Fórum dos Leitores

SISTEMA CARCERÁRIO

O Estado de S.Paulo

15 Novembro 2012 | 02h11

Só agora?!

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, falando a empresários em São Paulo, referiu-se aos depósitos de presos que chamamos de penitenciárias e declarou que preferia morrer a ficar preso. Interessante, uma das atribuições desse ministério é a coordenação e administração da política penitenciária nacional. E só agora, depois de dois anos no cargo e ciente de que seus "cumpanheros" de partido deverão cumprir pena num desses presídios é que viu como vivem os presos no País? Poupe-nos, ministro. Seu partido está há dez anos no poder e não fez absolutamente nada nessa área.

AGNES ECKERMANN

agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

Espírito de corpo

Ao ler o caderno Cidades do Estadão de ontem, não havia entendido o motivo da entrevista do ministro da Justiça, sr. José Eduardo Cardozo, sobre as nossas prisões. Se o seu partido está no poder há mais de dez anos e o problema é da sua pasta, pergunto: por que não tomou providências antes? Porém, escutando depois o discurso no Supremo Tribunal de outro ministro do mesmo partido, o sr. José Antonio Dias Toffoli - falando com outras palavras, porém levando ao mesmo assunto -, pedindo que os "cumpanheiros" não sejam presos, entendi: é espírito de corpo!

EDUARDO SANTALUCIA JUNIOR

santaluc@uol.com.br

São Paulo

Direitos humanos

Tem toda a razão o ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, quando diz que o sistema carcerário do Brasil é medieval, violador dos direitos humanos, falido e não ressocializa nem recupera ninguém. Pequenos infratores, que deveriam cumprir penas alternativas em meio aberto pela prática de delitos leves e sem uso de violência, acabam muitas vezes se "escolando" no submundo do crime e saem da prisão como membros de organizações criminosas para praticar grandes crimes. Na última década, o número de detentos mais do que dobrou no nosso país, passando de 232 mil em 2000 para 471 mil em 2011, sendo o número de vagas de apenas 295 mil, revelando a superlotação dos presídios. O Estado brasileiro descumpre a Constituição federal e os tratados internacionais assinados pelo Brasil ao não respeitar minimamente os direitos humanos dos presos e a dignidade da pessoa humana.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Prisões medievais

Não assiste razão ao ministro da Justiça quando lamenta "nosso sistema prisional medieval, que não só desrespeita os direitos humanos, como também não possibilita a reinserção do condenado". Na realidade, em condições prisionais medievais vivemos nós, a classe média paulistana, em condomínios guarnecidos com grades e cercas de arame farpado, sujeitos a arrastões e pagando impostos absurdos. Só faltam as pontes levadiças!

ARSONVAL MAZZUCCO MUNIZ

arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

Ministro realista

O pior de tudo, quanto ao pronunciamento do ministro da Justiça sobre preferir morrer a ter de cumprir pena em nossos presídios, é o fato de ele saber que a presidente Dilma Rousseff gastou somente 21% do orçamento na área de segurança em todo o País e que essa situação não vai melhorar. Ao contrário, com a economia piorando, a tendência é... Assim, a recuperação de presos fica para depois.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Melhor morrer

Sobre essa declaração do ministro José Eduardo Cardozo, seu antecessor no Ministério da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e o sr. Lula, do seu partido, prometeram, em 2003, novos presídios no Piauí, na Paraíba, em Pernambuco e em outros Estados. E o que fizeram? Em dez anos, um único presídio, em Catanduvas (PR), com 200 lugares. Com um governo desses, é melhor morrer.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Renúncia

Caso eu fosse ministro da Justiça e, sentindo-me incompetente para resolver a questão do sistema penitenciário brasileiro, tivesse de vir a público dizer que preferia me matar a cumprir uma pena na cadeia, entregaria o cargo.

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

MENSALÃO

Nova República

A República maltratada pelo crime do mensalão é agora restabelecida pelo julgamento feito pela Suprema Corte. Instaura-se uma nova República, que desconfia das alianças e sepulta de vez a impunidade. Em pleno dia 15 de novembro, no século 21, o Brasil pode se ufanar de ter na Justiça a maior defensora da nova República, inspirada nas palavras de Rui Barbosa e consagrada na Constituição federal em vigor.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

A lição do STF

Assim como os petistas estão inconformados com as sentenças impostas aos mensaleiros do seu partido e não perdem a oportunidade de criticar o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), o Brasil, de norte a sul, está orgulhoso por saber que tem na mais alta Casa da Justiça deste país um cidadão que prima pela eficiência, pela clareza, pela simplicidade e, em especial, pela coragem, atributo tão em falta aos homens públicos brasileiros. O ministro Joaquim Barbosa está devolvendo aos cidadãos de bem a esperança de que a justiça tarda, mas não falha. Dentre tantas outras coisas, esse julgamento mostrou aos brasileiros quem são os ministros que honram o STF, em especial Carlos Ayres Britto e Celso de Mello, que em breve saem de cena de cabeça erguida e com a consciência do dever cumprido.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

APOSENTADORIA

Ayres Britto

Ministro Carlos Ayres Britto, obrigado por suas lições de integridade, justiça e patriotismo. O Brasil vai sentir muito a sua falta no Supremo Tribunal Federal. Esteja certo, porém, de que ficará sempre na memória e no coração dos brasileiros que tiveram a felicidade de vê-lo atuando.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Dignidade

Ministro Ayres Britto, gostaria de agradecer-lhe em versos, mas como não sou poeta deixo apenas uma palavra: obrigada!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

 15 DE NOVEMBRO, PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

15 de novembro de 1889 já se faz bem distante. Mas foi quando Deodoro da Fonseca assinou um manifesto e, com isso, o término da monarquia. Com a República nas mãos, o Brasil começou a avançar em direção a um processo democrático. Vale lembrar que, mesmo acorrentada pelo medo e pela violência, desafiada pela corrupção, pela desigualdade, a nossa gente transpira, e muito, para fazer valer o respeito à sua dignidade. O Brasil tem apresentado resultados exuberantes em muitas áreas, o que nos enche de orgulho e esperança. Em outras, a qualificação é tão vexatória que nos enche de vergonha – fruto da inércia, do descaso, da impunidade e da ganância sem limites de gestores carentes de escrúpulos. Então, cabe à educação e aos seus profissionais, a significante tarefa em conduzir as gerações futuras a conquistar, com ética e muito trabalho, a soberania da nossa pátria, cujos braços, fartos de recursos, abrigam uma das mais generosas economias do planeta. Há, ainda, muito a ser feito. A nossa democracia ainda é nova, contudo, merece muita atenção e deferência principalmente dos jovens, que felizmente desconhecem o quão sofrido é viver em baixo das mãos impiedosas de um regime implacável, onde o direito ao cidadão é cruelmente amputado. Com inteligência, pés no chão e olhos bem abertos nós, brasileiros, atingiremos a nossa legítima posição de soberania como de fato merecemos e, de forma alguma, abriremos mão dos valores de tudo o que já foi arduamente conquistado até agora.

José Maria Cancelliero assessoriajp@cpp.org.br

São Paulo

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OS MALES DA REPÚBLICA

Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca proclamou a República do Brasil. Após 123 anos, a ideologia do marechal ainda permanece no coração dos homens de bem de nosso país, que lutam contra os males que nos afligem. E entre esses males da atualidade, presumo que a corrupção ainda seja o maior de todos.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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FERIADOS DEMAIS

Tornaram lei termos feriado dia15 de novembro em homenagem à República. Para quem gosta de República e seus corruptos, tudo bem. Aí veio o justo dia da Consciência Negra, que é totalmente justo e merecido, como o dia do orgulho gay, porém feriado é errado, prejudica demais os altos impostos cobrados pela República tão mal administrada, a ponto de tornar a monarquia constitucional a única salvação, afinal, com os vícios da República, só uma mudança de sistema para acabar. E quanto aos dois feriados juntos, pelo amor de Deus, é óbvio que isso é péssimo para a economia, deve-se decidir qual dia anular o feriado, 15 de novembro ou 20 de novembro.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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OS PRESÍDIOS NO BRASIL

Seria um rasgo de sinceridade a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que “preferia morrer a ficar preso por anos em algum presídio brasileiro”? Não, trata-se de confissão de incompetência do governo de seu partido, mesmo. Ora, o PT está há dez anos no poder! Dez anos! Será que, nesses dez anos, não houve tempo suficiente para que ele e os ministros anteriores pudessem elaborar políticas que ao menos melhorassem ligeiramente o sistema prisional do País, que ele qualifica de “medieval”? Ou a culpa, também neste caso, é de FHC?

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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OS ‘JOSÉS’ DO PT

Quantos despautérios saídos da boca de um cidadão que está ministro da Justiça. Jurista de formação critica as leis constitucionais e declara ao público pagante, entre outras irresponsabilidades, durante uma palestra a empresários em São Paulo, que preferiria a morte a cumprir pena no País, reportando-se ao sistema prisional brasileiro. Embora saibamos das precariedades em que se encontram os presídios pelo Brasil afora, parece que o Sr. José Eduardo Cardozo desdenha do fato de seu partido estar no poder há dez longos anos e confirma a inoperância administrativa de seu ministério. O PT deveria escolher melhor os seus “Josés”.

Leila E. Leitão

São Paulo

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‘PREFIRO MORRER A FICAR NA PRISÃO’

O ministro da Justiça corre sério risco pela coragem da afirmação, já que seu ambiente é o do PT, envolvido numa onda de crimes. Se todos os criminosos adotassem a mesma preferência pela morte, sua gestão seria um sucesso, porque, embora seja uma solução fria, é eficaz e econômica. A incontestável irônica realidade é que os criminosos soltos preferem voltar para a cadeia, como provam as estatísticas de 70% de reincidentes. Se é tão ruim assim, por que preferem voltar? Mas a frase foi “preferia morrer a cumprir muitos anos em uma prisão”, então não precisa se preocupar, a libertação dos presos paga-se com vidas da sociedade e se governo puder formar uma cultura criminosa em toda a sociedade, melhor ainda, fica tudo em família. O mais paradoxal é que o ministro critica um problema cuja solução está em suas próprias mãos. Penitenciária deriva de penitência, mas o termo foi banido, penitência é coisa de religiosos. Construir presídios suficientes não está nas cogitações do governo. O que gera criminosos é a compensação criminosa, o governo não é bom exemplo para a sociedade, que também vive cercada de estímulos midiáticos sob seu beneplácito. A meta ideológica do governo é debilitar para governar e o ministro se esforça para cumpri-la.

José Domingos Batista jbd.13@hotmail.com

São Paulo

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CUIDADO

Se é assim, então, Sr. ministro, se gosta de viver, fique esperto, o partido ao qual pertence gosta de ilícitos e vários integrantes estrelados já foram condenados, as coisas estão mudando. E não me venham dizer que é sob o comando de vocês que isso tem ocorrido. É justamente porque sempre confiaram na impunidade é que perderam o senso e fizeram tudo tão descaradamente. Até um cego veria.

Heloisa A. Martinez heloisa_martinez@hotmail.com

Mogi das Cruzes

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MINISTRO NERVOSO

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, mostrava-se nervoso ao dizer que preferiria a morte a cumprir pena em nossos presídios. Estaria ele temendo ser cobrado pelo governo do seu partido nada ter feito para melhorá-los nos últimos dez anos? Ou por pena de companheiros queridos envolvidos com o mensalão? Ou ambos?

Fabio Figueiredo fabio.figueiredo@santander.com.br

São Paulo

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MAU ATOR

O ministro Cardoso está preocupado com o nível das prisões brasileiras e, fazendo gestual de ator de novela mexicana, “dramaticamente” soltou a frase “prefiro morrer a cumprir pena em prisão brasileira”. Ministro, no mesmo dia em que você parece desejar nível de prisões suecas para assassinos, por falta de atendimento médico, uma mulher pobre dava a luz no chão do banheiro de um “hospital” público do Distrito Federal, uma realidade desconhecida dele e demais políticos que fazem uso de um Sírio-Libanês.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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PERDA DE TEMPO

Se o José Eduardo Cardozo tenta sensibilizar o povo em favor de seus amigos, e réus já condenados, como o José Genoino, Delúbio Soares e José Dirceu, perdeu seu tempo! O ministro da Justiça, ao declarar que “preferia morrer a cumprir pena no País”, confessa primeiro que o seu ministério, e também desde que o PT chegou ao poder, em 2003, nada fez para que o sistema prisional brasileiro tivesse acomodações mais humanas. Em segundo lugar, Eduardo Cardozo está demonstrando que aprendeu muito bem com o Lula a ser demagogo. Porque, como deputado federal que foi, e por várias legislaturas, nunca se preocupou ou apresentou projetos para mudar esta triste realidade da superlotação carcerária. Ou seja, na ilha de espertos desprezíveis do Planalto, como Lula, que tentou através de chantagem ao Gilmar Mendes adiar o julgamento do mensalão, o ministro da Justiça, com a vaca já dentro do brejo das condenações de petistas, esquecendo o importante cargo que ocupa, sai em defesa de seus camaradas, como se fossem cidadãos de primeira classe e com direitos e privilégios que os outros 500 mil detentos não têm... Durma-se com um barulho destes!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SUICÍDIO

Como o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que preferiria morrer a enfrentar as prisões medievais brasileiras, só resta uma saída para aliviar tanto sofrimento da quadrilha de José Dirceu: ingerir cápsulas de cianeto.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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POR QUE SÓ AGORA?

Quando um “ministro” de Estado dá uma declaração diante de uma plateia e, sendo gravado e filmado por dezenas de órgãos da imprensa, por mais que tente dizer que sua opinião é de um cidadão, neste momento ele está desempenhando o papel de ministro, portanto é o ministro e não o cidadão José Eduardo Cardozo, que diz preferir a morte a ter que cumprir pena num presídio brasileiro. Aqui cabem várias perguntas. Por que o atual governo e o anterior não investiram em segurança? O que o atual governo está fazendo para melhorar as condições das prisões brasileiras? Por que só agora o governo federal busca o governo estadual para discutir e “oferecer” ajuda? Será porque o prefeito eleito é do mesmo partido e eles precisam blindá-lo, aliás prática bastante conhecida, para nada grudar no novo prefeito Teflon?! Simplesmente vergonhosa a situação, a postura do tal ministro e a postura do governo federal.

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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SOLUÇÃO

O ministro da Justiça, após a condenação de parte da cúpula do PT à pena de reclusão, arvorou-se em conhecer o estado dos presídios brasileiros, para indicar o melhor para seus parceiros. Concluiu que é “melhor morrer” do que cumprir pena em qualquer um deles. Será que o ministro já pensou em todos o brasileiros que cumprem pena no Brasil? Talvez a solução seja pleitear a substituição da pena para seus diletos e amigos.

Batista Cassiano batistacassiano@hotmail.com

São Paulo

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PRESÍDIOS ‘MEDIEVAIS’

A recente preocupação do ministro da Justiça com as condições carcerárias no Brasil seria por que, muito em breve, alguns cumpanheros terão de passar uma pequena temporada em algum presídio? Quando ele afirma “que preferiria morrer a cumprir pena no País”, ele não está induzindo os criminosos condenados à prisão a praticarem suicídio? Induzir uma pessoa a praticar suicídio ainda é considerado como crime em nosso Código Penal? Quem não quiser ser preso e conhecer a real situação carcerária nacional, basta não cometer crimes. Agora, no dia em que oferecem instalações iguais a um hotel cinco estrelas aos presidiários, por favor, me avisem, pois eu também deixo de ser honesta.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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‘MEDIEVAL’

A que ponto chegamos, “prefiro morrer do que ficar na cadeia”...

Odomires Mendes de Paula odomires@abrampe.com.br

São Paulo

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CADEIA OU SPA?

Lamentável, político e aproveitador o pronunciamento, só agora, do senhor José Eduardo Martins Cardozo, ministro da Justiça, sobre as péssimas condições das cadeias brasileiras. Será que essa declaração foi devida à corretíssima condenação dos seus “amiguinhos” Zé Dirceu, Zé Genoino e Delúbio Soares, participantes ativos na Ação Penal 470, vulgo mensalão, que deverão frequentar efetivamente algumas delas? Como pode o partido delles, no poder há dez anos, não ter feito nada, não só pelo sistema penitenciário, mas também não o fizeram pela educação, saúde, moradia, segurança, etc.? Ou será que petralhas condenados políticos, ao contrário de outros criminosos, deverão ir para um spa?

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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COVARDIA

Dever-se-ia preferir a morte, pela defesa da honra ou pela vergonha pública, jamais pela situação dos presídios. Isso seria covardia!

Francisco Amarante francisco.e.amarante@gmail.com

São Paulo

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DECLARAÇÃO INFELIZ

De extrema Infelicidade a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que preferia morrer a ficar preso no Brasil. Se o responsável pela segurança pública de um País admite publicamente que os presídios são medievais, que a vida na cadeia é desrespeitosa e que não ressocializa ninguém, a sociedade deve começar a se preocupar de fato com os alvarás de soltura dos milhares de presidiários que estão encarcerados no Brasil, pois corremos sérios riscos de sermos assaltados, torturados, estuprados, executados, pelos renegados que estavam enjaulados num ambiente degradante. Ora, vamos parar com hipocrisia e tratar criminoso como bandido. É claro que as condições do sistema penitenciário devem ser melhoradas, mas não encaradas como prioridade na atual conjuntura. Muitos cidadãos de bem e trabalhadores vivem abaixo da linha da miséria e não recebem auxilio do governo, enquanto os presidiários recebem três refeições por dia. Será que o ministro está preocupado com a acomodação dos “mensaleiros” que em breve estarão se alojando no ambiente propício para políticos corruptos?

Deborah Farah deborah.farah@gmail.com

Rio de Janeiro

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UMA VIDA ‘DEGRADANTE’

Jamais na história deste país teremos um ministro da Justiça tão malvado que possa reunir a maldade junta da Madame Min, da Maga Patalógica e da Bruxa Malvada. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Ao declarar que “prefere a morte a ficar preso no Brasil”, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, com toda a sua maldade petista, está mandando uma sugestão aos condenados do mensalão apenados à prisão em regime fechado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que se suicidem, ou, menos mal, que se evadam do País, podendo escolher entre os simpatizantes tais como Cuba, Venezuela, Irã e Coreia do Norte. O mais irônico dessa presepada do ministro é que ele, pelo cargo que ocupa, é o responsável pelas condições “medievais” dos presídios brasileiros. O ministro disse que a vida na cadeia é “desrespeitosa”, “degradante” e não “dignificante”. E a vida dos familiares das vítimas que foram brutalmente assassinadas é um mar de rosas? O governo federal vai destinar R$ 1,1 bilhão na construção de novos presídios. Tudo esbarra no problema atual do Brasil atual, que é a gestão. Dos presídios saem as ordens para as quadrilhas que assaltam e matam, há intenso consumo de drogas e não raro a direção do presídio está comprometida com os xerifes dos pavilhões. O volume de presos é de mais de 500 mil. O dobro deve estar do lado de fora. É a sociedade à mercê da anarquia institucionalizada.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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RECLAMAR DE QUÊ?

O PT, depois de 12 (doze) anos no poder, só agora se deu conta que os presídios no Brasil são péssimos e superlotados, a exceção dos de segurança máxima. Só agora o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pretende investir em presídios e melhorar as cadeias já existentes, já que vão receber os ilustres companheiros condenados pelo mensalulão, agora precisa! As casas de detenção são da pior qualidade e verdadeiras escolas do crime, mesmo porque não podem ser confundidas com “hotel cinco estrelas”, como sempre afirmou o nobre, probo, digno e ainda deputado federal Paulo Maluf, que até o momento tem se livrado das inúmeras ilicitudes cometidas e talvez pela sua idade não terá o “prazer” de utilizá-las. Que ironia, com o seu apoio elegeu o candidato a prefeito de São Paulo, e terá direito de indicar seus afilhados políticos nessa gestão... Pura demonstração de que nem o paulistano e muito menos grande parte do povo brasileiro sabe votar. O povo tem o governo que merece, é sua a escolha, reclamar de quê?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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SÓ DISCURSO

Não fosse o ministro da Justiça um atuante petista a afirmação deste senhor sobre os presídios brasileiros pareceria ser a continuação da famosa “herança maldita” tanto espalhada ao longo dos dez anos em que estamos sendo administrados pelo PT sobre a administração tucana. Acontece que neste tempo todo nada foi feito em relação ao grande problema dos presídios no Brasil sempre condenados por tantas instituições internacionais. Mas o Sr. Cardozo parece não saber disso e sua fala aponta os presídios como a origem da violência. Numa época em que estamos vivendo um surto de violência ainda não explicado pelas autoridades em São Paulo e num país onde são assassinadas por ano mais de 50 mil pessoas o que quer dizer o senhor ministro? Na minha lógica o que ele diz é que não devemos prender os criminosos já que é nas prisões que eles aprendem a serem violentos. Se faz parte de um governo que está há dez anos no poder e que nada fez para melhorar não só as condições dos presídios como a violência que grassa no país inteiro com números assustadores em muitos Estados (principalmente em vários administrados pelo PT), o mínimo que ele tem de fazer é apresentar um grande e eficaz plano para solucionar estes problemas, que aborde e aponte ações sobre os problemas com armas e drogas contrabandeadas que são o maior flagelo que temos. Suas falas tem sido irresponsáveis e deletérias para a sociedade brasileira, principalmente os brasileiros paulistas. Sr. ministro, é melhor que o senhor comece já a trabalhar e deixe a discurseira para aquele seu colega de partido que presidiu nosso país por tanto tempo e que só fazia falação.

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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SÓ DEMAGOGIA

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse em palestra para fazer demagogia em São Paulo que preferia morrer a cumprir pena no País, pois afirmou que as condições dos presídios ferem os “direitos humanos”. Agora pergunto o que os bandidos e as facções criminosas fazem com a população diariamente não ferem os mesmos direitos, ou são considerados “direitos diferentes”? Por que não aproveita seu gancho demagogo em preferir a morte e não faz um movimento para instituir a “pena de morte”? Pois uma vez que a bandidagem a instituiu contra nós, nossos filhos, familiares em geral, e agora até contra a própria polícia, passamos a ter os mesmos direitos, não é?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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DESCUIDO

É impressionante o descuido de autoridades do atual governo em muitos de seus pronunciamentos. É o caso do atual ministro da Justiça ao afirmar que preferiria morrer a cumprir penas nos presídios de nosso país. As condições são realmente lamentáveis, mas em muito poderiam ser melhoradas se houvesse um maior zelo pelo dinheiro público. Se as verbas “gastas” com o “mensalão” fossem usadas no sistema presidiário, por certo teríamos cadeias de Primeiro Mundo, espalhadas por todo o território nacional. Imagine-se então se todas as falcatruas fossem de fato descobertas e “o dinheiro” retornasse às suas origens...

Claudio Cals claudiocalsoliveira@gmail.com

São Paulo

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PRESOS E PRESOS

O ministro da Justiça diz que preferiria morrer cumprir pena em presídio brasileiro (14/11, C1). Ele fala como se o assunto não lhe dissesse respeito. Ou ele quer dizer que seus companheiros do PT, mensaleiros condenados, não devem ser enviados a esse sistema medieval, conforme ele classifica as prisões. O PT já teve oito anos sob Lulla e mais dois sob Dillma para fazer alguma coisa a respeito, mas só na iminência de petistas cumprirem pena é que os presídios se tornam verdadeiros purgatórios. Para presos comuns, tudo bem, não há o que falar?

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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SUGESTÃO

Se o nobre ministro da Justiça, depois de quase dois anos no poder, diz preferir a morte a ficar numa das nossas jaulas, o que eu posso dizer, ainda mais não sendo petista? Nada. Só acho que, ao invés de falar tremenda verdade, deveria, isso sim, fazer algo com o dinheiro que os cumpanheros levaram no mensalão, para melhorar essa situação, e não dizer que o governo federal não é instituição bancária, quando o governador de São Paulo pediu ajuda financeira, por exemplo. A incompetência do PT, pelo que vemos, está em todas as áreas, com exceção do bolsa esmola, que, afinal, não é dinheiro deles.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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SOLIDÁRIO

Pelas duras criticas que fez ao “sistema medieval” das prisões brasileiras, tudo indica que o solidário ministro da Justiça é capaz até de trocar de lugar com seus companheiros do PT condenados pelo STF.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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PENA DE MORTE

Depois de dez anos de seu partido no poder o ministro da Justiça vem criticar o sistema prisional brasileiro. Ora, se praticaram delitos desde o início do governo Lula, por que não investiram em cadeias confortáveis? Afinal, se um dia fossem condenados, não ficariam preocupados, como agora, em dividir celas imundas com criminosos de alta periculosidade. Quanto preferir a morte a ser preso, concordo, a pena de morte seria uma boa alternativa para criminosos, pois o cidadão comum já foi condenado à morte por este estatuto do desarmamento injusto, que nos tirou o direito a defesa da própria vida, nos tornando presas fáceis para que criminosos executem a sentença de morte a qualquer momento, em qualquer lugar. Por isso, e por outras coisas, que considero o PT como o partido da perda total.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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PRISÃO E PEDAGOGIA

O que é de causar espécie não é a declaração do ministro do STF Dias Toffoli de que não é pedagógico mandar alguém para as cadeias brasileiras. O ministro José Eduardo Martins Cardozo prefere a morte ao encarceramento em nosso país. Tudo certo, se as declarações não fossem imediatamente supervenientes às condenações do mensalão. O ladrão de galinha não necessita de pedagogia?

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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PARA QUE NÃO RESTEM DÚVIDAS

Segundo o Decreto 6.061, de 15 de março de 2007, (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6061.htm), é missão do ministro da Justiça o planejamento, coordenação e administração da política penitenciária nacional. Se o próprio ministro confessa que preferia morrer a ficar preso, o que está aguardando para demitir-se e, caso não o faça, ser demitido?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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VIOLÊNCIA EM FLORIPA

A violência que tomou de assalto a cidade de São Paulo, infelizmente, está dando o ar da desgraça também em Florianópolis, e em dois dias já aconteceram quatro atentados, que vão de ataques a bases da Polícia Militar até incêndios de ônibus. A receita é a mesma, o que me leva a concluir que o instrutor é do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ou então estão abrindo filiais em diversos Estados... Digna de nota é esta coincidência: São Paulo e Floripa são capitais de Estados cujos governantes fazem oposição ao PT. (Abaixe o pano, rápido!)

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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ACORDO

É uma coincidência ou a coligação PT-PCC já está armando coisas prejudicando o governador Geraldo Alckmin? Ele é candidato à reeleição. Agora, alguns militantes, como Tutty Vasques (Não tem santo em SP, 13/11, C8) estão espalhando na mídia que o Rio de Janeiro do Sr. Sérgio Cabral está melhorando na segurança. Com certeza, está melhorando porque no Rio houve um acordo entre a polícia e a bandidagem.

Marcelo Cioti marcelo.cioti@gmail.com

Atibaia

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QUANDO VAI PARAR ESSA CARNIFICINA?

A que ponto chegou o Estado mais rico da Nação! O governo do Estado de São Paulo já admite, depois de quase cem policiais mortos, que os recorrentes casos de homicídios ocorridos na capital e região metropolitana são os combates de uma guerra entre a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Estado. Em meio a tudo que vem acontecendo todos os dias e ao acordo fechado entre os governos federal e estadual tivemos uma boa notícia: o acusado de ser o mandante da morte de policiais, o troglodita maquiavélico Francisco Antonio Cesário da silva, vulgo “Piauí”, deixou a penitenciaria estadual de Avaré, rumo à penitenciária federal de Porto Velho, em Rondônia. Essa onda de violência se instala em um período de lenta pacificação no estado e no país, marcada sobre tudo pela redução no índice de homicídio dolosos em São Paulo se destaca. Neste ano, porém, o número de mortes na capital e na região metropolitana até outubro poderá ultrapassar a cifra de todo o ano passado (2.237 vítimas, segundo dados da secretária de segurança pública). Em 2011 a taxa chegou a 10,1 assassinatos por 100 mil habitantes, a menor do País. Os ataques a policiais, a queima de ônibus, e os constantes toque de recolher suscitam comparações com o período de terror que São Paulo viveu em maio de 2006. Naquele mesmo mês, as cadeiras do estado se rebelaram e uma ordem do comando do crime – um “Salve Geral”, determinou ataque a policiais "foram 40 mortos, incluindo guardas civis e agentes penitenciários “e o fechamento do comércio” em 2006, houve uma ordem especifica em que se dizia que no dia 12 de maio as prisões deveriam ser “reviradas, entrar em rebelião”. Desde a década de 1990, quando surgiu o grupo criminoso PCC, as ações criminosas eram comandadas de dentro da cadeia. No combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas, o estado de São Paulo chegou a uma população carcerária de 567,9 por 100 mil adultos. Já a policia militar conta com 85 mil policiais e a civil 34 mil. Porém, não basta só transferir os lideres da facção para outros presídios, a primeira prioridade a ser feita é o asfixiamento financeiro do crime organizado. Como se sabe: sem dinheiro não tem comando que resista muito tempo. Só isso não basta, o criminoso Francisco Antonio Cesário da silva, faz parte da lista de presos de alta periculosidade que serão transferidos para prisões de segurança máxima, como parte do acordo firmado entre Alckmin e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, há uma semana e ratificado segunda-feira (12/11). Infelizmente, sabemos que essa transferência pouco significa para as organizações criminosas. Pois, o sistema carcerário é falho e corrupto no país, reduzir as mortes decorrentes da guerra da carnificina, agora já admitida pelo governo é uma vitória para a sociedade, mais é preciso muito mais. Não sou expert em segurança pública, porém, combater a criminalidade com eficácia é fazer uma reforma ampla do Judiciário, revendo códigos civis, penais e comerciais, e analisar se não existem superiores contrapondo-se ás leis renovadas, como a lei constitucional que impede o indivíduo de produzir provas contra si próprio. O crime não pode prevalecer sobre as pessoas, é preciso acabar com as saidinhas para presos de alta periculosidade, com as benesses que reduzem pena por bom comportamento, com os indultos e instituir em lei a revista rigorosa dos advogados e familiares nas prisões como são feitas em países de primeiro mundo. Por fim, o preso deve sim trabalhar e preparar-se para retornar à liberdade reeducado, algo que não acontece hoje, nas prisões do Brasil, que são verdadeiras universidades do crime, quando não saem da prisão ligado a uma facção criminosa, no caso dos presos em São Paulo, ao temido PCC.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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MORTES EM QUEDA? ONDE?

É inadmissível que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em plena efervescência da violência, venha a público dizer que as mortes já estão em processo de queda. Como? Onde? No Alaska?

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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R$ 200 MIL

Devido à onda de assassinatos a policiais militares, o governo paulista aumentou o seguro de vida de R$ 100 para R$ 200 mil. Não é o valor do seguro que vai dar garantias para os policiais. E sim mudanças urgentes nas leis! Atualmente os bandidos presos mandam e desmandam atrás das grades! As penitenciarias são verdadeiras oficinas do diabo, ninguém faz nada de bom ou produtivo. Só arquitetam o mal. A lei tem que ser rígida, seja menor ou maior de idade. Enfim, não é os R$ 200 mil ou milhão de reais que vai dar paz aos homens de farda. A coisa ta tão ruim, que ao invés da sociedade se mobilizar contra os bandidos, são eles, atrás das grades, que predominam! Essa inversão de valores só pode ser o apocalipse!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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A VIOLÊNCIA NO LITORAL PAULISTA

Tenho acompanhado com muita preocupação esta onda de violência que tomou conta da cidade de São Paulo. Não sei se por ingenuidade minha, achava que tudo não passava de um exagero por parte da imprensa, porém no domingo (11/11/2012) tornei-me uma das vítimas desta violência. Ao caminhar pelo calçadão da Praia-Grande, Av. Castelo Branco, nas proximidades do quiosque 151, fui abordado por três indivíduos que estavam todos de bicicletas, cercaram-me e anunciaram o roubo. Mediante a grave ameaça, passaram a subtrair os meus pertences (R$ 200,00 em dinheiro, um cordão de ouro que estava comigo há mais de 35 anos, um relógio que foi presente de minha filha e uma aliança que foi adquirida quando da comemoração pelos 25 anos de casamento, e ainda tive de ouvir de um delinquente o seguinte: “Você perdeu”. O que mais entristece nessa história toda é a hipocrisia da nossa sociedade, que insiste em tratar o menor delinquente como vítima da sociedade. Dos três indivíduos que me abordaram, dois eram menores delinquentes e estavam armados. Tivesse eu esboçado qualquer tipo de reação, com certeza hoje não estaria mais aqui e seria mais um a fazer parte das estatísticas dos mortos por ter reagido ao assalto. Após o ocorrido, voltei para casa e fiz um breve relato do ocorrido para minha esposa, que levou um tremendo susto e ficou muito nervosa. Imediatamente, entramos em contato com o meu cunhado que reside no bairro de Solemar e, após relatarmos a ele o ocorrido, eu, acompanhado de minha esposa e meu cunhado, nos dirigimos até a delegacia de polícia de Praia Grande para lavrar o boletim de ocorrência. Ao chegarmos à delegacia, fomos gentilmente atendidos pela escrivã, que, após ouvir o relato do ocorrido, efetuou o registro do boletim de ocorrência. Tenho 64 anos, sou aposentado por tempo de serviço, continuo pagando Imposto de Renda, IPTU, plano de saúde, etc. e, pasmem, uma taxa para o guarda noturno, tudo isso porque, apesar dos altos impostos que pagamos, não temos nenhuma contrapartida do Estado brasileiro. Diante disso, gostaria de saber do Ministério Público de São Paulo, a quem dirigi-me para que possa ser ressarcido do prejuízo material que sofri por falta de proteção do Estado, e também fazer um alerta a todos os que forem para o litoral: quando forem fazer qualquer tipo de passeio pela orla marítima, não levem nenhum tipo de objeto de valor (relógio, aliança, celular, corrente dourada, etc.), pois correm sérios riscos de ser assaltados.

José da Silva jsilvame@hotmail.com

Osasco

 

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