Fórum dos Leitores

Atualizado às 6h05

O Estado de S.Paulo

15 Fevereiro 2013 | 02h08

GOVERNO DILMA

Nuvens negras

Surgem nuvens negras nos céus da economia brasileira. É preocupante a inflação ter atingido quase 6%, e subindo, como revela o Boletim Focus, do Banco Central. Mas muito pior mesmo é o crescimento da dívida pública, que aparentemente está também fora de controle. Entre 2007 e 2012 o volume de recursos que o Tesouro Nacional emprestou aos bancos públicos aumentou de R$ 14 bilhões para R$ 400 bilhões. O cenário que se apresenta é muito semelhante ao do tempo do governo Sarney, o que certamente comprometerá a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Infelizmente, ela não aceita o conselho de dez entre os dez mais renomados economistas para a mudança da política econômica. Quando o fizer, será tarde demais.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

A volta da inflação

Nos desastrosos governos José Sarney e Fernando Collor, quando a inflação chegou a índices insuportáveis, sabíamos que a causa estava nos governos que gastavam o que não tinham e precisavam fabricar moeda para rolar suas dívidas interna e externa. Hoje, com a inflação de volta, o governo federal culpa tudo, desde a crise no exterior até a baixa produtividade de nossas indústrias, no entanto, seus gastos continuam estratosféricos. Como explicar isso, se já alcançamos em 2013 a cifra de R$ 200 bilhões em arrecadação de impostos, seis dias antes que em 2012? Incompetência é o nome desse desgoverno petralha e a população já vê na mesa os efeitos da volta da assustadora inflação. A desculpa do governo agora será que "o povo precisa emagrecer"?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Sob controle...

Para o ministro Guido Mantega, da Fazenda, a inflação está sob controle. Pena que ele não tenha observado o preço do feijão, um dos principais alimentos da maioria dos brasileiros, que em 2012 teve aumento de 197%.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Petrobrás

E da folha de pagamento da Petrobrás ninguém vai falar?

MARCILIO FAUSTINO

m_faustino@uol.com.br

São Paulo

Comparações

Muitos leitores manifestam seu descontentamento com o governo Dilma. Citam alta inflação, "destruição" da Petrobrás e aumento do preço da gasolina. Comparam com o governo FHC e chegam a sugerir que o PT o imite. Bem, como gosto de números, consultei-os. 1) Inflação: 6,5% em 2011 e 5,84% em 2012. Baixou, portanto. 2) Petrobrás: lucro médio nos últimos dez anos, R$ 25,7 bilhões/ano. Lucro médio nos oito anos FHC, R$ 4,2 bilhões/ano. No atual governo, lucro mais de seis vezes maior, portanto. 3) Preço da gasolina: aumento de apenas 6,6% nos últimos quatro anos, ante 156%(!!!) nos últimos quatro anos FHC. Diante disso (fatos, dados, números...) se conclui: inflação sob controle, Petrobrás muitíssimo bem, obrigado, e gasolina com aumento muito abaixo da inflação! Parabéns, Dilma!

MAURICIO NARDI JR.

mauricionardi@hotmail.com

São Paulo

Criatividade contábil

É compreensível que as acrobacias inerentes à "contabilidade criativa" mereçam duras críticas. E elas não faltam. A pergunta é: a quem pretendem enganar esses seres criativos?

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

SINDICALISMO

O gargalo dos portos

A respeito do editorial Unidos contra a modernização (14/2, A3), a coisa é simples: esse sindicalismo é o que sempre foi, pelego da corrupção privada ou penduricalho de governos socialistas-comunistas. É só enxergar o óbvio.

ARIOVALDO BATISTA

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

Metalúrgicos x varejo

Li com cuidado o editorial O contrato coletivo nacional (12/2, A3) e confesso que fiquei perplexo com os sindicatos por pleitearem essa equiparação salarial. No universo dos metalúrgicos, segundo o texto, a CUT representa 30% da categoria, com 2,3 milhões de trabalhadores, e a Força Sindical, 1,4 milhão. Minha pergunta é: por que tratar com tanta veemência essa questão dos metalúrgicos em detrimento do comércio? Sabemos que o varejo - ou seja, os lojistas - emprega muito mais trabalhadores e se trata de uma mão obra tão qualificada quanto eles. E qual é o apoio que o varejista tem recebido? Acredito que se somarmos Casas Bahia, Ponto Frio e Magazine Luiza teremos praticamente o mesmo número, talvez até maior, de trabalhadores que os metalúrgicos. Não menosprezando os metalúrgicos, mas os empresários lojistas empregam muito mais e essa classe trabalha e produz tanto quanto. Uma rede de lojas em São José dos Campos deve empregar mais que todo o contingente na fábrica da General Motors e eles não fazem esse estardalhaço todo. Está na hora de repensar os valores de quem faz algo para que o PIB do Brasil cresça: o lojista.

ARIOVALDO FLORIAN

ariovaldo@midiakitcom.com.br

São Paulo

CONGRESSO NACIONAL

Rabo preso?

O permanente e firme apoio da presidente Dilma, do Lula, do governo em geral e do PT aos srs. Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves, mesmo depois de ampla demonstração de contrariedade da população, só pode indicar que os dois, Renan e Alves, sabem muito sobre as falcatruas no caso do mensalão e nos demais escândalos posteriores.

MARCO AURÉLIO REHDER

marcoarehder@yahoo.com.br

São Paulo

Como Pôncio Pilatos

Falamos e nada fazemos. Somos cúmplices desse governo corrupto. Estamos lavando as mãos e aceitando de mão beijada a permanência de Renan.

SONIA MARIA SALZANO GENTIL

soniasalzano@gmail.com

Descalvado

Revolução pela web

Por mais que a banda podre da política tente desconhecer e negar, está em curso uma revolução nessa área. O estrondoso sucesso, com 1,5 milhão de adesões, de um abaixo-assinado virtual pedindo o "impeachment" do senador Renan Calheiros é prova contundente dessa nova realidade entre nós e certamente vai acelerar o despertar da opinião pública no sentido de exigir a tão sonhada reforma política, criando mecanismos, inclusive pela web, que permitam a moralização da gestão pública nacional.

JOSÉ DE ANCHIETA N. DE ALMEIDA

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

A FOLIA DE RENAN CALHEIROS

Quando eu leio que Renan Calheiros e sua mulher, Verônica, passaram o carnaval relaxados num dos melhores spas do mundo, ao custo de R$ 22,2 mil, spa que diz que tem em sua clientela mais cativa milionários e políticos brasileiros, eu fico revoltado de saber que somos nós que estamos patrocinando com o suor do nosso trabalho tamanha mordomia a traidores do povo como Renan, que permite equipara-los a milionários. É de chorar saber que, enquanto mais de 1,5 milhão de brasileiros pedem o impeachment ou a renúncia de Renan, ele descansa numa das suítes mais caras do spa, que fica num andar exclusivo, com elevador privativo, sala de massagem, lençol de algodão egípcio, cobertor de pluma de ganso e muitas outras preciosidades exclusivas de quem tem dinheiro muito fácil para gastar.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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TÁ DODOI? RENUNCIE!

Soubemos hoje que o presidente do Senado passou o carnaval num spa onde, com banhos de lama medicinal, tentou diminuir seu stress adquirido pelas denúncias e cobranças que vem sofrendo. Pobrezinho, ferimos sua dignidade? Ora, pelo bem de sua saúde, faça como o papa, renuncie! Pois não há lama capaz de curá-lo, nem com todo dinheiro da sociedade brasileira nas mãos!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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DESABAFO EMOCIONAL

A coleta de assinaturas promovida por uma organização não governamental visando impedir o mandato do senador Renan Calheiros foi uma espécie de desabafo emocional. E o curioso é que se caracteriza como “assinatura” a manifestação do internauta, que sequer precisa se identificar. O fato tem como importância o destaque que está merecendo de alguns meios de comunicação. Mas que sirva para que aqueles que tomaram a iniciativa procurem mecanismos de debate e mobilização de segmentos sociais. Tem muita coisa errada nesse país e não apenas por culpa da classe política, mas que é o efeito da despolitização dos mais diferentes segmentos sociais Para não se caracterizar como mais uma manifestação de oposição oportunista, os debates são por demais importantes.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CARNAVAL QUE NÃO ACABA

Com o fim das festas de Rei Momo, começa prá valer a partir desta quarta feira de cinzas outro carnaval que muito bem conhecemos! Esse não tem carros alegóricos, fantasias elaboradas por carnavalescos, mas, é dominado por marqueteiros que conseguem até transformar um poste numa presidente da República! Os instrumentos utilizados pela classe política brasileira no lugar da caixa, ou tarol, como das escolas de samba, o mais preferido é o caixa-dois... E para abafar o som é recheado de milhões de reais! O tamborim, reco-reco, pandeiro, etc., são tocados pelos nossos legisladores principalmente do Congresso, para atazanar a vida do Executivo, com o precípuo objetivo de conseguir cargos importantes nas estatais, e as famigeradas emendas parlamentares! E o surdo para marcar o tempo, é o da falta de comprometimento da comunidade, que somos todos nós, que refugiados estamos no nosso nefasto silêncio, permitindo que esses passistas de picaretagens, por nós eleitos nas urnas rapinem o erário e emporcalhem a imagem das nossas instituições... Mas, assim como nas Escolas de Samba têm seus financiadores, ou donos, a maioria formada por contraventores e corruptos, a passarela da política não fica atrás! Porque temos gente indiciada, condenada e denunciada, como no PMDB de Renan Calheiros, Eduardo Alves e até do Sarney, etc. No PT, também pelos mesmos motivos, Dirceu, Genoino, João Paulo Cunha e o Lula, além da Rose, é claro... E sempre com etc. E nas mesmas condições os outros partidos, de aluguel ou não, dançam impunes partidos neste lamaçal, tocando seus bumbos desafinadamente e despreocupados com a nossa República! E ainda de terno e gravata! E, enquanto isso, em 2012 a batata subiu 68%, a cebola 56%, o feijão 44%, a farinha de mandioca 112%. O PIB segue medíocre, e a criação de empregos desacelera! E da safra recorde que se prenuncia para 2013, boa parte será perdida pela caótica situação da nossa infraestrutura! E a Dilma, ainda diz que tudo está uma maravilha! Talvez para ela, que no mínimo não faz nem o supermercado...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VOU-ME EMBORA PRA BRUZUNDANGA’

Excelente, sob todos os aspectos, o artigo do professor Marco Antonio Villa, publicado em 11/2 (Vou-me embora pra Bruzundanga). Botou o dedo na ferida, mostrou a nudez do rei (ou rainha), revelou com todas as letras a farsa que domina o país desde que o lulopetismo, que o nosso povo tão ingênuo, colocou no poder, enganado pela abracadabrante esperteza e a sideral capacidade de iludir das quais é dotado o nosso “nunca por demais louvado presidente Lula”. Instalou-se então um governo de discursos vazios de conteúdo, mas pleno de palavras ocas, distantes da verdade e da realidade, porem de grande efeito de pirotecnia política. Esses fantásticos dotes do nosso “mais que perfeito” presidente Lula, o elevaram à condição oráculo máximo do Brasil, capacitando-o a criar a sua sucessora, e dotá-la de supostas qualidades que ela realmente não tem, como apropriadamente colocou o professor Villa. A situação da presidenta Dilma me faz lembrar o personagem Pacheco, criado pelo mestre Eça de Queirós (A Correspondência de Fradique Mendes, carta ao sr. E.de Mollinet – de deliciosa leitura). Esse Pacheco ainda quando jovem tinha um semblante grave que sugeria profunda meditação e profundidade de pensamento que chamou atenção aos seus colegas de Coimbra. Logo, alunos e professores começaram a atribuir ao Pacheco, um grande talento. Embora Pacheco não tendo se distinguido em nenhuma matéria do curso de direito, todos reconheciam nele, um imenso talento tal que no fim do curso, a congregação da universidade houve por bem criar um premio especial para coroar o fantástico talento de Pacheco. Concluído o curso, os colegas de Pacheco levaram aos quatro cantos de Portugal a notícia que este ano em Coimbra, formara-se um grande talento. Assim, Pacheco galgou os mais altos cargos da administração pública sem nenhum feito digno de nota, porém continuou sendo reconhecido por todos como um grande talento. O caso da presidenta Dilma é semelhante. Embora mãe do PAC, não conseguiu pari-lo, considerada grande conhecedora dos problemas de energia, não conseguiu dotar as usinas eólicas de linhas de transmissão, tornando-as inúteis, conseguiu levar a Petrobrás, Eletrobrás a situação delicadíssima, criou a privatização estatizante, a contabilidade criativa e o direito relativo. Não conseguiu leva a caneca d’água ao sertanejo nordestino, conforme promessa do nosso amantíssimo presidente Lula, as ferrovias e rodovias não conseguem a sua conclusão, etc. e tal. Talvez o talento da presidenta Dilma seja como o do Pacheco. Aferrolhado dentro do crânio ele não redundou em boas idéias para o bom governo da nação.

Affonso Maria Lima Morel affonso.m.morel@hotmail.com

São Paulo

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APENAS UM BRAVO GUERREIRO

A considerar que a Presidência da República está nas mãos da pessoa mais instável de que já se teve notícias, às vezes nas vestes de santa e às vezes de capeta, a vice-presidência com o sr. Michel Temer e as presidências do Senado e da Câmara com o PMDB, partido que contabiliza o maior número de máculas na condução de cargos públicos deste país, capaz inclusive, de feitos absurdos e inexplicáveis como a eleição de dois desqualificados para o Senado e Câmara federal, chegamos à conclusão de que o Brasil hoje está sob a proteção apenas do grande guerreiro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), e um ou outro de seus pares. Será que este maravilhoso país merece isso?

Jose A. Dias Pelegrino josepelegrino@acelnet.com.br

São Paulo

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QUIMERA

Impossível a harmonia entre os Poderes da República quando, de um lado, está Renan Calheiros (Senado) e, de outro, um Joaquim Barbosa (Supremo Tribunal Federal).

Lígia Maria Venturelli lmfiora@uol.com.br

São Paulo

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TRIUNFO DAS NULIDADES

Já dizia Ruy Barbosa. E a mais recente é Dilma Rousseff, como afirmou Marco Antonio Villa em seu artigo no Estadão de 11/2. Uma verdadeira biografia da nossa presidente. Os “flashes” de Villa sobre a performance e acontecimentos envolvendo a nossa presidente nestes pouco mais de dois anos de mandato nos dão a medida da gravidade das posições e opiniões a ela atribuídas, todas a partir de fatos não refutados e que nos permitem, salvo melhor juízo, avaliar sua administração como muito fraca. E o que mais importa, considerá-la abaixo das expectativas e necessidades da nação. Alguns desses fatos: tentar vender aos eleitores um perfil de gestora enganador (cirurgia plástica inclusa) como a de “doutora” em economia política, mostrar sua sapiência em Minas e Energia o que a levou a ser empossada na chefia do ministério correspondente e entre outros pecados, interferir e seguir na política suicida da Petrobrás (a ex-maior empresa da América Latina) que hoje perde sucessiva e progressivamente produção de petróleo e consequente faturamento e que pela primeira vez em muitos anos, apresenta prejuízo. Entendo e concluo que esses e outros fatos, tornados públicos, tornarão inviável sua reeleição, mas abrirão espaço para continuarmos, mais uma vez com a política suicida do lulismo. Porque, da atual oposição, como se viu no episódio das eleições legislativas, não se espera nada.

Eduardo Nuno Ferreira de Sousa eduardonuno@uol.com.br

São Paulo

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BRUZUNDANGA

Fiquei perplexo com o artigo do Sr. Marco Antonio Villa intitulado “Vou-me embora pra Bruzundanga”, que agride a presidente da República de uma maneira inadequada e inesperada para um historiador, de que se espera uma ótica objetiva e isenta. Basta ver algumas das afirmações do Sr. Marco Villa, para perceber a passional fulanização da política com que escreve. Por exemplo, afirma que a presidente “fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas.” Ora, a presidente foi secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, posição imediatamente abaixo da de governador do Estado. Qual o conceito que o Sr. Villa tem de cargo expressivo, e baseado em quê? Aguardo explicações. Este outro trecho é altamente demonstrativo da paixão incontida com que o artigo foi escrito: “Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada: virou ministra de Minas e Energia. Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito”. De uma só grosseira tacada, simplesmente, o Sr. Villa chama os dois de energúmenos. Sabemos agora, graças a ele, que a Dilma se elegeu presidente, porque apareceu com um laptop numa reunião. Como o mundo é simples, quando explicado por um historiador! Pergunto-me se o Sr. Villa acredita na ingenuidade que escreveu. Espero que não, para não decepcionar-me com o magistério do País. Poderia continuar falando da referência indelicada que fez sobre uma possível plástica da presidente, algo mais adequado para outras páginas. Além dessa saraivada de deselegâncias, o articulista aponta maus resultados na política econômica,mas sem situá-los no contexto em que vivemos. Afinal, até a Inglaterra está em processo de desindustrialização, e em recessão. Não quero aqui justificar nada da vida pessoal da presidente, nem de seu governo, desejo apenas que o articulista nos contemple com uma crítica mais condigna com as tradições do jornal. É comum que enfoques assim circulem por manifestações na internet, mas sempre esperei mais de um articulista do Estado, principalmente de um professor universitário de história. Pela titulação que tem, o Sr. Villa deve ter condições de nos brindar com coisa melhor. Que o faça, ou que vá para Bruzundanga, e ceda o lugar para alguém mais sereno e objetivo.

Carlos Carreno carcbert@gmail.com

Santana de Parnaíba

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NÃO À BRUZUNDANGA!

Parabéns ao professor Marco Antonio Villa, que em seu texto nesta segunda-feira de carnaval mostrou quanto estão errados aqueles que ainda julgam a presidente criatura (do Lula) uma figura excepcional, quando ela não passa de uma títere criada especialmente pelo Lula para ele continuar mandando no país através da mesma. Agiu assim por medo que outro petista mostrasse o quanto ele foi medíocre e corrupto quando de seu período de governo. O professor relembrou muito bem a carreira da presidente Dilma (só de direito) marcada quase sempre por fracassos, “qualidade” essa que serviu muito bem aos propósitos do presidente de Lulandia, Sarneylandia ou Bruzundunga, ou qualquer “troço” em que essa cambada transformou o País.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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A RENÚNCIA DO PAPA

É simplista a análise segundo a qual Bento XVI foi ofuscado pelo carisma de João Paulo II. Pontífice eleito não necessita de reeleição e carisma. Além de inúmeras outras derrapagens inconfessáveis do Vaticano, Joseph Ratzinger deu a cara para bater no episódio dos abusos sexuais de menores nos colégios católicos nos últimos cinquenta anos, uma nódoa inapagável nos arquivos eclesiásticos, ao passo que seu antecessor procurou blindar a instituição – e, consequentemente, os autores desses atos nefandos. Um intelectual, honesto como devem ser os intelectuais, de formação rigorosamente tridentina, efetivamente débil e que, por pressões, falta de apoio e até mesmo caricaturizações entre seus pares, não suportou a suprema missão apostólica.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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HIPOCRISIA RELIGIOSA’

O papa Bento XVI, durante a celebração de sua última missa na Basílica de São Pedro, falou na “hipocrisia religiosa” que “desfigura a igreja”. Será que não houve infiltração do Lula, junto ao seu PT no clero, para que isso ocorresse?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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BENTO XVI

Não acredito que a renúncia do papa representou um gesto de profunda humildade e desapego. A mídia mundial diz que foi pura briga política interna. O próprio Bento XVI reclama da hipocrisia que reina nas hostes do Vaticano. Que foi o papa mais culto, ninguém discute. Convém lembrar que ele fez parte da ‘Juventude Hitlerista’ atuante. Que também sempre acobertou padres pedófilos, desde muito antes de se tornar papa, e continua acobertando. Sempre foi contra o uso de células-tronco. Sempre foi contra o a uso de camisinha. Sempre foi contra o casamento entre homossexuais. Agora pergunto, isso significa ter sido o maior dos papas?

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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A INFALIBILIDADE PAPAL

Interessante ler os comentários sobre a decisão papal. Talvez fosso oportuno, diante da sua repercussão, aprofundar o tema: quando, de fato, nasceu o papado? Qual a base histórica – fora da Igreja – que dá sustentação à sua existência? O curioso – e nunca questionado – é a própria origem do papado que, até onde eu sei, formalmente só surgiu no século VII, graças ao Imperador Focas (602 a 610), que outorgou a Bonifácio a primazia injustificável de Bispo Universal. Até então jamais se encontra qualquer registro sobre o papado. E o mais chocante, a meu ver, é a divulgação – como se verdade fosse – de uma relação sequencial, que se inicia com o Apóstolo Pedro, identificado como o primeiro papa. Nada mais falso. O desvirtuamento da verdade histórica da origem do cristianismo e a sua apropriação (ou seria usurpação?) pela Igreja de Roma é lamentável. É uma heresia! Tenho em mãos, de longa data, o texto do discurso do Bispo Strossma yer, pronunciado no Concílio do Vaticano, convocado pelo papa Pio IX, em 8/12/1869, ao final do qual foi aprovada a “Infabilidade Papal”. Destaco da sua fala: “Compenetrado da minha responsabilidade, pela qual Deus me pedirá contas, estudei com a mais escrupulosa atenção os escritos do Antigo e do Novo Testamento, e interroguei esses veneráveis monumentos da verdade, se o Pontífice que preside aqui é verdadeiramente o sucessor de S. Pedro, vigário de Cristo e infalível doutor da Igreja... Abri essas sagradas páginas e sou obrigado a dizer-vos: nada encontrei que sancione, próxima ou remotamente, a opinião dos ultramontanos. E maior é a minha surpresa, quando, naqueles tempos apostólicos, nada há que fale do papa sucessor de São Pedro e vigário de Jesus Cristo... Tenho lido todo o Novo Testamento, declaro ante Deus e com a mão sobre o crucifixo, que nenhum vestígio encontrei do papado”. Por ser longo o texto, paro por aqui. Outra fonte interessante para entender o papado é o livro Santos e Pecadores – a História do Papado, de Eamon Duffy, da Universidade de Oxford, publicado pela Yale University Press.

Jairo Silvestre dos Santos jairo-silvestre@uol.com.br

Jundiaí

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NEM TÃO BENTO

Ex-Bento XVI, Aloisius Ratzinger poderia ter deixado como razão menor para a sua renúncia a fragilidade de seus 85 anos que, com os recursos da medicina atual e a assistência que o cercaria seria plenamente contornado. Desde Gregório XII, último renunciante ao trono papal, a eleição de um papa não se dava antes das exéquias. A notícia impactante a princípio toma agora cores mais definidas. Ratzinger saiu, justificou-se e deveria recolher-se para meditações espirituais. Mas não. Com o trono vazio atrás de si, passa a condenar procedimentos da Igreja, que, como seu dirigente supremo cabia-lhe a tarefa de gerir. Condena a divisão da Igreja e a hipocrisia religiosa que, presume-se, deve estar ligada às guerras intestinas que historicamente minam a retaguarda do trono papal, afinal o Vaticano é um estado, e como tal não pode se isentar de política. Condena a hipocrisia religiosa que poderia e deveria assumir como uma cruzada. Católicos e não católicos se decepcionaram com a pedofilia que se instalou na Igreja onde o Vaticano gastou muitos milhões de dólares de indenização às famílias das vítimas. Não deixa de ser uma hipocrisia a insistência da Igreja em proibir a presença de mulheres na eucaristia. A divisão da Igreja e a hipocrisia religiosa nos remete ao século XVI quando a venda de indulgências e relíquias sagradas serviram como estopim para a eclosão da Reforma Protestante por um monge agostiniano chamado Martinho Lutero. A Igreja carece se adaptar a uma nova ordem em ebulição no mundo ocidental.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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A ÚNICA SAÍDA

A renúncia de Bento XVI, foi motivada porque praticamente todos estavam contra o papa, cardeais traidores, que colocaram o mordomo papal, como bode expiatório no caso Vatileaks, onde o banco do Vaticano está envolvido num mensalão. O ex- primeiro-ministro da Itália Silvio Berlusconi,para se vingar de Angela Merkel e da Alemanha, também contribuiu divulgando o resultado da investigações, em suas revistas. Bento XVI, poderia ser lembrado como o chefe dos escândalos de corrupção no Vaticano. Enfim, salvou seu legado, com a sua surpreendente saída.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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DEFESA DA VERDADE

Sua Santidade fez um gesto em defesa da verdade. Ratzinger é um grande homem e um grande papa. Certamente, cardialecos, bispecos, padrecos e toda a caterva reformista devem estar com grandes esperanças. Os católicos de verdade devem estar preocupados com a mediocridade.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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ESTE É O POVO BRASILEIRO

Preocupa-me sobremaneira a ingenuidade revelada pelo leitor senhor Gilson B. Maia, em sua carta “Um papa brasileiro” (Fórum do Estadão – 14/2/2013), enquanto no mesmo espaço e na mesma data, a senhora Mara Montezuma Assaf, como poucos ou quase ninguém, relata com certeza a verdadeira razão da renúncia de Bento XVI. A voracidade com a qual os membros do grupo da Teologia da Libertação se arremete contra os princípios básicos da Igreja Católica e abraça os ideais socialistas, fizeram com que uma intervenção Divina viesse para colocar ordem no Vaticano. Um novo papa com mais vigor e desprendido dessa ala política divisional da Igreja poderá devolver à Casa do Pai os seus reais propósitos que é professar a fé. Portanto, senhor Gilson B. Maia, um papa brasileiro advindo da CNBB, que é uma das maiores cultivadoras da Teologia da Libertação, representa uma derrota da Igreja, um salto na teoria da política da igualdade e o adeus absolutamente final do Brasil à democracia. Um “mamão com açúcar” como se diz na gíria popular, para o PT de Lula, José Dirceu, Delúbio, Genoíno e demais bandidos nazi-fascistas comunistas do Brasil.

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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A RENÚNCIA DE BENTO XVI

Conversa fiada não paga imposto.

Gilberto Lima Junqueira glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto

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APTIDÃO

Ao declarar que foi surpreendido pela renúncia de Bento XVI, o cardeal-arcebispo de São Paulo, D. Odilo Scherer, mostra que não circula pelos “escaninhos” do Vaticano e que portanto não estaria nada preparado para assumir e administrar a dignidade papal.

Paulo Busko paulobusko@terra.com.br

São Paulo

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A CORAGEM DE UM PAPA

Sinto vergonha de ser jornalista ao avaliar o papel de determinadas redes de televisão com seu jornalismo descaradamente preconceituoso, como fez o SBT em sua edição sobre a renúncia do papa Bento XVI. Pauta preconceituosa, tendenciosa, mentirosa, desrespeitosa, informou que a renúncia de Sua Santidade se deveu a casos de pedofilia na Igreja. Mentira! Bento XVI chegou a incomodar certos cardeais e bispos ao cobrar deles que afastasse da Igreja qualquer padre envolvido e que os denunciasse à polícia. A rigor, os casos não foram tantos como propagou certa mídia anticlerical comandada pelo The New York Times. Felizmente, a Rede Globo e o Estadão, até aqui, foram os únicos a mostrar a realidade de um papa que passará para a História da Igreja como um dos teólogos mais influentes do mundo, braço direito do grande João Paulo II, hoje beato da Igreja. Eu diria que Bento XVI deu o maior exemplo do seu zelo pelas tradições da Igreja tão bem constantes das pautas de João Paulo II, um dos maiores estadistas e comunicadores do século. Bento XVI não tem a mesma saúde, o vigor de seu antecessor, mas assim mesmo, mostrou ao mundo que não veio para aplausos, mas para não arredar pé da sã doutrina, mesmo quando essa coragem desafia os incomodados encastelados dentro da própria Cúria Romana. Passará para a História da Igreja como um papa corajoso. Dois exemplos de sua coragem: ao aceitar o desafio de pegar o cajado das mãos de João Paulo II e agora a coragem de renunciar ao posto porque sua saúde não permitiria mais. Poderá ser festivo para certos teólogos da laia de Leonardo Boff, mas está recebendo a solidariedade, a admiração e o amor que cultivou nos fiéis do mundo inteiro. Deus o abençoe em seu retiro de humildade. E que o Espírito Santo traga para a Igreja um sucessor à altura de sua inteligência, diplomacia e humildade.

Alcindo Garcia alcindogarcia@uol.com.br

São Paulo

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OVERDOSE

Socorro, eu não aguento mais notícias sobre a renuncia do papa. Não se pode ligar rádio, TV ou internet sem sermos inundados com notícias sobre Ratzinger. O Brasil não tem só católicos. Vamos ser mais moderados nessa cobertura e aguardar o dia 28 próximo. Isso é uma overdose!

Antonio C. Ciccone cicconeac@hotmail.com

Carapicuíba

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CARNAVAL 2013

Difícil é escolher o nome mais adequado para o carnaval deste ano, especificamente no Nordeste: Folia da insensatez, da omissão, da vergonha... Bem aos nossos olhos, ao derredor, a pouca distância, sob um sol escaldante, insuportável, com temperatura em média de 40 graus, ali no terreiro do eterno desprezado homem do campo, a tragédia. Sem água, sem alimento para si e para o parco rebanho pelo qual lutou a vida inteira para constituí-lo, muitos choram e rogam aos deuses misericórdia. Deuses que parecem se alinharam ao bloco dos insensíveis (políticos, artistas, brincantes etc.) que prioriza o carnaval. A folia ganhou, é mais importante do que vidas e sabemos de pessoas humildes e honestas. Horrorizam-se os brincantes, nordestinos ou não, dizem-se comovidos, oram até pelas jovens vítimas de Santa Maria onde centenas de jovens foram queimados vivos, consequência da crônica indiferença do poder público e dos que não exercem a sua cidadania e não exigem, com firmeza, das autoridades constituídas, o desvelo cabido. Mas os mesmos compadecidos esquecem de que também, nestes dias de carnaval, são dizimadas milhares de pessoas – famílias inteiras destruídas pela seca implacável no Nordeste, justamente pela apatia e alienação de muitos enquanto promovem desfiles pelas ruas alheios a tudo e a todos. Não bastasse, o inconsequente poder público, desavergonhadamente, ainda patrocina e com dinheiro público que ao campo é negado. O entrudo continua; os problemas dos outros não lhes interessa. Nenhum gesto de solidariedade. Nem uma frase de protesto ou condolência aos vitimados pela seca é estampada nas camisetas ou abadas, caros abadas. Suntuosos e estridentes trios elétricos desfilam pelas ruas a animar foliões que aplaudem ídolos, mesmo que esses sequer renovem suas músicas de embalo e continuem a gritar as mesmas tolices que empolgam os “pipocas” da vida (pior que se orgulham do título e assim consequentemente são tratados) e enquanto acrescem os saldos das suas já polpudas contas com altíssimos e, para alguns, injustificados cachês (públicos até). Deles, os famosos, nem um protesto emana. Para quê? Mais grave é que se dizem nordestinos e fazem de “tudo” pelo seu povo que “amam”; até cantam..., sorridentes, alegres, apáticos como nunca. Uma palavra só talvez bastasse, tivesse consequências, mas os decibéis dos trios aliados à insensibilidade generalizada abafam!

José Hildeberto Jamacaru de Aquino hildebertoaquino@yahoo.com.br

Russas (CE)

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CAI CAI

Na Bahia cai tenda para eventos sustentada por armação metálica... Em Belo Horizonte cai marquise de prédio recém-construído... Em Brasília, infelizmente, as edificações projetadas por Niemayer continuam firmes e fortes.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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MARQUISE CAI EM BELO HORIZONTE

A que ponto chegou a irresponsabilidade de encarregados por obras neste país: uma marquise de 8 toneladas pelo visto colada com alguma massa ou outra qualquer, ou quem sabe parafusada com uso de buchas? Mas é o que mostra a foto, é o que parece pela apresentação da fachada da loja em Belo Horizonte, são copiados atos irresponsáveis desta natureza onde o profissional criador da engenhoca deveria passar o resto de sua vida atrás das grades por ter tirado a vida de uma pessoa inocente, estava debaixo da marquise esperando coletivo mas, num país de impunidade certamente se livrará com habeas corpus já encontrado preparados e assinados, é o retrato do Brasil nos últimos anos, ninguém vê nada, ninguém é responsável por nada, é a natureza dizem alguns e a cada dia vemos desgraças cada vez mais variadas, cadê os integrantes da defesa civil? Só aparecem depois? Urge fiscalizarem marquises e tudo mais relacionado à suas funções adquiridas por vontade própria em todo o território nacional.

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

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CALOTE NA OPERAÇÃO DELEGADA

A Operação Delegada, o “bico oficial” em que policiais militares trabalham fardados em dias de folga para a Prefeitura de São Paulo em diferentes atividades não só reduziu a criminalidade como também engordou o orçamento com uma renda extra sem violar o regimento interno da Polícia Militar (PM). Tudo funcionou muito bem até agora, pois acabei de ouvir pela Rádio Bandeirantes que os PMs, que deveriam receber seus vencimentos antes do carnaval, não os receberam até agora e que a informação que lhes foi dada é a de que a Prefeitura não fez o repasse dos valores para que tal se desse... Como é que é? A Prefeitura de São Paulo está dando o calote na Polícia Militar? Certamente o prefeito Fernando Haddad vai dar as explicações desnecessárias, dizendo que tal se deu por estar ainda em período de transição, e vai saldar rapidinho seu compromisso, o.k.? E que este período de transição não sirva de desculpa para toda falta de coordenação entre os órgãos, não é?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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ESTRANGEIROS NA SEGURANÇA

Há poucos meses, o ex-ministro MTB, um dos maiores advogados criminalistas do País, antecipava com satisfação “o triunfo da tese de caixa 2” no mensalão, que depois foi derrotada. Agora advoga contra a lei que restringe competentemente a participação de estrangeiros na segurança dizendo que seu cliente estrangeiro “tinha razão”... Desse jeito ele ainda apoiará a privatização do exército brasileiro a entidades internacionais... Desde que sejam clientes dele, é claro!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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FACÇÕES ILEGAIS E MOVIMENTOS CRIMINOSOS

O tradicional princípio da unidade e indivisibilidade, estabelece que o Estado, como pessoa jurídica, é único titular do poder. Só isso deveria ser suficiente para impedir o surgimento de facções criminosas, milícias e similares que hoje desafiam o poder constituído e assustam a sociedade. Da mesma forma, as entidades e movimentos sociais surgidos ao amparo da lei, deveriam ser exemplarmente contidos pelo poder estatal todas as vezes que atuam em desrespeito ao ordenamento jurídico, invadindo ou depredando propriedades públicas ou particulares, bloqueando vias de comunicação, impedindo o desenvolvimento de obras ou cometendo qualquer ato capitulado no código penal. O comportamento leniente e omisso dos governos e autoridades – que confundiram democracia com anarquia – para com esses segmentos é que trouxe o país a esse estado de guerra civil não declarada em que nos encontramos. Os ataques que se registram em Santa Catarina – 80 ocorrências em apenas nove dias – demonstram o quadro caótico. Os governos – da União, dos Estados e até dos municípios – têm o dever de exercer plenamente a autoridade sobre a sua jurisdição. Já passou da hora de seus titulares guardarem suas bandeiras partidárias, descer do palanque e trabalhar firme pela segurança e equilíbrio social.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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