Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

19 de março de 2020 | 03h00

Pandemia

Prudência e heroísmo

Estamos em guerra. E guerras não se ganham com pessoas que se escondem do inimigo, mas com as que o enfrentam. Evidentemente, quem está em grupos de risco precisa se proteger o melhor possível, para sua própria segurança e para evitar o colapso dos sistemas de saúde. É lógico que se proíbam e evitem reuniões e aglomerações desnecessárias. Então, compete aos jovens saudáveis formar o exército que enfrentará o inimigo, não apenas nas áreas de saúde e segurança. O País não pode parar. As cadeias de produção de alimentos, remédios e outros bens de primeira necessidade precisam funcionar a pleno vapor. Os sistemas de transporte precisam continuar a operar, da forma mais segura possível, para atender pessoas e produtos que formam essas cadeias. E quem puder voluntariar-se para apoiar as frentes de batalha que o faça. Doe sangue, doe ação, doe seu tempo, doe amor. Neste momento precisamos da prudência dos velhos, do senso de urgência dos líderes e do heroísmo dos jovens.

CÉSAR GARCIA

CFMGARCIA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Consequências da quarentena

A quarentena pode levar a uma crise de abastecimento mundial sem precedentes. Não se discute a necessidade do isolamento social para conter o avanço da doença, mas como fazer isso quando milhões de pessoas precisam pegar condução para trabalhar? O desafio é criar uma logística que permita fazer a quarentena e manter o abastecimento. O Brasil teve uma amostra do que é uma crise de abastecimento na greve dos caminhoneiros, que em poucos dias paralisou o País. Uma quarentena por tempo indeterminado pode ter consequências catastróficas se não for acompanhada por uma exercício de inteligência logística. Um bom começo seria a desinfecção sistemática de metrôs e ônibus e de suas estações.

MÁRIO BARILÁ FILHO

MARIOBARILA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Tragédia da humanidade

Se, um dia, o homem manifestou temor de que uma guerra nuclear destruísse a humanidade, agora ele está vendo que um simples vírus pode ser mais devastador do que qualquer bomba de hidrogênio...

AURÉLIO QUARANTA

RELYO.QUAR@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Pânico

O pânico está começando. Informações desencontradas, das autoridades federais em especial, mostram a bagunça em que vivemos. O presidente desatende a recomendações comportamentais e depois, de forma pueril, procura justificar. Daí a vaca já foi pro brejo... O que faremos? A economia vai afundar, a saída de dólares é brutal e também colabora para o aumento de seu preço no mercado. Do orçamento fiscal nem se fale. Em suma, estamos mal. Leio que os EUA, por iniciativa do presidente Trump, pretendem doar mil dólares a cada cidadão – para alguns democratas deveriam ser 2 mil. Governo de verdade, em especial nos momentos mais difíceis, é o voltado para o povo, que assiste, atônito, a picuinhas entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Pobre Brasil.

MARIO COBUCCI JUNIOR

MARITOCOBUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Hospital x estádio

O dinheiro para os hospitais, tão necessários neste momento, desapareceu – e grande parte foi roubada – na construção e reforma dos estádios para a Copa do Mundo de Futebol da Fifa de 2014 e na construção da Vila Olímpica no Rio de Janeiro, em 2016. Aventura irresponsável do petismo.

ANDRE COUTINHO

ARCOUTI@UOL.COM.BR

CAMPINAS

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Prevenção adiada

O terror do vírus que atingiu o Brasil não deveria acontecer, ou pelo menos poderia ser mitigado, se as autoridades fossem mais sérias e céleres na prevenção. Durante o carnaval a covid-19 já se havia disseminado no mundo, com óbitos. Pois bem, nos casos de pessoas contaminadas aqui, no País, que agora estão aparecendo, fazendo as contas, o contágio se deu na altura do carnaval, levando em consideração o período de manifestação do vírus no corpo, de 10 a 15 dias. Cabe ressaltar que muitos que estão doentes não viajaram para o exterior. Daí se pergunta: por que as autoridades, seja na esfera federal ou estadual, não tiveram a coragem de cancelar e/ou adiar a festa do carnaval? Por quê?

EUGENIO DE ARAUJO SILVA.

EUGENIO-ARAUJO@UOL.COM.BR

CANELA (RS)

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Feliz 2021

2020, o ano mais curto do calendário gregoriano no Brasil. Começou na Quarta-feira de Cinzas, em 26 de fevereiro, e terminou quando foi decretada a pandemia, em 14 de março. Feliz 2021!

CARLOS COELHO

CCOELHO1@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Declaração de IR

Para fazer a Declaração do Imposto de Renda (IR) da Pessoa Física muitos contribuintes, especialmente os idosos, têm de se deslocar em busca de documentos e para entregarem ao contador ou a outra pessoa apta a ajudá-los. A Receita Federal está cogitando de adiar a entrega para época com menor risco de contágio, talvez até o fim de setembro?

LUIZ C. BISSOLI

LCBISSOLI46@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Vivendo como canhotos

Dica de médico: use sempre a mão não dominante (a esquerda, no caso de destros) para abrir portas, apertar campainha e botão de elevador, apoiar-se em corrimão, manusear objetos, dinheiro, cartão, etc., pois a chance de levar a mão ao rosto (maior risco de transmissão do vírus) é muito maior com a dominante. Esse método foi usado na Coreia do Sul com bons resultados.

JORGE A. NURKIN

JORGE.NURKIN@GMAIL.COM

SÃO PAULO

LIMONADA AZEDA

 

No Estadão de ontem (18/3), Monica de Bolle e Barry Eichengreen pedem a mesma coisa: gastos públicos para minimizar o caos econômico e social que se evidencia. E pedem isso com enorme senso de urgência. E agora? Teremos competência para fazer com este limão uma limonada azeda ou vamos morrer com o limão entalado no esôfago?

 

Francisco Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

 

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PACOTE DE R$ 147,3 BILHÕES

 

Depois de ser criticado duramente pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pela falta de ação de seu ministério em razão do caos que se instala pelo mundo e no Brasil também, por causa do novo coronavírus, finalmente Paulo Guedes apresentou um pacote de medidas para minimizar os graves efeitos da pandemia que já são visíveis sobre a nossa atividade econômica. Já se fala até em recessão ou PIB em torno de 1% para 2020. O ministro anuncia injetar R$ 147,3 bilhões, ou menos do que 2% do PIB de 2019 (de R$ 7,3 trilhões), para tentar alavancar o consumo. Deste valor, R$ 83,4 bilhões serão destinados à população pobre e idosa, como para aposentados, antecipando os benefícios do 13.º entre abril e maio, que seriam pagos em agosto e dezembro. Inclui, ainda, mais 1,2 milhão de pessoas, das 3,6 milhões, que estavam na fila do Bolsa Família. Antecipa, também, para o mês de junho o abono salarial para os trabalhadores, que seria pago em julho e em dezembro. E, para empresas, outros R$ 59,4 bilhões para manutenção de empregos. Esses recursos devem ser liberados num espaço de 90 dias. E R$ 60,3 bilhões dependem de aprovação do Congresso. No radar do governo também está a liberação de novos saques das contas do FGTS para os trabalhadores. É lógico que estes R$ 147,3 bilhões são insuficientes para superar o alto nível de desemprego e até alavancar investimentos em infraestrutura, mesmo porque não dá ainda para quantificar a extensão e os efeitos do novo coronavírus sobre a atividade econômica. 

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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PASSE DE MÁGICA

 

O déficit do governo central em 2020 deverá ser de R$ 124 bilhões. O orçamento para a saúde em 2020 é de R$ 125,6 bilhões. O ministro Paulo Guedes anunciou a injeção de R$ 147,3 bilhões para serem gastos em medidas emergenciais com o objetivo de diminuir os efeitos econômicos da pandemia da covid-19. É interessante notar que precisamos de um coronavírus para que o governo faça algum dinheiro aparecer no mercado, como num passe de mágica. O dólar está valendo R$ 5,00, e o orçamento previsto para 2020 considerava o dólar a R$ 4,00. A diferença é de 25% e o tamanho do problema só será anunciado no final do ano. Vamos torcer para que a desvalorização do real pare por aqui.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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PARA INGLÊS VER

 

As medidas anunciadas com estardalhaço pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na verdade já eram conhecidas. Trata-se de um socorro muito tímido aos mais vulneráveis, apesar das cifras substanciosas. Deveria o ministro – se Bolsonaro deixar e se lembrar – aproveitar a oportunidade e mandar ao Congresso as reformas tributária, administrativa, entre outras, já que o governo desde o ano passado diz que vai enviá-las. Na verdade, pode-se dizer francamente “essa é a história do governo, quem quiser que conte outra”.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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O NOVO GODOT

 

Na atual situação econômica que se tornou mais crítica pela chegada da malvinda covid-19, estamos numa situação parecida com aquela das duas personagens, Didi e Gogo, da tragicômica Esperando Godot, de Samuel Beckett. A semelhança é que estamos esperando duas grandes reformas, a administrativa e a tributária, que deveriam ter sido entregues há tempos pelo ministro Paulo Guedes. Como a personagem Godot, que promete comparecer, mas não o faz, o ministro fala, fala, mas não entregue as almejadas reformas, apesar da cobrança do Congresso e da sociedade. Ou seja, nada está acontecendo, nada está definido e não há nada a fazer, como na peça teatral?

 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

 

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INAPTIDÃO

 

Cada vez mais, não tem como negar que o presidente da República age com método para inviabilizar qualquer possibilidade de entendimento e harmonia com os demais Poderes da República. Evidente que é uma demonstração de fraqueza – não posso me ombrear com os demais líderes, sou infinitamente menor e despreparado para o cargo que ocupo, a bitola da Presidência é larga demais para minha capacidade pessoal; tenho de me embrenhar para o uso de platitudes e até mesmo de rasteiras, como agora, ao me antecipar à reunião com os chefes dos demais poderes e encaminhar, na calada da noite, a proposta do Estado de Calamidade. Uma atitude rasteira, por desprovida de honradez e respeito às regras da boa convivência. Incrível sua inaptidão para o exercício do cargo para o qual foi eleito por uma parcela significativa da sociedade brasileira. Parte dela demonstrou – com panelaço nas grandes capitais na noite de terça-feira – sua insatisfação com o comportamento do atual presidente e o reconhecimento de sua incapacidade de gerenciar com segurança os destinos da Nação nesta difícil etapa da vida nacional. Aguardemos o desenrolar dos acontecimentos.

 

Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)

 

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SINAIS DOS TEMPOS

 

Seria bom o presidente Jair Messias Bolsonaro ficar mais atento ao que está ocorrendo ao seu redor, visto que aqui, no Brasil, panelaço nunca foi um bom sinal para quem governa o País.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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GOVERNO JB

 

Mal iniciado o segundo ano de seu polêmico e atabalhoado mandato, o presidente Bolsonaro cai de forma expressiva nas pesquisas de avaliação de seu governo e já é alvo de pedidos informais de impeachment, de exames de sanidade mental e de panelaços em grandes capitais País afora. Com a economia estagnada e gravemente contaminada pelo surto do novo coronavírus, resta saber qual será a duração de sua permanência no Palácio do Planalto. As apostas estão abertas...

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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LEMBRETE

 

Apenas um lembrete ao pessoal do panelaço: sai o capitão e entra o general.

 

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

 

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PARTE DO PROBLEMA

 

Responda rápido: se o presidente Bolsonaro for afastado do cargo, a Bolsa vai cair ou subir como um rojão? Os motivos são tantos para afastar Bolsonaro do poder: insanidade mental, impeachment, crime contra a humidade, crime contra a segurança nacional ou todas as anteriores. Bolsonaro é sistematicamente parte do problema, e nunca é parte da solução. General Mourão é a solução.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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CONFLITO

 

A declaração de Rodrigo Maia de que “Bolsonaro arruma inimigo para arranjar conflito” revela miopia política. O Executivo tem 19 propostas de mudanças na Câmara. A Câmara parece estar sem tempo, não analisa nenhuma. É Bolsonaro que tenta arrumar inimigo ou ele já existe e esta atuando disfarçadamente na Câmara?

 

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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ARTE

 

Praticamente todos os dias Bolsonaro e Rodrigo Maia trocam farpas por meio da imprensa, com declarações estapafúrdias, para, em seguida, se encontrarem pessoalmente e mascararem a situação. De fato, ser político é uma arte que consiste em engolir sapos e sorrir.

 

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

 

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PÂNICO

 

O pânico está começando. Informações desencontradas das autoridades federais, em especial, mostram a bagunça em que vivemos. O presidente desatende às recomendações comportamentais e, depois, de forma pueril, procura justificar. Daí a “vaca já foi pro brejo”. O que faremos? A economia vai afundar, a saída de dólares é brutal e também colabora pelo seu aumento de preço no mercado, do orçamento fiscal nem se fale. Em suma, estamos mal, muito mal. Leio que os EUA pretendem doar, por iniciativa do presidente Trump, a cada cidadão US$ 1 mil, enquanto para alguns democratas deveriam ser US$ 2 mil. Gostem ou não, governo é aquele voltado para o povo, principalmente nos momentos dificultosos, como agora, ao invés de termos de assistir atônitos às picuinhas entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, como se nada tivessem a fazer. Pobre Brasil.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

 

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NA MESMA ONDA...

 

Na prancha do novo coronavírus já estão surfando os interesses políticos, os imbróglios ideológicos e o protagonismo pessoal. Ô, raça!

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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DOM QUIXOTE DE LA MANCHA

 

Toda irresponsabilidade tem um limite, mas o presidente Bolsonaro ultrapassou há muito essa barreira na atual situação. Mesmo com as maiores liderança mundiais – inclusive a do seu guru do Estados Unidos, Donald Trump – tomando medidas muito drásticas contra a moléstia, Bolsonaro continua a sua insana guerra contra o inimigo errado e contra até mesmo o seu próprio e consciente Ministério da Saúde. Agora, Bolsonaro terá de pedir ao Congresso para que aprove o pedido de “decretação do estado de calamidade”, que na certa julga ter sido criado pelos inimigos da Câmara, Senado e STF, que articulam um golpe para tirá-lo do poder, como já disse. Essa triste realidade nos remete ao início do século 17, quando o cavaleiro Dom Quixote de La Mancha lutava contra moinhos de vento, julgando serem gigantes do mal.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

 

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TRAGÉDIA REVELADORA

 

À parte o habitual comportamento errático de nosso presidente, a chegada do novo coronavírus está se prestando para exibir nossa precaríssima estrutura de saúde, bem como a singela visão de nossos gestores. Na saúde, os exames de detecção do vírus já deveriam estar sendo aplicados em todos os profissionais de saúde, de segurança e naqueles que trabalham com o grande público. Avisos radiofônicos, televisivos e folhetos com orientação básica de proteção e não disseminação já deveriam estar em plena execução e distribuição. Centrais de teleatendimento, portal específico na internet, inclusive com mapas ilustrativos do desenvolvimento da pandemia, idem. Nem a recorrente desculpa de faltar verba se aplica, porque as empresas de comunicação, entidades representativas dos segmentos econômicos de produção, além de associações e sindicatos, estão à disposição para essas iniciativas – basta solicitar! Na economia, o governo informou a injeção de R$ 147 bilhões, quando na verdade a maior parte se trata de antecipações de pagamentos obrigatórios (13.º de aposentados e salário família, dentre outros) e dilatação do vencimento de impostos. Dinheiro novo do Orçamento para preservação dos negócios e dos empregos, nada! No Brasil é assim: até as tragédias se prestam a revelar a nossa permanente gestão pública catatônica.

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

 

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INSENSÍVEL

 

Jair Bolsonaro, efetivamente, está contra o País e toma atitudes inconsequentes. Seu ministro da Saúde participa de eventos, de contatos com especialistas, Executivos estaduais, todos envolvidos na programação de mecanismos que diminuam os riscos da contaminação do novo coronavírus. O ocupante do cargo maior da República, por sua vez, chega de uma viagem internacional e integrantes de sua equipe que o acompanharam testam positivo para a doença. Mas ele ignora que possa também estar contaminado e participa de manifestação em Brasília, entrando em contato com dezenas de pessoas, e mais: afirma que é “histeria” considerar essa pandemia. Uma demonstração de sua insensibilidade. Uma situação muito preocupante, por certo.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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PANICODEMIA

 

O general Heleno publicou no seu Twitter que pegou a covid-19 e não atende mais telefone. Será que o novo coronavírus também passa pela internet?

 

Oscar Thompson OscarThompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

 

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MENOS

 

Seria importante para o País que o presidente Jair Bolsonaro evitasse, quase que diariamente, pronunciamentos apelativos contra alguns ramos de atividades, criando crises que podem desestabilizar o seu governo. Que ele mude o seu comportamento incentivando as reformas no Congresso Nacional e que se empenhe juntamente com os seus ministros por soluções para combater o maior risco hoje, que se chama coronavírus.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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JÁ PASSOU DA HORA

 

Tentando recuperar o bom senso e o equilíbrio. Prezado presidente Bolsonaro, assim diziam nossos antepassados: “Em boca fechada não entra mosquito”. Acrescento: nem tampouco o vírus corona.

 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

São Paulo

 

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EFEITO COVID-19

 

Acompanhando o noticiário econômico, percebe-se que os bancos e governos estão realmente preocupados com os idosos, principalmente. O governo federal liberou o 13.º salário aos aposentados e facilitou a aquisição dos consignados. Os bancos reduziram os juros e concederam maior prazo aos devedores. Há duas instituições de crédito que até o presente momento não se pronunciaram, embora só lidem com aposentados e idosos. Cobram juros de mais ou menos 22% ao mês e 987% ao ano. Essas instituições são o Agibank e a Crefisa, que precisam cair na real e conceder alguma abertura, pois seus clientes são os mais atingidos pela covid-19. São instituições idôneas que socorrem os aposentados necessitados nos momento de aperto, mas precisam ter sensibilidade para o atual momento.

 

Adalberto Amaral Allegrini adalberto.allegrini@gmail.com

Bragança Paulista

 

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OBESIDADE E DESNUTRIÇÃO

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) precisa começar urgentemente a pensar em como vai lidar com possíveis pandemias de obesidade ou desnutrição que poderão advir a partir da covid-19, que está “obrigando” a população a ficar confinada em casa.

 

Rossana Baharlia rbah44@yahoo.com.br

São Paulo

 

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EM FALTA

 

Não se encontra álcool gel nas grande redes de farmácias e supermercados. A falta, segundo os fabricantes, não é do insumo, mas de tampas das embalagens fornecidas pela China. Até nisso nós, capitalistas, vamos depender de país comunista?

 

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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TRANSPORTE NO ABC

 

Infelizmente, cada dia mais somos prejudicados pelas decisões incoerentes tomadas por prefeitos e coordenadores nas diversas cidades. No ABC, uma cidade está entrando em greve de ônibus.

Como o trabalhador vai cumprir sua obrigação?

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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SEM GRAÇA

 

Cory Doctorow disse: “A conversa é o rei. O conteúdo é apenas o assunto sobre o qual se falar”. Com o fechamento das sinagogas devido aos cuidados para evitar a pandemia, o papo após as orações foi suspenso. Sinceramente, é preciso acabar com este corona o quanto antes, pois as notícias perderam toda a graça.

 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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E A CHINA?

 

Todo mundo acusou o Brasil pelas queimadas na Amazônia! Ninguém vai acusar a China pela covid-19?

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas 

 

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