Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

18 Fevereiro 2013 | 02h07

GOVERNO DILMA

Política econômica

As notícias veiculadas pela grande imprensa dão-nos a sensação de que o Brasil está com sua economia em processo de descarrilamento. Assistimos, impotentes, ao desmonte de nossa maior empresa pública, resultado de uma gestão politicamente orientada para atender aos objetivos eleitorais do principal acionista, o governo federal, e não para torná-la eficiente. Sob a batuta de um ministro da Fazenda visivelmente inseguro e desarticulado, fato notado até por analistas estrangeiros, constatamos a retração dos investidores, sem saberem em que acreditar. Por outro lado, a inflação e a produção industrial, convergindo para níveis preocupantes, que os cardeais do governo petista se apressam a creditar à crise mundial, são ameaças concretas. Não havendo coragem para promover as mudanças que se fazem urgentes, corremos o sério risco de perder mais uma década.

PAULO ROBERTO GOTAÇ
prgotac@hotmail.com 
Rio de Janeiro

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Ilusionismo contábil

R$ 2,3 bilhões pagos pelo BNDES como antecipação de dividendos, R$ 4,7 bilhões idem pela Caixa Econômica, R$ 12,4 bilhões do Fundo Soberano do Brasil (FSB); R$ 20 bilhões de renúncias fiscais indevidamente deduzidos do superávit primário. E vai por aí. Somente nesses itens são quase R$ 40 bilhões de receita artificialmente gerada em pouco mais de um mês. Fez-me lembrar o presidente de uma empresa privada em que trabalhei: mandou o diretor financeiro contabilizar pequena antecipação de receita no fechamento de um exercício para melhorar o resultado; descoberta a manobra, foi sumariamente demitido pelos acionistas. Azar dele, se trabalhasse no setor público teria brilhante carreira pela frente. Nós, acionistas da empresa Brasil, possivelmente estaríamos felizes da vida com tal ilusionismo e, mesmo pagando essas contas, possivelmente o manteríamos no cargo para outro mandato, ou quem ele indicasse. Acorda, Brasil.

LAZAR KRYM
lkrym@terra.com.br
São Paulo

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O sinal falhou

Sempre se acende um sinal de alerta no governo quando a inflação anual supera 4,5%, palavras do ministro Guido (iluminado) Mantega. O sinal não acendeu e a inflação já supera 6,5% em 12 meses. É muito fácil explicar essa lamentável falha. Deve ter caído um raio lá pelos lados de Brasília, que provocou um apagão geral na equipe econômica. Só falta agora jogarem a culpa do fracasso da política anti-inflacionária no Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

SÉRGIO DAFRÉ
sergio_dafre@hotmail.com
Jundiaí

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Inflação ameaçando

Não se preocupem os brasileiros com a inflação. Agora o ministro Mantega decidiu pelo controle dela apenas com os juros. Difícil acreditar. Nestes últimos anos (depois da saída de Antônio Palocci da Fazenda) vimos assistindo a medidas preocupantes. A esperança que nos resta é que algum dia Mantega acerte pelos menos uma de suas incontáveis previsões. Certamente muita coisa poderia melhorar. Será...?

PLÍNIO ZABEU
pzabeu@uol.com.br
Americana

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Vontade política

O ministro Mantega fala em controlar a inflação pelos juros e o mercado, claro, responde apostando em alta da taxa Selic. Se me lembro bem, quando era oposição o PT dizia que bastava "boa vontade" para baixar a Selic. Como ela provavelmente vai subir, estaria faltando boa vontade ao governo federal?

ALEXANDRE L. GIESBRECHT
alexandre@giesbrecht.com.br
São Paulo

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Momentos de incerteza

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, demonstra nas TVs preocupação com a inflação, que aumentou 0,89% no mês passado. Dá entendimento de que os juros poderão subir. Mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, como sempre, aleatório, salienta a normalidade inflacionária e em todos os demais segmentos da economia, inclusive no câmbio. E o dólar sobe, compelindo o BC a agir com celeridade. Nossos jogadores da economia estão chutando desencontradamente, enquanto a técnica ainda não se deu conta de que Mantega sempre quer ficar, mas Tombini tem carreira e talvez não esteja gostando do jogo, podendo sair de campo. Assim, a insegurança dos investidores e empresários se torna cada vez maior, enquanto a nossa economia não está mais patinando, mas retrocedendo, em busca de um PIB pífio e de um desenvolvimento desprezível!

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO
carneiro.jcc@uol.com.br
Rio Claro

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Mantega

Quanto tempo ainda pode demorar para a presidente Dilma Rousseff entender que o ministro Guido Mantega é limitado no seu conteúdo técnico? Até ontem ele servia, enquanto não se necessitava de um verdadeiro administrador de finanças.

KLEBER G. DE ARAUJO JR.
kgajr@hotmail.com
São Paulo

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'Perdendo o bonde'

Efusivos parabéns ao jornalista Rolf Kuntz por seu excelente - como sempre - artigo de sábado (A2). Magistral o final: isolado no Vaticano, Bento XVI estará menos distante do mundo do que estaria no Palácio do Planalto.

MÁRIO RUBENS COSTA
costamar31@terra.com.br
Campinas

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CHUVA E CAOS 

26 horas sem energia

Não foi tsunami, terremoto, nevasca, queda de meteoros, mas uma chuva forte. E a cidade de São Paulo virou o caos. Falta de manutenção fez árvores caírem, fios se romperem, asfalto arrebentar e grandes alagamentos. Moro no Morumbi, perto do palácio do governo. Ficamos 26 horas sem energia elétrica. Prejuízo certo. Mais de cem tentativas no serviço de atendimento da AES Eletropaulo e quando atendem é uma piada de mau gosto, para não dizer outra coisa. A telefonia móvel, Tim, no caso, um desafio à parte. Na ouvidoria a informação era de que o número havia sido desativado! Grande transtorno. Agora devo comprar um gerador para prover minha própria energia? Não basta pagar por saúde, educação, segurança, manutenção veicular por causa dos buracos, agora vou ter de cuidar do problema da energia elétrica! Sra. Dilma, se isso não é apagão, então é o quê? Leio no Estadão que aplicarão multas. E que multas são aplicadas, mas raramente pagas, graças a infinitos recursos. Certo está Rolf Kuntz, que recomenda ao papa Bento XVI que se isole do mundo no Palácio do Planalto. Na Bandeira do Brasil dos políticos, de todos os partidos, não deveria estar escrito "ordem e progresso", mas "se a farinha é pouca, meu pirão primeiro".

MÁRCIA TIBEAU
marcia.terra@nutriinsight.com.br 
São Paulo

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FÉRIAS DOS JUÍZES E TRABALHO PARLAMENTAR

Gostaria que fosse feita uma reflexão sobre as férias de 60 dias dos juízes e os 60 dias de trabalho dos parlamentares brasileiros. Não há termo de comparação entre um trabalho e outro.  Enquanto os juízes levam serviço para casa, além da carga imposta e o peso de suas decisões, os nobres parlamentares não têm lição de casa e, quando dizem que estão atuando nas suas bases eleitorais, o fazem com dinheiro público e mentindo aos seus eleitores, pois essa categoria sobrevive de promessas que nunca são cumpridas. É preciso moralizar sempre toda forma de abuso, mas achar que é um privilégio juízes terem férias de 60 dias é entrar na discussão simplista, sem ir a fundo nas questões que de fato importam. Se há alguém com vontade de moralizar este país, comece exigindo que os parlamentares trabalhem todos os dias da semana, que recebam apena o 13.º salário, que paguem Imposto de Renda, aposentem-se com 30 e 35 anos de serviço e que tenham ficha limpa. Apesar de estar escrito na Constituição que “todos são iguais perante a lei”, “alguns são mais iguais” e, enquanto essa regra permanecer, nada que se faça terá caráter moralizador. Se for para colocar o dedo na ferida, que se comece por onde há o que consertar.
 
Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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PARLAMENTARES X TRABALHO

Os nossos esforçados parlamentares emendaram o carnaval? Falando francamente, acho até uma boa ideia. Fico sobressaltada quando votam qualquer matéria: eles sempre encontram uma maneira de nos “ferrar”.

Flávia de Castro Lima lgcastrolima@uol.com.br 
São João da Boa Vista

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CONTRA A CONSTITUIÇÃO

Sobre “As férias dos juízes” (Estado, 15/2, A3), quero sugerir uma matéria do mesmo conteúdo sobre o trabalho de nossos senadores e deputados. Será que eles também não ferem a Constituição?

Fioravanti Fabri Filho fff@dglnet.com.br 
Americana
                                    
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A VIGILÂNCIA DA COISA PÚBLICA
 
Sempre existem servidores públicos, de qualquer nível, que procuram atacar o erário, atuando de forma a lesar os suados montantes arrecadados via tributos pagos pelos contribuintes deste país. Daí que a vigilância precisa ser constante e ininterrupta, embora possa ainda ocorrer fatos lamentáveis, como o narrado pelo Estadão e ocorrente na Fiscalização Estadual, onde servidoras atuavam com o fito de eliminar processos, escondendo-os até em sacolas ou bolsas (“Quadrilha que atuou em Fisco paulista diz à PF ter recebido ‘agrados’ de juízes”, 15/2, A4). Eis que todos os envolvidos merecem a punição correspondente, o que já se teria concretizado com as demissões respectivas. As punições precisam ser exemplares e na proporção das faltas cometidas, servindo como aviso de que a impunidade não mais existe no País.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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POLÍTICOS GULOSOS

O Ministério Público Federal investiga mais um desvio de verba entre milhares já ocorridos, este destinado à tragédia e calamidade de Nova Friburgo (RJ), com enchentes e deslizamentos no início de 2011. É sabido e de total conhecimento que no Brasil os políticos ficam “gulosos” quando algo envolve a contratação de obras e serviços públicos sem licitação, a título de emergência, pois os referidos valores destinados podem ser manipulados e destinados para quem os mesmos determinarem sem nenhuma necessidade ou autorização prévia. Portanto, imaginem só a farra que ocorreu com nosso dinheiro no País, se considerarmos que só no último ano 523 municípios decretaram situação de emergência?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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O PREFEITO E O ESTADO DE EMERGÊNCIA

Diariamente somos informados sobre malfeitos cometidos por políticos e administradores públicos. Virou moda os acusados (até os condenados) se dizerem vítimas da imprensa que lhes é contrária. Mas os fatos noticiados são reais e a maioria deles se encontra em apuração pelo Ministério Público ou outras instâncias. A mais nova esquisitice está nos decretos de emergência que os novos prefeitos assinaram (Estado, 13/2), mitos deles sem justificativa ou objetivo claro. Ao fiscalizarem esse procedimento, o Ministério Público e os tribunais de contas prestam um grande serviço ao erário. Seria conveniente que além evitar que os atuais prefeitos façam besteiras, também se deflagrasse ampla auditoria nos decretos de emergência assinados dos anos anteriores. Especialmente nas localidades que sofreram catástrofes e, com esses decretos, abriram os cofres de ajuda dos governos federal e estaduais. É preciso ver o que cada prefeito fez com as verbas recebidas, como administrou os recursos do próprio município em relação à emergência e, principalmente, se executaram as obras programadas. Aos que não tiverem cumprido com o prometido no decreto de emergência, que se apliquem os rigores da lei e principalmente os processe de forma que caminhem para a inclusão na lista de políticos de ficha suja e sejam eliminados do processo eletivo. Quem não cumpriu com seu dever de administrador público, não tem o direito de continuar se elegendo!  
 
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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A TRAGÉDIA MAIOR

Nenhuma tragédia ou calamidade provocada pela natureza causa mais danos e vítimas do que a tragédia e calamidade provocadas pelo desvio de dinheiro público destinado a reconstrução das áreas afetadas. A mão leve de prefeitos e secretários envolvidos nessa escandalosa apropriação privada de verba pública deveria ser punida como prevê a Sharia – código de leis do islamismo: sua amputação! Basta!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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PUNIÇÃO RIGOROSA

Fica novamente provado que, para certos políticos, o povo nada mais é do que a escada que o leva ao poder. Uma vez lá, o propósito maior passa a ser enriquecer, não importando se o mesmo povo que o elegeu está sofrendo, vítima de calamidades, muitas vezes até sem lugar para morar. A punição para esses políticos deveria ser rigorosíssima, inclusive aplicada imediatamente, sem delongas, no lugar onde mais sentem: no bolso, com a devolução atualizada dos valores desviados. 
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com
Bauru

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AURÉLIO MIGUEL

Depois que virou vereador paulistano, o patrimônio do ex-judoca e campeão olímpico Aurélio Miguel (PR) se multiplicou e cresceu em progressão geométrica, chegando a R$ 25 milhões. Aurélio Miguel é acusado de cobrar propinas na Secretaria de Habitação e não surpreende que tenha ficado multimilionário tão rápido. É triste ver um ex-campeão olímpico, que já foi uma referência para a juventude, acusado de grossa corrupção e enriquecimento ilícito. Ele é uma vergonha para o judô, que não merecia essa mácula que ele trouxe ao esporte, de desonestidade e corrupção. O mínimo que se espera é que Miguel seja investigado, punido, devolva o dinheiro surrupiado aos cofres públicos e que tenha imediatamente o seu mandato cassado pela Câmara de Vereadores.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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ATÉ TU, AURÉLIO?

O campeão olímpico Aurélio Miguel multiplicou seu patrimônio desde que assumiu o cargo de vereador em São Paulo. Quando foi candidato a vereador pela primeira vez, em 2004, Miguel declarava ter, entre outros bens, quatro imóveis – um patrimônio, segundo ele, de R$ 870 mil já em 2012, passou, segundo o Ministério Público, a ter 25 imóveis registrados em nome dele ou de suas empresas. Os imóveis estão estimados em R$ 25 milhões avaliação é feita com base no valor do metro quadrado da região. Nessa conta, não entram outros bens, como uma lancha e ao menos 17 carros, como uma Cherokee 2012 e um Opel 1951. Pelo visto a multiplicação dos bens do nobre Aurélio foi mais rápida que Deus quando multiplicou os pães. Lamentável, vergonhoso e degradante

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br 
São Paulo

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QUE SE JUSTIFIQUE

Aurélio Miguel tornou-se um típico político brasileiro. Deu um ippon na moral que aparentava ter como ídolo esportivo, e das medalhas de ouro que tanta buscava no tempo em que era honesto, passou a interessar-se apenas pelo ouro contido nelas. Ao tornar-se vereador em São Paulo descobriu o caminho mais curto para o pódio dos milionários que é o recebimento de propinas. Devia, ao menos, ter vergonha de aparecer para tentar justificar tanta riqueza obtida em tão pouco tempo.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro   

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LOBBY CONVENIENTE

Em investigação de uma comissão de sindicância interna da Advocacia-Geral da União (AGU), foram apontados indícios de irregularidade por parte do ministro Luís Inácio Adams, sendo pedida a abertura de processo disciplinar contra ele. Pedido que foi arquivado pelo corregedor da AGU, Ademar Passos Veiga, nomeado, observe-se, por Adams. Não cheira bem tudo isso, principalmente por ter a AGU omitido em nota de 8 de fevereiro a informação da recomendação da sindicância envolvendo o ministro e por terem sido as irregularidades apontadas por três servidores de carreira, com independência para decidir. Este caso merece um aprofundamento.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br 
São Paulo

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SEM OPOSIÇÃO

Um Brasil sem partidos de oposição ao PT. Este era o sonho de muitos e não faltaram esforços para chegar a este ponto. Quando finalmente alcançam o objetivo, com as duas únicas forças que poderiam ser chamadas de “oposição” estão de joelhos, alguns reclamam em tom indignado. Ora, senhores! Políticos de oposição ao PT no Brasil são tratados pela imprensa há anos como lixo. Para eles, só matérias desfavoráveis. Governadores, senadores, candidatos, todos apanharam e apanham diariamente. Foram reduzidos ao mínimo de representantes, em grande parte por conta da campanha implacável do PT e da imprensa amiga. Se hoje calam-se diante dos descalabros que vemos, é para não apanharem ainda mais. Mesmo assim, apanham. Se falam, as manchetes pinçarão de seu discurso alguma frase que os mostre de forma desfavorável. Não tem jeito. O lado ruim é que seu silêncio evidencia o que se cochicha à boca pequena: no Brasil, já não há democracia. Há somente uma democracia de fachada, para inglês ver, que esconde um governo totalitário. Eis aí.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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ENDIVIDADOS

A dívida pública brasileira ultrapassa a soma de R$ 2 trilhões, e uma parte considerável é causada por força da Copa do Mundo, e famigerado dinheiro público gasto. As consequências desse rombo majestoso serão sentidas quando o contribuinte puser a mão no bolso e verificar que sem transparência ou espírito de gestão compartilhada, milhões de reais que poderiam ser destinados à saúde, à educação e à segurança foram drenados para a bola correr.
 
Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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INFLAÇÃO

Pelos dados do IBGE, a inflação nestes últimos 10 anos, atingiu a marca de 76,62%. O que dá uma média anual muito alta! Mas, neste mesmo período infelizmente o preço do nosso indispensável feijão subiu 197,22%, o cafezinho 142,24%, lanche 141,50%, e a refeição fora de casa 134,52%. Mas esta corrosão no bolso do trabalhador não para por ai! Para uma gestão que diz governar principalmente para os pobres, a inflação em 2012 alcançou 5,84%, e em janeiro de 2013 bateu a casa preocupante do 6,15%. Portanto bem próximo ao teto desta meta esquizofrênica de 6,5%... Porém, em 2012, quando as correções salariais ficaram em torno de 7%, o frango subiu 22,30%, hortaliças 23,79%, o tomate, 30,87%, o arroz 36,67%, o feijão 43,66%, a cebola 55,93%, a batata inglesa 67,44%, e pasmem; a farinha de mandioca 111,85%, como nos velhos tempos super inflacionários da década de 80 e inicio de 90 do século passado! Oras; se sabemos que 13,5 milhões de famílias, ou 60 milhões de pessoas são beneficiadas com o Bolsa-Família, e mais outros 55 milhões de brasileiros assalariados, entre aposentados ou não sobrevivem, se é que assim podemos chamar, com até um salário mínimo, esta inflação cavalar que estamos engolindo por total desprezo do governo petista, está atingindo de maneira desumana no mínimo 115 milhões de brasileiros, ou 60% de toda população de 192 milhões de habitantes. E se ainda somarmos a este contingente, aquelas famílias que tem renda de até 4 salários mínimos, ou R$ 2.712,00, que precisa pagar aluguel, escola particular, ou no mínimo material escolar dos filhos, fazer supermercado, gastos com roupas, remédios, telefone, despesas com informática etc. Esqueçam lazer! Vamos contabilizar neste grupo pelo menos mais 40 milhões de pessoas, ditas não sei como de classe média... Ou seja, são 155 milhões de brasileiros citados acima, que estão amargando dificuldades em seus orçamentos devido a esta estúpida inflação, sem que o governo Dilma enfrente esta grave questão de frente! Ao contrário, esse governo petista mesmo sabendo da alta dos preços dos alimentos, e outros, que mais afetam esta camada da família brasileira, continua apostando na abundante oferta de crédito para demonstrar que o País está sob controle, e que nada existe no horizonte para perturbar a situação macro econômica. E pelo retrovisor confortavelmente apenas enxerga as urnas de 2014, como se isso fosse encher a barriga do povo! Aliás, foi esse mesmo povo é que elegeu por três vezes petistas como Lula e Dilma para presidência da República, e que hoje estão pagando esta conta salgada embutida nesta inflação selvagem. E o pior é que, o governo Dilma está perdido, e sem rumo, e sem coragem para diminuir os efeitos inflacionários. E neste vendaval de horrores, o empresariado desconfiado, até com as ditas maracutaias contábeis, vai reajustando os preços dos seus produtos, muitas vezes até acima do necessário, porque acha também que é uma maneira de defender seu patrimônio dos graves equívocos praticados pelo governo! E de que tem adiantado, baixar na marra os juros, e o preço da energia elétrica, se o governo relapso que é, não reduz seus gastos improdutivos e excessivos?! E ainda para acomodar aliados cria ainda novas e desprezíveis estatais, quando na realidade não deveria abandonar as principais prioridades, como da redução da inflação, e do baixo nível de investimentos em infraestrutura! E ainda passivamente assiste o déficit no comercio exterior, que somente em 40 dias deste ano, alcança a marca US$ 5 bilhões...  Ou seja, uma zorra total...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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PREÇOS E A MISSÃO DA PETROBRÁS
 
A utilização da Petrobrás como instrumento de políticas econômicas do governo poderia ser entendida na época do monopólio estatal do petróleo, quando sua missão era garantir o abastecimento nacional de derivados de petróleo ao menores preços. Após 1995, extinto o monopólio, sua missão mudou, passou a ser a de operar, eticamente, da forma mais eficiente, para garantir a remuneração dos seus investidores. Por isso, hoje não tem cabimento que o governo a utilize para controlar a inflação, mantendo gravosos os preços dos derivados, sem qualquer contrapartida. Também não compete à Petrobrás vender combustíveis de forma onerosa aos seus concorrentes. Vale lembrar que, antigamente, algo semelhante aconteceu na comercialização do álcool hidratado (etanol, hoje em dia), mas então o ônus foi assumido pelo Tesouro Nacional, e contabilizado na chamada “conta álcool”. E hoje, nada? 
 
Roldão Simas Filho rsimas@aos2.com.br 
Brasília

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DO PARTIDO

Sugestão para um novo marketing: mudar o nome para “PeTronossa” e um novo slogan, “O Petróleo é nosso, PT Saudações!”.
 
Walter Menezes wm-menezes@uol.com.br 
São Roque

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MEMÓRIA
  
A sra. Maria das Graças Foster é concursada e tornou-se presidente da Petrobrás em 2012. “Graça, como prefere ser chamada, é tão petista quanto o antecessor, José Sérgio Gabrielli” (Estadão, 28/1/2012). Filiou-se ao PT em 2008 (muito conveniente) e fez campanha para Dilma/2010. Faço estas observações pois vejo muitas cartas no Fórum dos Leitores culpando a atual presidente esquecendo de que a derrocada da Petrobrás vem desde que foi aparelhada pelo PT e Lula quando ascenderam ao poder em 2003. O sr. José Sérgio Gabrielli, filiado ao PT há anos, é o maior responsável por tudo que agora estamos vendo acontecer na Petrobrás. Culpar a atual dirigente é mostrar como o brasileiro não tem memória. Ela, pelo menos, mesmo filiada está tentando arrumar a casa sem poder falar da herança maldita que recebeu do PT via Gabrielli. Só poderemos julgá-la daqui um tempo, e se realmente a Petrobrás é mais importante para ela, como disse em 28/1/2012, do que o PT. Minha indignação é que este sr. Gabrielli está sendo cotado para ser candidato do PT ao governo da Bahia. Os baianos que se cuidem...
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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FALTA DE LUZ

A ex-guerrilheira, ex-secretária municipal da fazenda de Porto Alegre, ex-secretária estadual de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, ex-ministra de Minas e Energia, ex-ministra chefe da Casa Civil e presidente do Brasil há pouco mais de dois anos, depois dos oito anos inúteis do ex-presidente, ex-deputado federal (ausente), ex-sindicalista e ex-metalúrgico. Pelo currículo da dona Dilma todos podem avaliar até onde ela pode chegar... É simplesmente es-pe-ta-cu-lar e maravilhoso, não acham? Só que de Minas e Energia tem deixado muito a desejar... Será que entende? Palpite dá muitos. Nos dez anos de PT no poder criticaram tanto as faltas de luz e cortes de energia ocorridos no governo FHC e agora que se olham no espelho, a quem criticam? O País inteiro sente com frequência as constantes falta de luz e cortes de energia, as desculpas são as mais variadas mas solução mesmo que é bom, nenhuma. Temos de nos acostumar com os cortes e faltas de luz? Ora, são as linhas de transmissão, ora a chuva ou vento, ora a estiagem, ora sabemos lá o que, o fato é que nem eles sabem explicar, e o povo brasileiro vai ficando no escuro, deduz-se que é incompetência mesmo. O atual ministro de Minas e Energia, acreditamos que saiba acionar o botão de luz, se a luz acende, tudo bem, caso contrário, pedirá ajuda de algum técnico da área – por aí dá para percebermos como estamos mal servidos em Minas e Energia. É indicação do Sarney, reclamar para quem? Não há um ministério do atual (des)governo que funcione correta e decentemente, ministérios são “moeda de troca” com os partidos alugados, sem os quais o PT jamais seria governo. Se permanecem até agora é porque priorizaram resolver os seus intere$$e$ e de todos aliado$, assim não há país e povo que aguentem. O que precisamos antes que seja tarde demais, é de uma liderança ao estilo do atual presidente da França ou de Cingapura, para que não haja a interferência e necessidade das Forças Armadas, será que podemos sonhar? Ou vão continuar nos ludibriando com propagandas enganosas?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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A MODERNIZAÇÃO DOS PORTOS

A Medida Provisória (MP) 595, que deverá ser votada no Congresso Nacional nos próximos dias, visa a trazer nossos portos à modernidade. E não é que o digníssimo deputado “Paulinho da Força” já ameaça com greve geral em todos os portos brasileiros, por se opor a este projeto de modernização? Ele representa os jurássicos estivadores que sempre comprometeram nossas exportações. Cobram o que podem e não podem uma verdadeira máfia atrasando todo o País. Ele ameaça através dos sindicatos da classe parar o Brasil se as novas regras forem aprovadas, pouco se importando que a aprovação desta MP deverá trazer maior competitividade e baratear custos de exportação, já que os nossos estão entre os mais caros do mundo. Para haver esta modernização é necessário tirar dos antigos estivadores privilégios que não cabem mais num país desenvolvido. A maioria do povo brasileiro nem sabe o que faz um deputado e esta é a oportunidade certa para explicar: atrapalha, não serve para nada, vive de férias e, quando seus interesses são contrariados, param o País não importando o custo. Paulinho da Força é a expressão nua e crua para que serve um deputado! Servir aos seus interesses particulares em detrimento do País. Depois batem no peito cheios de moral se dizendo representantes do povo brasileiro.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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NA ‘RABEIRA’

As safras agrícolas de 2013 estão calculadas para baterem recordes de produção, prevendo-se um grande volume de exportações. Os empresários da área, no entanto, chamam a atenção para as dificuldades e o alto custo do Brasil na exportação, por termos uma infraestrutura ineficiente e custo operacional extremamente elevado. Todos os anos empresários têm perdas, os portos são demorados, o transporte rodoviário é um caos. Na velocidade e no interesse é que nosso governo demonstra seremos sempre “o país do futuro”. Na próxima década a China terá algo como 400 milhões de habitantes migrando do campo para a zona urbana, ou seja, uma população equivalente a mais do dobro da nossa deixando de produzir no campo, passando a consumir na cidade. Seria um extraordinária possibilidade comercial para países como o nosso, entretanto, nosso governo “não dá conta” de nossa produção atual, o que esperar de um aumento de demanda tão elevado? Pobre Brasil, por que tem sempre que andar na “rabeira” em matéria de eficiência?

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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SAFRA 2012/2013

Lá vem novamente o governo alardear que o país colherá entre 183/185 milhões de toneladas de grãos na safra 2012/2013, algo “nunca visto antes na história deste país”. Para mim, essa safra recorde se assemelha a cavar um grande buraco. Quanto mais se tira, mais se afunda. Tenho algumas questões que gostaria de ver respondidas pelo governo, antes de ficar “roncando papo”: 1) Desses 183/185 milhões de toneladas quanto se perderá por deficiência na infraestrutura que só se fez deteriorar, ainda mais, nos últimos 10 anos de governo do PT? 2) Após e durante a “grande colheita” de quanto baixarão os preços do arroz e do feijão pois ambos aumentaram cerca 35% nos últimos 12 meses segundo o IBGE (detalhes na publicação do IPCA de janeiro/2013). 3) A inflação continuará galopando como cavalo sem freio ou o governo vai parar de fazer e falar bobagens do tipo “a inflação convergirá para o centro da meta de forma não-linear” (seja lá o que isso significa) e tomará medidas efetivas para baixá-la, como, por exemplo, parar de gastar desenfreadamente e de dar estímulos desnecessários às empresas “amigas do rei”. Nos governos do PT o que se tem visto nos últimos 10 anos é isso. “Muito corococó e pouco ovo”. Fala-se muito, faz-se pouco, jogam-se bilhões fora em obras desnecessárias, e o pouco que se faz tem sempre um objetivo certeiro: faturar as próximas eleições. Pobre Brasil! 

Rubens S. Valneiros rvalneir@gmail.com
Barueri

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O QUE HÁ COM A AVIAÇÃO BRASILEIRA?

O que está acontecendo com a aviação brasileira? Essa pergunta precisa ser feita para os políticos e para os profissionais de imprensa que viajam pouco de avião, pois se for feita para os executivos das 3 únicas companhias aéreas que monopolizam o mercado brasileiro, eles dirão que vai bem obrigado. A realidade, no entanto, não é bem essa. Tenho ouvido relatos que seriam cômicos, se não fossem trágicos: Veja as histórias a seguir, que não são estórias, mas fatos. Um amigo relatou que em um voo da TAM que saiu de Fortaleza com destino ao Rio, na quinta-feira (7/2), havia um pequeno viajante e que na hora do serviço de bordo ele abriu todo animado a bandeja do almoço e encontrou apenas um biscoito, um pedaço de bolo mixuruca e um queijo sem graça. Decepcionado, reclamou com o comissário da empresa chileno-brasileira e ouviu como resposta um lamento: “Desculpe, meu amiguinho, eu mesmo, acredite, estou trazendo minha marmita de casa.” Presenciei recentemente algumas situações que merecem ser contadas, pois revelam a que ponto chegou a mesquinharia das companhias aéreas: Ao ser abordado por um comissário da Gol em um voo de Belém para Brasília há duas semanas, que vendia lanchinhos parecidos com aqueles do nosso tempo de jardim de infância, por R$ 25,00, brinquei com ele dizendo que a minha religião não permitia comprar lanches, pois eu era de um tempo em que o serviço de bordo era motivo de orgulho das companhias aéreas. Ele não titubeou, e me respondeu sem perder a pose: “Se o Sr quiser caviar, compre uma primeira classe na Emirates”, aqui as coisas mudaram e vão piorar ainda mais. Fico pensando, o que pode piorar se até os assentos de emergência, que deveriam ser obrigatoriamente ocupados, por questões de segurança, hoje custa R$ 40,00. Em outro voo da TAM de Brasília para São Paulo, na semana passada, enquanto esperada o banheiro vagar presenciei a comissária da, traçar seu almoço ali mesmo, sentadinha no seu banquinho. Tudo certo, se o banquete não fosse uma matula (marmita) que cheirava frango de ontem. Sem a menor cerimônia degustando o seu menu, ela até que foi bastante educada e perguntou se eu estava servido. Pergunto então aos burocratas que comandam empresas pela lógica pura e simples do lucro, se isso é normal, ou se estou  ficando velho? Antes que me digam que as coisas mudaram e que as passagens ficaram mais baratas, eu digo que eles precisam rever seus conceitos, pois na semana passada, paguei R$ 1.700,00 por uma ida e volta BH/São Paulo/BH. A reserva foi feita com 5 dias de antecedência e os preços das duas maiores companhias (TAM e GOL) era o mesmo até nos centavos. Traduzindo: monopólio explícito. Minha alternativa seria voar por Campinas pagando R$ 700,00, o que também é absurdo.

José Aparecido Ribeiro jaribeirobh@gmail.com 
Belo Horizonte

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CHUVAS EM SÃO PAULO

Seria injusto e irresponsável cobrar do novo prefeito alguma solução mágica que pudesse pelo menos atenuar o desastre das chuvas torrenciais, apesar de todo alarde da reunião com seus secretários em que foram anunciadas 16 medidas emergenciais para as enchentes. Mas penso ser justo e responsável cobrar do prefeito e de toda autoridade constituída, sua presença nas cenas da tragédia, servindo pelo menos de conforto para as vítimas e estimulo às equipes de socorro.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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BOIA VEICULAR

Todo veículo que transitar na Grande São Paulo fica desobrigado de carregar pneu estepe. No seu lugar deverá carregar apenas a câmara de ar do dito cujo para ser utilizada pelo condutor como boia salva vida na eventualidade de inundações.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte santo de Minas (MG)

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ESPETO DE FERRO

As virtudes do transporte urbano por meio de corredores segregados (Bus Rapid Transit – BRT) foram exaustivamente descritas no editorial de O Estado (“Volta aos corredores de ônibus”, 13/2, A3): rapidez, eficiência, redução de até 90% dos acidentes, prioridade ao transporte coletivo, redução de poluentes etc. Resta saber o motivo de tamanha demora em sua adoção em São Paulo, já que implantado há 50 anos em Curitiba e transplantado para Bogotá por técnicos brasileiros. Casa de ferreiro e espeto de ferro no lombo dos paulistanos que até hoje amargaram administrações incompreensíveis sob esse aspecto. 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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ARCO TIETÊ

Na matéria “Arco Tietê vai usar área de antigo clube” (14/2), caberia ao secretário Fernando de Mello Franco explicitar como a proposta do Arco Tietê vai “conversar” com o futuro Plano Diretor 2013 e com as demais propostas que estão em curso no território oeste de nossa cidade, a exemplo da Operação Urbana Consorciada Água Branca, cuja minuta de Projeto de Lei (PL) foi enviada ao legislativo Municipal em dezembro de 2012. Esse PL será retirado da Câmara pelo Executivo Municipal? Ou suas diretrizes serão consideradas na futura proposta do Arco do Tietê? A sociedade civil da Região Oeste tem debatido essa questão com muita preocupação.
 
Ros Mari Zenha rosmari.zenha@gmail.com
São Paulo

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LEI DE ZONEAMENTO

A reportagem sobre o projeto de construção de um prédio em rua residencial do bairro Cidade Jardim mostrou de forma clara uma prática recorrente que vem ocorrendo há já bastante tempo em nossa cidade. Na zona oeste, notadamente nos bairros Pacaembu, Alto de Pinheiros e Sumaré, que ainda têm ruas estritamente residenciais, firmas comerciais e produtoras de vídeos têm se instalado de forma irregular, causando transtornos, já que as ruas estreitas e outrora calmas e seguras passam a ser usadas como estacionamento de vans e carros das referidas firmas, para mencionar apenas um dos inúmeros aborrecimentos que os moradores são obrigados a tolerar. Creio que o proprietário de um imóvel situado em rua ZR-1 deveria ser responsabilizado no caso de locar esse imóvel para fins comerciais, mas nada disso é feito e as invasões continuam.

Vera Augusta Vailati veravailati@uol.com.br 
São Paulo

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ESCOLINHA DO CRACK

A propósito da construção do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), na região central de São Paulo, do governo do Estado, uma espécie de “puxadinho”, é o seguinte: o Estado nada fez senão copiar a “casa dos craqueiros” da Prefeitura – na Rua Prates, no Bom Retiro. No complexo de puxadinhos, é comum encontrar pessoas pitando crack, a exemplo do que ocorre em outros Espaços de Convivência da Prefeitura, como na tenda da Rua General Júlio Marcondes, Santa Cecília, região central da cidade – onde os viciados não largam o cachimbo e atendentes da ONG responsável pelo local passam a mão na cabeça deles e dizem: “Não faz isso, não”, como se fosse resolver o problema. É o que poderia ser chamado de recuperação para inglês ver. Falta disciplina nas “tendas do crack”. Afinal, quando Prefeitura e Estado vão se unir para construir o “hospital do crack”? Que não venham com a conversa de que hospital confina os flagelados da droga.

Devanir Amâncio devaniramancio@ig.com.br   
São Paulo

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