Fórum dos Leitores

ECONOMIA

O Estado de S.Paulo

11 Dezembro 2012 | 02h07

Carga tributária

Na madrugada de 7/12 o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo atingiu R$ 1,4 trilhão de tributos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros. Essa marca, em 2011, só foi atingida seis dias depois (13/12). Como se percebe, mesmo com a isenção de alguns impostos para veículos, linha branca e materiais de construção, a arrecadação continua a crescer. E, embora os direitos dos cidadãos estejam piores, muito piores, em educação, saúde, segurança, moradia, saneamento básico, infraestrutura de toda espécie, as despesas de custeio do (des)governo e dos Legislativos estão sempre aumentando. A carga tributária brasileira é por demais elevada! Brasil, o país dos impostos e do desperdício, que impre$$iona...

MARIA TERESA AMARAL

mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

Sinal de alerta

Tanto o governo como a sociedade devem ficar em alerta: acendeu o sinal amarelo na economia! O quadro que se apresenta não é nada animador: agências bancárias fechando as portas, pequenas e grandes empresas demitindo, lojas de comércio, companhias de aviação e antigos restaurantes encerrando as atividades. Tudo isso significa desemprego! Alguns estão preparados para novos empreendimentos, mas a maioria, não. Assim, serão milhares de pessoas que deixarão de contribuir para a arrecadação dos impostos que sustentam governos que vivem na maior luxúria num país emergente do Terceiro Mundo.

ODILÉA MIGNON

cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

Descaminhos

O governo Dilma Rousseff sofre de dois males terríveis. O primeiro é ético - a herança maldita recebida de seu antecessor foi sanada só em parte. O segundo é de competência - o corpo de ministros de Dilma inclui nomes que não reúnem um mínimo de condições para o cargo que ocupam. Um caso que chama a atenção há algum tempo é o do ministro Guido Mantega, da Fazenda. E nessa área a própria presidente não ajuda muito. O pibinho do ano passado e o deste ano são uma prova dos descaminhos da nossa economia. A revista britânica The Economist tem razão: fora, Mantega!

CELSO BATTESINI RAMALHO

leticialivros@hotmail.com

São Paulo

Responsabilidade

Em países do Primeiro Mundo, quando a economia vai mal, responsabiliza-se o chefe do governo. Aqui a culpa é do ministro da Fazenda, pois o que todos entendem é que a chefia da República não passa de pura enganação para cima dos eleitores, não tendo, portanto, competência para resolver problemas dessa ordem.

FLÁVIO J. RODRIGUES DE AGUIAR

flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

Fim de festa

Qualquer festa acaba em diferentes momentos para os convidados. O ministro Guido Mantega está prestes a ser convidado a se retirar pelos donos da casa.

PEDRO VARGAS

pv_pedrovargas@yahoo.com.br

Marília

Ronaldinho dos negócios

Já que o ministro Guido Mantega está na corda bamba, que tal chamar o Lula filho? O que o rapaz entende de economia e negócios não está escrito em lugar nenhum... Já pensaram se ele faz com o Brasil os milagres que faz nos seus próprios negócios? A China que se cuide.

WALTER DUARTE

duartecont@globo.com

São Caetano do Sul

Pibão

Dona Dilma, para termos um pibão nos próximos anos é preciso investir. Algumas sugestões de onde tirar o dinheiro: 1) Há cerca de 6.500 funcionários DAS 5 e 6 não concursados. Rua! 2) Temos quase 40 ministérios, é muito. Junte alguns, extinga outros. Com uns 20, 25 dá para tocar o País. 3) Funcionários com tempo para se aposentarem, rua também!

CAIO LORENA BUENO

caiolorena@bol.com.br

São Paulo

Investimento prioritário

Não é correto dizer que o governo brasileiro não está investindo. Está investindo, sim, e muito, no que julga prioritário, que são as arenas futebolísticas, para as quais estão sendo destinados bilhões e bilhões. Que ferrovias, rodovias, portos, que nada! Para que educação, saúde e segurança? Está claro que para nossos ptgovernantes a prioridade é garantir pão e circo à maioria da população. E a oposição o que faz? Continua dormindo.

WILSON SCARPELLI

wiscar@terra.com.br

Cotia

CORRUPÇÃO

Mensalão

Amanhã, o Brasil que aspira à verdadeira República tem um encontro com a democracia. Portanto, o voto do decano do STF, Celso de Mello, poderá consagrar-se numa página virada da história da corrupção, excluindo da Câmara os deputados condenados.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Perda de mandatos

Segundo avaliação do presidente da Câmara, deputado Marco Maia, a Constituição brasileira é clara ao determinar que a decisão final quanto à manutenção ou não do mandato representativo dos deputados condenados por crime (mensalão, no caso) cabe àquela Casa, e não ao STF. Que seja. Mas - avalio eu e acho que outros milhões de leigos - os membros da Casa legislativa não têm muito o que sopesar, porque tudo depende de como se deu o ato criminoso. Se um deputado cometer um assassinato, por exemplo, como cidadão comum sujeito a todas as paixões humanas, poderão até entender os legisladores que isso não afeta sua capacidade de bem representar o povo e manter seu mandato. Porém, se o deputado pratica o ato criminoso usando o seu cargo público, fraudando, furtando, desviando dinheiro do povo para proveito próprio, conspurcando sua função, maculando a instituição legislativa, envergonhando seus pares, então não há o que pensar: só cabe a cassação. Se a Câmara não o fizer, estará atentando contra a honra da Nação brasileira. Assim, que se faça a votação aberta, como foi o julgamento pelo STF, para que o povo saiba quem é digno ou indigno de representá-lo.

EDMÉA RAMOS DA SILVA

paulameia@terra.com.br

São Paulo

Dúvida?!

Se o dono de uma empresa descobre que tem entre seus funcionários um corrupto, ladrão, desonesto, não o demite por justa causa? Então, por que nós, pobres contribuintes, temos de continuar pagando altos salários e mordomias a pessoas que não merecem nossa confiança? Onde está a dúvida, meus "muito caros" senhores?

MARINA R. BLANCO

mmalufi@terra.com.br

Olímpia

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

TORCENDO OS FATOS

A reação do governo brasileiro à reportagem da revista inglesa The Economist - que sugeriu a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega - foi descabida. É claro e evidente que não há a menor possibilidade de uma revista estrangeira nomear ministros no Brasil. Dona Dilma e Fernando Pimentel reagiram de maneira demagógica nas suas declarações à imprensa. Argumentar que nosso sistema é democrático, que os nossos dirigentes foram eleitos por voto direto e secreto ou que deixaremos de ser uma República no dia em que a revista inglesa nomear ministro no Brasil não justifica a flagrante má atuação do ministro Mantega, que vem perdendo credibilidade internacional.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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BRAVO, DILMA!

"Eu nunca vi nenhum jornal propor a queda de um ministro. (…) Nós estamos crescendo a 0,6% nesse trimestre. Iremos crescer mais no próximo trimestre. Então a resposta é: de maneira alguma eu levarei em consideração esta, digamos, sugestão." Essa foi a resposta magnífica que a presidente Dilma Rousseff deu aos jornalistas, quando perguntada sobre o ridículo e absurdo "conselho" da revista britânica The Economist ao sugerir a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Nós todos aqui somos a favor da liberdade de imprensa. Então não tem nenhum senão a dizer sobre o direito de qualquer revista ou jornal falar o que quiser. Só quero me manifestar que em hipótese alguma o governo brasileiro eleito pelo voto direto vai ser influenciado pela opinião de uma revista que não seja brasileira", destacou a presidente. A resposta da presidente não poderia ser mais adequada diante da infantilidade e falta de seriedade, deste texto, da publicação britânica, tida, até então, como uma das mais conceituadas do gênero. Para Dilma Rousseff, diante da crise gravíssima que o mundo atravessa, com países tendo taxas de crescimento negativas, escândalos e quebra de bancos, não é correto esse tipo de atitude. "Vocês não sabem que a situação deles é pior do que a nossa? Pelo amor de Deus, desde 2008", afirmou. Não temos crise de dívida soberana. A nossa relação dívida/PIB é de 35% e a inflação está sob controle", afirmou ao final da reunião de cúpula do Mercosul. Entre outras inverdades e leviandades, a revista chamou a economia brasileira de "moribunda criatura", e a presidente, de "intrometida-chefe" (em referência às intervenções do Estado no mercado), afirmando que, se ela fosse mesmo pragmática, "deveria demitir o senhor Mantega". Chamar de moribunda a economia brasileira é desconhecer o interesse de importantes empresas, como a BMW, a Audi e a Nissan de se instalarem no País. Será que esses gigantes do setor automobilístico gostam de arriscar seus recursos em países à beira da falência? Dilma tem se mantido dentro dos parâmetros que norteiam as ingerências dos governos democráticos nas questões econômicas. Uma das últimas medidas que tomou foi ordenar que os estabelecimentos de crédito governamentais baixassem suas taxas de juros, colocando-as em patamares mais civilizados, o que indiretamente levou os bancos privados a, também, diminuírem sua sanha gananciosa de explorar aqueles que necessitassem de empréstimos. Talvez esta medida salutar, objetivando pôr um freio na vergonhosa e imoral exploração dos consumidores, tenha desagradado os agiotas de plantão e motivado as críticas à presidente. E é bom ressaltar que Dilma baixou os juros dos bancos estatais. Os particulares adequaram-se à realidade, não por serem "bonzinhos", mas por temerem uma debandada de seus clientes para os estabelecimentos estatais. A sugestão da The Economist soa tão ridícula como se alguma publicação brasileira "aconselhasse" ao governo britânico extinguir a monarquia.

José Carlos Werneck jc_werneck@hotmail.com

Brasília

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A REPERCUSSÃO DO 'PIBINHO'

Ao invés de se exasperar, a presidente Dilma deveria, sim, levar em consideração a opinião da séria revista inglesa The Economist, que sugeriu a demissão do seu ministro da Fazenda, Guido Mantega. Quem acompanha diariamente o caos em que se encontra mergulhada a economia mundial sabe que o senhor Mantega não é aquela sumidade econômica que se espera. O atual "pibinho" é um ótimo exemplo. E tampouco a revista The Economist iria fazer falso juízo, caso não estivesse firmemente embasada em criteriosas informações sobre a nossa economia, que, não é de hoje, anda mesmo capenga.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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PRAGMATISMO

Presidente Dilma, não se exaspere com a matéria da The Economist. Afinal, o periódico somente inferiu de maneira lógica, ao afirmar que a economia brasileira está impregnada com a influência do governo e que a senhora lidera a interferência oficial, apesar de insistir que é pragmática. Como o ministro Mantega, segundo a revista, com suas previsões otimistas, perdeu a confiança dos investidores, a consequência lógica e pragmática, portanto, seria a sua demissão. Assim, não é com sangue latino e emoção que deve vir a resposta. Se não quiser demiti-lo, faça-o mudar a interação com o mundo financeiro. Simples assim.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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NÃO FOI EXAGERO

A mesmice da política econômica brasileira mencionada pelo editorial do Estado (A estratégia da mesmice, 10/12, A3) reflete o pragmatismo tópico aludido pela presidente Dilma ao revelar seu método de agir. Os problemas estruturais, que só podem resultar em nós insuperáveis, não são enfrentados há décadas no Brasil. Portanto, e lamentavelmente, o crescimento alardeado aos quatro ventos mundiais no momento de suas eleições foi um voo de galinha. A miopia de governantes como os atuais, cumulada à subutilização dos melhores potenciais de nossa inteligência, cada vez menores em face de uma educação canhestra, e de uma política limitada ao resgate de um pressuposto básico, a ética, nos relegam a posições inferiores a de países do próprio continente. Não vislumbramos exagero na crítica da revista inglesa The Economist.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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CREDIBILIDADE

Entre a análise de nossa economia feita pela britânica The Economist e o que prega a dupla Dilma/Mantega, acredito mais na revista.

Anibal V. Fillip aniverofil@uol.com.br

Santos

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DIAS PIORES VIRÃO

Bem informada, a The Economist parece até ser leitora do Fórum do Estadão. Dias atrás, quase implorei através deste nosso pequeno espaço para que este ministro incompetente pegasse seu boné e saísse de fininho, pois os próximos anos serão piores para o Brasil em termos econômicos. Todos nós, brasileiros, somos um pouco economistas e técnicos de futebol, entendemos um pouco dos assuntos. Pois bem, a presidente quer manter por mais tempo este ministro, então, que arque com as consequências terríveis que estão por vir.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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A VEZ DE GUIDO MANTEGA

Mantega está ficando mais famoso do que poderia imaginar, até a revista The Economist sugere a sua demissão. Opinião é opinião, e a decisão é da presidente. Que realmente as suas projeções são por demais otimistas todos nós sabemos, como sabemos que a economia brasileira está muito aquém do que deveria estar, justamente num momento em que o mundo vive sérios problemas financeiros e econômicos, quando deveríamos ser mais agressivos comercialmente, o que confirma o efeito PIBinho. Os que reclamam mesmo são os investidores internacionais... Que a sugestão sirva de alerta. Acelere as suas decisões, antes que o País pare.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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'THE ECONOMIST' E O NEOCOLONIALISMO

Suponhamos que o jornal Estadão, após analisar, por seus jornalistas competentes, que a Grã-Bretanha não cresce e não gera empregos há muito tempo, que o governo de lá intervém na economia para salvar bancos quebrados e que a libra esterlina cambaleante e sugerisse a imediata demissão do ministro britânico das finanças. Qual seria a reação deles? Será que não percebem que o mogno dos seus móveis, o ouro da coroa da rainha e muitas outras coisinhas foram simplesmente surrupiadas do Brasil no período em que éramos colônia e que este período de vassalagem já acabou? Liberdade de imprensa é boa quando se pode ter dos dois lados.

Manoel Netto arq.manoel@gmail.com

São Paulo

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O TIME NÃO ESTÁ GANHANDO

A revista britânica The Economist tem o seu arrazoado, isso tem. A tradicional revista britânica dedicou comentários à economia brasileira e o melhor adjetivo que conseguiu foi o de "moribunda". Dilma quer porque quer um segundo mandato. Sempre gostou de ser "mandona" e passou a cultivar essa arrogância e petulância só comparadas à época os investidores o dos movimentos armados, quando numa desproporção de forças desiguais, a época do regime militar instaurado em 31 de março de 1964. A Economist pede a cabeça de Mantega porque suas previsões por demais otimistas fizeram com que os investidores perdessem a confiança no governo. Dilma deve formar uma nova equipe econômica. O mercado precisa confiar na equipe econômica. Desde que assumiu o governo, em 2011, houve uma forte desaceleração do crescimento da economia. O Produto Interno Bruto (PIB) encontra-se estagnado, já sendo chamado de "PIBinho". Só este ano o governo renunciou a R$ 45 bilhões em estímulos à produção. Os consumidores usam a sua renda para pagar dívidas contraídas pela facilidade de crédito, principalmente para a compra de automóveis, TV e eletrodomésticos da linha branca. O País não investe, a produtividade está descarrilada. Reduzir o custo Brasil é a pedra filosofal de Mantega. Dilma deve saber uma regra simples do futebol: "Em time que está ganhando não se mexe, mas...

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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SUGESTÃO

A revista britânica esqueceu-se de informar que quem, na verdade, tem de deixar o governo. Mas eu digo: quem já deveria ter saído são a própria Dilma e o PT.

Paulo Francisco Siqueira dos Santos paulof.santos@hotmail.com.br

Santa Rita do Passa Quatro

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PÉSSIMA CONSELHEIRA

A respeitada revista britânica The Economist, ao trocar recentemente sopapos com a presidente Dilma, perdeu uma ótima oportunidade de sugerir que, mesmo assessorada pelo "genial" Mantega, os economistas da União Europeia agradecem, mas dispensam os conselhos da presidenta no sentido de resolver o problema do euro.

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

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2013 SERÁ UM TESTE

A preocupação da revista inglesa The Economist revela que os estrangeiros estão observando o crítico crescimento da economia nacional e não levam fé ou qualquer esperança nas medidas de consumo e redução sazonal de impostos. A questão não é a troca de ministros, mas, sim, uma visão mais ampla e larga sobre o momento, para adoção de um conjunto de medidas que destrave a economia, e não apenas privilegiando alguns setores em detrimento da grande maioria. Enfim, o ano de 2013 será o teste, pois que o ministro Mantega insiste em números elevados de crescimento, mas na prática o que vemos é uma realidade muito diferente.

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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ENCALHADOS

Conceituados economistas do Brasil e do exterior concordam que a política econômica do Brasil está encalhada, embora esteja sob a gestão da presidente Dilma e do ministro Mantega, ambos economistas. Classificam como incompetentes e inseguras todas as medidas tomadas até agora por julgarem-nas incapazes de tirarem o País do brejo. A Formação Bruta do Capital Fixo teve queda de 2,8%, o PIB teve queda e a inflação avança descontroladamente. Com esses dados, as expectativas para 2013 não são as melhores.

Evaristo Ribeiro Filho evaldib@uol.com.br

Barueri

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RIMA

Até que rimou: os economistas estão pessimistas. Também pudera! Com este PIBinho!

Ronald Martins da Cunha ronald.cunha@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DITADO

Dona Dilma, "quem fala o que quer ouve o que não quer", diz o ditado. Pois é, alguns meses atrás a nossa presidente foi à Alemanha e à Espanha e, em discursos, quis ensinar regras à Sra. Merkel e ao Rei da Espanha e primeiro-ministro, com a ajuda de seu excelente ministro do Brasil (que não acerta uma previsão), sobre como fazer um país crescer em crise. Resultado: um "PIBinho" do Brasil dos menores do mundo, uma vergonha. Desça do palanque e ajuste sua equipe e trabalhe sério. A seriedade nós, brasileiros, sabemos que tem, mas largue esses petistas e lulistas que só levarão o Brasil para o buraco, com todos os nossos impostos com esses aloprados, mensaleiros, asseclas, corruptores, cuequeiros, etc.

L. A. B. Moraes labmoraes@uol.com.br

São Paulo

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PITONISA

No Fórum dos Leitores, há tempos, eu disse que Guido Mantega está mais para mordomo de castelo do que ministro da Fazenda. Está se confirmando essa tese, em razão do medíocre PIBinho de novembro. Até a revista britânica The Economist aconselha Dilma a demitir este mordomo, digo, ministro.

Edward Brunieri patricia@epimaster.com.br

São Paulo

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A MULTA DOS MENSALEIROS

O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão, e outros afiliados irão se cotizar para pagar a multa dos petistas condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão. Somadas todas, dá um total bastante vultoso. Tirarão de seus próprios bolsos? Esperemos que sim, pois pela amostragem dos casos vindos à tona nestes últimos dias, os recursos de muitos petistas vinham de fontes públicas, até mesmo para viagens marítimas de lazer. Assim, esperemos, então, que não tenhamos nós, os contribuintes, de mais uma vez pagar a conta deste gesto generoso motivado por tanta solidariedade demonstrada pelo Sr. Falcão.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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SENSAÇÃO RUIM

Não tenho como provar, mas tenho certeza de que ajudarei a pagar as multas dos petistas condenados pelo STF, contra a minha vontade. E posso garantir que não sou o único a ter essa sensação.

Maurício Rodrigues de Souza mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

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CHEFIA PETISTA PETULANTE

Rui Falcão diz que não vê nenhum crime infamante na conduta dos seus correligionários que foram condenados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Quanto ao infamante, está ele correto, pois pena infamante está proscrita do direito brasileiro; entretanto, erra quanto a existência dos crimes apurados e praticados por seus correligionários e outros. O que se extrai dessa postura do Falcão? Professa ele a ideia de que o colegiado do STF não estaria gabaritado para classificar (e condenar) a conduta dos deputados réus, coisa que ele, não obstante, como indivíduo, petulantemente arroga o direito poder fazê-lo divulgando afirmações diametralmente opostas às do colegiado que técnica e profissionalmente está habilitado a tanto, inclusive e sobretudo com pleno conhecimento de causa, e tem por dever de ofício proferir decisões judiciais, como é o caso da que concluiu o processo do mensalão. Se alguma coisa ainda deve ser feita, deve ele cumprir a sua proposta de pagar, com dinheiro próprio, as multas a que foram condenados os seus correligionários.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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RUI FALCÃO, O MAGNÂNIMO

Deveras longânime o presidente do PT, Ruy Falcão, propondo cotizar recursos para que seus companheiros paguem suas multas decorrentes das condenações no processo do mensalão. Tendo em vista a fortuna oculta acumulada fora do País, pelo partido, não há de se preocupar em amealhar junto dos filiados, pois periga de sermos roubados mais uma vez. Que o PT arque com suas próprias despesas pelo menos uma vez.

Leila E. Leitão

São Paulo

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APENAS SOLIDARIEDADE?

Por que será que o presidente do PT, Rui Falcão, e demais afiliados estão se cotizando para ajudar a pagar o valor das multas dos condenados? Será que anteriormente haviam recebido alguma parte do butim?

Cléa Maria G. Correa cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

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SOBROU PARA MIM

O presidente do PT afirmou que militantes ajudarão no pagamento das multas dos condenados do partido no mensalão. Isso quer dizer que todos nós iremos contribuir com esse pagamento, já que, certamente, algum arranjo será feito tirar esse dinheiro de algum lugar que não seja do bolso deles. Eu já sabia que ia acabar sobrando para mim.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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MULTAS E CORRUPTOS

A impressão que o PT quer dar é de que os mensaleiros "não têm recursos" amealhados suficientes para pagar as "elevadas" multas impostas pelo STF. Entretanto, eles podem ser ajudados por outros companheiros que tiveram mais sorte em suas fortunas.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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ENGODO PERMANENTE

O cinismo peculiar do PT quer nos impingir que seus membros condenados não têm meios para quitar as multas, e farão "vaquinha" (retirada da "boiada"?) para tal. O engodo é permanente, faz parte do DNA de sua cúpula.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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PARCIALIDADE TOTAL

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, revisor do caso mensalão, incansável defensor e agindo como advogado de defesa dos réus, empenhou-se em defender sua proposta para reduzir em até 80% o valor das multas aplicadas. É impressionante e inacreditável a parcialidade demonstrada, simplesmente vergonhoso.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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DIAS TOFOLLI X MENSALÃO

Caro Sr. ministro Dias Toffoli: tive o desprazer de ouvir mais uma tentativa sua de minorar o pesadelo dos petralhas, no caso específico, da multa atribuída ao Sr. Genoino, dizendo ser esta injusta porque ultrapassava em duas ou três vezes os bens patrimoniais do réu. Queria saber onde está escrito que qualquer pena tem de levar em consideração os bens do réu. Por tratar-se de um petista de carteirinha, e vendo o que acontece com seus ilustres militantes ao longo destes últimos nove anos, quem garante que o patrimônio declarado é o real e mesmo que fosse não se justifica, alguém que tem o seu cargo, ficar "procurando pêlo em ovo" para beneficiar sua trupe? Quantos milhões não foram surrupiados pelo PT e cia. nestes últimos anos, em cada dia temos novas denúncias? E será muito fácil para o PT quitar sua dívida, basta contatar a Delta, o Cachoeira ou outro qualquer do esquema. Tenha um pouco de hombridade ou, como diria meu pai, "tenha vergonha na cara", deixe de ser pelego do PT e honre o cargo que ocupa. Se não for possível, peça demissão, assim quem sabe poderá dormir um pouco mais tranquilo sem ter de ouvir a cada hora como deve agir a mando do PT.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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O MANDATO DOS MENSALEIROS

O ministro Lewandowski entende que a competência exclusiva para cassar os mandatos dos deputados federais condenados por corrupção e formação de quadrilha, no processo do mensalão, é da Câmara dos Deputados. Enquanto a Câmara não os cassar, se os cassar, os mesmos poderão continuar exercendo seus mandatos parlamentares. Lewandowski aduz: "Nada impede que os réus exerçam atividade laboral fora do estabelecimento carcerário para, depois, voltarem para o repouso noturno". É uma maneira insidiosa de conspurcar a Câmara dos Deputados. Nivelar pela torpeza.

Vinicius Ferreira Paulino viniciusfpaulino@hotmail.com

São Paulo

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O POVO NÃO OS ESCOLHEU

Como sempre o quarteto maravilha do STF, constituído por Lewandowski, Toffoli, Rosa Weber e Carmen Lucia, acenam que o mandato dos quadrilheiros do mensalão deverá ser decidido pela Câmara, onde a maioria dos deputados reza a cartilha dos condenados e cujo voto será secreto. Portanto, a população será privada de conhecer o voto dos seus representantes. Se assim ficar decidido, em nós fica uma grande dúvida. Por lei os parlamentares têm "foro privilegiado" e só poderão ser julgados pela Suprema Corte. No entanto, agora que o STF julgou a quadrilha do mensalão imputando a eles severas penas, a mesma Suprema Corte não pode tirar-lhes o mandato? Como pode um parlamentar fazer leis, se está com prisão decretada? Os ministros argumentam que ninguém pode tirar um mandato de um representante eleito pelo povo, mas os três deputados em questão são suplentes. Como é que fica? O povo não os escolheu!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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PERDA DE MANDATO

Deduz-se dessa discussão dos ministros, que algum deles, os que votaram contra a perda de mandato pelo STF, deixam transparecer a total falta de objetividade, lógica e esquecimento das verdadeiras vítimas da corrupção pelos seguintes pontos: 1) Não devem esquecer-se de que a vítima dos crimes foi a população que os elegeu; 2) As acusações contra os condenados foram feitas pela população, os mesmos que os elegeram, através do Ministério Público, órgão que legalmente os representa; 3) Os acusados foram julgados pelo maior Poder Judiciário do País, o STF; 4) Se a interpretação de que o Congresso é que deve decidir pela perda de mandato, por ser o poder constituído pelo voto popular, pergunto a esses ministros por que perderam seu tempo e dinheiro do povo em julgá-los? 5) Como dar a esses criminosos o direito e a possibilidade de permanecerem na continuidade de crimes? Como, estando eles condenados e presos, podem representar a parcela da população que os elegeu? Quem pode imaginar que a parcela da população que elegeu esses condenados e que foi traída estará de acordo em que eles permaneçam com seus mandatos e como seus representantes? 6) Quem garante que o Parlamento, em não os cassando, eles permanecerão presos? 7) Por que condenar a população a continuar a pagar seus altos vencimentos e regalias parlamentares? 8) Não tenho dúvida de que o corporativismo e o "telhado de vidro" da grande maioria dos parlamentares irão fazer de tudo para não cassá-los, até porque o voto no Parlamento será covardemente secreto. Concluindo, senhores e senhoras ministros do STF que votaram contra, não se esqueçam de que esse é um voto a favor dos criminosos e contra a população. Não esqueçam também, que muita gente morreu neste país por falta de condições da saúde, de saneamento básico, de moradias, etc., que poderiam ser minimizados se o dinheiro roubado fosse devidamente empregado nessas áreas.

Marco Aurélio Rehder marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

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GOLPE

Deputado que defende a manutenção dos mandatos dos seus pares mensaleiros condenados pelo STF estão se insurgindo contra a decisão da maior instituição jurídica na Nação. Errado está o Poder Executivo, que submeteu o Legislativo à sua vontade. Erradíssimo está o Legislativo, que agora se rebela contra o Judiciário, só que, ao agir assim, fica parecendo que está obedecendo a ordens diretas do Executivo. Será? Outro nome para isso é golpe!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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POLÊMICA

A pergunta que se faz necessária é esta: Um parlamentar que é condenado por vários crimes pelo Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte do País, tem condições morais para continuar no exercício do cargo? Não é um fato consagrado que, pela sua condenação, não perdeu o parlamentar em definitivo a confiança de seu eleitor? Não sabemos o porquê de tanta polêmica sobre a cassação de mandatos, se ficam adstritas ao STF ou ao Congresso.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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PARA QUE SERVE A CÂMARA?

A Câmara dos Deputados e seus representantes como um todo estão com mais de uma dívida moral para com os brasileiros e a honra daquela Casa, e isso num Legislativo cuja imagem de independência está manchada por causa do escândalo do mensalão e a tentativa do PT de pôr de joelhos a seu serviço os deputados federais! Onde está, que até agora não vimos, a perda dos mandatos dos deputados mensaleiros condenados pelo STF? O que estão esperando? E cadê a CPI da "madame" Rose, amante de Lula da Silva, traficante de influência e vendedora de facilidades administrativas à custa de seu até então cargo de chefe de gabinete do escritório paulista da Presidência da República, hein? Se for assim, para nada fazerem, se omitindo, para que serve esta Câmara dos Deputados? Para dizer "amém" ao PT corrupto dos quadrilheiros Zé Dirceu, Genoino e João Paulo Cunha?!

Paulo Boccato pofboccato@yaho.com.br

São Carlos

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AEROPORTO DE CONGONHAS

Um deputado federal mineiro resolveu, certamente por falta do que fazer, mudar o nome do Aeroporto de Congonhas sob o argumento que o deputado Freitas Nobre é figura conhecida nacionalmente. Com todo respeito ao homenageado, é incabível mudar o nome de um aeroporto que faz parte da história de São Paulo e não pode ter seu nome alterado por proposta de um deputado demagogo, que não convive no dia a dia dos paulistanos. Se o homenageado é conhecido nacionalmente (e certamente o é), como afirma o deputado mineiro, que tal alterar o nome do Aeroporto de Confins para "Aeroporto Deputado Freitas Nobre"? Esperamos que a presidente Dilma vete esta lei que é de total desinteresse dos paulistanos. Ao Sr. deputado mineiro, fica uma pergunta: Não há prioridades maiores em nosso país? Que tal olhar para a saúde, a educação, a segurança, etc.? Faça jus a seu mandato, pois temos certeza de que o povo mineiro não o elegeu para mudar nome de aeroporto.

Roberto Luiz Pinto e Silva rlpsadv@terra.com.br

São Paulo

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CONGONHAS E BOLÍVIA

Tendo em vista os questionamentos levantados no Fórum dos Leitores quanto à mudança absurda do nome do tradicional - e há mais de 75 anos - Aeroporto de Congonhas para Deputado Freitas Nobre e do ingresso da Bolívia no Mercosul, tenho a dizer o seguinte: 1) concordo com a estapafúrdia proposta de mudança, desde que o novo nome desse marco paulistano passe a ser AeroPorto Seguro, como uma singela homenagem ao verdadeiro "bebê" da "amiga íntima" do "garanhão de Garanhuns"; e 2) o ingresso da Bolívia no Mercosul se justifica, porque se abre o comércio entre os países desse bloco econômico, em especial no Brasil, de "mercadorias não contabilizadas" fabricadas neste país andino. O próximo passo vai ser descriminalizar essas "mercadorias não contabilizadas", mediante acordo bilateral preferencial... "Tá explicado, né não"?!

Luiz César Pannain Neto l.pannain@globo.com

São Paulo

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VEM MAIS POR AÍ

A extinção dos nomes de locais públicos que compõem a história de São Paulo, para agradar a políticos (e, certamente, receber o troco), vem de longe. O Túnel Nove de Julho só teve o seu nome reposto, ainda que parcialmente, depois de uma revolta da população paulistana, apoiada pela nossa imprensa. A avenida com nome poético Água Espraiada deu lugar a outra, com nome de jornalista carioca. Certamente serão encontrados nomes de políticos para o que resta, tais como o Anhangabaú e o Pátio do Colégio. Bem como teremos outro ataque ao túnel, quando determinarem que ele, na verdade, seriam dois, um de ida e outro de volta, com direito a dois nomes. Que se cuidem o Museu do Ipiranga e o Rio Tietê...

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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QUANTO EXAGERO!

Sou totalmente contra mudanças de nomes em ruas, rodovias, aeroportos, praças, montanhas, canais, rios, mares, etc. Tão profundos e simpáticos, arraigados na alma do paulistano, os tradicionais Aeroporto de Congonhas, Largo da Batata, Praça Munduri (mudou anos atrás), Rua Iguatemi (Faria Lima) e de outras mil ruas e praças vão tendo seus nomes trocados por outros que a maior parte da população desconhece, apagando nossa história urbana. Tenho guardada comigo parte da história do Aeroporto de Congonhas, de Interlagos, do Jockey Clube, que fizeram parte de minha formação. Cidadãos, vamos correr e registrar na Prefeitura nomes históricos da formação da cidade, antes que algum deputado tome contas deles! Sempre pensei no exagero: Aeroporto Mario Covas, Rodoanel Mario Covas, Rodovia Mario Covas... O que é isso? E aí vem que exagero! Que falta de imaginação e consideração com o que já tinha nome! Rodovia dos Trabalhadores, Airton Senna! Quantas homenagens em troca de nomes tão importantes quanto Rodovia dos Trabalhadores! Os trabalhadores não protestam porque não exercem a cidadania. Assim que Pelé falecer existiram milhões de estradas, logradouros, praças e ruas chamadas Edson Arantes do Nascimento? Onde ficaram os nomes tupiniquins como Rodovia dos Tamoios - e como será chamada daqui a uns anos?

Monica de Queirós Mattoso mqmattoso@gmail.com

São Paulo

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HOMENAGEM A HERZOG

A matéria Câmara suspende homenagem de R$ 560 mil a Vladimir Herzog, na edição de domingo deste jornal, é maldade pura. O projeto é bom e honesto. O valor não é exagerado. A lei de licitações - n.º 8.666 - é complicada mesmo, burocracia impede artistas de participarem diretamente e, por isso, o dinheiro público nunca vai para o resgate da memória pública, para a celebração da cidadania. Esquema perverso, com inimigos em cada esquina.

Ricardo Paoletti ricardopaoletti@gmail.com

São Paulo

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POBRE TRABALHADOR

Homenagear somente o jornalista Vladimir Herzog, uma das vítimas fatais da ditadura, seria aceitável se o autor, vereador Italo Cardoso, do PT, o fizesse às suas expensas, ou rateando o custo do memorial -mais de R$ 500 mil - com os demais edis que aprovaram o projeto. Será que o petista sabe que no mesmo período também mataram o humilde operário Manoel Fiel Filho, entregador do jornal do Partido Comunista; o engenheiro Rubens Paiva,cujo corpo nunca foi resgatado pela família, e quatro históricos dirigentes do PCB, em São Paulo, fuzilados em plena luz do dia. Se até um petista como o Sr. Italo desconhece, ou relega a um plano inferior, um pobre trabalhador- sonhador, imagine os demais.

Antonio Carlos Guedes Chaves acegece@uol.com.br

Campinas

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HUGO CHÁVEZ

A notícia foi dada pelo próprio Chávez ao povo venezuelano: ele terá de fazer uma nova cirurgia em Cuba, pois o seu câncer voltou, e, se algo lhe acontecer, ele pede que apoiem o seu vice, Nicolás Maduro. O povo da Venezuela deve aproveitar esse momento para se livrar desses mentecaptos que os governam e que os deixaram mais pobres ainda, mesmo com grandes reservas de petróleo, que foram usadas unicamente para Chávez ter mais poder. Chávez, este, sim, um verdadeiro câncer que se abateu sobre aquele país, vai antes, assim abrirá caminho aos seus muy amigos.

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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ESPERANÇA E TORCIDA

Que Chávez se cure e que a Venezuela se livre dele.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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DEMOCRACIA VERDE

A Constituição da Venezuela garante nova eleição quando há impedimento do governante continuar no poder e Chávez está impedido pela reincidência do câncer. O natural seria que ele fosse para Cuba se tratar e deixasse o país em paz para decidir o seu futuro, mas isso não acontece com os ditadores, que tentam interferir em tudo, até na escolha de seu sucessor. Ao apontar Nicolás Maduro, seu amigo e vice, Chávez deixa claro que a democracia na Venezuela - como em toda a América Latina esquerdista - contrasta e ainda está muito "verde"!

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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DIAS DE VIOLÊNCIA EM SÃO PAULO

Nossa condescendência com as práticas terroristas impetradas pelas "Farcs, Al-Qaedas e Hamas" a paulistanos chegou às raias do absurdo e do intolerável. Nossas autoridades têm de agir com mão de ferro e pinças longas, para extrair esse tumor maligno, da barbárie entre facínoras e policiais, alojada no seio da família paulista. A morte de dois homens no Jaçanã, carbonizados, e do jovem "possivelmente" morto por policiais não pode passar impune, em ambos os lados. Governador, secretário da Segurança, delegado-geral e comandante da Polícia Militar têm de prestar contas urgentes aos cidadãos, que, acuados, não têm mais condições psicológicas para se locomoverem livremente pelas ruas da metrópole e de diversas cidades do nosso interior. Se usarem de inteligência e deixarem as picuinhas de lado, as autoridades vencerão essa "batalha".

Aloisio A. De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

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LEIS MAIS RÍGIDAS, POR FAVOR

Duas pessoas mortas queimadas num ônibus como bruxas na Idade Média, mas o que assusta é o Congresso Nacional e Poder Executivo assistirem inertes a esta barbárie. Qual a dificuldade em propor leis mais rígidas como a dos três crimes americana e privatizar parte do sistema carcerário do Brasil? Será que precisaremos sair às ruas ou apresentar projetos de iniciativa popular para mudar isso? Acordem, deputados e senadores!

Eduardo Guedes Mello eduphone1@gmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA PÚBLICA

"As grandes ideias surgem da observação dos pequenos detalhes" (Augusto Cury). Quando Mário Covas foi eleito governador pelo mesmo PSDB que ainda governa o Estado de São Paulo há 19 anos, ele começou uma política de interiorização dos presídios. Com isso esparramou presos por todo interior de São Paulo. Livrou a capital e transferiram presos e familiares e amigos deles para o interior do Estado. Ao invés de promover o desenvolvimento com a instalação de polos de tecnologia e indústrias modernas, trouxe presídios e com eles um processo de transferência do medo e da insegurança. Não bastasse isso, José Serra em 2007 transformou boa parte deles em presídios de regime semiaberto, dando condições aos presos de irem e virem sem que saibamos como isso é feito e por quem é autorizado e fiscalizado internamente. O complexo penitenciário do Carandiru na capital foi demolido e havia a promessa de que naquele local o governo paulista iria construir parques, áreas de lazer em troca da desativação do presídio. Até hoje, desconheço alguma obra que tenha sido feita pelo partido no local. Enquanto havia o Carandiru não havia Primeiro Comando da Capital (PCC), não havia presos administrando de dentro do complexo tráfico de drogas e a criminalidade fora do presídio. O Carandiru era temido por qualquer marginal, ao contrário dos spas que foram feitos pelo PSDB e servem de postos avançados para toda criminalidade no interior de São Paulo. O governador insiste em dizer que a situação está sob controle, claro que está, mas do controle do PCC e não das autoridades constituídas que governam este Estado há 19 anos. Tempo mais do que suficiente para que tivessem feito algo pela Educação e implantado projetos que evitassem o crescimento da marginalidade e da criminalidade nos níveis assustadores dos dias atuais. Será que noventa e cinco policiais e mais de duzentos civis mortos não caracteriza uma guerrilha urbana e um estado de guerra nas nossas ruas? A solução da violência passa obviamente por Brasília, onde o governo federal oferece ajuda, mas também não faz nada para oferecer soluções. Mandar força militar ou tropas de inteligência são paliativos, é preciso descentralizar os presos e tirar do Estado de São Paulo criminosos nascidos em outras regiões do Brasil. É preciso projetos claros e verbas para educação. Mas acima de tudo é preciso que PSDB e PT acordem, percebam o tamanho da criminalidade que nos apavora e comecem a trabalhar em prol da reforma do sistema penitenciário no país. Da união das forças policiais e da erradicação da miséria e da ausência do Estado nas comunidades. Temos muitas leis e nenhuma Justiça. O governo federal e o estadual são culpados, não tem inocente neste meio, exceto o povo, que paga impostos escorchantes e não recebe nada em troca, exceto afirmações absurdas como a pérola de Geraldo Alckmin que ilustra a situação atual em São Paulo: "O Estado de São Paulo é maior que a Argentina, logo não se pode culpar o governo paulista pela situação que vivemos na segurança pública". Ainda bem que o senhor não é governador de Minas Gerais nem de alguma província chinesa...

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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