Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

19 Novembro 2012 | 02h07

Muy amigos

A Justiça da Ilha de Jersey, paraíso fiscal britânico, determinou que as duas empresas atribuídas à família Maluf devolvam US$ 22 milhões à Prefeitura de São Paulo. Segundo a Prefeitura, esse valor foi desviado pelo deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) quando era prefeito da cidade. Seria muito importante o prefeito eleito, sr. Fernando Haddad (PT), dizer o que pensa disso, sem enrolação. Afinal, Maluf apoiou-o na eleição com algum interesse, apesar de ter mais de 80 anos.

ANTONIO JOSÉ G. MARQUES

a.jose@uol.com.br

São Paulo

Novo prefeito

O afilhado de Lula e Maluf propagandeou na campanha eleitoral que o povo deveria trocar o velho pelo novo. Pode-se dizer que, como nunca antes na História deste país, alguém vai iniciar uma administração tão velha, e mal. Que explicação dará o "poste" ao seu eleitorado sobre a repatriação do dinheiro da Ilha de Jersey?

JOSÉ SERGIO TRABBOLD

jsergiotrabbold@hotmail.com

São Paulo

Dúvidas no ar

A condenação do aliado de Haddad traz a dúvida se a ele caberá alguma participação no governo municipal ou, eventualmente, será anistiado. De toda forma, a população está alerta, pois se prisão é inquisitorial e não ressocializa, ao menos a devolução do valor é mais suave e restitui aos cofres públicos o dinheiro desviado. E a Prefeitura paulistana, endividada e sem recursos, muito agradecerá o valor devolvido para obras e serviços públicos urgentes.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

O pé-frio ataca de novo

Conforme o promotor Silvio Marques, os bens de Maluf e familiares estão bloqueados - decisão da 4.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo - e o montante a ser recuperado é apenas parte de um total de US$ 1,7 bilhão que deverá ser repatriado. Pelo visto, aquele aperto de mão de Lula em Maluf deu uma zica danada!

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

País surreal

Ao contrário da Justiça brasileira - que não funciona e é uma verdadeira mãe para os ricos e poderosos - a Justiça britânica da Ilha de Jersey condenou Paulo Maluf por crime (de desvio de dinheiro público) e a devolver US$ 22 milhões aos cofres da Prefeitura. Maluf já foi condenado pela Justiça dos EUA e será preso se pisar nesse país, além de ostentar a condição de "procurado" pela Interpol. Mesmo assim, e apesar de tudo, Maluf segue impune no Brasil, ocupa o cargo de deputado federal e faz aliança com o prefeito recém-eleito pelo PT em São Paulo. O Brasil é mesmo um país surreal, onde a corrupção e o crime compensam para os ricos e poderosos, sendo Maluf o melhor exemplo disso.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Maluf e o PT

O PT lançou nota oficial criticando o Supremo Tribunal Federal (STF) - uma pantomima, uma obra de ficção, um devaneio. Como Maluf foi condenado em Jersey por desvio de dinheiro público, agora que são aliados, poderia encomendar ao PT outra nota oficial, agora criticando o tribunal da ilha e negando a acusação.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Como o macaco Sócrates

Não precisa explicar, eu só queria entender: se o dinheiro desviado da Prefeitura não é de Maluf, como ele afirma, por que vai recorrer da sentença que determinou a devolução do dinheiro?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Desagravo aos mensaleiros

A nota emitida pela Executiva Nacional do PT acusa o STF de julgar os políticos do mensalão com base numa doutrina nascida na Alemanha nazista. Menos mal, já pensou se fosse inspirada na "doutrina" de Fidel Castro? Estariam todos agora no paredón!

ANDRÉ LEONE MITIDIERI

mitidieri@gmail.com

Rio de Janeiro

LIBERDADE DE IMPRENSA

Falcão & Cia.

O Conselho Nacional de Justiça, sob a presidência do ex-ministro Ayres Britto, criou uma comissão para monitorar processos que tratam da liberdade de imprensa, abordando temas como censura, segredos de Justiça e assuntos de interesse público. Viram, sr. Rui Falcão & Cia.? Recolham-se aos seus respectivos mausoléus.

JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

DOENÇAS RARAS

Falta de remédios

A propósito da matéria Única droga para tratar doença rara tem importação proibida (16/11, A14), nós, da Associação Brasileira dos Doentes de Wilson, queremos juntar a nossa voz à dos portadores de cistinose e reclamar, mais uma vez, da falta de medicamentos vitais nos postos de saúde. Também os portadores da doença de Wilson, que se caracteriza pelo acúmulo de cobre no organismo, com danos hepáticos e neurológicos gravíssimos, não conseguem obter no Hospital das Clínicas de São Paulo, muito menos em qualquer outro local, o medicamento Syprine 250 mg, vital para o tratamento, apesar de esse remédio constar de protocolo do Ministério da Saúde para dispensação obrigatória pelo SUS. É lamentável que a burocracia fria e distante nos labirintos da Anvisa prejudique as pessoas necessitadas dessa medicação, que frequentemente significa simplesmente continuar vivendo ou "ir a óbito", como dizem nos hospitais. Está mais do que na hora de o ministério estabelecer um ritmo mais célere na liberação de remédios, inclusive para as chamadas "doenças órfãs". Obrigado pelo apoio!

LÚCIO MAZZA, vice-presidente

lmazz@uol.com.br

São Paulo

ASTRONOMIA

Pedro Nunes

Na reportagem Obras portuguesas lembram livros infantis (16/11, C10), o Estado noticia que fazem parte da exposição Olhares do Céu nos Livros Raros, no Rio de Janeiro, exemplares dos autores Pedro Nunes e Manoel Pimentel. A título de ilustração, Pedro Nunes, português cristão-novo, foi um grande matemático de sua época (século 16). Entre outros livros científicos, sua obra mais importante é o Tratado da Esfera (Astronomici Introductorii De Sphaera Epitome per Petrum Nonium Salaciensem). Também inventou um método de ler frações de uma medida, usado há muito tempo nos instrumentos de medição, como paquímetros e micrômetros. A essa invenção foi dado o nome de nónio, derivado do seu sobrenome em latim.

ARLINDO O. A. GOMES DA COSTA

araujodacosta@gmail.com

São Paulo  

BRINCANDO COM O BRASIL

Será que Dilma Rousseff quer trilhar o mesmo caminho condenável de Cristina Kirchner, presidente da Argentina, que manipula sem pudor até os índices de inflação?! Parece! Porque o Estadão de 13/11 trouxe em manchete o seguinte título: Petrobrás adia registro de importação e infla o saldo comercial do País em US$ 6 bi. É estarrecedora essa notícia! Não basta o desmonte da eficiência da Petrobrás desde o governo Lula?! Não basta este esdrúxulo marco regulatório do pré-sal que afugenta investidores?! Não basta esta tentativa de quebra de contrato que se segue demagogicamente contra as distribuidoras e geradoras de energia elétrica, com o intuito de reduzir o custo de energia na marra, sem se preocupar com as consequências nefastas no médio prazo para a economia brasileira?! Oras bolas, com que direito a presidente autoriza essa farsa contábil, que objetiva engabelar a sociedade só para apresentar um superávit comercial maior, e jogar para debaixo do tapete da incompetência os erros administrativos e as orgias com os gastos improdutivos, além da falta absoluta de investimentos em infraestrutura que há dez anos perdura?! O PT deveria saber que, a duras penas e graças aos governos de Itamar e FHC, conquistamos com a introdução do real o controle da inflação. Com a lei de Responsabilidade Fiscal (infelizmente não válida para o governo federal), mais dignidade na execução orçamentária dos Estados e municípios. E, diga-se de passagem, todos esses importantes avanços envoltos também com a transparência das contas da gestão federal. E Dilma, optando por maquiar números acima citados de sua gestão, assim como quando ministra da Casa Civil, e a pedido e Lula, maquiava o andamento das obras do bicho-preguiça do PAC, desmoraliza as nossas instituições e distancia investidores tupiniquins e estrangeiros das oportunidades que o nosso país certamente oferece. Na realidade, o petismo precisa parar de brincar com esta nação...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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A GRÉCIA DAS AMÉRICAS

Nos últimos dez anos o governo petista preferiu investir em sindicatos e sindicalistas do que em infraestrutura, e o resultado está aí: crescimento pífio sem sustentabilidade. E, se não fosse pela agroindústria, nem crescimento teríamos. Estaríamos prestes a ser a Grécia das Américas.

Renzo Orlando renzoorlando@uol.com.br

São Paulo

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MANTEGA E AS SUAS MENTIRAS POLÍTICAS

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, diz que o crescimento econômico poderá ser de 4% em 2013 se o investimento for elevado em 8% a 10%. Para que afirmar isso, se sabe não há condições de elevar investimentos? PACs estão estagnados por falta de gerência, investimentos em infraestrutura estão paralisados devido ao interesse do Planalto em assegurar o controle estatal, dificultando concessões, e a iniciativa privada não vê momento para investir, dada a falta de confiança na economia e no governo em geral. Ademais, especialistas acham que com a carga tributária em 37% do PIB não há condições de crescer mais de 2%. Talvez algum dia acreditem no número mágico de 4%, de tanto que é repetido pelo ministro. Ninguém lembrará de 1,5% em 2012.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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O PALHAÇO DO BRICS

Em todo circo tem um palhaço, e no Brics é fácil imaginar qual é o tal, a conclusão de Pedro Malan (11/11, A2) tem indicativos suficientes para a identificação. O palhaço é a própria identidade do circo, o mundo precisa de picadeiro desde as épocas de Roma imperial, e lá vamos nóis. “É a parte que me cabe neste latifúndio”, “se não dá prá rir dá prá chorar”...

Kiyoharu Miike kimiike@uol.com.br

Curitiba

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‘DESAFIOS BRASILEIROS’

O diagnóstico que o caderno Desafios Brasileiros, que O Globo e o Estadão publicaram na semana passada, é de uma importância emblemática. Urge que as lideranças governamentais e da iniciativa privada se unam, para dar solução aos gargalos do processo de desenvolvimento que o estudo aponta, objetivando a construção da grande nação que a todos beneficie e temos condições de ser num futuro próximo. Ao trabalho é o grito guerra que temos de dar desde agora.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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NOVO MINISTÉRIO

Dona Dilma Rousseff decidiu criar mais um ministério: a Secretaria de Micro e Pequena Empresa, obviamente mais um cabide de emprego para cumpanheros. Presidente, gostaria de lhe propor, então, a criação do Ministério do Combate ao Aparelhamento, com o objetivo de impedir a proliferação de novos ministérios.

Daniel Arjona de Andrade Hara haradaniel734@gmail.com

Cotia

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BOQUINHA

Qual será o deputado ou senador que vai assumir o novo ministério-boquinha? Mais um para o programa “vote em um e pague dois”.

Ricardo Sanazaro Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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QUESTÃO DE FOCO

O novo ministério que está sendo criado pelo governo federal provoca algumas manifestações críticas, usando como argumento básico os critérios adotados em países de Primeiro Mundo. Alegam certos comentaristas temos Ministérios em excesso e que são alguns deles tiveram como objetivo a acomodação das várias tendências que sustentam o governo nos Parlamentos, por exemplo. Mas, se comparada a extensão territorial, a população, o orçamento, São Paulo tem 26 secretarias de Estado. Por sinal, 8 delas comandadas por parlamentares. Por que este fato não merece nenhuma crítica? Por que os especialistas sobre o assunto não se manifestam? Ou há diferença de critérios entre Estados e governo federal?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

São Paulo

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INFLAÇÃO EM ALTA

Mesmo que o governo insista em dizer que a inflação está sob controle, observo que os produtos de primeira necessidade estão em alta. Açúcar, feijão e óleo de soja estão com seus preços nas alturas, e, para complicar ainda mais a situação, referente ao aumento dos aposentados do INSS ninguém fala nada.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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O PREÇO DA ENERGIA VAI SUBIR

A presidente Dillma, em grande estilo, anunciou queda no preço da energia elétrica programado para 2013, mas esqueceu de perguntar às concessionárias do ramo se era viável. Quando as concessionárias colocaram no papel, viram que seria impossível. Pelo contrário, o custo da energia vai subir. Para o bom observador que está careca de ver o governo usar e abusar da propaganda de feitos que jamais sairão do papel, nem é novidade. No governo do PT marqueteiro é pago a preço de ouro porque mesmo que seja “ouro de bobo” eles transformam em grandes realizações que o povo compra com o voto. Passada as eleições o povo esquece o imbróglio e tudo continua igual!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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E O ICMS?

Dentre todas as discussões sobre a redução das tarifas de energia, por que não se chegou ao ICMS? 25% é um absurdo!

Fernando Makoto Fucamizu fernandofucamizu@hotmail.com

Marília

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‘DILMA DECIDE FICAR AO LADO DOS CONSUMIDORES’

Não sou e nunca fui petista, mas o título acima seria o mais adequado à matéria Dilma decide enfrentar setor de energia (14/11, B5). Impressionante o movimento lobista que se observa a favor das empresas de eletricidade nessa questão da renovação das concessões. Nesta hora ninguém lembra que os acionistas dessas companhias usufruíram – com as tarifas mais altas do mundo – durante longos e longos anos de belíssima remuneração sobre o capital investido e que os consumidores além de pagarem pelos seus consumos também eram, via conta de luz, compulsoriamente onerados com uma taxa indenizatória considerando a reversão de propriedade que ora indevidamente se discute sua aplicação. É portanto meritória a posição da presidente e justo e legítimo que as tarifas de eletricidade provenientes dessas hidrelétricas cubram tão somente os seus custos operacionais. Esse é um direito adquirido da população. Além dos interesses privados, a segurança jurídica também tem de se estender ao elo mais desprotegido dessa corrente, o consumidor.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

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APAGÕES

Segurança pública, infraestrutura, saúde, educação, saneamento básico, energia e soberania – entrega despercebida de consideráveis porções do território nacional a confusas nações indígenas, sob pressão de misteriosas pressões internacionais. Estes são alguns dos setores cujos apagões estão surpreendendo a sociedade, embora alguns dos problemas estejam há muito sendo denunciados pelos meios de comunicação. A última surpresa é o apagão carcerário, repentinamente descoberto por um dos responsáveis pelo setor, nada mais nada menos que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que, numa erupção carregada de lavas políticas, com origem no julgamento do mensalão, acaba de declarar que preferia morrer a cumprir pena nas prisões brasileiras. Tudo parece indicar que, caso não se tomem providências urgentes de iluminação, o país caminhará para um longo período de trevas, agravado pelo pior dos apagões, o ético. Que Deus se apiede de nós!

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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CASO LULINHA

Conforme Estadão de 10/11, a investigação sobre negócio de filho de Lula foi arquivada. Estranho a conclusão do inquérito, de um “negócio” muito estranho. Senão vejamos: de estagiário num zoológico de São Paulo, Lulinha virou empresário com a abertura da Gamecorp em 2004, um ano após o pai assumir a Presidência. Em 2005, a recém-aberta Gamecorp recebeu aporte da Telemar (atual Oi) de R$ 5,2 milhões (?). Em julho de 2005 o Ministério Público abriu investigação para apurar suspeitas de tráfico de influência na transação e, em 2008, apontou indícios de crime, o que gerou inquérito na Polícia Federal. Após o investimento, o então presidente Lula assinou um decreto permitindo a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, originando a Oi. Antes disso, o negócio era proibido, pois existe a participação do BNDES na concessionária. Agora a investigação é arquivada. Muito estranho mesmo!

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

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QUEM TEM MEDO DE LULA?

Causou-me surpresa e indignação a notícia veiculada no Estadão (10/11) de que as investigações sobre Lulinha e seu maravilhoso negócio, que o alçou do dia para a noite ao título de “Ronaldinho dos Negócios”, após receber de empresa estatal mais de R$ 15 milhões, foram arquivadas pelo Ministério Público Federal. Trata-se de um desserviço à democracia verificar que em pleno século 21 o Brasil ainda se comporta aos moldes do século 19, onde a elite no poder faz o que bem entende com os recursos públicos, nosso suado dinheiro, distribuindo benesses de todo o tipo a familiares, companheiros e correligionários, com a chancela das mais altas esferas da Justiça. Que tipo de investigação foi feita sem que ninguém envolvido no negócio tenha sido ouvido nestes sete anos? Até quando suportaremos tanta desfaçatez? É contando com o beneplácito da Justiça que os escândalos se repetem, o mais novo envolvendo ONG ligada à base de sustentação do governo, pois sabe-se que as somas desviadas jamais retornarão ao cidadão contribuinte já que a pressão do Planalto é suficiente para calar Ministério Público, Polícia Federal e bancadas de congressistas.

Denise A. Gorab Leme gorableme@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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MENSALÃO – PENAS SOB MEDIDA

Ora, ora, o amanuense Dias Toffoli venceu a timidez e a falta de legitimidade que lhe foram impostas pela condição de infiltrado por Lula no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de aparelhamento e subjugação da instância máxima do Poder Judiciário ao projeto de poder do PT e resolveu botar as manguinhas de fora. Seguindo na mesma toada do ministro petista José Eduardo Cardozo – que fala como se ele mesmo e sua chefe não tivessem nenhuma responsabilidade na calamitosa situação do sistema penitenciário nacional, o qual, certamente, deve estar sendo administrado por marcianos –, exarou a enormidade de comparar (15/11, A4) a “penas medievais” aquelas impostas aos mensaleiros pela parte sadia do STF – felizmente, ainda a grande maioria. As penas exclusivamente pecuniárias, defendidas pelo amanuense, seriam sob medida para os cumpanhero: por maiores que fossem os valores impostos, o partido faria uma vaquinha, com dinheiro surrupiado de diversas minas de corrupção em plena atividade, e os mensaleiros petistas estariam livres, leves e soltos para engendrar novos atentados à nossa frágil democracia. Por favor, senhor Toffoli, continue calado, não nos ofenda e não nos envergonhe!

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

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IGNORÂNCIA HISTÓRICA OU APARELHAMENTO MENTAL?

O ministro Dias Toffoli, mostrando desconhecimento enviesado comum nos dias de hoje, disse que a pena de prisão é “medieval”. Parece que não sabe nada das atuais prisões cubanas e chinesas, das prisões comunistas e nazistas, das famigeradas prisões da revolução francesa ou napoleônicas, das prisões inglesas de Henrique VIII e sua filha Isabel e das masmorras romanas, sejam da Roma imperial ou de Garibaldi. É significativo que ele e o ministro da Justiça se manifestem contra as prisões quando seus “camaradas” correm o risco de ir parar ali.

Celso da Costa Carvalho Vidigal celsovidigal@uol.com.br

São Paulo

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FALTA DE DECORO

A nomeação do ministro Dias Toffoli para o STF descumpriu os ditames do artigo 101 da Constituição da República, que impõe que os integrantes daquela casa serão escolhidos entre os cidadãos, com mais de 35 e menos de 65 anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada. Como é notório, o ministro Toffoli preenche apenas o primeiro requisito. A ausência de escrúpulo ao não se entender impedido, vindo a julgar e absolver seu ex-chefe José Dirceu, e agora declarando que as penas aplicadas por seus pares são “medievais” e “não tem parâmetros contemporâneos no Judiciário brasileiro”, vem demonstrar cabalmente que lhe falta o decoro obrigatório para integrar aquela alta corte.

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@ig.com.br

São Paulo

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FALOU E DISSE

O ministro Dias Toffoli surpreende. Fez considerações inoportunas ao comparar que as penas dos condenados do mensalulão às punições do período da inquisição. As penas da idade média deveriam ser abolidas, já que os crimes cometidos só visaram o “vil metal”, intere$$ante, confirmou o crime dos companheiros, é impre$$ionante. Como falou e disse asneira faz jus a um prêmio medieval, a tocha acesa, tomando o devido cuidado para não se queimar mais... Valeu e mereceu!

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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TOFFOLI E O DIREITO PENAL

Não consigo conceber como meras consequências da sua limitada formação jurídica as bobagens ditas em pleno plenário do STF pelo Sr. Dias Toffoli ao abandonar a toga de juiz,emprestada pelo Sr. Lula da Silva, para envergar a de advogado de defesa dos réus. Certamente o Sr. Toffoli deve ter faltado a inúmeros aulas de Direito Penal. Permito-me lembrá-lo que o Código Penal tipifica certas condutas humanas como crimes ou contravenções penais. Que os cardeais petistas foram reconhecidos e provados como infratores de dispositivos do Código Penal. E que a cada conduta tipificada como crime corresponde uma pena a ser aplicada em cada caso concreto. Aos cardeais petistas, Dirceu, Genoíno e Delúbio foram aplicadas as penas decorrentes do estabelecido no Código Penal Brasileiro. Nada há de medieval no caso. Apenas a certeza do lulopetismo que a sua nobreza sem limites, éticos, morais ou jurídicos está acima do bem e do mal. Princípio defendido com tanta inconsistência pelo Sr. Toffoli Desgraçadamente o “modo petista de ser” não respeita nem o Código Penal nem o munus maior do STF. Ainda bem que o Judiciário Paulista duas vezes bateu com a porta na cara do Sr. Toffoli.

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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O INDEFENSÁVEL

Aos líderes e intelectuais do PT que deturpam o sentido do julgamento do mensalão, recomendamos a leitura de três obras que fingem defender coisas indefensáveis - Elogio da loucura, de Erasmo; Sobre o assassinato considerado como uma das mais belas-artes, de Thomas de Quincey e A decadência da mentira, de Wilde. Como diz Borges, esses escritos pressupõem épocas razoáveis, épocas tão alheias à loucura, ao assassinato e à mentira que lhes diverte o fato de que alguém possa vindicar esses males.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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UM CERTO FEELING

Sr. Toffoli, tendo em vista o volume de dinheiro público desviado por essa quadrilha, para fim de permanecer no poder pelo poder, da qual parece o Sr. zelar por ser um deles, pela punição imposta pelo STF aos meninos do mensalão, está sentindo algo como se fosse a de uma virgem no prostíbulo?

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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COMPARAÇÃO INSENSATA

É impressionante a insensatez do ministro Dias Toffoli, do STF. Passou anos advogando para o PT. Posteriormente, assessorou o então ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu (do qual não se julgou impedido na Ação Penal 470, mensalão). Depois, como se ganhasse sozinho na Mega Sena, foi guindado pelo ex-presidente Lula, à condição de ministro do Supremo Tribunal Federal. Isso, depois de ser reprovado duas vezes em concurso para a magistratura estadual de São Paulo. Mas o que vem a ser insensato é que, agora, com seus superiores sendo apenados por seus pares (sic), diz de forma inconsequente que as condenações remontam ao tempo da Inquisição. Por favor, ministro, limite-se a receber sua remuneração e ficar de boca fechada para preservar o STF, pois fosse naquela época todos já tinham ido para a fogueira e arder nos quintos do inferno.

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PRONUNCIAMENTOS SUSPEITOS

De vez em quando, por descuido, a nossa principal emissora de TV mostra em seus telejornais a vergonha que é o nosso sistema carcerário. Há muito sabemos que esse desleixo nos transporta para a era medieval. Não discordamos do que está sendo comentando, mas o que nos parece estranho é que só depois que o STF condenou o famoso trio político, que deveria ser o Quarteto em Ci...fras, envolvido no mensalão, com DNA e tudo, parece que já começou uma campanha, não pela ao sistema prisional, mas o que nos causa espécie é por que só agora depois da decisão do Supremo, esse assunto vem a baila, dando a impressão de que o objetivo é algo premeditado, como é comum em práticas do PT. Para mim, isso cheira a complô, uma campanha desmoralizadora, que tem por objetivo deixar esse bando na rua! Lendo nas entrelinhas das últimas declarações, a começar pela do zeloso ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo: “Eu preferiria morrer a cumprir pena em presídio”. (É função do seu cargo, e o que foi feito até agora?). Depois foi a vez da direção do PT criticar o STF, de que faz política em cima do julgamento do mensalão e conclui: a Corte “desrespeitou” garantias constitucionais para criminalizar o PT. E para fechar com chave comum, o ministro Toffoli (daquela dupla que procura ofuscar o trabalho sério que o Supremo vem desempenhando), no caso específico, refiro-me ao ministro Toffoli, ex-assalariado de trabalho que prestou a José Dirceu, que assim se pronunciou: “As penas a réus são medievais” (Fantástico! Para quais os réus? Os que devem ir, ou para os que lá estão?) É lamentável o que estamos vendo. O mal vencendo o bem! Esse bando do mensalão, tem que sentir, também, o gosto amargo, que nós cidadãos comuns sentimos e que pague essas grandes dívidas que têm com o Brasil: Uma moral e outra material. Não contestem, deixem que o colarinho branco pague como qualquer mortal e não tentem impedir que o nosso orgulho seja restabelecido!

Roberto Ianelli Kirsten rkirsten@uol.com.br

Amparo

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O BOM TRABALHO DO STF

O relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, tem feito história no julgamento desse processo complexo e grandioso, com 38 réus,234 volumes, 495 apensos e 51 mil páginas e, no dia 12, na sessão da Corte, marcou um gol de placa, ao alterar a sequência de núcleos, no item “Formação de Quadrilha”, ponde em votação o núcleo político, composto por Dirceu, Genoino e Delúbio, para desespero de Lewandowski, que exigia que Barbosa

votasse o núcleo financeiro,mesmo sabendo que o relator estava agindo dentro de regulamento da Corte, numa demonstração clara que o revisor, desde o início do julgamento, vem trabalhando em favor dos réus. É lamentável, reprovável e indecoroso que um ministro do Supremo se preste a auxiliar partido político (PT), ao invés de lutar em favor aos interesses de país. Ainda bem que temos Barbosa e outros ilustres ministros para nos dar esperanças de que os poderosos também serão punidos. Barbosa, Fux, Marco Aurélio, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ayres Britto merecem todos os nossos aplausos e respeito.

Luiz Nunes de Brito rosahollmann@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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MUITAS PERGUNTAS

José Dirceu é condenado a dez anos e 10 meses e cumprirá pena na prisão. Que todos os condenados pelo mensalão não só cumpram o regime de prisão, mas venham a ressarcir aos cofres públicos os milhões desviados. Cabem ainda algumas questões: O nosso ex-presidente vai se explicar quanto a sua participação? O mensalão do PSDB será investigado? E os deputados comprados pelo esquema, serão punidos? Devolverão os recursos recebidos? O povo brasileiro tem o direito de saber os nomes de todos aqueles que participaram desse imenso esquema de corrupção. Que todos venham a ser exemplarmente punidos não só com penas de prisão com a devolução do dinheiro roubado. Temos uma grande oportunidade de passar esta nação a limpo. De instituir regras e punições claras e severas em relação aos desmandos e desvios dos recursos oriundos dos nossos escorchantes impostos. Não podemos deixar esta oportunidade passar. Cabe a nós, sociedade brasileira, não só aumentar e aperfeiçoar os mecanismos de controle do dinheiro público, mas cobrar uma verdadeira reforma política instituindo o voto distrital, a fidelidade partidária, uma redução drástica no número de partidos políticos e parlamentares e o financiamento público de campanhas.

Fábio Zatz fzatz@uol.com.br

São Paulo

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PROCURA-SE

Capitão do time, Dirceu nunca foi o dono.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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FANTOCHE

Não entendi! Agora fiquei confuso! Quem, afinal, é o fantoche? O que aparece na lista da Forbes dos mais ricos do planeta, ou o que vai para a cadeia? Êta, quadrilha confusa!

Caio Quintela Fortes caioqf4@hotmail.com

São Paulo

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LULA ‘NÃO VIU’

O ex-presidente declarou que “não viu” o julgamento dos seus companheiros de mensalão. E precisava?!

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@terra.com.br

São Paulo

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‘DEUS’ LULA

Lula, onisciente, onipotente e onipresente do PT, também precisa ser julgado, como foram seus subordinados, a fim de a população brasileira ficar sabendo se ele participou ou não do processo de perpetuação no poder.

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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FALASTRÃO

Durante os 20 anos em que esteve na oposição e fez campanha para ser presidente e, mesmo depois que pulou do palanque e caiu de pára-quedas no Palácio do Planalto, Lula foi um falastrão. Piadinhas, metáforas, ferroadas nos adversários, elogios nem sempre condizentes aos companheiros e muitas pérolas nos oito anos de governo sempre foram a sua marca. Agora, no entanto, que seu amigo e mentor intelectual e principal articulador da campanha que o levou à presidência, José Dirceu, foi condenado a dez anos e dez meses de prisão por formação de quadrilha e corrupção ativa no processo do mensalão, Lula mantém o silêncio dos nada inocentes; a princípio disse nada saber, e depois, posando de vítima, que foi um golpe tecido pelos adversários políticos, pela imprensa e até pelo Judiciário. Ora, espertamente, Lula sabe que qualquer pronunciamento neste momento crucial do julgamento vai levá-lo na crista do tsunami, junto com todos os companheiros já condenados, mas, a sua omissão, é uma clara confissão de mea culpa e antecipada comprovação da delação de Marcos Valério. Assim, tanto o Judiciário como o Ministério Público não podem ignorar esse fato pois a Justiça tem de ser ampla, geral e irrestrita para todos! Até para o Sr. Luiz Inácio.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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SOBROU PARA OS COELHOS

Ao deixar a Presidência, Lula falou que iria se dedicar a provar que o mensalão não existiu e, também, que assaria uns coelhinhos. Resta agora saber se ele teve melhor desempenho no forno.

Julius Boros

Cotia

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SEGUNDO TURNO

Os dirigentes do PT, por não conseguirem um STF submisso e comissionado aos mandos de Lula, que nomeou junto com Dilma oito dos onze ministros, e que não absolveram os mensaleiros, querem agora um segundo turno do julgamento, para ganhar no tapetão. Os ministros do STF deviam enquadrá-los por tentarem desqualificar decisão da maior corte do país. É muito descaramento.Respeito é bom e a instituição e poder Supremo Tribunal Federal merece!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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OS EFEITOS DO JULGAMENTO

Foi preciso haver condenações a prisão de expoentes da política brasileira para haver a preocupação contra nossa histórica realidade de degradação das prisões nacionais. Esse é apenas um dos salutares efeitos do julgamento pelo STF do mensalão, que poderá ser potencializado quando a nossa mais alta Corte julgar as Ações Penais 536, 707 e o escândalo Cachoeira/Delta, todos no mesmo rastro e naipe desse julgamento histórico, que certamente, como falam os mais abalizados analistas da nossa realidade, inibirá e muito, os casos de corrupção entre nós.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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É PIOR

Pior do que a situação degradante dos presídios no Brasil é ouvir o ministro da Justiça, integrante do partido que há dez anos está loteando o País para a cumpanheirada, declarar que prefere morrer a cumprir pena em um deles. Sr. ministro, conjugue o verbo privatizar e o ponha em prática. Verá que os presídios se tornarão perfeitos, como a telefonia, estradas, Usiminas, e tudo o mais que foi privatizado. Agora que alguns integrantes da quadrilha terão que ficar hospedados pelos presídios os cumpanheiros resolveram se manifestar. Coitados, né? Nós os assaltados estamos morrendo de peninha deles.

M. Helena Borges Martins m.helena.martins@uol.com.br

São Paulo

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PASSANDO A LIMPO O BRASIL

A sociedade brasileira estava acompanhando e esperando o resultado do julgamento do mensalão, tal, como faz em jogos da Copa do Mundo. Independentemente das penas sofridas pelos acusados – se pouca ou muita –, as decisões dos magistrados entrarão para a história como o início da moralização política brasileira. Resta saber se com tantos e abusivos recursos que cabem aos réus, algum dos mensaleiros chegará a cumprir qualquer das penas impostas pelo STF. Essa é a chance de “passar o Brasil a limpo”; a chance de mostrar que aqui não é uma terra sem lei, onde “só pobre e negro vai para a prisão”.

Mirna Machado mirna.machado@hotmail.com

Guarulhos

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O DINHEIRO DE VOLTA

Estou acompanhando atentamente o julgamento do mensalão. Não adianta muito a condenação desses larápios: vão ficar pouco tempo na prisão, e com muitas vantagens, prisão especial, visitas íntimas e demais regalias. O que deveria ser obrigado, por lei, era eles devolverem o dinheiro que afanaram.

Agostinho Locci legustan@gmail.com

São Paulo

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QUE PENA, JOSÉ DIRCEU

A pena de um ano e nove meses em que José Dirceu cumprirá em regime fechado é a pena que um caso de furto a residências receberia. Não se pode confundir os graus apresentados, afinal se trata de uma nação indignada com o mensalão e ao encontrar este resultado após todo o trabalho e processo de identificação, comprovação e julgamento. Ao recorrer e solicitar sua inclusão no regime semiaberto, José Dirceu deverá ouvir a batida do martelo novamente, não a seu favor.

Letícia Amaral Souza leticiaamsouza@gmail.com

Americana

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MENSALÃO E FORO PRIVILEGIADO

Sem entrar no mérito das condenações proferidas, esse processo do mensalão trará inevitavelmente uma consequência de ordem processual. Passou quase despercebido um comentário feito bem no início do julgamento, quando a imprensa ainda falava de demora e atribuía ao STF lentidão na tramitação do processo. Acho que foi Gilmar Mendes quem disse, então, que o processo só estava chegando ao fim exatamente porque tramitava no Supremo; na primeira instância, isso não teria acontecido. Tinha e tem inteira razão: em qualquer juízo inferior, as questiúnculas processuais, todas elas, só se resolveriam quando chegassem ao STF, após muito tempo e vários recursos, legítimos ou apenas protelatórios; lá, na Corte Suprema, foram resolvidas de uma vez, definitivamente. O que se via como vantagem tornou-se enorme desvantagem para os maus políticos que disso sempre fizeram uso (lembremos Ronaldo Cunha Lima, recentemente falecido, que jamais foi julgado pela tentativa de homicídio, com vários tiros, contra o então governador da Paraíba, Tarcísio Burity). A consequência, no médio prazo (no curto, seria muito escancarado), será a extinção ou, quando menos, uma fortíssima restrição ao chamado “foro privilegiado”. Quem viver verá.

Paulo Reali Nunes paulorealinunes@gmail.com

São Paulo

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ANTIBIÓTICO MORALIZADOR

Com a fragilidade moral que acomete nossos políticos como doença infecciosa, assistimos temerosos a todas essas lutas e indignações que envolvem obtenção ou manutenção de recursos públicos. Difícil acreditar que estejam nossos espertos políticos interessados em fazer algo de importante para os ingênuos que os elegem. Fácil acreditar que estejam interessados em porcentagens para seus já recheados bolsos e na criação de novos cabides de empregos para ajudar seus comparsas, aqueles mesmos que não largam o osso. Pelo visto não há mensalão que os assuste. O vírus da corrupção é imune a qualquer antibiótico moralizador.

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

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PACTO NACIONAL DA EDUCAÇÃO

O governo federal vai investir R$ 2,7 bilhões na educação para alfabetização completa para crianças ate 8 anos. Para que elas possam ler e escrever sem dificuldades. O investimento vai proporcionar cursos de formação continuada para 360 mil professores educadores (1º a 3º ano fundamental). Compra de 60 milhões de livros didáticos e bolsa mensal de R$ 150, para educadores e R$ 750, para orientadores de todo o Brasil. A alfabetização é como a construção de uma casa ou prédio, a base ou alicerce que vai determinar o sucesso e durabilidade da obra! Reflexão: com educação não precisamos de sorte! Parabéns ao governo federal, a educação de base padronizada é o melhor caminho para promover a igualdade!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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