Fórum dos Leitores

POLÍTICA ECONÔMICA

O Estado de S.Paulo

21 Janeiro 2013 | 02h06

Só faltava essa!

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, tenta domar a inflação no grito e depois não quer que os analistas soltem gargalhadas por suas ações. Num ato de desespero, solicita ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que o aumento da tarifa do metrô de São Paulo seja adiado e este, como "bom moço", atende ao pedido, talvez já pensando, como é de praxe na política, num toma lá, dá cá. Esquecem que quanto mais se demora a tomar uma medida, mais o problema se agiganta e se torna indomável. Acho que a presidente Dilma Rousseff e os paus-mandados Mantega e Alexandre Tombini, presidente do BC, não sabem quanto é duro viver com esse verdadeiro cancro chamado inflação, ou foram maus alunos e não aprenderam a lição. Fico com esta última opção, pois continuam péssimos em matéria de administrar. Portanto, sra. "presidenta", vou clarear sua memória: a inflação é o pior dos impostos, pois os mais atingidos são os pobres, seus filhos, ao menos é assim que gosta de ser vista, que lhe dão alto índice de aprovação.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Até tu, Alckmin?

Que o Haddad, petista pau-mandado, colabore com as manobras do Mantega para aliviar os índices inflacionários não é surpresa. Mas tu, Alckmin? Que decepção!

F. G. SALGADO CESAR

fgscesar@hotmail.com

Guarujá

Inflação

Os pedidos do ministro Mantega para São Paulo e Rio postergarem aumentos de preços das passagens de ônibus, metrô e sabe-se mais o quê mostra a incapacidade do governo petista, que, em vez de administrar a inflação, prolonga a angústia na expectativa do que poderá vir.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

O dobro

O fato de o ministro da Fazenda pedir ao governador Alckmin que adie o aumento da passagem do metrô (a data é sempre 1.º de fevereiro) prova que a inflação já chegou e não é a que o governo divulga. É pelo menos o dobro.

OLYMPIO F. A. CINTRA NETTO

ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

Ninguém segura mais

Haja falta de vergonha para maquiar ainda mais a inflação com o reajuste da gasolina, do óleo diesel, das passagens de ônibus e tudo o mais que aumenta por causa dos combustíveis. Ninguém segura mais a inflação, nem com "reza braba". Mas a conta de luz vai diminuir, em cumprimento à determinação judicial pelo que o PT se apropriou dos brasileiros durante sua (indi)gestão desastrosa. Ainda restam dois anos de (des)governo Dilma e temos pela frente a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, fiascos que se aproximam... Enganaram-nos tanto, como explicar? E agora?

MARIA TERESA AMARAL

mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

INSEGURANÇA PÚBLICA

Cidade do medo

Interessante a leitura das cartas de leitores no Fórum, em especial as de sexta-feira, todas, sem exceção, criticando Lula, Hadad e o PT. Tudo bem. Mas me admira, e lamento, que não haja nenhuma criticando e exigindo medidas drásticas contra a inacreditável onda de crimes brutais que vêm assolando a nossa capital, cuja grande maioria dos habitantes vive com medo de sair de casa. Proponho que o Estadão desencadeie uma campanha contra isso, especialmente visando à alteração da idade dos "de menor" para, no mínimo, 14 anos.

LUIZ FERNANDO DE MATTOS

lfmattos@terra.com.br

São Paulo

População desprotegida

Pesquisa mostra que 90% da população paulistana se sente desprotegida. Gostaria que igual pesquisa fosse feita em todo o País, tenho certeza de que surpreenderia. Todo o Brasil se sente desprotegido porque nossas leis estão ultrapassadas. Os bandidos cometem crimes atrás de crimes sem sequer serem identificados. Os criminosos cumprem apenas um sexto da pena e, como nossas cadeias são obsoletas e não têm condições para reintegrar detentos à sociedade, são quase que 100% os reincidentes. O problema está nos legisladores, que não trabalham, nosso Código Penal é do tempo das cavernas, a Justiça é tremendamente morosa e o governo federal, ineficiente no combate à entrada de drogas e armas no País. Essa pesquisa foi feita em São Paulo somente porque a falta de segurança será a bandeira do PT para tomar de vez o Estado. Queria ver qual seria o resultado da pesquisa nacional.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Povo infeliz

Que frase idiota a do governador Alckmin: "Sensação de insegurança é normal"! Um povo que tem essa sensação nada mais é do que um povo infeliz. E é essa infelicidade que S. Sa. nos está proporcionando desde que assumiu o governo do Estado de São Paulo, com a ineficiência de sua Secretaria da Segurança Pública.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

Anormal não é 'normal'

Acho que Alckmin é bom governador e deveria manter-se em pé para o próximo embate, mormente considerando que já é vítima da virulência da campanha petista que nos quer impor o apedeuta em nossa São Paulo. Mas não pode chamar de normal a reação dos paulistas contra o estado de caos e violência incontrolável que nos impõe a pena de morte gratuita e diária. É preciso mais, reagir com sangue nas veias e, além da determinação, ações proporcionais às dos criminosos. São Paulo é a flor do País, por isso é invejada pelos "Orcs" da cambada penitenciária. Cabe-lhe honrar sua tradição de liderança, inteligência e autonomia. Não pode ser tolerada a invasão da nossa terra. Custe o que custar. Estamos indignados, apavorados e queremos defesa. Triplique, quadruplique ou mais a força policial e acabe com a prevalência do crime, é o mínimo que se pode esperar de uma autoridade máxima em cargo. Para cada bandido, que tenhamos número maior de mocinhos, é a regra que deu certo nos EUA, no Brasil de outrora e funciona no resto do mundo.

RONALDO PARISI

rparisi@uol.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Paulo Maluf

O novo aliado do PT poderá, assim como seus parceiros de governo, alegar que a Corte de Jersey fez um julgamento de exceção. Pautada pela imprensa golpista e conservadora do Brasil. Maluf é, portanto, tão inocente quanto Dirceu, Genoino, João Paulo Cunha e Delúbio.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

MORDENDO A LÍNGUA

A presidente Dilma Rousseff, que corneta por todos os lados que em seu governo não existiu nem existe risco de apagão, no exato dia em que visita o Piauí provou do seu próprio veneno... Neste Estado do Nordeste, com apenas 3,2 milhões de habitantes, 33 de seus municípios, ou 47% da população, ficaram literalmente sem energia. Isso é apagão, ou não é? Dilma, hoje mais para “mãe dos PIBs pífios” e das “farsas contábeis”, que vem perdendo credibilidade entre os formadores de opinião e também com os grandes investidores, talvez fique até literalmente sem luz para pedir desculpas a Nação, por preferir a arte da embromação a enfrentar as graves prioridades que impedem a nossa economia avançar.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VAQUEIRA

Bastante apropriada a vestimenta de vaqueira usada por Dilma na sua visita ao Piauí. Com o Pibinho, a inflação, o apagão e muita coisa ruim batendo à sua porta, a sua vaca está perto de ir para o brejo. O gibão de couro que ela vestiu como treinamento vai ser muito útil neste momento.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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BRASIL, PAÍS DO JEITINHO

O jornal Financial Times disse que o Brasil adota o famoso “jeitinho” na economia. Nenhuma novidade, já que o Brasil sempre foi conhecido lá fora como o país do jeitinho e, com o governo do PT, essa prática tem se especializado. O Banco Central (BC) usou o jeitinho na manutenção da taxa de juros e na diferença entre o que a instituição de fato anuncia e as taxas de fato cobradas. Maquiagem pura! Mas o que dizer de um governo que gasta muito e gasta mal e nem está conseguindo controlar a inflação?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ATRAPALHA

Volto a bater nesta tecla que venho acionando desde o governo Lula: este pessoal do Ministério da Fazenda não tem competência para administrar o real e manter a inflação sobre controle sem o jeitinho brasileiro. Agora esta fama é internacional e atrapalha o comércio exterior, deixando o Brasil inferiorizado em relação às outras economias. Se continuarem por mais tempo, será muito difícil a recuperação ao sucessor da Dilma em 2014, que mantendo esta política econômica certamente perderá a reeleição.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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COM ‘JEITINHO’

Assim é mole controlar inflação. É só pedir para não aumentarem os preços. Assim até eu. Não precisa de economista para isso. O pior é que seguram agora e quando autorizam, aumentam o que não permitiram mais o que tem que reajustar, ou seja, pancada em dobro. Isto foi o que fez o governador Sergio Cabral (RJ), quando não autorizou o aumento dos preços nas passagens em 2010, porque era ano de eleição e queria um 2º mandato, e quando foi reeleito autorizou em 2011 o aumento não autorizado mais o aumento normal. O povo, cego como sempre, gostou e bateu palmas, como está fazendo agora com este pedido da presidenta Dilma. Vão dizer: “a presidenta Dilma é legal, pediu para não aumentarem o preço das passagens”. E dá-lhe índices de aprovação. Assim qualquer um. Com politicagem? E o povo? Bem, o povo ainda dorme. Não façam barulho para não acordá-lo. O povo dá uma de avestruz.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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PIB E INFLAÇÃO

Cara presidente Dilma, ao contrário de querer ensinar países europeus como sair da crise, proponho que a sra. faça uma viagem a países mais próximos, como Chile, Colômbia para junto com seu ministro da Fazenda, aprenderem com conseguir um crescimento da ordem de 5% e uma inflação na casa dos 2,5% anuais.

Carlos Angelo Ferro carlosangelo@uol.com.br

Mogi Mirim

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LIXO

Uma coisa que os petistas não sabem é na sistemática contábil, o “lixo” que você esconde hoje retorna amanhã no próprio sistema. A inflação contábil deste ano é quase 7%, escamoteada para quase 6%, então o primeiro dia de janeiro já começa com um “lixo” embaixo do tapete da diferença. Como não há clima algum nem para desenvolvimento, e muito menos para a redução de inflação, é de se esperar que estamos aceleradamente nos aproximando da inflação dos dois dígitos, que coroará a obra petista do “poste de Lula”. Não é à toa que o consultor Delfim Netto, o mesmo da camuflagem de performance do governo do milicos, anda meio sumido dos noticiários, toda ratazana sabe quando o barco já furou o suficiente para debandada.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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ALTANEIRO

Corrupção em alta, gastos com cartões corporativos em alta, risco de apagão em alta, inflação em alta, falta de credibilidade em alta, incompetência em alta, insegurança em alta, má distribuição de renda em alta, miséria em alta, descaso e desrespeito com pacientes nos hospitais públicos em alta. Governo altaneiro este, hein!

Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

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ANDANDO PARA TRÁS

O gerenciamento da economia brasileira na mão do governo PT regrediu à época pré plano Real, haja vista a total falta de planejamento a curto, médio e longo prazo de infra estruturas fundamentais para um crescimento sustentável. Tomando como exemplo o que está acontecendo com a tão comentada situação da gasolina com preços tendo que ser aumentados para acobertar a falta de capacidade de gestão, falta de planejamento e investimento e a necessidade de acobertar desvios de dinheiro para outros fins políticos e não para a da produção, sem contar os desvios para alimentar a corrupção. O preço de nossa gasolina já é bem maior que de alguns países não produtores de petróleo. O governo e a direção atual da Petrobras vende a idéia da necessidade do aumento para viabilizar investimentos, mas não toma nenhuma atitude em sanear a estrutura de cabide de empregos e na capacitação técnica de seus dirigentes. Define preços dos combustíveis por decreto e não deixa ou cria a livre concorrência de mercado regular esses preços. Não cria estoques reguladores para o biocombustível como, por exemplo, o álcool combustível, deixando o mercado sempre na expectativa de obter boas safras no ano corrente, centraliza a venda e distribuição desse produto impedindo a livre concorrência para regular os preços ao consumidor. Incentiva e financia a aquisição de automóveis sem primeiro se preocupar com o aumento do consumo de petróleo e combustíveis e ainda não investe na segurança das rodovias e vias públicas. Outro exemplo é a da redução por decreto, e político, da energia sem o correspondente investimento na modernização do sistema, no planejamento e investimentos ou incentivos para geração de energia alternativas para aumentar a geração, vide investimentos feitos na geração eólicas no Nordeste parados por falta de meios de transmissão e interligação com sistemas existentes, sem contar é claro, com a falta de investimento em qualificação de técnicos operacionais e na fiscalização daqueles cuja operação é terceirizada ou privada. Outros fatores que apontam para a destruição do plano Real são as constantes manipulações dos indicadores de mercado como, por exemplo, o da inflação que como mostra o aumento da própria cesta básica de alimentos muito superior ao índice oficial de inflação divulgado pelo governo, assim como os preços de serviços em geral. Todas as medidas econômicas estão sendo tomadas de forma pontual e intempestivamente sem o menor planejamento. Essa situação é a mesma que já vimos em governos anteriores ao plano Real e sabemos muito bem aonde leva essa falta de competência administrativa, á estagnação econômica e industrial, à paralisação do crescimento sustentável à inflação descontrolada e suas consequências.

Marco Aurélio Rehder marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

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TEM JEITO

O tal “jeitinho” brasileiro para tudo, orgulho da raça, é motivo de escárnio e chacota internacional, como estampado na matéria do Financial Times da semana passada sobre a economia tupiniquim. Ter criatividade para descobrir atalhos e novos caminhos, sair de situações difíceis e intrincadas, dourar de vez em quando a pílula e driblar a adversidade, transformando limão em limonada, é predicado de grande valia, mas não pode ser moeda corrente no dia a dia, sempre, a qualquer hora e lugar. Nenhum país sério do mundo vive só de improvisos, desvios, enganações e quetais. Se não tomar jeito e encontrar seu norte, com a aplicação eficaz de organização e método, razão à frente da emoção, o País estará condenado a continuar à base do improvisar hoje, remediar amanhã, reparar depois e atrasar sempre. Se deixar o “jeitinho” de lado, o Brasil tem jeito.

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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O EXEMPLO QUE VEM DO CAMPO

Tudo verdade aquilo que escreveu o economista Alberto Tamer, em sua coluna na página B7 na edição de 17/1, referente à agricultura brasileira. Nós, produtores rurais, sabemos que "vira e mexe" estamos salvando a balança comercial do País, assim como também é verdade que continuamos investindo no negócio agrícola. O problema é que o economista precisa observar que a situação da agricultura brasileira está boa neste momento em específico, mas é muito frágil para enfrentar uma condição adversa, pois existe uma grande corrente, composta por diversos elos que compõem a cadeia e o negócio agrícola brasileiro, que o governo federal simplesmente faz questão de ignorar. Um desses exemplos foi o recente incremento dos juros do Finame-PSI e há rumores que no segundo semestre já subirá outra vez. Essa linha de crédito é uma ferramenta fundamental para modernização do parque de máquinas, das estruturas de armazenagem e irrigação. Mas é assim mesmo, a hora que o governo vê que a medida começou a surtir efeito e que aquilo pode gerar lucro para fabricantes de equipamentos e produtores rurais, os socialistas de plantão da equipe econômica logo fazem questão de aumentar os juros, taxas, contribuições, etc. Já os juros do custeio agrícola, que no governo FHC (aquele da herança maldita) representava entre 30% e 35% da Selic e neste governo, quase 70%, ninguém se lembrou de reduzi-los, adequando à nova realidade da economia nacional. Outro ponto é o fato dos trabalhadores rurais trabalharem sob a onerosíssima legislação trabalhista brasileira, em que, quanto mais ele se qualifica, se capacita e aumenta sua produtividade como profissional terminando por ganhar mais, o governo trata de abocanhar quase a metade do seu salário para não lhe dar absolutamente nada em troca. Por outro lado, o absurdo Funrural (que são 2,3% sobre o valor bruto da produção. Isso mesmo, 2,3% sobre o faturamento bruto!) que na minha opinião deveria ser destinada à um Fundo do Seguro Agrícola Nacional, é um ente fantasma, uma alma que vaga sem corpo. Eu, que sou produtor no Estado de São Paulo, tenho a vantagem de ser atendido por boas estradas e não tenho muitos problemas com logística, mas sofro ao ver nossos irmãos agricultores do Centro-Oeste e Nordeste penando com estradas federais que estão em situação calamitosa há anos, malha viária implantada pelos governos militares e estagnada há 40 anos. Isso sem falar nos portos, que apesar de terem até um ministério, 80% da soja brasileira é exportada por Santos e Paranaguá, viajando até 2.200 km. das planícies do Mato Grosso sobre rodas, para poder ser embarcada nos navios. Por fim, digo ao Sr. Alberto Tamer que o agricultor brasileiro é um teimoso inveterado e que de tanto teimar acaba carregando o Brasil nas costas, mesmo tendo que escapar das inúmeras "rasteiras" que o governo tenta nos passar dia após dia, ano após ano, safra após safra.

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

Buri

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PIBINHO

Parece que o governo está adiando a publicação do PIBinho brasileiro de 2012 para dar mais tempo a nosso economista chefe de usar sua criatividade para empurrar o numero acima de 1%. Pois abaixo disso seria uma vergonha internacional e provavelmente comprometeria seu alto e rentável cargo.

Renzo Orlando renzoorlando@uol.com.br

São Paulo

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SAIA JUSTA E CURTA

Sabe-se somente agora que a presidente Dilma vestiu uma carapuça apertadíssima quando politizou à exaustão o racionamento de eletricidade da era FHC. Os apagões do ano 2000 tinham problema de fundo climático, mas a propaganda petista sempre procurou explorar politicamente o que chamou de “equívocos da política de energia elétrica tucana”. Agora, apesar da pose de avestruz e de todos os eufemismos para aliviar a gravidade dos problemas, é a administração Dilma que enfrenta apagões elétricos provocados pela seca e por combalidos reservatórios d’água. Contudo, a presidente tem vantagens que faltaram a FHC. Ela pode contar com a inestimável ajuda do ministro Guido Mantega, que “providenciou” um “pibinho” para “amenizar” o problema. E conta ainda com outra ajuda providencial: as usinas térmicas, solução desenhada pelo governo FHC. Com tudo isso, se a presidente não mordeu a língua, pelo menos FHC deve estar rindo à toa.

Felipe Pugliese fpugliesejr@gmail.com

São Paulo

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BC DO BRASIL, DESCRÉDITO TOTAL

Agora são especificamente o ministro Mantega e o Banco Central acusados por um dos principais jornais do mundo, na área econômica. Diz o Financial Times que o ministro e o BC usam o “jeitinho brasileiro”, beirando a ilegalidade, para anunciar informações diferentes quanto à taxas interbancárias realmente operadas. Anunciam uma e operam outras. O “jeitinho brasileiro” é, como a maioria pensa, uma das piores qualidades de pessoas que gostam do “tirar proveito”, como furar filas, roubinhos no supermercado e atos semelhantes. Depois de “arrumarem” as contas públicas para parecerem o que não eram como ocorreu no apagar de 2012, essa equipe bem que merece o pejorativo.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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O ‘JEITINHO’ NA CONTA DE LUZ

O “presente de Natal” que a “presidenta” anunciou, em prosa e verso, que daria ao povo brasileiro, já chegou! Pelo menos, lá em casa! Neste mês de janeiro, com vencimento em 7/1, chegou a conta de luz do mês de dezembro/2012. E nesse mesmo dia, 7/1, para nossa surpresa e estupefação, apareceu o Funcionário da CPFL, encarregado da “leitura”, para proceder nova leitura (na conta de dez/2012, estava escrito que a “próxima leitura” seria em 22/1). E para nossa indignação, eis que chega a nova conta, já do mês corrente, janeiro/2013, com vencimento para 21/1. Questionei a CPFL, pelo 0800, constante na conta, e a explicação, um tanto sem graça, da atendente, dizendo que, de acordo com a nova portaria da Aneel, a partir deste mês, as contas de energia teriam seus vencimentos alterados e antecipados, para o próprio mês do consumo. Perguntei-lhe, antes de desligar, se era esse o “presente” de Dona Dilma? Mesmo sem vê-la, deu para perceber que enrubescera e, sem graça, assentiu, concordando! Quer dizer, como a presidenta anunciou que os descontos ofertados e “bancados pelo seu governo” seriam concedidos a partir de março, tratou logo de “fazer caixa”, para poder “honrar o compromisso”. Se, realmente, houver esse benefício, será um pseudodesconto, pois, a mudança no vencimento, daqui em diante, compensará a bonificação e ainda sobrará algum trocado para o “bando” dividir entre si! Fala sério!

Eduardo Grígolo egrigolo@uol.com.br

Jundiaí

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A CONTA AINDA É NOSSA

Depois que a presidência da maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo foi entregue a um sindicalista incompetente, para não dizer de moral duvidosa, e se transformou em chiqueiro do PT, causando imenso prejuízo aos acionistas, dona Dilma vem à TV e, em uma total prova de desconhecimento, incompetência e irresponsabilidade, vomita mil facilidades para baratear o custo da energia. O resultado não demorou muito, R$ 40 bilhões de prejuízo aos investidores que foram à Bolsa e investiram nas elétricas. O que revolta em tudo isso é o silêncio transformado em apoio a esse governo dado pela maior parte da imprensa nacional, além da conivência da oposição. A maior rede de TV do País, de tempos em tempos, se alinha a essa imprensa comprometida e oferece um sacrifício ao altar da burrice para satisfazer as corruptas divindades planaltinas, enquanto a sociedade continua pagando a conta.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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SINAL INVERSO PARA O CONSUMIDOR

Referente ao interessante artigo de Cristopher Vlavianos Sinal Inverso para o consumidor de energia, do dia 12/1/2013, página B2, talvez caibam as laicas considerações a seguir: Vinha da época colonial, tanto por aqui quanto no hemisfério norte, o conceito de que “índio bom era índio morto”, que, generalizando para a Natureza, evoluiu para “rio bom é rio morto”, ou seja, rio represado, onde não exista mais a sua riqueza original. E na época do regime militar foi-nos colocado também, truculentamente, “goela a baixo”, a ideia de que no Brasil a matriz energética é limpa, barata, não poluente e renovável, já que a água um dia voltará na forma de chuva. Possivelmente influenciado pelo “lobby” das grandes construtoras, com a mesma truculência, foram criados os mega-projetos, para os quais nunca faltaram verbas, ao contrario da Educação para acompanhar tal “desenvolvimento”. “Quando o bolo crescer será dividido”. “Educação” seria algo abstrato, a ser desenvolvido posteriormente. Bem mais recentemente o ex-prefeito Paulo Maluf conseguiu eleger o seu sucessor com duas “bandeiras” básicas: O “fura-fila”, por vários anos um “elefante-branco” inútil, e o PAS, o Plano de Assistência à Saúde, para o que nunca faltou verba. No governo do presidente Lula, para eleger a sua sucessora, criou-se, com incrível semelhança, senão pura caricatura do PAS, o PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, cuja então chefe, hoje presidente, com a mesma truculência das épocas passadas, vem impondo faraônicos projetos como se não pudesse ficar atrás dos antecessores em matéria de “esperteza”, entenda-se “subvenção de construtoras”. Dai as transposições do Rio São Francisco, as hidrelétricas na Amazênia, etc., para os quais não há de faltar verba, como falta para a linha de transmissão do Parque Eólico do Ceará, mesmo que “autoridades no tema” tenham reconhecido, oportuna e perspicazmente, a importância dessa fonte, eólica, para a economia de água nos reservatórios, cujo nível tem incomodado o sono das nossas autoridades. Como educação e cultura não são prioridades, e as riquezas devam ser repartidas, o costume mais “civilizado” hoje é ligar o “ar condicionado” no máximo e escancarar as portas para ventilar e combater o calor. Aberrações piores se veem, mesmo em ambientes universitários, onde, por exemplo, seguindo modelos importados, se coloca numa sala de parto um “berço aqueido”, mesmo que a temperatura no exterior esteja em 30° C, razoavelmente obsoleto, que dispersa 90% da energia consumida na forma de calor para o ambiente e não para o recém nascido, e ai, como fica aquele “calor insuportável” liga-se um “ar condicionado” em cima. Ou seja, no mesmo ambiente liga-se dois aparelhos consumindo energia elétrica “barata”, competindo entre si. E com certeza essa energia consumida é contada como “fator de desenvolvimento” econômico, algo, de certa forma, estimulado pelo próprio governo. Assim podem fazer todas as represas possíveis na Amazônia, nossa “ultima fronteira energética inexplorada” que não vai dar conta. Recentemente um engenheiro colocou na sua residência painéis solares para produção de, pelo menos, parte de sua energia. Caso sobre, ela poderá ser vendida e ai os consumidores poderão reavaliar o próprio uso da energia. Esse consumidor saberá o valor dessa energia. Do contrário, o consumidor continuará com o “sinal inverso”.

Caio Quintela Fortes caioqf4@hotmail.com

São Paulo

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DESPERDÍCIO

Um dos grandes males entre nós, brasileiros, e que contribui para um possível racionamento de energia elétrica no curto prazo é a calamidade dos desperdícios que se verifica no nosso país, entre eles a da energia elétrica. Ruas com luzes acesas em pleno dia de sol a pino, além do hábito de não apagar luzes nos cômodos das casas e nós escritórios quando não em uso são apenas exemplos que se repetem com outros ocorrências como o de alimentos, para só citar dois segmentos entre muitos outros. É necessário educar melhor nossos hábitos.

Pieter W. Prange pieterwp@terra.com.br

Cotia

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O APAGÃO DOS INADIMPLENTES

Não duvidem, qualquer dia desses o governo ainda vai dizer que a culpa pelos apagões de energia é nossa, porque o povo brasileiro não sabe economizar energia. A aula é dada pelos banqueiros, que dizem que o juro é alto por que o brasileiro é inadimplente!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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AUMENTO DO PREÇO DA GASOLINA

O aumento do custo da gasolina, evidentemente que desencadeará uma maior procura pelo álcool. Acontece que não houve incentivo para a produção do álcool que certamente faltará. Ai, o consumidor evidentemente também, continuará sendo o maior prejudicado como acontece há muito tempo na maior república das bananas da América do Sul.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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ESTÍMULO AO ETANOL

Até pouquíssimo tempo atrás, o governo justificava a gasolina alta alegando que o etanol misturado a ela era muito caro. Agora, vai estimular a produção do etanol, já que o preço da gasolina está alto? Juro, eu só queria entender.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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ÁLCOOL NA GASOLINA

Com 25% de álcool, a gasolina não será aprovada nem no teste do bafômetro.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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COMBUSTÍVEIS

Será que, aumentando gasolina e o óleo diesel, vou incentivar a produzir o etanol?

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

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CEF X FINANCIAMENTOS DE IMÓVEIS

A Caixa Econômica Federal (CEF) reduziu os juros para o financiamento de imóveis com valor acima de R$ 500 mil. O vice-presidente de Habitação e Governo da Caixa, José Urbano Duarte, declarou que a medida foi adotada para oferecer condições atrativas também para o público de média e alta renda. Agora, gostaria que ele respondesse qual é o prazo para creditar o dinheiro do financiamento na conta do interessado, após a aprovação do processo? Pois fiquei sabendo, que normalmente o gerente da agência informa que dentro de 20 a 30 dias o dinheiro será creditado, mas na prática, está demorando em média cinco meses. A CEF está monopolizando os financiamentos de imóveis e não está conseguindo atender à demanda, dentro do prazo estabelecido, prejudicando compradores e vendedores de imóveis. Fica a dica para o Procon.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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CRACK – A POLÊMICA DAS INTERNAÇÕES

Temos três tipos de internações: voluntária, involuntária e compulsória. 1) Internação voluntária: aquela com o consentimento do usuário, quando este se conscientiza dos prejuízos próprios e de terceiros; 2) Internação involuntária: aquela que ocorre contra a vontade do internado, mas com autorização de um familiar ou a pedido de um terceiro; 3) Internação compulsória: contra a vontade do dependente, determinada pela justiça, sob orientação médica adequada, atestando que o usuário perdeu o domínio sobre sua saúde. Só agora o governo de São Paulo decidiu pela internação compulsória dos dependentes da cracolândia. Com esse modelo de internação irão tirar o usuário dos perigos que ele pode passar e/ ou causar nas ruas e o mais importante os dependentes em recuperação terão a possibilidade de decidir por sua vida, poderão optar pela recuperação, enquanto nas ruas seus pensamentos se resumem em conseguir as drogas, especialmente o crack “a droga da destruição”. Quando o dependente químico corre risco de vida ou coloca outros sob o mesmo risco e em casos mais graves, a internação compulsória (determinada pela Justiça) seria a alternativa mais correta e segura, se formos aguardar seus pedidos de ajuda, só estaremos contribuindo com o enriquecimento dos traficantes, esses sim são procurados com frequência. Também não adianta apenas interná-los, é necessário capacitar os profissionais de saúde para melhor atendê-los. Após o período de desintoxicação os usuários em recuperação precisam ser motivados a continuar o tratamento. Tem que se trabalhar a prevenção da recaída, ajudar o paciente a encontrar outras fontes de prazer sem o uso do crack, e em muitos casos será necessário fazer um tratamento medicamentoso. Muitos usuários iniciam o uso das drogas na intenção de curtir um “barato”, e rapidamente chegam ao uso do crack e acabam se afastando de suas famílias, de seus amigos e passam a viver em função da droga e dos traficantes que estão sempre a sua disposição, pois estes querem os usuários sempre próximos de si. O crack tem se tornado a droga mais destruidora de vidas e famílias na atualidade. Fumar o crack é a via mais rápida de fazer com que a droga chegue ao cérebro e provavelmente esta é a razão para a rápida progressão e para a dependência. A dependência química é uma doença crônica, o uso do crack faz com que o indivíduo perca o controle sobre sua vida, sua única prioridade é fazer o uso da droga. A mídia está veiculando “internação involuntária”, mas como sabemos que para tal é necessário que uma pessoa da família ou um terceiro tenha a iniciativa de solicitar este procedimento da área médica especializada. Ocorre que na maioria das vezes essas pessoas (necessitadas), frequentadores da cracolândia em São Paulo, já se encontram abandonados por seus familiares, ou vice-versa, e a partir daí passam a não ter nenhum tipo de contato entre ambos. A meu ver, a “internação compulsória” neste momento seria a melhor solução em benefício do próprio dependente, muitos serão contra, mas resta uma esperança para a recuperação e quem sabe dará certo?

Adriana Moraes adri.psi@ig.com.br

São Paulo

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A SOCIEDADE TEM DE SE MANIFESTAR

Crack é apontado como o principal caminho entre a infância e a ameaça de morte. Eles já experimentaram a violência tantas outras vezes que têm dificuldade para reconhecer como é uma vida sem ameaça. São tão seduzidos pela violência, que o primeiro desafio enfrentado é mostrar que não há glamour em ser ameaçado. Adolescentes, dependentes químicos e ameaçados de morte. Dívida por droga é o principal motivo. Meninos deixam a vida por causa da dependência química. A nota de R$ 10 que eles não entregam na “boca” para pagar o quanto devem por uso de crack vira o preço médio de suas vidas. Nunca ninguém contou quantos deles morreram por não darem dinheiro ao mercado paralelo de entorpecentes. Sob a forma de algarismos, estes meninos estão misturados entre os dados que fazem da violência a principal causa de morte de homens brasileiros entre 10 anos e 25 anos. Estão também entre os números que contam a escalada de 32% de homicídios nos últimos 15 anos. Freqüentam ainda as informações sobre déficit de vagas para tratamento clínico – e eficiente – para combater o vício nas drogas. Dá pena ver os jovens se afundando no mundo das drogas e saber que as leis teriam de ser mais severas para pessoas que vendem drogas. O governo tem de repensar, pois do jeito que está não pode mais ficar. A sociedade infelizmente não tem coragem de se manifestar e de cobrar dos nossos representantes estes fatos absurdos.

Antônio Dias Neme antonio.neme@superig.com.br

São Paulo

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AQUI NÃO SE VENDE MAIS CRACK!’

É de estarrecer quando o Estado vive fora do comando nas comunidades carentes. Traficantes na favela do Parque União, no Complexo da Maré no Rio de Janeiro, chegam ao desplante de colocar faixa indicando que naquele local não existe mais venda de crack. Colocaram faixa anunciando como se faltasse qualquer tipo de mercadoria legal que o comerciante resolveu não mais vender ou representar. Com certeza não é pela pressão do estado e comunidade, mas porque o crack comprovadamente destrói a vida dos seus clientes, preferindo talvez voltar o comercio ilegal para drogas que dê ao viciado mais tempo de vida. Destrói do mesmo jeito, mas com maior duração de vida, portanto mais rentável ao traficante. Que sirva de alerta a todos os dirigentes do país. Exemplo do que significa o Estado governar de costas para o trafico cada vez mais presente. Muito triste.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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OBRAS DA COPA – FICÇÃO

As obras da Copa 2014 viraram pura ficção, saem ou não saem? Até o momento apenas 3 (três) obras das 82 (oitenta e duas) prometidas estão mantendo o cronograma e os gastos. Já decorreram 3 (três) anos da assinatura da matriz de responsabilidade, em festa realizada no Palácio do Itamaraty em 13/1/2010, será que vai sair como planejaram? O que intere$$a é deixar grande parte das obras inacabadas e chegando próximas do início do evento, daí os gastos ficam fora de controle facilitando a elevação dos valores licitados e dos desvios, é i$$o aí... Dessa forma o país do futebol vai ficando no penta e mais desmoralizado no ranking mundial, mais uma obra da turma do PT, sorriam para não chorar.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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CHAPÉU ALHEIO

Lembro como se fosse hoje do dia em que o Brasil foi “escolhido” sede da Copa em 2014. Lula disse com todas as letras que o País não desembolsaria nem um tostão para sediá-la, todos os custos seriam pagos pela Fifa. Ledo engano. Falta pouco mais de um ano, das vinte e tantas obras programadas só três estão com o cronograma em dia, o País gastou bilhões e ninguém pode prever o valor final da conta que o farsante nos deixou. Notem, este é apenas um item da patuscada. Não contente, o doutor honoris causa, o camaleão de Garanhuns, ainda anda dizendo que viajará pelo Brasil para mostrar ao povo os avanços de seu governo. É mole?

Ruy Colamarino 1945.ruy@gmail.com

São Paulo

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QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

O que aconteceria com o ministro do Esporte, Aldo Rabelo, se confessasse que as obras essências de infraestrutura para a Copa de 2014 vão mal?

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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COPA E OLIMPÍADA, UMA TEMERIDADE

Qual pessoa residente em uma das cidades do Brasil, em sã consciência, acha que temos condições de patrocinar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada? Acho que nenhuma, a não ser os aproveitadores que irão faturar horrores com as diversas construções. Nossa frota de veículos para condução é péssima, nosso metrô vive superlotado, não temos hotéis suficientes... Penso que é uma temeridade patrocinar esses eventos.

Agostinho Locci legustan@gmail.com

São Paulo

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SELEÇÃO BRASILEIRA

Apesar de o Brasil não disputar as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, é inaceitável que esteja no ridículo 18º lugar do ranking de seleções da Fifa. A Seleção Brasileira pentacampeã mundial está atrás de seleções inexpressivas como Equador, Costa do Marfim, Suíça, Grécia, Croácia, Colômbia. É uma decadência visível do nosso futebol, antes considerado como o melhor do mundo, lugar hoje ocupado com folga pela Espanha. Os cartolas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) só pensam em ganhar dinheiro e são os responsáveis por essa situação humilhante. Perdemos dois anos de preparação para a Copa com o fraco Mano Menezes no comando. Ganhar o hexa da Copa em casa virou obrigação. Queremos ver a Seleção Brasileira respeitando suas tradições campeoníssimas, jogando bem, vencendo e conquistando títulos importantes novamente.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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