Fórum dos Leitores

REDUÇÃO DE PENAS

O Estado de S.Paulo

17 Dezembro 2012 | 02h06

Remédios amargos

Enquanto a população clama por penas mais severas para crimes e que o braço da Justiça seja mais pesado, num esforço para diminuir a criminalidade, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou proposta que atenua as penas de crimes como furto simples e, mais grave ainda, falsificação de remédios. No meu entender, a falsificação de remédios deveria ser crime hediondo ou equivalente a homicídio doloso. No mínimo, tentativa de homicídio. Quando alguém toma um medicamento o faz na expectativa de cura de uma doença, que sem tratamento adequado pode levar a óbito. Tomando um remédio falsificado, além de não obter o efeito desejado, a vítima pode até ter a doença agravada e poderá resultar em morte ou danos irreparáveis, enquanto o falsificador aufere benefícios econômicos. Qual a lógica de reduzir a pena mínima de 10 para 3 anos, a qual, muito provavelmente, pela atuação de hábeis advogados, poderia ser reduzida mais ainda e o criminoso cumprir a pena em liberdade? Enquanto isso, centenas ou milhares de famílias cumprirão uma pena perpétua por terem perdido um ente querido ou tê-lo em condições precárias de saúde. Apelo ao bom senso dos legisladores para que rejeitem definitivamente tal proposta ou proponham o agravamento da pena, em lugar de atenuação. Deus os ilumine!

EDISON ROBERTO MORAIS

ermorais@uol.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Lula e o mensalão

As denúncias de Marcos Valério ao Ministério Público implicando Lula diretamente no escândalo do mensalão não foram ainda legitimamente comprovadas e podem ser, ou não, produto do desespero de um réu condenado. Entretanto, sendo Lula o chefe maior do PT, partido envolvido no esquema, cujo primeiro escalão, intimamente ligado a ele, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), é extremamente inverossímil a alegação de que o ex-presidente, com sua reconhecida capacidade funcional de líder, não tenha participado ativamente dessa ilegalidade. Eis uma poderosa razão para que as autoridades competentes procedam à abertura de um inquérito específico sobre o conjecturado envolvimento do ex-mandatário. E um eventual arquivamento de tal processo por "falta de provas" seria simplesmente inaceitável pela população consciente do País.

PABLO L. MAINZER

plmainzer@hotmail.com

São Paulo

Futuro 'roubado'

É insuportável e inacreditável no que o PT, com a força política do Lula, transformou o Brasil. O aparelhamento do Estado nos trouxe corrupção e incompetência administrativa jamais vistas neste país. Nossas perspectivas são cada vez piores e menores. A imoralidade, somada à extrema tolerância, que alcançou a permissividade, alimentadas por um líder sem caráter, está nos tirando o futuro promissor que podíamos ter.

CARLITO SAMPAIO GÓES

carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

Partidos aliados

Até quando os partidos políticos aliados vão dar sustentação política a esse (des)governo petista, que desde sua ascensão, em 2003, até hoje se vem caracterizando por corrupção, imoralidade, falcatrua e picaretagem? A cada dia surge novo escândalo. Chegou a hora de esses parlamentares, principalmente do PMDB, partido histórico pelas lutas democráticas, deixarem de trair o povo e passarem a representar seus interesses, em vez dos dessa administração contaminada

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Ética

O Senado aprovou projeto que torna obrigatória nas escolas uma nova disciplina, Ética e Cidadania Moral. Será que os alunos que forem reprovados terão vaga garantida como parlamentares ou funcionários graúdos em qualquer escalão do governo?

WILSON ANDREOLI

wlsandreoli@yahoo.com.br

São Paulo

PRESIDENTE INTERINO

Tristes lembranças

Assumir interinamente a Presidência da República foi uma surpresa para o sr. José Sarney? Eu tive um arrepio. Tristes lembranças do Plano Cruzado, do congelamento dos preços, dos fiscais do Sarney, do gatilho salarial, da inflação, da tablita...

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

ENERGIA

Aneel x Cesp

Na edição de domingo 9/12 do Estado (B12), o diretor-presidente da Aneel, Nelson Hubner, afirma que o secretário José Aníbal questiona o valor dos ativos da Cesp, colocado no balanço da própria companhia calculado pelo IRSF. A Secretaria de Energia de São Paulo vem a público esclarecer que desconhece a origem da informação atribuída por Hubner a José Aníbal, desabonando desde já qualquer presunção de autenticidade na declaração.

GUILHERME BOURROUL, Assessoria de Imprensa da secretaria

imprensa@energia.sp.gov.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Accesso Assessoria de Comunicação e Publicidade, Aldem Bourscheit e equipe WWF, Alfaômega Marcas e Patentes, Amarildo Ometto Alves e família, Arte Inventos Especialidades, Barros de Moura & Associados - Corretagem de Seguros Ltda., Bassin Gestão de Negócios, G4G Consultoria de Seguros, Carlos Alberto Di Franco, Carlos Battesti e equipe Convergência Comunicação Estratégica, Carlos Vogt, Center for Hemispheric Policy - University of Miami, Confederatión Latinoamericana de Cooperativas de Ahorro y Crédito (Colac), Édi Pereira - Hórus Photograph, Eduardo Sales - Secretaria da Agricultura da Bahia, Eletrobrás/Eletronuclear, Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Felipe Salto, Fernando Feitosa Advogados Associados, Fernando Thompson - Transpetro, Fundação Dom Cabral, Fundação Logosófica, Gaudêncio Torquato, Glorya Ryos, Irene Maria Dell'Avanzi, Ivan F. Zurita e Juan Carlos Marroquin - Nestlé Brasil Ltda., José Eduardo Monacci, Lídia Goldenstein, Lody Brais - Associação Cultural Brasil-Líbano, Marcos Wilson - Odebrecht, Natura Cosméticos, Patrícia Marrone - Websetorial, Patrizia e Marito Cobucci, Paulinho Solução, Paulo Pedrosa e equipe da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Philip Morris Brasil, Printec Comunicações, Reale e Moreira Porto Advogados Associados, Régnier & Morais Advocacia, Roberto Fakhoury, Ruy Martins Altenfelder Silva - Ciee, Vanessa Caliri de Sá Lobato, Verônika, Wendy, Margareth e Klaus Reider, Virginia Andrade Bock Sion, Virgílio Melhado Passoni, Sergio Mauad - Sergio Mauad Desenvolvimento Imobiliário, Tatini Restaurante, Tavinho - Agenda Victor & Matheus e Zeina Latif.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

800 AEROPORTOS?

Na campanha para a Presidência da República em 2010, a Mãe do PAC prometeu construir 6.424 creches. Todavia, pelo que se tem notícia, até agora, depois de 24 meses de governo Dilma, somente umas 60 creches foram inauguradas. Portanto, dos 800 aeroportos prometidos por "ella", podemos acreditar que uns 8 serão construídos até 2018, ou será muito alta essa previsão? Também, com um ministro da Fazenda como o Mantega, não dá para planejar nada, a não ser a queda do PIB.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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BLASFÊMIA

A construção de 800 aeroportos, prometidos pela presidente Dilma Rousseff em Paris, não passa de mais uma megapromessa eleitoreira. Até Santos Dumont, pai da aviação, tomado de sobressalto, remexeu em seu berço eterno. A faraônica obra de transposição do Rio São Francisco, que ajudou a eleger e reeleger o ex-presidente Lula e ainda colocou no poder a atual mandatária, é um grande exemplo de promessas vãs. O sofrido povo nordestino, assim como seus animais, continuam a morrer à míngua por falta de água. Cinco anos se foram, milhões de reais rolaram correnteza abaixo, somente 36% das obras, já deterioradas, prontas e somos obrigados a ouvir tamanha blasfêmia.

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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ERRARAM A CONTA

Que os petistas são péssimos em português, disso nós já sabíamos, presidenta! Agora, ruins em Matemática?! Será que eles sabem o que são 800 (oitocentos)? Afinal, eles são bons em que matéria?

Eleine Maria Bonazzi leninhabonazzi@gmail.com

Piracicaba

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O TREM-BALA VOLTA À BAILA

Se não somos capazes de recuperar nossos trens tartarugas, pensar que vamos no governo petista fazer trens balas é apenas plano de PAC, igual aos da URSS, demagogia eleitoreira para encher linguiça. Claro que os assuntos "sérios" da Dilma e Lula na França com certeza se referem ao trem-bala e aos jatos da Força Aérea Brasileira, claro que estão acertando as propinas, porque nenhum petista é de ferro, é feito de dinheiro público mesmo.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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O TREM-BALA, UMA TRAGÉDIA NACIONAL

Pelo visto, o nosso governo está firmemente decidido a implantar esse projeto absolutamente fora das prioridades nacionais. A criação da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), vulgo Balabrás, não traria nenhum problema maior ao país, salvo a despesa com algumas centenas de funcionários perpétuos e, no máximo, um edifício sede, o que não aumentaria muito o déficit. Seria apenas mais uma tema publicitário do governo, gerador de votos nas próximas eleições. Entretanto, a implantação parece ser um objetivo real e inegociável da nossa presidenta. Pelo visto, vai ser iniciada e, depois disso, ou vai até o fim, a custos (e desvios de verbas para a corrupção) enormes, ou degringola, como o desvio do rio São Francisco, deixando enormes problemas subsequentes. Os trens de alta velocidade, nos países onde existem (os Estados Unidos não o implantaram, apesar de sua extensão territorial ser como a nossa), só foram implantados depois da malha ferroviária normal estar cobrindo totalmente as necessidades do país. Os TAV, ou dão baixos retornos, ou são deficitários. Um luxo de países ricos. Esta decisão, qual seja a de investir num projeto que irá beneficiar uma minoria, de nível de rendimento elevado, em detrimento de setores que estão necessitando urgentemente de verbas para aliviar o sofrimento da população que enfrenta, por exemplo, miseravelmente, as escandalosas deficiências da saúde pública, cujas verbas são insuficientes e - como é normal - com parcelas desviadas é, no mínimo, imoral. Como decidir implantar um caríssimo projeto de ferrovia que só pode receber os TAV, quando não temos uma malha ferroviária normal, que poderia ser utilizada tanto para carga como para passageiros, a custo de uma fração do megalomaníaco projeto? Como saber se, em todos esses anos em que o TAV será implantado, nossa economia poderá bancar o projeto? Nosso Governo não considera os ridículos índices de crescimento da nossa economia antes de entrar num projeto dessa envergadura, que absorverá enormes recursos por muitos anos? Realmente, o subdesenvolvimento se manifesta em todas as oportunidades. Mas, desta vez, vai ficar mais caro.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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VITÓRIA DO BOM SENSO

O adiamento do leilão do Trem de Alta Velocidade (TAV) para abril de 2011, anunciado pelo governo na última sexta-feira, coloca fim às especulações sobre a realização do certame, que vinham se avolumando desde o anúncio de que "a data de 29/11 seria mantida" (sic) em que pesem os inúmeros e crescentes questionamentos e dúvidas, tanto por parte dos supostos interessados em participar quanto por parte dos órgãos públicos de controle orçamentário, notadamente o Tribunal de Contas da União (TCU). A "gota d'água" foi o pertinente questionamento, por parte de algum(ns) dos interessados, relativamente à construção das infraestruturas para conexão do TAV com o sistema elétrico. Tal item, com custos de implantação avaliados como sendo da ordem de R$ 1 bilhão, simplesmente não constava do edital, ou seja, não fazia parte do custo estimado do TAV, de aproximadamente R$ 33 bilhões. Mas este não é o único ou principal problema. Há incertezas de toda ordem: ambiental, tecnológica, de traçado, de viabilidade econômica, etc.; enfim, o TAV parece ainda não poder ser considerado um projeto "maduro" para ser licitado. E o providencial adiamento parece indicar, por parte do governo, o reconhecimento de tal fato. Longe de nos posicionarmos contrários ao projeto, defendemos a sua realização quando todas as variáveis tiverem atingido o ponto de maturação necessário, de modo que as incertezas hoje presentes tenham se resolvido ou, ao menos, se reduzido a uma dimensão administrável. A desistência de um dos principais grupos estrangeiros, recentemente anunciada, somada ao silêncio dos grandes grupos nacionais, indicava a séria possibilidade de que apenas um grupo viesse a efetivamente apresentar proposta, o que, por si só, já caracterizaria a falta de competição no leilão e a certeza de que a tarifa seria a indicada como teto no edital, com evidente prejuízo ao usuário final. Se, ao invés do cenário acima, tivermos, por força do adiamento, a real participação de um maior número de interessados no leilão de abril, ganham todos. O usuário, pois com a competição a tarifa será menor. Os grupos interessados, pois com maior tempo para estudo, esclarecimento das incertezas e estruturação das propostas, terão condições de avaliar a real viabilidade do projeto visando sua participação. O sistema viário na região do projeto, que terá mais uma opção para desafogar as vias atuais. O Brasil, pois deterá a tecnologia para implantar novos trechos do TAV, desatando ou, pelo menos, afrouxando um dos "nós" de infraestrutura atuais: o transporte. Entendo, pois, que o adiamento do leilão do TAV para abril do próximo ano vem ao encontro da maioria dos interesses envolvidos, não representando uma derrota para os planos do atual governo, mas sim, a vitória do bom senso, da razoabilidade.

Norberto Marcher-Mühle norberto.muhle@gmail.com

São Paulo

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ENSINA, MAS NÃO APRENDE

Diante do descompasso entre a demanda interna e a capacidade de resposta da indústria, prejudicada por um enorme conjunto de ineficiências tupiniquins, o governo demora a atacar tais problemas e a praticar medidas enérgicas para enfrentá-los. Circunvenção, subfaturamento, documentação não condizente com conteúdo de contêineres são uma clara "contribuição" de certas potências estrangeiras somada à fiscalização deficiente nos portos, aeroportos e fronteiras.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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DILMA NÃO TOLERA A CORRUPÇÃO

Pelo menos é o que ela declarou na França, e saiu estampado na capa do jornal Le Monde, ao lado de um sorridente close seu. Ela usa esse pretenso combate à corrupção de seu governo, que nunca partiu dela própria, mas, sim, de um clamor popular depois que gravíssimos casos de desvios de dinheiro público foram noticiados pela mídia, como sendo coisa sua. Mesmo assim, para ela, há corrupções e corrupções. Como a do seu grande amigo Fernando Pimentel, que ela manteve ao seu lado a despeito daquelas inexplicáveis consultorias que enriqueceram o ministro.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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PESQUISA GANGORRA

Quanto mais baixo desce o PT afundado pelas denúncias de corrupção, mais altos são os índices de aprovação do governo Dilma dados pelos imparciais e isentos institutos de pesquisa. Deve ser um novo método de abordagem dos entrevistados, que resulta no que chamo de "efeito gangorra"... só pode!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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A ANTILÓGICA DAS PESQUISAS

A lógica das pesquisas na era petista de governar vão contra todas as regras de probabilidade, quanto mais a corrupção aumenta em consequência os índices de aceitação dos governantes aumenta. Como entender...

Leila E. Leitão

São Paulo

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RAINHA DO IBOPE

Se os brasileiros tivessem a ventura de ler e entender o que a Monica Baumgarten de Bolle escreveu no seu artigo A viagem horizontal brasileira (14/12, B2), a aprovação da dona Dilma tenderia rapidamente a zero.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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INVESTIGANDO EX-PRESIDENTES

Vendo Fernando Collor ameaçando investigar Fernando Henrique Cardoso em represália à oposição que insiste em investigar o ex-presidente Lula, acho que finalmente passaremos o Brasil a limpo. Em contrapartida com a tecnologia disponível hoje no País, podemos avançar para o governo Collor, que à época dado a precariedade tecnológica, o Ministério Público não pode ir a fundo e o considerou "inocente". Quanto ao Sarney, aí a coisa complica. Se com toda a nossa atual tecnologia a Policia Federal não desencanta a "Operação Boi Barrica" que puxaria o fio da meada do clã, pode ser que ele saia como único ex-presidente vestal do Brasil. Só faltando canonizá-lo como santo Sar-ney!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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SARNEY

De toda essa lama que está vindo à tona, envolvendo Marcos Valério e o ex-presidente, o mais revoltante é a manifestação de Sarney ao afirmar que Lula é patrimônio do país. Haja lama!

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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LULA, REPUTAÇÃO EM BAIXA

Sarney defendendo o Lula. Pode? Aonde chegou a reputação do idolatrado chefe.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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UM GAMBÁ CHEIRA OUTRO

Não faz muito tempo, ouvimos o ex-presidente Lula dizer que o Sarney não poderia ser responsabilizado por "maracutaias" em seu governo, porque não era um "homem comum". Agora, ouvimos o Sarney dizer que o Lula é um "patrimônio" do País... O motivo, ou motivos? As mesmas acusações: ladroeira generalizada. Daí, perguntamos: qual dos dois é mais salafrário, o Lula ou o Sarney? Estou em dúvida. Deixo a resposta para quem ler esta mensagem e se interessar pelo assunto.

Jasminor Mariano Teixeira jasminormariano@gmail.com

São Paulo

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HISTÓRIAS

"Lula é patrimônio da História." Sarney é mestre das mal contadas.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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LÁ VEM CENSURA!

Ribamar não gostou do que se fala do Lula. Ribamar decretou que, de Lula só se pode falar bem. Ribamar acha que manda nos brasileiros. Atenção, jornais! Lá vem censura!

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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LAMENTÁVEL

Lamentável, segundo Silveira Bueno: lamentável adj.: digno de dó. Aí vai a pergunta: Presidente Dilma, a senhora estaria com dó do ex-presidente Lula, por saber do que estaria reservado para um futuro próximo? Incrível, o Sr. José Sarney chamou o Lula de patrimônio nacional. Elle é um patrimônio

igual a ele mesmo, patrimônio da vergonha.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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'A ARMADILHA DO CRÉDITO'

O complemento que merece o editorial de O Estado A armadilha do crédito (14/12, A3) está em que os bichos colhidos pela arapuca foram os eleitores brasileiros, que garantiram a vitória do PT. A fictícia classe média só poderia ficar endividada (R$ 5,5 milhões de inadimplentes) e o crédito significa 51,9% do Produto Interno Bruto (PIB). Com certeza a comentada vulnerabilidade da classe média ascendente, certificada em abalizado estudo do Banco Mundial, pela qual os beneficiados podem voltar drasticamente ao ponto de partida, teve o Brasil como principal ponto de referência.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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NOSSA BLACK FRIDAY

Pesquisa feita no Brasil pelo Programa de Administração de Varejo (Provar) e pela Felisoni Associados com a Íconna (13/12, B17) apontou ter havido um reajuste médio de 8,5% no preço de mais de 1.700 produtos às vésperas da "Black Friday", de novembro passado, a mais recente macaquice tupiniquim. A enganação do comércio, resumida, com humor, no slogan "tudo pela metade do dobro", merece ser chamada de "Black Fraude"! É como disse P. T. Barnum, famoso empresário circense americano: "Nasce um otário a cada minuto".

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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UM ESTADO DE POUCOS

A evolução do PIB em 1% para 2012 revela que os 4% de média no governo Lula, não era fruto de uma economia sólida, e sim do investimento especulativo atrás de ganhos polpudos, até porque, um país com a carga tributária brasileira só cresce na máquina pública, enquanto seu parque industrial se arrasta a reboque de eventuais oportunidades explorativas do investimento internacional, basta notar que o crescimento baixo está ao lado de uma dívida pública imensa. O Brasil na prática é um Estado socialista de poucos, apenas dos apaniguados encastelados no governo ou protegidos pela fantástica máquina do lobismo instalada, o resto é bolsa miséria, como o próprio Lula falava décadas atrás e quando no poder só mascarou o quadro, se preocupando apenas em se projetar como líder popularesco.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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IMPOSTÔMETRO A TODA

A carga tributária no Brasil alcançou 35,3% do PIB. Será que, até o fim deste governo, esse número chegará aos 40%?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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DESENVOLVIMENTO

O fraco desempenho do crescimento no biênio do governo Dilma é mais um período no processo de gangorra em que vive a economia brasileira. De fato, já tivemos alguns curtos períodos de "milagre econômico" - pelo menos três mais recentes- e não podemos viver na esperança de um próximo, mas de medidas que nos levem a um crescimento sustentado como o alcançado pelos demais membros do Brics. O Brasil parece ser excessivamente grande para a competência dos nossos dirigentes que insistem em governar o país com sentimentos e não com idéias que, ainda que impopulares, possam livrar o país da inércia desenvolvimentista.Na ausência de um Plano Nacional de Desenvolvimento e na insistência em medidas populistas como "bolsas" e "cotas" não estamos resolvendo problemas, mas deixando para as próximas gerações o pesado fardo resultante da irresponsabilidade política, preocupada com níveis de popularidade e não com o futuro.

Roberto Castro roberto458@gmail.com

São Paulo

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PIB X CRESCIMENTO

É estranho e difícil de entender qual metodologia "os deuses" da economia desenvolverão para elevar os índices de crescimento brasileiro. A lógica explica que as taxas de juros elevadas beneficiam somente o capital, assim, a produção permanece a mesma, quando não diminui, gerando outros problemas de ordem social; desemprego, separações de famílias e mais procura pelo ineficiente serviço público nas áreas da educação, saúde e justiça, etc. Em resumo, aumento da pobreza e da miséria.

Carlos Nelson Horrocks carloshorrocks@yahoo.com.br

São Paulo

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INCOMPETENTES

O Brasil é um país que deveria ser administrado como uma empresa qualquer, mas não é. Se assim fosse, diante de um resultado tão fraco do seu crescimento (PIB), toda a diretoria seria demitida pelos acionistas. No Brasil os acionistas são representados pelo povo, que na sua maioria nem sabe o que é PIB, e o que isto representa. Daí o interesse dos nossos governantes em manter o povo sempre na ignorância. Quer uma prova? Vejam a última pesquisa da popularidade da presidente Dilma.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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ENSINAR O QUÊ?

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, na verdade deveria ser ministro da roça, ou de alguma chacarazinha por ai; além de tudo ainda demonstra otimismo, claro tem o emprego garantido pela presidente Dilma Rousseff, que se acha com autoridade para dar aulas aos europeus de como combater a crise no velho mundo. Esqueceu-se do nosso vergonhoso PIB de 0,06%, um macérrimo presente de Natal para os brasileiros, e que não dá autoridade a ninguém para dar aulas a outros países com dificuldades econômicas.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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FALATÓRIO

Toda vez que o ministro Mantega alardeia os índices favoráveis de crescimento da economia brasileira, acontece sempre o contrário. Todas as previsões anunciadas pelo ministro durante o ano, foram por água abaixo. Falar muito é prerrogativa exclusiva de petistas. Abraçar a realidade dos fatos e mais custoso e não obedecem a fins propagandísticos de quem está no poder.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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MINISTRO OTIMISTA

Ninguém é demitido por otimismo. Por incompetência, sim.

Ricardo Sanazaro Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

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A AVIDEZ DOS VEREADORES

O Estadão do dia 13/12/12, no Caderno Metrópole, matéria sobre a intenção do prefeito eleito, Fernando Haddad, de nomear para as Subprefeituras os engenheiros de carreira da Prefeitura, o que evidentemente inclui os arquitetos bem assim os efetivos de carreiras afins. Entretanto o que causa um misto de incredulidade e revolta, a reação dos nossos vereadores, coincidentemente dos reeleitos, em criticarem abertamente aquele que a partir do próximo 1/1/2013 será o prefeito de todos nós. E como cara de pau e avidez por cargos públicos aparentemente são características inatas desses cavalheiros, não só já declinaram as Subprefeituras que queria assumir, pessoalmente ou através de prepostos como ainda cometeram a indignidade de acusar que os engenheiros de carreira do município desconhecem as necessidades e a realidade da população. Ora, que m conhece a prefeitura mais de perto sabe bem das atividades dos funcionários efetivos em da municipalidade, pois sempre cabe a eles resolver os problemas da população e normalmente sem nenhum objetivo político. Nem os coronéis aposentados da Polícia Militar conhecem tão bem a administração municipal com a sua legislação e normas como os funcionários efetivos, pois para tanto falta-lhes a vivência e cursos específicos como aqueles patrocinados pela Secretaria Municipal de Gestão. A atitude do prefeito eleito está correta e errados estão esses vereadores. Eles foram eleitos para legislar para o bem da cidade e da sua população e fiscalizar o Executivo não ficar apenso ao Executivo, subordinado diretamente ao prefeito ou lhe devendo favores na base do toma lá dá cá. Na atual legislatura foram aprovadas até a data de hoje 750 leis, 81,46% das quais de iniciativa dos vereadores e demais órgãos da Câmara Municipal. Mas destas 77,25% foram para denominações de vias, praças, equipamentos públicos e eventos comemorativos, sendo que do total de leis de iniciativa do legislativo 26,51% só para a denominação de pracinhas. Sim e são pracinhas porque na quase totalidade é simples confluência de vias públicas, com o agravante que os respectivos projetos de leis são encaminhados ao Executivo para que os funcionários efetivos deem o seu aval ou não para o seu prosseguimento. Seriam estes os conhecimentos mais aprofundados das necessidades da população? Eles deveriam ter mais respeito pelos engenheiros efetivos e todos os demais do Executivo municipal. Afinal de contas autorizaram aumentos para os funcionários do legislativo que hoje ganham muito mais que os correspondentes cargos efetivos do Executivo.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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RELAÇÕES PERIGOSAS

Na rejeição das contas de campanha do prefeito eleito Fernando Haddad, pelo juiz eleitoral de São Paulo, há um fato grave. Um dos motivos é uma irregularidade do diretório municipal do PT na contratação da empresa Caso Segurança, de Freud Godoy, denunciado como um dos participantes do dossiê dos "aloprados" e agora acusado como receptor de dinheiro do "mensalão" para custear despesas do ex-presidente Lula, de quem é amigo pessoal. Considero grave que o prefeito eleito tenha suas contas rejeitadas por relações de sua campanha com essa pessoa. Desta forma, Fernando Haddad, a 15 dias da posse, mancha o seu início de governo. Quem perde com isso é a população de São Paulo.

Gilberto Natalini, vereador (PV) natalini@natalini.com.br

São Paulo

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ESQUECERAM-SE DELE?

Eu gostaria de saber quando é que a imprensa vai perguntar ou entrevistar o futuro prefeito de São Paulo, Sr. Fernando Haddad, sobre estes acontecimentos (mensalão, Rosegate, etc.), visto que ele participava das reuniões do PT, da dos ministros, etc. Esqueceram-se dele?

Nelson Piffer Jr. pifferjr86@gmail.com

São Paulo

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