Fórum dos Leitores

APAGÕES E PIBINHO

O Estado de S.Paulo

28 Dezembro 2012 | 02h04

Piadas x incompetência

Dilma Rousseff afirmou ser ridículo falar em racionamento de energia. Segundo ela, não teremos apagões. "Quando falarem que caiu um raio, vocês gargalhem." Há cerca de dois meses, Guido Mantega disse que era piada a previsão de um banco estrangeiro de que o crescimento do PIB em 2012 seria de 1,5%. Enquanto o governo gargalha das "piadas" de especialistas, a sociedade chora pela falta de competência de quem comanda o País.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Na mosca!

A presidente disse que falha humana é responsável pelos apagões no País. Acertou na mosca! Há dez anos que milhões de incautos humanos falharam elegendo esse governinho.

FLAVIO MARCUS JULIANO

opegapulhas@terra.com.br

Santos

Falha humana

A presidente Dilma explicou aos jornalistas que não corremos risco de falta de energia e que os apagões recentes se deveram a falha humana. Certamente, nos próximos dias haverá um esclarecimento complementar informando que se verificou que todos os envolvidos nas falhas humanas foram contratados ainda no governo FHC e fazem parte da herança maldita...

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

Poderia dormir sem essa

Com a corrupção em níveis astronômicos, a carga tributária altamente corrosiva, a educação lastimável, a saúde morrendo na UTI e respirando sem aparelhos porque estão quebrados, a segurança pedindo socorro, toda essa farra com o nosso dinheiro, o IDH ridículo e o pibinho... sem comentários. Simplesmente, tudo errado. E vem a dona Dilma dizer que estamos no rumo certo? Não, não, eu vou surtar!

ALESSANDRO LUCCHESI

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

DESARMAMENTO

Interesse enrustido

Corajoso e muitíssimo oportuno o editorial Os bandidos agradecem (27/12, A3). Pela primeira vez tomo conhecimento de opinião corajosa e divergente das ONGs que propugnam, aberta e insistentemente, o fim da posse de armas por cidadãos de bem - só os de bem! Hoje em dia qualquer bandido "pé de chinelo" ataca com a certeza de que vai encontrar a vítima desarmada e indefesa. As tais organizações sociais aproveitam os assassinatos coletivos que eventualmente acontecem no exterior para promover campanha de desarmamento, usando dados falaciosos e sem nunca tocarem no problema principal, que é o desarmamento do bandido. A título de informação, e que vem corroborar o editorial, o número de mortos por 100 mil habitantes foi quatro vezes maior no Brasil que nos EUA, apesar de lá terem um número de armas de fogo 20 vezes maior que o nosso! Não existiria um interesse maior enrustido nessas campanhas oportunistas e que privilegiam a bandidagem em prejuízo do cidadão de bem?

FREDERICO FONTOURA LEINZ

fleinz@terra.com.br

São Paulo

'Não reaja'

Meu agradecimento e apoio ao editorial Os bandidos agradecem, que deixa clara a falácia do desarmamento. Parabéns! O desarmamento só trouxe problemas e aumento da violência, colocando quem se defende como bandido e o bandido, como vítima. Essa política do "não reaja" tem de ser revista. Bandidos estão justificando por que mataram suas vítimas dizendo que elas reagiram e que até a polícia recomenda não reagir. Ou seja, reagiu, é direito do bandido tirar sua vida. Um absurdo que tem de ser mudado.

ALEXANDRE LIMA

alexandrelimabh@yahoo.com.br

Belo Horizonte

Direito à legítima defesa

Até que enfim um texto coerente, sensato e provido de lógica, em contraposição a essa campanha nefasta que o governo vem fazendo para desarmar a população honesta. Vivemos numa democracia (é o que dizem) e a vontade da maioria, 60 milhões de eleitores, que votou pelo não ao desarmamento tem de ser respeitada. Bandidos nunca vão entregar suas armas. Como diz o ditado, "é melhor ser julgado por 7 do que carregado por 6". Precisamos de mais matérias a favor do nosso direito à legítima defesa.

FERNANDO POMPÊO DE CAMARGO

fcpcamargo@gmail.com

São Paulo

Campanhas falaciosas

O governo federal precisa parar de gastar dinheiro público com campanhas falaciosas e sem finalidade alguma. A propósito da afirmação da secretária nacional de Segurança Pública, seria o caso de singelamente indagar: enquanto a sociedade não conseguir resultados na sua exigência de qualificar e equipar os policiais para defendê-la e, acima de tudo, desarmar os bandidos, como fica a defesa do cidadão de bem? Excelente o editorial do Estadão ao qualificar o raciocínio da secretária como primário e que nega, em última análise, a possibilidade de legítima defesa, direito natural de qualquer pessoa. Seria o caso, ainda, de questionar: o que pretende o governo federal com suas campanhas? Desarmar a população de bem, continuando os bandidos armados? Ou apenas desviar a atenção da sua incompetência quanto à fiscalização das fronteiras e à atuação interna quanto ao tráfico de armas e drogas?

HELIO LOBO JUNIOR

hlobojr@uol.com.br

São Paulo

Obviedade

Brilhante o editorial Os bandidos agradecem. Lamentável - e inaceitável - que as autoridades deliberadamente se furtem a admitir e a enfrentar tão óbvia situação.

RICARDO FREIRE

ricardo@usimp.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e feliz e próspero ano-novo de Affonso Renato Meira, Aloisio de Toledo Cesar, André Marques, Andrea Matarazzo, Arcangelo Sforcin Filho, Francisco José Sidoti, Francisco Zardetto, Ingrid e Alexandru Solomon, Gilvans Express, Jorge Mema Bernaba, Laerte Setubal Filho, LG IT, Liga Solidária, Link Comunicação Empresarial, Luiz Nusbaum, Maria Helena Nunes, Maria Teresa Amaral da Silva, Miguel Allona - BOD Arquitectura e Ingenieria, Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), Paulo Panossian, Reginaldo Azevedo Marques e Wagner Azevedo Marques, Renato Delmanto e Rodrigo Hallack - Votorantim, Rick Eventos, Roberta de Stefano Canciello, Roberto Twiaschor, Sérgio A. de Paula e colaboradores - S&A Kanna, SOS Dental, Toni Reis, David Harrad e Alyson Miguel Harrad Reis, Vagner Ricciardi, Valdemir do Nascimento - Flutrol, Vicente Limongi Netto e família, Vicente Muniz Barreto, VI Fest - Priscilla Siqueira e Walter Ihoshi.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

RIDICULARIDADES

 

Segundo os sites e jornais, a sra. Dilma disse que é ridículo dizer que no Brasil há risco de racionamento. Ridículo é que, depois de anos do primeiro apagão geral, aquele no governo Lula em que a então ministra da Casa Civil pôs a culpa na "herança maldita" de FHC, ainda tenhamos apagões disseminados pelo País todo. É ridículo porque agora não há mais possibilidade de pôr a culpa no governo anterior, já que ela, além de ser parte ativa, é a herdeira desta monumental bagunça nunca assumida por nenhum dos petistas. A culpa, agora, cabe à "falha humana", e as intempéries já também não podem ser culpadas. Mas mais ridículo ainda é termos um crescimento mínimo depois das "profecias" ridículas do ministro da Economia de Dilma, que não se cansa de falar bobagem em qualquer entrevista que dá. Tem tanta coisa ridícula que não haveria espaço para nomear todas, mas o mais ridículo é que, depois de tanto petista vociferar contra o Supremo Tribunal Federal (STF), contra a condenação dos mensaleiros e contra a imprensa, que, ainda bem, é a única voz de oposição no Brasil, ainda há quem acredite nas promessas de sempre e nas declarações de todos dizendo que agora vai. Será que é agora vai para o brejo?

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

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A VERDADE NUA E CRUA

 

Se todos sabem que a infraestrutura está um caos no País, e mal acompanhado por um PIB medíocre nesta era petista, por culpa exclusiva da mão de obra alojada no Palácio do Planalto, coerente também está sendo a Dilma, quando afirma que os apagões em seu governo são por falha humana... Mas esses espertalhões que dirigem o País esquecem que no apagão tucano de 2001, o mesmo PT que hoje está no poder gritava iradamente "fora FHC"! Lembram?! Não seria esta, então, a hora propícia de acerto com a sociedade, Dilma?! Porque, além dos múltiplos apagões, mensalões e a recente Operação Porto Seguro, protagonizados pelo petismo, qual deveria ser a decisão de um verdadeiro governo republicano?! Por conveniência, não vão responder... Mas só há um caminho, se não, a renúncia!

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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LUZ PARA TODOS

O programa Luz para Todos, criado em 2003 pelo ex-presidente, como tantos outros programas criados pelo PT, continua no papel. O Brasil ainda tem mais de 1 milhão de casas sem luz. É o conhecido estilo PT, "o voto que intere$$a, o resto não tem pre$$a". Foram investidos R$ 20 bilhões, já repa$$ados R$ 14,5 bilhões, que com certeza encheram o bolso e as contas bancárias de muita gente. A quem cabe investigar? Esse programa deveria estar concluído em 2008, foi prorrogado por duas vezes e já decorreram quatro anos. E pelo visto vai ficar como está. Não é possível suportar tamanha incompetência.

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

 

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SETOR ELÉTRICO AMEAÇADO

Sou engenheiro eletricista, trabalhei cerca de 30 anos na Companhia Paulista de Força e Luz, fui professor do curso de engenharia elétrica da Faap. O pronunciamento de pessoas do governo e do Paulo Skaf, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), me lembram o samba do crioulo doido. O Skaf incita a população interagir contra empresas elétricas, que seriam bandidos gananciosos que querem atender a postura da mocinha, a presidente Dilma, de reduzir em 20% as tarifas, esquecendo que a energia mais cara do mundo é a que não se tem. A tarifa pode e deve ser reduzida, mas é preciso bom senso e haver entendimento que nessa história não há mocinhos e bandidos. Hoje em média de cada R$ 100,00 que o consumidor paga, R$ 64,00 passam pela concessionária e R$ 36,00 são impostos, fundamentalmente estaduais (ICMS), ou seja, 64% envolvem o serviço e 36% são impostos. Mas é preciso ter em mente que nos 64% que envolvem o serviço, parte significativa são materiais, equipamentos, combustível, serviços de terceiros, onde existe carga tributária pesada. Dessa forma do que o consumidor paga pela energia provavelmente, de forma direta ou indireta, 50% ou mais são impostos. Isso mostra que as empresas elétricas não são tão bandidas e o governo não é tão mocinho. Se a redução de 20% na tarifa pretendida pelo governo fosse equitativa, dos R$ 80,00 que o consumidor pagaria, R$ 51,20 iriam para serviços e R$ 28,80 representariam impostos diretos. Se não houver redução nos preços e/ou imposto nos materiais, equipamentos e serviços que as concessionárias compram, os R$ 51,20 destinados ao serviço poderá levar as concessionárias operarem com margem muito reduzida ou mesmo com prejuízo. Qual a consequência disso? Investidores não se interessarão pelo setor e veremos os apagões crescerem assustadoramente. O aumento dos apagões afeta a indústria, a agricultura, o comércio e a segurança das pessoas. Se não há investidores para o setor elétrico as indústrias e empresas de serviços fornecedoras são afetadas e gera desemprego. E se o governo assumir as concessionárias e investir no setor elétrico para que não aumentem os apagões? Com a elevada carga tributária no País não dá para pensar em aumentos de impostos, a consequência seria menos recursos para saúde pública, educação e segurança. Isso é bom para o País e para os brasileiros? Mas se o governo reduzir a carga tributária direta sobre energia elétrica de 36% para 25% (que convenhamos que ainda é uma taxa elevada), com a redução de 20% na tarifa, de cada R$ 80,00 pagos pelo consumidor, R$ 60,00 se destinariam ao serviço e R$ 20,00 a impostos diretos. O consumidor pagaria 20% a menos mas a redução do que envolve os serviços cairia 6,25%, o que poderia ser compensado com melhoria de produtividade e com certeza o mercado seria atendido em termos quantitativos e qualitativos. A perola que o Nelson Hubner nos presenteou "não estou preocupado com a redução da tarifa, pois no Brasil os investimentos são feitos com financiamento" me lembra o que ouvi da minha filha quando tinha 5 anos, quando lhe disse que não podia disse que não podia comprar um brinquedo porque não tinha dinheiro: "Ora, papai, pague com cheque". Parece que o senhor Hubner não percebe que a tarifa tem que pagar os investimentos, sejam eles feitos com recursos próprios ou financiados. E se a tarifa não cobre o financiamento, não haverá investimento. Outro aspecto é a indenização dos investimentos não depreciados se as concessões não forem renovadas. Parece-me que as concessionárias de energia têm sua contabilidade feita de acordo com leis e normas do poder concedente, que ao longo dos anos foram auditadas. Parece que agora alguns "luminares" da agência reguladora e do Ministério querem leis e norma s novas. Tudo bem, pode ser que estas sejam até melhores que as anteriores, mas estas devem valer daqui para frente, não podem retroagir. Vejam a primeira consequência da posição do governo de querer conceitos de indenização de última hora se apliquem a investimentos feitos na vigência de outra legislação e normas: queda brutal no preço das ações das concessionárias, prejudicando viúvas e aposentados que aplicaram suas economias em ações da Eletrobrás e outras empresas do setor elétrico. A segunda será a enxurrada de ações na justiça. O senhor Hubner, quando perguntado o que o governo faria se perder essas ações, dá a única resposta possível: vamos cumprir. Mas a pergunta que deveria o senhor Hubner deveria responder é quem pagará os prejuízos causados a empresas, acionistas e ao País? A terceira é a desconfiança dos investidores privados num setor elétrico cujas regras podem mudadas a qualquer momento pelo governo. E se investidores privados não investirem no setor elétrico o governo terá duas opções: ou investe no setor, tirando recursos de educação, saúde e outros setores vitais para a população ou não investe e assiste os apagões cada vez maiores e mais frequentes. É importante que o setor elétrico não seja prejudicado por decisões levianas e usado com fins políticos e imediatistas para que não se transforme no samba do crioulo doido e que em vez de luz e força proporcione apagões, causando um prejuízo enorme para o País. A energia mais cara é a que não se tem. E é importante que a imprensa esclareça bem à população todos os aspectos que envolvem a Medida Provisória 579 para que essa pessoas não sejam usada como massa de manobra junto à classe política, por de pessoas levianas desinformadas ou que defendam outros interesses pessoais que não sejam os interesses do País e dos brasileiros.

Marcello De Moura Campos Filho marcellofilho@mpc.com.br

Campinas

 

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ENERGIA SOLAR

 

Reporto-me à excelente matéria de 17/12 (A15): Residência com painel de energia solar terá desconto na conta de luz. Completo e oportuno tudo o que ali foi esclarecido. Lamentável em todo sentido seria se o nosso ilustre ministro Edson Lobão, de Minas e Energia, e o engenheiro Nelson Hubner não tivessem acesso a ela. Constrange-nos sobremodo a informação de que "todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados". Profundamente lamentável, quando o noticiário corrente, na atualidade, nos informam de isenções e benefícios para atrair novas montadoras de veículos para o País... Enquanto a alvissareira notícia, nos dá conta de economizar energia, que a cada dia se torna mais escassa e custosa, a outra faz exatamente contrário, aumentar o consumo de combustível a todo momento mais fugaz. Os últimos relatórios da Petrobrás, não nos ilude, e o "déficit" em nossa balança comercial, por conta da importação de gasolina cada dia maior, corroboram o assunto. E a pergunta que não se cala é a seguinte: "Por que oferecer tantos e tão descabidos favores às novas montadoras de veículos, de todas partes do universo, que só irão agravar a questão energética nacional, enquanto o salvador programa do 'etanol', caminha célere para o seu fim e não revertê-las, no sentido de atrair a custos zeros e todo tipo de incentivo, as empresas internacionais fabricantes, placas solares fotovoltálicas e aerogeradores, Tipo "G E", igualmente expostos naquela magnífica página em seu inteiro teor ? O propalado esforço da Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ridículo face a necessidade de trazermos para o solo nacional, as empresas internacionais, produtoras de todo tipo de energia limpa e de graça. Como produtor rural em vários Estados, posso afirmar e garantir que o consumo de energia elétrica, em todas instaladas, cairia em 90% (noventa por cento), se o valor dos equipamentos alternativos tivessem o seu preço mais accessível. Pensem nisso, ministro Lobão e presidente Dilma.

 

Renato Junqueira Meirelles rjmeirelles@uol.com.br

São Paulo

 

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'UNA TURBINA DE ITAIPU SOLO PARA NOSOTROS'

 

Culpa de quem? Dos paraguaios? Claro que não. Da australiana Rio Tinto? Também não. Então de quem é a culpa? Teria sido dos militares? Claro que sim, mas não dos militares que tiveram a ousadia de planejar e construir a hidroelétrica de Itaipu. Na realidade são dois os verdadeiros culpados: Os militares que, sob o comando do Conde d'Eu, não deram conta de acabar com a Guerra do Paraguai e de vez com o próprio Paraguai, e os diplomatas bonzinhos do Imperador D. Pedro II que se contentaram em anexar apenas a região entre os rios Apa e Branco, aumentando para o sul o estado do Mato Grosso. A Argentina que sempre recusou reconhecer a independência do agressor derrotado, acabou anexando regiões bem mais importantes ao sul e a leste do Paraguai (territórios entre os rios Bermejo e Picomayo, e Misiones entre os rios Paraná, Uruguai e Iguaçu). Se os babacas do "Itamaraty" imperial tivessem anexado uma boa faixa á margem direita do rio Paraná, hoje não teríamos sócios indesejáveis nessa ridícula hidroelétrica binacional de Itaipu, construída exclusivamente com capital brasileiro.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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A VEZ DO 'FINANCIAL TIMES'

 

Primeiro foi o artigo da The Economist sugerindo a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para colocar a economia brasileira de volta aos trilhos. Agora o Financial Times, importantíssimo jornal britânico, publica comentário sobre a economia brasileira e faz piada com Dilma e Mantega, caracterizados de "rena do nariz vermelho" e "elfo vidente", respectivamente. A recente previsão do nosso ministro sobre o crescimento em 2013 foi vergonhosamente ridicularizada. Uma vergonha para nós, brasileiros, que nem podemos retrucar, pois os ingleses estão cobertos de razão.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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NOSSOS COMANDANTES

 

Com o 'Conto tradicional de Natal' a publicação britânica 'FT', faz piada com economia brasileira. Ministro Mantega aparece como 'Guido, o duende vidente' e Dilma como a rena de nariz vermelho, a 'Russolph'; enquanto o mundo faz sátiras com os nossos "comandantes" econômicos os brasileiros batem palma e vão se endividando sem ter muita noção do desastre que se avista no horizonte. La se vai dez longos e irrecuperáveis anos de brincadeiras com coisa muito séria.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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SINTOMÁTICO

 

Sintomático: Dilma e Mantega são transformados em personagens numa sátira publicada pelo blog "beyondbrics" do jornal britânico Financial Times, onde se faz piada da economia brasileira. Dilma é uma rena de nariz vermelho chamada Russolph que propala ter o sexto maior chifre do mundo, e Mantega é Guido, o duende, aquele coloca o dedo no ar para sintonizar-se, e faz cálculos completos, pegando previsões de todos os outros duendes e multiplicando por dois... Na sátira Papai Noel retira Russolph da equipe do trenó do Natal, substituindo-a pelo líder chinês Xi Jinping. É triste ver o nome do Brasil sendo motivo de chacota, mas se aqui no Brasil os cálculos da inflação e do PIB já são vistos como mentirosos, o que se dirá lá fora então? Dilma não vai conseguir maquiar os índices econômicos como fez Cristina Kirchner, e mesmo esta já está sendo desmascarada pelo povo argentino. A verdade sempre aparece.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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RUMO CERTO

 

A "presidenta" Dilma Rousseff é catedrática em afirmar que estamos no rumo certo. A meu ver, ela está corretíssima até por que, qualquer rumo nos leva a qualquer direção.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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INVEJA

 

Não sei dos outros, mas fico envergonhado do nosso país quando vejo na televisão que a China acaba de inaugurar a maior linha de trem-bala do planeta. São 2.300 km a um custo de US$ 640 bilhões. Aqui, nosso governo fica todo "prosa" ao inaugurar, com muito custo, alguns quilômetros de metrô.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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A IMPORTÂNCIA DA AGROINDÚSTRIA

 

Realismo e lucidez marcam a análise de Sergio Amaral (Brasil e China, inevitável complementaridade, 26/12, A2), presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, acerca das relações econômicas entre Brasil e China. Enquanto esta é deficitária em terras e água, o Brasil é superavitário. Por outro lado, nossa competitividade é suplantada pelos chineses no campo industrial. Visto que não podemos nos limitar a ser exportador de matérias primas e importador de manufaturados, como fomos em larga parte de nossa história, as ideias concretamente expostas pelo articulista são corretas e oportunas, fundadas, em última análise, no acoplamento entre nossa indústria e nossa agricultura, consubstanciado no desenvolvimento do agronegócio. A indústria deve ser estimulada, mas não qualquer indústria; não se pode impor o voluntarismo industrial contra inevitáveis determinismos geográficos.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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BRASIL-CHINA

 

O que o presidente do Conselho Brasil-China está querendo dizer é o seguinte: de um lado, os comunista-coronelistas do Brasil plantando alimentos e extraindo minério com serviço próximo de escravo, e de outro, os comunistas chineses fazendo bugigangas com mão de obra escrava mesmo, e exportando para o brasileiro ainda analfabeto se sentir "gente classe C"! E os banqueiros e empresários hoje sócios dos comunistas e coronelistas, vão deitando e rolando sobre a carne-seca do novo capitalismo "comunista" implantado por FHC e pelos "neguinhos do PT" da era Lula, onde a corrupção nem precisa mais das artimanhas das lavagens da época de Maluf ou Kruschev!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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BAIXO INVESTIMENTO EM SAÚDE

 

Na Europa, em razão da crise, houve a redução de investimentos principalmente no setor da saúde, o que fez com que a população fosse as ruas organizar protestos contra o reajuste destes investimentos. No Brasil, vou ao despachante e este me mostra uma foto de seu filho de 28 anos e diz que este morreu de câncer, se lamentando dizendo que o hospital demorou até tomar uma providência, indignado com a perda disse que seu filho poderia estar vivo se talvez houvesse o início do tratamento logo após a descoberta do tumor. Perguntei por que ele não processou o hospital, triste me respondeu: Vou brigar com o governo? Após a resposta fiquei me questionando o que poderia estar mais errado; se é a postura do cidadão, ou, o fato de que a Europa mesmo lidando com a crise continua investindo até mais no setor da saúde do que no Brasil. Observamos diariamente nos telejornais filas de pessoas carentes esperando para serem atendidos nos hospitais, às vezes a espera é tão longa que pode levar a perda dessas pessoas necessitadas de breves atendimentos.

 

Renata Fleischman ree.2006@hotmail.com

São Paulo

 

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DESARMAMENTO

 

Primeiramente, eu gostaria de cumprimentar o jornal O Estado de S. Paulo, pelo excelente editorial publicado ontem, sobre as fracassadas campanhas de desarmamento do cidadão de bem (Os bandidos agradecem). Em segundo lugar, o jornalista responsável pelo texto merece meus cumprimentos pelo conteúdo, pois um governo que não é capaz se quer de combater a entrada e o uso de celulares dentro dos presídios, jamais terá a capacidade de controlar o tráfico de armas de fogo, um governo liderado por uma ex-guerrilheira, que fez uso de arma de fogo para se rebelar contra a ditadura, hoje tem como principal objetivo desarmar a sociedade, pois uma sociedade desarmada é uma sociedade dominada e assim não terá condições de fazer o que ela e seu bando fizeram no passado caso seja implantado um novo sistema de governo. Sou segurança pessoal de um grande executivo, inclusive atuei na segurança pessoal do ministro Meirelles e a mesma Polícia Federal que me habilita a exercer tal atividade e me concede porte funcional quando em serviço, nega o porte de armas para a minha defesa e para defesa de minha família, até mesmo durante o deslocamento trabalho residência. Não vamos nem comentar a incompetência do governo do estado na questão de segurança pública, pois isso os jornais fazem muito bem diariamente.

 

André Ventura de Jesus agenteventura@ig.com.br

São Paulo

 

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MUDANÇA

 

Apoio o editorial do jornal Os bandidos agradecem. O cidadão de bem fica à mercê dos bandidos... Temos de mudar isso!

 

Cleverson Oliveira de Souza contato.infoteg@gmail.com

Curitiba

 

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VERDADE EXPOSTA

 

Gostaria de cumprimentar os senhores pelo texto contra o desarmamento! Parabéns por estarem ao lado do povo, e não contra ele. E parabéns também por vocês terem exposto a verdade...

 

Henrique Silva enriquesilva2901@gmail.com

São Paulo

 

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DEMOCRACIA

 

Eu gostaria de deixar aqui os meus parabéns ao O Estado de S. Paulo pelo excelente editorial contra este absurdo, que é a nova Campanha de Desarmamento promovida por este governo comunista do PT, que se recusa a reconhecer a derrota nas urnas no Referendo de 2005, onde 64,93% do povo disse não ao desarmamento. Para essa corja, democracia só é válida quando lhes convém.

 

Henrique Andrade Nogueira henriquearmas@terra.com.br

São Paulo

 

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CAMPANHA MALFADADA

Quero cumprimentar o jornal pelo editorial bem feito e isento de ideologia governamental na qual mostra a verdade sobre a campanha malfadada do desarmamento.

 

Paulo Plachi pauloplachi@gmail.com

São Paulo

 

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APOIO AO JORNAL

 

Parabéns aos editores do Estadão pelo ótimo editorial Os bandidos agradecem, assim podemos ver que nem toda mídia é alienada pelo governo ditatorial de nosso país.

 

Erisson Silva djerisson@gmail.com

São Paulo

 

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CAMPANHA DO DESARMAMENTO

 

Finalmente vejo uma instituição competente e que está ao lado do povo, obrigado, continuem do nosso lado, o povo, nos ajudem a lutar pelo nosso direito de defesa, pois, nós, somos vitimas dos bandidos de colarinho branco, dos bandidos e infelizmente da própria polícia. Vai uma dica, sou ex-policial e sou a favor de uma polícia única igual ao Estados Unidos, comprem a idéia, façam um trabalho sobre isto e claro não deixem de ir contra este absurdo que foi imposto pelo governo a uns 7 anos, pois, o povo foi a favor de possuir e ter uma arma para se defender e usá-la para praticar esporte. Hoje, a lei de legitima defesa virou contra quem é honesto e paga seus impostos. Parabéns ao O Estado de S. Paulo, digo e repito, tenho o direito sim de me defender e ter uma arma dentro de casa para proteger a mim e meus familiares e até a própria polícia. O cidadão de bem tem que andar de mãos dadas com a polícia contra a violência. A nossa vida para o marginal não tem valor, eles estão matando pelo simples prazer de matar, com já em reportagens na TV, bandido virou profissão. Temos, sim, de ter regras, leis, duras para aquele que querem ter uma arma ou manter a sua na legalidade. O governo dificulta o trabalhador de tudo quanto é forma, tanto na burocracia quanto no valor pago em documentação e na própria arma. Enquanto que o bandido está dando risada de tudo isto, pois, usam armas pesadas de grosso calibre e que vem facilmente pela nossas fronteiras ou são adquiridas pelo policial corrupto. Por favor, continuem com esta luta, mantenham esta bandeira em pé, pois, nossos governantes não estão nem ai com a polícia e o povo, eles tem segurança particular armada, carro blindado e muitos deles também andam armados, são políticos e estão acima de qualquer coisa.

 

George S. Rodrigues george@rust.com.br

São Paulo

 

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CIDADÃOS DE BEM

 

Cumprimento-os pelo editorial de ontem (Os bandidos agradecem). Nos dias de hoje em que a grande maioria insiste em se apega à mentiras, à demagogia e à "soluções mágicas", o Estadão nos brinda hoje com este editorial que faz cair por terra essas mentiras que vem sendo pregadas como se fossem verdades absolutas. Mais uma vez, meus parabéns e continuem assim. Nós, cidadãos de bem, agradecemos.

 

Aluisio Santos aluisiosantos.etecsv@hotmail.com

São Paulo

 

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'OS BANDIDOS AGRADECEM'

 

Expresso meio apoio ao excelente editorial Os bandidos agradecem, publicado ontem. O cidadão, respeitando o referendo sobre as armas, deve ter, sim, o integral direito de se autodefender! Que outros e outros artigos e matérias nesse sentido sejam publicados!

 

Lion Andreassa lionandreassa.executive@lumixartfilms.com

São Paulo

 

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LEGÍTIMA DEFESA

 

Primeiramente, cumprimento os senhores pela rara exposição de uma verdade aviltante. Em todo e qualquer país civilizado, a legítima defesa está inserida no ordenamento jurídico. Nenhum legislador teria coragem de remover tal princípio, pois isso iria de encontro com todos os princípios filosóficos de um Estado de Direito. Porém, secretamente, o governo tinha exatamente essa intenção. Mas, como fazê-lo? Simples: se não se pode impedir o fim (legítima defesa) sem que o País seja ridicularizado na comunidade internacional, impedem-se os meios. Sim, os meios! Uma vez tornada impossível a posse de uma arma pelo cidadão, tanto importa se a lei permite ou não que ele se defenda, pois na prática, desarmado, ele será incapaz de fazê-lo. Nisso juntam-se ONGs com campanhas duvidosas, órgãos como a polícia e a Secretaria de Segurança dizendo em rede nacional que o cidadão nunca deve reagir, enfim, aconselhando que o bem se ajoelhe para que o mal (tanto de bandidos, como governamental) possa fazer a festa. Essa é a identidade que o governo deseja para o povo brasileiro, pacíficos, prostrados, indefesos e mentalmente moldados para nunca, jamais, se revoltar ao abate!

 

Diego Munhoz Diego munhoz.diego@hotmail.com

São Paulo

 

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RIGOR DA LEI

 

Finalmente palavras que agradam o leitor, pois estamos cansados de ouvir besteiras de cunho ideológico do pessoal que está em Brasília. Números isentos de manipulação mostram que mais armas (na mãos de pessoas de bem), menos crimes. Quanto aos acidentes, os mesmos pais irresponsáveis que deixam uma arma ao alcance de uma criança são aqueles que deixam veneno e álcool ao acesso delas; brigas de trânsito e de vizinhos? Os rigores da lei... se é que podemos dizer que existe rigor, em punir, no nosso Código Penal!

 

Amanda Toledo amandatoledo10@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DIREITO DE DEFESA

 

Cumprimento o jornal Estadão pelo editorial sobre direito de defesa publicada ontem, 27 de dezembro de 2012, fico realmente agradecido pela visão que o jornal proporcionou sobre o assunto.

 

Alex Sandro Aparecido Braga de Lima aldandiversoes@hotmail.com

Santo André

 

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VONTADE POPULAR

 

Parabéns pela publicação Os bandidos agradecem, um excelente editorial, isento, lógico e em sintonia com a vontade popular, apesar de o governo virar de costas para a vontade da maioria do povo brasileiro.

 

Alexandre Souza Macedo jalexandresm@live.com

São Paulo

 

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NOSSO DIREITO

 

Gostaria de parabenizá-los pelo brilhante editorial sobre as nefastas e deletérias campanhas de desarmamento! O texto, embora curto, abordou os pontos mais importantes, que permeiam as discussões entre os mal-intencionados desarmamentistas e os armamentistas. Nós, os que defendemos o direito à legítima defesa, ficamos deveras honrados com o brilhante artigo. Oxalá surjam outros heróis, como o que escreveu o texto, para insurgir-se e informar os que estão "contaminados" com a ideologia suja dos desarmamentistas (porque iguala cidadãos que somente se querem defender a criminosos). Temos, sim, o direito de defender-nos, defender nossas famílias e nosso patrimônio material! Esse direito é inalienável!

 

Marcelo Ramos mramos.silva2009@hotmail.com

Brasília

 

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'OS BANDIDOS AGRADECEM'

 

Gostaria de agradecer, excelente editorial!

 

Pablo Muniz pablomuniz@pirambucarnes.com.br

São Paulo

 

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É HORA DE ACORDAR

 

Congratulo o escritor, bem como a todo o editorial, pelo belo e sensato texto Os bandidos agradecem. Certamente estamos fartos desta brincadeira constitucional de inverter os papéis e transformar o moço em bandido e o lobo em cordeiro. Já é tempo dos brasileiros reerguerem-se de sua monotonia e, para isso, necessitamos de veículos de peso como é O Estadão, pois infelizmente a massa populacional ainda é alimentada por novelas, historietas desfaceladas da verdade e mitos que rondam suas massas cinzentas, enquanto os poderosos e dotados de boa caneta, sentam-se em suas confortáveis poltronas de nobre couro e vão assassinando aos poucos o povo brasileiro.

 

Filipe Luiz C. Machado filipe.machado.123@gmail.com

São Paulo

 

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ABRINDO OS OLHOS

Gostaria de parabenizar a redação pelo texto Os bandidos agradecem, publicado ontem, 27/12/2012. Já estamos cansados de sermos vítimas de bandidos e de um governo corrupto e tendencioso, que preza pelo oportunismo e pela mentira. O brasileiro, graças ao bom Deus, está abrindo os olhos e tomando coragem de enfrentar todos esses marginais, seja nas ruas ou nas urnas. Fico feliz em saber que as cabeças estão se abrindo para os problemas sociais sem que se culpe os objetos e sim as pessoas. Cito um artigo que li sobre os EUA e uma Cidade do Texas. Se os EUA admitem que não têm força para proteger seus cidadãos, quem é o Brasil para fazê-lo?

 

Geverson Luiz Dierings geverson.dierings@ifms.edu.br

Campo Grande

 

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A FALÁCIA DO DESARMAMENTO

 

O Estado brasileiro não se contenta em desarmar os cidadãos honestos, ele também exige que os cidadãos honestos permaneçam indefesos ao poder de fogo que ele resguarda legalmente apenas para si. Noutras palavras, o Estado brasileiro reserva para si o direito ser o único ente capaz de matar seus cidadãos honestos com facilidade. O único furo neste raciocínio é que os bandidos não acham uma boa idéia que só o Estado possa matar os cidadãos honestos, eles querem poder fazer o mesmo e por isso usam cada vez mais armas de uso "restrito". O Estado brasileiro não se contenta em desarmar os cidadãos honestos, ele também exige que os cidadãos honestos permaneçam indefesos ao poder de fogo que ele resguarda legalmente apenas para si. Noutras palavras, o Estado brasileiro reserva para si o direito ser o único ente capaz de matar seus cidadãos honestos com facilidade. O único furo neste raciocínio é que os bandidos não acham uma boa idéia que só o Estado possa matar os cidadãos honestos, eles querem poder fazer o mesmo e por isso usam cada vez mais armas de uso "restrito". Não somos incompetentes apenas para votar, somos ineptos igualmente a defender-mo-nos e às nossas famílias. O brasileiro, por natureza, só é apto a atirar, a revidar a uma agressão, a proteger-se com eficiência, se pertencer às polícias ou forças armadas. Todo civil (mesmo que ex-militar) é, por definição, um ser semi-vegetativo, e assim, a única arma ou proteção a que deve ter acesso é o telefone: 190. Piada, não? Ninguém que defende o uso de armas para defesa sugere que você vá fazer o trabalho da Polícia. Mas existem situações em que não dá para ligar para o 190 e ficar esperando... Eu particularmente prefiro ter a minha disposição uma dose extra de proteção.Se você espera que a Polícia cuide dos bandidos, boa sorte - pois é disso que você vai precisar e tudo o que vai ter. Eles são poucos, tem poucas viaturas e pouca munição. Menos ainda onisciência e onipresença. Sabe, não existe seguro "de vida". Uma apólice não vai te blindar, nem salvar sua esposa da viuvez, ou seus filhos da orfandade.

 

Heid Willem heidwillem@gmail.com

São Paulo

 

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EDITORIAL NECESSÁRIO

 

Oportuno, sensato, equilibrado e necessário o editorial do Estadão intitulado Os bandidos agradecem sobre a campanha governamental pelo desarmamento da população.

 

Luiz Roberto de Barros Santos luizroberto.santos@gmail.com

São Paulo

 

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OPINIÃO

Parabéns pelo editorial Os bandidos agradecem. Acredito que a grande maioria do povo - a que tem discernimento - está plenamente de acordo com as ideias ali emitidas.

Agostinho de Souza Bitelli asbitelli@hotmail.com

Santo André

 

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SENTIMO-NOS TRAÍDOS

Gostaria de parabenizar o jornal O Estado de S. Paulo pelo excelente editorial com o título Os bandidos agradecem. São raras as vezes em que nós, pessoas de bem, que apenas queremos ter o direito à legítima defesa, podemos contar com a grande imprensa para contribuir com a defesa do nosso direito. Sentimo-nos traídos pelos legisladores e pela maioria dos meios de comunicação, mas, ao ler um editorial como este, temos nossas esperanças renovadas de que nem tudo está perdido. Parabéns ao jornal.

 

Germano Henriques Paes da Mata ghpmata@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DESAPONTADO

Estou perplexo e desapontado com o editorial a favor das armas. Os bandidos que o agradecem são outros... e é uma pena ver esse jornal a serviço deles.

 

Rodrigo A. Sá Menezes rsamenezes@uol.com.br

São Paulo

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