Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

29 Dezembro 2012 | 02h05

Apagões

Na primeira página do Estadão de ontem a presidente rejeita a existência de apagões elétricos e os atribui a falhas humanas. Sou engenheiro eletricista e tive a honra de coordenar - como engenheiro da Eletrobrás nas décadas de 70 e 80 - a implantação do sistema nacional de supervisão e controle da rede elétrica interligada do País, então denominado SINSC, atual Operador Nacional do Sistema (ONS). A presidente parece desconhecer os relatórios publicados pelo ONS que admitem, sim, a possibilidade de racionamento de energia em 2013, a persistirem os atuais níveis dos reservatórios das hidrelétricas e a fraca ocorrência de chuvas verificada até este final de ano. O ONS é constituído por uma sofisticada rede de computadores instalados nos centros de operação de cada empresa de porte do País e monitora em tempo real todas as ocorrências elétricas do sistema, bem como executa seu planejamento de curto prazo. Se a presidente entender de energia como parece entender de economia, com certeza desconhece até a Lei de Ohm, lei fundamental da eletricidade que se aprende no colegial, daí se alçar à condição de Deus - a exemplo de seu antecessor - para determinar a impossibilidade de apagões. Quanto a atribuir a falhas humanas a sequência de apagões dos últimos meses, das duas, uma: ou reconhece a absoluta incompetência do PT ou imagina que todos os brasileiros têm apenas um neurônio, suspeita que recai sobre ela, que não consegue construir uma simples frase com início, meio e fim. Ou ambas.

GERALDO VELOSO

velosogc@hotmail.com

São Paulo

Falha humana?

O consumidor brasileiro, que paga uma energia elétrica das mais caras do mundo, não consegue distinguir entre apagão e falha humana: está no escuro! Mas, seja como for, não deixa de ser um "apagão" de competência e desrespeito a ele, consumidor!

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

De acordo

Concordo plenamente com a presidente Dilma: os apagões são provocados por falha humana - dela (que já foi ministra de Minas e Energia, no governo Lula) e de seu ministro Edison Lobão, por pura incompetência de ambos.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

DESARMAMENTO

Intenções escabrosas

Brilhante e oportuno o editorial Os bandidos agradecem (27/12, A3). O governo equivocadamente insiste em desarmar o cidadão de bons costumes, até punindo duramente quem reage a assaltos. Ainda não se deu conta de que o brasileiro não quer ser desarmado, como ficou amplamente comprovado no plebiscito? Ou será que essa campanha absurda de desarmar a população esconde intenções escabrosas, tal como ocorreu na Alemanha de Hitler com o povo judeu, no Camboja de Pol Pot e na Ilha de Cuba, atual propriedade da famigerada família Castro? Parabéns ao Estado, que é orgulho do Brasil que pensa.

JOÃO PEDRO SANTOS COSTA

costajp@uol.com.br

Porto Alegre

Indefesos

Desarmar a população é deixar os ladrões mais tranquilos para roubarem à vontade. Daqui a uns dias eles vão entrar em nossas casas chutando as portas e nós, cidadãos de bem, não teremos como nos defender! Onde está o nosso direito de termos armas?

SALOMÉ LINDNER

s.lindner@uol.com.br

Luís Eduardo Magalhães (BA)

Obrigado

Agradeço o editorial, que converge com minha necessidade de ter armas, eis que moro num sítio, aonde a polícia não comparece...

WILLIAM ROBERTO G. SOARES

william@prr4.mpf.gov.br

Porto Alegre

ESTRADAS

Terror na BR-116

Usuários que transitam de São Paulo para o Sul do País pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) pedem socorro às autoridades. No trecho da Serra do Cafezal, onde as promessas de duplicação se tornaram uma verdadeira novela burocrática, constantemente há arrastões criminosos, sem que ninguém tome as necessárias providências. As concessionárias não estão nem aí. Uma viagem pela BR-116 nesse trecho, à noite, é um terror. Vamos cuidar do povo e pôr mais segurança nesse trabalho de proteção. Estamos pagando muito bem por esse serviço.

ANTONIO ROCHAEL JR.

antoniorochael@gmail.com

Iguape

Congestionamentos

Lemos no Estadão de ontem notícias breves sobre o movimento inusitado nas estradas de São Paulo e julgamos ser útil para seus leitores o relato da experiência traumática que "sofremos" quinta-feira. Nos nossos muitos e muitos anos de Guarujá, jamais passamos por algo sequer semelhante, nem de longe. Vejam: saímos de São Paulo para o Guarujá às 11 horas, a estrada estava muito movimentada, mas nada que surpreendesse nesta época. Tempo de viagem, em torno de duas horas. Agora, observe-se a volta a São Paulo: saída do Guarujá às 18h15, rumo à Imigrantes; passagem pelo pedágio da Rodovia Piassaguera-Guarujá, distante cerca de 10 km, às 19h45. Tempo decorrido: uma hora e meia. Chegada à intersecção com a Via Anchieta às 22h45. O total de 29 km percorridos exigiu, portanto, quatro horas e meia de estrada (velocidade: menos de 7 km/hora). A Imigrantes, para a capital, embora congestionada, como sinalizado ao longo da subida da serra, ofereceu apenas problemas de rotina: uma hora e 15 de viagem. Total de tempo Guarujá-São Paulo, aproximadamente seis horas. Observe-se que trafegávamos no sentido oposto ao esperado congestionamento. Grave: nenhuma sinalização significativa da Ecovias para a "paralisação" da Rodovia Cônego Domenico Rangoni. Seria indispensável uma informação clara e objetiva sobre as condições de tráfego. Um pórtico que cruzasse a estrada, no seu início, seria mandatório, e localizado de tal forma que permitisse ainda ao usuário ter a oportunidade de, a seu critério, regressar à origem, postergando a hora de início de sua viagem. É isso. Com a força e a penetração que tem o Estadão, acreditamos que possa contribuir, perante a Ecovias, para uma melhora de todas as condições não apenas de tráfego, mas de sinalização, assistência e advertência, em muito socorrendo o usuário.

PAULO BELTRÃO DO VALLE

beltraodovalle@uol.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e feliz e próspero ano-novo de Alex Manente, Ana Paula - Peppermint360, Izabel Avallone, João Ricardo Jaluks,

Jorge de Azevedo Pires, José Roberto Birolli, José Sergio Trabbold, Julio Blanck - Clarín, Henrique Brigatte, Maria Tereza Murray, Mauro Demarchi, Ronaldo Parisi, Tania Tavares e Ultrafarma.  

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

FROUXOS DE RISO

A sugestão da presidente Dilma de "gargalhar" quando culparem raios por queda de energia, além de bizarra e estapafúrdia, porque raios podem, sim, provocar quedas, principalmente se os dispositivos de proteção estiverem mal mantidos, o que é provável, constitui uma tentativa artificial de desviar as atenções dos reais problemas de energia que o País, sem dúvida, está enfrentando. De quebra, deve ter pensado que uma das funções do presidente é manter o psicossocial em alta e por isso recorreu a uma imagem que nos induzisse a ter frouxos de riso sobre um problema triste. Já pensaram a sugestão da gargalhada também em relação à perda da posição de sexta economia em 2012, do 1,5% de aumento do PIB, da infraestrutura estatizada e ineficiente, da perda do nível de investimento e do otimismo injustificado do ministro Mantega? Parece que engraçados mesmo são a "rena do nariz vermelho" e o "elfo vidente", alfinetados pelo Financial Times.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PIADAS E GARGALHADAS

E eu que pensei que o comediante fosse apenas o deputado Francisco Everardo, o Tiririca, mas o povo está muito bem servido de pão e circo, pois para o pibinho o sr. Guido Mantega diz tratar-se de uma piada. Agora, aventurando-se na comédia governamental, nossa "presidenta" recomenda que gargalhemos com as justificativas pelos apagões. Realmente, o governo federal é um programa humorístico.

Paulo César Pieroni pcpieroni@hotmail.com

Campinas

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O RAIO QUE...

Eu nem esperei a presidenta Dilma pedir para gargalharmos se alegarem que a causa de um apagão foi um raio. Não que não seja possível, mas não com o que aconteceu em meados de dezembro ou com o que tem acontecido nos apagões do País. Desde o dia em que o presidente do ONS disse que a causa do apagão de 15 de dezembro foi um raio, já estou gargalhando. Eu pensava que ele fosse botar a culpa num chip.

Panayotis

Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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NÃO GARGALHEM

Roger Agnelli não foi apenas o presidente da Vale por dez anos, mas o gestor que colocou essa empresa brasileira entre as melhores e mais rentáveis do mundo! E como prova de sua competência, Agnelli é citado pela Business Review como o quarto melhor CEO do universo! Para o PT, certamente isso não deve valer nada, mesmo porque o Lula quando presidente fez de tudo, e conseguiu, para colocar esse grande administrador fora da mineradora, porque o Agnelli não ficava à mercê das leviandades institucionais do Planalto. Ou melhor, porque o petismo adora gente das grotescas falhas humanas...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PARABÉNS À PRESIDENTE

Pela sua coragem, sinceridade e humildade ao reconhecer os próprios erros. Realmente é falha humana gravíssima indicar e/ou manter pessoas não capacitadas para atividades técnicas. Vale lembrar que a Infraero, que deveria cuidar, por exemplo, do Aeroporto Santos Dumont, é repartição federal. Quanto à sugestão de gargalhar, pelo visto as mulheres do seu partido não são boas para sugestões em momentos de aperto. "Relaxa e goza"? "Gargalhar" no escuro?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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ATÉ ONDE CHEGAMOS

Uma noite dessas caiu um raio aqui perto da minha casa, queimando um roteador e um HUB (suíte) que estavam instalados no forro e serviam para receber, via radio, sinal de internet. No dia seguinte procurei um técnico da minha confiança, relatei-lhe a ocorrência e solicitei-lhe socorro. Para minha surpresa, ouvi dele o seguinte: "Se foi raio, gargalhe".

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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AS MOSCAS SÃO AS MESMAS

No dia em que falarem que caiu um raio, gargalhem, disse Dilma Rousseff, só faltou dizer: se matar alguém, sorriam. A façanha se repete, cai um avião e Martaxa diz ao povo: relaxe e goze! Como podemos ver, passam os anos e as moscas são as mesmas. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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DILMA APAGADA

Dilma vocifera serem sempre falhas humanas os recorrentes apagões em todo o País e que, se informarem que foi por conta de algum raio, é para gargalharem! Ora, dona Dilma, agora é que devemos gargalhar de sua desfaçatez com nossa vã sabedoria, a qual quer fazer de ignóbil ao proferir afirmações como as do tal "Pibão Grandão" no qual somente a senhora e seu assecla incompetente Guido Manteiga derretida acreditam piamente! Todos esses fatos são sua herança maldita, gerada pela "ótima" e mentirosa gestão do, agora sumidão, Lulla da Silva, o falastrão-mor e chefão do mensalão! Diz o célebre ditado: quem planta vento colhe furacão! O lullopetismo ficou plantando suas marolinhas e agora está colhendo seus tsunamis desastrosos, que estão destruindo tudo o que fora feito de bom na era FHC. Estamos no meio de uma estagflação, paradeira total, índices de popularidade manipulados em prol deste pífio governo que gosta do engana que eu gosta. Fosse o Brasil um país um pouquinho mais decente e correto, Lulla estaria sendo processado por participação direta no mensalão e na Operação Porto Seguro, na morte de Celso Daniel, do Toninho do PT, nas inúmeras falcatruas existentes em todos os escalões dentro do governo federal e na administração pública gerida pelo lullopetismo. Com tantos escândalos em sua gestão, Dilma estaria com um processo de impeachment em suas costas, além de vários filiados petistas corruptos, fascistas e de espírito ditatorial. Parece que o nível de apagões está em todo o petismo, por sua total falta de luz, inteligência, decência, transparência e honestidade para com a população brasileira.Acredito que Dilma não quis dizer Pibão mas sim Pimpão, referindo-se ao palhaço que fez muitas crianças rirem no passado, pois pibão me faz rir! O lullopetismo continua querendo enganar o povo brasileiro, pena que o PSDB não atue como deveria como oposição de fato, mostrando os dentes para tudo isso e esses que aí estão degradando o Brasil em todos os sentidos. Enquanto o PSDB insistir em suas figurinhas carimbadas e não der chances às novas lideranças, novas caras, novas ideias que possam, de fato, combater esta vergonha que se implantou no País com o lullopetismo, nada vai conseguir e a roubalheira desenfreada vai continuar existindo e crescendo como um bolo recheado de fermento até a boca.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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UM ANO SEM DANIEL PIZA

Triste, mas oportuno, recordar que neste 30 de dezembro faz um ano que Daniel Piza deixou o mundo dos mortais para integrar a vasta constelação de brasileiros do tipo cabeças pensantes que deixaram no mundo editorial brasileiro uma enorme lacuna com sua ausência.Autodidata, Piza prospectou e ofereceu análise sempre permeada de sensatez e perspicácia de fatos políticos, da cultura, das artes e até da economia. Daniel Piza era por seu brilhantismo intelectual dessas figuras que dominam diversos assuntos com muita competência . Fico imaginando o que não teria dito ele a respeito deste governo absolutamente letárgico do ponto de vista gerencial e do pibinho de 2012; do fortalecimento do viés estatizante que predomina nas entranhas decisórias do PT e do governo. O que não teria falado Piza do julgamento do mensalão; da queda do Ricardo Teixeira e da manutenção dos antigos vícios que sempre criticou na estrutura do futebol brasileiro (sim, Piza, apesar de intelectual, adorava dar seus pitacos sobre o "ludopédio")? Resta-nos o consolo de lembrar dele sempre quando vem à tona algumas dessas barbaridades que observamos diariamente no girar daquilo que chamados de "roda da vida", inspirando-nos a sair de uma certa zona de conforto para literalmente exercitar a nossa consciência crítica. Entregar, jamais!

Fernando Cesar Gasparini phernando.g@bol.com.br

Mogi-Mirim

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DESARMAMENTO

 

Oportuno, corajoso e, principalmente, lúcido o editorial Os bandidos agradecem (27/12, A3). Parabéns por tão verdadeiras palavras.

Carlos Leôncio de Magalhães carlos.leoncio@gmail.com

São Paulo

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Gostaria de parabenizá-los pelo editorial Os bandidos agradecem. Realmente estamos vivendo um momento de grande inversão de valores.

• O "traseiro" da loira vale mais que a cabeça do cientista;

• Os bandidos têm mais "direitos humanos" que os "humanos direitos";

• Nossos celulares não funcionam direito em lugar nenhum, mas os celulares dos bandidos funcionam perfeitamente bem dentro dos presídios;

• Deputados e senadores envolvidos em grandes desvios de dinheiro público não são punidos, enquanto um pobre coitado que rouba uma galinha para comer pode ficar preso por meses;

• Bancos envolvidos no escândalo do mensalão continuam operando, enquanto empresas privadas em dificuldades estão quebrando por causa da grande carga de impostos e encargos trabalhistas;

• Estão fazendo campanha para desarmar a população, mas não agem para desarmar os bandidos.

Que país é este? O fim do mundo não aconteceu em 21/12/2012, mas a caminhar assim vai acontecer...

Carlos Alberto Bernardi carlos@cti.com.br

São Paulo

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Parabéns pelo editorial a respeito do desarmamento, é absurda a inversão de valores a que chegamos: o cidadão de bem está condenado a ser vítima de bandidos e políticos, ao que parece são a mesma coisa. Sou completamente contra a atitude de desarmar o cidadão de bem.

Ernani Pagani Gouvea ernanipagani@hotmail.com

Taboão da Serra

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Finalmente uma voz poderosa se ergue a favor daqueles que querem poder defender sua casa e sua família com uma arma de fogo.

Roberto Mecca roberto_mecca@me.com

São Paulo

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Lamentável que um jornal como o Estadão use seu editorial para defender abertamente o uso de armas de fogo pela população, contra a política de desarmamento. Pior ainda é ler as cartas de inúmeros leitores enaltecendo tal editorial. A que ponto chegamos? Os EUA são o melhor exemplo negativo de como a liberação e o fácil acesso a armas de fogo só aumentam a violência e os homicídios, com inúmeros crimes e massacres contra inocentes. Queremos um Brasil sem armas. Arma de fogo é parte do problema, e não da solução. Triste constatar o domínio da cultura do medo e da violência. Temos que combater as posições fascistas e pouco simpáticas aos direitos humanos. Em nome de uma suposta segurança, que não existe, infelizmente muitos estão dispostos a defender esse tipo de coisa.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Não li o editorial Os bandidos agradecem, mas pelos comentários dos leitores no Fórum de ontem, não perdi grande coisa. Coincidentemente, todos apoiando o editorial. Concordo que a maioria dos argumento pró-desarmamento são falaciosos. Entretanto, os argumentos dos contrários ao desarmamento o são e estão longe da realidade. Creio que os pró-armas são todos exímios atiradores e portadores de armas espetaculares a ponto de fazerem frente aos meliantes, quase sempre munidos de AR-15 e similares. Verdadeiros paladinos em defesa da população. Tenho inúmeras dúvidas com o rearmamento. Que devem fazer meus dois filhos e noras, que passaram a vida toda estudando e nunca viram uma arma de perto? E meus três netinhos, devo colocá-los numa escolinha de tiro? E eu e minha mulher, que somos idosos, devemos contratar um pistoleiro para nos defender dos bandidos e de outros estúpidos travestidos de pessoas honestas? Que tal fazer campanha para identificação das formas como as armas chegam às mãos dos bandidos e qual o destino das armas eventualmente apreendidas pela polícia?

Carlos Gonçalves de Faria marshalfaria@hotmail.com

São Paulo

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Parabenizo o jornal por ter se posicionado a favor do cidadão. Já é mais que hora de a grande imprensa abrir os olhos para a cretinice politicamente correta, que coloca o cidadão como bandido e o bandido como vítima. PARABÉNS! Como pai e avô, agradeço!

Arno Norbert arnorbert@terra.com.br

Santa Maria (RS)

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Excelente o editorial Os bandidos agradecem, referente a mais uma campanha do desarmamento iniciada pelo governo federal. Seu resultado é inócuo, do ponto de vista de segurança pública. A bandidagem não encontra dificuldade para adquirir armas, inclusive de uso restrito das Forças Armadas. Já o cidadão é proibido de se autodefender, e as polícias não estão estruturadas e motivadas para enfrentar a carnificina diária imposta à população pelos criminosos. Há duas semanas fui, mais uma vez, vítima dessa absurda situação. Ao sair de casa para trabalhar, sofri tentativa de roubo e tive o carro alvejado por cinco disparos, que por sorte não me acertaram. No Brasil, em segurança pública, planeja-se para o ótimo, mas o ótimo é inimigo do bom.

Flavio

Langer diretoria@spaal.com.br

São Paulo

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Em prosseguimento ao esclarecedor editorial Os bandidos agradecem e aos comentários dos leitores (28/12), gostaria de nunca mais ver nas páginas do Estadão conselhos de jornalistas ingênuos recomendando a nós, vítimas em potencial, não reagir diante de bandidos - muitas vezes em destaque, em letras garrafais em suas matérias. Aliás, o governo do Estado deveria punir as autoridades policiais que fazem tais recomendações ao público - em lugar de protegê-lo, simplesmente; tais recomendações, acompanhadas de qualquer campanha de desarmamento em paralelo, só trazem descrédito às administrações de segurança pública - paulista e brasileira.

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br

São Paulo

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Parabéns ao Estadão pelo editorial que, colocando os pingos nos is quanto à questão das armas e da legítima defesa, mais uma vez se distancia do jornalismo panfletário, modernoso, de credibilidade duvidosa, porém sempre metido a politicamente correto, que permeia o ranço de certas redações cuja tentação a manipular pesquisas sobre o tema entre seus leitores são, ladina e deliberadamente, indutórias ao erro, até mesmo na formulação da pergunta, na ânsia de que a resposta errada leve ao resultado desejado na direção do desarmamento utópico. De resto, a posição antiarmas do PT e contra o direito de autodefesa dos cidadãos honestos, executada à risca pela pessoa de sua folclórica militante posta lá no Ministério da Justiça, Regina Miki, já deveria há tempos ser motivo de, no mínimo, uma investigação por parte dos deputados federais deste país, uma vez que ela, no papel de autoridade federal daquele ministério, insulta com todas as letras (está gravado) a cidadania honesta, uma vez que, para ela, "não há diferença alguma entre o cidadão de bem e o bandido". Aliás, lá no Ministério da (in)Justiça, eles, em nome do polticamente correto, nomeiam bandido de "cidadão em conflito com a lei"... Pode um troço desses?

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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Gostaria de parabenizar esse veículo pelo editorial Os bandidos agradecem. Sem dúvida alguma o tema foi brilhantemente abordado, expondo com clareza a opinião da população brasileira em relação à violação do direito à legítima defesa, diretamente externado no referendo de 2005, diga-se, por opção do próprio governo federal na aprovação do malfadado Estatuto do Desarmamento. Esse jornal expôs, ainda, a fragilidade da política de segurança pública do governo federal e dos governos estaduais, ao fundamentarem suas ações, invariavelmente, na criminalização das vítimas, e não dos criminosos. Discursos cada vez mais frequentes de autoridades, no sentido de não reagir, omitir-se na defesa de outros, entregar-se á barbárie de criminosos cruéis, representa um execrável pacto com essa crueldade, inadmissível no falar de agentes públicos responsáveis pela segurança dos cidadãos. O Estado de S. Paulo obteve êxito ao denunciar esses discursos, especialmente pelo primarismo de que se revestem, denotando a incompetência dessas autoridades. Espero que novos editoriais e matérias assinadas possam trazer representantes do governo e políticos para uma discussão madura e concreta sobre o tema, com argumentos fundamentados, e não apenas em achismos e dados estatísticos defasados e manipulados. Novamente, parabéns.

Paulo Garcia paulogarcia@paulogarcia.adm.br

Brasília

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Li o editorial sobre a campanha de desarmamento e concordo plenamente, a equação é simples: se esse Estatuto do Desarmamento funcionasse, teríamos desde sua vigência uma queda vertiginosa da violência. E o que se vê nos quatro cantos do Brasil? Exatamente o inverso, pois os bandidos sabem que todos estão desarmados. Às vezes alguém reage e mata ou fere um, normalmente policiais de folga que para não responderem desaparecem rapidamente do local. O que mais me entristece é ver a Polícia Federal, com problemas sérios de falta de efetivos, ficar à disposição e por conta dessas campanhas, com que nem eles concordam, que usam nosso dinheiro, em vez de dar o suporte para o combate à bandidagem, o treinamento das forcas, melhores salários etc... Mas daqui a dois anos tem o troco.

Fabio Luiz Viana fabioluizviana@yahoo.com

Belém

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Primeiramente, parabenizo o Estado por reconhecer que tirar do cidadão o direito à defesa é algo descabido, perigoso e até criminoso. Nunca é demais lembrar que o direito à defesa é universal. E que defesa sem meios ou capacidade para tal é impossível. Infelizmente, a mídia é tendenciosa e viciada no que pinta como politicamente correto e acaba se esquecendo de que o politicamente correto precisa antes de tudo ser estritamente correto, praticável e justo. Agradeço pela atenção e lembro que quanto mais armas, menos crimes. Há estudos que comprovam isso e não podemos simplesmente ignorar as evidências e provas reais em benefício apenas das paixões desvairadas. Que se deem mais oportunidades, estudo, emprego justiça e renda. Esses, sim, deveriam ser os alicerces de toda campanha, discurso e trabalho para acabar com a criminalidade em nosso país.

Antonio Abimar Buriti Junior abimarjr@ig.com.br

Campina Grande

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Meus sinceros parabéns ao Estadão, agora comecei a acreditar que o Brasil pode ter jeito ainda. É isso aí , pessoal, o que é correto precisa ser dito, todos os dias, se preciso for, mas de maneira alguma podemos deixar o "politicamente correto" se alastrar, pois essa história de não reagir e deixar esses assassinos covardes matarem sem motivos, por um relógio ou por um olhar sem querer, é muito infame. Se todo esse dinheiro das campanhas para formar ovelhas País afora fosse direcionado para o incentivo à criação de milhares de clubes de tiro, em conjunto com as Polícias Civil e Militar em todos os Estados, para os cidadãos que quiserem aprender a se defender e a manusear com destreza e segurança armas de defesa pessoal, tivessem acesso simples e fácil, pois essas pessoas vão estar cadastradas com todos os documentos necessários, ao contrário dos bandidos, que não estão nem aí para as leis. E ainda mais, hoje já existem no Brasil, finalmente, armas e munições específicas para defesa pessoal e domiciliar que evitam o eventual problema da bala perdida e facilitam a pontaria na hora do medo. Os acidentes podem ser muito minimizados com o treinamento e cuidados simples como cofres e a desmistificação das armas para as crianças e adolescentes, ensinando os perigos, sem esconder, como se ensinam os perigos de uma escada, de uma tomada elétrica, de remédios, de uma piscina aberta ou do automóvel, este sim, que se mal usado é muito pior que qualquer arma de fogo. Ao invés de esconder, ou de tentar acabar, precisa ensinar a respeitar e a usar bem as armas. Psicopatas tem aos montes por aí, e acabar com as armas é impossível e contraproducente, eles vão continuar matando de outro jeito e, além do mais, sempre é alguém com uma arma que consegue pará-los, ou eles mesmos que se matam com suas próprias armas. Tanto no caso recente na escola aqui e também nos EUA, o assassino só foi tão longe porque não havia ninguém, nem um professor, funcionário ou um guarda que mesmo sem uma arma, mas com noções de defesa e sangue-frio, isto é, treinamento, pudesse ter ao menos tentado dar uma "cadeirada" nos caras, mesmo com o risco de vida, mas distraindo, causando qualquer transtorno para eles, o que poderia ter salvo muitas crianças. Para lembrar, aqui, no Brasil, ao levar um tiro na perna, o covarde assassino se matou na hora. Agora, "fabricar" ovelhas com campanhas caríssimas é o cúmulo da irresponsabilidade e o que os senhores fizeram nesse artigo é um elogioso início para se tentar acabar com essa hipocrisia. CONTINUEM. Parabéns, perdão pela empolgação.

Carlos Alberto Bertão Marques, agricultor kikobmarques@yahoo.com.br

Giruá (RS)

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Quero declarar meu apoio e tirar meu chapéu para o Estadão pela publicação do editorial Os bandidos agradecem, posicionando-se contrariamente à campanha do desarmamento que está sendo feita pelo governo federal. Senti-me aliviado ao ver que existe um jornal neste país que não tenha se vendido à esquerda comunista, que retarda este país. Confesso que não era leitor do Estadão, mas quando tomei conhecimento desse artigo, ele ganhou meu respeito, e a todos que eu puder falar bem desse jornal, falarei.

Otavio Pelissari Neto otaviopneto@hotmail.com

Curitiba

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Parabéns pelo editorial Os bandidos agradecem. Esse ponto de vista é o que deveria ser observado pelos nossos governos. Um governo fraco que não tem condição alguma de oferecer segurança ao cidadão. Parabéns pelo grande trabalho.

Vagno Galvão vagnogalvao@yahoo.com.br

São Paulo

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Gostaria de parabenizar o jornal O Estado de S. Paulo pelo belo editorial sobre o desarmamento. Também sou contra e fico feliz que um meio de comunicação de massa tão importante compartilhe essa ideia.

Ricardo de Freitas Leite rfl5007@hotmail.com

São Paulo

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Gostaria de parabenizá-los pelo editorial do último dia 27, onde se analisou de forma breve, porém impecável, a questão da campanha do desarmamento.

Luiz Fernando Pereira, advogado fernando@pp.adv.br

Joinville (SC)

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Fantástico esse editorial. Concordo plenamente. Os Poderes Executivo e Legislativo estão impondo à força o desarmamento à população de bem, em total desrespeito ao referendo de 2005. Hoje é praticamente impossível a compra legal de uma arma de fogo pelo cidadão comum, tendo em vista a burocracia criada, o que levou à extinção da grande maioria das casas de armas e munições. Mais uma vez, parabéns pela posição clara em relação ao desarmamento.

Gabriel Almeida gabrielmeida@uol.com.br

Americana

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Desde os assassinatos ocorridos numa escola nos EUA, tenho acompanhado com atenção o que os principais veículos de comunicação no Brasil e nos EUA escrevem sobre o assunto. É impressionante o quanto, em ambos os países, a hipocrisia e a superficialidade nas discussões têm prevalecido. A mim parece que, horrorizadas pela morte de crianças, as pessoas sentem que precisam fazer alguma coisa e, ao clamarem pelo fim, ou pelo controle rigoroso da venda de armas, as consciências ficam aliviadas. Fecham os olhos para as estatísticas, ignoram as liberdades individuais e o direito à legítima defesa, aceitam argumentos rasos e falaciosos e assim se curvam ao monopólio do Estado na defesa do cidadão. Por isso, agradeço ao Estadão por, mais uma vez, trazer argumentos racionais e claros, mesmo que indo contra o "politicamente correto".

Rodrigo Magalhães rodrigomaga2000@yahoo.com.br

São Paulo

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Parabéns pelo editorial nesse brilhante jornal contra a tentativa contínua desse desgoverno de desarmar a população brasileira. Sou instrutor de tiro há mais de 50 anos, tenho visto muitos e muitos casos de pessoas que foram instruídas por mim e se safaram de muitas situações de risco. Não sou partidário de que todas as pessoas saiam por aí armadas, mas aquelas pessoas que transitam com valores, empresários ou os que tenham necessidade de viajar devem ter a possibilidade de, uma vez bem instruídas, de portar uma arma de fogo para sua defesa e de sua família. Mais uma vez PARABÉNS, continuem assim, pois o nosso povo precisa acordar.

Cel. Carlos Vella www.ceveltreinamento.com.br

São Paulo

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Cumprimentos ao Estadão pelo editorial sobre a nova "campanha do desarmamento". É importante ouvir uma palavra abalizada e serena sobre um assunto sério e tratado com tanta superficialidade, até com estatísticas falsas, pelas autoridades. Parabéns e obrigado por dar alguma voz aos quase dois terços de cidadãos que votaram NÃO no plebiscito sobre a proibição do comércio de armas e cuja opinião é sistematicamente desprezada e afrontada pelas autoridades que deveriam preocupar-se em desarmar os bandidos.

João Renildo Jornada Gonçalves joaorg@uol.com.br

Rio de Janeiro

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Parabéns a esse grande jornal pelo editorial Os bandidos agradecem, muito bem compreendido pelas pessoas esclarecidas e de bem.

Élcio Zicardi izicardi@yahoo.com.br

São Paulo

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Excelente editorial sobre essa canalhice, mentirosa, incompetente campanha do "desarmamento" deste governo calhorda, bandido, mentiroso, autoritário, debochado e perigoso. Meus parabéns a esse conceituado jornal de São Paulo, agora mais ainda. Parabéns pelo compromisso com a verdade e obrigado por esse texto.

Vilson Santos iccl@ibest.com.br

Itajaí (SC)

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Eu só desejo ter os mesmos direitos que tinha na época do regime militar, ou seja: comprar legalmente até três armas para a defesa de minha vida, da minha família e minha propriedade.

Edson Faria Angelice edgraca2000@yahoo.com.br

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