Fórum dos Leitores

POSSE DE OBAMA

O Estado de S.Paulo

22 Janeiro 2013 | 02h06

Sucesso no novo mandato

Por mais quatro anos o mundo poderá respirar aliviado porque o presidente Barack Obama, que ontem tomou posse de seu segundo mandato, longe de buscar conflitos internacionais, como seu antecessor, está mais envolvido com a recuperação econômica e o bem-estar dos americanos. Esse presidente, que recebeu uma verdadeira herança maldita de George W. Bush, mesmo assim conseguiu avanços no quadro econômico e o produto interno bruto (PIB) cresceu, em 2012, próximo de 2%. Ou seja, o dobro do Brasil. Até o alto desemprego nos EUA está diminuindo. Sem o ufanismo retrógrado e populista do petismo, que desestruturou até o estratégico setor energético do Brasil, Obama, mesmo em meio a uma grande crise econômica, mas com um bom quadro de colaboradores e muita competência, em tempo recorde está recuperando esse importante setor. Ou seja, o sucesso que se espera do presidente Barack Obama, recuperando de vez a economia americana, certamente também será muito bom para o Brasil...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

APARTIDÁRIOS

Consequências negativas

A pesquisa do Ibope apontando elevado índice de brasileiros que se declaram apartidários (Apartidários são maioria no País pela primeira vez desde a redemocratização, 20/1, A4) mostra duas questões importantes. A primeira, por certo, o baixo nível de politização. E os motivos são muitos, entre os quais o comportamento de parte significativa da classe política. Por outro lado, há também quem insista nesses questionamentos negativos visando exatamente esse afastamento, o que não é nada positivo. Sem participação na política a comunidade sofre as consequências negativas, o que é de fácil comprovação.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Órfãos na política

Felizmente, hoje "os apartidários são maioria no País". Ainda assim, há um lado negativo nessa realidade. Os brasileiros estão órfãos na política. Depois do PT, não há mais nenhum partido em que acreditar e nos políticos, menos ainda. Política virou profissão e o poder, obsessão. O que esperar, ou com quem contar, se a ideologia por um Brasil melhor, defendida anos atrás, foi pelo ralo, juntamente com a ética, a moral e os bons costumes, levando sem nenhum constrangimento os que se acreditava ímpares, sem nenhum envolvimento com o pior da escória da nossa política?

MIRNA MACHADO

mirna.machado@hotmail.com

Guarulhos

Conscientização

Nos últimos anos foram tantas falcatruas, tanto abuso do dinheiro público e tantas promessas não cumpridas que o brasileiro começa a se conscientizar de que o melhor a fazer é se abster de ter um partido de sua preferência e se manter afastado da política em geral. Talvez isso constitua o primeiro passo para a conscientização do poder do povo unido e o quadro comece a se alterar. Esperança é o que nos resta, esperança é o que nos move.

M. DO CARMO Z. LEME CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

Nem no futebol

Fala sério, como pertencer ou apoiar um partido político no meio de 30? Não existe facção, objetivo ou ideologia para tanto. Nem em times de futebol isso acontece de verdade.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

Não há partidos no País

O principal motivo para essa situação é que não existem partidos políticos no País. O que temos aqui são aglomerados de pessoas com um pseudoprograma, que varia de acordo com o humor do "dono" do partido. Um exemplo nítido foi a aliança de Lula com Paulo Maluf para eleger Fernando Haddad prefeito de São Paulo. Foi uma decisão do partido? Qual direção de partido político sério tomaria tal decisão? E a reunião de Lula com Haddad? Fica bem claro que o PT não apita absolutamente nada nas atitudes políticas do seu chefe. Partidos políticos controlados por chefes ou coronéis não despertam mais nenhum interesse partidário no cidadão brasileiro.

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

Sempre foi assim

A maioria dos eleitores vota nesta ou naquela pessoa e pouco se importa com os partidos, os quais, sem ética, lançam candidatos palhaços famosos, corruptos foragidos, oportunistas do rádio e da TV e até "postes".

FAUSTO FERRAZ FILHO

faustofefi@ig.com.br

São Paulo

CONGRESSO NACIONAL

Politicagem

É inaceitável que políticos carreiristas, fisiológicos e oportunistas, vulneráveis do ponto de vista ético, estejam altamente cotados para o comando do Legislativo federal. A eleição de Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves revelará a qualidade dos políticos eleitos com nosso voto. Cada povo tem o Congresso que merece.

MARCELO DE LIMA ARAÚJO

marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Mogi das Cruzes

SUCESSÃO À VISTA

O papel do PMDB

Na situação política atual, o PT é detentor do poder central e de grande parte do território nacional. É evidente que esse poder advém de forte aglomeração de partidos nanicos que se contentam com cargos de segundo escalão. Mas, e o PMDB? Dentro de um mês terá nas mãos os três primeiros postos na linha sucessória da presidente Dilma Rousseff: o vice-presidente da República e os presidentes da Câmara e do Senado. O PMDB não se arrisca a concorrer à Presidência porque, de forma malandra, usufrui os dividendos sem ser molestado por desvios do governo. Nestes dez anos sempre esteve no poder sem correr riscos e agora, diante do desgaste do PT e de uma administração contestada por má gestão, o partido de Michel Temer diz repetir a chapa para 2014, mas terá um candidato próprio na eleição de 2018, quando o PT estará mais desgastado. Tanto Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) quanto Renan Calheiros (PMDB-AL) poderão dar muito trabalho nos dois últimos anos deste mandato da presidente Dilma.

JAIR COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Bingo!

Lula não será candidato em 2014 nem em 2018, diz o diretor do instituto do ex-presidente. Segundo Paulo Vannuchi, a atuação de Lula será focada em alianças políticas. Que pena, eu achei que ia ter o mensalão parte 2.

KALED BARUCHE

kbaruche@bol.com.br

São Paulo

CRACK E INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA

Higienista é a postura de quem se coloca contra a internação compulsória do viciado em estado grave, quando se sabe que o dependente compulsivo de crack pode ir a óbito. Dragados pelo vício, ficam sem condições de decidir por si pela preservação de sua vida. É preciso que cuidadores o façam por eles, com a devida avaliação de um conjunto de profissionais, como está sendo proposto. Se algumas ONGs são contra isso, então que cuidem dessas pessoas, que as convençam a abandonar a droga, se acham isso possível, que lhes deem abrigo e ofereçam a elas o cuidado que merecem como seres humanos incapacitados. Caso contrário, estarão condenando seres humanos em estado extremo de vulnerabilidade ao abandono na morte. Como podem questões ideológicas se sobrepor à preservação da vida humana? Testemunhei uma criança em estado gravíssimo pelo consumo do crack, não poder ser levada ao hospital, por se recusar a ir, por causa do vício, e nada pode ser feito por ela. Menino ainda, perdeu sua vida por causa de uma lei absurda e, graças à postura desumana de entidades que se dizem “defensoras dos direitos humanos”. Quanta inversão de valores, quanta hipocrisia e quanta falta de compaixão!

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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DEPENDENTES

Só é contra a internação compulsória quem nunca parou para pensar no desespero das famílias de dependentes. Deveriam assistir às sessões do AL-Anon (familiares de alcoólicos) e Nar-Anon (familiares de dependentes de drogas). As ONGs de rua, que não sei o que fazem pelos dependentes, têm de pensar que se dos internados à força 10% aceitarem o tratamento, já será uma vitória. Muito melhor do que deixá-los nas ruas chegando ao fundo do fundo do poço! Sinceramente, sem falsos humanismos.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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E O TRAFICANTE?

Por que mais uma vez vão “penalizar” os usuários de droga? Não seria mais prudente e inteligente equipar a polícia e prender o traficante? Vamos internar os usuários que se ressentirem pela falta de drogas...

Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br

Cotia

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OS VICIADOS E A CRACOLÂNDIA

Enquanto o governo do Estado de São Paulo faz enorme esforço para internar pessoas totalmente dominadas pelo crack, em contrapartida, na antiga cracolândia será construído o Memorial de Lula, com 17 mil metros de área construída num custo aproximado de R$ 70 milhões. Nossos digníssimos vereadores, em vez de doarem o local para que fosse construído um hospital com leitos e pessoas altamente qualificadas para a cura definitiva desses doentes do crack, reintegrando-os curados à sociedade, “doaram” para o Memorial de Lula, para que talvez tenha a mesma plateia do filme que conta sua história, cujos espectadores não passaram de 800 mil em todo o País. O que uma cambada de legisladores inconsequentes pode fazer com os bens de uma cidade! Legislar em favor dos habitantes pagantes de impostos ou de um pequeno grande ego de um ex-presidente que está até o pescoço envolvido com malfeitos? O ex-presidente passa, mas a cidade fica, com seus problemas endêmicos e que precisam de soluções imediatas em favor de seus habitantes.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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PARA ONDE IRÃO OS PACIENTES?’

Sou profissional na área da saúde mental já há 21 anos, o que me permite uma maior proximidade com a realidade daqueles marcados pelo estigma da doença mental (Para onde irão os pacientes?, 15/1, A2). No cotidiano, no atendimento individual ou grupal, nos deparamos com uma família fragilizada, sobrecarregada e sem alternativas ou recursos de apoio para as questões que se apresentam no seu dia a dia marcado pela doença. É importante destacar a precariedade dos atendimentos que são oferecidos para a população, que ficam horas ou até dias esperando a dura realidade que é a falta de vagas e de medicamentos. Constatamos que o processo de desospitalização com o incentivo do Estado gerou desamparo aos doentes mentais. O portador de transtorno mental grave requer cuidados constantes, não podendo ficar sozinho em função do risco de alta agressão, como também heteroagressão. Percebe-se também o preconceito da sociedade, pois na presença de um diagnóstico de transtorno mental é estigmatizante, a ponto de excluir o indivíduo de qualquer possibilidade de atuação social. Para o capitalismo, quem não produz é uma população sobrante, totalmente excluída. Reforma psiquiátrica, sim; desassistência, não.

Telma Domingues telma.ssocial@gmail.com

São Paulo

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A POSSE DE BARACK OBAMA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, terá, inegavelmente, um lugar honroso na história daquele país. Não apenas por ter sido o primeiro presidente negro, mas por ousar pregar a paz e a igualdade entre os homens. Uma nação que respeite melhor os estrangeiros que a construíram, os heterossexuais e homossexuais que lutam por ela no exército e os brancos e negros que a formam, sem dúvida é digna do mais profundo respeito. Obama não vai resolver o mundo em quatro anos, mas ao menos demonstrou interesse em temas estruturais para a um futuro pacífico e promissor, que são considerados “heresia” pelos conservadores hipócritas que ainda teimam em alimentar o ódio. E fez tudo isso no contexto do maior pilar da democracia americana: a liberdade. Parabéns, Obama!

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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OBAMA, SEGUNDO MANDATO

Creio que, num futuro bem próximo, a América Latina canalizará para si todas as atenções dos governantes dos Estados Unidos. O pan-americanismo será fundamental para o fortalecimento dos Estados Unidos no século 21.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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NO DEVIDO LUGAR

Enquanto o presidente Barack Obama, com a dignidade que o cargo exige, toma posse de seu segundo mandato nos Estados Unidos, no Brasil, internautas em pesquisa realizada no Facebook conferem ao nosso ex-presidente Lula o “Troféu Algemas de Ouro”, como o político mais corrupto de 2012. É mais uma proeza notável do petismo, porque Lula deixou para trás ninguém mais nem menos que um picareta da estatura moral de um Demóstenes Torres, eleito em segundo lugar (“Algemas de Prata”)! Agora, os petistas que não venham contestar essa enquete, porque, diferentemente de uma pesquisa eleitoral de âmbito nacional, em que os institutos entrevistam aproximadamente 2 mil pessoas, nesta do Facebook participaram 14 mil internautas... No devido lugar, o tempo é o grande aliado da verdade!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TROFÉU ALGEMAS DE OURO

Na pagina A7 do Estadão de ontem, uma foto que certamente mereceria ilustrar a primeira página do jornal. A entrega do troféu ao representante do apedeuta, eleito a personalidade mais corrupta de 2012, em pleito direto organizado na rede social Facebook. Após uma renhida disputa com o senador Demóstenes Torres, que chegou a liderar a disputa, o grande mestre recebeu 65,69% dos votos, uma vitória consagradora, que lhe garantiu o troféu Algemas de Ouro. Foi seguido pelo senador, que amealhou as Algemas de Prata, e pelo governador Sergio Cabral, com as Algemas de Bronze. Trata-se de um reconhecimento de grande repercussão internacional, obtido ainda em vida, uma justa homenagem ao homem que reescreveu a história do Brasil.

Geraldo Veloso velosogc@hotmail.com

São Paulo

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RUMO AO BI EM 2013

Lula venceu com folga a disputa do “Algemas de Ouro” 2012 como o político mais corrupto do Brasil. Na verdade, depois da constatação do seu envolvimento em tantos escândalos de corrupção, como o mensalão, o Rosegate, a tentativa de chantagear um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), sem falar na divulgação da imensa fortuna amealhada por ele, e guardada no exterior, era uma barbada essa eleição. E olha que ele bateu com facilidade concorrentes de peso como Maluf, Sarney, Demóstenes e Sergio Cabral. É sério candidato ao bicampeonato em 2013, pois depois de aberta a porteira, muita coisa vai aparecer sobre Lula neste ano.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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CAMPEÃO

Lula recebeu o troféu Algemas de Ouro, realizado por um grupo anticorrupção em uma rede social, e era só “camisa 10”: para ter uma ideia, Maluf ficou em penúltimo de dez candidatos. Parabéns, quem se esforça sempre alcança.

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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TROFÉU SIMBÓLICO

O Estadão estampou, na página A7, foto da entrega do troféu “Algemas de Ouro”. Os políticos “premiados”, em votação pela internet, foram: Lula, Sérgio Cabral e Demóstenes Torres. Parabenizo o Movimento 31 de Julho, que com seu espírito jocoso, próprio dos cariocas, instituiu esse simbólico troféu com a finalidade de expor à crítica pública políticos contra os quais pesam denúncias gravíssimas de má conduta no trato da coisa pública. Que esse movimento se dissemine é a nossa expectativa. Só lamento que essa foto não esteja em destaque na primeira página.

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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A VOLTA DE LULA

Lula está pegando carona na aba da presidente Dilma para ver se resgata sua popularidade encolhida a cada mês. O julgamento do mensalão provocou um grande estrago no partido que sempre se achou acima da lei, mesmo Lula tendo negado sua existência. Depois veio o escândalo envolvendo a senhora Rosemary Noronha, ex-secretária da Presidência da República em São Paulo, com a deflagração da Operação Porto Seguro, que indiciou a ex-servidora sob acusação de tráfico de influência e corrupção. É bem verdade que em alguns Estados mais atrasados da Nação, os brasileiros nem sequer sabem o que acontece na política porque muitas informações não chegam às casas das pessoas. Lula sumiu e, agora, volta fingindo que nada aconteceu. Será que ele pensa que as pessoas são bobas? Isso é que é subestimar a inteligência do eleitor. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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SUBMISSÃO

Nós, paulistanos, queremos o fim da submissão em relação aos nossos governantes imposta pelo ex-presidente Lula.

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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POSTE

E o poste começou a ser cobrado. “Après moi le diluve” (Depois de mim, o dilúvio). Palavras de Luis XV – rei de França – numa de suas falas. E o “rei” Lula deve ter acrescentado ao preposto Haddad: o dilúvio ou eu. “Habemus prefeitus”: Lula, o único.

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Bento do Sapucaí

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CONCELIOS E ÇUJESTÕES’

O vírus do Ipiranga, às margens flácidas, volta à cena dando palpites e sugestões, traçando “estratégias”, ensinando como seu subalterno deve trabalhar, proceder, politicar, junto com sua equipe de aspones. Um pé no federal, um pé no municipal da maior metrópole, um pé esticado para o estadual da locomotiva do País. Onde quererá colocar o próximo pé?

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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ANTICORRUPÇÃO

Fernando Haddad dá início a sua administração, mostrando o estilo PT de governar, cria órgão anticorrupção, para quê? Se for para valer sobram poucos, o negócio é inchar a máquina municipal para colaborar nos índices de desemprego, mais alguns apadrinhados que serão pagos pelo povo paulistano. Para o cargo foi indicado o engenheiro civil e matemático Mário Vinicius Spinelli que será o titular da Controladoria-Geral do Município (CGM), acumulará a Ouvidoria e a Corregedoria, será que vai funcionar? O indicado era secretário de Prevenção à Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), onde a corrupção impera em todos os níveis e como se sabe continua, é só investigar acha, mas desistiram da faxina, vai ficando como estava e não funcionou. O conhecido Hussain Aref Saab só foi descoberto depois de ter adquirido em curto prazo, com o dinheiro público, mais de 100 (cem) imóveis, cem imóveis, que rápido hein? Como este deve haver milhares de funcionários municipais que se locupletam da mesma maneira e continuam, um acobertando o outro, e assim os espertalhões continuam “roubando” com toda tranquilidade, com certeza todo cidadão de bem ouve e sabe dessas improbidades, mas fica por i$$o me$mo. A corrupção tornou-se endêmica no Brasil em razão da falta de punições severas a esse e outros crimes que cresceram pós (des)governo PeTista, sem qualquer previsão de uma solução. Até quando?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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KNOW-HOW

A nova secretaria anticorrupção ficaria melhor com o Paulo Maluf, por merecimento, pois graças a ele, e não ao Lula, o Haddad foi eleito prefeito. Também, no PT e na base aliada não existe ninguém tão qualificado como o Dr. Paulo Maluf, que tem know-how nesta área, não é brincadeira não, é sério!

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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DESAFIOS DE HADDAD

No Plano de Metas de Haddad consta como um dos desafios reduzir o IPVA de veículos menos poluentes. Só que esquece o novo prefeito que ele não pode “pôr o bico” nesse imposto, visto ser de competência estadual. Promessa descabida.

João Rochael jrochael@ibest.com.br

São Paulo

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DO COURO SAI A CORREIA

A corte da Ilha de Jersey determinou que o Sr. Paulo Maluf devolva US$ 28 milhões desviados da Prefeitura de São Paulo. Com os apadrinhados que ora foram indicados pelo Sr. Haddad, isso fica muito fácil. Pobre Prefeitura de São Paulo.

Isael Coleone isael.coleone@itelefonica.com.br

Indaiatuba

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ENFIM!

Que dia feliz! Até que enfim chegou o dia de Maluf e seus familiares devolverem uma parte do que foi roubado de cofres públicos. Um político que disseminou a prática de rouba, mas faz; que aconselhou a bandidos “estupra, mas não mata”; que disse que professora da rede pública não era mal paga, e, sim, mal casada, terá de cumprir sua promessa (de se afastar da política, se alguém provasse um malfeito seu). O juiz da corte da Ilha Britânica de Jersey provou e bateu o martelo! Culpado! Além de toda bandalheira que nos deixou, ainda contemplou a Língua Portuguesa com um novo verbo: malufar. Para o bem de todo o povo brasileiro, espero que cumpra a promessa pelo menos uma vez na vida e se recolha a sua confortável cadeira de balanço. Ufa!

Maria Luiza Caurim Zanele marialuizazanele@yahoo.com.br

Fernandópolis

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O QUIBE DE MALUF

Já que agora o PT e Maluf andam de mãos dadas, será que a Juventude Petista não vai promover um “quibe” a R$ 100 por convite para ajudar o Maluf a arrecadar a grana que a justiça ordenou que fosse devolvida à Prefeitura de São Paulo? Garanto que junto de empreiteiros arrecada muito mais que a Galinha do Zé, Genuíno e Delúbio.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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UMA AGRESSÃO À SOCIEDADE

A juventude petista reúne-se em jantar para arrecadar fundos para hospital infantil abandonado pelo poder público.” Essa seria uma notícia digna de ocupar as manchetes dos jornais do País, em lugar da triste demonstração de hipocrisia e mau-caratismo que vimos recentemente na ilha da fantasia. Um bando de idiotas num restaurante de Brasília – aliás, tinha de ser lá – tentando arrecadar dinheiro para pagar dívidas de bandidos com a justiça, condenados que foram por roubo ao erário (mensalão). Não seria mais fácil e rápido o próprio PT repatriar o dinheiro roubado e depositado em contas no exterior? Ou perderam o número da conta? O mais novo aliado do partido, o ex-prefeito de São Paulo e atual deputado federal, é mestre nesse tipo de transação. Ele poderá orientar e ainda conseguir junto de um banco oficial, o Banco do Brasil, a isenção do IOF, além do perdão da Receita Federal do imposto não cobrado por ocasião da sorrateira saída. Afinal, no Brasil, dinheiro roubado não paga imposto, só aquele resultante do trabalhado.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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MASSA DE MANOBRA

Um grupelho de militantes do PT resolveu afrontar o STF promovendo um jantar com a finalidade de arrecadar dinheiro para pagar as multas aplicadas aos mensaleiros condenados. Que afronta à mais alta Corte deste país. Ao que se sabe, dinheiro nunca foi problema para o PT, pois no início do governo Lula as malas lotadas de dinheiro encheram os cofres do partido. Não fica bem dizer que o partido tem dinheiro, pois a origem será de difícil comprovação, apesar de o próprio ex-presidente dizer que caixa dois todo mundo fazia. Mais fácil é usar pessoas que se prestam à massa de manobra de alguns espertos, hoje sem moral para reivindicar qualquer coisa quando o assunto é caráter, vergonha na cara e hombridade. Brasil, um país de diversos indivíduos com a consciência comprada e desacreditados na sociedade.

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas

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DINHEIRO NÃO SERÁ PROBLEMA

É bem provável que brevemente seremos informados através da mídia que o jantar promovido pelo PT (Partido dos Trabalhados), com a finalidade de arrecadar verba para pagar a pesadíssima multa aplicada aos companheiros mensaleiros, a que compareceram uns poucos gatos pingados, já terá sido mais do que suficiente para saldar o débito de todos eles. Jorrou dinheiro.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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JANTAR BENEFICENTE

Poucos presentes ao evento: não havia “robalo” no cardápio...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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NADA COMPANHEIROS

A campanha dos meliantes, digo, militantes petistas, a favor dos condenados do mensalão, sem uma palavra (ou dinheiro) a favor daqueles que não são do partido, demonstra a falta de caráter e de companheirismo desse pessoal, pois os demais envolvidos nas falcatruas sempre agiram visando aos objetivos dos mandantes beneficiados, todos petistas.

Paulo Cesar Silveira de Toledo pctoledo@interair.com.br

Santana de Parnaíba

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DITADURA

Já afirmava Capistrano de Abreu, lá pelos idos de 1900: a tendência política no interior do Brasil (hoje não apenas no interior, porém em seu todo) é para o patriarcalismo. Os que estão em cima (hoje PT e seus mancomunados) consideram o Estado como sua propriedade, e os que estão embaixo os criticam com todas as armas (o PT antes de seu reinado). Acrescento: os que estão atualmente em cima tentam derrubar a democracia nomeando a dedo os burocratas que os servem, tomando aos poucos o poder total. Este o caminho trilhado para a instalação de uma ditadura, sem derramamento de sangue.

Thomaz Metzler tmetzler@uol.com.br

Botucatu

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PESSIMISMO

Muito apropriados e oportunos os artigos de Adriano Pires e de Rolf Kuntz publicados no Estadão de sábado, 19 de janeiro. Eles abordam um aspecto que está se tornando a marca registrada do governo Dilma: a incompetência. Os ministérios e as estatais, tornados presentinhos para os amigos de partido e aliados, são hoje meros cabides de emprego. Não há nenhuma preocupação com a qualificação dos indicados. Basta que seja amigo. A própria presidente não mostra capacidade de encaminhar, da melhor maneira, os grandes desafios nacionais. Agrava a situação o fato de o governo Dilma ser uma continuação do governo Lula, também com estratégia unicamente eleitoreira. São 10 anos de desgoverno. Os problemas que o País vive nas áreas de energia elétrica, petróleo, infraestrutura, educação, política externa, baixo crescimento, trapalhadas contábeis e outras, são mera consequência. Faz parte deste triste quadro um Congresso Nacional que não ajuda em função de suas lamentáveis figuras. Sou pessimista em relação aos dois anos restantes deste governo. Não consigo ver luz no fim do túnel.

Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo

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BRINCADEIRA

2013 será o ano do crescimento econômico “sério, sustentável e sistemático”, afirmou Dilma no Piauí dia 18 último. Quer dizer então que até agora foi tudo só de brincadeirinha?

Paulo Busko paulobusko@terra.com.br

São Paulo

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LUCRO DO BNDES

Refiro-me à reportagem O BNDES perdeu o rumo (20/1). O BNDES, via sua subsidiária BNDESpar, participa de dezenas de empresas. Sim, algumas não dão lucro. Mas a imensa maioria delas dá lucro, e muito! Vejamos o desempenho do BNDES nos últimos anos: lucro médio do BNDES no período tucano: R$ 742 milhões/ano. Lucro médio do BNDES no período Lula/Dilma: R$ 5.584 milhões (ou 7,5 x maior!). Imaginem se não tivesse “perdido o rumo”!

Mauricio Nardi Junior mauricionardi@hotmail.com

São Paulo

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ENERGIA ELÉTRICA

É impressionante a incapacidade do governo de planejar, gerir e identificar os seus próprios problemas. Estão perfeitas as críticas do editorial Custos do mau planejamento (21/1, A3). Há que se acrescentar apenas o agravante do Brasil ser um dos únicos países do mundo em que a transmissão não faz parte da empresa que gera e distribui a energia elétrica. Nas empresas de ciclo completo – incompreensivelmente proibidas no Brasil – a execução de uma unidade de produção, seja hidrelétrica, térmica, ou eólica é realizada simultânea com a transmissão e a colocação da energia produzida (distribuição). Mais pelos interesses financeiros dos acionistas e menos pelo temor da ação fiscalizadora do poder concedente, são mínimas, nesses casos, as falhas de planejamento.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

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CUSTOS DO MAU PLANEJAMENTO’

É claro que grandes pensadores como Delfim Netto estarão no governo preparando “relatórios” que transformam burrices em performance que o “país nunca viu”. Este domingo assisti a um relatório sobre as “obras” que estão transformando o Rio de Janeiro numa cidade do futuro, até aquele ex-ministro do Meio Ambiente que fala com a língua enrolada explicou como o Rio vai ser uma maravilha de cidade “sustentada”, o prefeito expôs as maravilhas que se está fazendo na prefeitura, etc. etc., tudo nos “planos” que só eles conhecem. Apenas se esqueceram de dizer que a coisa já foram “combinadas” com os traficantes, os contraventores, os corruptos governantes, etc., etc., como a pergunta inocente de Garrincha, cuja morte se comemorou também ontem, a Feola sobre as táticas contra os russos!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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FIM DE LINHA COM O PT

Na semana passada a Agência Nacional do Petróleo (ANP) exigiu que a Petrobrás investisse R$ 1 bilhão no campo de Roncador. Depois de verificar grande prejuízo operacional, de ter paralisado projetos como Pernambuco com imenso aumento de custo, de ter enorme prejuízo nos EUA e não ter condições financeiras para a manutenção do campo de Campos, o que nos fez perder a autossuficiência em petróleo, a ANP espera que a Petrobrás tenha recursos para recuperar o campo. Não foi suficiente a demonstração do governo, atrasando em 5 anos as novas concessões, dado que a empresa está com a produção paralisada ao nível de 2010 e sem reajuste nos preços e ainda, sem conseguir dinheiro para o pré-sal? Tomando a grande queda do valor da empresa, é óbvio que a Petrobrás está “quebrada”, apesar da ajuda de BNDES e outros apoios governamentais. Depois dos desmandos de Lula, agora foi Dilma, por motivos político-eleitorais, que não permitiu a atualização dos preços da empresa, defasados em 40% dos níveis internacionais. E as previsões do governo de que o pré-sal estará em plena operação em 2020 é também sombria, dado que Canadá e EUA estarão autossuficientes nessa data, derrubando o preço do petróleo. Enquanto isso, o Brasil atrasa seu desenvolvimento continuando como importador, como ocorre desde 1951, prejudicando enormemente seu povo e economia.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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EM DEFESA DA PETROBRÁS

Prezada professora Suely Caldas, seu artigo sobre a Petrobrás apresentado no domingo no jornal O Estado de S. Paulo (Em defesa da Petrobrás e do pré-sal, B2), mostra a real situação da Petroleira ou Petrossauro. Decisões mal tomadas revelam a falta de visão de negócio, mercado, estratégia, eficiência, comprometimento, produtividade, etc., etc., etc. Outro exemplo que não foi citado no seu artigo é a declaração da própria presidente da Petrobrás sobre a refinaria que está sendo construída no nordeste em parceria com a Venezuela. Ela disse que foi um erro que não pode mais se repetir. Mas e aí, quem paga a conta? O reajuste de preço dos combustíveis não vai resolver o problema da Petrobrás. Já passou da hora de privatizar a Petrobrás. Não adianta tampar o sol com peneira. O reajuste de preço dos combustíveis é como curar a febre do paciente, mas não combate a doença ou a infecção. A estatal é do governo, se é do governo é pública, e se é púbica é do povo e, portanto, não tem dono. Ou será que quando a Petrobrás for privatizada o povo vai receber uma parte do valor da venda, na conta bancária de cada um. Pagamos pelo combustível que já é nosso. Isso não tem sentido. O dia em que privatizar a Petrobrás, o preço da gasolina cai pela metade e ela dará lucro. A solução é muito simples, é só privatizar. Com o dinheiro da venda o governo injeta na economia e ainda contribui para aumentar o PIB. O Estado tem de cuidar da sua função. Tem que deixar a sociedade construir este país, gerir os empreendimentos, crescer, inovar, competir, lucrar, etc. O governo está privatizando portos, aeroportos, ferrovias, etc., e por que não fez isso 40 anos atrás? Temos de ser um país rico e barato, e não um país pobre e caro. A senhora pode e deve continuar contribuindo com seus artigos sobre este assunto para ir conscientizando a sociedade, que é um tanto alienada e, portanto, facilmente manipulada por pessoas mal intencionadas ou até ignorantes.

Joaquim Westin Lemos fz.paudalho@uol.com.br

São Paulo

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COMBUSTÍVEIS SUSTENTÁVEIS

O professor José Goldemberg, mais que merecidamente, é agraciado com um prêmio respeitável em função de sua pesquisa e defesa do biocombustível brasileiro que provoca suspiros de inveja mundo afora: o etanol. Em seu artigo em que modestamente nos comunica o fato (Prever o futuro ou construí-lo?, 21/1, A2), instiga-nos também a lutar mais por aquilo que temos de melhor e mitigar nosso rodriguiano complexo de vira-lata. A ciência bem entendida e bem usada será a base da sociedade moderna esclarecida.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

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PREVER O FUTURO OU CONSTRUÍ-LO?’

O professor José Goldenberg, em seu artigo de 21/1/2013, levou-nos a refletir sobre a revista Scientific America que acredita que seus artigos têm mais credibilidade que as visões das sacerdotisas de Delfos, que as previsões de profetas e líderes religiosos. Não vamos entrar no campo das previsões mediúnicas, mas somente nos ater a elementos bem mais terrenos. Considerando que qualquer atividade humana envolve energia, logicamente esse é um tema da mais alta relevância, não só para a preservação de uma comunidade, nação, mas até da humanidade e nos parece um total despropósito, que usinas hidrelétricas como a de Belo Monte seja construída só com um terço de sua capacidade, para que não atinjam comunidades indígenas com pouco mais de mil habitantes. O pior é que essas comunidades não são as que estejam reclamando, quem reclama são dirigentes de ONGs ambientalistas, parasitas que vivem em capitais do país às custas de recursos públicos, distantes a milhares de quilômetros das áreas a serem inundadas, que muitos nunca sequer as tenham visitado.Os índios poderiam ser removidos para as barrancas da imensa represa, que lhes daria sustento para muitas gerações. Lembramos que a alternativa seriam as usinas nucleares, essas, sim, bem mais ameaçadoras, seria também bom não esquecer, que num passado recente, os apagões eram quase diários e certamente esses ambientalistas não o vivenciaram, não sabem o que significa gente presa em elevadores, hospitais interrompendo cirurgias, tráfego caótico por semáforos apagados, ocasionando aumento de acidentes e atropelamentos. O professor José Goldenberg afirmou, também, ser muito mais produtivo construir o futuro a partir do que sabemos do que perder tempo em prevê-lo. Aí resta uma séria interrogação: será mesmo que ainda sabemos? Tememos que não, pois para um país se desenvolver precisa de ciência que crie tecnologias industriais, alimentícias, ambientais sem as quais será impossível o seu desenvolvimento sustentável, tememos que nossas escolas técnicas e universidades não estejam preparadas para esse enorme desafio.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br

São Paulo

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INDÚSTRIA DA MULTA

Um economista calculou superficialmente que o valor acumulado das multas aplicadas pelo governo, Estados e municípios mais as agências reguladoras já teriam alcançado a cifra de R$ 250 bilhões, ou US$ 130 bilhões, valor equivalente aos US$ 150 bilhões que a Petrobrás faturou no ano passado. O valor, no caso das multas é tão alto que se admite uma entre duas hipóteses: a norma legal não consegue ser entendida ou o País tem mais gente desonesta do que se imagina. Uma terceira hipótese seria a cultura da multa que os fiscais encarnam como um objetivo a ser atingido. O suposto infrator que se defenda. Dessa forma, a “indústria da multa” acaba se tornando um entrave, um óbice na competitividade da economia. Para as empresas, em muitos casos recorrer equivale a um resultado incerto na esfera judicial, desistindo do recurso e, com isso, alimentando a “indústria da multa” e o “oportunismo fiscal”. A multa, por princípio filosófico, coloca muitos transgressores no bom caminho, mas quando essa Multabrás se transforma numa parte certa de receita pelo valor acumulado, a multa pune os desvios de conduta, dos mais simples aos mais graves. Mas o calcanhar de aquiles da questão é: a quem cabe a prestação de contas dessa fortuna? Qual a sua destinação? “Brasil, mostra a sua cara!”.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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UM ANO DA TRAGÉDIA DO PINHEIRINHO

Após um ano da invasão e destruição do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), só temos a lamentar a truculência da Polícia e a conduta do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Foi uma derrota dos direitos humanos e um bom exemplo de como as coisas não devem ser feitas. Oxalá fatos vergonhosos como este nunca mais voltem a ocorrer em São Paulo, onde os pobres foram tratados como bandidos pelo governo do Estado, num típico caso de criminalização da pobreza.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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VIOLÊNCIA NACIONAL

É obvio que estamos, sim, muito desconfortáveis com a violência crescente em São Paulo. Mas é só aqui? Será que ninguém constata que infelizmente essa situação é em todo o País? Não consigo entender como se pode dizer que o país vai bem, se a maior riqueza do cidadão, a sua liberdade de ir e vir com segurança, está sendo ameaçada. Só existe um caminho para voltarmos à normalidade: mudanças profundas no Código Penal, com punição exemplar a todos os autores de delitos, com penas ainda mais severas para os crimes hediondos, que estão acontecendo sucessivamente. Outras alternativas não passam de balelas.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA OU SEGURANÇA POLÍTICA

Certíssimos os missivistas do Fórum dos Leitores Beatriz Campos e Ronaldo Parisi, na segunda-feira (21/1), mas vale lembrar que as leis são aprovadas pelo Poder Legislativo (Congresso Nacional) e, como vimos no recente julgamento do mensalão, uma boa parte dos congressistas (ou a maioria) teme leis mais severas, aumento de penas a cumprir, etc. Enfim, o interesse é o menor possível, pois, no futuro eles podem cumprir penas mais suaves.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

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FRASE IDIOTA

Tem razão o leitor que chamou de frase idiota a “sensação de insegurança”, dita pelo governador Alckmin ao comentar o estado atual de violência que grassa em “nosso” Estado. Ele parece fazer de tudo para o presidente-prefeito Lula levar de goleada o governo do Estado em 2014, quando poderá emplacar mais um preposto seu (Martaxa ou Mercabundão). Não só a violência marca o governo Alckmin, como também mete a mão no bolso do contribuinte ao montar uma tabela de valores de veículos para seu IPVA de 2013, no mínimo 15% acima da realidade, que só vale nos vendedores e nunca para os proprietários. Pagamos um absurdo de 4% anuais para ter um veículo, mas, se quisermos rodar em estradas de qualidade razoável, pagamos valores extorsivos nos seus pedágios.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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CRIMINALIDADE EM SP

Se os demais Estados tivessem o privilégio de ter governadores honestos e eficientes, São Paulo não estaria “estourando” de cidadãos de fora. Precisa fechar a porteira. Precisa ser feita pesquisa para sabermos, entre assassinos, estupradores, ladrões, etc., quantos são paulistas e quantos são de fora. Está nas mãos do governador Alckmin não deixar os “petralhas” arrombarem o cofre.

Marlene Orlando Duarte Pereira jaduartepereira@hotmail.com

São Paulo

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CASAMENTO GAY

Gostaria de cumprimentar o jornal O Estado de S. Paulo pelos textos que mostram opiniões diametralmente opostas sobre a problemática do casamento gay. Enquanto a entrevista do professor Ricardo Mariano (‘Moralidades anacrônicas’) se caracteriza por uma postura de ataque, o artigo assinado pela historiadora Lucetta Scaraffia (‘A riqueza dos dois sexos’) expõe argumentos de raiz filosófica que mostram que este assunto diz respeito à própria defesa da identidade humana, e não simplesmente a uma adesão mais ou menos liberal a uma proposta de interesse de um grupo especial.

Maria Alzira Mattos malzira@yahoo.com

Rio de Janeiro

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A RIQUEZA DA DIVERSIDADE FÉRTIL

Muito se comenta hoje sobre diversidade e tolerância, entre religiões, raças, sexos, e grupos sociais. Com certeza a tolerância e o respeito à diversidade são sinais de evolução da sociedade, mas até nisto existe um limite. Na semana passada, em Paris, uma passeata foi um verdadeiro exemplo de tolerância religiosa e da defesa da diversidade fértil e da família natural. Nesta passeata, judeus, cristãos católicos e mulçumanos marcharam juntos para protestar contra a legalização do casamento homossexual e, principalmente, contra a possibilidade de adoção e da procriação assistida que tramita no Congresso francês. As três maiores religiões do planeta concordaram a partir de um documento de autoria do grão rabino Frances Gilles Bernhien e que depois foi citado pelo papa Bento XVI na missa de Natal conceituando a diversidade dos dois sexos pela sua fertilidade como única. Elas garantem a continuidade do ser humano e o vínculo entre as gerações. Caso contrário, estaremos negando “a própria identidade do ser humano como conjunto indivisível entre corpo, alma e espírito”, como observa a jornalista e historiadora da Universidade de Roma Lucetta Scaraffia, da comissão de bioética do governo italiano. Está em jogo a família natural, que, embora em muitos casos desacreditada pelos “avanços” da sociedade, ainda é e sempre será não só a melhor, mas a única maneira de alcançarmos uma sociedade mais justa e tolerante. No Brasil, infelizmente, não tem ocorrido essa unidade e a defesa da família natural acaba nas mãos de xiitas e pessoas intolerantes com interesses políticos e de supostas lideranças evangélicas sem expressão ou autoridade. Do outro lado chamam de “diversidade” um evento sectário como a marcha do orgulho gay e o verdadeiro debate sobre o tema sob o ponto de vista do melhor para o futuro da sociedade e da raça humana não acontece. O resultado disso numa eventual aprovação do casamento gay será a descaracterização da natureza humana da família de consequências inimagináveis para a sociedade e da própria raça humana.

Márcio M. Carvalho mmcoak@hotmail.com

Bauru

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