Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

20 Janeiro 2013 | 02h05

Fim da pobreza extrema

A presidenta disse no Piauí que vai erradicar a pobreza extrema até 2014. Bem, isso o PT diz há dez anos e ainda não fez. Mas o que ela vai fazer? Segundo o Banco Mundial, pobreza extrema significa ganhar menos de US$ 1 por dia, ou menos de R$ 2,04. Então, se Dilma Rousseff conseguir que o sujeito ganhe US$ 1 por dia, já saiu da pobreza extrema... Se alguém puder me explicar qual a diferença entre alguém se jogar do 40.º andar ou cair do 41.º, agradeço, pois não é nada mais do que isso o que a presidenta vai fazer.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Nada mudará

Diante de seleta plateia em São Julião (PI), talvez especialmente convocada, anunciou a presidente que 2013 será o ano do "crescimento sério e sustentável". Mas a impressão que ficou é de que nada mudará. Desde 2003 ouvimos as mais promissoras "previsões", coincidentemente, de modo geral, sempre feitas no Norte/Nordeste, para onde foram canalizados valores substanciais para a concretização do tal "crescimento". No discurso da presidente não foram identificados quantos e quais foram os projetos de fato realizados nesse período, nem referido o valor das verbas maliciosamente empenhadas e comprometidas. E, se sacadas, nada foi dito sobre sua forma de aplicação e seus destinos. Portanto, propor, prometer, discursar não é tarefa tão difícil, é só falar e ter quem ouça. Difícil mesmo seria dizer aos que a ouviam que o esforço de ir até o Piauí não tinha outro objetivo senão continuar investindo no tema do crescimento, "sério e sustentável" para assim manter a crença e a esperança desse povo de ter, um dia, melhor vida. Lógico, pois é o que dá o maior porcentual de votos para a perpetuação do plano político da continuidade no poder. Nada foi falado dos insucessos da refinaria do Nordeste, da transposição do Rio São Francisco, do desleixo na saúde - onde os hospitais reclamam da falta de material cirúrgico -, do aumento do combustível (e do gás acima da inflação), das centenas de milhões de reais desviados. E por que não? Porque nada muda. Naquela região o voto não pode ser perdido, o engodo é que vale.

ALBERTO CARUSO

albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

INDÚSTRIA DA FÉ

Bispos milionários

A revista Forbes publicou lista em que aparecem seis bispos brasileiros milionários. No topo, com patrimônio de R$ 2 bilhões, Edir Macedo. Por aí se vê que fundar igrejas é um ótimo e lucrativo negócio no Brasil: não pagam impostos e se beneficiam da ignorância, do baixo nível cultural da população. Esses mercadores da fé ficam milionários explorando a credulidade do povo, sobretudo o mais pobre, num evidente estelionato praticado contra milhões de pessoas. Caberia ao Estado - sobretudo ao Ministério Público - investigar a fundo o funcionamento dessas igrejas, a origem da fortuna de tais pastores e seu enriquecimento ilícito. Numa total inversão de valores, além de agraciados com isenção de tributos, esses milionários ainda ganham passaportes diplomáticos de presente do Itamaraty!

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Milagre da multiplicação

A fortuna da meia dúzia de pastores divulgada pela Forbes está em torno de US$ 3 bilhões. Enquanto as multidões clamam por milagres, eles multiplicam escancaradamente seus ganhos, sem que as autoridades exerçam nenhum controle, com imunidades fiscais e tributárias constitucionalmente asseguradas. É um negócio sem riscos ou possibilidade de falir. Esses ricos pastores contam ainda com a benesse de passaportes diplomáticos para alardear sua fé pelo mundo, sem fronteiras. É mais um reflexo da globalização da religião em tempos de crise de valores morais.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Estelionato

É inacreditável que haja fiéis que caem nas arapucas desses indivíduos inescrupulosos. A Carta Magna consagra a liberdade de religião, todavia o Código Penal capitula o estelionato como crime. É isso que é praticado pelos ricos pastores. E o governo ainda agracia esses estelionatários com passaporte diplomático, para poderem ter regalias em suas viagens ao exterior e manter controle de suas remessas de divisas. Daí que, além do mensalão, o governo se associa a meliantes da fé.

SEBASTIÃO PASCHOAL

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

MENSALÃO

Engana que eu gosto

Quem o PT quer enganar com aquele jantar em Brasília para arrecadar dinheiro a fim de pagar as multas dos mensaleiros? Pelo tamanho das multas, precisam realizar jantares no Brasil inteiro todos os dias. E, cá entre nós, o caixa do partido deve estar com dinheiro saindo pelo ladrão. Ops!

JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

Jantar indigesto

Mesmo não tendo participado do tal jantar do PT, por que será que tenho a sensação de que o meu bolso continua sendo atacado, como na Ação Penal 470, vulgo mensalão? Perto do que foi desviado dos cofres públicos e o que se pretendia com o mensalão, a dívida dos mensaleiros do PT é ínfima.

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Pelo social

Em vez de essa Juventude do PT se reunir para levantar fundos para pagar as multas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos mensaleiros do partido, por que não praticar uma ação mais digna, arrecadando fundos para auxiliar os mais necessitados de Brasília e de cidades circunvizinhas? Mas, não, preferem o lema do PT, "uma mão lava a outra".

ANTONIO BOER

toboer@uol.com.br

Americana

Na contramão

Tanta gente necessitada - crianças, idosos, doentes, carentes - poderia ser objeto de interesse de alguma ação da juventude e essa turminha junta forças para arrecadar dinheiro para pagar multas de condenados! Bons tempos, quando a juventude ia às ruas pela democracia...

DOCA RAMOS MELLO

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

Prisão já

Está chegando o momento das decisões finais no STF e, portanto, de se consumar a condenação dos envolvidos no mensalão. Prisão imediata, pois os réus já passaram as festas de Natal e de ano-novo em família. Agora o povão quer ação.

ANTONIO DE SOUZA D'AGRELLA

antoniodagrella@yahoo.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

LULA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO

Com a complacência do novo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o ex-presidente Lula participou de uma reunião com parte do secretariado municipal e, tal qual um cidadão-intruso, deu sua opinião sobre o que o Sr. Fernando Haddad deveria atender com prioridade. Pena que o "novo" prefeito tenha começado por baixo o início de sua gestão e pode aguardar que novas "instruções" virão.

 

Douglas Jorge douglasjorge23@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A INTROMISSÃO DO EX-PRESIDENTE

Hilária as recomendações de Lula ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Lula falou mais do mesmo, ou seja, falou obviedades. Pediu entre outras coisas para o prefeito Haddad fazer um diagnóstico profundo dos problemas das enchentes para resolvê-los definitivamente. Todos os governos sabem diagnosticar os problemas, difícil mesmo é resolvê-los, o eterno "como fazer" que parece nunca é colocado em prática. Falou ainda que os projetos iniciados não podem ficar pela metade, é preciso que eles tenham começo, meio e fim. Tudo muito bonito no papel, mas quem é Lula para dar conselhos se no seu governo há projetos que nem ao menos saíram do papel e tantos outros estão em atraso, lembrando que a grande maioria das obras foram superfaturadas? Haddad deve o cargo ao guru Lula, tem o dever de ouvi-lo e obedecer as suas ordens, esse é o preço do apoio. Pobre cidade de São Paulo, apesar de uma equipe de técnicos, Haddad merecia um voto de confiança, e não da intromissão de Lula.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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PASSADA A CAMPANHA...

Fiquei chocada com a expressão de Fernando Haddad com a visita de Lula ao gabinete da Prefeitura Municipal de São Paulo: todos na reunião estavam abatidos, dando a impressão de que o grande ditador está discursando num velório sobre o corpo do prefeito. Cadê aquele político da campanha?

 

Marina Calews Velecico marinacales@hotmail.com

São Paulo

 

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MARIONETE

Haddad, mais uma marionete do sr. Lula. Meus pêsames São Paulo.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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HAJA

"Segundo poste eleito, pau mandado, mero coadjuvante, faz-tudo o que o mestre mandar, Nando vem cá..." São Paulo, a mais importante capital do Hemisfério Sul, locomotiva da Nação, bem que merecia sorte melhor do que ter Lula como prefeito oculto. Haja estômago e paciência para aturar seu grande bico até o fim de 2016!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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‘VADA A BORDO!’

Prefeito Haddad, vada a bordo! Mostre que o senhor não é um poste do Lula, conforme transpareceu na lastimável foto estampada na primeira página do Estadão (17/1). O mandato é seu e a responsabilidade também! Quer conselhos? Pergunte ao povo que o elegeu o que ele anseia e necessita.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

 

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DIZ MUITO

O foto do ano: Estadão - A1, 17/1/2013.

 

José Erlichman joserlichman@gmail.com

São Paulo

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UM RETRATO DA PREFEITURA

A foto de Márcio Fernandes publicada na primeira página da edição do dia 17 foi perfeita e merece um prêmio, pois captou com rara habilidade a expressão de arrogância do ex-presidente Lula, de submissão por parte de Fernando Haddad e de constrangimento de secretários.

 

Fabio Anderaos de Araujo fanderaos@gmail.com

São Paulo

 

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GANHOU, MAS NÃO GOVERNA

Muito constrangedora a foto de 17/1, mostrando a subserviência do prefeito Haddad!

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

 

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VIOLA NO SACO

O foto da primeira página do Estadão (17/1), em que mostra o sr. Lula da Silva no gabinete do prefeito da maior cidade da América Latina, é no mínimo patética. Fez-me lembrar a escolinha do professor Raimundo. Será, que este senhor já não conseguiu tudo que queria? Portanto, como diziam os mais antigos, envie a viola no saco e saia de fininho.

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

 

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O PALPITEIRO

A foto de capa do Estadão de 17/1 é de causar indignação, revolta e asco, tudo ao mesmo tempo. Para quem dizia que iria assar coelhos quando deixasse a presidência, o apedeuta falastrão continua onipresente e agora vem se intrometer na Prefeitura de São Paulo! Por acaso, foi ele nomeado para algum cargo? Com que direito, então, vem dar palpites em uma reunião de secretários da prefeitura? Se foi convidado pelo "afilhado", deveria ter tido a humildade (ao menos uma vez na vida!) de recusar o convite, pois, afinal, quem deve saber que decisões tomar e que rumo dar ao governo da prefeitura são o prefeito eleito e os secretários, ou esses não têm competência para isso?! Esse senhor Lula da Silva deveria nos favorecer com sua ausência!

 

Iveraldo Duarte nanukuloa@hotmail.com

Avaré

 

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O VALOR DE UMA IMAGEM

Uma imagem vale mais do que mil palavras. A foto de capa do Estadão de 17/1, mostra quem realmente manda.

 

Sergio Michilin ser.michilin@hotmail.com

Osasco

 

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CRESCIDINHO

Apenas um conselho ao prefeito Haddad: o filho, quando cresce, precisa cortar os laços paternos e aprender a caminhar sozinho. Sem medo de errar.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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POSTE

A sugestiva foto da primeira página na edição de 17/1 comprova um fato: o poste está cumprindo a sua função.

 

Odilon Otávio dos Santos

Marília

 

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ILUMINAÇÃO MUNICIPAL

Todo poste tem o lampião que merece.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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A HERANÇA MALDITA

Lula retornou de suas férias (leia-se: quarentena pós Operação Porto Seguro) e já começou a trabalhar "sério", dando vários "conselhos" ao poste Haddad e seus secretários sobre como administrar a capital paulista. Já tem reunião marcada para o dia 25 deste mês com outro poste, Dilma e sua equipe. E quanto à Operação Porto Seguro, não tem nada a dizer? E quanto ao resultado do Pibinho, a alta da inflação...? De quem é esta herança maldita?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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É LEGAL?

Depois de um longo "sumiço", já chega querendo dar ordens ao prefeito de São Paulo, até onde entendemos o "ex" é um cidadão como cada um de nós, mas não age como tal e com agravantes desabonadores como mandante dos envolvidos na ação penal 470 (mensalulão), que já condenou 25 dos 39 participantes do esquema mais "ordinário" de compra de votos da grande maioria dos deputados aliados do Congresso Nacional, que se transformou na maior vergonha nacional e mundial. Além de tantos outros envolvimentos em improbidades e ilicitudes de conhecimento público, que serão denunciados pelo procurador-geral da República, salvo existam outros intere$$e$. Na qualidade de presidente de "honra" do PT, pode se reunir com quem quiser, com a anuência do ParTido, fora do horário de expediente normal e do local de trabalho do prefeito e secretários, mesmo porque não trabalham de "graça", pelo contrário recebem elevados salários pagos pelos munícipes. É duvidoso o que esse cidadão consiga "ensinar" de útil ao seu pupilo Haddad no que tange a governar a terceira maior arrecadação do País? Que afirma estar na "penúria", será verdade Kassab? Era melhor que continuasse longe e no anonimato para que não surjam novas mazelas. Será que as nossas leis estão ultrapassadas que o Ministério Público e Judiciário nada possam fazer? Que afronta, i$$o é legal?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

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OPINIÃO

Favor dar parabéns a todos que publicaram suas opiniões da prefeitura paulistana no Fórum dos Leitores no dia 18/1/2013. E a outros também que, tenho certeza, mandaram suas opiniões e não foram publicadas.

 

Fioravante Fabri Filho Fiori fff@dglnet.com.br

Americana

 

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É ERRADO?

A presença do ex-presidente Lula numa reunião com o atual prefeito da capital paulista motivou muitos comentários, a maioria negativos. Como ignorar o fato de que ambos são aliados políticos e que Lula indicou o nome que foi aprovado em convenção do partido e motivou a militância a trabalhar para sua eleição? E como se deu a indicação do candidato que Haddad derrotou no segundo turno? E mais, São Paulo sofre hoje com problemas sérios, entre eles as enchentes, a segurança pública, o transporte coletivo e o trânsito. É errado algum interessado apresentar propostas na tentativa de soluções dessas graves questões? Será que já não está na hora de mostrar um nível político melhor, que não vise única e exclusivamente a uma pessoa, como acontece com o ex-presidente Lula?

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.b

Santos

 

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MAU COMEÇO

A propósito do brilhante editorial de 18/1/2013 (Credor e conselheiro, A3), lembrei-me do então candidato Fernando Haddad em entrevista de campanha ao jornalista Gilberto Dimenstein na Rádio CBN em que afirmava que sua meta em São Paulo seria "resgatar a ética na política". Ao vê-lo em foto reveladora acatando as sugestões do chefão que agora retorna após "amarga temporada de confinamento nos porões da corrupção", o bom companheiro Haddad mostra a que veio. Cruz credo, que mau começo!

Denise A. Gorab Leme gorableme@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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ONDE ESTÁ ROSE?

Afinal, Dona Rose não era tão poderosa? Pois ela conseguiu calar o cara por pouco tempo, ele se fez de morto por semanas e, agora, já está dando palpites aos postes Haddad e Dilma.

Jose Carlos crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

 

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MATAR A FOME E, TAMBÉM, LIBERTAR

Lançados há dez anos, conforme nos informou o Estado na semana passada, os programas de transferência de renda e socorro às populações com fome e risco diminuíram a miséria. Nada mais lógico que alguém como Lula, que conheceu a fome em sua infância, chegando ao poder, implantar um programa dessa natureza. Mas é preciso fazer mais do que a simples distribuição da ajuda. O governo deve a essa mesma população assistida a montagem de um eficaz programa que a inclua social e economicamente. Paralelamente às "bolsas", há que se qualificar os membros da família assistida e encaminhá-los ao mercado de trabalho para que, num tempo razoável, possam voltar a caminhar com as próprias pernas. Todo programa de socorro a desvalidos deve ter prazo de execução. Não pode ser perene, pois, desta forma, em vez de ajudar o beneficiário, o estará transformando num inválido dependente. Existem muitos exemplos de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade que, apoiadas no tempo certo por pessoas ou instituições, recuperam-se e, tendo oportunidade, tornam-se produtivas e passam a dar sua contribuição laborativa e social. Os pilotos das "bolsas" distribuídas pelo governo precisam, com toda urgência, encontrar a segunda metade do programa e colocá-la em prática. Só assim conseguirão efetivamente acabar com a fome e reabilitar para a sociedade e a cidadania os milhões de assistidos. Deixá-los na eterna dependência é uma torturante e desumana prisão social. É preciso ajudar, erguer e libertar esses milhões de brasileiros...

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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COMPRA DE VOTOS

O governo federal, logo no inicio de seu governo lançou seu "grande’ programa que segundo seus idealizadores seria o maior programa social de todos os tempos e, o nome: fome zero e ignorância máxima, ignorância dos seus idealizadores, pois não se tira alguém da fome dando-lhe apenas um vale compra, programa social tem como seu pilar a educação. Vejamos o seguinte: se o governo tivesse lavado escola para onde levou seu fome zero hoje dez anos depois estas pessoas (beneficiadas) certamente estariam muito com o ensino médio, outros já fazendo curso profissionalizante, com relação ao inicio estariam ricos, ricos de conhecimento e pronto para o mercado de trabalho. Mas a ideologia deste governo me parece ser que quanto mais a população ser ignorante para ele governo melhor , pois não terá uma população que possa lhe cobrar o que e certo e errado uma vez que o conhecimento transforma o cidadão , uma pessoa com conhecimento não vai aceitar um vale cesta e sim um trabalho. Este programa do PT que o próprio PT achou seu nome (Fome Zero) deselegante e o rebatizou como Bolsa Família de social não há nada, este programa e na verdade o a maior operação de compra de votos que já tivemos neste belo país que e vitima de políticas subjetivas. Uma nação não cresce dando cesta básica, o PT precisa distinguir o que e despesa e investimento, estes bilhões que a população brasileira já gastou com despesas para comprar votos para o PT, uma vez que a meu ver quem esta recebendo este dinheiro jamais vai deixar de votar no PT. No entanto se esta grana toda tivesse sido investida na educado o governo em longo prazo receberia muito mais em impostos fruto dos trabalhos proveniente destes investimentos.

 

Paulo Rodrigues de Moura paulorodriguesmoura@hotmail.com

São Paulo

 

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GENTE DEMAIS

O Fome Zero ou o Bolsa Família fazem o que instituições como a LBV e centenas de outras fazem há muito mais tempo: dão uma "ajudazinha" aos miseráveis. Na realidade, o programa em nada difere da prática antiga de doação de cestas básicas. Ou melhor, difere sim, na medida em que permite que dinheiro seja usado para quaisquer fins, que não o de "zerar" a fome. Pode-se até comprar tudo em "cachacinha", como dizia o outro! Dez anos depois, as pessoas necessitadas continuam... necessitadas. E são milhões deles! Que orgulho pode haver em termos 17 milhões de famílias, ou cerca de 50 milhões de pessoas, dependendo exclusivamente da ajuda do governo para comer? Consideramos muito "humano" que aquelas pessoas tenham apenas e tão somente o suficiente para não morrerem de fome, sem poderem de fato melhorar suas vidas! Ora, senhores, isso não é "humano", é cruel! Deem-lhes um emprego, trabalho, treinamento, meios de produzirem. Não falem em "transferência de renda", e sim em "geração de renda". É gente demais fazendo coisa nenhuma, dependendo de gente produtiva que não tem tanto assim para "transferir renda" para ninguém.

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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ALERTA AO POVO

O povo menos informado, iludido com os programas populista como Bolsa Família, Luz para Todos, Brasil Carinhoso, Minha Casa Minha Vida, entre outros, tem ajudado este (des)governo nas suas políticas de perpetuação no Poder. É difícil de acreditar que está alheio à corrupção, que desconhece a carência na educação e na saúde, as condições precárias do nosso sistema viário, aeroportos e portos, a falta se segurança no país, além da alta taxa de inflação que prejudica mais a classe menos privilegiada. Esse povo deve estar mais atento com a preocupante situação econômica que atravessa o país, com a impunidade vulgarizada e com o descalabro dessa administração petista e pensar em mudanças nas próximas eleições.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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PROGRAMAS INEFICIENTES

Os programas sociais se tornaram simples programas de distribuição de renda nos governos petistas. Existem vários estudos de institutos independentes e internacionais que demonstram a ineficiência do Bolsa Família no desenvolvimento social das famílias que se mantêm refém da distribuição de renda eternamente. Obviamente existe um desenvolvimento econômico para as cidades com grande número de famílias pobres, e quanto mais famílias estiverem cadastradas no programa mais verba para a cidade. O grande responsável por esta situação descompromissada e improdutiva dos programas sociais no Brasil foi a atitude populista de juntar todos os programas sociais dos governos anteriores ao de Lula em um único programa de distribuição de renda, o Bolsa Família, para proferir a ele a falsa criação dos programas sociais no Brasil. Os critérios para obter o benefício são acrescidos a cada ano eleitoral, os valores também, com objetivo eleitoreiro unicamente. Hoje estamos verificando os grandes males causados por estas ações demagógicas e populistas, a população pobre não desenvolveu socialmente proporcionalmente aos bilhões de reais distribuídos mensalmente, pois não existe contra partida, tampouco assistência social do governo para estas famílias, apenas uma farta distribuição de dinheiro público através do cartão Bolsa Família, nem o uso do dinheiro é controlado, e o povo entende que a única contrapartida é votar no PT.

 

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Vicente

 

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ELEIÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL

Renan Calheiros (PMDB), senador da República, a caminho da presidência do Senado Federal, em substituição ao também incógnito Ribamar, afirma que "não há elementos nos inquéritos que possam incriminá-lo". Ora, convenhamos, não é a existência de elementos nos inquéritos o que nos preocupa, aos "súditos", mas o fato de termos em cargo de alta responsabilidade alguém que de fato possa ser não merecedor de tão nobre atribuição, e assim continuar o trabalho de conspurcação dos valores republicanos que seu antecessor faz com perfeição, que é o de garantir, a seus descendentes, ascendência sobre e permanência, ad eternum (até quando?) nas esferas dos Poderes, como que numa trindade misteriosa: Pai (Executivo), Filho (Legislativo) e Espírito Santo (Judiciário)! Tal qual certo genuíno deputado que, sem dignidade e humildade, afirma que os quase 100 mil votos recebidos lhe garantem a vaga largada nas "teias" da legalidade (mas não seriam tetas?).

Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br

São Paulo

 

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PARA RECORDAR

Há seis anos, em 2007, Renan Calheiros renunciou à presidência do Senado, para não ser cassado por corrupção. Nesse ano o Senado ficou estagnado, graças à teimosia do senador que se agarrou ao cargo até o último instante, quando saiu pelas portas do fundo da Casa, acusado de uma série de irregularidades de ordem administrativa e ética. Entre elas foi comprovado que o Senador tinha as despesas pessoais com sua amante Monica Veloso pagas pela empreiteira Mendes Junior. Renan conseguiu que seus amigos o absolvessem no Conselho de Ética do Senado e acabou não perdendo o mandato de senador. Manteve-se nas trevas por esses seis anos, contando com a memória curta do povo brasileiro, e prepara sua volta à presidência do Senado este ano. É uma enorme infelicidade constatar que a política brasileira não consegue se livrar desse coronelismo ultrapassado, que se mantém num verdadeiro clube de amigos aliado a políticos populistas e que continua a dominar o Congresso Nacional, as Instituições e as empresas estatais, impedindo todo e qualquer tipo de renovação e desenvolvimento.

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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SE SIM, TUDO BEM. SE NÃO...

Uma pergunta aos 79 senadores (excluindo Sarney, por motivos óbvios). O senador Renan escapou de ser cassado, apesar da recomendação do conselho de ética, por um "acordo" em que aceitou renunciar à presidência do Senado. Terá ele se regenerado? Os motivos alegados para a cassação terão sido refutados?

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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NEM TUDO ESTÁ PERDIDO

Lançada a candidatura de Randolfe Rodriques (PSOL) para presidente do Senado. Salvo raríssimas exceções, até que enfim um cidadão acima de qualquer suspeita para este importantíssimo cargo da República.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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AINDA O MAR DE LAMA

Fevereiro chegando com dois candidatos a prováveis presidentes das duas casas que representam o povo brasileiro, um dos Poderes da República, o Legislativo. Se soubesse, o povo não aprovaria ter dois "enrolados" com a justiça no comando de nosso Parlamento e nem os considerariam seus representantes. Renan Calheiros, no Senado, que já renunciou ao comando do Congresso para não ser cassado é réu, também, em vários inquéritos e investigações paradas no Supremo Tribunal Federal (STF) e colocadas em segredo de justiça por Ricardo Lewandowski, do tempo em que congressistas eram privilegiados no tribunal com impunidades. Para a Câmara o deputado Henrique Eduardo Alves, também do PMDB, processado por enriquecimento ilícito por improbidade administrativa, mantendo R$ 15 milhões "não explicados" no exterior, segundo sua esposa. Será que em nosso Congresso não há melhores cidadãos? Dos cerca de 600 parlamentares, apenas 250 estão formalmente condenados na justiça e usam seus cargos como proteção, outros são apenas suspeitos. Dentre os 350 que sobram é provável encontrarem-se alguns "limpos", honestos, honrados, éticos. Será que nossos congressistas não se envergonham da convivência com essa enorme massa de desonestos? Não se envergonham em participar do concurso cujo prêmio é o "troféu algemas de ouro", vencido por Sarney em 2011 e Lula e Demóstenes em 2012, para homenagear os mais corruptos?

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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RENAN E HENRIQUE

Creio que os desesperados, levianos e incompetentes desafetos de Henrique Alves e Renan Calheiros deveriam tirar o cavalinho da chuva. Henrique será o próximo presidente da Câmara federal e Renan, o sucessor de Sarney na presidência do Senado e do Congresso. Na verdade, o que o timeco dos derrotados pretende é dividir, rachar, fragilizar o PMDB, partido importante e fundamental de apoio ao governo Dilma. Os parasitas não se conformam porque o partido de Henrique Alves e Renan Calheiros é forte. Sempre foi e continuará sendo. Bobagem e burrice tentar esmorecer ou intimidar Henrique e Renan com canalhices e plantações torpes na imprensa. Alves e Calheiros se prepararam e trabalharam incansavelmente para comandar as duas Casas do legislativo. Dilma confia neles. Sabe que pode contar sempre com eles. Sobretudo nos momentos difíceis.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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QUEM CONFIA?

Mal começou a corrida sucessória nas duas casas do Congresso Nacional para que começasse a pipocar na imprensa e nas redes sociais inúmeras denúncias contra os dois principais concorrentes aos dois cargos mais importantes nas duas casas. Renan Calheiros para presidir o Senado e o deputado federal mais antigo da Câmara federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que tem 42 de Parlamento, ou seja, 11 mandatos consecutivos. A presidência da Câmara e do Senado deveria ser ocupada por políticos com ficha limpa e comportamento ilibado, ético e honesto, pois presidir as duas casa significa na hierarquia ocupar segundo e terceiro cargos na linha de sucessão presidencial. Todos se lembram de Renan Calheiros, é acusado entre outras de pedir restituição de R$ 10 mil ao Senado por um serviço que uma produtora de vídeo diz não ter prestado para ele, além de ser acusado de tráfico de influência e crime ambiental, que continua sobre sigilo de justiça. Porém a mesma empresa diz ter recebido R$ 1.2 milhão da campanha de Renan ao Senado em 2010. Ao fim da campanha a "PEP Comunicações" passou a receber dinheiro da verba indenizatória do senado, até outubro ultimo, foram R$ 244.5 mil. Ou seja: Usou dinheiro publico para pagamento de divida de campanha que é proibido por lei, poderá ficar inelegível por 8 anos pela lei da ficha limpa. Já Henrique Alves é acusado de beneficiar a empresa do ex-assessor através de licitações dirigidas para obras superfaturadas em 3 cidades do Rio Grande do Norte, reduto político do deputado, que também sofre de outras acusações envolvendo dinheiro público. A empresa tem como sócio justamente Aloisio Dutra de Almeida, que segundo consta até o pedido de saída do cargo, trabalhou com Henrique Alves na Câmara desde 1998. Imaginem então o que não teve ter acontecido nos últimos 14 anos em conluio entre os dois? O assessor deixou o cargo após vazar na imprensa que ele teria recebido recursos de emendas parlamentares "dinheiro publico", do próprio Henrique Alves, deputado mais cotado do PMDB a assumir a presidência da Câmara dos Deputados a partir de fevereiro em substituição ao petista gaúcho Marco Maia. Já Renan Calheiros sucederá José Sarney no comando do Senado pelo biênio 2013 a 2014. Ca para nós, sinceramente, você é capaz de confiar em um dos dois personagens aqui citados para presidir a Câmara e Senado federal?

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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PROJETOS DE PODER

A Câmara federal é composta de 513 deputados, muito deles com um currículo pouco recomendável, mas constituída também de políticos de reputação ilibada. O Senado é composto de 81 senadores com as mesmas características da Câmara. Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) é candidato à presidência da casa tendo como favas contadas a sua eleição. O deputado está envolvido numa série de denúncias que, num país mais ou menos sério seria barrado nas suas intenções. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), diante de denúncias comprovadas de corrupção, em 2007, renunciou ao cargo para evitar a cassação. Em ambos os casos não existe uma disputa aos cargos por força de uma maioria que vive sob a aba do sombreiro do governo. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) está criando um movimento para a candidatura alternativa do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Segundo este senador o Senado não pode "preencher cédulas com nome pré-definido" e que "não ter candidato contra Renan é concordar que está tudo bem". É evidente que tanto Henrique Eduardo Alves como Renan Calheiros recebem o agasalho político do Planalto. O aparelhamento do Estado fica evidente quando as casas legislativas se prestam a um projeto de poder onde a prioridade é o partido e não o povo.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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PONTO LIVRE

"Assembleia de SP oficializa 'gazeta' e libera servidor de registrar ponto diariamente." A questão é simples, é tanta gente como "barnabé" que não há nem cabide para pendurar o paletó e eliminar o ponto é forma de "ajeitar" o povão sem mesa e sem cadeira.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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O EXTREMO DA CRUELDADE

Nos últimos deis dias quatro pessoas foram assassinadas com tiros na cabeça na cidade de São Paulo. Os bandidos chegaram ao extremo da crueldade, sem que autoridade alguma tome as providencias que urgem necessárias. São Paulo, maior estado da federação, já era tempo de encabeçar um movimento, dando um basta a criminalidade que assola nosso estado. Como se tudo isso não bastasse, vem o governador Alckmin, na maior cara de pau, tentar sensibilizar o cidadão de bem, fazendo pronunciamento na TV dizendo que, lamenta muito a morte do..., só lamentar nada resolve senhor governador, o que resolve mesmo, é ações, já passou da hora de mudar nossas leis, olho por olho dente por dente.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

 

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URGÊNCIA NA SEGURANÇA PÚBLICA

A onde violência que assola São Paulo não seria menor se o PT fosse o detentor do poder, provavelmente seria ainda pior. Mas o que vale ressaltar é que urge que o atual governador do PSDB, tome rapidamente medidas de contenção à essa violência urbana, senão esse será o grande mote da oposição, leia se PT nas eleições à governança de São Paulo em 2014. A sensação de falta de segurança pública derruba qualquer governo e por aqui não será diferente. No curtíssimo prazo os eleitores seguramente priorizam segurança, depois a saúde, transporte, etc., etc. Criar um clima para rejeição ao atual estado das coisas relativas à segurança, o PT sabe fazer, como ninguém sabe. É de bom alvitre que os tucanos de alta plumagem que têm ninho nas terras bandeirantes busquem soluções eficazes, urgentemente. O pessoal do PT já está se mexendo, e não pouco. Quem viver verá.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

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A CULPA É DAS LEIS

A quantidade de crimes praticados - assaltos, arrastões , sequestro e mortes, não é culpa das polícias, como escrevem muitos leitores, mas das leis. As penalidade são ridículas: não há prisão perpetua, saidinhas em dias dos pais, mães, natal regimes semiaberto e aberto, criminosos com fichas quilométricas são presos por novos crimes e liberados por juízes, etc. e os criminosos aproveitam para novos crimes pra conseguir dinheiro para comprar drogas. Se, no Planalto e no Congresso, houvesse figuras competentes e interessadas no bem dos cidadãos, essas anomalias seriam corrigida por leis novas.

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

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AÇÃO CONJUNTA DE TODA A SOCIEDADE

A violência urbana é um problema que afeta a ordem pública e toda a sociedade, independente de classe social. Esse mal vêm amedrontado as pessoas e muitas vezes impedindo-as de realizar diversos tipos de tarefas. Não há uma causa específica para a violência, apesar de muitos especialistas apontarem a má distribuição de renda como fator principal. De fato, a desigual distribuição de renda desencadeia um circulo vicioso que vai da privação da educação e de condições básicas de saúde e moradia até o desenvolvimento de caminhos ilegais e a criminalidade. Mas, por outro lado, se a pobreza realmente fosse a causa principal da violência urbana brasileira, cidades nordestinas teriam os índices mais altos de violência. Sendo assim, outras causas seriam a desestruturação familiar, o desemprego e o crescimento do crime. Pois é, as consequências da violência são terríveis, o crescimento do tráfico de drogas, o aumento de crimes extremamente violentos que começam por brigas familiares, de bar ou de trânsito. Sem falar nos roubos que aumentam ainda mais o medo e falta de liberdade dos cidadãos. A solução para a violência urbana não é aumentar o reforço policial como o governo já tentou fazer, mas sim tentar conscientizar toda a população da importância que a ação conjunta de toda a sociedade tem no combate a violência urbana. Contribua você também, pequenos atos podem contribuir para acabar com a violência urbana.

 

Antônio Dias Neme antonio.neme@superig.com.br

São Paulo

 

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