Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

12 de fevereiro de 2021 | 03h00

Estado da Nação

Por um futuro melhor

O editorial Hora de pensar o futuro (11/2, A3) é um clamor urgente para que pessoas centradas se unam contra a polarização política que está destruindo a possibilidade de termos um futuro melhor. Já passa da hora de esquecermos egos e vaidades e nos unirmos em torno de uma candidatura única e viável para 2022. Não podemos de forma alguma repetir 2018, com vários candidatos de centro dividindo votos. Eugênio Bucci, em seu artigo O capitão do mato como assessor de imprensa (11/2, A2), toca em outro ponto importante: a imprensa não é perfeita, longe disso, mas uma imprensa livre é uma importante garantia da democracia. Não à toa, ditaduras começam pela eliminação da imprensa livre. Como mostra a História.

MÁRIO CORRÊA DA FONSECA FILHO mario@gmocoaching.com.br

SÃO PAULO

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Império do baixo clero

Hora de pensar o futuro? Tarde demais, caros liberais democratas. Foram-se os tempos das raposas políticas, dos Ulysses, Tancredos, Montoros e Covas, e também dos Maciéis e até Sarneys, à direita, que foram incapazes de constituir um legado democrático consistente na Nova República. Agora é o império do baixo clero, voraz como cardume ou matilha, associado às elites corporativas do Estado de mal-estar social, que resultou da disfunção da Nova República, dependente de personalismos populistas e dos conchavos de cooptação que prevalecem no varejo político medíocre. Visão de Estado? Projeto de país? Às favas. Os triunfos de Bolsonaro no Congresso, a despeito de toda a conjuntura adversa, comprovam o sistema mórbido que persiste e prevalece, vivíssimo. A “frente ampla” de oposição, a meu ver, será natimorta, dada a impotência do próprio centro racional, de elegância esboroada ante a barbárie explícita do hardcore franciscano. Parece que caminhamos para a polarização dilacerante. O País resiste?

ROBERTO YOKOTA rkyokota@gmail.com

SÃO PAULO

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Insônia

Se o sonho do mitômano, ao que tudo indica, é disputar, em 2022, o segundo turno com o honestíssimo bandido, desde já seremos nós a não dormir.

GUTO PACHECO jam.pacheco@uol.com.br

SÃO PAULO

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Varinhas de condão

Caso o STF considere o juiz Sergio Moro parcial nos julgamentos que condenaram “o homem mais honesto do mundo” (varinha n.º 1) e em seguida reconheça o escandaloso “direito ao esquecimento” (varinha n.º 2), como num passe de mágica o apedeuta de Garanhuns vai ter “comprovada” sua “inocência”, como sempre alegou. Teremos de esquecer ter ele recebido como presentes de empreiteiras o triplex no Guarujá, o sítio em Atibaia, o terreno do seu instituto, a propina na intermediação de empréstimos a Angola e todas as demais propinas recebidas pela organização criminosa que ele criou e liderou?

JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO jcmrizzo@uol.com.br

SÃO PAULO

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Começar de novo

O passado do presidente da República não o credenciava para o cargo. Como chefe do Executivo, confirmou-se o que já se sabia: não tem o mínimo cacoete político para chefiar o governo. Sua “nova política” no Congresso Nacional revelou-se apenas e tão somente o seu projeto de reeleição, com os filhos criando conflitos com os aliados que se elegeram na carona do “mito”. Lideranças fracas e Casa Civil inoperante levaram-no a choramingar na cerquinha do palácio: “Não me deixam fazer nada...”. O Centrão foi a saída para aprovar suas “pautas”. Vai custar caro para nós, que pagamos a conta. Vamos continuar a ver o Brasil comandado por aqueles que tinham a Operação Lava Jato nos calcanhares e agora se sentem à vontade para continuar a fazer o que sempre fizeram. Tudo o que foi vendido na campanha eleitoral não passou de embromação. Agora nos resta juntar os arrependidos e os que desde o início se opuseram ao impostor (o que não será nada fácil) para começar a desenhar um projeto que, enfim, torne o Brasil viável.

FLÁVIO MADUREIRA PADULA flvpadula@gmail.com

SÃO PAULO

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Outros tempos

O ministro Luiz Eduardo Ramos, general da reserva, afirmou que seus colegas militares “entendem o momento político”. Essa expressão é muito preocupante, pois demonstra que não temos mais ninguém a quem apelar. Temos de aceitar o “toma lá dá cá” como operação normal. Dizia-se que o Brasil era um país bananeiro, hoje podemos afirmar ser bananeiro com muitos cachos.

ADALBERTO AMARAL ALLEGRINI adalberto.allegrini@gmail.com

BRAGANÇA PAULISTA

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Catilinárias

Parece que os nossos representantes nos três Poderes republicanos levam a sério a letra do frevo: “Alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo”. É papel da imprensa mostrar a esses indivíduos – fardados, de pijama, togados, políticos de diferentes partidos, milicianos em geral – que povo não é sinônimo de palhaço. Como já dizia o orador romano Marco Túlio Cícero: “Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?”.

MARIZE CARVALHO VILELA marizecarvalhovilela@gmail.com

SÃO PAULO

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Congresso Nacional

Lira foge da imprensa

O novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), réu em duas ações por corrupção, tal qual Bolsonaro parece odiar e temer a imprensa. Com o objetivo de dificultar o trabalho dos jornalistas, toma atitude antidemocrática quando transfere o comitê de imprensa para área longe do plenário da Casa, uma sala sem janelas no subsolo do prédio. Fugindo da sua obrigação institucional, ao mesmo tempo que se acovarda diante da imprensa, Lira priva a sociedade brasileira de informações, por exemplo, sobre o andamento dos projetos. Enfim, Lira segue a cartilha de Bolsonaro ao agir nos moldes dos regimes de exceção, dos tempos sombrios.

PAULO PANOSSIAN paulopanossian@hotmail.com

SÃO CARLOS


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


INFLAÇÃO DOS ALIMENTOS

Segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 12 meses o custo da alimentação no País subiu nada menos que 14,81%. O feijão com arroz de cada dia acumula expressiva alta, com o feijão carioca (+18,53%), o arroz (+74,14%), e as carnes (+22,82%). O prato e a barriga dos brasileiros estão ficando cada dia mais vazios. Perigo à vista!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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PELA HORA DA MORTE

O custo de vida, decididamente, está pela hora da morte. Não é possível suportar tanta crueldade de produtores, fornecedores e  revendedores de alimentos, que reajustam seus preços quase diariamente, relembrando a malfadada e triste época do ex-presidente José Sarney. Em menos de um ano, diversos produtos aumentaram mais de 100%, obrigando a população mais carente a abrir mão de seu consumo e ficando praticamente sem opção em razão de um conluio cartelizado de organizações que dominam este setor. Carnes, laticínios, óleos, arroz, feijão e uma infinidade de alimentos extrapolaram o bom senso e o limite da tolerância. Até quando vamos suportar isso, presidente Bolsonaro?

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

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ÓCIO PARLAMENTAR

Nossas excelências representantes parlamentares realmente estão com o tempo ocioso e com um ótimo nível de criatividade. Enquanto o País registra um nível alto de falecimentos decorrentes da covid-19, hospitais com restrição crítica de insumos (inclusive o Hospital São Paulo, de administração federal), a economia se arrastando e o mundo vivenciando uma guerra entre países para a imunização de seus habitantes, deputados mineiros e goianos discutem a “capital do Pequi” (O embate político do pequi, Estado, 9/2, A8). O mais hilário é ver o comentário do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, de que mobilizará a bancada goiana no Congresso para “ninguém mexer no nosso pequi (...)”. O curioso é que essa criatividade e este esforço para fazer de Minas ou Goiás as representantes do pequi não têm a mesma ênfase quando se necessita de um insumo hospitalar, uma vacina ou mesmo a duplicação de um trecho de rodovia. E viva o frango com pequi.

Fernando Antonio Godoy de Souza fergodoy@terra.com.br

Osasco 

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REPÚBLICA CATATÔNICA

O clã Bolsonaro, sob inspiração do guru de imbecis, está levando este país a um estado de catatonia geral, tendo como cúmplices o Congresso Nacional e parte do Judiciário. O poder do povo, via seus representantes no Congresso, não existe mais. Os três poderes da República não precisam mais dos verdadeiros donos do poder, segundo a Constituição, para sua subsistência. Eles se tornaram independentes e escravagistas de crédulos, beneficiando somente os próprios cúmplices ou os que podem pagar vultosas fortunas. Controlam as máquinas estatais como bem entendem, protegendo a si próprios. Exemplo dessa atuação é o caso das rachadinhas, em que Flávio Bolsonaro está afundado (com provas), mas que, com certeza, vai ser salvo novamente por firulas jurídicas que não seriam admitidas para qualquer pobre mortal sem recursos. Como vai acabar este caso emblemático? Todos nós sabemos: os verdadeiros culpados serão declarados inocentes e a culpa vai sobrar para um João ninguém.

Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião

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SEM FIM

Julgamento das rachadinhas de Flávio Bolsonaro é adiado. Será que não dá para perceber que este assunto nunca vai ter um fim?

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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‘MUITO ALÉM DO SUPREMO’

Na quarta-feira (10/2), o Estadão publicou excelente análise de Carlos Melo sobre a última gracinha do Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, enquanto talvez ele precise ser politicamente correto, eu não preciso. Melo disse que “não há confiança na boa-fé dos envolvidos”, ou seja, dos doutos ministros do STF. Na realidade, a maioria dos brasileiros sabe, tem a certeza cartesiana, que a larga maioria dos ministros do STF não age de boa-fé, principalmente quando se debruçam sobre capas de casos politicamente sensíveis e caros para a esquerda brasileira. Este é só mais um sintoma de um país onde o Estado deixou de cumprir de forma desavergonhada com a sua parte no pacto social. Resta saber até quando a população vai aceitar esse jogo. Procura-se um estadista!

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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JOGADA DE MESTRE

Com o aval de Jair Bolsonaro, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e sua cria Nunes Marques autorizaram que o condenado Lula da Silva aproveite as trocas de mensagens entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. A jogada de mestre é simples: deixar o demiurgo de Garanhuns se candidatar à Presidência da República em 2022, quando os eleitores apavorados tornarão a eleger o “mito” novamente. Tão simples assim!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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STF & MENSAGENS HACKEADAS

A água ainda corre sob a ponte, mas a Lava Jato virou pó. Bem pressentia o velho moleiro, ainda não há juízes em Brasília...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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VALENDO

Então, se eu contratar um hacker e esmiuçar a conta bancária de Flávio Bolsonaro, por exemplo, ou de algum juiz do STF e encontrar transações ou conversas suspeitas, tá valendo como prova? Então por que não desativar o Coaf?

Marisa Bodenstorfer baica53@googlemail.com

Lenting, Alemanha

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BRASIL 2022

Se a eleição presidencial de 2022 for entre Bolsonaro e Lula, se eu ainda estiver vivo e lúcido, apesar de estar com 85 anos, vou embora do Brasil antes da eleição, nem que seja para o Uruguai, e não volto mais. Amo o Brasil e, por isso mesmo, não suportarei mais ver sua total destruição.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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TUDO É POSSÍVEL

Será que, se mensagens dos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski viessem à tona, haveria parcialidade nos seus julgamentos? Será que, se mensagens trocadas entre Lula e seus advogados ou entre ele e seus empresários favoritos (Odebrecht e Eike Batista, por exemplo), daríamos razão à “República de Curitiba” ou ao santo Lula? Depois do vazamento ilegal de mensagens, a mídia questionou a credibilidade da Operação Lava Jato, de Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol, contribuiu para o fim da operação e vai colher o que plantou: Brasil ladeira abaixo. Será que vamos assistir a Lula ser aclamado herói e ver Sergio Moro ser preso? Sei lá, numa Republiqueta de bananas, tudo é possível.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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HACKERS DE ARARAQUARA

Ora, ora, na Coluna do Estadão de quarta-feira (10/2), um dos

ministro do STF, do alto de sua sabedoria, denuncia o “maior escândalo judicial da humanidade”. Olhem bem quem está falando sobre escândalo judicial.

José Perin Garcia jperin@uol.com.br

Santo André

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MOMENTO CRÍTICO

No Congresso não há respostas para as demandas pelo fim do foro privilegiado, para a prisão após condenação em segunda instância, para a criminalização do caixa 2 eleitoral, para a reforma político-eleitoral. Agora, com o fim da Operação Lava Jato, é óbvio que o objetivo é o de criar impunidade, segundo disse o procurador da Justiça Roberto Livianu (Estado, 9/2). O Brasil, campeão mundial de lavagem de dinheiro, segundo a Kroll, montou comissão para rever lei, composta predominantemente por advogados de acusados de lavagem de dinheiro e tendo como secretário o juiz Ney Bello Filho, que concedeu prisão domiciliar a Geddel Vieira Lima! Este é nosso país!

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

São Paulo

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O BRASIL SEM A LAVA JATO

Excelente o artigo Momento crítico no combate à corrupção, de Roberto Livianu, publicado no Espaço Aberto da página A2 do Estadão de 9/2!

Lilia Hoffmann liliahoffmann@yahoo.com.br

São Paulo

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RETORNO ÀS AULAS

Não dá para entender. São frequentes bares e shoppings cheios, higienização e máscaras nem sempre usadas, aglomerações esportivas, praias e bailes clandestinos, mas há resistência para o reinício das aulas presenciais. O ensino no Brasil vai mal. Na classificação mundial, estamos entre os últimos. Em 2020, praticamente sem aulas e em 2021, mesmo com todas as precauções, há grande relutância no retorno às salas de aulas.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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PROFESSORES VACINADOS

A pergunta é: depois de vacinar contra a covid-19 os heróis da frente de combate (médicos, enfermeiros, atendentes hospitalares, etc.) e os idosos, deverão ser vacinados todos os professores do ensino fundamental? E, depois, os professores do ensino superior?  Acho obrigação do Estado – em nível federal, estadual e municipal – conceder-lhes essa prioridade.

Synval Delano Motta Runha srunha@outlook.com

São José dos Campos

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VACINAÇÃO NO CREMESP

Gostaria de relatar um fato intolerável e incompreensível que ocorreu em tempos de covid-19. Como médico, fui esta semana me vacinar no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp). Do andar térreo, fomos conduzidos (por elevador) para um salão alguns andares acima, onde cerca de 300 pessoas idosas ficaram confinadas aguardando chamada para a vacinação.  As cadeiras não estavam apropriadamente separadas, algumas pessoas estavam sem máscara, sem cuidados e sem informações. Depois de duas, três horas de espera, fomos novamente conduzidos ao andar térreo (!) para a vacinação. Cheguei às 8h e saí às 11h, depois de toda sorte de descuidos e riscos proporcionados pelo Cremesp, que é o órgão maior dos médicos de São Paulo. Dá para acreditar?

Joaquim Prado P. Moraes-Filho joaquim.prado19@gmail.com

São Paulo

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REAJUSTE INSS

Expresso, aqui, minha indignação com o aumento concedido a aposentados e pensionistas: reajuste de 5,45%. O pagamento em fevereiro seria de R$ 1.101,95 – ou, arredondando, R$ 1.102,00 –, mas o INSS firmou em R$ 1.100,00. Com isso, está tirando dos pobres e arrecadando para si milhões de reais, tendo em vista a quantidade de idosos e outros mais que recebem salário mínimo.

Marlis Schultze gignon12@terra.com.br

São Paulo

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ETANOL OU ELETRICIDADE?

O mundo inteiro está encantado com os carros elétricos. No Brasil não é diferente. Em razão disso, subsídios para incentivar seu uso em nosso país são criados ou estão em estudo, sob o aplauso de todos. Não se considera, contudo, que nós e alguns outros poucos países de sorte temos uma situação diferente. Dispomos dos carros movidos a etanol, em muitos aspectos com benefícios superiores aos dos veículos elétricos, como mostrou Adriano Pires em seu artigo Não existe solução universal, publicado no Estado de 6 de fevereiro. Se a mídia não trouxer à baila a fundamental discussão “carros elétricos ou carros a etanol – o que é melhor para o Brasil?”, corremos o risco de abrir mão de uma ótima solução, já testada e aprovada, o etanol, por algo importante para os outros, mas não para os brasileiros.

Marcos Lefevre lefevre.part@hotmail.com

Curitiba

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VANTAGEM BRASILEIRA

Consoante o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), Adriano Pires (Estado, 6/2, B2), a União Europeia e o Estado americano da Califórnia desejam proibir a venda dos carros com motor a combustão a partir de 2035; o Reino Unido, em 2030; e a Noruega, em 2025. Desta forma, fabricantes de automóveis passariam a produzir cada vez mais modelos elétricos, finalizando a fabricação de carros a diesel e gasolina. No entanto, o carro elétrico possui limitações que podem eliminar o efeito do gás de estufa, principal causa do aquecimento global. Entre elas, a reciclagem das baterias, geração de eletricidade com combustíveis fósseis e demora para a recarga. Por exemplo, um motor potente demora mais de 40 minutos para o reabastecimento. A vantagem brasileira é o etanol, extraído da cana-de-açúcar, que emite 90 gramas de CO² a cada km percorrido, enquanto o carro elétrico emite 130 gramas.

Luiz Gonzaga Bertelli lgbertelli@uol.com.br

São Paulo

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