Fórum dos Leitores

Atualizado às 5h37

O Estado de S.Paulo

25 Janeiro 2013 | 02h10

CONTA DE LUZ

Ideologia

Gostaria de saber em que país vive a presidente Dilma Rousseff. Na noite de quarta-feira ela afirmou - em cadeia nacional de rádio e televisão - que o Brasil vive "um dos melhores momentos" econômicos de sua História, que os juros baixaram, que a conta de energia elétrica agora também vai baixar e, ainda, que 19,5 milhões de pessoas foram incluídas. Tudo muito esquisito... O nosso produto interno bruto (PIB) não cresceu nem 1% no ano passado e se esperam para este ano não mais que 2%. O governo federal não investe em infraestrutura e muitas empresas estão passando por grandes dificuldades. O que a presidente da República diz, portanto, não se evidencia e com isso não deve estar agradando a todos os brasileiros.

MARCOS ANTONIO SCUCCUGLIA

sasocram@ig.com.br

Santo André

Desconto

A Justiça havia determinado ao governo que devolvesse aos consumidores bilhões de reais cobrados a mais nas contas de luz. O desconto anunciado por Dilma é referente a isso?

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

Milagre financeiro

O Tesouro Nacional vai cobrir o desconto nas contas de energia - R$ 8,4 bilhões. Que entidade maravilhosa essa, que "cria" dinheiro público sem nenhum custo para o povo brasileiro! Por que só agora descobrimos essa maravilha espetacular que produz tal milagre financeiro? Agora podemos resolver todos os problemas financeiros do Brasil e do mundo.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

Dilma ri de quê?

Se ao lado da foto da primeira página de ontem o Estadão noticia que o déficit externo do País foi recorde em 2012 - US$ 54,2 bilhões? Nunca antes neste país...

JOSÉ GILBERTO SILVESTRINI

jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

Propaganda política

Grande propaganda política dona Dilma está fazendo com as reduções das tarifas nas contas de energia elétrica. Digo-lhe que melhor, bem melhor, seria se reduzisse nossos impostos, dos mais altos do mundo, não acha?

NISE SILVA

novorumo.helo@uol.com.br

São Jose dos Campos

Uma no cravo...

O governo fez um enorme alarde sobre a diminuição das tarifas de energia elétrica. Anunciou ainda o aumento do preço de petróleo e derivados (como a gasolina), ou seja, uma no cravo e outra na ferradura. Como quase tudo no Brasil é transportado por estradas ou via aérea, o valor das outras coisas deve aumentar. Continuam enganando o populacho com medidas inócuas.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

'Lei do mercado'

Corte na conta de luz, subsídio no transporte coletivo, subsídio (isenção de IPI) na linha branca e nos veículos, mudança (redução) nas contribuições da Previdência, retenção do aumento nos combustíveis, etc. Como fica a "lei do mercado"? Para onde vamos, Venezuela ou Argentina?

MINORU TAKAHASHI

minorutakahashi@hotmail.com

Maringá (PR)

Retrocesso de 20 anos

Acho que a presidente, há 20 anos, não prestava atenção às políticas tarifárias no País. Sabemos muito bem as consequências de tarifas definidas por decreto: caso não sejam suficientes para o empresário privado manter o investimento e o lucro, ele abandonará o negócio. Acho que é isso que o governo quer, pois com o abandono reestatiza toda a administração. Sabemos também que em gestão, planejamento e investimento o governo é incompetente, e não conseguirá administrar. Logo nos estaremos vendo num retrocesso de 20 anos atrás. O valor da energia vendida deve, sim, ser reduzido, mas em função da redução dos custos de operação, processos, automações, racionalizações e gestão - infelizmente, atividades totalmente desconhecidas pelo governo.

MARCO AURÉLIO REHDER

marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

Escassez de energia

A presidente da República proclama que não faltará energia elétrica no País e que as apreensões foram precipitadas, e não fundamentadas. De acordo com o resultado do último leilão de geração, ela está certa. Publicou-se (Estado, 15/12/2012): "Leilão de energia tem pouca demanda. Com sobra de energia nas distribuidoras, disputa contrata energia só de 12 usinas (de 525 )... Preço médio de venda de fonte hidrelétrica: R$ 87,94. Preço de venda de energia eólica: R$ 87,77 a R$ 89,20". Isso significa, primeiro, que não há urgência de investimentos em geração; segundo, que a energia eólica está competitiva, visto que também requer menos linhas de transmissão. Significa ainda que as usinas termoelétricas estão executando a tarefa para a qual foram instaladas. Como os custos mais altos da energia termoelétrica serão absorvidos quando a presidente ordena a redução dos preços, essa é outra questão. Os menores custos de transmissão contribuem. A Petrobrás terá de absorver o que ultrapassar a diferença?

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Tarifa industrial

Divulgada a redução da tarifa de eletricidade em até 32%, será que a sociedade terá o devido retorno, da parte das indústrias, na diminuição do preço dos produtos? Nas indústrias de alumínio, por exemplo, a energia elétrica representa 30% do custo total.

LUIZ ROBERTO MOURA BONADIA

luizbonadia@terra.com.br

São Paulo

ESCLARECIMENTO

Dívida x PIB

Peço a gentileza de retificar e esclarecer dois aspectos do editorial econômico Representante do Brasil no FMI quer aumentar a dívida (23/1, B2), que se baseia em entrevista concedida por mim à Dow Jones (Brazil Should Consider Cut to Primary Surplus Goal). Como se pode verificar, em nenhum momento afirmei que aconselho o governo a reduzir o superávit primário "sem recorrer a truques como no ano passado". Não há na entrevista nenhuma referência minha a "truques". Também não recomendei "aumentar a dívida". Apenas chamei a atenção para o fato de que, com a diminuição da taxa básica de juros, o superávit primário requerido para estabilizar a razão dívida/PIB é atualmente menor do que foi no passado. Um superávit primário menor pode ser consistente com estabilidade ou até diminuição da dívida pública como proporção do PIB.

PAULO NOGUEIRA BATISTA JR., diretor executivo pelo Brasil e mais dez países no Fundo Monetário Internacional (FMI)

São Paulo

SÃO PAULO, 459 ANOS

São Paulo está fazendo 459 anos e eu resido nela há 49 anos, mais um décimo de sua idade. Ainda me lembro do dia que cheguei, um dia após o assassinato do John Kennedy. Desci na estação Júlio Prestes, da Estrada de Ferro Sorocabana, com uma mala de papelão, dentro dela duas calças, três camisas, quatro cuecas e alguns lenços. No bolso, R$ 5,00 (no dinheiro de então) e daria para pagar só a ida até o Bairro Santa Terezinha, próximo ao Quartel do CPOR. Dirigia-me à casa de uma tia que morava numa travessa da Marechal Hermes. Haviam orientado sobre como tomar o ônibus para Lausane Paulista, do outro lado da estação, em frente à antiga rodoviária. Enquanto eu atravessava a avenida, em frente à Estação Júlio Prestes, caipira, desajeitado, não percebendo o trânsito direito, quase fui atropelado por um táxi. Dei um pulo para a frente, a mão com a mala ficou para trás e o carro a pegou de cheio, jogando-a a uns cinco metros à frente. De papelão que era, partiu-se toda e as poucas peças de roupa ficaram espalhadas pelo asfalto, como se fossem prova viva do acidente. O motorista parou e correu em minha direção perguntando se estava tudo bem, se eu não tinha nenhum ferimento. Pessoas totalmente desconhecidas que passavam pelo local juntaram minhas roupas e me entregaram junto com os pedaços da mala. Quanta gentileza. Quanta solidariedade. Já morando aqui, eu percebia a preocupação das pessoas quando havia algum acidente com feridos: todos eram solícitos e procuravam auxiliar da melhor forma possível. As vítimas fatais eram cobertas com jornais e quem passasse levantava o jornal para ver de quem se tratava, poderia ser um amigo, um parente. Quanta gentileza. Quanta solidariedade. Tornei-me sócio do Clube Floresta, às margens do Rio Tietê, e aos domingos eu ia lá dar umas braçadas, como eu fazia no Rio Pardo. São Paulo faz 459 anos e eu resido nela há 49 anos, mais que um décimo de sua idade. Que transformação. Hoje, se alguém é atropelado, ninguém irá recolher os seus pertences. Dificilmente o taxista irá parar para saber se está tudo bem, mesmo porque, se parar, corre o risco de ser linchado. Que falta de gentileza. Que falta de solidariedade. A cidade mudou. A droga invadiu e dominou os fracos. A violência tomou conta da cidade. O trânsito inferniza a vida de todos. A garoa abandonou São Paulo e deixou um calor insuportável em seu lugar. Apesar disso tudo, diariamente descem centenas de imigrantes na Rodoviária do Tietê. Todos trazem o sonho de vencer na vida, e vencem, pois para ter mais do que o agreste oferece é muito fácil. Minha São Paulo desvairada, sem gentileza, sem solidariedade, sem sossego. Minha São Paulo louca, que me deu minha casa, a educação de meus filhos e me permitiu uma velhice digna. Parabéns, São Paulo!

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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ANIVERSÁRIO DA CAPITAL

Parabéns, São Paulo, cidade de tradições, do patriotismo, da cultura, da literatura, das artes, do esporte e lazer, da medicina avançada, dos museus, capital mundial da gastronomia e de um povo que trabalha. São Paulo da garoa, São Paulo de 32 e das Diretas Já, da Rua 25 de Março e das Avenidas São João e Paulista, cidade que não dorme, cidade onde o Brasil foi libertado e onde é editado o Estadão, que, para o bem do Brasil, não se cala. Cidade onde infelizmente predominava o “non ducor, duco”, mas que, por causa da incompetência de alguns políticos, hoje é governada pelo PT.

F. Kairalla fkairalla@itelefonica.com.br

Neves Paulista

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VELINHA

E, como o poste foi transformado numa velinha, só nos resta apagá-la, mais quatro anos, nesta data querida.

Guto Pacheco daniguto@uol.com.br

São Paulo

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SAUDADE

Parabéns à cidade de São Paulo, que hoje completa 459 anos de sua fundação. Mesmo maltratada por alguns dos seus filhos e de alguns políticos que se aproximam de ti só para tirar proveito, continua por séculos com o mesmo vigor de quando fora fundada. Confesso que, vivendo longe dessa bela cidade, que durante meio século me acolheu, hoje sinto muita saudade.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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ÊH, SÃO PAULO!

Pelo seu 459º aniversário de fundação e para a felicidade do seu povo, a cumprimento com o meu mais profundo sentimento de paulista que a respeita e estima com o maior ardor patriótico, fazendo um voto sob o manto protetor espiritual do jesuíta José de Anchieta para que os paulistanos voltem a cantar o hino que ainda guardam em seus corações: Êh, êh, êh, êh, São Paulo, êh, São Paulo, São Paulo da garoa, São Paulo terra boa!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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PARABÉNS, SÃO PAULO!

A cidade de São Paulo faz aniversário hoje (25/1). Queremos agradecer aos emigrantes estrangeiros que para cá vieram e trouxeram suas experiências agrícolas e sua educação europeia, que hoje ainda conservamos. Aos que vêm para cá com propósitos diferentes, como criminais, com falta de educação, trazendo sujeira de toda espécie e que não comunguem com as ideias paulistanas, por favor, que se retirem. Agradeceremos.

Maria José da Fonseca São Paulo fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

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VIVA SÃO PAULO, COM CIDADANIA

Não basta andar pela cidade, é preciso vivenciar suas ruas, seus parques, seus espaços e tudo o que ela oferece de bom. Humanizar os atos – não gritar, não jogar lixo na rua, não depredar, não proferir palavrões no trânsito, andar desarmado, cuidar de uma planta, zelar pela rua em que mora, não incomodar o silêncio urbano. No aniversário de São Paulo, faça alguma coisa, dialogue com a cidade!

Devanir Amâncio devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

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PÁTIO DOS MILAGRES

Sou advogado e, esta semana, transitando pela Praça da Sé para chegar ao Tribunal de Justiça, fui molestado por vadios que infestam o local, arriscando minha integridade física. Uma nova cracolândia se instalou no marco zero da capital paulista, em frente ao prédio do tribunal, e centenas de “nóias” traficam e consomem drogas à luz do dia, sob o olhar benevolente das autoridades. A Praça da Sé se transformou num Pátio dos Milagres! Não contesto o sagrado direito dos dependentes químicos (antes chamados de vagabundos) de vadiar nos lugares públicos, mas, como paulista e contribuinte, reclamo também meu direito de transitar, sem risco de vida, pelo centro histórico de minha cidade natal.

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

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VÍCIO X INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA

O governo do Estado de São Paulo está correto em buscar soluções para a questão do vício em São Paulo. Obviamente que é um processo lento e doloroso e que não ocorrerá por milagres. É necessário o envolvimento de toda a sociedade em ajudar o governo na busca de soluções adequadas. Criticar por criticar ou ser contra sem uma análise profunda só demonstra o grau de falta de amadurecimento de nossa sociedade. Discutir a necessidade da internação compulsória é discutir o sexo dos anjos, pois é fato que, infelizmente, alguns viciados são uma ameaça para si e para os outros. A recente história da nossa humanidade comprova que alguns assassinatos são cometidos por viciados e que uma das maiores causas da violência doméstica é o alcoolismo – casos assim não são raros. O que deve ser discutido são as condições das instituições onde estes pacientes ficarão internados. Tem de haver um acompanhamento com profissionais como psiquiatras, psicólogos, médicos, instrutores físicos, nutricionistas e terapeuta ocupacional. A infraestrutura deve ser adequada e, em alguns casos, a família também precisa passar por terapia. Portanto, deve haver um comprometimento com a cura deste paciente e com sua socialização. Um paciente de câncer que está com suas faculdades mentais em perfeita ordem não tem o direito de optar por não se tratar, mas um paciente que não tem mais discernimento mental pode escolher se tratar ou não? Perdoem-me, mas isso não faz sentindo, parece-me que alguns não analisaram todos os lados desta questão e outros são representantes de ONGs que estão com medo de perder suas parcerias com os governos e, portanto, os subsídios financeiros. Mas até o momentos seus métodos de tratamento não apresentaram nenhum resultado efetivo. O número de viciados continua crescendo e o vício em drogas e álcool se tornou uma epidemia.

Gislaine Perpetua Roberto gi.roberto@hotmail.com

São Paulo

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A CONTA AMARGA

Durantes décadas nossos políticos nada fizeram para impedir que traficantes de drogas ilícitas instalassem suas bocas de fumo em qualquer esquina, principalmente nas grandes cidades brasileiras. Hoje a situação se agravou a tal ponto que até entre pessoas especializadas e do governo há divergências sobre como encontrar solução para que a situação seja resolvida. Há aqueles que são favoráveis à internação dos dependentes de drogas; outros, são contrários, porém o problema se espalhou pelo País todo. De uma coisa temos certeza: além da perda de pessoas que seriam aptas para o trabalho, milhões de reais sairão dos cofres públicos para o tratamento dos dependentes.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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CRACOLÂNDIAS

É indiscutível a complexidade do problema das drogas e, acima de tudo, das cracolândias – assim, no plural, pois não se trata, apenas, daquela localizada no bairro da Luz e tampouco das localizadas na cidade de São Paulo. É estranho, porém, que sejam quais forem as medidas adotadas pelos governos, imediatamente vêm a público as pitonisas de sempre, com seus protestos de sempre, com seu discurso de sempre: “Isso não funciona”, “Está tudo errado”. Não há líder comunitário, padre de passeata, dono de ONG que se manifeste de forma minimamente construtiva capaz de ir além de seu protesto oportunista e diga objetivamente o que está errado, e que caminho alternativo propõe.

J. C. S. Carvalho josecarlos@stabel.com

Barueri

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A CAPACIDADE DO ESTADO

No primeiro dia da internação compulsória em São Paulo, apenas dois viciados. Será que não existem pessoas na “zumbilândia”, digo, cracolândia, necessitadas desta intervenção discutível do ponto de vista médico-psiquiátrico? Ou antes mesmo de começar já estão pensando se o Estado terá condições de dar um tratamento à altura da dignidade do ser humano?

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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A EPIDEMIA DO CRACK

O que significa internação compulsória? Para aqueles que nunca ouviram essas palavras, devem levantar as mãos para o céu, pois elas trazem dor e sofrimento para aqueles que são usuários de droga, e, principalmente, para as famílias, ao verem um ente querido tendo de ser internado a força pelo fato de serem usuários da pedra maldita “crack”, que tem levado jovens e pais de família para uma viagem às vezes sem volta. Após ter passado um ano da ação frustrada do Estado de São Paulo na região da cracolândia, veio a notícia, mesmo que em atraso, da internação compulsória ou voluntária de dependentes químicos. Cabe ressaltar que essa desgraça que tem dizimado mentes, vidas e famílias não se localiza só em São Paulo, em especial no centro da capital, mas está espalhada por todos os Estados e no Distrito Federal. Levantamento feito pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que o Brasil é o maior mercado de crack do mundo e o 2.º de cocaína. Só no último ano, diz o estudo, um em cada 100 adultos usou crack, o que representa, estaticamente, 1 milhão de brasileiros, o que já se tornou uma epidemia. Considerando o consumo das duas drogas (cocaína e crack), o número atinge 2,8 milhões de pessoas no País. O primeiro dia da ação no centro de São Paulo (21/1) teve uma internação feita a força e uma, voluntária – ambas sem participação do mutirão do governo. Os usuários de drogas são abordados por agentes de saúde e levados ao Centro de Referência de Álcool,Tabaco e outras Drogas. Lá há um plantão com um promotor, um juiz e advogados para que tudo seja feito dentro da lei e da legalidade, para que direitos constitucionais sejam preservados. O trabalho é realizado em regime de plantão no centro de referência, e é pautado por meio de trabalho conjunto de agente de saúde, Ministério Público, Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O principal objetivo do governo é o de dar “apoio” ao usuário de drogas com tratamento ambulatorial para dependentes que não tem mais “consciência” de seus atos. O que deve ficar claro para a população é que nesse meio aparecerão os oportunistas de plantão de sempre, que têm opiniões opostas simplesmente para aparecer na mídia como defensores dos direitos humanos, demagogos que são. A mesma experiência foi adotada no Rio de Janeiro em 2012, sem expressivo sucesso, pois lá a iniciativa do governo foi mais política do que solucionar o problema. Dessa forma, o grupo de trabalho pode determinar a reclusão da pessoa inapta a tomar decisões, porém o trabalho vai ser árduo, pois envolve tirar do traficante uma parte do seu lucro fácil, que com certeza será transferida para outras localidades no Estado, já que não há policiamento efetivo. A premissa é a de que tudo está sendo feito para proteger os cidadãos em nome da saúde pública. Porém, cabe ressaltar, qual será de fato o destino dos dependentes ao final do tratamento? Voltaram às ruas? Terão alguma ocupação? Ou o Estado está simplesmente querendo jogar a sujeira ineficaz e a omissão das autoridades para baixo do tapete? O passe de mágica para a recuperação dos usuários de crack, como de outras drogas pesadas, não existe. A realidade é dura e crua tanto para as famílias quanto para os governos municipal e estadual, que não sabem lidar com essa epidemia nefasta que tomou conta do País nos último tempos.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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CONTRA TUDO

A procura por internações compulsórias de viciados em crack foi maior que o esperado e surpreendeu o governo de São Paulo. Melhor para os cidadãos e pior para os militantes da causa “contra tudo”, para quem qualquer atitude do governo paulista é, por princípio, errada.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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SAÚDE X SEGURANÇA PÚBLICA

A “internação compulsória” deveria começar com a do tal padre Lancelotti.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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PROBLEMA MAIOR

No meu entender, a pergunta mais pertinente a fazer é o que realmente o Estado, como órgão responsável por atender as demandas da sociedade, está fazendo por estes pacientes? Pois, mesmo com todas as políticas públicas e sociais criadas, ainda existe município que não conta com uma rede efetiva de atendimento, que não tem Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou qualquer tipo de órgão que possa atender à demanda, e os que existem não dão conta de tanta precariedade. A droga, o álcool, o cigarro e as doenças mentais são apenas alguns dos sintomas de uma parcela grande da sociedade que enfrenta todos os dias problemas como: saúde, educação, habitação, lazer, cultural. E, no meu ponto de vista, o mais feroz de todos os problemas é o sistema capitalista neoliberal. Por mais interesse que se tenha em dar equidade nos serviços, os direitos sociais não são compatíveis com os direitos econômicos, dando somente aparência de inclusão e direito, pois a política social no Brasil se consolida com caráter ambivalente.

Gleice Kelly R. da Silva gleicekellyrodrigues@gmail.com

São Paulo

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A ESPERTEZA DE RENAN CALHEIROS

Às vésperas de se eleger presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) utiliza sua influência junto da Caixa Econômica Federal (CEF) e da Construtora Uchoa, do irmão de Tito Uchoa, o laranja de Renan. A construtora faturou R$ 70 milhões no programa Minha Casa, Minha Vida em Alagoas – uma das armas que o senador usou para aumentar seu capital político. Enquanto isso, em Arapiraca, 600 imóveis foram entregues por Renan com problemas de infiltração, acabamento e fiação. O que tem isso demais? Os votos o senador ganhou, quanto ao povo, que se exploda. O que dirão seus pares no Senado? Simplesmente nada, afinal, todos fazem e a oposição? Continuará a apoiar o senador para a presidência do Senado? Vamos mal quando se vê que essas afrontas nem ao menos passam pela preocupação do Senado federal. E ainda há aqueles que criticam o baixo clero. O que esperar dessa casa que por lei deveria dar o exemplo?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ELE DE NOVO

A volta de Renan Calheiros ao noticiário, associado a mais um caso de provável corrupção e tráfico de influência, dá um sabor amargo de “déjà vu” que cansa, aborrece, desanima e revolta qualquer cidadão que ainda tenha esperanças por um Brasil novo, impávido colosso, de que se possa orgulhar. É lamentável!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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MENSALINHO

Não se fala mais nada do famoso escândalo do “mensalão”, ninguém foi preso, os multados não pagaram absolutamente nada e todos continuam em liberdade, que provavelmente será eterna. Porém Renan Calheiros (PMDB-AL), futuro presidente do Senado em substituição ao atual chefão José Sarney, já vem manipulando a criação de um “mensalinho” no qual turbina o programa Minha Casa em Alagoas, beneficiando com sua influência na Caixa Econômica Federal (CEF) a Construtora Uchôa, do irmão de Tito Uchôa, apontado como laranja do peemedebista, tendo o filho de Renan, o deputado federal Renan Filho (PMDB), como sócio em obras que já superaram os R$ 70 milhões só nos últimos dois anos.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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QUE REGIME É ESTE?

O Brasil é uma democracia dotada de um monte de ditadores! Vejam a manchete do Estadão de 23/1/2013: “PMDB de Renan ‘controla’ programa Minha Casa em AL”. Este senador, cheio de denúncias de ilícitos graves nas costas, aliciador de laranjas para seus projetos particulares, pode ter faturado com estas casas populares do governo federal mais de R$ 70 milhões. Casas tocadas por uma construtora criada no afogadilho em nome de seu filho, o outro certamente laranja, e sem nenhuma experiência no setor... E esnobando Renan Calheiros, (porque manda mesmo no governo), pede e deve conseguir verba suplementar de R$ 5 milhões para concluir as pobres casas... E como vexame maior, e com o Planalto totalmente de cócoras, o alagoano ainda será eleito no início de fevereiro presidente do Senado! É uma esculhambação... Mas todo esse depressivo quadro moral e ético é culpa do lulismo, que desde 2003, camaradas que assumiram postos-chave da República, com lupas potentes procuram facilidades e encontraram, criando até, entre muitas outras ilicitudes, a internacionalmente conhecida quadrilha do mensalão. E não é por outra razão que, com esse legado nefasto, os ditadores foram aparecendo em cada pedaço do Executivo. E até no Legislativo. Assim, com quase duas dezenas de partidos aliados – se é que assim podemos chamar –, todos são donos de parte dos mais de R$ 1 trilhão de impostos federais arrecadados. E o como efeito desta incompetência na “Casa da Mãe Joana”, esses ditadores de esquemas estranhos, devolvem solenemente à sociedade, e sem se ruborizar, uma inflação batendo os 6%, PIB medíocres de 1% e investimentos miudinhos na caótica infraestrutura instalada no País... E no atoleiro da depressão administrativa em que se encontra, e sem discurso novo, Dilma usa novamente uma cadeia de rádio e televisão, para repetir (na 1ª pessoa) que “vai dar” (a custa de um futuro incerto no setor) até 20% de desconto no preço da energia elétrica... Não é deprimente?!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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FIGURINHAS CARIMBADAS

Figurinhas carimbadas de álbuns de escândalos dos mais variados, como crime ambiental, evasão fiscal e enriquecimento ilícito, os peemedebistas Renan Calheiros, Eduardo Alves e Eduardo Cunha deverão ser eleitos para os cargos mais importantes do Congresso. O Brasil, certamente, vai pagar um preço muito alto por isso e nós nada podemos fazer para impedir que isso aconteça. Poderíamos ter feito, e não fizemos, quando permitimos que pessoas da pior espécie como eles nos representem no Congresso.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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MÁGICA

O inquérito aberto há cinco anos e meio para investigar o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) –por supostamente ter apresentado notas fiscais frias – está parado há quase dois anos na Procuradoria-Geral da República. Com isso, a Procuradoria nem apresentou denúncia nem arquivou o caso, surgido na esteira de suspeitas levantadas contra o senador em 2007. O inquérito corre em segredo de Justiça. Podemos deixar claro o seguinte: parou por quê? Por que parou? Claro que todos nós sabemos por que, afinal de contas, o PMDB é o parasita-mor do PT, o partido dos conchavos e dos enroscos.

Mustafa Baruki mustafa-baruki@bol.com.br

São Paulo

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RENAN, SUA CASA, SUA VIDA

Impressionante como Renan Calheiros, o preferido pela camarilha à presidência do Senado, adora uma empreiteira! Principalmente se for de alguém “muy amigo”! Como pode haver ainda no Brasil, considerado mundialmente como o país das oportunidades, figuras tão nefastas quanto esses coronéis do atraso e o pior mandando e desmandando no resto do País? Existe um país que trabalha e outro, que se locupleta dele, e esta lista é encabeçada por esta figura grotesca e ardilosa, eleita pelo Estado mais pobre da Nação, usando do seu “pudê” para beneficiar empreiteira amiga para a construção da “Sua Casa, Sua Vida”. Se cavoucar, encontrarão muito mais! Adivinha onde o lucro desta empreiteira foi parar? Mas, cá entre nós, ele não é a cara do Senado que vai presidir? Eles se merecem. Não sei se nós, brasileiros, merecemos, já que são eleitos pela população menos esclarecida e providencialmente pobre do País.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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SENADO SOB NOVA DIREÇÃO

Renan x Sarney é trocar roto por rasgado.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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MEU PESADELO...

Em Triagem, no Rio de Janeiro, casas construídas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, numa parceria da Prefeitura do Rio com o governo federal para abrigar vítimas de enchentes e desabrigados, já estão apresentando problemas. Já está virando Minha Casa, Meu Pesadelo. Também, da maneira como foi feito, com material de quinta categoria e o interesse eleitoreiro do prefeito em se reeleger, tinha de dar nisso. Moradores tendo problemas que antes não tinham nas casas onde antes moravam. Com as últimas chuvas na cidade, a água está jorrando pelas paredes das casas, parecendo cachoeira. Isso sem falar em outros problemas. Uma moradora disse que a obra foi eleitoreira, e ainda assim reelegeram o prefeito?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE

O ex-presidente Lula, nas situações complicadas (mensalão, “rosegate”, aloprados, etc.), desaparece. Agora, surge como no filme No império das mentiras, fazendo uma trairagem com sua pupila Dilma Rousseff e vai surgir como o “novo salvador” para 2014. Aposente-se e aprenda a ser ex, caro Lula. Faça uma sociedade com José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Sérgio Cabral na China – aí o Brasil vai progredir e a China, infelizmente, vai amargar derrotas.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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O ENIGMA LULA

A colaboradora do Estadão Dora Kramer em seu artigo de 22/1 elucidou fielmente qual a função política hoje exercida pelo ex-presidente Lula. Realmente, hoje ele nada mais é do que o bobo da corte, que, com suas aparições, distrai a plateia que deixa de pensar e reclamar de coisas ruins como: mensalão, pibinho, jantar vaquinha, Rosemary Noronha, apagão, etc. Parabéns a Dora Kramer, que com sua perspicácia decifrou o “enigma Lula”.

Claudio Grozinski claudio@linterconstrutora.com.br

São Paulo

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APOSENTADOS

Dia 24/1 “comemorou-se” o dia da Constituição, da Previdência Social e do Aposentado. Para aqueles que trabalham/trabalharam uma vida inteira recolhendo pelo máximo, fazendo jus a um tratamento digno, serem garfados por várias mudanças nas regras, subtraídos em impostos, e achatados anualmente por reajustes diferenciados (menores) é uma data a ser esquecida. Em vão os sacrifícios feitos, antes e após a aposentadoria, para não ter um sistema de saúde adequado, para bancar os eternos desequilíbrios da previdência, as políticas sociais populistas, suportar as desigualdades previdenciárias comparativas aos Poderes da República, além de sustentar, via impostos, a farra e a bandalheira. Triste data e a situação dos cidadãos e dos aposentados.

Luiz A. Bernardi luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

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ISTO É BRASIL

Enquanto o Brasil não tem dinheiro para corrigir a mísera pensão dos aposentados, para dar um salário digno aos professores, para ampliar leitos nos hospitais públicos, para melhorar a educação dos nossos jovens e para melhorar a segurança pública do País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva distribuiu durante seu governo dinheiro a rodo para África do Sul, Haiti, Cuba, El Salvador e outros tantos. Só para a Autoridade Nacional Palestina foram doados, através do PL 12.292 de 20/7/2010, a importância de R$ 25 milhões. Nos dois últimos anos de seu governo Lula liberou R$ 61 bilhões para 27 países. O pior, Dilma Rousseff, agindo como se fôssemos um país rico, continuou esbanjando o nosso dinheiro. Até quando vamos ficar subjugados por presidentes como os supracitados? Chega!

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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NADA A COMEMORAR, TUDO A PROTESTAR

Que dia o governo vai acabar com o tal do fator previdenciário, que confisca o dinheiro do trabalhador na hora de aposentar? Que quinta economia mais forte do mundo é essa que deixa seus aposentados passando fome, que trata seus idosos como cachorros, que só comem quando sobra? O dia 24 de janeiro é dedicado àqueles que muito trabalharam, muito fizeram e muito lutaram para construir este belo Brasil, atingindo atualmente a 5º maior economia mundial, riqueza concentrada nas mãos de uma minoria de afortunados, porque o sistema privilegia o capital em detrimento dos aposentados e trabalhadores que são excluídos da distribuição da riqueza. Mais uma vez será comemorado o Dia do Aposentado Brasileiro. Nada a comemorar, mais uma vez, infelizmente. O governo federal simplesmente os ignora, dando pífios reajustes a seus benefícios. Quem recebe acima do salário mínimo está amargando mais este reajuste. Cada vez mais o governo federal atual vira as costas para este enorme contingente de brasileiros. A cada dia que passa os aposentados brasileiros que ganham acima do salário mínimo ganham menos e menos. Vergonhoso tudo isso. É preciso lutar mais, ir para as ruas brigar por nossos direitos, não ficar nos bancos da praça somente jogando baralho e gamão, não ser os tais vagabundos, como queria o famigerado Fernando Henrique Cardoso. Será que nossas entidades irão realizar algo a nosso favor? O homem começa a morrer a partir do momento em que ele desiste de aprender.

Antônio Dias Neme antonio.neme@superig.com.br

São Paulo

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DIA DOS APOSENTADOS

Elimine a experiência e o bom senso de quem já passou dos 60 anos e não sobrará bastante experiência ou bom senso para governar o mundo”, disse Henry Ford. Uma conclusão bem apropriada para comemorar o Dia dos Aposentados e chamar a atenção para a valorização daqueles que já conquistaram o direito de não mais trabalhar. Em nosso país, entretanto, direito não é, nem de longe, nada parecido com o que entendemos por conquista. É incrível, mas, aposentado por aqui não é o sujeito que já contribuiu com a Previdência anos a fio e que está apto a desfrutar uma vida aprazível após uma vida inteira de labuta. Ao contrário: são milhares de idosos que sustentam famílias inteiras Brasil afora. Parcas aposentadorias suportam duas e, por vezes, até três gerações num mesmo teto. Contemplados com um tratamento de qualidade para lá de duvidosa, um sistema de aposentadoria composto por desumanas medidas consegue reforçar ainda mais as injustiças e aprofundar as desigualdades sociais. Lamentavelmente, mesmo que o Brasil tenha conquistado algum destaque no cenário internacional, é nítido que ainda existe em renegar o valor dos seus aposentados. Leis arbitrárias desafiam diariamente o aposentado brasileiro. Por isso, o Brasil acumula uma dívida que vai além do abismo financeiro. Um constrangimento moral, uma vergonha exposta, que parece não ter fim. Há ainda aos que esperam na aposentadoria um apoio econômico, dos vultosos obstáculos representados pela burocracia e pelo número insuficiente de funcionários e peritos médicos que comprometem o atendimento dos dependentes da Previdência. Conquistar direitos dignos aos aposentados é dever perene de cada cidadão brasileiro. Uma luta de todos nós – de jovens e dos que já atingiram a maturidade. Dos que iniciam a jornada de trabalho embalados por sonhos e dos que já gozam do direito de aproveitar o melhor que a vida tem a oferecer sem o peso das responsabilidades acumuladas. O Centro do Professorado Paulista (CPP), que luta há 82 anos pelo magistério paulista, cumprimenta todos os aposentados, hoje e em todos os demais dias do ano. Parabéns e vida longa aos que tanto trabalham, especialmente aos docentes, merecedores de todo o respeito e do direito de viverem e de envelhecerem com a máxima dignidade.

José Maria Cancelliero assessoriajp@cpp.org.br

São Paulo

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CONFISCO

A Proposta de Emenda Constitucional 41/2003, aprovada à custa do mensalão, num governo que não “sabia de nada”, na realidade, não é um desconto, e sim um confisco dos aposentados e pensionistas, pois não há retorno, não há contraprestação, e realmente é a troco de nada! É uma punga oficializada de forma ilícita, denegrindo o nosso país perante o mundo. Estão penalizando pessoas idosas, muitas isentas do Imposto de Renda por doença, porém confiscadas em 11% para essa “previdência”.

Newton Faro newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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