Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

24 de janeiro de 2021 | 03h30

Desgoverno Bolsonaro

Cresce a rejeição

A queda na popularidade do sociopata é um alento. Que a tendência se confirme. Mas ainda há bolsonaristas em quantidade. Quem não tem um(a) por perto? Desprezam a ciência e a medicina. Atacam o melhor jornalismo e ignoram os fatos. Mentem, ofendem, propagam quaisquer parvoíces em defesa do seu “mito”. Até quando?

CARLOS A. IDOETA CARLOSIDOETA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Casa caindo

Aumentam a pressão e o desconforto da maioria dos brasileiros contra Jair Bolsonaro. Os números do Datafolha revelando a queda da popularidade do presidente são fortes indícios do começo do fim do messias de barro. Por isso Bolsonaro faz das tripas coração para eleger dois subalternos para a presidência do Senado e da Câmara dos Deputados. Com uma dupla de vassalos no comando do Legislativo, Bolsonaro quer espantar o impeachment. Que deixou de ser impossível para se tornar plausível. É por isso que agora os alquimistas do governo resolveram atacar a pandemia de covid-19. Como deveriam ter feito desde o início da dolorosa quadra que já matou mais de 215 mil brasileiros.

VICENTE LIMONGI NETTO

LIMONGINETTO@HOTMAIL.COM

BRASÍLIA

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Pura realidade

“O presidente mais inepto da história não reúne mais condições para o cargo.” Pura realidade essa descrição no oportuno editorial A alternativa a Bolsonaro (21/1, A3). Motivos graves não faltam para interromper o mandato do presidente. Como diz o editorial, “hoje mais do que suficientes para um robusto processo de impeachment”. Seu descaso com a pandemia e o desinteresse em salvar vidas mais que justificam sua deposição. E o Congresso Nacional não pode faltar à responsabilidade, já que existem dezenas de pedidos engavetados na Câmara dos Deputados para que democraticamente seja deposto o presidente. Aliás, como deseja a maioria da população brasileira, cansada das afrontas quase diárias de desumanidade de Bolsonaro. Chega de retrocesso!

PAULO PANOSSIAN PAULOPANOSSIAN@HOTMAIL.COM

SÃO CARLOS

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Que alternativa?

Perfeito o editorial a A alternativa Bolsonaro ao afirmar que “não basta ir às redes sociais para atacar Bolsonaro e cobrar o impeachment”. É preciso que haja um projeto político robusto pós-Bolsonaro, que ainda não existe. É falaciosa a noção de que a mera deposição de um presidente irresponsável resolverá os problemas do País, pois, em última análise, é o populismo que é prejudicial e condenável e precisa ser combatido, não com discursos vazios, mas com alternativas convincentes e concretas. Euforias desmesuradas não só não resolvem absolutamente nada, como podem piorar o que já está podre.

LUCIANO HARARY LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Sem novas lideranças

Se o TSE não tivesse vacilado e permitido o circo Lula – “eles vão ver quando o Stédile botar o exército dele nas ruas” –, em 2018 o eleitorado não teria corrido para Bolsonaro. Seguimos na imbecilidade da polarização rumo a 2022, com a mídia falando de Bolsonaro o tempo todo (falem bem ou mal, mas falem de mim), enquanto o ministro Ricardo Lewandowski (STF) se encarrega de apagar a ficha suja de Lula. Não se veem ou não dão espaço para novas lideranças. Só as velhas raposas têm direito a holofotes. E, assim, 2022 tende a repetir 2018.

CELSO FRANCISCO ÁLVARES LEITE

CELSO@CELSOLEITE.COM.BR

LIMEIRA

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‘Nós, militares’

Constantemente Jair Bolsonaro usa a expressão “nós, militares”. Estranho, uma vez que ele, que já foi militar e hoje está na reserva, tendo saído pela porta dos fundos do Exército Brasileiro, hoje fale em nome das Forças Armadas. Em 1987, o plano de Bolsonaro e do capitão Fábio ameaçando explodir bombas, por interesses corporativistas, resultou em sindicância enviada ao Superior Tribunal Militar, com pedido de exclusão dos dois capitães. Pedido não aceito, também por corporativismo, mas que teve como consequência sua passagem para a reserva, em 1988. Na época, o comportamento dos sindicalistas revoltosos irritou o ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, tendo ainda o general Ernesto Geisel chamado Bolsonaro de mau soldado. Os militares que o defendem desconhecem esse comportamento antimilitar?

ÉLLIS A. OLIVEIRA ELLISCNH@HOTMAIL.COM

CUNHA

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Ameaças de golpe

Se o estado de defesa for a antessala de um golpe de Estado, que pelo menos o intendente Eduardo Pazuello seja o responsável por sua organização...

GUTO PACHECO JAM.PACHECO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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União contra São Paulo

Leio que o transtornado presidente do Brasil proibiu seus ministros de atenderem o governador de São Paulo. O questionamento é apropriado: os ministros são homens ou maços de cheiro verde? Isso sempre foi coisa de moleque, nem adolescente aceita tal rebaixamento.

SÉRGIO BARBOSA SERGIOBARBOSA19@GMAIL.COM

BATATAIS

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Troco ao boicote presidencial

São Paulo já arrecada cerca da metade de todos os impostos federais do País. O presidente ordenou a seus ministros boicotar o Estado. Uma medida que poderia ser adotada é não enviar esse dinheiro à União. Sobraria mais para os paulistas.

JOSÉ PAULO CIPULLO J.CIPULLO@TERRA.COM.BR

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

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Brasileiro, profissão esperança

Assim como o milagre que transformou a vacina desprezada e comunista em “vacina do Brasil”, quem sabe se opere outro que transforme esse Bolsonaro separatista e incendiário em presidente do Brasil?

MARCELO GOMES JORGE FERES

MARCELO.GOMES.JORGE.FERES@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


ESQUENTANDO

Volta a circular nas rodas de conversas a possibilidade de impeachment de Jair Bolsonaro. Assunto que foi central em meados do ano passado volta com mais força, aparentemente. O fato de ter perdido a primeira foto da vacinação para João Doria, por não ter mais Donald Trump para se escorar, por depender de Índia e China para possibilitar a vacinação, países que foram hostilizados pelo governo, são fatores que desgastam o presidente. Some-se a isso o fim do auxílio emergencial e a volta da inflação. Não à toa Bolsonaro é contra a vacina. Ele sabe que, vacinada contra a covid-19, a população irá às ruas protestar pelo impeachment. Pelo visto, a vacina não combaterá apenas o coronavírus...

Lucas Dias  lucas_sandias@hotmail.com

Rio Verde (GO)

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UMA NO CRAVO E O RESTANTE NA FERRADURA

Temos de louvar Bolsonaro por nos ter livrado do PT. Talvez isso seja a única coisa boa do capitão reformado que fala mais besteiras do que Lula e Dilma juntos. A derrota de Donald Trump, as necessárias e urgentes demissões dos ministros da Saúde e das Relações Exteriores e a boca fechada do presidente são o caminho para minimizar o estrago causado pela pandemia, já que o impeachment parece improvável.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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COLHENDO O QUE PLANTOU

Jair Bolsonaro está colhendo o que plantou. Ele tratou todos os que não são seguidores fanáticos como inimigos, desuniu o País, atacou a comunidade internacional, demitiu aqueles que se atreveram a não aceitar os seus desmandos no governo. O impeachment do presidente da República é apenas uma questão de tempo. Prevarica a autoridade que ainda apoia Bolsonaro. O Brasil deseja boa sorte ao general Mourão.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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‘CRIMES DE RESPONSABILIDADE’

A tese do impeachment de Jair Bolsonaro por crime de responsabilidade se faz presente com força não somente nas redes sociais, mas também entre especialistas, como bem apontou o editorial Crimes de responsabilidade (20/1, A3). E é justamente por isso que o último parágrafo talvez seja o mais importante: “Por suas muitas e graves consequências sobre o País, o recebimento de uma denúncia contra o presidente da República exige especial prudência e cautela”. Todos sabemos, por infeliz experiência de dois impedimentos passados, que impeachment é, no frigir dos ovos, um processo político que dependerá das forças atuantes na Câmara dos Deputados. Independentemente dos crimes que possa ter de fato cometido, se for realmente acusado, Bolsonaro fará de tudo e mais um pouco para manter seu apoio no Parlamento, numa marcha longa e sofrida que paralisará de vez um país já por demais destroçado pela pandemia. Sim, é preciso avaliar as denúncias e não se omitir, mas à luz da razão e não da emoção.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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IMPEACHMENT

A cada dia mais pessoas admitem que a conduta de Bolsonaro pode configurar crimes de responsabilidade, como destacou o editorial doa dia 20/1. Essa sensação não precisa ser nenhum jurista para detectar, só não viu isso o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que engavetou mais de 60 pedidos, à espera do acordão em jantar com Gilmar Mendes pelo estupro da Constituição para que pudesse se reeleger pela terceira vez, mas não esperava um mínimo de bom senso jurídico de Luiz Fux.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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MOBILIZAÇÃO

Rodrigo Maia não viu chance de aprovação dos pedidos de impeachment e engavetou. O Congresso eleito não sente pressão para votar. O general Mourão desdenhou da débil oposição ao governo em entrevista recente ao Estadão e Bolsonaro está confortável no colo do Centrão. Com a crise das vacinas, deve crescer o clamor popular e é preciso que vozes proeminentes se manifestem. Sem mobilização popular, nada vai acontecer. Como pediu o poeta em samba antigo, “(...) Por um bloco que aumente o movimento (...)”.

Flávio Madureira Padula flvpadula@gmail.com

São Paulo

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‘PEDIDOS DE IMPEACHMENT’

As pessoas que verdadeiramente pensam e praticam o bem do País e de sua população concordam totalmente com o corajoso editorial Pedidos de impeachment (22/1, A3). No entanto, os interesses escusos e a covardia de Rodrigo Maia têm falado mais alto. Juntando à conivência política e aos Tunéscios bolsonaristas, o Parlamento não seguirá com os pedidos de impeachment caso não seja pressionado pelas ruas, ainda mais com a possibilidade de Arthur Lira comandar a Câmara dos Deputados. A pandemia nos impede de protestar, ceifando milhares de vidas, mas não dá para esperar a imunização total para defender a democracia. Fora Bolsonaro já!

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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TPAS

A Medicina já reafirmou que o transtorno de personalidade antissocial (TPAS) é incurável. Qual a razão para não afastar do poder uma criatura acometida pelo TPAS, principalmente quando tal pessoa é o presidente da República? Todos perguntam. Como os vários crimes de responsabilidade por ele já cometidos só tendem a se repetir, agravando ainda mais o equilíbrio das instituições, e, já que essas atitudes nunca encontraram a devida ressonância no Congresso para decretar seu afastamento, a questão que agora se coloca é de outra natureza, simplesmente de sanidade mental. Poderá alguém com sintomas típicos de sociopatia, um mal incurável, permanecer à testa do governo. Senhores parlamentares, urge que assumam sua responsabilidade e decretem o impeachment de Bolsonaro para o bem geral da Nação, sem mais delongas.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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QUAL O NOME CORRETO?

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato à presidência do Senado, não está preocupado com o teto dos gastos públicos e defende a continuidade do pagamento do auxílio emergencial, não se compromete com a privatização da Eletrobrás, que já deveria estar privatizada, não está escutando o barulho das ruas e não enxerga nenhum motivo para o impeachment de Bolsonaro (assunto de três recentes editoriais do Estado). Vendo tudo isso, fiquei em dúvida se deveria chamá-lo de burro ou anta. Mas, sinceramente, acredito que o burro e a anta têm Q.I. mais elevado que o deste senador e não merecem ser humilhados. Enfim, como devo chamá-lo? Mas, independentemente de um nome apropriado, quando ele irá ser homenageado de forma apropriada, com um grande panelaço? Aguardo convite dos movimentos de rua, pois minha panela já está preparada. Fora Rodrigo Pacheco.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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MAIS UM PARA OBEDECER

Apoiado por Jair Bolsonaro para concorrer à presidência do Senado, Rodrigo Pacheco já mostrou que vai obedecer aos caprichos do presidente. Ora, mesmo antes das eleições daquela Casa, Pacheco já diz o que Bolsonaro quer ouvir: que não vê motivos de impeachment e que o teto de gastos do governo federal não é intocável. Assim, caso Rodrigo Pacheco seja eleito, já se alinha, automaticamente, a Eduardo Pazuello e Augusto Aras, ambos subservientes ao famigerado “um manda, outro obedece”. É o que temos para hoje!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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VIGILÂNCIA NECESSÁRIA

O procurador-geral da República, Augusto Aras, divulgou uma nota falando em “estado de defesa”, situação em que se prevê a limitação das liberdades individuais. Como sabemos a quem ele atende, toda atenção e vigilância se fazem necessárias.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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NA ANTESSALA DAS DITADURAS

A respeito da descabida e despropositada nota pública do procurador-geral da República, Augusto Aras, cabe, por oportuno, dizer que diante do quadro de calamidade política, econômica e sanitária do Brasil, faz-se necessário decretar o “estado de defesa”, mas contra o assombroso desgoverno Bolsonaro. Como bem disse Eliane Cantanhêde (20/1, A4): “Como Aras alertou, o estado de calamidade é antessala do estado de defesa, mas faltou acrescentar que o estado de defesa é a antessala do estado de sítio e este, antessala das ditaduras”. Basta de Bolsonaro!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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SEM PACIÊNCIA

Contaram-me que, para que Rodrigo Maia coloque o impeachment em discussão, precisaria haver pressão de políticos, empresários, Igreja e sociedade civil, mas estamos impedidos pela pandemia! Espero com impaciência este momento, mas acho que a construção da motivação para o impeachment está começando. Se não tiver um começo, acho que aqui será o caos muito antes do que está sendo nos Estados Unidos, que chegou ao dia da posse do novo presidente em situação de guerra. Augusto Aras já começou a anunciar o estado de defesa, e as Forças Armadas se calam. Vamos esperar o quê? A discussão sobre o impeachment servirá para brecar o golpe que está se anunciando. Esperar por 2022 poderá ser tarde demais.

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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SIMPLIFICANDO

O Brasil precisa passar por mudanças quanto ao seu sistema de governo, haja vista o trabalho hercúleo para afastar um presidente. O primeiro problema é a dependência do presidente da Câmara dos Deputados para fazer os processos andarem, e pior ainda quando existe conluio entre ambos. O sistema português de governo parlamentar com presidente seria o mais adequado ao Brasil, pois o presidente continuaria a existir, e assim haveria aceitação da população que já se acostumou com sua figura.

Franz Josef Hildinger frzjsf@yahoo.com.br

Praia Grande

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A FILA DA VACINA

No país da carteirada, do “sabe com quem está falando?”, dos desembargadores que não respeitam a Justiça, da Constituição que é abusada corriqueiramente pelo STF, já começamos a ouvir relatos de otoridades furando fila para tomar a vacina contra a covid-19. Pois bem, para esta turma, deveríamos organizar de fato uma fila especial. Uma fila onde só se aplica placebo.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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EFICÁCIA

O presidente Bolsonaro declarou: a vacinação é opcional, a eficácia da vacina não foi comprovada cientificamente. A maioria da população declara: a eficácia de Bolsonaro como presidente não foi comprovada.

José Paulo Cipullo j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

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CONSULTA

Caro presidente Bolsonaro, eu votei em você e, portanto, me sinto no direito de pedir para não falar tanta besteira sobre a covid-19. Se não está confortável com os efeitos colaterais da vacina da covid-19, diga apenas que não se sente confortável. Mas diga também que ampliará a base de discussão do assunto fazendo uma consulta ao Congresso Nacional para que a decisão correta seja tomada no fórum competente para isso. De minha parte, não consulte o STF, não está fazendo jus para receber esta consulta. 

Synval Delano Motta Runha srunha@outlook.com

São José dos Campos

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LIMONADA

Meu avô me ensinava que, “quando a vida te oferecer um limão, faça uma limonada dele”, então, seguindo este princípio, agradeço ao mentecapto que atualmente ocupa a Presidência da República tupiniquim por não obrigar a vacinação da população. Quanto mais idiotas tiverem para seguir suas orientações, mais vacinas sobrarão para as pessoas conscientes.

Amilton Moreno sailor1908@gmail.com

São Paulo

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VACINAS CONTAGIOSAS

Nos eventos oficiais, nem Jair Bolsonaro nem ninguém se permite o uso da máscara. No recebimento das vacinas vindas da índia, por precaução, ausência do presidente, mas ministros e assessores, sem exceção, todos de máscara. Pelo visto, ao que tudo indica, essas vacinas contra covid-19 são mesmo muito contagiosas.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MARKETING FORÇADO

Bizarra a forma como o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o ministro Ernesto Araújo, que fez a embrulhada com a China, correram agora em busca da ajuda da Índia, invadiram a pista do aeroporto em busca das 2 milhões de vacinas da Fiocruz, para tirarem fotos e vestirem o container com a capa do SUS, com a propaganda enganosa Brasil Imunizado. Esta mixaria de 2 milhões de doses dá para somente 1% da população brasileira, que paga com a vida, diariamente, pelo negacionismo dos maus governantes.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com

Curitiba

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CAMPANHA ORIGINAL

Diante do sucesso de diversas campanhas independentes, com artistas exortando a imunização e sendo vacinados contra a covid-19, o sabido Bolsonaro não quis ficar atrás. Mandou o Ministério da Saúde produzir campanhas semelhantes. Em todas elas Bolsonaro aparecerá vacinando Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, Arthur Lira, generais palacianos, Ernesto Araújo e a vendedora de açaí amiga da família Bolsonaro. Com uma diferença: no lugar da seringa, Bolsonaro aponta uma caixa de cloroquina e um revólver para o braço do amedrontado contemplado. Com ar vitorioso, Bolsonaro olha para a câmara e diz: “Ganhei mais uma, Doria”.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília





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