não é pouca coisa, são necessários estadistas, e não reles políticos venais e aéticos. Para começar, reduza-se o número de Ministérios para algo como duas dúzias ou pouco mais. É mais fácil achar dez ou quinze pessoas competentes e sérias do que as trinta e tantas empregadas hoje. O povo que não se iluda com a propaganda do governo, do jeito que as coisas vão, o futuro pode ser meio amargo. Precisamos voltar à racionalidade que tínhamos alcançado quando da implementação do Plano Real, das privatizações, da Lei de Responsabilidade Fiscal e avançar nas reformas necessárias. Não temos muito tempo a perder.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 
Campinas

PERDÃO DE DÍVIDAS FISCAIS DE CLUBES

Essa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) desejar que o governo federal perdoe as dívidas fiscais (2/9, E2) – Imposto de Renda e INSS – de clubes em troca de formação de atletas potenciais para a Olimpíada de 2016, é um “absurdo sem tamanho”, que só poderia surgir no Brasil. Se o governo federal aceitar essa “sacanagem”, ele deverá fazer  a mesma proposta para pequenas, e médias empresas que também tenham dívidas fiscais. A melhor solução, seria o governo arrecadar compulsoriamente 20% da renda nos estádios, de cada jogo do clube devedor, para a quitação das dívidas fiscais e ponto final.

Márcio Rosário mrmarcio_rosario@hotmail.com
Leme

INDÚSTRIA EM APUROS

A situação da indústria brasileira está, infelizmente, cada vez mais complicada. Enquanto os governantes não deixarem de elevar os impostos e deixarem nossa indústria competitiva, esquece! Um país que importa até produtos de higiene da Argentina esperar mais o quê?

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br
São Paulo

FELIZ ANO-NOVO

A redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis tem um único objetivo que é aumentar a produção e manter os empregos na indústria automobilística. Só uma pergunta simples aos ministros responsáveis pela medida, e também à presidente Dilma: Também foi imposta uma redução proporcional da remessa de lucro das montadoras para as matrizes? A conta é simples. Se a redução de IPI possibilita o aumento de produção, aumenta o lucro. Fica o osso e vai o filé. Após o segundo turno das eleições, provavelmente teremos o aumento dos combustíveis, que não pode mais esperar, o fim da redução do IPI para todos os setores, o aumento da inflação e um feliz ano-novo para todos.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 
Osasco

PRIVILÉGIOS A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA

Gostaria de saber do governo da Sra. Dilma qual o benefício que os 194 milhões de brasileiros têm com a redução de IPI para a indústria automobilística. Afinal, um governo deve administrar e fazer leis que beneficiem toda a Nação. Não entendo como o recorde de vendas de automóveis e de lucros das revendedoras e indústria podem beneficiar o povo. Ou será que este privilegio é só para enriquecer a alguns empresários do País? Podem nos explicar?

Luiz Claudio Zabatiero zabasim@ig.com.br 
São Paulo 

ESTRATÉGIA DE VENDAS

Segundo a imprensa, em agosto houve um recorde na história de emplacamentos de veículos. No Brasil compramos os carros mais caros do mundo, porém, a velha estratégia de vendas funciona bem, quando podemos vender um objeto por um determinado preço, mas conseguimos esse feito pelo dobro, para depois baixá-lo sob pretexto de “promoção” ou redução de impostos. Para roupas, ainda há o realce daquela conversa que o produto pertence a “grife” tal.

Cláudio de Melo Silva melo_riodoce@hotmail.com 
Olinda (PE)

CAPITALISMO NO DIVÃ
 
E não é que o tal do capitalismo foi parar no analista? Quem diria? O senhor da economia mundial, o mantra dos liberais, o demônio dos radicais foi parar no divã. Pobre capitalismo, de senhor dos anéis a pária da sociedade mundial. O coitado do capitalismo sofreu muito, por séculos para chegar ao posto de senhor da economia mundial. Guerras, Marx, Grande Depressão, nada foi capaz de abater o modelo econômico que premiava a livre iniciativa, o mérito e o palavrão dos radicais; o lucro. O mal falado capitalismo foi retratado de cartola, com charuto, mulheres, carrões e tudo que o luxo e conquistas podem dar ao homem de forma material. Hoje coitado está roto, mulher mal falada na vizinhança, leproso que ninguém ousa defender na sua plenitude. Injusto. Vou aqui defender a mulher mal falada, afinal ela tem conteúdo e bons propósitos, mesmo que às vezes comporte-se de maneira vulgar ou até mesmo vil. Mal da humanidade que ninguém pode julgar. Atire a primeira pedra... O coitado do capitalismo, depois de lutar por anos ou até mesmo séculos contra o modelo dirigista estatal (leia-se estatismo, comunismo ou marxismo) venceu em 1989. A queda do muro de Berlim selou a vitória do modelo econômico senão mais justo ao menos mais racional e meritório. Desde então o capitalismo refestelou-se na supremacia, financistas, mercado de capitais, modelos econômicos milagrosos que tiraram economias do limbo ao pódio, de tudo um pouco. Por quase 20 anos tivemos grandes heróis, alguns pulhas que também causavam admiração pela astúcia. O lucro, o sucesso da livre iniciativa suplantava qualquer desvio moral ou de conduta. Só que se esqueceram de avisar a tal da economia. Ah, essa senhora é implacável, não perdoa desvios de conduta, mesmo que por vezes finja-se de morta. Quando ela vem para cobrar a conta não tem financista, entrepreneur ou mesmo economista que não vergue sobre seu julgamento. E ela iniciou o julgamento em 2008. E está julgando em 2012.  Ninguém sabe quanto o julgamento vai durar nem a sentença. Acredito ela irá condenar o capitalismo pelo pecado capital da soberba e ganância. A sentença será regime semiaberto. Menos mal... Mas vou fazer aqui o papel do advogado do diabo ou mesmo do analista. Desculpe a presunção, mas alguém tem que defender essa moça bonita que se perdeu por soberba. Qual o modelo econômico menos justo que o capitalismo? Não estou falando melhor, menos justo apenas. Qual modelo econômico proporcionou tanto avanço na ciência, na indústria, na saúde, na educação e por aí vai, que o capitalismo? Houvesse modelo melhor nesse momento todos teriam a resposta ao mercado agonizante ou mesmo à sociedade. Pois então, o capitalismo pecou, foi soberbo, deixaram lobo tomar conta de galinheiro como se ambição humana fosse controlada pelos agentes de mercado. O capitalismo como todo modelo humano e falível tem que ser regulamentado, orientado e estimulado. Culpar a livre iniciativa humana, o mérito da conquista é antinatural e retrógrado. Temos que ajudar o capitalismo a se reinventar, se modernizar a uma sociedade mais justa, autossustentável e democrática. Não podemos deixar que grandes vitórias da humanidade calcadas na livre iniciativa sejam maculadas por filhos degenerados que serão esquecidos ao tempo. Peço a absolvição do capitalismo, a compreensão e compaixão a quem muito deu à sociedade. É hora da mea culpa, da reflexão e da autoindulgência para que o capitalismo floresça novamente e impulsione a humanidade a novas conquistas e horizontes. A sociedade perdoa o capitalismo exacerbado, pede sua reflexão e correção de trajetória. Não podemos viver sem você, ou melhor, não temos alternativa melhor. 

Jose Carlos Bartholi jcbartholi@hotmail.com 
São Paulo

DESNACIONALIZAÇÃO DE AEROPORTOS

A privatização ou concessão dos Aeroportos do Galeão e de Confins e ainda com sócios estrangeiros – seguramente majoritários – seria justificada, segundo o governo, pela urgência na realização das obras diante da demanda de passageiros na Copa do Mundo. Desculpas mais do que esfarrapadas. O Galeão já foi ampliado. Tem duas pistas para pouso e decolagem e dois terminais de passageiros. E está ocioso! Que obras seriam necessárias?  Conserto de escadas rolantes e esteiras para bagagem e reparos nos banheiros é tudo que se pode apontar. Para isso basta alocar algumas verbas no orçamento da Infraero. A situação de Confins é semelhante. A Infraero foi criada há 40 anos, em 1972,  construiu todos os 67 aeroportos nacionais e  é a terceira maior operadora de aeroportos no mundo.  Será que é preciso entregar os melhores aeroportos do Brasil para a iniciativa privada? E ainda desnacionalizá-los? Temos know how até para exportar.
 
Roldão Simas Filho rsimas@aos2.com.br 
Brasília

BANCÁRIOS AMEAÇAM GREVE

Os bancários decidiram entrar em greve no próximo dia 18, caso os banqueiros não melhorem a proposta de reajuste, pois os bancários não gostaram do proposta oferecida pelos banqueiros de 6% de reajuste. Estão reclamando de quê, pois 6% é mais do que os 5% concedidos por Dilma para os funcionários públicos federais, reajuste este que será concedido a partir de 2013. Se todos são iguais perante a lei, conforme reza a Constituição de 1988, por que o reajuste dos bancários é maior do que o reajuste dos funcionários públicos federais? Só a greve dos funcionários públicos federais prejudica a população? Se os bancários entrarem em greve no próximo dia 18, como eles estão anunciando, a população não será prejudicada?
 
Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

A HISTÓRIA SE REPETIRÁ?

Quando o sr. Dias Toffoli era ministro da  Advocacia-Geral da União, a pedido do sr. Lula, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável ao não pagamento por parte dos bancos das dívidas que estes tinham referentes aos planos econômicos (Bresser, Verão, Collor, etc.). Mais tarde, já como ministro do STF, sem o menor “constrangimento de foro íntimo”, este Sr. “não se julgou impedido” de acolher liminar a favor dos mesmos bancos. Engavetou a liminar e até hoje esta não foi votada em plenário. Será que no futuro, quando o PT não for mais governo, o atual ministro da Advocacia-Geral da União, Sr. Luis Ignácio Adams, não estará no STF julgando tal lei (a proibição de operação padrão em greve de servidores) “inconstitucional”?

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com 
Pirassununga

SEM CHANTAGEM 

O que D. Dilma deveria exigir é um projeto de lei que proíba chantagem política em ano de eleição. É inadmissível que funcionários públicos sabendo da picaretagem generalizada que é composto o nosso sistema eleitoral e político administrativo, chantageiem com greves e operações-padrão, os governantes na maioria incompetentes, cujo único predicado que possuem para se reelegerem é que mantiveram durante o seu mandato, os precários serviços públicos funcionando...

Victor Germano Pereira      victorgermano@uol.com.br
São Paulo

‘ESPECIAIS’

Após a bagunça causada pelas greves dos funcionários públicos federais, por que até hoje o Senado Federal – desde a Constituição de 1988 – não aprovou um projeto de lei regulamentando o direito de greve do servidor público? Será que eles são tão “especiais” assim? 

Edgard Gobbi  edgardgobbi@gmail.com
Campinas

TSE, ELEITOR E FICHAS SUJAS
 
Causa-nos espécie quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) veicula na mídia recomendações no sentido de o eleitor não votar em candidatos com problemas na Justiça – os reconhecidos “Fichas Sujas” – e que exerçamos o Voto Consciente. Isto é, transfere, mais uma vez, a responsabilidade ao eleitor quando ela poderia, já que respaldada em lei específica e emanada do povo, agir com presteza e uniformidade de procedimentos, alijando-os definitivamente do processo eleitoral. Logo a Justiça a qual não só por decorrência da sua injustificável lerdeza atrasa julgamentos de processos até as últimas consequências – véspera de eleição – e deixa o eleitor sem saber se o seu candidato terá ou não a sua candidatura legitimada e até na dúvida se o seu voto, tempo gasto, incômodos de deslocamentos, filas e custos que decorrem de uma eleição serão válidos, justificados, recompensados. Imperdoável! Logo a Justiça que por decorrência de atendimento a sucessivas liminares, as quais – maioria – conceituamos meramente protelatórias, embora legais, posterga decisões que deveriam ser antecipadas a fim de não conturbar o processo eleitoral. Por que tantas interpretações desacordes se a lei se demonstra cristalina e a documentação é substancial na maioria dos casos? De que servem então os egrégios Tribunais de Conta se as suas conclusões que poderiam subsidiar as decisões são questionadas e nem sempre acatadas? Casos há em que o candidato pode até ser eleito, tomar posse e, de imediato, ser destituído do cargo ocupado por aclamação pública, por decorrência de sua eventual condenação em instâncias superiores e que são tantas – TRE, TSE e STF. É justo e producente? Quais danos acarretam à Democracia e ao País e por que nos calamos e acomodamos indefinidamente diante desses fatos indicativos de inépcia organizacional ou até mesmo abuso de poder?

José Hildeberto Jamacaru de Aquino hildebertoaquino@yahoo.com.br 
Russas (CE) 

ELEIÇÃO EM SÃO PAULO

Dois assuntos que considero importantes na campanha eleitoral da capital de São Paulo até agora não foram explorados: 1) A maior causa dos buracos e desníveis das ruas da capital é devido à péssima qualidade do serviço de restauro executado pelas concessionárias de gás, telefonia, água e luz da cidade. São Paulo é, com certeza, uma das piores cidades no mundo nesse quesito, boa parte por culpa dessas concessionárias. O asfalto possui ondulações graves e buracos que derrubam motos, ciclistas e provocam acidentes. De nada adianta recapear inúmeras ruas se elas estarão destruídas no dia seguinte. Sugestão: a prefeitura precisa criar um padrão de qualidade mínimo para o restauro do asfalto, aumentando a fiscalização e adotando medidas severas (com multas e punições) contra a concessionária que não seguir esse padrão. 2) A despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, que hoje são a maior vergonha do paulistano.

Ricardo Acedo Nabarro ricnab@gmail.com 
São Paulo 

A COMPLEXIDADE DE SÃO PAULO

A solução dos principais problemas de São Paulo é equiparável ao enfrentamento dos mais complexos problemas do mundo. E o quadro eleitoral, considerado esse fato, é profundamente desanimador. Para muitos, não passa de demagogia grosseira e de um circo de animais e palhaços medíocres.  Para os paulistanos que amam esta imensa e pouco conhecida aldeia, ainda há tempo de proferir um voto não emocional, o que significa afastar opção por aventureiros e oportunistas, principalmente aquele que atingiu o topo da montanha não por méritos seus, que não possui, mas valendo-se de escorregões secundários que não invalidam a marcha dos competidores efetivamente capazes de enfrentar esse dilema. Impõe-se nosso esforço e a não rendição à mediocridade. Como disse o filósofo Baruck Spinoza, “não é por julgarmos uma coisa boa que nos esforçamos por ela, que a queremos, que a desejamos, mas, ao contrário, é por nos esforçarmos por ela, por querê-la, por apetecê-la, que a julgamos boa” (Ética, parte 3, prop. 9). 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

CRÍTICAS À CAMPANHA MUNICIPAL

Gostaria de divulgar minha opinião sobre a campanha municipal, em especial à do PSDB. Estou muito incomodada com o andamento da propaganda eleitoral desse partido, por ser sua eleitora. Penso que estão cometendo o mesmo erro da campanha à Presidência. Parece que há a orientação para que o candidato afaste-se de quem não está com a popularidade em alta, no caso atual, o prefeito Gilberto Kassab, ao invés de esclarecer a opinião pública dos avanços conquistados pela administração. Tudo parece muito esquizofrênico: primeiro prega-se a continuidade de gestão, depois o afastamento. Tenho críticas à atual gestão administrativa, entretanto a cidade de São Paulo hoje é outra se comparada à época da gestão da prefeita Marta Suplicy. Há que se explorar, inclusive visualmente, as diferenças da cidade. Hoje está mais limpa, as praças arrumadas, sem caminhões na marginal, sem motoqueiros na via expressa, sem outdoors poluindo a cidade, com equipes da saúde da família mais do que triplicadas (o trabalho municipal propiciou o recebimento das verbas federais na saúde tanto quanto na assistência), as viradas culturais, a cidade está mais segura com a operação delegada e etc., etc., etc. Há que ter alguém preparado para ajudar a população a reconhecer o que há de bom na atual administração! Mas a população precisa ser relembrada que  a prefeitura não tinha dinheiro nem para pagar as concessionárias de serviço no final da administração petista! O que incomoda uma eleitora como eu é ver um candidato, apesar de antipático,  reconhecidamente competente perder espaço para novatos aventureiros que deixarão nossa cidade novamente em petição de miséria! Não adianta, agora, tentar separar-se da administração municipal se desde o início da campanha propôs-se a continuidade!

Ruth Capestrani capestrani@hotmail.com
São Paulo

DOIS PROFESSORES EM SALA DE AULA

Como segunda professora em sala de aula, conforme  vem divulgando o candidato José Serra, tenho alguns pontos a questionar. O primeiro é qual o propósito da criação do cargo? Para mim seria para ajudar o professor titular, que com classes de trinta ou mais alunos, precisa de ajuda na orientação dos alunos, sanando dúvidas etc. Outro ponto seria para atender aos alunos de inclusão. Bem fomos contratadas para ficar 10 horas semanais em cada classe. Ao chegarmos nos deparamos com alunos de 3º, 4º anos que ainda não haviam aprendido a ler, ou por terem ficado defasados ou por apresentarem alguma necessidade especial que o professor, com uma classe repleta, não conseguiu atender. Começamos a sequência didática e quando esta começava a mostrar resultados fomos informadas de que nosso cargo seria apenas por dois meses, após os quais outra professora tomaria nosso lugar. Quando da nossa contratação achávamos que seria um cargo sério. Ao assinarmos o contrato nos disseram que iríamos ficar até o último dia letivo ou  caso  a diretora verificasse que não atendíamos as necessidades da escola seríamos dispensadas. Não foi este o caso. A professora que chega, demora algum tempo para fazer um diagnóstico, criar uma sequência didática compatível com cada caso e aplicar. Quando esta sequência é interrompida a criança acaba regredindo. O que eu posso tirar desta experiência é que este cargo é um dos muitos criados apenas com finalidade eleitoreira. Os prejudicados somos nós professores, tratados como se nada valêssemos e as pobres crianças que com isto continuam sem aprender.

Marlise Uhr marliseuhr@ig.com.br 
São Paulo

RENOVAÇÃO

O candidato à Prefeitura de São Paulo José Serra fala que não deixará o mandato, como fez anteriormente. O problema atual não é deixar, mas, sim, como chegar lá? A verdade é que o PSDB ainda é forte, mas precisa de renovação, sangue novo, pessoas mais modernas, atuais, com carisma, etc. Conclusão: Como caminhão muito carregado e sem freio em uma grande serra, assim caminha José Serra!
 
Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com 
Sumaré

PERGUNTAS AOS CANDIDATOS

O que devemos saber dos prefeituráveis: 1) Como será se não obtiver maioria na câmara municipal e o que fará para conquistar essa maioria. 2) Como irá resolver a falta de transporte público nas periferias.  3) O que fará para diminuir o transito lento da cidade, e como irá lidar com excesso nas locomoções individuais.  4) Como irá melhorar a educação e principalmente no ensino fundamental.  5)  Como será sua relação com as empresas de ônibus e as de coleta de lixo, e com  todos os demais serviços essenciais para a cidade. Essas são algumas das propostas importantes para o povo paulistano saber, do seu novo prefeito.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com 
São Paulo

AVISO ELEITOREIRO

O PT não toma jeito mesmo, no que tange a voto não perdem tempo, já colocaram na mídia mais um aviso eleitoreiro, para vigorar em 2013, ainda resta um quadrimestre de 2012, o que não se faz por votos... Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é legal esse procedimento? As eleições municipais serão no próximo mês de outubro, não configura estelionato eleitoral? PT já anuncia o valor do novo salário mínimo para 2013, que será de R$ 670,95, um reajuste de 7,9%. A poucos dias anunciaram também a antecipação do 13º dos aposentados, além do reajuste de salários aos funcionários federais grevistas, em ano eleitoral. Pode? A antecipação do 13º e o reajuste dos salário mínimo são obrigações do desgoverno do PT, não é nenhum favor. Mas votar mal é “coisa” séria e traz inúmeras consequências, é só lembrar a roubalheira do mensalão do PT, uma vergonha mundial!
 
Luiz Dias lfd..silva@2me.com.br 
São Paulo

ELEIÇÕES E PROPOSTAS

Chama a atenção o total descaso dos candidatos à Prefeitura de São Paulo para com os reais problemas da cidade e a ausência de propostas efetivas em seus respectivos programas de governo. A Prefeitura de São Paulo tem uma dívida superior a R$ 62 bilhões, em nenhum momento algum candidato tocou neste assunto, a pergunta que fica é obvia: Como investir em transporte, educação e saúde com uma dívida gigante que não para de crescer? Enquanto isso, temos de ouvir jingles de “chu chu chu cha cha cha”, ataques baratos e total despreparo para ocupar o cargo de prefeito da maior cidade da América Latina. 

Cyro Galaso cyrogalaso@hotmail.com
São Paulo

POLÍTICA DE PÃO E CIRCO

Poucos pensam que as eleições 2012 estão próximas e muito pouco foi discutido sobre saúde, educação, segurança e outros temas importantes. A política de pão e circo, no Brasil, concentra-se no circo que é a televisão e suas atrações. Daqui a menos que um mês teremos eleições que realmente modificarão os rumos do Brasil. O povo tem memória curta e poucos têm uma visão de conjunto do que foi a ditadura militar, os governos Sarney, Collor de Melo e toda a nossa História. Quem vive a ilusão sofrerá as consequências de viver na mentira. A História continua!
 
Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br 
Fortaleza

CHEGOU A HORA

Só 14% dos jovens brasileiros conseguem chegar à universidade. Sete em cada 10 alunos do ensino médio chegaram analfabetos funcionais, não entendem um texto que leem. Nossos operários não atingem bons níveis profissionais por ma educação básica. A imensa    maioria dos brasileiros não tem cultura. Falta no Brasil uma boa educação de base, mesmo no Sul e no Sudeste. Nesse item continuamos subdesenvolvidos. São os prefeitos e vereadores os diretamente envolvidos no assunto,  dependente, também, de políticas nacionais. Agora é hora, portanto, de escolhermos nossos candidatos dentre os mais e melhor comprometidos com educação de base. Agora é a hora. Vamos votar melhor?

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

EDUCAÇÃO, PARA VER MAIS LONGE
 
A ignorância é um tipo de cegueira. Mas a educação serve-lhe de antídoto! O conhecimento é o que nos faz enxergar mais longe, para além do nosso mundinho. São Tomé foi o apóstolo que só cria no que seus olhos viam. Por isso, Jesus se mostrou a ele! Os filósofos empiristas diziam que o conhecimento que temos passa obrigatoriamente por nossos sentidos. Tal é a importância do que vemos e tocamos. Sabe aquelas pessoas que duvidam que o homem já foi à Lua? Pois é. Quanto mais distante uma informação está dos nossos sentidos, menos acreditamos em sua veracidade. Por isso, para que tenhamos uma sociedade menos ignorante, precisamos mostrar o mundo às pessoas. Precisamos trazer o conhecimento para diante dos seus olhos, de modo a encantá-los, de modo a fazê-los abrir e, por consequência disso, poderem ver cada vez mais longe. É para isso que serve a educação: para nos fazer enxergar melhor!
 
Wellington Anselmo Martins am.wellington@hotmail.com
Bauru

‘PORTUINGLÊS’
 
Para ajudar a melhorar a educação, precisamos valorizar a língua do país onde vivemos. Ensinam Língua Portuguesa nas escolas, mas o que se lê e se ouve diariamente na mídia e nas empresas é o “portuinglês”. Nas vitrines das lojas, ofertas 50% “off”. O pessoal do Marketing convida para um “workshop”, onde haverá apresentação de “cases” e “games”. E como tudo é “business”, temos de dar “feedback”, “follow up”, “just in time”, tudo com “deadline”. É a globalização? Que globalização é esta, em que só nós falamos a língua deles e eles não falam a nossa? Se esta for publicada “full”, “thanks”!
 
Isabel Ferronato isabel.bel@ig.com.br 
Blumenau (SC)

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