Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

23 de março de 2020 | 03h00

SANEAMENTO BÁSICO

Dizem que água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Vamos tentar furar a resistência de nossos parlamentares em votar e aprovar em definitivo o Novo Marco Regulatório do Saneamento Básico, que está parado no Senado. Parado por qual motivo? Se não está, por que, então, não votam e resolvam logo essa dívida secular para com o povo brasileiro? Dívida esta que consta do fornecimento de água pura, tratada, potável (insípida, inodora e incolor, como já nos ensinavam as saudosas professorinhas lá, do ensino primário), e esgotamento sanitário com o devido tratamento dos efluentes. Que se faça uma campanha massiva para aprovação desta nova lei, tão necessária diante desta desgraceira pela qual estamos passando. Será que é difícil para os congressistas entenderem sua real necessidade, sem se aterem ao nefasto corporativismo das estatais de saneamento, que até hoje não se dignaram a conceder ao povo o mínimo que ele merece? Assim, em tempos do novo coronavírus, o que será das populações desassistidas das periferias dos grandes centros, que convivem com esgoto a céu aberto e água podre para beber? Crianças, jovens e adultos infestados de parasitas, doentes e, por isso, fracos e frágeis, serão ou não vítimas fáceis dessa terrível peste? Por enquanto, só as classes do andar de cima estão sofrendo baixas em razão do vírus importado da nossa querida Itália. Agora, quando este flagelo se espalhar pela periferia, nas condições em que se encontra, o que vai ser, hein? Por ora, não há muito o que fazer, né, senhores políticos? O mal já está feito, quer dizer, o bem não foi feito em tempo. Mas pensemos no futuro dos que sobreviverem, inclusive no de seus próprios entes queridos. Muito me admira que em todas as entrevistas dos agentes governamentais ninguém toque neste assunto, nenhum artigo no meu Estadão, editorias que sejam, nada concorre para ao menos nos lembrarmos de que temos uma missão a cumprir, que é lutar sem tréguas para que essa nova legislação venha a entrar em vigor urgentemente. As futuras gerações muito agradecerão.

Orlando Luiz Semensato osemensa@terra.com.br

Campinas

VOTAÇÕES VIRTUAIS

O endividamento dos Estados brasileiros aumentará muito com a chegada da covid-19, pois a arrecadação diminuirá drasticamente. A dívida pública federal, que chegou a R$ 4,24 trilhões no final de 2019, também será incrementada por causa do vírus. A perspectiva do mercado de trabalho no País é péssima, já que os empresários começaram a demitir os funcionários com o objetivo de diminuir as despesas fixas. Os parlamentares precisam votar, em regime de urgência, as reformas que possibilitarão uma nova arrancada do Brasil em direção ao crescimento. As votações virtuais estão funcionando normalmente. Então, vamos colocar a mão na massa e mudar de vez este país, incentivando os empresários da iniciativa privada.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

RESSALVA

Fechar atividades é um modelo adequado para o combate ao coronavírus. Mas com uma ressalva: como fazer quando o dinheiro acaba e não há o suficiente para sobrevivência? A maioria dos brasileiros e das empresas brasileiras não aguenta mais de um mês. Dois meses, então... Nos EUA e na Europa, foram disponibilizados recursos adequados para cobrir as necessidades. Aqui não. Postergar data de pagamento não resolve. Quando o dinheiro acaba, o desespero aflora e, aí, será tarde demais para tratar do problema. 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

ENERGIA

Com a alta concentração de pessoas nas suas residências, não corremos o risco de enfrentar um racionamento de energia elétrica sem precedentes? Como as concessionárias se preparam para mais esse possível colapso?

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

TRABALHO EM CONJUNTO

Seria importante para o País que o presidente Jair Bolsonaro e os presidentes das duas Casas Legislativas deixem de criar crises desnecessárias, que podem desestabilizar o governo, trabalharem conjuntamente para aprovar no Congresso Nacional as reformas necessárias para, além de solucionar os problemas econômicos, combater o maior risco hoje, que se chama coronavírus.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

DESASTRE EM BREVE

Neste momento temos o Executivo e o Congresso que não votam a lei que permitiria cortar pela metade as folhas de pagamento do setor público. Esses recursos seriam suficientes para salvar nossa população pobre. Enquanto isso, quando o vírus alcançar as favelas e impedir a população de ganhar o dinheiro de sua sobrevivência, poderemos ter invasões de supermercados por multidões esfomeadas, porque nossos dirigentes preferiram pagar a burocracia a estender uma mão aos nossos miseráveis. Este será nosso destino se o Congresso não despertar para esse desastre. De nosso presidente, evidentemente, não há o que esperar, ele vive fora da realidade.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

NÃO ATRAPALHEM O MINISTRO

A manchete do Estadão de 21/3, Mandetta prevê colapso na Saúde e abril e Bolsonaro fala em ‘gripezinha’, traduz muito bem a situação atual do governo federal, ante a pandemia do novo coronavírus. De um lado, o ministro da Saúde, médico competente, que vem conduzindo com seriedade a nossa luta contra um vírus perigosíssimo. Em atitude oposta, o presidente da República, preocupado em demonstrar a sua virilidade, trata a pandemia de “gripezinha”. Pelo andar da carruagem, o nosso combate contra o novo coronavírus vai ser difícil. Pelo que já aconteceu na China e na Itália, podemos ter certeza de que a nossa luta contra o vírus poderá ser ainda mais problemática. Para começo de conversa, somos um país continental, sem a riqueza e a infraestrutura da China. Quando o dr. Mandetta prevê o colapso da Saúde em abril, se raciocinarmos com lógica e isenção de colocações ideológicas, fica fácil de concordar com o ministro, mesmo para quem, como eu, é leigo no assunto. Basta recordarmos como as praias ficaram repletas de banhistas já em plena atividade do vírus entre nós. Alguns governadores, entendendo que estão colaborando com a contenção da epidemia, estão fechando as divisas dos seus Estados, como se fossem países independentes. Isso é inconcebível e só serve para tumultuar mais a situação. As pessoas trabalham e moram em Estados diferentes nas regiões das divisas. O correto é seguir as orientações do Ministério da Saúde, que felizmente vem sendo muito bem conduzido pelo seu ministro. É só o presidente não atrapalhar e um certo “guru” não se meter onde não deve.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

ORÁCULOS E ESTADISTAS

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, se julgam oráculos, haja vista suas afirmações, mas não têm nada de estadistas. Como todos já sabem, Bolsonaro minimiza a pandemia de coronavírus. Agora, temos Mandetta afirmando (21/3, A1 e F1) prognóstico muito sombrio baseado sabe-se lá em quê; certamente, ele se julga acima do povão para se dignar a lhe explicar por que no Brasil a duração da pandemia será muito superior à do epicentro chinês em Huabei. Ora, se ele é um ministro da Saúde com visão, por que ele não suspendeu os festejos de carnaval ocorridos há menos de um mês? Ora, se ele é preocupado com todos os brasileiros, como faz de conta ser, por que ele ainda não teve a atitude de estadista de propor, e conseguir, que os recursos eleitorais do Fundo Partidário sejam direcionados à Saúde para enfrentar a pandemia? No País sobram oráculos, mas falta pelo menos um único estadista para enfrentar as atuais turbulências na Saúde e na Economia.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

DIMINUTIVO ARRASADOR

Pânico se alastrando pelo Brasil com governadores fechando fronteiras e aeroportos, profissionais da saúde sendo agredidos, falta de certos produtos farmacêuticos, pessoas estocando alimentos e remédios, comércio fechado, indústrias em férias coletivas, o ministro Luiz Henrique Mandetta alertando para o colapso da saúde em abril, e o presidente Bolsonaro usa o termo “gripezinha” para se referir à covid-19. Lula da Silva chamou de “marolinha” a crise mundial de 2008, e deu no que deu.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

BASTA

Com a sua já consagrada e incorrigível incontinência verbal, o presidente Bolsonaro disse que, “depois da facada, não será uma gripezinha que vai me derrubar”. Com efeito, o que vai derrubá-lo de vez são a inépcia e o seu total e completo despreparo mental, cultural, político e psicológico para o cargo mais importante da República. Já deu! Basta!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

ASSOMBROSO

Diante da nova, assombrosa e patética declaração de Bolsonaro, “depois da facada, não será uma gripezinha que vai me derrubar”, creio que, decididamente, não vale mais a pena perder meu  precioso tempo com as asnices do chefe da Nação. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

QUANDO BOLSONARO LEMBRA LULA

O presidente Bolsonaro, com sua irresponsabilidade ao se referir ao novo coronavírus como uma “gripezinha”, embora sejam crescentes os casos fatais e considerado uma pandemia, me fez lembrar o ex-presidente Lula, que se gabava de ser filho de uma mãe analfabeta e de pouco ter estudado, quando outros países, em pior situação que a nossa, investiram na educação e hoje são do Primeiro Mundo. Bolsonaro e Lula foram inconsequentes, e o efeito da covid-19 é comparável ao de uma guerra mundial. Sem valorizar os mestres e investir pesado no ensino, o desnível social prevalecerá e seremos o eterno país do futuro.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

DICIONÁRIO PRESIDENCIAL

Redefinindo o Aurélio: Marolinha / Histeria / Gripezinha = s.f., sinônimos de devaneios e/ou sandices presidenciais, crise e impeachment. Nota: quem derruba não é a gripe, mas a insatisfação popular.

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com

São Paulo

‘GRIPEZINHA’

Infelizmente, deficiência mental é incurável. Vamos ter de aguentar até o fim de 2022.

José Mamprin Neto mamprinneto@hotmail.com

Bragança Paulista 

OFENSA À CHINA

Como dizem, filho de peixe peixinho é: o deputado Eduardo Bolsonaro não tem, como o pai, a estatura que o cargo exige e faz, como o pai, declarações infundadas, como a recente responsabilizando a China pelo alastramento do novo coronavírus. Deixou o País em situação delicada.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

NO LIXO

O maior legado da gestão Lula foi uma bem-sucedida aproximação comercial com a China comunista, que é hoje o maior parceiro comercial do Brasil. O vertiginoso crescimento do agronegócio brasileiro se deve a Lula e à bem-sucedida parceria com a China comunista. O deputado Eduardo Bolsonaro arrisca jogar tudo isso no lixo para fazer um comentário tosco, baseado num programa de televisão, agredindo de forma totalmente despropositada e descabida uma nação amiga e seus bilhões de habitantes, todos eles comunistas. Banir Eduardo Bolsonaro imediatamente da vida pública seria uma reação adequada do governo brasileiro.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

A RESPONSABILIDADE DA CHINA

O médico que primeiro observou o novo coronavírus na China foi detido, obrigado a reconhecer a contravenção de espalhar boatos e reprimido pelos superiores. Como ele sabia o que estava ocorrendo, ficou detido e morreu aos 34 anos, após contrair o vírus de uma paciente que estava com glaucoma – ele era oftalmologista. A China pediu desculpas e disse que iria investigar o caso. O que sabemos de verdade da China a Globo não mostra. Eduardo é imaturo e mimado, faltaram limite e umas palmadas no traseiro, mas nesta ele não está de todo errado. 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos 

A VERDADE INCÔMODA

Que a China é um regime totalitário comunista é fato. Que a China escondeu a verdade é fato (corona). Quando pressionada, expulsou todos os jornalistas estrangeiros. Que a alegação de Eduardo Bolsonaro é verídica é fato. Porém as crítica sobraram em abundância, e o governo chinês se manifestou com bravatas, mas não discorreu sobre o fato.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

DESCULPAS

Injustificável, perniciosa e deplorável a manifestação do deputado Eduardo Bolsonaro atribuindo aos chineses a responsabilidade pelo surgimento da pandemia do coronavírus que ora assola o planeta Terra. Pior ainda foi o incipiente pedido de desculpas do chanceler Ernesto Araújo. Felizes ficaram os plantadores de soja dos EUA, que há muito vêm tentando substituir o Brasil, principal exportador desse grão à China. Oportuno recordar a frase dita pelo rei Juan Carlos de Espanha ao então presidente venezuelano Hugo Chávez, na cidade de Santiago do Chile, no final de 2007: “Por que no te callas?”, deputado Eduardo Bolsonaro.

Gary Bon-Ali garybonali@globo.com

São Paulo

O EX-FUTURO EMBAIXADOR

O ex-futuro embaixador brasileiro nos Estados Unidos, deputado Eduardo Bolsonaro, resolveu puxar o saco do seu ídolo Donald Trump e tuitou, sem mais nem menos, acusando a China como responsável pela pandemia do novo coronavírus instalada no planeta. Ora, se queria prejudicar o bom relacionamento Brasil-China, acabou recebendo um puxão de orelha do embaixador chinês de fazer inveja a qualquer enxerido. Na verdade, nem mesmo Trump bate palmas para as atitudes de Eduardo Bolsonaro e, aliás, sempre desdenhou da capacidade do zero três, até para fazer hambúrguer. Azar dele, que ainda não percebeu.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

A RESPOSTA DE MAIA

A mídia esquerdopata está a fomentar a cisão das relações com o governo chinês após o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se manifestar sobre a origem e os estragos do coronavírus mundo afora, tudo em conexão com ilustres jornalistas e especialistas de renome que, democraticamente, da mesma forma se posicionaram. Na carona, oportunistas parlamentares, entre eles o autonomeado “primeiro-ministro” Rodrigo Maia, saíram aos microfones com maldosos discursos de estadistas da periferia, desautorizando e linchando o filho do presidente da República. A postura seria a mesma, fosse outro sobrenome, Maia? Mire-se no espelho de sua bolha e responda. Sobrenome por sobrenome, sou mais o polissílabo, que tem lastro eleitoral e moral para navegar em nossas águas republicanas. Que cheque essa falsa popularidade investida, lançando a sua candidatura à Prefeitura do Rio, Rodrigo. Será que conseguirá os chorosos 70 mil votos de 2018?

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

FILHOS DO PRESIDENTE

Caso Flávio, Eduardo e Carlos não tivessem o sobrenome Bolsonaro, seriam objeto de tanta histeria atos deles? Se eles fossem, por exemplo, Cardoso ou Maia, a tudo o que eles geram seria dado o realce que hoje lhes é dado?

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

DESSERVIÇO AO AGRONEGÓCIO

O agrobusiness nacional, responsável por 21,4% do PIB, deveria agradecer ao deputado Eduardo Bolsonaro por reforçar as relações comerciais com a China. O país foi o destino de 32% das exportações do setor, com uma receita de US$ 31 bilhões, e contribuiu com a maior parte do superávit de US$ 46,6 bilhões da balança comercial brasileira de 2019. Os chineses ficaram muito felizes com as referências elogiosas que o deputado fez ao país. (warning: sarcasm.)

José Tadeu Gobbi tadgobbi@uol.com.br

São Paulo

A CONTA NA SEGURANÇA

Atenção, ministro Sérgio Moro: criminalidade organizada e atuante em todos os extratos da sociedade acaba em tragédia, como estamos vendo acontecer na Itália. Não é um mero problema do sistema de saúde ou da população idosa, tem muito mais... Um dia a conta chega, não deixe que isso aconteça no Brasil.

Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo

GRIPE

Reflexões de um leigo: no que tange à vacinação antigripal, sempre achei que ela deveria ocorrer no máximo nos primeiros dias de abril, considerando o período para que se tornasse efetiva e a estação do ano. Bem, isso não ocorria e a vacinação só era aplicada no final de abril. Neste ano, com os perigos do coronavírus, fiquei animado que o início seria neste 23 de março, mas como não é incomum ocorrer, a população poderá “receber o favor” de ser vacinado após 9 de maio. É isso? Então tá.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais 

A CIDADE NA LUTA

A maioria dos casos da pandemia está no Estado de São Paulo, e o epicentro é claramente a cidade de São Paulo. Por isso indago se nosso prefeito, que se encontra fragilizado por um forte tratamento de saúde, está em condições físicas adequadas para enfrentar os enormes desafios do momento. Não seria melhor pedir uma licença e passar o cargo para o sucessor legal, que teria mais energia para conduzir a travessia deste momento tão difícil?

 

Francisco Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

HORA DE UNIÃO

Um desrespeito ao cidadão que está confinado em sua casa, pelas razões conhecidas, saber que na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) os deputados parecem não ter entendido “que quarentena não é tirar férias”. Tudo parado e deputados viajando. Mas isso não é privilégio apenas de São Paulo, em todos os Estados ocorre a mesma coisa. E, quanto maior o cargo, maior o descaso. Nessa hora de desespero total, o eleitor deve ficar bem atento e ver quem realmente se preocupa com ele e quem está pensando em eleição. Muitas pessoas vão demorar para entender que o momento é de união pela mesma causa, a fim de evitar a disseminação do vírus. Diante desta pandemia, há cidadãos que pensam ser mais iguais que outros e que o poder os blinda de contrair doenças. Não basta prender o gado, é preciso prender os touros também.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

INSENSATEZ

Quem percorreu as ruas de São Paulo no sábado teve um susto, como se fosse um filme de terror, não havia ninguém nas ruas, o povo se recolheu de fato, portanto são desnecessárias maiores restrições do governo, que só servirão para quebrar mais comércios e empregos já precários dos bares e restaurantes, bem como os serviços que não acumulam gente. Uma insensatez desastrosa.

Ronaldo Rossi ronaldo.rossi1@terra.com.br

São Paulo

TEMPLOS FECHADOS

Com as restrições ao exercício presencial da minha fé, dentro da igreja, criei um altar dentro da minha residência, onde continuo buscando o conforto espiritual que procuro, mantendo o isolamento preventivo. Novos hábitos.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

SUPERMERCADOS

Excelente a iniciativa da rede de supermercados Pão de Açúcar em reservar um horário exclusivo para os clientes de mais de 60 anos (das 6h às 7h), nestes tempos de prevenção ao coronavírus. Estive na manhã de sábado numa loja, atendentes prestativos, repositores trabalhando normalmente, gôndolas bem supridas, álcool gel disponível em vários pontos, fiz minha compra com tranquilidade e voltei rápido para casa.

Mauro Carvalho, 66 anos carvalho.mauro@gmail.com

São Paulo

 

Tudo o que sabemos sobre:
coronavírusJair Bolsonaro

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.