Fórum dos Leitores

Atualizado às 5h54

O Estado de S.Paulo

04 Fevereiro 2013 | 02h04

PETROBRÁS

Quanta mentira!

A empresa deixou de ser a maior da América Latina, perdeu o posto para a colombiana Ecopetrol. As causas do rebaixamento são bem compreendidas por quem acompanha o noticiário. O PT conseguiu esse grande "êxito" porque a Petrobrás tem sido alvo de intervenções do partido desde que Lula subiu ao poder. Ao nomear partidários na quase totalidade incompetentes, sujeitaram-na à situação em que se encontra. Mais ainda, as intervenções do governo são um crime contra a empresa: compra combustíveis lá fora e os vende no mercado interno por preço menor que o pago. Que companhia aguenta? Na semana passada o ministro da Fazenda disse mais uma abobrinha: "A alta da gasolina não atrapalha". Sendo assim, por que não aumentaram antes, evitando fomentar a desconfiança e o desempenho da empresa? A resposta, óbvia: segurar a inflação, por motivos políticos. E eram o PSDB e FHC que iam privatizar a Petrobrás...

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

DESASTRES ANUNCIADOS

Sem fiscalização

Depois da tragédia em Santa Maria (RS), a bola da vez são as boates. Mas não só elas oferecem risco. Não tenho dúvidas de que mais da metade dos estabelecimentos comerciais, restaurantes, órgãos públicos, etc., seriam reprovados em todo o Brasil numa vistoria bem feita. O prédio onde trabalho, por exemplo, tem cinco pavimentos, mas não há elevador (isso pode?). A única entrada exige que se passe por uma escada com 16 degraus, bastante escorregadia quando está molhada. Não existe rampa para pessoas com deficiência. Nunca tivemos treinamento de evacuação de emergência nem de simples manuseio dos pesados extintores de incêndio. Detalhe: sou servidor público, trabalho na Receita Estadual de Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais. Em outras palavras, nem o Estado dá bom exemplo.

LUCIANO NOGUEIRA MARMONTEL, auditor fiscal

automat_br@ig.com.br

Pouso Alegre (MG)

Bomba-relógio

De fato, após uma tragédia como a de Santa Maria a revolta é grande e os espertos de plantão saem a tomar providências, que não seriam tomadas de outra forma. Agora eu pergunto: alguém se lembrou da bomba-relógio que é a Feira da Madrugada no Brás? Milhares de metros quadrados com combustíveis a céu aberto e sem ou com quase nada de segurança. Será que vamos bater um recorde macabro? Espero que não.

FRANCISCO CARLOS LOPES

chicao2102@ibest.com.br

São Paulo

E os carros alegóricos?

A cada ano esses carros das escolas de samba aumentam em comprimento e altura, utilizam material basicamente inflamável e os efeitos especiais podem causar um acidente de proporções semelhantes ao de Santa Maria, na pista e na arquibancada. Alguém supervisiona a fabricação dos carros alegóricos? Analisando as sobras abandonadas de carnavais passados, "aquilo" só percorre o Sambódromo por milagre.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Combustível oficial

No Brasil as autoridades são movidas a tragédia. Enquanto elas entram em alerta, "na marra moral", para fiscalizar casas de shows e danceterias, milhares de favelados urbanos, que moram em casas improvisadas de madeira, correm risco de vida iminente.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Escatologia

A corrupção é a causa primária e principal das tragédias.

NAGIB CURI

nagibcuri@uol.com.br

São Paulo

SISTEMA CARCERÁRIO

'Terceirização de prisões'

O editorial sobre a inauguração do complexo prisional em regime de Parceria Público-Privada (PPP) em Minas Gerais (28/1, A3) comete uma série de equívocos, a começar do título, já que não se trata de "terceirização". Muitos criticam sem conhecer de perto o funcionamento nem analisar a fundo os custos e a questão jurídica envolvida. Visitei há cerca de quatro anos o setor que cuida de presídios em regime de PPP no governo inglês (National Offender Management Service, no Home Office, algo equivalente ao nosso Ministério da Justiça), além de conhecer em detalhes três presídios administrados por três diferentes grupos privados. Creio que nenhum dos críticos fez esse roteiro. Os equívocos do editorial: 1) Esses presídios deram muito certo na Inglaterra, tanto que comissão do Parlamento elogiou a iniciativa consolidada há mais de 12 anos, servindo de exemplo de qualidade de gestão prisional para o sistema público. Os críticos escondem o sucesso em países como Austrália, África do Sul e Chile. 2) Se os juristas estivessem corretos em sua crítica, jamais o projeto de MG teria saído do papel, pois o Estado não abre mão de suas responsabilidades em relação aos presos, mas contrata serviços mais eficientes para executar atividades como alimentação, lavanderia, serviços médicos, trabalho, educação, além da construção e manutenção da edificação. O ex-ministro do STF Sydney Sanches e grupo de juristas que assessoram a Fiesp nada viram de irregular nessa iniciativa. 3) Os custos são mais do que razoáveis: a renomada consultoria internacional Pricewaterhouse avaliou o custo mensal do preso em pouco mais de R$ 2.400 em MG em 2005, valor que, corrigido pela inflação, deve chegar aos R$ 3 mil. 4) O que o governo vai fazer é pagar ao gestor privado o mesmo valor que gastaria nesse custeio mensal, sem precisar empenhar mais de R$ 200 milhões em investimentos para custear as obras. 5) Nunca vi tratamento tão humanizado a presos e seus familiares como nas prisões visitadas, onde pude ir a qualquer setor e conversar com qualquer preso e onde o principal fator disciplinar que controla a população prisional é o receio de ser removido para um presídio público. 6) Autoridades do governo inglês são muito realistas quanto à pretensão de "ressocialização": como ressocializar quem nunca foi socializado, e atrás das grades? Talvez com o melhor tratamento psiquiátrico individualizado e apoio familiar, indisponíveis nos melhores presídios do mundo. O que se pode pretender é que ao término de sua pena o liberto seja menos perigoso para si e para a sociedade. Gostaria que fosse mostrado algum presídio que efetivamente ressocialize, um dos tantos sonhos idealistas contaminados por ideologia de esquerda.

JOSÉ VICENTE DA SILVA FILHO, coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo, ex-secretário nacional da Segurança Pública

jvs.consult@gmail.com

São Paulo

N. da R. - O que o editorial enfatizou é que a terceirização e a privatização dos presídios - independentemente da discussão sobre o significado desses conceitos - esbarram numa questão de princípio: por envolver privação de liberdade, o sistema prisional é uma tarefa precípua do poder público, que em hipótese alguma deve ser delegada a terceiros.

O SENADO EM 2013

A volta de Renan Calheiros à presidência do Senador representa um duro golpe na Lei da Ficha Limpa e reforça a aliança entre os partidos situacionistas. Brasília precisa respirar ares novos e lançar-se com ideias arrojadas para um novo Parlamento, cujas lideranças políticas apresentem compromissos com a sociedade civil e não tenham qualquer nesga de ilicitude. Muda, Brasil.

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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RENAN, A VERGONHA NACIONAL

Infelizmente, aconteceu o esperado, ou seja, Renan Calheiros (PMDB-AL) foi eleito presidente do Senado Federal. O PMDB, por tradição, nunca apoiou qualquer tipo de manobra antidemocrática, porém, para permanecer no poder, esse partido apoiaria até o Fernandino Beira-Mar, se fosse necessário. Qualquer cidadão que tiver uma pendência judicial não poderia se candidatar ou ocupar nenhum cargo público, até sair o parecer final da justiça. Só assim se evitaria o constrangimento da sociedade, como nos casos Renan, Maluf e por aí vai.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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RENAN CALHEIROS E A ILICITUDE

Como pode um cidadão implicado em múltiplos inquéritos, que fez a manobra de renunciar ao cargo de presidente do Senado para contornar a sua cassação, pôde outra vez estar na condição de candidato ao mesmo cargo? Como pode a sociedade civil não se manifestar indignada de forma que a rejeição tivesse de ser noticiada na mídia impressa e televisiva?

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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NOSSO LEGISLATIVO PAQUIDERME

Neste momento que o Senado brasileiro, expoente maior do Poder Legislativo, está prestes a manchar sua gloriosa e impecável biografia, elegendo para presidi-lo o conhecidíssimo senador de Alagoas, que alçou os píncaros da glória, não pelos seus feitos legislativos, mas por "malfeitos" na condição e por conta do relevante cargo público que ostenta. Fisiologista de carteirinha, nunca conheceu qualquer ética ou a liturgia do cargo, na fala do seu mentor, o imperador do Maranhão, mas governa pelo Amapá. Convém lembrar que o Brasil é composto de 26 Estados, Distrito Federal e 5.564 municípios. Diante desse quadro, temos 61.417 cargos eletivos que compõe o Poder Legislativo, que é assim formado: 81 senadores, 513 deputados federais, 1.059 deputados estaduais e 59.764 vereadores. Desse contingente, diga-se de utilidade duvidosa, apenas representa um ônus às contas públicas, já que a grande maioria desses políticos não olha para o interesse do povo que os elegeu. O Senado e a Câmara federal, abdicaram do seu principal mister que é elaborar leis, abriu mão dessa obrigação constitucional em favor das benesses do Poder Executivo Federal, recebendo ministérios sem função, cargos na administração e outros mimos, sempre no interesse pessoal, permitindo o governo legislar através da medidas provisórias, as assembléias estaduais mais preocupadas em renovar frotas de carros novos por mais novos, como exemplo a do Estado de São Paulo, e as câmaras dos vereadores, estas, acredito, apenas raríssimas exceções, verdadeiros hipermercados de negócios. E, se cada um desses políticos tiver, na média, 25 assessores, temos uma multidão inútil de 1.535.425 pessoas, as quais nós sustentamos. E se cada um ganhar, em média, R$ 2.500,00, por mês, temos, mensalmente, algo em torno de quase R$ 4 bilhões de despesa jogados literalmente no lixo. Acorda Brasil!

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

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COMPANHEIRO?

Se alguém vir a ficha corrida de Renan Calheiros e não saber a que partido ele pertence, certamente fará a inevitável pergunta: “É do PT?”.

Odilon Otávio dos Santos

Marília

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ELEIÇÃO NO CONGRESSO

Fedem as instituições republicanas! O Brasil vive sob o império da corrupção. Nada no horizonte indica qualquer mudança nessa porcaria toda que esta aí.

Mário Barilá Filho

São Paulo

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DE JOSÉ SARNEY A RENAN CALHEIROS

Depois da eleição do Sr. Renan Calheiros (ou será Canalheiros?), lembrei-me de um sábio ditado da minha avó: Mudam-se as coleiras, mas os cachorros continuam os mesmos.

Luiz Francisco A. Salgado direg@sp.senac.br

São Paulo

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NÃO FAZ DIFERENÇA

Sai o "sujo", entra o "mal lavado". Se bem que, entre tantos fichas-sujas processados, demagogos, desonestos e muito bem remunerados, um mal lavado a mais não vai fazer diferença para a corte. E o Brasil restante pode continuar a morrer às centenas, milhares – continua sendo o país da impunidade.

Tânia Pinotti tkita@uol.com.br

São Paulo

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ECOS DE SANTA MARIA (RS)

Bombeiros reprovam 2 em cada 3 casas noturnas de São Paulo. Enquanto a relação bombeiro x proprietário for de bandido e mocinho, viveremos um correndo e outro se escondendo. Há que encarar o bombeiro como amigo, como assessor para assuntos de segurança. O proprietário é que deve assumir a responsabilidade pela segurança da casa, "usando" o bombeiro como alguém que ajuda a orientar como adequar nas normas.

Paulo Seiji Isewaki isewaki@superig.com.br

São Bernardo do Campo

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É FOGO!

Precisou uma tragédia de grandes proporções numa boate no Rio Grande do Sul para sabermos que – agora – os bombeiros de São Paulo reprovam duas em cada três casas da cidade. Das 330 boates vistoriadas – dia 30/1 – 177 não tinham o auto de vistoria. Quais responsáveis estão com as mãozinhas molhadas, hein?

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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RISCO

Pela reação das autoridades em todo Brasil, diante da tragédia de Santa Maria, mandando rever a situação das casas de espetáculo, apertando a fiscalização, pode-se concluir que situações de risco ocorrem em todo o País. Não há preocupação com segurança por parte dos proprietários das casas, dos frequentadores e, lamentavelmente, até pelas autoridades responsáveis pela fiscalização. As declarações dos oficiais dos bombeiros do Rio Grande do Sul confirmam a pouca preocupação com a segurança. A fiscalização é vista como um mero processo burocrático que pode aguardar na fila de espera. O risco de repetição deste tipo de tragédia, lamentavelmente, persiste em nosso país.

Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo

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A PERGUNTA QUE NÃO CALA

O que veio primeiro, a burocracia ou o brasileiro sem vergonha?

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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TRAGÉDIA NO RIO GRANDE DO SUL

Fórmula fatal: x corruptores + y corrompidos = +236 mortos

Yoshitomo Tsuji y.ts@hotmail.com

São Paulo

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TODOS CONTRA AS TRAGÉDIAS

Agora as prefeituras e o corpo de bombeiros estão intensificando as fiscalizações, mas sabemos que isso não tem estabilidade e cairá no esquecimento. Precisamos todos nós, também, sempre fiscalizarmos. Para isso é importante, e muito simples: 1) A Prefeitura precisa promulgar urgente, Lei em que os autos de vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e o alvará de funcionamento tem que, obrigatoriamente, estarem afixados à entrada dos recintos fechados, tipo boates e similares. Isso é feito através de projeto aprovado pela Câmara dos Vereadores, ou decreto de emergência, se possível, pela urgência. Ironicamente temos lei, por exemplo, que define que os cardápios e preços de restaurantes são obrigados a serem expostos à entrada, mas não temos lei que obriguem a exporem os documentos/provas de prevenções de segurança nesses recintos, que poderiam evitar mortes. 2) Os frequentadores só deverão entrar nesses recintos se existirem esses documentos afixados na entrada e estiverem ainda válidos. É só pensar nas 236 vítimas de Santa Maria (RS). 3) Dentro do recinto, verifiquem os itens básicos: extintores suficientes e com carga e data válida; saídas de emergência bem identificadas e com energia independente; portas de emergência suficientes e livres para a saída, não podendo ser nunca pela porta de entrada (alguns lugares colocam impedimentos nas saídas de emergência para evitar que saiam sem pagar!); os banheiros têm de ter saída de emergência; verifiquem se há fogos de qualquer tipo em qualquer local, principalmente nos shows (alguns locais, quando alguém pede champanhe colocam um tipo de vela com faíscas na bandeja!); verifiquem se há isolante acústico do tipo da boate Kiss; fazer contagem aproximada de pessoas presentes comparando com a lotação máxima. Esses são itens básicos – para obter o AVCB são necessários outros. É muito triste constatar que, se apenas esses itens básicos estivessem em ordem, não teríamos tido essa tragédia. Se encontrarem irregularidades, denunciem imediatamente ao Disque Denúncia (tel 181), atendimento 24 horas.

Sergio M. M. Alvim alvimsergio@uol.com.br

São Paulo

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O MOTORISTA BÊBADO E A LEI

O antigo Código Nacional de Trânsito, de 1967 e 68, já criava restrições à habilitação como condutor de veículo de quem tivesse problemas com droga ou álcool. O Código de Transito Brasileiro, em vigor desde 1997, traz em seu artigo 165 as penalidades para quem “dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência”. Logo, conduzir veículos embriagado é proibido no Brasil há, pelo menos 40 anos. Agora – quando o Conselho Nacional de Trânsito publica a Resolução nº 432, que elimina toda a tolerância em graduação alcoólica – vivemos mais um daqueles momentos em que se persegue o motorista que bebe. A portaria radicaliza ao banir por completo o álcool da vida do motorista. Mas, se for mantida a tradição de impunidade, mesmo com todo o rigor estabelecido no papel, ainda continuaremos presenciando o criminoso espetáculo do motorista bêbado e lamentando a morte de milhares de brasileiros. O Brasil precisa deixar de ser o país do improviso, da impunidade e do descumprimento legal. Não podemos continuar com as leis “que pegam” e as “que não pegam”. A sociedade deve ter a responsabilidade de cumprir a legislação vigente e, quando isso for impossível, lutar para que os projetos em gestação e tramitação representem efetivamente aquilo que a população necessita e sejam elaborados no seu interesse. Se uma lei já existente é inexeqüível, não podemos simplesmente ignorá-la; temos de obter sua revogação e a colocação em algo em seu lugar. Só assim poderemos considerar nosso país, realmente, civilizado...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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TOLERÂNCIA ZERO NA LEI SECA

É absurda a aplicação da tolerância zero para a chamada Lei Seca. Parece coisa de algum ex-alcoólatra convertido em abstêmio destemido. Tudo tem limites. É preciso de um mínimo de bom senso e razoabilidade. Temos que combater a visão fascista e intolerante que vem se disseminando no Brasil, com proibições descabidas e fundamentalistas. Parece até que estamos no Afeganistão dos talibãs e não no nosso Brasil.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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LEI SECA

Por que será que endurecer a lei e as penas funciona apenas para o cidadão motorista? E não para os homicidas mirins, latrocidas, sequestradores, traficantes, estupradores, ladrões (vale para os de dinheiro público) e principalmente os corruptos? E dou uma dica para o cidadão que estiver cansado do "Primeiro Mundo faz-de-conta" do centro expandido de São Paulo: vá para a periferia. Lá não existe lei seca, radares, blitz, bafômetros, lei antifumo em bares, desarmamento, muito menos lei do silêncio. O Brasil, ali, continua o mesmo.

Mario A. Pereira de Barros marioweb@gmail.com

São Paulo

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POVO ENGANADO

Em novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou um reajuste de 12% nas tarifas de energia. Mas alguns Estados, como o Rio de Janeiro, segundo os consumidores, aumentaram a conta de luz até 27,5% antes de Dilma informar que as contas seriam reduzidas em até 18%. O público é descaradamente enganado por este governo. O mais cruel é que o governo sabe que a maioria dos brasileiros não tem acesso aos meios de informação que lhes possibilitaria saber a verdade. E se aproveita disso!

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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A PÍLULA DOURADA

Como sempre acontece nesses casos, o populismo desenfreado, ao final, sempre acaba encabelando a população, principalmente os eleitores. O governo petista, cada vez mais ousado, anunciou aos quatro cantos o desconto, em torno de 20%, na conta da luz. Em seu comunicado, mais adiante subrepticiamente sugere que a redução alcançará apenas a tarifa cobrada no fornecimento de energia elétrica. Evidente que o desconto prometido não alcançará integralmente a "conta da luz" – existem penduricalhos, por exemplo, a taxa de iluminação pública, que é municipal e varia de cidade para cidade, não será alcançada pelo desconto. Então tudo indica que seremos ludibriados mais uma vez. Isso acontece quando o interesse é orientado exclusivamente pelo aspecto político/eleitoral – a pílula haverá de ser dourada, não importando o alcance do seu efeito – se houver o benefício, melhor! Simplesmente porque um povo acostumado com a espoliação – via cobrança abusiva de tributos, basta atentar para a tabela do Imposto de Renda, a corrupção através de obras superfaturadas ou simplesmente pelo favorecimento da “companheirada”, talvez não perceba o engodo. Infelizmente, com benesses desse jaez, o projeto de poder continua. Enfim, cada país tem o "PRI" que merece!

Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)

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DEVOLUÇÃO

Na quarta-feira, em horário nobre na TV, a presidente mais uma vez falta com a verdade, próprio dos petistas, ao informar que a redução nas contas de luz, 18% para as pessoas e até 32% para as empresas, como estivesse oferecendo uma enorme vantagem para os brasileiros. Ledo engano, apenas estará devolvendo – atenção, devolvendo – por decisão judicial do que se apropriaram de todos nós durante a malfadada (indi)gestão do PT durante anos. Apropriar-se é o mesmo que surrupiar, subtrair, furtar, tirar, roubar sem o uso de força, foi o que fizeram. Portanto o que chama de reduzir o correto é devolver o que é direito de todo cidadão e empresas brasileiras. Sobre apagões e falta de energia a culpa não foi só do (des)governo, foi também da estiagem, como aconteceu no governo anterior, que tanto acusam. Quem gosta de ser enganado, ludibriado entenda como quiser mas a verdade precisa ser escrita, dita e explicada. Entenderam agora?

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

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ENERGIA ELÉTRICA

Li a respeito do discurso da presidente culpando o governo Fernando Henrique Cardoso pelo problema energético do País. Presidente, é muita cara pau fazer esse tipo de comentário, após seu partido governar o País por dez anos a nada ter feito nesse setor. Mais grave ainda é o fato de a senhora ter ocupado o Ministério de Minas e Energia e também não ter cuidado do problema. Do jeito que a coisa vai indo, só faltam querer culpar Dom Pedro I.

Luiz Sergio dos Santos Valle luizsergiovalle@gmail.com

São Paulo

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OBRA DIVINA

Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, continua atirando ao vento com a intenção de atingir um alvo qualquer quando disse: "Somos hoje um País com absoluta segurança energética para o seu crescimento e atendimento de todas as famílias ('criticando o tsunami de desinformação')”. Porém, esqueceu de agradecer a Deus por ter nos abençoado por ter enviado chuvas para tirar do sufoco as nossas reservas hídricas!

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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QUANTA ENGANAÇÃO!

Dilma, em seu último e "estupendo" discurso populista à Lula, enfatizou ao povo brasileiro desavisado de toda a realidade que o cerca de que agora as tarifas da energia elétrica irão baixar no mínimo 18% para as residência e 32% para as indústrias. O que deixou de mencionar que estas empresas de energia nos devem cerca de R$ 7,5 bilhões em impostos arrecadados de maneira ilícita nos últimos dez anos e que nos têm que ser devolvidas independentes destes pífios descontos "dados" por Dona Dilma, ou vai passar em branco como tantos outros compulsórios da época Sarney e Cia? Engana-me que eu não gosto! Também está mais que na hora de nosso preclaro Supremo Tribunal Federal (STF) deixar de empurrar com a barriga, principalmente nas figuras de Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, etc. que foi obrigado a postergar por ordem de Alexandre Tombini, do Banco Central, a sentença definitiva favorável aos poupadores tungados pelos planos execráveis das eras de Sarney e do "caçador de Marajás" e cassado pelo Congresso Nacional, Collor de Mello. Até quando nosso preclaríssimo STF vai nos enganar passando outros processos na frente de nossos interesses a um dinheiro que temos direito claro e lícito para agradar dona Dilma, Alexandre Tombini, Sarney, Fernando Collor de Mello e outros interesses escusos que nem sabemos de onde vem mas podemos deduzir? Quem sabe sejam para pagar as multas dos condenados pelo Mensalão do PT de Lula e sei asseclas?! Até quando a impunidade vai passar ao largo das pseudoleis vigentes em nosso país e os togados do STF vão fazer vistas grossas a tudo isto que passa por suas mãos? Isso está se tornando fato recorrente, em que o povo sempre é o maior lesado, enganado e roubado pelos políticos descategorizados de plantão que nada sofrem com nossas pseudoleis vigentes, como ficou claro na posse de José Genoino na Câmara dos Deputados, quando o mesmo deveria estar é atrás das grades de um presídio de segurança máxima. Ninguém mais neste país respeita as leis vigentes, cada um faz o que bem entende. Pessoas são mortas com câmeras de vigilância registrando tudo e os assassinos nada sofrem. Mata-se a esmo por qualquer motivo, estamos em meio a uma guerra civil da pior espécie pois não há punição exemplar de todos os tipos de criminosos no Brasil como um todo, seja em qual esfera for. Todos fazem das suas e passam incólumes perante as leis, sem nada sofrer. Temos já de alterar o Código Penal Brasileiro com o intuito de se evitarem tais fatos recorrentes e descabidos.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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PROPAGANDA POLÍTICA

Para falar sobre a redução no valor da tarifa da energia elétrica, direito este que na verdade a Justiça deu aos usuários, Dona Dilma apareceu na TV em cadeia nacional por quase dez minutos, fazendo a maior propaganda política para a reeleição em 2014. Entretanto, agora, quando do aumento dos combustíveis, ela nem aparece para dar uma entrevista sequer sobre o PAC (Plano Anti-Competência). Ou seja, pimenta nos olhos dos outros é refresco. Vamos ver o que o ministro da Incompetência vai arrumar como desculpa para mascarar novamente a inflação.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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DEFLAÇÃO

Autocrítica e autoestima nunca sobem por aqui e o governo é formado por “eçebandoqueaíestá”...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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AS MENTIRAS DE DILMA

As novas notícias do dia 29/1 sobre a manipulação de números das contas públicas (aceleração de gastos do PAC) pelo governo Dilma confirma que ela quer encobrir os maus resultados de sua política econômica equivocada, que os analistas haviam recomendado mudar há dois anos.Turrona, segundo a crônica palaciana, a presidente preferiu manter a política e "mudar" os resultados do País enveredando pelo caminho de Cristina Kirchner, o da mentira. Essa atitude revela a falta de caráter do governante que por motivos "populistas" envereda pelo caminho da falsificação que, para Kirchner, resultou em que os números oficiais de seu governo não sejam mais reconhecidos por órgãos internacionais ligados à economia, como informou a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI). O descrédito de Dilma também está sendo captado pela imprensa internacional, conforme jornais tem noticiado, acrescendo à visão de país corrupto, mais um mau sinal para o prestigio brasileiro na comunidade internacional. Até o Banco Central, na última ata do Comitê de Política Monetária (Copom) deixou claro que Dilma está errada em sua política econômica.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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VOLUNTARISMO

Voluntarismo positivo é estabelecer metas econômicas consistentes e persegui-las com responsabilidade. O superávit primário anual deveria ser de 3% ou 4% e não de 1,9%, como deverá ser o de 2012. A meta central da inflação poderia ser estabelecida em 2,5%, e não em 4,5%. Além disso, deveria ser cumprida. As margens para mais e para menos deveriam ser de 1,5%. Possivelmente com tais compromissos e o abandono da demagogia e da mistificação o País pudesse reverter o declínio econômico e ético a que o está submetendo este governinho de 5ª categoria.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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FRITURA

Guido Mantega afirmou que o dólar não vai derreter, mas na cozinha do governo o calor da fritura já começa a derreter o Ministério manteiga...

Sergio D’Ávila samvilar@uol.com.br

São Paulo

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A SÓLIDA GFRAGILIDADE DE MANTEGA

No comportamento de Dilma com relação ao Lula, se observa o adágio de que “todo autocrata é subserviente com relação ao chefe”. Já com relação ao subordinado a coisa se inverte, conforme destaca o editorial A frágil “solidez” de Mantega (1/2, A3). Para a presidente, a paralisia dos investimentos, as maquiagens nos números da nossa economia e a desorganização das finanças públicas são irrelevantes diante da grande virtude de Mantega, que é a sua simpática submissão. Por essa razão, pessoas como ela, infelizmente, acabam se cercando apenas de profissionais medíocres. Daí a solidez e a longevidade de Mantega e de outros profissionais de carreira em seu governo que nunca ousam contestá-la.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

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CABEÇA DURA

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, finalmente usa o bom senso, e age para derrubar a cotação do dólar que vem prejudicando perigosamente os índices inflacionários! O que já deveria ter feito lá atrás, passou a vender dólar no mercado, e a moeda americana de R$ 2,05 caiu para R$ 1,98. Mas pela tendência de alta da inflação esta cotação ainda está exagerada. O problema é que a “cabeça dura” da Dilma, e com a decisiva colaboração do Mantega, porque não tiveram a sensibilidade ou conhecimento de causa suficiente, quando achavam que somente estimulando o consumo com crédito farto, e o dólar cotado nas alturas, resolveria dois problemas: como a melhora das exportações da indústria, e o crescimento do nosso PIB. Ledo engano! Contudo e infelizmente, mesmo os especialistas alertando diuturnamente, Tombini, mudo e surdo, errou ao aceitar passivamente o “bico doce do Planalto”! Porque não cuidou da inflação que já está na perigosa casa dos 6%, a inadimplência da pessoa física num índice preocupante de 8%, e PIBs medíocres nestes últimos dois anos! E o pior desta trajetória desastrosa do governo, e ainda apoiado pelo BC, é que empresários e investidores estão ressabiados, devido também a outros equívocos macro econômicos grosseiros praticados por Brasília neste mesmo período! Ou seja, a credibilidade do governo federal hoje esta no chão, em baixa... E para reverter esta situação, talvez somente com a chegada de um novo governo! Que esperamos não seja o velho, em 2014...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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COMPETITIVIDADE E CRESCIMENTO

A presidente Dilma Rousseff precisa urgente fazer alguma coisa para mudar o marasmo que está aí para que não venha a repetir o crescimento pífio do país como foi em 2012, se não for assim, sua própria reeleição em 2014 está correndo perigo de não se concretizar, e ai poderemos ter de volta o homem que nunca soube de nada como candidato outra vez, (a carta na manda do PT, Lula da Silva). Até lá muita água estará passando por baixo da ponte, e o País pode e deve ter uma competitividade e crescimento condizente com a realidade de futuro. É fato que em final de 2012, o sinal amarelo foi aceso na economia do país, o Produto Interno Bruto (PIB) é um indicador para medir a atividade econômica nos 2 meses do ano. Lembrando que iniciamos o ano de 2012 com o governo federal projetando crescimento de 4,5%. Passado o primeiro trimestre as noticiais já não eram mais animadoras, mas ainda instituam que o crescimento seria de 3,5% a desaceleração do Brasil tem sido mais profunda e longa do que o previsto, e deixou o empresariado desestimulado em fazer pesados investimentos, uma vez que o crescimento pífio ficou em torno de 1% em 2012, antes 2,7 em 2011 e 7,5% em 2010. A pergunta que todos fazem é como será 2013 se nada de efetivo for feito pelo governo da presidente Dilma Rousseff, para que o empresariado volte a investir pesadamente? Ninguém torce para que o país fique estagnado, que não cresça, que não gere os milhares de empregos que precisamos para dar emprego aos nossos milhares de jovens que anualmente entram no mercado, muitos deles com boa formação profissional. Porém, se nada for feito de imediato, o Brasil em 2013 corre sérios riscos de mergulhar numa recessão, e ainda correr o risco de ter de volta o monstruoso pesadelo do passado que foi a inflação que corroíam os salários dos trabalhadores num passe de mágica do dia para a noite. Ninguém quer nem pensar em telo de volta, cruz credo senhor! O Brasil já entrou em 2013 com uma trajetória de desaceleração, com maior impacto da retração da indústria que parou de investir em razão das noticias negativas de especialistas em economia de mercado. E o porquê disso? Pode-se dizer da crise mundial, que é inegável numa perspectiva de futuro? A Europa com panes e a própria retração da China que é hoje a principal parceira comercial do Brasil depois dos Estados Unidos, sem esquecer que ficamos bem próximos de um apagão por falta de energia só comparado ao que aconteceu em 2001. Vala me Deus ? Nos salve desse mal que tanto penalizou o povo e o país por ingerência governamental. Só que dessa vez não tem desculpa, Dilma Rousseff vinha comandando essas áreas nos 8 anos com Lula, e agora 2 como presidente. Qual desculpa teria para nos dar? Por não ter investido pesadamente em geração de energia? Por fim, num passe de mágica a presidente resolveu reduzir o preço da energia já pensando na eleição de 2014, ou seja, trocou seis por meia dúzia: reduziu a energia e aumentou a gasolina, "apague o carro e acende a luz"?

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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ECONOMIA LADEIRA ABAIXO

O que se poderia esperar de economistas de segunda (ou menos)? Falta-lhes humildade para reconhecê-lo, colocando na formulação das políticas básicas para nosso desenvolvimento ideologias ultrapassadas, plantadas por "tops-tops" da vida, e um irresponsável ex.

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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O CAMPO DEVE LIDERAR O CRESCIMENTO

A agropecuária avança, “apesar” do governo, é como alguém puxando aqueles carretões que cantavam com seus eixos sem graxa. A agropecuária de hoje é herança maldita dos milicos, senão, estaríamos ainda exportando café de segunda, açúcar de queimadas etc. etc. Estamos vivendo a herança da Constituição de 1988, um passa-moleque dos comunistas, ajudados pelos coronéis do poder ou do pudê!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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GOVERNO EMPRESÁRIO

O governo federal está articulando uma manobra para transformar a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) numa siderúrgica nacional,comprando a parte alemã da Thyssen Krupp na CSA. A ideia do governo é ficar com o controle da CSA e quebrar o quase monopólio de empresas estrangeiras no setor. A antiga CST e a Acesita estão em poder da Anglo Indiana Arcelor Mittal, e a Usiminas é comandada por argentinos e japoneses. O dinheiro do BNDES, quer dizer, o nosso dinheiro, deverá chegar a R$ 4 bilhões. Vale acrescentar que a CSA responde por um passivo ambiental de 134 ações reparadoras, enquanto a CSN tem um passivo de R$ 400 milhões. A intenção do governo é "nacionalizar" um setor empresarial que está sob controle estrangeiro. Mas terá de competir com as ambições da Vale, que tem contrato de exclusividade no fornecimento de minério para a CSA. Partindo da premissa de que a função do governo é administrar o País e zelar pelo bem-estar do povo, o governo está no caminho errado ao usar dinheiro do BNDES para fortalecer uma empresa que está atrelada ao seu processo de aparelhamento do Estado. Monopólio siderúrgico não é prioridade nacional, mas sim as vidas perdidas nas estradas esburacadas, nas vidas perdidas pelas péssimas condições dos hospitais, na segurança pública que impede o cidadão de transitar ileso pelas ruas. Mas, afinal, esse é o país de todos, o país rico, sem miséria.

Jair Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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CARGA TRIBUTÁRIA

Terminado o primeiro mês de 2013, o impostômetro aponta o montante de impostos pagos pelas pessoas físicas e jurídicas durante o mês de Janeiro, faltou pouco para atingir R$ 140 bilhões. Só não foi maior devido a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos, linha branca, materiais de construção, etc.. As custas judiciais também são tributos, estariam incluídas no total informado pelo impostômetro? Brasil o país dos impostos... Mal gastos!

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

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IPTU ABUSIVO

Semana passada recebi o carnê de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) da minha casa. Levei um susto. O acréscimo foi um absurdo. Nada justifica esse assalto, senão o desgoverno dos ultimo oito Anos. Tenho conversado com moradores da cidade e todos estão indignados com o escorchante aumento do IPTU de Osasco. A cidade está totalmente abandonada, tomada pelo lixo, pelo mato, pelos buracos e pelas enchentes. Os serviços essenciais estão sucateados. Tenho conversado com moradores de outras cidades da região oeste e da própria capital e ficou demonstrado que o IPTU de Osasco é, de longe, o mais elevado e o pior de tudo isso é que não temos nenhuma contrapartida, não temos saúde, não temos educação, não temos segurança, não temos infraestrutura e, tem mais, temos uma passagem de ônibus que está entre as mais caras do Brasil (3,30). Diante disso, esperamos que a atual administração desenvolva uma política voltada única e exclusivamente para atender os interesses da cidade e, não usar o dinheiro dos impostos para manter a pesada e onerosa máquina pública com fins político-patidários com o intuito de se perpetuar no poder.

José da Silva jsilvame@hotmail.com

Osasco

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